Artmed (11)
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Capítulo 6. Entrada e saída

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CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Capítulo 8. Armazenamento de dados

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CAPÍTULO 8

Armazenamento de dados

Quando você atribui valores às variáveis, esses dados são conservados na memória somente enquanto a placa do Arduino estiver ligada. No momento em que você desligá-lo ou der reset, todos os dados serão perdidos.

Neste capítulo, iremos examinar algumas maneiras de conservar esses dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender maneiras de armazenar dados depois de desligar o Arduino.

Aprender a armazenar dados na memória flash.

Aprender a usar a memória EEPROM para armazenar dados permanentes que podem ser alterados.

Aprender o modo mais eficiente de representar os dados quando eles são maiores que o espaço disponível.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Constantes

Se os dados que você desejar armazenar são sempre os mesmos, então você poderá simplesmente inicializar os dados toda vez que o Arduino começar a executar um sketch. Um exemplo dessa abordagem é o caso do array de letras do seu tradutor de código Morse do

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Capítulo 4. Funções

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CAPÍTULO 4

Funções

Este capítulo dedica-se principalmente aos tipos de função que você mesmo pode escrever. Estas funções são diferentes das funções internas, tais como digitalwrite e delay, que já foram predefinidas para você.

A razão pela qual você precisa saber como escrever as suas próprias funções é que, quando os sketches começam a se tornar complicados, as funções setup e loop crescem até se tornarem longas e complexas, ficando difícil de entender a maneira como funcionam.

O maior problema no desenvolvimento de software de qualquer tipo é saber lidar com a complexidade. Os melhores programadores escrevem software que é fácil de ser lido e compreendido, requerendo pouca explicação.

As funções são uma ferramenta chave para criar sketches de fácil compreensão. Elas podem ser modificadas sem dificuldade e sem risco de a coisa toda se transformar em uma grande confusão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é uma função.

Aprender como passar parâmetros a funções.

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Capítulo 11. C++ e bibiliotecas

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CAPÍTULO 11

C++ e bibliotecas

Os Arduinos são simples microcontroladores. Na maior parte do tempo, os sketches de Arduino são bem pequenos, de modo que o uso da linguagem

C de programação funciona muito bem. Entretanto, a linguagem de programação do Arduino é, na realidade, C++ em vez de C. A linguagem C++ é uma extensão da linguagem C e contém algo denominado orientação a objeto.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender alguns fundamentos da linguagem C++ e de orientação a objeto.

Examinar mais de perto a biblioteca LCD.

Criar uma biblioteca simples para entender os conceitos que estão por trás.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Orientação a objeto

Este é apenas um pequeno livro, de modo que uma explicação aprofundada da linguagem

C++ de programação está além de seus propósitos. No entanto, o livro cobrirá alguns fundamentos de C++ e de orientação a objeto, sabendo que o seu objetivo principal é aumentar o encapsulamento dos programas. O encapsulamento mantém juntas as coisas relevantes, algo que torna a linguagem C++ muito adequada para escrever bibliotecas como as que você usou nos sketches de Ethernet e de LCD em capítulos anteriores.

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Capítulo 1. Este é o Arduino

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CAPÍTULO 1

Este é o Arduino

O Arduino é uma plataforma de microcontrolador que atraiu a imaginação dos entusiastas de eletrônica. Sua facilidade de uso e sua natureza aberta fazem dele uma ótima opção para qualquer um que queira realizar projetos eletrônicos.

Basicamente, permite que você conecte circuitos eletrônicos a seus terminais, permitindo que ele controle coisas – como, por exemplo, ligar ou desligar dispositivos, como lâmpadas e motores, ou medir grandezas físicas, como luz e temperatura. Essa é a razão pela qual algumas vezes dizemos que o Arduino realiza uma computação física (concreta). Como os Arduinos podem ser conectados a um computador por meio de um cabo USB (universal serial bus, ou barramento serial universal), isso significa também que você pode usar o Arduino como placa de interface e controlar esses mesmos dispositivos a partir de seu computador.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer microcontroladores e placas de desenvolvimento.

Conhecer uma placa de Arduino.

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Editora Saraiva (43)
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Medium 9788536507934

5. Programação com Matrizes

MANZANO, José Augusto N. G.; JUNIOR, Roberto Affonso da Costa Editora Saraiva PDF Criptografado

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Programação com Matrizes

Para começar

Este capítulo apresenta as técnicas básicas de uso de arranjos de valores, também conhecidos como matrizes. Nesta parte do estudo, é apresentado o uso de matrizes de uma dimensão e de duas dimensões, tanto em modo estático como em modo dinâmico. São apresentadas as técnicas de ordenação e pesquisa por meio de métodos Java.

5.1 Matriz de Uma Dimensão

Uma matriz (ou arranjo, como normalmente é referenciado na linguagem Java) de uma dimensão é um tipo de estrutura de dados que armazena uma coleção de dados. Esse tipo de estrutura é conhecido como vetor, arranjo, variável composta, variável indexada, entre outras formas.

É usado comumente na criação de tabelas simples. A matriz usa uma única variável, que tem determinado tamanho e pode armazenar mais de um valor (conhecido como elemento). O tamanho de uma matriz é conhecido como dimensão, constituída por constantes inteiras e positivas. Os nomes dados às matrizes seguem as mesmas regras de nomes atribuídos a variáveis simples.

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Medium 9788536506654

15. Adição de Controladoras aos Slots da Motherboard

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Adição de

Controladoras aos Slots da

Motherboard

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Para começar

Neste capítulo será apresentado o procedimento para a instalação de uma placa adicional em um slot vago da motherboard. Como a adição de placas é comum mesmo em PCs mais antigos, não nos limitaremos à instalação de uma placa atual PCIe (ou PCI-X), mas daremos uma olhada em outros padrões de placas e aprenderemos alguns conceitos fundamentais.

15.1 Conceitos fundamentais

A expansão dos recursos de um PC, tais como aceleradoras de vídeo, controladoras especiais de áudio (som), fax/modem, conectividade de redes (LAN), placas controladoras customizadas (por exemplo, uma placa desenvolvida especialmente para controlar os robôs soldadores em uma linha de montagem de veículos), é feita por interfaces implementadas na motherboard, isto é, por meio de slots ou portas do tipo USB. É importante salientar que o slot está interligado ao chipset por um barramento apropriado. Por exemplo, os slots PCI de uma motherboard estão interconectados ao chipset por um único barramento PCI. O mesmo vale para os demais slots e barramentos, exceto PCI Express que possuem barramentos distintos e exclusivos para cada slot que está integrado na motherboard.

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Medium 9788536506654

10. Instalação do Processador

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Instalação do

Processador

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Para começar

Neste capítulo serão apresentadas as etapas necessárias para se instalar um processador Intel®

Core™ i3 com encapsulamento FC-LGA1150 em uma motherboard Asus® H81M-C/BR.

10.1 Procedimento inicial

Antes de iniciar, tome os seguintes cuidados:

»

Livre-se das cargas eletrostáticas, conforme descrito no Capítulo 4.

»

Use a pulseira contra EDS durante todo o processo de montagem do PC.

»

Ao retirar o processador de sua embalagem, manipule-o somente pelas bordas e não toque nos pinos ou terminais dele.

»

Seja extremamente cuidadoso com o processador. Não o deixe cair nem o raspe em outros corpos, pois poderá danificá-lo permanentemente.

10.2 Instalação de processadores Intel®,

Socket LGA 1150

As etapas aqui descritas podem ser seguidas para a maioria dos processadores Intel® encapsulados em FC-LGA (Flip Chip - Land Grid Array), em suma, desde o Pentium® 4 até os mais recentes

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Medium 9788536506654

17. Conexão dos Cabos Externos no PC

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Conexão dos

Cabos Externos no PC

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Para começar

O foco deste capítulo está na identificação dos conectores externos da parte traseira do gabinete e, também, na conexão dos cabos externos para que o PC possa ser colocado em operação, tão logo tais conexões sejam concluídas.

17.1 Parte interna do gabinete, verifi cação

Antes de iniciar o processo de identificação e conexão dos cabos externos do PC, verifique:

»

»

»

»

»

»

»

Todos os cabos de sinais internos estão encaixados adequadamente em seus respectivos conectores?

Todas as placas adicionais estão devidamente conectadas em seus respectivos slots?

Todos os suportes metálicos das placas estão parafusados corretamente na estrutura do gabinete?

Os drives HDD, CD, DVD etc. estão bem fixados na estrutura do gabinete?

Todos os cabos de alimentação estão corretamente conectados?

Todos os cabos de sinalização do painel frontal estão devidamente conectados?

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9. Jumpers da Motherboard

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Jumpers da

Motherboard

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Para começar

A finalidade principal deste capítulo é mostrar como funciona um jumper e o seu strap, conjunto esse que está presente em todas as motherboards e, também, como configurar a motherboard por meio dos jumpers integrados nela.

9.1 Jumper e strap

Antes de iniciar a configuração de uma motherboard, é importante saber como funciona o conjunto jumper e strap, pois praticamente todas as motherboards possuem jumpers integrados que são usados para configurá-las ou, ao menos, para limpar a CMOS RAM que armazena os parâmetros de configuração de BIOS.

Atualmente, a maioria das motherboards explora os recursos da própria BIOS para configurar os componentes instalados nela, tais como o processador, a DRAM, os dispositivos de I/O, a placa de vídeo, entre outros. Esse tipo de configuração, por meio da BIOS, extingue a necessidade de jumpers exclusivos e destinados à configuração dos componentes integrados nela, liberando espaço para uma motherboard mais compacta.

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

12. Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Desafios gerenciais

Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Gerenciando a tecnologia da informação

1. Identificar cada um dos três componentes do gerenciamento da tecnologia da informação e usar exemplos para ilustrar como eles podem ser implementados em um negócio.

Negócios e TI

Gerenciando a tecnologia da informação

“Caso do mundo real 1”: Toyota, Procter & Gamble,

Hess Corporation e outras: CIOs prestes a se aposentar e a necessidade de planejamento de sucessão

Planejamento de negócios/TI

Gerenciando a função da TI

Organização da TI

Terceirização e offshoring de TI e SI

Falhas no gerenciamento de TI

Seção II

Gerenciando uma TI global

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Medium 9788580551105

3. Hardware

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Hardware

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Sistemas de computador: computação empresarial e por usuário final

1. Compreender a história e a evolução do hardware.

Introdução

Breve histórico de hardware

“Caso do mundo real 1”: IBM, Wachovia e PayPal: a computação em grade torna o processo mais fácil e mais barato

Tipos de sistemas de informação

Sistemas de microcomputador

Sistema de médio porte

Sistemas de grande porte

Observação técnica: o conceito de sistema de computador

Lei de Moore: aonde vamos parar?

3. Ressaltar as principais tecnologias e usos de periféricos para entrada, saída e armazenamento de dados.

Seção II

Periféricos: tecnologias de entrada, saída e armazenamento de dados

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Medium 9788580551105

4. Software

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Software

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Software de aplicação para usuários finais

1. Descrever as diversas tendências importantes em termos de software.

Introdução ao software

“Caso do mundo real 1”: GE, H.B. Fuller Co., e outras empresas: implementações bem-sucedidas de software como serviço

Software de aplicação empresarial

Suítes de softwares e pacotes integrados

Navegadores web e outros softwares

Correio eletrônico, mensagem instantânea e blog

Processamento de texto e editoração eletrônica

Planilhas eletrônicas

Apresentações gráficas

Gerenciador de informações pessoais

Groupware

Softwares alternativos

2. Exemplificar os principais tipos de software de sistema e de aplicação.

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8. Sistemas de e-commerce

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Sistemas de e-commerce

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos do e-commerce

1. Identificar as principais categorias e tendências de aplicações de e-commerce.

Introdução ao e-commerce

O escopo do e-commerce

“Caso do mundo real 1”: KitchenAid e Royal Bank of

Canada: você protege a sua marca na internet?

Processos essenciais do e-commerce

Processos de pagamento eletrônico

2. Identificar os processos essenciais de um sistema de e-commerce e dar exemplos de como eles são implantados nas aplicações de e-commerce.

Seção II

Questões e aplicações do e-commerce

4. Identificar e explicar o valor de negócio dos vários tipos de mercado de e-commerce.

E-commerce empresa-consumidor (B2C)

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5. Gerenciamento dos recursos de dados

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Gerenciamento dos recursos de dados

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos técnicos do gerenciamento de base de dados

1. Explicar o valor empresarial da implementação dos processos de gerenciamento dos recursos de dados e tecnologias em uma organização.

Gerenciamento de banco de dados

Conceitos fundamentais de bancos de dados

“Caso do mundo real 1”: Cogent Communications, Intel e outras empresas: as fusões são mais fáceis quando seus dados estão prontos

Estruturas de banco de dados

Desenvolvimento de banco de dados

2. Resumir as vantagens da abordagem de gerenciamento de banco de dados para administrar os recursos de dados de um negócio, comparado à abordagem de processamento de um arquivo.

Seção II

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Grupo Gen (547)
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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 10 - MATEMÁTICA COMPLEXA

BLOCH, Sylvan Charles Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

MATEMÁTICA COMPLEXA

DO QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O nome deste capítulo é até um certo grau contraditório uma vez que em muitas situações, ao contrário do que possa parecer, a matemática com números complexos simplifica o cálculo em vez de torná-lo complexo. Inúmeras vezes os números complexos não são apenas convenientes, mas absolutamente essenciais. Os números reais não são suficientes para lidar com todas as situações e todos os problemas de ciência e de engenharia. Sem os núme-

ros complexos não teríamos como resolver uma equação tão simples como y2 ϩ1 ϭ 0.

Qual é a solução dessa equação? Naturalmente, y ϭ Ϯi, onde

Em outras palavras, i2 ϭ Ϫ1. (Algumas vezes você verá a unidade imaginária i designada por j.) O EXCEL possui 18 funções complexas para facilitar a sua vida ajudando nas tarefas mais difíceis e trabalhosas.

10.1 REVISÃO RÁPIDA SOBRE A ÁLGEBRA DE NÚMEROS

COMPLEXOS

Os chamados números complexos foram descobertos centenas de anos atrás. Podemos identificar um número imaginário pelo símbolo i, como em y ϭ i3. Pense neste número como um ponto do semi-eixo positivo y (habitualmente usado para os números imaginários) distante 3 unidades da origem. Veja a Fig. 10-1. Podemos combinar números reais (sobre o eixo dos x) com números imaginários (sobre o eixo dos y) para obter números complexos, como em: onde x ϭ 4 é a parte real (designada habitualmente por Re) e y ϭ 3 é a parte imaginária (usualmente designada por Im). Por exemplo, Re z ϭ 4 e Im z ϭ 3. (Observação: o EXCEL designa números complexos com as notações x ϩyi ou x ϩyj.).

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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 9 - O EXCEL EM LABORATÓRIO

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Capítulo 9

O EXCEL EM LABORATÓRIO

DO QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O EXCEL é a planilha escolhida pela maioria dos engenheiros e cientistas para realizar experiências em laboratório. O EXCEL pode importar dados e analisá-los; o Visual Basic for Applications

(VBA) permite que o EXCEL controle e execute experimentos.

O VBA pode ser instalado usando as opções [Ferramentas] [Suplementos] e clicando em [Ferramentas de Análise – VBA].

Contudo, um capítulo não seria suficiente para ensinar tudo sobre como automatizar experimentos com o VBA; o assunto poderia preencher um livro inteiro. Este capítulo é sobre o desenvolvimento de habilidades básicas necessárias para os iniciantes.

Neste capítulo você aprenderá como importar dados de:

• arquivos de dados produzidos por outros aplicativos;

• instrumentos de laboratório;

• placas de aquisição de dados.

Também aprenderá a criar macros para automatizar tarefas e filtrar dados de laboratório utilizando a técnica de extração de sinais médios (modos de varredura simples e varredura múltipla). Vamos comparar os resultados da extração do sinal médio com outros filtros.

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CAPÍTULO 6 - FUNÇÕES DE ENGENHARIA

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Capítulo 6

FUNÇÕES DE ENGENHARIA

DE QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O EXCEL tem uma coleção de funções de planilha muito útil denominada funções de Engenharia. Esta é a maneira como são designadas na Ajuda, mas essas funções são, na verdade, mais gerais do que o significado dos nomes. Elas compreendem quatro categorias:

• Funções matemáticas e estatísticas

• Funções para tarefas com números complexos

• Funções para converter valores entre sistemas numéricos diferentes como o decimal, o hexadecimal, o octal e os sistemas binários

• Funções para conversão de valores entre diferentes sistemas de medida.

Você descobrirá as funções de Engenharia em Ferramentas de Análise. Se uma função de engenharia não estiver disponível na planilha, execute o Programa de Instalação para instalar as

Ferramentas de Análise. Após instalá-las, você deve habilitá-las usando o comando Suplementos no menu Ferramentas. Para obter informações adicionais sobre como instalar o recurso Ferramentas de Análise, consulte a Ajuda ou pressione a Tecla de Função

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Medium 9788521613954

APÊNDICES

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Apêndice 1

PASTAS DE TRABALHO

PASTAS DE TRABALHO DO SITE DA LTC EDITORA

Este apêndice contém uma lista de pastas de trabalho e de arquivos de dados do site da LTC Editora. Algumas pastas são complementares às pastas de trabalho do texto principal e outras estão associadas aos problemas do final dos capítulos.

Algumas pastas de trabalho deste Apêndice não são citadas no texto. Elas devem ser usadas para “engenharia reversa” ou “engenharia forense” com o objetivo de aprender o que a pasta de trabalho faz e como isso é feito. Esse tipo de exercício reproduz uma situação da vida real. Talvez você necessite utilizar uma pasta de trabalho elaborada por outra pessoa e descubra que a pasta não dispõe de uma documentação adequada. Sua tarefa, nesse caso, é elaborar uma pasta de trabalho que os outros possam entender.

Utilize os comentários do EXCEL (veja as Seções 2.3 e 2.4 e escreva as instruções de forma narrativa em uma planilha separada da pasta de trabalho.

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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 8 - FERRAMENTAS DE ANÁLISE

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Capítulo 8

FERRAMENTAS DE ANÁLISE

DE QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O recurso Ferramentas de Análise é um dos 15 Suplementos disponíveis no EXCEL. Esse recurso tem 19 ferramentas que podem facilitar sua vida. Essas ferramentas serão listadas aqui, para uma rápida referência. Para acessar Ferramentas de Análise, clique em [Ferramentas][Análise de Dados]. Na ordem em que aparecem na janela do recurso Análise de Dados, os conteúdos das

Ferramentas de Análise são:

Anova:1 Fator Único

Anova: Fator Duplo com Repetição

Anova: Fator Duplo sem Repetição

Correlação

Covariância

Estatística Descritiva

Ajuste Exponencial (Veja Seção 5.4)

Teste-F: Duas Amostras para Variâncias

Análise de Fourier (Veja Cap. 11)

Histograma

Média Móvel (Veja Seção 5.3)

Geração de Número Aleatório

Ordem e Percentil

Regressão

Amostragem

Teste-T: Duas Amostras em Par para Médias

Teste-T: Duas Amostras Presumindo Variâncias Equivalentes

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