Manole (134)
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Medium 9788520433256

10. A propaganda e a promoção do seu produto

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

10

A propaganda e a promoção do seu produto

Objetivos deste capítulo

Destacar a importância do marketing e da promoção no sucesso do produto.

Definir as estratégias da força de vendas da sua empresa.

Apresentar os principais processos de comunicação e convencimento.

Demonstrar as diferenças e a importância da propaganda e da promoção.

Visão conceitual de propaganda e promoção no mercado

A propaganda tem por missão integrar o esforço promocional, operando no sentido de atingir o subconsciente do consumidor com a penetração do apelo, influenciando sua decisão de compra. É por meio da repetição de um conceito que ele se infunde e difunde, fazendo variar a opinião do mercado. Mas é preciso haver persistência para que ele se mantenha.

Não faça como alguns empreendedores que se esquecem desse conceito e fazem uso da propaganda apenas algumas vezes, até conseguirem alguns resultados, mas pecam pela falta de repetição, pois, em pouco tempo, todo o trabalho acaba caindo no esquecimento do consumidor. Você não poderá cair nessa armadilha.

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Medium 9788520430972

10. Conclusões

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Conclusões

10

Este livro apresenta um método para elaborar o plano de negócios.

Esse método envolve a análise ambiental da possibilidade de aplicação nas micro e pequenas empresas, principalmente em relação ao planejamento estratégico, no qual a avaliação de fatores intangíveis exige grande dose de bom senso. Até então, isso somente podia ser executado com sucesso nas médias ou grandes organizações, onde as orientações para o direcionamento do negócio são concluídas a partir da execução de reuniões de brainstorm, com a participação de vários executivos especializados em diversos assuntos de interesse estratégico para a organização.

O modelo aqui apresentado permite transformar os fatores da análise estratégica, tidos como intangíveis, em indicadores numéricos, possibilitando que o planejamento possa ser realizado com sucesso sob o ponto de vista de apenas uma pessoa, em geral o empreendedor de uma empresa nascente, conforme demonstrado nos estudos de caso apresentados nos anexos.

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Medium 9788520431092

10. Eventos verdes

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

10

Eventos verdes

Meire Dias dos Santos

Introdução

O principal objetivo deste capítulo é esclarecer e conscientizar o organizador de eventos de sua responsabilidade em divulgar ações que busquem o bemestar de todos e a preservação do meio ambiente.

Tudo em nossa vida é feito por meio de trocas; todo organismo vivo necessita de oxigênio para manter-se vivo, ou seja, o organismo vivo pega o oxigênio do ar e devolve gás carbônico. Com as plantas acontece o contrário, elas retiram o gás carbônico do ar e o transforma em biomassa, devolvendo depois oxigênio à atmosfera. Para entendermos melhor a importância dessa troca, precisamos conhecer um pouco do mecanismo climático do nosso planeta.

De acordo com o artigo do Dr. Irving Foster Brown – Ph.D1. em Geoquímica pela Northwestern University (Estados Unidos) e pesquisador do Parque

Zoobotânico da Universidade Federal do Acre (AC), que desenvolve estudos nas

áreas de dinâmica do uso da terra e florestas, gerenciamento e educação relacionados a recursos naturais e mudanças globais –, as mudanças climáticas são uma constante na história geológica da Terra. Entre os fatores que influenciam essas mudanças, a composição da atmosfera é o mais relevante.

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Medium 9788520436363

10. Gestão sustentável de pessoas: mais renda ou mais emprego?

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

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Gestão sustentável de pessoas: mais renda ou mais emprego?

Melise Braga de Almeida

Antonio Carlos Aidar Sauaia

INTRODUÇÃO

Lidar com a subjetividade humana nas interações organizacionais traz desafios complexos à área de gestão de pessoas. No nível estratégico da diretoria de RH, um dos fatores críticos de sucesso é a alocação dos talentos humanos em funções organizacionais que permitam aos gestores explorar melhor suas competências para gerar resultado superior. No nível operacional da produção, enquanto algumas empresas ajustam a produção estendendo a jornada de trabalho, o que eleva a renda do trabalhador empregado e gera sobrecarga, outras contratam trabalhadores, aumentam sua escala produtiva com riscos calculados e contribuem para reduzir a taxa de desemprego. Em um laboratório de gestão empresarial (Sauaia, 2008) analisou-se o que seria mais sustentável para atender à demanda crescente, levando em conta as regras econômicas do simulador e o ambiente de incerteza:

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Medium 9788520415061

10. Método científico-social do conhecimento da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Método científicosocial do conhecimento da hospitalidade

David Botterill

Escola de Hospitalidade, Turismo e Lazer,

Universidade do Wales Institute, Cardiff

Assuntos-chave:

• A “realidade” da hospitalidade

• O positivismo e o estudo da hospitalidade

• A interpretação no estudo da hospitalidade

• A teoria crítica e a pesquisa da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

O domínio da hospitalidade não escapou da influência da revolução científica que, durante os últimos trezentos anos, proporcionou à sociedade ocidental um “novo” sistema de conhecimento. Até a última metade do século XX, porém, o baixo status dado ao estudo da hospitalidade em comparação a outros domínios de estudo tendeu a restringir o desenvolvimento de um auto-entendimento científico dessa área. No entanto, este capítulo não empreenderá um tour de force a respeito de tudo aquilo que os estudos científicos da hospitalidade descobriram. Em vez disso, procurará encontrar atrás das asserções dos cientistas e, em particular dos cientistas sociais, as verdades a respeito da hospitalidade. Neste capítulo, portanto, será empreendido um esforço para auxiliar no auto-entendimento mediante o exame dos debates da filosofia da ciência. A questão fundamental que se formula em todos os domínios do estudo científico se denomina questão epistemológica, ou, mais simplesmente, em nosso caso, a seguinte pergunta: “Como se pode entender a hospitalidade?”

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Grupo Gen (4724)
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Medium 9788597015294

0 - Revisão: o Conjunto dos Números Reais – um Resumo Operacional

SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da Grupo Gen PDF Criptografado

Revisão: o Conjunto dos Números Reais – um Resumo

Operacional

0

O objetivo deste capítulo é apresentar o conjunto dos números reais de forma clara e descomplicada e revisar os principais conceitos da álgebra elementar de interesse para os capítulos seguintes.

Os números podem ser separados em grupos de acordo com uma característica comum. Basicamente, os números são racionais ou irracionais. Saber operar os números, conhecendo suas várias representações, é fundamental em qualquer estudo que envolva métodos quantitativos.

1  O CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS

Observe os números escritos em sua forma decimal:

34,2

– 12,456

1,0454545...

O valor 1,0454545... é um número decimal que apresenta a partir da segunda casa decimal a repetição sistemática dos algarismos 4 e 5. Isso o classifica como uma dízima periódica.

Os exemplos anteriores, assim como os números inteiros relativos, também podem ser escritos na forma de uma dízima periódica.

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Medium 9788597010862

10 - A Análise em sua Globalidade

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

A Análise em sua Globalidade

10

Já afirmamos nos capítulos anteriores que o número de combinações possíveis com os dados dos demonstrativos contábeis é imenso. Alguns quocientes especiais terão interesse em casos específicos. Por exemplo, num banco, talvez seja de interesse relacionar os depósitos a prazo fixo com os depósitos sem juros. Numa empresa de seguros, por sua vez, a análise dos vários tipos de reservas técnicas e matemáticas, bem como a da carteira de ações, terá um interesse todo especial. Em outras empresas poderíamos ter um interesse especial em outros relacionamentos. As possibilidades são inúmeras. Todavia, consideramos que, num grande número de situações, os quocientes vistos neste capítulo servem às finalidades essenciais de uma análise de balanços, principalmente numa empresa industrial ou comercial.

10.1  Comparações de quocientes

Já tivemos oportunidade de realçar a importância das comparações. O assunto, todavia, é tão crítico que voltamos a ele. Como vimos, qualquer análise de balanços de determinada empresa deveria ser comparada com: a) série histórica da mesma empresa; b) padrões previamente estabelecidos pela gerência da empresa; c) quocientes análogos de empresas pertencentes ao mesmo ramo de atividade, bem como com as médias, medianas e modas dos quocientes do setor; d) certos parâmetros de interesse regional, nacional ou mesmo internacional.

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Medium 9788522489800

10 A Comunicação Ecológica

DIAS, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

10

A Comunicação Ecológica

A comunicação ecológica é a parte mais visível do marketing ambiental e muitas vezes é confundida com este de forma intencional, com o objetivo de fomentar práticas condenáveis que visam ludibriar o consumidor, fazendo propaganda enganosa, atribuindo o qualificativo de verde a produtos que não apresentam as qualidades exigidas para que se utilize essa denominação, tanto como produto em si, como no processo produtivo. Provavelmente devido à fraca formação conceitual em marketing de um modo geral, o prejuízo para a seriedade com que deve ser abordada a disciplina é bastante significativo. Por isso, nossa preocupação neste capítulo é apresentar a comunicação como um dos componentes do mix de marketing que tem um papel decisivo na apresentação dos produtos ecológicos ao consumidor, devendo ter um forte compromisso com a verdade e ser praticada tendo como parâmetros os valores éticos ambientais já discutidos em capítulo anterior.

10.1  A função da comunicação

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Medium 9788521625995

10 A liderança

REGATO, Vilma Cardoso Grupo Gen PDF Criptografado

10

A liderança

Objetivos deste capítulo: liderança.

• Definir os diferentes tipos de poder assumidos na liderança.

• Analisar traços de personalidade compatíveis com a liderança.

• Associar

• Discutir a importância da liderança sobre o comportamento grupal.

De todos os temas discutidos no decorrer deste livro, a liderança poderia estar inserida em vários capítulos, dadas sua importância e abrangência. Exatamente por isso, separamos um capítulo exclusivo para melhor estudá-la.

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10

10.1 Conceitos

Robbins e Fiorelli concordam em apontar o exercício da liderança como busca de resultados organizacionais por intermédio das pessoas.

Liderar, contrariando muitos preconceitos, não é tarefa fácil. O líder, para exercer bem seu papel, depende de alguns atributos pessoais, como facilidade de comunicação e motivação específica para liderar

“energias” (potenciais de trabalho).

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Medium 9788521618676

10- A Longa Travessia para a Normalidade: os Juros Reais no Brasil

BACHA, Edmar; BOLLE, Monica de Grupo Gen PDF Criptografado

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A Longa Travessia para a Normalidade: os Juros Reais no Brasil1

Ilan Goldfajn

Aurélio Bicalho

1 Introdução

Dionisio Dias Carneiro tinha interesse particular por política monetária, em especial no Brasil. Pesquisou, ensinou, orientou e escreveu sobre o assunto em vários momentos da sua vida. Um dos assuntos que o intrigava era a trajetória dos juros reais no Brasil. Após a estabilização e a queda do risco macroeconômico nos últimos anos, por que a economia brasileira precisava ainda de juros relativamente elevados para manter a inflação sob controle e a economia crescendo sustentavelmente?

A economia brasileira tem experimentado uma tendência de queda dos juros reais nos últimos anos, principalmente após a adoção do regime de metas de inflação em 1999. Mesmo assim, os juros reais no Brasil permanecem bem acima do padrão internacional, mesmo de países de desenvolvimento similar. As taxas de juros reais no Brasil têm recuado nos últimos anos de 11,4% ao ano, em média, no período entre janeiro de 2000 e junho de 2004, para 9,7% entre julho de 2004 e dezembro de 2008, e abaixo de 7% mais recentemente. O Gráfico 1 mostra as séries de juro real ex ante,2 ex post3 e de mercado4 nos últimos 11 anos.

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Grupo A (2072)
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Medium 9788577807215

10. A Escola Ambiental: A Formulação de Estratégia como um Processo Reativo

Henry Mintzberg ; Bruce Ahlstrand; Joseph Lampel Grupo A PDF Criptografado

276

Safári de Estratégia

Isaac Bashevis Singer, quando perguntado se acreditava em livre arbítrio ou em predestinação: “Precisamos acreditar no livre arbítrio; não temos escolha”.

Citado em Fadiman (1985:510)

E

ntre os atores no palco central das escolas até aqui discutidas – o executivo principal, o planejador, o cérebro, a organização e assim por diante –, um tem sido conspícuo por sua ausência. Trata-se do conjunto de forças fora da organização, o que os teóricos gostam de chamar (de forma um tanto livre) de “ambiente”. As outras escolas o veem como um fator; a escola ambiental o vê como um ator – na verdade, o ator.

Os autores que defendem esta visão tendem a considerar a organização passiva, algo que passa seu tempo reagindo a um ambiente que estabelece a pauta. Isso reduz a geração de estratégia a uma espécie de processo de espelhamento, o qual deveria levar esta escola além dos limites da administração estratégica (uma conclusão com que concordamos). Entretanto, desenvolveu-se uma literatura para descrever a geração de estratégia desta maneira, e ela merece, no mínimo, um desvio em nosso safári, por várias razões.

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Medium 9788577807529

10. A Estratégia em Ação

Johnson, Gerry Grupo A PDF Criptografado

284 FUNDAMENTOS DE ESTRATÉGIA

10.1

INTRODUÇÃO

O Capítulo 1 explicou que a gestão estratégica pode ser encarada como tendo três elementos principais: a compreensão da posição estratégica de uma organização, as escolhas estratégicas para o futuro e da administração da estratégia em ação (veja a Figura 1.3). Uma vez que este livro trata de fundamentos da estratégia, seu foco recai nos dois primeiros elementos: posição e escolha. Mas mesmo a estratégia mais bem escolhida não tem qualquer valor a menos que possa ser posta em ação. Embora este livro não enfatize tanto as questões de gerenciamento da estratégia em ação, este capítulo irá se dedicar a três assuntos-chave (veja a Figura 10.1):

Os tipos de estrutura organizacional que irão ajustar as estratégias da melhor maneira. Por exemplo, se o pessoal deve ser gerenciado em funções de negócio ( finanças, recursos humanos, etc.) ou em divisões de produto ou mercado (como regiões geográficas).

Os processos organizacionais têm de adotar a estratégia escolhida em qualquer estrutura. Por exemplo, supervisão do trabalho, processos de planejamento e metas de desempenho.

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Medium 9788577803866

10. A função de pessoal/Gestão de Recursos Humanos (GRH)

Mullins, Laurie J. Grupo A PDF Criptografado

10

A função de pessoal/

Gestão de Recursos

Humanos (GRH)

INTRODUÇÃO

Seja qual for a estrutura de uma organização de hospitalidade ou a natureza de suas atividades, a utilização efetiva dos recursos humanos é parte essencial do processo de gestão. A devida atenção à função de pessoal/GRH fará com que a eficácia da força de trabalho e o nível de desempenho organizacional sejam alcançados com maior facilidade.

A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS

HUMANOS

A hospitalidade é um dos principais ramos de atividade, não apenas na Grã-Bretanha, mas em todo o mundo. Um relatório da Hotel and Catering Training Company (HCTC) indica que o setor emprega cerca 10% (mais de 2,4 milhões de pessoas) da população do Reino Unido.1 Projeta-se que a hotelaria continuará crescendo muito até o ano 2004 ou além.2

Por volta de 2006, o número de empregos no ramo da hospitalidade e do turismo deverá ser de aproximadamente 365 milhões, no mundo todo.3

O setor hoteleiro está voltado inteiramente a serviços, ocupando mão-de-obra intensiva. O padrão dos funcionários que nele atuam se caracteriza por fatores como mobilidade, trabalho sazonal, expediente parcial, alta proporção de empregados sem maior qualificação, alta rotatividade no emprego, com muitos sindicatos e pouca afiliação a eles.

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Medium 9788577806119

10. A LOGÍSTICA E O GERENCIAMENTO DO RISCO

Simchi-Levi, David Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

A Logística e o

Gerenciamento do Risco

A Wal-Mart altera sua tática para atender as preferências internacionais

São Bernardo, Brasil. A Wal-Mart Stores, Inc. está descobrindo que aquilo que funciona em Peoria* não necessariamente será um sucesso total nos subúrbios de São Paulo.

Os tanques com trutas vivas foram substituídos pelo sushi. Os jogadores de futebol americano foram substituídos por jogadores de futebol.

Os ingredientes da feijoada, um prato feito com feijão preto e diferentes carnes defumadas, estão exibidos no balcão de produtos especiais. Os jeans no estilo americano de $19,99 foram trocados por roupas de $9,99.

Mas a adaptação a preferências locais foi a parte fácil. Três anos depois de iniciar uma viagem para trazer “preço baixo todo dia” aos mercados emergentes do Brasil e da Argentina, a Wal-Mart está descobrindo que esta iniciativa tem mais problemas do que inicialmente considerado.

Competição feroz, mercados que não jogam de acordo com a habilidade da Wal-Mart de atingir a eficiência por meio de economias de escala, além de alguns equívocos que a própria companhia cometeu, geraram prejuízo. Além disso, a insistência da Wal-Mart em fazer as coisas à sua

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Medium 9788577801671

10. Administrar os riscos e as incertezas

Shane, Scott Grupo A PDF Criptografado

Administrar os riscos e as incertezas

10

Como já discutimos nos capítulos anteriores, quando criar uma empresa de novas tecnologias você vai se deparar com uma variedade de fontes de incertezas que necessitam ser administradas. Por exemplo, quando você começar, o mercado pode não existir para o produto ou serviço que está lançando, levando a empresa a se deparar com incertezas. Da mesma forma, você pode não estar certo de como criar aquele produto ou serviço, gerando uma incerteza tecnológica. Além disso, mesmo que você possa criar o produto ou serviço e haja mercado para ele, você irá se deparar com uma incerteza de concorrência, porque você não pode saber se terá os retornos do lançamento do produto ou serviço, ou se esses retornos irão para os concorrentes.

Este capítulo:

Explica como empreendedores bem-sucedidos administram as incertezas no processo de desenvolvimento de empresas de novas tecnologias.

Descreve os problemas que as incertezas trazem para as empresas de novas tecnologias.

Explica por que você precisa reduzir a incerteza ou dar aos acionistas uma porção maior dos retornos como forma de administrar o problema de iniciar a empresa.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547215125

10.10 Regimes aduaneiros especiais

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

170  economia internacional

10.10 Regimes aduaneiros especiais

De certo modo, esses regimes são especiais porque têm um tratamento diferente dos regimes gerais e são relativos às operações de importação e às operações vinculadas de importação e exportação.

Exportação temporária

A exportação temporária significa a saída do país de mercadoria nacional ou nacionalizada, condicionada à reimportação em prazo determinado, no mesmo estado ou depois de submetida a processo de conserto, reparo ou restauração. Esse regime se aplica a mercadorias destinadas a feiras, competições esportivas ou exposições; produtos acabados para conserto, reparo ou restauração; animais reprodutores e veículo para uso do proprietário ou possuidor. A exportação temporária para aperfeiçoamento passivo é a destinada à transformação do bem, à sua elaboração, beneficiamento ou montagem.

Entreposto aduaneiro e industrial

Esse regime permite o depósito de mercadoria importada em local determinado, com suspensão do pagamento de tributos e sob controle fiscal. Já o regime de entreposto industrial é o que permite a determinado estabelecimento ou indústria importar, com suspensão de tributos, mercadorias que, depois de submetidas à operação de industrialização, deverão ser destinadas ao mercado externo.

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Medium 9788547215125

10.11 Operações cambiais e pagamento nas exportações

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

171

 Suspensão: nessa modalidade, a exportação tem de ser planejada para um

mercado já estabelecido. Ela consiste na importação da mercadoria a ser exportada após beneficiamento ou empregada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. O procedimento é o seguinte: adquire-se o ato concessório, importa-se a mercadoria, fabrica-se o produto a exportar, efetiva-se a exportação e depois se comprova perante a Secex (por meio de uma agência do Banco do Brasil), dando baixa ao compromisso assumido.

 Isenção: nessa modalidade é feita a comprovação do produto exportado e dos insumos importados para sua fabricação. Assim, pleiteia-se à Secex um ato concessório para a importação dos insumos, isentos de pagamento de impostos e taxas, para reposição do estoque.

 Restituição: essa modalidade consiste na restituição do II e do IPI pagos na importação de material utilizado na fabricação de um produto exportado, em forma de crédito fiscal, cuja competência é exclusiva da Receita

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Medium 9788547215125

10.12 Processo de importação

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

171

 Suspensão: nessa modalidade, a exportação tem de ser planejada para um

mercado já estabelecido. Ela consiste na importação da mercadoria a ser exportada após beneficiamento ou empregada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. O procedimento é o seguinte: adquire-se o ato concessório, importa-se a mercadoria, fabrica-se o produto a exportar, efetiva-se a exportação e depois se comprova perante a Secex (por meio de uma agência do Banco do Brasil), dando baixa ao compromisso assumido.

 Isenção: nessa modalidade é feita a comprovação do produto exportado e dos insumos importados para sua fabricação. Assim, pleiteia-se à Secex um ato concessório para a importação dos insumos, isentos de pagamento de impostos e taxas, para reposição do estoque.

 Restituição: essa modalidade consiste na restituição do II e do IPI pagos na importação de material utilizado na fabricação de um produto exportado, em forma de crédito fiscal, cuja competência é exclusiva da Receita

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Medium 9788547215125

10.13 Sistemática

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

172  economia internacional

no território nacional (ou território aduaneiro). Todavia, segundo Sandroni,5 importação é a entrada de mercadorias e serviços estrangeiros num país, em que os serviços, cujo valor não figura na receita comercial, constituem as chamadas importações invisíveis.

10.12.2 Documentos

Com a criação do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e a desburocratização dos processos de importação e exportação, os documentos exigidos nas operações de importação passaram a ser:

 Licença de Importação (LI), cujo licenciamento pode ser automático ou

não automático, como os casos de anuência de outros órgãos, equipamentos usados, drawback etc.;

 Fatura Comercial: documento comercial necessário para a negociação com os bancos, despacho e desembaraço da mercadoria;

 Conhecimento de Embarque: prova de que a mercadoria foi embarcada.

Esse documento oficial é necessário para o desembaraço da mercadoria e para a negociação cambial;

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Medium 9788547215125

10.14 Classificação fiscal da mercadoria na importação

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

174   economia internacional

Controle de preços

Com a implantação do Siscomex, esse controle é incumbência da Secex, em que devem ser consultadas as novas normas para averiguar as mudanças porventura ocorridas quanto às fontes de controle da Secex/Decex.

Exame de similaridade

Toda importação com benefício fiscal (isenção ou redução do imposto de importação), com exceção de algumas operações, inclusive a importação realizada pela

União, estados, Distrito Federal, municípios e respectivas autarquias, passa por um exame de similaridade. A apuração da similaridade é feita pela Secex em cada caso, observados os critérios aprovados pelo regulamento aduaneiro.

Esses critérios correspondem a preço, qualidade e prazo de entrega, considerando-se similar ao estrangeiro o produto nacional que tenha condições de substituir o importado. Assim, para apurar a não existência de similar nacional, devem ser seguidas as novas determinações do Siscomex, principalmente com relação ao licenciamento não automático.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520428641

10 – A organização na perspectiva atual

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

10

A organização na perspectiva atual

Tópicos deste capítulo a A influência das ciências modernas na TO a A quinta onda a A influência da globalização a A influência da Era da Informação: mudança e incerteza a A nova lógica das organizações a O novo mundo da TO a Ética e responsabilidade social a Implicações da perspectiva atual

As ciências sempre estão em contínuo desenvolvimento e influenciando-se reciprocamente, criando um campo dinâmico de mudanças e transformações. Há um íntimo relacionamento entre elas. O que acontece em uma ciência provoca influências nas demais, o que aumenta sobremaneira seu desenvolvimento. E a TO não está incólume ou distante desse movimento de crítica e de renovação incessante.

A influência das ciências modernas na TO

Em função da forte influência das ciências modernas, a TO passou por três períodos distintos em sua trajetória1:

Chiavenato, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus,

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Medium 9788520437605

10. COMUNICAÇÃO

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

COMUNICAÇÃO

Objetivos de aprendizagem

•• Apresentar a comunicação como um dos principais meios de coesão

e integração organizacional.

•• Descrever o processo de comunicação e suas características sistêmicas.

•• Explicar a diferença entre dado, informação e comunicação.

•• Sumarizar as funções da comunicação.

•• Explanar as barreiras à comunicação e como saná-las.

•• Relatar a comunicação organizacional e seus canais.

•• Proporcionar condições para melhoria da comunicação organizacional.

Caso de apoio: Supermercados Meta

Renata Martinez é Diretora de Operações de uma enorme cadeia de supermercados com lojas em várias cidades – Supermercados Meta. Recentemente, a direção da empresa a incumbiu de promover um esquema de comunicação com todas as lojas no sentido de obter não somente uniformidade de critérios e políticas para compensar a extrema descentralização das operações, mas sobretudo para melhorar o fluxo de informações dentro da empresa. Renata prontificou-se a elaborar um plano global e apresentá-lo na próxima reunião da diretoria. Como você poderia ajudar Renata?

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Medium 9788520431993

10. Dimensão social

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

10

Dimensão social

MARUTSCHKA MOESCH

Introdução

A dimensão social das políticas públicas e do processo de planejamento estra‑ tégico em clusters de turismo, muitas vezes, é negligenciada como um impacto de menor expressão sobre as localidades e comunidades envolvidas. A dimensão so‑ cial faz referência às mudanças sociais ocasionadas pelas políticas públicas e pelo planejamento estratégico em processos de caráter sistêmico e cooperativo na orde‑ nação do turismo. Os processos sociais ocasionados por essas novas metodologias de intervenção nas comunidades que buscam se desenvolver pelo turismo são o objeto principal do estudo deste capítulo.

Dimensão social das políticas públicas de turismo – educação, cultura, lazer, trabalho, qualidade de vida

A dimensão social das políticas públicas de turismo, assim como as políticas sociais, são incentivadoras de cidadania por serem redistributivas em termos de renda e poder, e possibilitadora do manejo de bens simbólicos. Podem ser equaliza‑ doras de oportunidades no sentido de instrumentar desiguais para que tenham chances históricas emancipatórias, não no sentido de doar a emancipação ao outro, mas de que possam se emancipar. Essas chances são preventivas e não curativas.

203

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Medium 9788520438404

10. Entre desenvolvimento e sustentabilidade: o discurso da propaganda oficial na Amazônia

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

10

Entre  desenvolvimento     e  sustentabilidade:     o  discurso  da  propaganda  

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Danielle  Tavares  Teixeira

INTRODUÇÃO

A  problemática  ambiental  emergiu  nas  últimas  décadas  como   uma  crise  de  civilização.  Os  problemas  produzidos  pela  devastação  dos  ecossistemas  se  tornaram  globais,  dissolvendo  fronteiras  rígidas  entre  as  nações  e  questionando  a  racionalidade  econômica  e  tecnológica  dominantes.  Ao  mesmo  tempo,  a  relação   homem/natureza  entrou  no  campo  da  cultura  (Leff,  2001).  Nesse  contexto,  sobressai  o  conceito  de  desenvolvimento  sustentável,  fruto  de  processos  objetivos  e  subjetivos  que  levaram  à  consciência  do  esgotamento  do  modelo  vigente  e  da  necessidade  de   uma  nova  concepção  de  desenvolvimento.

Propõe-se,   neste   trabalho,   verificar   como   a   comunicação,   e   mais  especificamente  a  propaganda  oficial,  contribui  para  construir  no  imaginário  popular  a  imagem  da  Amazônia  como  uma   região  de  terra  em  abundância,  fértil,  cheia  de  belezas  e  fartura,   distante  e  inóspita,  e  como  essas  concepções  modificam-se  historicamente  com  a  inserção  de  novos  conceitos  como  o  de  desenvolvimento  sustentável.  

153

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Medium 9788520453032

10. Fundos de investimento

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Fundos de investimento

Marcelo de Libero d’Agosto

Neste capítulo, apresenta-se uma visão geral dos fundos de investimento.

INTRODUÇÃO

No Brasil, os fundos de investimento são uma popular alternativa de aplicação de recursos, com números significativos. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)

– a entidade que representa os interesses dos bancos, empresas de administração de recursos, corretoras e distribuidoras de valores mobiliários – existem no país mais de 15 mil carteiras, que reúnem o montante total de R$ 4,0 trilhões sob responsabilidade dos gestores de recursos1.

Um mesmo aplicador pode ter posições em diversos fundos. Sendo assim, não é possível conhecer com exatidão a quantidade de pessoas que investem na modalidade. Contudo, estimativas com base na análise das informações sobre a quantidade de cotistas por fundo, disponibilizadas pela Comissão de Valores

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