Artmed (11)
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Medium 9788582604465

Capítulo 6. Entrada e saída

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Capítulo 4. Funções

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Funções

Este capítulo dedica-se principalmente aos tipos de função que você mesmo pode escrever. Estas funções são diferentes das funções internas, tais como digitalwrite e delay, que já foram predefinidas para você.

A razão pela qual você precisa saber como escrever as suas próprias funções é que, quando os sketches começam a se tornar complicados, as funções setup e loop crescem até se tornarem longas e complexas, ficando difícil de entender a maneira como funcionam.

O maior problema no desenvolvimento de software de qualquer tipo é saber lidar com a complexidade. Os melhores programadores escrevem software que é fácil de ser lido e compreendido, requerendo pouca explicação.

As funções são uma ferramenta chave para criar sketches de fácil compreensão. Elas podem ser modificadas sem dificuldade e sem risco de a coisa toda se transformar em uma grande confusão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é uma função.

Aprender como passar parâmetros a funções.

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Capítulo 8. Armazenamento de dados

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Armazenamento de dados

Quando você atribui valores às variáveis, esses dados são conservados na memória somente enquanto a placa do Arduino estiver ligada. No momento em que você desligá-lo ou der reset, todos os dados serão perdidos.

Neste capítulo, iremos examinar algumas maneiras de conservar esses dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender maneiras de armazenar dados depois de desligar o Arduino.

Aprender a armazenar dados na memória flash.

Aprender a usar a memória EEPROM para armazenar dados permanentes que podem ser alterados.

Aprender o modo mais eficiente de representar os dados quando eles são maiores que o espaço disponível.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Constantes

Se os dados que você desejar armazenar são sempre os mesmos, então você poderá simplesmente inicializar os dados toda vez que o Arduino começar a executar um sketch. Um exemplo dessa abordagem é o caso do array de letras do seu tradutor de código Morse do

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Medium 9788582604465

Capítulo 1. Este é o Arduino

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CAPÍTULO 1

Este é o Arduino

O Arduino é uma plataforma de microcontrolador que atraiu a imaginação dos entusiastas de eletrônica. Sua facilidade de uso e sua natureza aberta fazem dele uma ótima opção para qualquer um que queira realizar projetos eletrônicos.

Basicamente, permite que você conecte circuitos eletrônicos a seus terminais, permitindo que ele controle coisas – como, por exemplo, ligar ou desligar dispositivos, como lâmpadas e motores, ou medir grandezas físicas, como luz e temperatura. Essa é a razão pela qual algumas vezes dizemos que o Arduino realiza uma computação física (concreta). Como os Arduinos podem ser conectados a um computador por meio de um cabo USB (universal serial bus, ou barramento serial universal), isso significa também que você pode usar o Arduino como placa de interface e controlar esses mesmos dispositivos a partir de seu computador.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer microcontroladores e placas de desenvolvimento.

Conhecer uma placa de Arduino.

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Capítulo 11. C++ e bibiliotecas

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CAPÍTULO 11

C++ e bibliotecas

Os Arduinos são simples microcontroladores. Na maior parte do tempo, os sketches de Arduino são bem pequenos, de modo que o uso da linguagem

C de programação funciona muito bem. Entretanto, a linguagem de programação do Arduino é, na realidade, C++ em vez de C. A linguagem C++ é uma extensão da linguagem C e contém algo denominado orientação a objeto.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender alguns fundamentos da linguagem C++ e de orientação a objeto.

Examinar mais de perto a biblioteca LCD.

Criar uma biblioteca simples para entender os conceitos que estão por trás.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Orientação a objeto

Este é apenas um pequeno livro, de modo que uma explicação aprofundada da linguagem

C++ de programação está além de seus propósitos. No entanto, o livro cobrirá alguns fundamentos de C++ e de orientação a objeto, sabendo que o seu objetivo principal é aumentar o encapsulamento dos programas. O encapsulamento mantém juntas as coisas relevantes, algo que torna a linguagem C++ muito adequada para escrever bibliotecas como as que você usou nos sketches de Ethernet e de LCD em capítulos anteriores.

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Editora Saraiva (43)
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Medium 9788536507934

5. Programação com Matrizes

MANZANO, José Augusto N. G.; JUNIOR, Roberto Affonso da Costa Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Programação com Matrizes

Para começar

Este capítulo apresenta as técnicas básicas de uso de arranjos de valores, também conhecidos como matrizes. Nesta parte do estudo, é apresentado o uso de matrizes de uma dimensão e de duas dimensões, tanto em modo estático como em modo dinâmico. São apresentadas as técnicas de ordenação e pesquisa por meio de métodos Java.

5.1 Matriz de Uma Dimensão

Uma matriz (ou arranjo, como normalmente é referenciado na linguagem Java) de uma dimensão é um tipo de estrutura de dados que armazena uma coleção de dados. Esse tipo de estrutura é conhecido como vetor, arranjo, variável composta, variável indexada, entre outras formas.

É usado comumente na criação de tabelas simples. A matriz usa uma única variável, que tem determinado tamanho e pode armazenar mais de um valor (conhecido como elemento). O tamanho de uma matriz é conhecido como dimensão, constituída por constantes inteiras e positivas. Os nomes dados às matrizes seguem as mesmas regras de nomes atribuídos a variáveis simples.

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Medium 9788536510859

7 - Escolha da Tecnologia Ideal

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Escolha da

Tecnologia Ideal

Para começar

Neste capítulo estudaremos as diferenças entre site estático e site dinâmico; os programas editores de página HTML e os servidores Apache, PHP e MySQL.

7.1 Site estático × site dinâmico

Podemos classificar os sites em dois tipos: os sites estáticos e os sites dinâmicos. A diferença entre eles reside na forma como as informações são apresentadas aos usuários.

Num site estático, todas as informações ficam armazenadas nos arquivos HTML que compõem as páginas do site. Isso significa que, se for necessária alguma mudança nessas informações, os arquivos devem ser alterados manualmente e depois publicados de volta no servidor de hospedagem. Um exemplo seria um site com informações profissionais de uma pessoa, que mudam com pouca frequência. Veja o exemplo da Figura 7.1.

87

Figura 7.1 – Exemplo de site estático.

Atualmente, esse tipo de site caiu em desuso, em virtude da dificuldade em ser atualizado.

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Medium 9788536510859

4 - Estruturação do Projeto – Modelagem Essencial

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Estruturação do Projeto –

Modelagem

Essencial

4

Para começar

Neste capítulo estudaremos as etapas no desenvolvimento de um sistema; os conceitos de abstração, refinamento e modularidade; a definição das funções do projeto do site; a construção do diagrama de contexto; a elaboração da lista de eventos e a construção do DER, do Diagrama de Estrutura de

Dados, do Dicionário de Dados e do Diagrama de Fluxo de Dados.

4.1 Identificação do problema

Um software, seja para uso pessoal ou em grandes empresas, demanda um processo de projeto e desenvolvimento que pode, em muitos casos, levar anos. E o correto gerenciamento desse processo

é que pode garantir a qualidade final do produto.

Para nosso estudo, vamos adotar como projeto o desenvolvimento de um site para uma imobiliária, a partir do qual o usuário pode consultar imóveis de seu interesse, como casas, terrenos, apartamentos etc. Como é um projeto de cunho acadêmico, serão desenvolvidas funcionalidades básicas que atendam às principais tarefas pertinentes a uma imobiliária.

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Medium 9788536506654

15. Adição de Controladoras aos Slots da Motherboard

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Adição de

Controladoras aos Slots da

Motherboard

15

Para começar

Neste capítulo será apresentado o procedimento para a instalação de uma placa adicional em um slot vago da motherboard. Como a adição de placas é comum mesmo em PCs mais antigos, não nos limitaremos à instalação de uma placa atual PCIe (ou PCI-X), mas daremos uma olhada em outros padrões de placas e aprenderemos alguns conceitos fundamentais.

15.1 Conceitos fundamentais

A expansão dos recursos de um PC, tais como aceleradoras de vídeo, controladoras especiais de áudio (som), fax/modem, conectividade de redes (LAN), placas controladoras customizadas (por exemplo, uma placa desenvolvida especialmente para controlar os robôs soldadores em uma linha de montagem de veículos), é feita por interfaces implementadas na motherboard, isto é, por meio de slots ou portas do tipo USB. É importante salientar que o slot está interligado ao chipset por um barramento apropriado. Por exemplo, os slots PCI de uma motherboard estão interconectados ao chipset por um único barramento PCI. O mesmo vale para os demais slots e barramentos, exceto PCI Express que possuem barramentos distintos e exclusivos para cada slot que está integrado na motherboard.

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Medium 9788536506654

10. Instalação do Processador

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Instalação do

Processador

10

Para começar

Neste capítulo serão apresentadas as etapas necessárias para se instalar um processador Intel®

Core™ i3 com encapsulamento FC-LGA1150 em uma motherboard Asus® H81M-C/BR.

10.1 Procedimento inicial

Antes de iniciar, tome os seguintes cuidados:

»

Livre-se das cargas eletrostáticas, conforme descrito no Capítulo 4.

»

Use a pulseira contra EDS durante todo o processo de montagem do PC.

»

Ao retirar o processador de sua embalagem, manipule-o somente pelas bordas e não toque nos pinos ou terminais dele.

»

Seja extremamente cuidadoso com o processador. Não o deixe cair nem o raspe em outros corpos, pois poderá danificá-lo permanentemente.

10.2 Instalação de processadores Intel®,

Socket LGA 1150

As etapas aqui descritas podem ser seguidas para a maioria dos processadores Intel® encapsulados em FC-LGA (Flip Chip - Land Grid Array), em suma, desde o Pentium® 4 até os mais recentes

79

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Grupo A (1603)
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Medium 9788577800179

LIÇÃO 4: Formatando texto

MOAC - Microsoft Official Academic Course Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

4

Formatando texto

Depois desta lição, você será capaz de:

Usar a barra de ferramentas Formatação para formatar texto.

Aplicar efeitos de caracteres ao texto.

Alinhar texto.

Recortar e colar texto.

Usar Colar Especial.

Usar o recurso de arrastar e soltar para editar texto.

Usar o recurso de coletar e colar.

Aplicar estilos.

Criar uma borda de parágrafo.

Adicionar sombreamento a um parágrafo.

Visualizar um documento.

Imprimir um documento.

TERMOS-CHAVE

Alinhar à Direita

Alinhar à Esquerda

Área de transferência

Área de Transferência do Office arquivo de origem atributo

Centralizar estilo incorporar

Justificar

Modo de Visualização de

Impressão objeto vinculação e incorporação de objetos (OLE, object linking and embedding) vincular sombreamento

Você alguma vez já desejou alterar o formato e o layout de um documento para dar

ênfase a palavras e frases-chave? Ou já leu um documento que criou e imprimiu só para descobrir que as informações da página 3 deveriam estar onde estão as informações da página 2? O Microsoft Word 2003 tem vários recursos para ajudá-lo a criar e formatar documentos da maneira que você quiser. O Word também permite que você mova e copie informações em toda a extensão de um documento ou até mesmo para outro documento.

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 1: Guia de introdução ao Word

MOAC - Microsoft Official Academic Course Grupo A PDF Criptografado

24

Microsoft® Official Academic Course: Microsoft® Office Word 2003 Básico

O Microsoft Office Word 2003 é um desses programas. Com a ajuda do Microsoft

Word, você pode criar memorandos, faxes, relatórios, cartas, gráficos e boletins informativos de modo rápido e fácil. Também pode, entre outras coisas, acrescentar elementos gráficos a documentos e usar outros programas do Microsoft Office para importar dados para um documento do Word. Além de economizar tempo, o

Word também permite que você verifique a grafia, edite documentos e visualize seu trabalho antes de imprimir. Relatórios, cartas e outros documentos não terão que ser totalmente redigitados só por causa de um erro ou dois. O Word permite que você edite rapidamente e produza documentos limpos e com aparência profissional

(e evita ter que esvaziar sua lixeira com tanta freqüência).

Nesta lição, você aprenderá como iniciar e sair do Word e como identificar os diversos componentes da janela do Word, como a barra de menu e as barras de ferramentas. Você usará menus para executar várias ações, explorará o painel de tarefas, praticará inserção de texto em um documento e, em seguida, salvará um documento. Também praticará o uso dos recursos Digite uma Pergunta e Assistente do Office encontrados na Ajuda.

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 8: Trabalhando de modo colaborativo

MOAC - Microsoft Official Academic Course Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

8

Trabalhando de modo colaborativo

Depois desta lição, você será capaz de:

Controlar alterações.

Aceitar e rejeitar alterações.

Adicionar, visualizar e editar comentários.

Comparar e mesclar documentos.

Enviar um documento para revisão usando correio eletrônico.

TERMOS-CHAVE

comentários controle de alterações

discussão marcas de revisão

Se estiver criando uma carta ou um memorando no Microsoft Word 2003, provavelmente você é a única pessoa que trabalhará no documento. Você pode pedir a um colega para que revise o texto antes de enviá-lo, mas possivelmente você não precisará que outras pessoas façam maiores contribuições ou recomendações. Por outro lado, se estiver trabalhando em um documento como um relatório ou uma proposta mais importante, você pode querer ouvir as opiniões de outras pessoas. Cada um trará sua própria experiência para o documento, assegurando que ele fique tão preciso, completo e profissional quanto possível. Algumas pessoas podem querer fazer alterações no texto, enquanto outras talvez queiram apenas fazer comentários e oferecer sugestões.

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Medium 9788577800445

LIÇÃO 3 Formatando células

Moraes, Altair Dias Caldas de Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

3

Formatando células

Depois desta lição, você será capaz de:

Formatar texto.

Formatar números como moeda.

Usar a ferramenta Pincel.

Adicionar bordas às células.

Adicionar sombras às células.

Usar o recurso AutoFormatação.

Criar e aplicar estilos.

Mesclar células.

TERMOS-CHAVE

atributo

AutoFormatação estilo

fonte mesclar células

Pincel

O Excel fornece dezenas de maneiras de formatar rótulos e valores em uma planilha. Se você criou uma planilha ou pasta de trabalho para ser impressa ou visualizada por outras pessoas, especialmente se ela faz parte de um relatório ou apresentação, você desejará que ela tenha uma aparência atraente e compreensível.

Por exemplo, para melhorar o design, você pode aumentar o texto dos títulos e formatar os cabeçalhos e rótulos em negrito, itálico ou ambos. Pode também formatar o texto em diferentes tipos de fonte (estilos) e cores.

Nesta lição, você aprende a formatar textos e números, incluindo títulos, rótulos e valores. Usa o recurso Ferramenta Pincel do Excel, que permite capturar rapidamente toda a formatação do texto selecionado e aplicar os mesmos formatos em textos diferentes. Também aprende a adicionar bordas em torno de células selecionadas e a aplicar um dos designs de planilha incorporados do Excel para acrescentar efeitos de cores e design em uma planilha usando apenas alguns cliques do mouse. Em seguida, você cria um estilo, que é uma coleção de características de formatação que pode ser aplicada a qualquer momento clicando no nome do estilo em uma lista.

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Medium 9788577800445

LIÇÃO 8 Usando funções lógicas e fi nanceiras básicas

Moraes, Altair Dias Caldas de Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

8

Usando funções lógicas e financeiras básicas

Depois desta lição, você será capaz de:

Usar a função PGTO para prever pagamentos de empréstimo.

Calcular juros acumulados.

Computar o valor do investimento.

Usar a função SE.

TERMOS-CHAVE

fórmula condicional juros cumulativos principal

teste_lógico valor futuro valor presente

O Microsoft Excel é uma ferramenta de grande valor para executar cálculos financeiros. Usando funções básicas, você pode calcular facilmente os pagamentos mensais de um empréstimo, computar o valor acumulado de um investimento e definir o valor de uma célula comparando os valores de duas outras células. Com funções financeiras avançadas, é possível calcular a taxa de retorno de um investimento, amortizar um empréstimo ou hipoteca ao longo do tempo e controlar a depreciação de um ativo.

Nesta lição, você usará a função PGTO para calcular pagamentos de empréstimo, computar os juros acumulados pagos em um empréstimo usando a função PGTOJURACUM e calcular o valor futuro de um investimento periódico com a função

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

12. Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Desafios gerenciais

Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Gerenciando a tecnologia da informação

1. Identificar cada um dos três componentes do gerenciamento da tecnologia da informação e usar exemplos para ilustrar como eles podem ser implementados em um negócio.

Negócios e TI

Gerenciando a tecnologia da informação

“Caso do mundo real 1”: Toyota, Procter & Gamble,

Hess Corporation e outras: CIOs prestes a se aposentar e a necessidade de planejamento de sucessão

Planejamento de negócios/TI

Gerenciando a função da TI

Organização da TI

Terceirização e offshoring de TI e SI

Falhas no gerenciamento de TI

Seção II

Gerenciando uma TI global

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Medium 9788580551105

3. Hardware

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Hardware

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Sistemas de computador: computação empresarial e por usuário final

1. Compreender a história e a evolução do hardware.

Introdução

Breve histórico de hardware

“Caso do mundo real 1”: IBM, Wachovia e PayPal: a computação em grade torna o processo mais fácil e mais barato

Tipos de sistemas de informação

Sistemas de microcomputador

Sistema de médio porte

Sistemas de grande porte

Observação técnica: o conceito de sistema de computador

Lei de Moore: aonde vamos parar?

3. Ressaltar as principais tecnologias e usos de periféricos para entrada, saída e armazenamento de dados.

Seção II

Periféricos: tecnologias de entrada, saída e armazenamento de dados

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Medium 9788580551105

8. Sistemas de e-commerce

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Sistemas de e-commerce

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos do e-commerce

1. Identificar as principais categorias e tendências de aplicações de e-commerce.

Introdução ao e-commerce

O escopo do e-commerce

“Caso do mundo real 1”: KitchenAid e Royal Bank of

Canada: você protege a sua marca na internet?

Processos essenciais do e-commerce

Processos de pagamento eletrônico

2. Identificar os processos essenciais de um sistema de e-commerce e dar exemplos de como eles são implantados nas aplicações de e-commerce.

Seção II

Questões e aplicações do e-commerce

4. Identificar e explicar o valor de negócio dos vários tipos de mercado de e-commerce.

E-commerce empresa-consumidor (B2C)

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4. Software

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Software

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Software de aplicação para usuários finais

1. Descrever as diversas tendências importantes em termos de software.

Introdução ao software

“Caso do mundo real 1”: GE, H.B. Fuller Co., e outras empresas: implementações bem-sucedidas de software como serviço

Software de aplicação empresarial

Suítes de softwares e pacotes integrados

Navegadores web e outros softwares

Correio eletrônico, mensagem instantânea e blog

Processamento de texto e editoração eletrônica

Planilhas eletrônicas

Apresentações gráficas

Gerenciador de informações pessoais

Groupware

Softwares alternativos

2. Exemplificar os principais tipos de software de sistema e de aplicação.

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Medium 9788580551105

9. Sistemas de apoio à decisão

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Sistemas de apoio

à decisão

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Apoio à decisão nos negócios

1. Identificar as mudanças que estão ocorrendo na forma e utilização do sistema de apoio ao processo de decisão nos negócios.

Introdução

“Caso do mundo real 1”: Hillman Group, Avnet e

Quaker Chemical: transformação de processos por meio de implantações de inteligência de negócios

Tendências de apoio à decisão

Sistemas de apoio à decisão (DSS)

Sistemas de informação gerencial (MIS)

Processamento analítico on-line

Utilização dos sistemas de apoio à decisão

Sistemas de informação executiva (EIS)

Portais empresariais e apoio à decisão

Sistemas de gestão do conhecimento

Seção II

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Grupo Gen (547)
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Medium 9788521615439

Apêndice E - Códigos de Representação de Caracteres

MONTEIRO, Mario A. Grupo Gen PDF Criptografado

E

Apêndice

Códigos de Representação de Caracteres

E.1 Tabelas de códigos ASCII e EBCDIC, bem como valores em hexadecimal

Caracteres

Ap.Emono 642

Caracteres

Decimal

Hexadecimal

ASCII

EBCDIC

Decimal

Hexadecimal

ASCII

EBCDIC

000

001

002

003

004

005

006

007

008

009

010

011

012

013

014

015

016

017

018

019

020

021

022

023

024

00

01

02

03

04

05

06

07

08

09

0A

0B

0C

0D

0E

0F

10

11

12

13

14

15

16

17

18

NUL

SOH

STX

ETX

EOT

ENQ

ACK

BEL

BS

HT

LF

VT

FF

CR

SO

SI

DLE

DC1

DC2

DC3

DC4

NAK

SYN

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Medium 9788521615439

12. Considerações sobre Outras Arquiteturas

MONTEIRO, Mario A. Grupo Gen PDF Criptografado

12

Considerações sobre

Outras Arquiteturas

12.1 INTRODUÇÃO

Ao longo desse texto, especialmente nos Caps. 4 e 6, procurou-se apresentar a estrutura funcional e o modo de operar dos sistemas de computação considerando uma arquitetura simples, semelhante à de algumas máquinas antigas, visando proporcionar ao leitor uma explicação adequada, principalmente aos iniciantes, alunos da maioria dos cursos em que a disciplina Arquitetura de computadores é ministrada nos primeiros períodos. Como afirmamos mais de uma vez no texto e a experiência de tantos anos tem corroborado, as descrições e explicações, conquanto se baseando em aspectos e peculiaridades simples, caracterizam a base do conhecimento do leitor de modo que ele possa, sem muita dificuladade, compreender, quando for o caso, estruturas e organização mais avançadas.

Uma das grandes simplificações, assumidas com aquele objetivo, refere-se ao método de funcionamento das unidades de controle por conta da execução dos ciclos das instruções de máquina. Mostrou-se com detalhes apenas a execução de forma serial, uma etapa em seguida a outra e somente iniciando um novo ciclo (de outra instrução) após ter-se concluído totalmente o ciclo anterior. Esta visão é bastante simples de explicar, embora ineficaz, principalmente com a demanda por processadores cada vez mais rápidos e produtivos, e deixou de ser aplicada aos processadores fabricados após a família Intel 8080/8085, Motorola 6800 e outros processadores da época (década de 1970).

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Medium 9788521615439

5. Memória Cache

MONTEIRO, Mario A. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Memória Cache

5.1 INTRODUÇÃO

No item 4.2.2 foi apresentada uma breve explicação sobre o conceito de memória cache, bem como dados de seu desempenho e características de modo a situá-la adequadamente na estrutura piramidal de uma hierarquia de memória.

Neste capítulo serão apresentados, com mais detalhes, conceitos e técnicas que permitiram o desenvolvimento, o projeto, o funcionamento e o uso de memórias cache em sistemas de computação atuais.

Inicialmente será apresentado o motivo impulsionador da existência das memórias cache: o gap de velocidade entre memória principal e processador; devido à necessidade de redução desse gap, os pesquisadores concluíram, de vários estudos de comportamento dos programas, pela existência de um princípio originado no modo pelo qual os programas em geral são executados, denominado princípio da localidade, e que esse princípio é importante para a inserção da memória cache na hieraquia de memória dos sistemas de computação. Em seguida, será mostrada a organização básica de uma memória cache e, finalmente, serão apresentados e analisados diversos itens que impactam o projeto e construção de memórias cache.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 10 – DESIGN DE PROGRAMA

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

design de programa

O

utra atividade importante da fase de design é a criação dos programas que executarão a lógica de aplicação do sistema. Os programas podem ser muito complexos, por isso os analistas precisam criar instruções e diretrizes para os programadores descreverem claramente o que os programas precisam fazer. Este capítulo aborda as atividades realizadas quando o design de programa é desenvolvido. Em primeiro lugar, é descrito o processo de revisão dos diagramas de fluxos de dados lógicos em diagramas de fluxos de dados físicos. Depois, são apresentadas duas técnicas normalmente usadas em conjunto para descrever os programas. O gráfico de estrutura representa na forma gráfica um programa em um alto nível. A especificação de programa contém um conjunto de instruções escritas com mais detalhes. Juntas, essas duas técnicas informam como a lógica de aplicação do sistema precisa ser codificada.

OBJETIVOS

■ Ser capaz de revisar diagramas de fluxos de dados lógicos em diagramas de fluxos de dados físicos.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 3 – DETERMINAÇÃO DOS REQUISITOS

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

DETERMINAÇÃO

DOS REQUISITOS

D

urante a fase de análise, o analista determina os requisitos funcionais do novo sistema. Este capítulo começa descrevendo a fase de análise e seu produto principal, a proposta do sistema. O conceito de um requisito é explicado, e várias categorias de requisitos são definidas. O objetivo e a estrutura da declaração de definição dos requisitos são apresentados. As técnicas para eliciar requisitos são analisadas, incluindo entrevistas, sessões JAD, questionários, análise de documentos e observação. Finalmente, são descritas várias estratégias de análise de requisitos a fim de ajudar o analista a descobrir os requisitos.

OBJETIVOS

■ Explicar a fase de análise do CVDS.

■ Descrever o conteúdo e o objetivo da declaração de definição dos requisitos.

■ Classificar corretamente os requisitos como comerciais, do usuário, funcionais ou não funcionais.

■ Empregar as técnicas de eliciação de requisitos de entrevistas, sessões JAD, questionários, análise de documentos e observação.

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