Artmed (11)
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Capítulo 6. Entrada e saída

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CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Capítulo 8. Armazenamento de dados

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CAPÍTULO 8

Armazenamento de dados

Quando você atribui valores às variáveis, esses dados são conservados na memória somente enquanto a placa do Arduino estiver ligada. No momento em que você desligá-lo ou der reset, todos os dados serão perdidos.

Neste capítulo, iremos examinar algumas maneiras de conservar esses dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender maneiras de armazenar dados depois de desligar o Arduino.

Aprender a armazenar dados na memória flash.

Aprender a usar a memória EEPROM para armazenar dados permanentes que podem ser alterados.

Aprender o modo mais eficiente de representar os dados quando eles são maiores que o espaço disponível.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Constantes

Se os dados que você desejar armazenar são sempre os mesmos, então você poderá simplesmente inicializar os dados toda vez que o Arduino começar a executar um sketch. Um exemplo dessa abordagem é o caso do array de letras do seu tradutor de código Morse do

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Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

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CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

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Capítulo 9. Displays

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CAPÍTULO 9

Displays

Neste capítulo, você verá como se pode escrever software para controlar displays LCD. A Figura 9.1 mostra os dois tipos de display que usaremos. O primeiro é um shield de display LCD alfanumérico.

O segundo é um display OLED gráfico de 128 × 64 pixels. Esses dois tipos populares de display são muito usados com o Arduino.

Este é um livro sobre software e não hardware, mas neste capítulo teremos que explicar um pouco do funcionamento da eletrônica desses displays para compreendermos melhor como acioná-los.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender um pouco do funcionamento da eletrônica dos displays para saber como acioná-los.

Aprender a usar algumas funções da biblioteca de LCD.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Figura 9.1

Um shield de display LCD alfanumérico

(esquerda) e um display OLED gráfico (direita).

Displays LCD alfanuméricos

O módulo LCD que usaremos é um shield de Arduino, que é encaixado em cima de uma placa de Arduino. Além do display, ele também tem alguns botões. Há muitos shields diferentes, mas a grande maioria usa o mesmo chip controlador de LCD (o HD44780). Sendo assim, procure utilizar um shield que use esse chip controlador.

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Capítulo 7. A biblioteca padrão do Arduino

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CAPÍTULO 7

A biblioteca padrão do Arduino

É nesta biblioteca que vivem as guloseimas. Até agora você se limitou a usar apenas um mínimo da linguagem C. O que você realmente precisa é de um grande conjunto de funções que você possa usar em seus sketches.

Você já encontrou algumas dessas funções, tais como pinMode, digitalwrite e analogWrite, mas na realidade há muitas outras. São funções que você pode usar para realizar operações matemáticas, gerar números aleatórios, manipular bits, detectar pulsos em um pino de entrada e usar algo denominado interrupção.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ajudar a descobrir outras funções diponíveis na biblioteca padrão.

Entender a função Random.

Conhecer as funções matemáticas mais usadas.

Aprender a realizar manipulação de bits.

Entender algumas funções que ajudam a realizar atividades de entrada e saída.

Aprender a usar interrupções para estruturar a realização de diversas tarefas simultâneas.

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Editora Saraiva (43)
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21. Utilitários e Softwares de Testes

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Utilitários e

Softwares de Testes

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Para começar

Este capítulo tem como objetivo principal apresentar alguns softwares que detectam o hardware instalado no PC, de tal maneira que seja possível confrontar as informações obtidas por eles com os dados técnicos da instalação, a fim de aferir se o PC montado está funcionando adequadamente. Por fim, alguns testes de desempenho serão apresentados para verificar se o PC montado possui um desempenho compatível.

21.1 Por que testar e medir o desempenho do PC?

A bateria de testes e a aferição do desempenho do PC são as últimas etapas do processo de montagem e após a montagem, configuração e instalação do sistema operacional, é realizada uma bateria de testes no hardware do PC a fim de identificar alguma anomalia e, também, comparar se o desempenho obtido está em conformidade com o hardware instalado. É importantíssimo realizar uma bateria de testes e verificar o real desempenho do PC antes que ele entre em uso.

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10. Instalação do Processador

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Instalação do

Processador

10

Para começar

Neste capítulo serão apresentadas as etapas necessárias para se instalar um processador Intel®

Core™ i3 com encapsulamento FC-LGA1150 em uma motherboard Asus® H81M-C/BR.

10.1 Procedimento inicial

Antes de iniciar, tome os seguintes cuidados:

»

Livre-se das cargas eletrostáticas, conforme descrito no Capítulo 4.

»

Use a pulseira contra EDS durante todo o processo de montagem do PC.

»

Ao retirar o processador de sua embalagem, manipule-o somente pelas bordas e não toque nos pinos ou terminais dele.

»

Seja extremamente cuidadoso com o processador. Não o deixe cair nem o raspe em outros corpos, pois poderá danificá-lo permanentemente.

10.2 Instalação de processadores Intel®,

Socket LGA 1150

As etapas aqui descritas podem ser seguidas para a maioria dos processadores Intel® encapsulados em FC-LGA (Flip Chip - Land Grid Array), em suma, desde o Pentium® 4 até os mais recentes

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20. Instalação do Windows®

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Instalação do

Windows®

20

Para começar

Este capítulo tem como finalidade principal apresentar o procedimento de instalação básica e automatizada do Microsoft® Windows® 7 Professional de 64 bits.

20.1 Conceitos fundamentais

Após a configuração adequada da BIOS, o próximo passo é a instalação de um sistema operacional que possa atender a todas as suas necessidades. Logo, não há o melhor sistema, e sim aquele que possibilita extrair o melhor desempenho para as aplicações que você vai executar nesse novo PC e, consequentemente, satisfazer suas reais necessidades.

Escolhi o Microsoft® Windows® 7, versão de 64 bits, por atender a todos os requisitos de performance e compatibilidade com o hardware integrado no meu PC e, também, com os aplicativos que serão instalados. Outras opções da Microsoft® seriam a instalação do Windows® XP, Windows®

Vista™ ou Windows® 8, todos em suas versões de 64 bits. Lembre-se de que as versões de 32 bits só conseguem gerenciar até 3 GB de DRAM, portanto, são inadequadas para o PC que ilustra este livro, pois ele integra 4 GB. Inadequado, nesse caso, significa que um sistema de 32 bits funcionará, mas com a limitação de recursos. De qualquer forma, você deve instalar um sistema operacional em conformidade com seu o hardware e com as suas necessidades. Não se esqueça de que nos últimos anos houve uma polarização entre dois sistemas operacionais, a saber, Linux (e suas variações) e Windows®

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19. Configuração da BIOS

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Confi guração da BIOS

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Para começar

Este capítulo tem como finalidade principal apresentar o procedimento para a configuração de alguns parâmetros de BIOS por meio do programa denominado residente SETUP.

19.1 Conceitos fundamentais

A configuração dos parâmetros da BIOS é uma operação que deve ser feita com cuidado e em conformidade com os componentes de hardware instalados no PC. Antes de iniciar o processo de configuração, você deve reunir todos os manuais que estão instalados em seu PC, pois isso facilita a consulta de dados técnicos de cada um deles, caso seja necessário, enquanto o procedimento de configuração está sendo executado.

A configuração dos parâmetros da BIOS é feita pelo programa residente denominado SETUP, o qual é invocado quando uma tecla específica é pressionada enquanto POST (Power On Self Test, em português, autoteste) é executado. Para você rodar o SETUP no seu computador, consulte o manual da sua motherboard ou leia as instruções exibidas no monitor de vídeo durante a execução do POST para identificar qual tecla deve ser pressionada para carregar o SETUP. Normalmente a tecla DEL, quando pressionada durante o POST, invoca o SETUP.

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6. Filtros de Linha, Estabilizadores de Tensão e Nobreaks

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Filtros de Linha,

Estabilizadores de

Tensão e Nobreaks

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Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar os variados distúrbios que a rede elétrica pode transmitir, ao longo tempo, e sugerir equipamentos que possam eliminar ou amenizar tais distúrbios e evitar que provoquem problemas técnicos.

6.1 Conceitos fundamentais

Como visto no Capítulo 5, a fonte chaveada de um PC transforma a corrente alternada senoidal obtida da rede elétrica em corrente contínua para alimentar os componentes internos do computador.

Toda fonte chaveada é projetada com base em alguns parâmetros, tais como: frequência da rede elétrica (50 Hz ou 60 Hz), onda senoidal “pura” e sem distorções, desvio máximo permissível da tensão de entrada, entre outros. O problema é que nem sempre a rede elétrica fornece ondas elétricas compatíveis com os parâmetros de projeto e, para piorar, em muitos casos, a rede acaba “fornecendo” ou “transportando” distúrbios indesejáveis, que podem prejudicar a operação do PC com travamentos aleatórios, resets espontâneos e até a queima da fonte ou de componentes integrados no PC, em alguns casos.

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Grupo A (1496)
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20.2 Cookies

Flanagan David Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 20

Armazenamento no lado do cliente

579

storageArea

Esta propriedade será igual a localStorage ou à propriedade sessionStorage do objeto Window de destino. url

Por fim, note que localStorage e o evento de armazenamento podem servir como mecanismo de transmissão por meio do qual um navegador envia uma mensagem para todas as janelas que estão visitando o mesmo site. Se um usuário pede para que um site pare de fazer animações, por exemplo, o site pode armazenar essa preferência em localStorage para que possa respeitar isso em visitas futuras.

E por armazenar a preferência, ele gera um evento que permite às outras janelas que estão exibindo o mesmo site também respeitem o pedido. Como outro exemplo, imagine um aplicativo de edição de imagens baseado na Web que permite ao usuário exibir paletas de ferramenta em janelas separadas.

Quando o usuário seleciona uma ferramenta, o aplicativo usa localStorage para salvar o estado atual e para notificar as outras janelas de que uma nova ferramenta foi selecionada.

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19.2 Métodos getter e setter da jQuery

Flanagan David Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 19

A biblioteca jQuery

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19.2 Métodos getter e setter da jQuery

Algumas das operações mais simples e mais comuns nos objetos jQuery são aquelas que obtêm ou configuram o valor de atributos HTML, estilos CSS, conteúdo de elemento ou geometria de elemento. Esta seção descreve esses métodos. Primeiramente, contudo, é interessante fazer algumas generalizações sobre métodos getter e setter na jQuery:

• Quando usados como setter, esses métodos configuram valores em cada elemento no objeto jQuery e, então, retornam o objeto jQuery para permitir encadeamento de métodos.

• Quando usados como getter, esses métodos consultam apenas o primeiro elemento do conjunto de elementos e retornam um único valor. (Use map() se quiser consultar todos os elementos.) Como os métodos getter não retornam o objeto jQuery em que são chamados, só podem aparecer no final de um encadeamento de métodos.

• Quando usados como setter, esses métodos frequentemente aceitam argumentos de objeto.

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Medium 9788565837194

18.1 Usando XMLHttpRequest

Flanagan David Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 18

Scripts HTTP

481

Entretanto, este capítulo não descreve protocolos de nível mais alto como esse; em vez disso, se concentra nas APIs que permitem Ajax e Comet.

18.1 Usando XMLHttpRequest

A primeira coisa que você deve fazer para usar essa API HTTP, logicamente, é instanciar um objeto

XMLHttpRequest: var request = new XMLHttpRequest();

Você também pode reutilizar um objeto XMLHttpRequest já existente, mas note que fazer isso vai cancelar qualquer requisição pendente por meio desse objeto.

XMLHttpRequest no IE6

A Microsoft apresentou o objeto XMLHttpRequest ao mundo no IE5, sendo que no IE5 e IE6 estava disponível apenas como um objeto ActiveX. A construtora XMLHttpRequest(), agora padrão, não tem suporte antes do IE7, mas pode ser simulada como segue:

// Simula a construtora XMLHttpRequest() no IE5 e IE6 if (window.XMLHttpRequest === undefined) { window.XMLHttpRequest = function() { try {

// Usa a versão mais recente do objeto ActiveX, se estiver disponível return new ActiveXObject(“Msxml2.XMLHTTP.6.0”);

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19.3 Alterando a estrutura de documentos

Flanagan David Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 19

A biblioteca jQuery

523

A jQuery também define formas de função utilitária dos métodos data() e removeData(). Você pode associar dados a um elemento individual e usando a forma de método ou de função de data():

$(e).data(...)

$.data(e, ...)

// A forma de método

// A forma de função

19.3 Alterando a estrutura de documentos

Na Seção 19.2.5, vimos os métodos html() e text() para configurar conteúdo de elemento. Esta seção aborda métodos que fazem alterações mais complexas em um documento. Como os documentos

HTML são representados como uma árvore de nós, em vez de uma sequência linear de caracteres, as inserções, exclusões e substituições não são tão simples quanto para strings e arrays. As subseções a seguir explicam os diversos métodos jQuery para modificação de documentos.

19.3.1 Inserindo e substituindo elementos

Vamos começar com métodos básicos para inserções e substituições. Cada um dos métodos demonstrados a seguir recebe um argumento especificando o conteúdo a ser inserido no documento. Pode ser uma string de texto puro ou de HTML para especificar novo conteúdo ou pode ser um objeto jQuery ou um objeto Element ou Node de texto. A inserção é feita no local, antes ou depois ou no lugar de (dependendo do método) cada um dos elementos selecionados. Se o conteúdo a ser inserido

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Medium 9788582604687

Capítulo 12 - Suporte para programação orientada a objetos

Robert Sebesta Grupo A PDF Criptografado

12

Suporte para programação orientada a objetos

12.1 Introdução

12.2 Programação orientada a objetos

12.3 Questões de projeto para linguagens orientadas a objetos

12.4 Suporte para programação orientada a objetos em linguagens específicas

12.5 Implementação de construções orientadas a objetos

12.6 Reflexão

488   Conceitos de linguagens de programação

E

ste capítulo começa com uma breve introdução à programação orientada a objetos, seguida por uma discussão sobre as principais questões de projeto para herança e vinculação dinâmica. A seguir são discutidos o suporte para programação orientada a objetos em Smalltalk, C++, Objective-C, Java, C# e Ruby. Depois disso há um panorama da implementação de vinculações dinâmicas de chamadas de métodos em linguagens orientadas a objetos. A última seção discute a reflexão.

12.1 INTRODUÇÃO

Linguagens que suportam programação orientada a objetos são bastante usadas atualmente. De COBOL até LISP, incluindo praticamente todas as linguagens entre elas, apareceram dialetos que suportam programação orientada a objetos. C++ e Objective-C suportam programação procedural e orientada a dados, além da programação orientada a objetos. CLOS, uma versão orientada a objetos de LISP (Paepeke, 1993), também suporta programação funcional. Algumas das linguagens mais novas projetadas para programação orientada a objetos não suportam outros paradigmas, mas ainda assim empregam algumas das estruturas imperativas básicas e têm a aparência das linguagens imperativas mais antigas. Entre essas estão Java e C#. É desafiador classificar Ruby: é uma linguagem orientada a objetos no sentido de que todos os dados são objetos, mas é uma linguagem híbrida, porque é possível usá-la para programação procedural. Por fim, existe a linguagem orientada a objetos pura, mas um tanto anticonvencional: Smalltalk. Ela foi a primeira linguagem a oferecer suporte completo para programação orientada a objetos. Os detalhes do suporte para programação orientada a objetos variam muito entre as linguagens, e esse é o principal assunto deste capítulo.

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

2. Competindo com a tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Competindo com a tecnologia da informação

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos da vantagem estratégica

1. Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar tecnologias da informação para confrontar as forças competitivas de um negócio.

TI estratégica

Conceitos de estratégia competitiva

“Caso do mundo real 1”: Líderes de TI: reinventando a TI como parceira estratégica de negócios

Usos estratégicos da tecnologia da informação

Construindo um negócio focado no cliente

A cadeia de valor e os SI estratégicos

Seção II

Utilizando a tecnologia da informação para vantagem estratégica

Usos estratégicos da TI

Processos de reengenharia de negócios

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Medium 9788580551105

12. Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Desafios gerenciais

Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Gerenciando a tecnologia da informação

1. Identificar cada um dos três componentes do gerenciamento da tecnologia da informação e usar exemplos para ilustrar como eles podem ser implementados em um negócio.

Negócios e TI

Gerenciando a tecnologia da informação

“Caso do mundo real 1”: Toyota, Procter & Gamble,

Hess Corporation e outras: CIOs prestes a se aposentar e a necessidade de planejamento de sucessão

Planejamento de negócios/TI

Gerenciando a função da TI

Organização da TI

Terceirização e offshoring de TI e SI

Falhas no gerenciamento de TI

Seção II

Gerenciando uma TI global

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Medium 9788580551105

10. Desenvolvendo soluções de negócios/TI

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Desenvolvendo soluções de negócios/TI

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

IV

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desenvolvendo sistemas de negócios

1. Usar o processo de desenvolvimento de sistemas esboçado neste capítulo e o modelo dos componentes de SI do Capítulo 1 como estruturas de solução de problemas para ajudar a propor soluções de sistemas de informação para problemas simples de negócios.

Desenvolvimento de sistemas de informação

Abordagem sistêmica

“Caso do mundo real 1”: PayPal: globalizando em todos os idiomas de uma só vez

Análise e projeto de sistemas

O ciclo de desenvolvimento de sistemas

Iniciando o processo de desenvolvimento de sistemas

Análise de sistemas

Projeto de sistemas

Desenvolvimento pelo usuário final

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9. Sistemas de apoio à decisão

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Sistemas de apoio

à decisão

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Apoio à decisão nos negócios

1. Identificar as mudanças que estão ocorrendo na forma e utilização do sistema de apoio ao processo de decisão nos negócios.

Introdução

“Caso do mundo real 1”: Hillman Group, Avnet e

Quaker Chemical: transformação de processos por meio de implantações de inteligência de negócios

Tendências de apoio à decisão

Sistemas de apoio à decisão (DSS)

Sistemas de informação gerencial (MIS)

Processamento analítico on-line

Utilização dos sistemas de apoio à decisão

Sistemas de informação executiva (EIS)

Portais empresariais e apoio à decisão

Sistemas de gestão do conhecimento

Seção II

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11. Desafios éticos e de segurança

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Desafios éticos e de segurança

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desafios éticos, sociais e de segurança da TI

1. Identificar vários temas éticos em como o uso das tecnologias da informação nos negócios afeta o emprego, a individualidade, as condições de trabalho, a privacidade, o crime, a saúde e as soluções para os problemas da sociedade.

Introdução

Responsabilidade ética dos profissionais de negócios

“Caso do mundo real 1”: Ética, dilemas morais e decisões difíceis: os vários desafios de trabalhar com TI

Crime em informática

Questões de privacidade

O estado atual das leis cibernéticas

Outros desafios

Questões de saúde

Soluções sociais

Seção II

Gerenciamento da segurança da tecnologia da informação

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Grupo Gen (473)
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5 - SOFTWARE

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

SOFTWARE

Sumário: 5.1 Software: parte lógica do sistema de informática.

Conceitos, nomes e características – 5.2 Sistemas operacionais

– 5.3 BOOT – 5.4 Sistemas operacionais para computadores

PC – 5.5 Dicas sobre sistemas operacionais para provas de concurso – 5.6 Características genéricas dos sistemas operacionais atuais – 5.7 Aplicativos e utilitários com mais detalhes – 5.8

Programas de base ou programas auxiliares com mais detalhes

– 5.9 Dica para prova – 5.10 Exercícios para fixação.

5.1 SOFTWARE: PARTE LÓGICA DO SISTEMA

DE INFORMÁTICA. CONCEITOS, NOMES E

CARACTERÍSTICAS

Como visto anteriormente, a informática possui seu sistema próprio, que é dividido em três principais partes integradas com um propósito comum para o processamento e tratamento de dados e informação, quais sejam:

Software: os programas de computador;

Hardware: as partes físicas;

Peopleware: as pessoas que interagem com os programas e equipamentos.

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10 - LIBRE OFFICE/BR OFFICE

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

LIBRE OFFICE/BR OFFICE

Sumário: 10.1 Noções gerais – 10.2 Writer: 10.2.1 Navegação no Writer; 10.2.2 Menu arquivo; 10.2.3 Localizar e substituir;

10.2.4 Inserir campos; 10.2.5 Cabeçalho e rodapé; 10.2.6 Tabela no Writer – 10.3 Calc: 10.3.1 Linhas, colunas e células; 10.3.2

Localizar e substituir; 10.3.3 Barra de status; 10.3.4 Barra de fórmula do Libre Office Calc; 10.3.5 Inserir nota no Calc –

10.4 Exercícios para fixação.

10.1 NOÇÕES GERAIS

Este capítulo não se destina a ensinar a operar o pacote de aplicativo OFFICE, mas a apresentar as características deste aplicativo mais cobradas em provas de concursos públicos.

O objetivo deste livro é, em especial, demonstrar conceitos e detalhes que são pedidos nos concursos de nosso país, dessa forma, temos que entender que LIBRE OFFICE/BR OFFICE é o nome dado

à suíte de pacotes de aplicativos para escritório, muito parecido com o MS Office, que possui os mesmos programas da sua versão em inglês OPEN OFFICE.

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APÊNDICE A – REDES SEM FIO (WIRELESS)

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE A – REDES SEM FIO

(WIRELESS)

Sumário: Noções gerais – Redes Wireless Fidelity (WIFI) –

Segurança em rede WIFI – Criptografia – Arquitetura de rede sem fio – Redes Wireless Bluetooth.

NOÇÕES GERAIS

Este apêndice foi incluído nesta nova edição porque o tema redes de computador sem fio, ou simplesmente redes wireless, vem sendo muito observado pelas bancas examinadoras.

Escrever sobre redes sem fio merece uma obra própria, contudo vamos nos ater somente aos principais pontos que já ocorreram em provas de concurso até o momento.

Alguns bons autores e estudiosos da informática consideram que estamos no quarto ciclo distinto das redes de computadores, ou seja, na quarta grande geração de rede de computadores, a saber:

Primeira geração: abrangeu especialmente a década de 1970, no qual a rede de computadores era vista como curiosidade no mundo acadêmico;

Segunda geração: abrangeu os anos 1980, sendo a rede muito utilizada mundialmente no mundo acadêmico e por grandes instituições públicas e privadas. Estava iniciando-se a Internet comercial;

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12 - BACKUP – PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

BACKUP – PROCEDIMENTOS

DE SEGURANÇA

Sumário: 12.1 Sistemas de backup – 12.2 Backup de dados

(arquivos e programas) – 12.3 Estratégias de backup: 12.3.1

Backup completo, normal ou integral; 12.3.2 Backup incremental; 12.3.3 Backup diferencial – 12.4 Exercícios para fixação.

Apesar de este assunto estar relacionado diretamente ao tema

Segurança da Informação, entendemos importante dar um destaque especial, pois as provas mais “puxadas” em provas de concurso costumam exigir o entendimento do tema dos candidatos, por isso vamos tratá-lo especialmente neste capítulo para que possamos eliminar qualquer dúvida.

Lembre-se de que o backup é mais uma simples cópia de segurança. Ele é responsável pela segurança do funcionamento de todo o sistema de informática1, caso ocorra algum evento de sinistro que necessite de recuperação de alguma parte do sistema.

Entenda backup como um seguro de informática que você não deseja utilizar.

1

Sistema de Informática deve ser entendido como o conjunto de recursos de hardware e de software com a devida interação humana.

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9 - MS EXCEL 2010 – INTERMEDIÁRIO

Idankas, Rodney Grupo Gen PDF Criptografado

MS EXCEL 2010 – INTERMEDIÁRIO

Sumário: 9.1 Visão prática para provas – 9.2 MS Excel: 9.2.1

Iniciando o Excel; 9.2.2 Navegação dentro do MS Excel e uso do teclado; 9.2.3 Menu de formatação; 9.2.4 Autoajuste de células; 9.2.5 Construindo fórmulas no MS Excel; 9.2.6

Células referenciadas; 9.2.7 Funções; 9.2.8 Autocálculo – 9.3

Exercícios para fixação.

9.1 VISÃO PRÁTICA PARA PROVAS

Lembramos mais uma vez que o assunto aqui apresentado visa especificamente sua aprovação nas provas de informática de concursos públicos, assim não iremos ministrar nenhum curso para uso de planilhas eletrônicas, e sim alguns temas relevantes costumeiramente cobrados em provas.

Planilhas eletrônicas, em especial o Excel, costumam ser a pedra no sapato dos concurseiro, por isso, neste livro vamos aprofundar alguns importantes itens cobrados nos atuais concursos.

ATENÇÃO

A planilha eletrônica é um programa de computador que define ao usuário um conjunto de células representadas por letras e números.

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