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Mehrgarh e os Primeiros Assentamentos do Vale do Rio Indo

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á sia Ocidental

Área edificada

(aproximadamente)

De s de filad

Bo eiro lan

Harappa

Mehrgarh

3300–1900 a.C.

Ind

Rio

Mehrgarh II

5000–3200 a.C.

Mehrgarh III

3500–3200 a.C.

0

MEHRGARH E OS PRIMEIROS

ASSENTAMENTOS DO

VALE DO RIO INDO

Embora haja evidências de ocupação neolítica da

Índia já em 10000 a.C., suas culturas sedentárias começaram a surgir por volta de 7000 a.C., nas colinas ao leste das Montanhas do Baluchistão, no atual Paquistão. Esse era um ambiente agropastoril típico de sua época, permitindo o cultivo do solo nas encostas acima do rio, o pastoreio nos campos planos do vale e a caça nas colinas e montanhas. Por volta de 6500 a.C., uma comunidade aparentemente destacou-se, tornando-se a primeira de uma longa linha de ambientes protourbanos que em breve ali surgiriam. Conhecida como Mehrgarh, ela se situava estrategicamente acima da Planície de Kachi, a sudeste da atual

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A Invasão Ariana e Varanasi

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

Camboja

Ghandara

Maccha

Kuru

Avanti

Varanasi

Pancala

Kosala

Surasena

Vajji

Anga

Malla

Vamsa

Kasi

Cetiya

Magadha

Manikarnika Ghat

Locais dos templos

Mar da Arábia

Asaka

Baía de Bengala

4.54  Os dezesseis grandes reinos ou mahajanapadas da Índia

4.55  Planta de Varanasi, Índia

A INVASÃO ARIANA E VARANASI

Na época em que a civilização do Vale dos Rios

Indo/Ghaggar-Hakra estava se dispersando, um grupo de migrantes originários da Ásia Central entrou em cena. Hoje chamados de indo-arianos, eles eram hábeis cavaleiros, haviam inventado o carro de guerra e dominavam o uso do ferro. Estabeleceram-se a princípio ao redor de cinco afluentes do Rio Indo, mas, por volta de 1200 a.C., usando o ferro para derrubar as florestas, penetraram as férteis planícies do

Ganges. Pouco resta das numerosas cidades que construíram, pois tudo era feito com madeira.

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Os Túmulos Escavados na Rocha

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á sia Ocidental

OS TÚMULOS ESCAVADOS

NA ROCHA

A ideia de escavar túmulos na rocha é antiquíssima. Os santuários hititas desse tipo, por exemplo, datam de 1250 a.C. Até mesmo na

Itália podemos encontrar túmulos escavados na rocha pelos etruscos. O costume foi levado para o Oriente por Dario I, cujo túmulo (486 a.C) foi escavado nos penhascos próximos de Persépolis.

Os túmulos escavados na rocha da Lícia, no litoral sul da atual Turquia, datam do século IV a.C.

Na elevação de muitos deles veem-se fachadas de templos em miniatura. Embora a arquitetura escavada na rocha imitasse os prédios tradicionais, as técnicas de construção eram muito diferentes. Os pedreiros tinham de começar a escavação de cima para baixo, de modo que as pedras descartadas não caíssem sobre a cabeça de seus companheiros nem provocassem danos aos novos elementos construtivos. Trabalhar de cima para baixo exigia pensamento e planejamento diferentes, afinal era impossível voltar para qualquer retoque – uma camada horizontal tinha de ser completamente terminada antes que os operários passassem ao segmento abaixo. Isso também se aplicava aos espaços internos, que tinham de ser talhados das abóbadas em direção ao piso. A técnica não foi empregada somente em tumbas, mas também em templos budistas e hindus e, mais tarde, até em igrejas. Uma grande necrópole de túmulos escavados na rocha existe em Chipre, perto da cidade de Pafos. Vários desses túmulos foram projetados com a forma de um impluvium.

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As Sociedades do Norte da Amazônia

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

200 d.C.

7.77  Figura de um macaco em Nazca

Por volta de 200 d.C., a área começou a secar, e o deserto passou a ocupar as colinas outrora verdes e férteis. As cerimônias que serviam como luta contra a seca parecem ter se tornado cada vez maiores. As figuras de animais deram lugar a gigantescos desenhos geométricos e lineares, cuja escala indica que todos os indivíduos da cultura nazca estavam envolvidos, e não apenas os xamãs, provavelmente para dar mais peso às cerimônias. As pessoas vinham de muito longe, até o centro de peregrinação em Cahuachi, para participar desses rituais elaborados.

Cahuachi é significativa por sua localização geográfica: em virtude de seu percurso geológico, o Rio Nazca se torna subterrêneo no meio do vale e emerga em um ponto logo abaixo de

Cahuachi. Em uma região com água escassa, o ressurgimento do rio provavelmente era visto como milagroso. As plataformas de adobe de

Cahuachi são muito menores do que as de seus vizinhos moche e estão no topo de cerca de 40 colinas baixas voltada para o Rio Nazca. Mesmo depois que os nazca abandonaram a cidade, no século V d.C., o sítio permaneceu sendo um importante local para rituais e enterros.

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Os Zapotecas de Oaxaca

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

400 d.C.

América do Norte

Maias

Golfo do México

Teuchitlán

América

Central

Teotihuacán

Olmecas

Teotihuacán

Zapotecas

El Mirador

Taironas, Colômbia

Monte Albán

Zapotecas

Nakbe

Primeiros maias (antes de 250 d.C.)

América do Sul

Moches, Peru (norte)

Nazcas, Peru (sul)

Tiahuanacos, Bolívia

Oceano Pacífico

8.67  O comércio na América, circa 400 d.C.

8.66  A urbanização das América, circa 400 d.C.

OS ZAPOTECAS DE OAXACA

Em um vale formado pela convergência de três montanhas, 48 quilômetros ao sul da Cidade do

México, encontra-se Monte Albán, a deslumbrante capital zapoteca. Todo o vale semiárido do Oaxaca foi continuamente habitado pelo povo zapoteca desde 1500 a.C. até a invasão espanhola. Por volta de 1000 a.C., surgiu uma elite zapoteca que tinha relações com os olmecas ao norte. Em 500 a.C., o vale, com cerca de 25 mil habitantes, já era uma das áreas mais populosas da América. Sua agricultura era sustentada por vários sistemas de irrigação, que incluíam terraços artificiais nas montanhas alimentados por canais que vinham de fontes de água permanentes. A floresta tropical que hoje tomou conta da região difere muito da paisagem dominada pelas antigas plantações dos zapotecas.

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Apêndice A - Tabelas de Equivalência

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

A

Tabelas de Equivalência

Resumo

Martland Apêndice A.indd 389

10/9/2013 14:54:45

Martland Apêndice A.indd 390

0,9851

0,9705

0,9561

0,9418

0,9278

0,9140

0,9004

0,8871

0,9420

0,8874

0,8360

0,7876

0,7419

0,6989

0,6584

0,6203

6

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18

24

30

36

42

48

0,9011

0,8121

0,7318

0,6594

0,5942

0,5355

0,4826

0,4349

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

6

12

18

24

30

36

42

48

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

6

12

18

24

30

36

42

48

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

0,1770

0,0931

0,0652

0,0514

0,0431

0,0377

0,0338

0,0310

1,75%

[A/P,i%,N]

0,1725

0,0888

0,0610

0,0471

0,0387

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PARTE II - Capítulo 10 - Regras do Jogo: Impostos, Depreciação e Regulamentação

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

208

Capítulo 10

Capítulo

10

Regras do Jogo: Impostos,

Depreciação e Regulamentação

A lei de zoneamento de 1916 – a primeira do país – regulamentou a maior parte das edificações, sua altura e suas utilizações. Ela dividiu a cidade em três zonas – residencial, comercial e irrestrita – e conferiu poderes ao Board of

Estimate* para regulamentar a sua utilização, altura e a maioria das edificações em todas as ruas na cidade, dependendo da zona em que o quarteirão se encontrava.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 10.1 Introdução

Seção 10.2 Depreciação e Impostos

Como o imposto sobre a renda afeta os fluxos de caixa e as decisões sobre investimentos

A importância da depreciação

Métodos comuns para calcular a depreciação

Como a política pública afeta os impostos e como a depreciação pode influenciar as decisões sobre investimentos

Ajuste dos impostos sobre a propriedade para promover o desenvolvimento

Seção 10.3 Normas de Uso do Terreno

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PARTE II - Capítulo 9 - Avaliação Financeira

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Avaliação Financeira

Terei prazer em pagar-lhe na terça por um hambúrguer de hoje.

J. Wellington Wimpy (amigo do Popeye)

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 9.1 Introdução

Seção 9.2 Maximização do Valor Presente Líquido

Maximização do VPL dos fluxos de caixa ou dos benefícios econômicos ao longo da vida de um projeto

As classificações baseadas no VPL, nas anuidades ou no valor futuro serão todas iguais

Seção 9.3 Importância da Vida do Projeto

A escolha da vida do projeto pode afetar a avaliação do mesmo

Utilize o bom senso na escolha da vida do projeto

Seção 9.4 A Aplicação do Desconto Ignora as Catástrofes Futuras?

O VPL das verdadeiras catástrofes será grande, apesar das deduções

A diminuição ou postergação das catástrofes pode justificar investimentos substanciais

Seção 9.5 Taxa Interna de Retorno

Cálculo da taxa interna de retorno e uso da TIR para classificar os projetos

Lidando com problemas que podem surgir durante o uso da TIR

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PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

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PARTE III - Capítulo 16 - Considerações Finais e Outras Informações

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

16

Considerações Finais e Outras

Informações

Os engenheiros civis são solucionadores de problemas, mas precisamos ampliar o escopo dos nossos serviços para incluir a definição do problema. Os engenheiros civis devem ir além, raciocinando em termos dos limites específicos do projeto e dos escopos do trabalho, e passarem a se envolver nas decisões relacionadas ao problema e nas políticas em nível de sistema para obter soluções sustentáveis de longo prazo. Devemos ser os facilitadores da colaboração entre as várias agências/proprietários e entre as fronteiras jurisdicionais. Também devemos assumir um papel de liderança no desenvolvimento de métodos aceitáveis e sustentáveis de financiar o desenvolvimento da infraestrutura e a gestão de recursos.

Katty J. Caldwell, ASCE News, junho de 2009

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 16.1 Introdução

Seção 16.2 Lições Fundamentais na Parte I: Construir Infraestrutura para Atender às Necessidades da

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