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Parte II - 16 - Patrimônio Líquido

PADOVEZE, Clóvis Luís Grupo Gen PDF Criptografado

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Patrimônio Líquido

16.1 Conceito e principais elementos

A figura do Patrimônio Líquido foi conceituada desde os primeiros capítulos, quando tivemos de introduzir a Equação Fundamental de Contabilidade e posteriormente a Equação de Equilíbrio Patrimonial.

O Patrimônio Líquido é o patrimônio residual e representa os valores do capital próprio da empresa (e, consequentemente, de seus proprietários) aplicados na própria empresa.

16.1.1 Capital Social

O elemento fundamental de formação do Patrimônio Líquido é o Capital Social. Os valores dos investimentos iniciais para a formação do negócio, que são entregues à empresa pelos seus sócios ou acionistas fundadores, são contabilizados como Capital Social. O intuito dos investimentos na empresa a título de Capital Social é o desejo de seus detentores de alcançarem, com a criação da empresa, lucros maiores do que eles conseguiriam como investidores individuais.

16.1.2 Lucros ou prejuízos acumulados

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Medium 9788521626787

Capítulo 4 - Ciclo Básico da Avaliação

MALHEIROS, Bruno Taranto; ROCHA, Ana Raquel Coelho Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Ciclo Básico da Avaliação

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ESTUDO DE CASO

Joana estava cada vez mais envolvida com a questão da avaliação de desempenho. A essa altura, ela já tinha clareza de como a avaliação se relacionava com as demais atividades de Recursos Humanos e compreendia os principais conceitos. A partir de então, ela se interessou em compreender os passos para que uma avaliação fosse efetivamente realizada. Ela sabia que os processos avaliativos eram cíclicos, mas não tinha a menor ideia das etapas que compunham esse ciclo.

Que tal ajudar Joana a compreender esse ciclo? Com base em sua experiência, descreva em poucas palavras como você entende as etapas do processo de avaliação de desempenho.

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CAPÍTULO 4

�� Planejamento estratégico e objetivos da unidade

Como deveria ocorrer em todos os processos, o planejamento deve ser a primeira fase do ciclo de avaliação de desempenho. Planejar alguma coisa é antever mentalmente seu funcionamento futuro e estruturar processos e procedimentos que lhe deem sustentação, de forma que o evento aconteça exatamente como foi planejado. Diversos autores defendem a ideia de que o planejamento da avaliação se inicia muito antes de a própria avaliação ser discutida, pois já está presente no nível da definição da estratégia organizacional.

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Medium 9788522484805

Parte II - 8 Características de um Planejador

TAVARES, Maurício Grupo Gen PDF Criptografado

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Características de um Planejador

Objetivo do capítulo

Relatar as principais características de um bom planejador.

Após alguns anos de experiência profissional, descrevo a seguir as principais características de um bom planejador. O capítulo servirá tanto para uma autoavaliação para os profissionais que já atuam em planejamento, quanto como um

“norte” para os futuros profissionais que pretendem atuar em planejamento:

1. FLEXIBILIDADE: um profissional que tem a função de desenvolver planos, de qualquer espécie, tem que ser flexível. Muitas mudanças podem ocorrer durante o processo de planejamento. Sendo assim, a flexibilidade em rever ações, estratégias, orçamentos etc. e readaptar o plano à situação atual é fundamental.

2. ORGANIZAÇÃO: planejamento significa “ordem”. Por isso, é um processo. O plano de comunicação abrange várias áreas e, consequentemente, várias ações. E todas as ações estão coerentes entre si. Existe uma relação direta e indireta entre todos os pontos de um planejamento.

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Medium 9788597008388

9 - ANÁLISE DA DÍVIDA

LIMA, Severino Cesário de; DINIZ, Josedilton Alves Grupo Gen PDF Criptografado

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ANÁLISE DA DÍVIDA

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Capítulo 9

A análise da dívida dos governos é realizada mediante o exame do fluxo fiscal da receita e do gasto. Logo, se o volume de gastos excede o volume das receitas surge um déficit orçamentário. Esse déficit, segundo argumentos de Herber (1983, p. 437), fornece a precondição fundamental para a criação do fenômeno da dívida na medida em que se constitui em fonte de recurso necessária para atender essa situação orçamentária desfavorável.

Assim, o governo é obrigado a compatibilizar o nível de gastos à capacidade de arrecadação visando manter a dívida em níveis suportáveis, isto é, dar especial atenção

às fontes potenciais de recursos para o financiamento do gasto, incluindo o serviço da dívida (amortização da dívida mais juros).

Sob este fundamento, o presente capítulo discute os propósitos da análise da dívida, as finalidades ou razões da dívida, os argumentos teóricos para o surgimento da dívida e a análise do desempenho fiscal da dívida sob o enfoque de três abordagens na literatura atual: abordagem da capacidade de endividamento, abordagem da associação e abordagem comparativa.

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Medium 9788597016154

9 - Mensuração do Valor Justo

GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo dos; IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu Grupo Gen PDF Criptografado

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Mensuração do Valor Justo

9.1

Introdução

As transações comerciais já existiam mesmo antes do surgimento da moeda, de forma que, já naquela época, as pessoas se deparavam com a questão de qual o valor de determinada coisa para fins de troca (escambo). Isso revela quão antiga é a atividade de avaliação, de mensuração, fazendo-se necessária ao longo do tempo sempre que, entre outros, um comprador interessado se pergunta quanto vale determinado ativo (ou negócio), sendo essa informação vital para sua decisão.

Em linhas gerais, a avaliação de um negócio, por exemplo, requer a aplicação de modelos de avaliação e da captura de informações do mercado e dos participantes do mercado.

Adicionalmente, diversos aspectos são considerados na avaliação, tais como: histórico de desempenho, expectativas futuras, projeções de desempenho, identificação de ativos tangíveis e intangíveis, risco percebido, sinergias, especificidades do setor, comparabilidade entre negócios, taxas de mercado (de juros, de câmbio etc.), entre outros.

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