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Medium 9788563308153

Capítulo 24: Renda nacional e conta corrente

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr., Steven L. Cobb Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

24

RENDA NACIONAL E

CONTA CORRENTE

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Compreender como a incorporação de um setor externo de comércio em um

modelo de renda keynesiano altera a relação doméstica de economia/investimento e modifica o multiplicador.

■ Reconhecer que o equilíbrio da renda nacional pode não ser consistente com o

equilíbrio da conta corrente.

■ Aprender por que os níveis de renda dos países são interdependentes.

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CAPÍTULO 24

RENDA NACIONAL E CONTA CORRENTE

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INTRODUÇÃO

Como o crescimento do PIB gera déficits de comércio?

Em março de 2000, a economista Catherine Mann do Instituto de Economia Internacional, um criadouro de ideias de Washington, DC, escreveu o seguinte:1

Os Estados Unidos estão tendo um boom econômico que está abastecendo o crescimento de seu déficit comercial. As taxas correntes de câmbio, a força da economia dos EUA, combinada com o lento crescimento na demanda em muitas outras partes do mundo, levarão à ampliação do déficit comercial dos EUA… Uma mudança no valor do dólar sozinha estreitaria a lacuna comercial inicialmente, mas o déficit logo começaria a aumentar novamente. Para colocar a conta corrente dos EUA e os déficits comerciais de volta em um caminho sustentável serão requeridas reformas estruturais nos Estados Unidos e nos seus parceiros comerciais que encorajem o crescimento global mais acelerado, impulsionem as taxas econômicas domésticas, preparem melhor os trabalhadores norte-americanos para mudanças tecnológicas na economia global e abram mercados para as exportações dos EUA.

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Medium 9788536532172

APRESENTAÇÃO

Osni Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

DADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO (CIP)

Angélica Ilacqua CRB-8/7057

Ribeiro, Osni Moura

Noções de Contabilidade Comercial / Osni Moura Ribeiro. –

São Paulo: Érica, 2019.

160 p. (Fundamentos de Contabilidade; vol. 2)

Av. Dra. Ruth Cardoso, 7221, 1º Andar, Setor B

Pinheiros – São Paulo – SP – CEP: 05425-902

SAC

Dúvidas referente a conteúdo editorial, material de apoio e reclamações:

sac.sets@somoseducacao.com.br

Bibliografia

ISBN 978-85-365-3219-6

1. Contabilidade 2. Contabilidade comercial I. Título

19-1345

CDU 657

CDD 657

Índices para catálogo sistemático:

Direção executiva Flávia Alves Bravin

1. Contabilidade

Direção editorial Renata Pascual Müller

Gerência editorial Rita de Cássia S. Puoço

Editora de aquisições Rosana Ap. Alves dos Santos

Editoras Paula Hercy Cardoso Craveiro

Silvia Campos Ferreira

Copyright © Osni Moura Ribeiro

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Medium 9788547227708

Capítulo 2 - Lei n. 6.404/1976: como era e como ficou

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

2

Lei n. 6.404/1976: como era e como ficou

Apresentaremos neste capítulo somente os dispositivos da Lei n. 6.404/1976, que sofreram mudanças por força da Lei n. 11.638/2007 e da Medida Provisória n. 449/2008, convertida na Lei n. 11.941/2009. Entretanto, com relação aos dispositivos do Capítulo XV, por tratarem do exercício social e das demonstrações financeiras, julgamos conveniente transcrever todos para que você possa melhor visualizar o texto como era e como ficou.

COMO ERA

COMO FICOU

CAPÍTULO XV

Exercício Social e Demonstrações Financeiras

SEÇÃO I

Exercício Social

Art. 175. O exercício social terá duração de 1 (um) ano e a data do término será fixada no estatuto.

Parágrafo único. Na constituição da companhia e nos casos de alteração estatutária o exercício social poderá ter duração diversa.

NÃO MUDOU

SEÇÃO II

Demonstrações Financeiras

Disposições Gerais

Art. 176. Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício:

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Medium 9788597016086

5 - Ciência política, governo e Administração Pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

5

CIÊNCIA POLÍTICA, GOVERNO

E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

“O mundo da política não leva ao céu, mas sua ausência é o pior dos infernos.”

Nicolau Maquiavel (1469-1527), O príncipe (1532)1

INTRODUÇÃO

A política, como uma ciência crítica da realidade, tem na utopia sua referência. A ciência política preocupa-se em analisar fatos, ações e o funcionamento de instituições. Cuida de avaliar também os resultados das ações e das políticas implantadas. Ela descreve, por meio dos fatos, os distintos interesses que justificam e orientam as ações em uma direção, e não em outra, em um determinado momento histórico e contexto específico.

Torna-se relevante, em uma primeira aproximação, destacar que ciência política

é um ramo das ciências sociais modernas com relativa autonomia, que dedica sua atenção à esfera do poder, assim como Economia Política se dedica à produção, ou a Sociologia às relações sociais, por exemplo. Dedicando-se aos estudos do poder, a Ciência Política pretende investigar os fenômenos relacionados a ele – dos mais simples aos mais complexos –, estabelecendo, igualmente, conceitos e teorias sobre as relações políticas, que podem abranger desde uma empresa até um determinado Estado.

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Medium 9788580041156

Capítulo 16: Panorama dos anos 1870 e 1880

Ney Carvalho Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 16Panorama dos anos 1870 e 1880Nos anos 1870 e 1880, enquanto o mercado paulista ensaiava os primeiros passos no rumo da viabilização de empreendimentos privados em seu território, o Rio de Janeiro permanecia atado ao oficialismo cartorial. É fato que a exclusividade de negociação outorgada aos corretores de fundos públicos pela Lei dos Entraves havia sido derrogada pela manobra do senador Dantas, em 1869. Mas prevalecia o espírito corporativo que presumia a legitimidade única dos corretores nomeados pelo poder público. E subsistia séria animosidade contra os chamados zangões, intermediários livres como os que desenvolviam o mercado em São Paulo.A esta altura cabe pequeno esclarecimento sobre o que eram os zangões e sua atuação no mercado de capitais. Tratava-se de herança da concepção da praça do comércio e dos tempos anteriores aos regulamentos sobre atuação de corretores de fins dos 1840.Pela  configuração original da praça, bastava pagar a anuidade e qualquer um, fosse quem fosse, teria acesso ao floorr para fazer seus negócios. Essa prática sobreviveu às primeiras nomeações de corretores e foi reforçada pela liberalidade do artigo 45 do

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