Manole (134)
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Medium 9788520415061

7. Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Sandie Randall

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave: ssuntos-ch

• A cultura localizada e mediada

• A interpretação do conteúdo textual da mídia – análise semiótica

• O gênero em programas de culinária da TV apresentados por personalidades

• O discurso televisivo

• Os significados a respeito de comida e hospitalidadeA

Em busca da hospitalidade

Reconheceu-se que a comida é de fundamental importância para um melhor entendimento da natureza da hospitalidade no mundo moderno. Como Telfer afirma, é através da oferta e da recepção da comida que um vínculo de confiança e interdependência e de amizade e generosidade é criado entre o anfitrião e a visita (1996).

Apesar da proliferação, na segunda metade do século XX, de conteúdo textual na mídia sobre comida, é surpreendente verificar que até agora deu-se pouca atenção às mensagens que se referem à comida e ao ato de comer apresentadas pelos meios de comunicação. O estudo nesse campo poderia melhorar nosso entendimento a respeito da função da hospitalidade no mundo contemporâneo. Strange (1998, p. 301) afirma, referindo-se a um exemplo importante desse tipo de conteúdo textual – o programa de culinária da TV:

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Medium 9788520431443

3. Um plano de negócio

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

3

Um plano de negócio

O

termo em inglês business plan passou a ser traduzido e utilizado no

Brasil como plano de negócio ou plano de negócios. Não há explicação para o motivo da palavra business1 ser mais traduzida para o português na sua forma plural (negócios). O fato é que plano de negócios é muito mais utilizado do que plano de negócio. Mas o que é observado na maioria das situações é o planejamento de um negócio e não de vários negócios; por essa razão, neste livro, é utilizado o termo plano de negócio2.

Se você entender que um negócio possui propósitos específicos (lucros, continuidade e significado) e que os gestores desses negócios têm expectativas diferentes a respeito desses propósitos (sobrevivência, estilo de vida, crescimento organizado e crescimento agressivo), é possível discutir se esses gestores tendem a elaborar estratégias para os seus negócios ou não. Isso pode ser feito intuitiva e informalmente, como pregam os defensores da Escola Empreendedora de estratégia. Nesse caso, a estratégia está dentro da cabeça do dono da empresa, mas ela também pode ser induzida, organizada, documentada e gerenciada, como afirmam os autores das Escolas do Planejamento Formal da estratégia.

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Medium 9788520431443

Consideração final: não há plano de negócio perfeito

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

Consideração final: não há plano de negócio perfeito

P

ara se conhecer a receita para criar uma grande empresa, você precisa refletir sobre a história da Webvan.

Mukul Pandya, editor da revista Knowledge@Wharton, e Harbir

Singh, professor de negócios da Wharton School, contam que a Webvan foi inicialmente vislumbrada pelo norte-americano Louis Border, ainda em 1997, enquanto ele abria uma encomenda, com temperos e produtos japoneses, que havia solicitado de uma empresa que vendia por catálogos (Pandya e Singh, 2002). A venda por meio de catálogos via correios era (e ainda é) muito tradicional nos Estados Unidos e remonta ao século XIX.

Ao abrir seu pacote, Louis Border entendeu que o comércio pela internet nunca se desenvolveria se alguém não pensasse em uma solução para entregar os produtos de forma simples e barata na casa do cliente.

Border entendeu que ele poderia fazer isso, e daí surgiu a ideia de se criar a Webvan, um supermercado on-line que iria revolucionar o mercado de varejo norte-americano.

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Medium 9788520431443

2. Um negócio

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

2

Um negócio

S

e o assunto é plano de negócio e já discutimos o que é um plano, a próxima consideração é, inevitavelmente, sobre o que é um negócio.

Parece uma discussão sem sentido, já que todo mundo sabe o que é um negócio. Podemos consultar, de novo, a nossa dona de casa e o nosso

MBA recém-formado. Eles terão suas definições sobre o que é esse termo, mas a questão também é ampla, já que o significado da palavra pode ser diferente, dependendo do objetivo do plano de negócio. Muitas vezes, encontramos na literatura significados diferentes para a palavra negócio, como estes:

■■

■■

Negócio = empresa nascente: boa parte da literatura de plano de negócio trata negócio como a criação de uma empresa. Faça uma pesquisa rápida e encontrará, com facilidade, muita coisa escrita sobre plano para empresas nascentes. Não há nada de errado nisso, mas é preciso lembrar que há planos de negócio para empresas existentes, para produtos e serviços (novos ou existentes), para projetos pontuais (limitados e definidos), para áreas ou departamentos de organizações (novos ou existentes), entre outras situações nas quais o termo negócio pode ser empregado.

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Medium 9788520415061

1. Para um entendimento teórico

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Para um entendimento teórico

Conrad Lashley

Escola de Administração de Turismo e

Hospitalidade, Universidade

Metropolitana de Leeds

Assuntos-chave:

• Os fundamentos para o livro

• A hospitalidade no domínio social

• A hospitalidade no domínio privado

• A hospitalidade no domínio comercial

Em busca da hospitalidade

Já há algumas décadas, tanto as universidades como as organizações da indústria nos países de língua inglesa têm usado o termo “hospitalidade” para descrever o conjunto de atividades do setor de serviços associadas à oferta de alimentos, bebidas e acomodação. Refletindo sobre as mudanças no termo usado pelos profissionais da indústria, tanto as publicações acadêmicas quanto as da indústria assumiram a idéia de que a palavra “hospitalidade” era a que melhor descrevia as atividades previamente conhecidas como hotelaria e catering. A comunidade acadêmica tem empregado cada vez mais esse termo nos títulos dos seus cursos de graduação, e, em muitos países, os educadores o têm usado para descrever sua associação profissional. Sem querer investigar a emergência dessa palavra e seu apelo para os profissionais e para os acadêmicos, isso abre um possível caminho ao estudo e à pesquisa sobre a disciplina hospitalidade, de que a disciplina hotelaria e catering não é capaz. Em outras palavras, a agenda de pesquisa e o currículo atuais ainda podem ser descritos como hotelaria e catering sob um novo nome. É de nosso ponto de vista que o tópico concernente à hospitalidade é merecedor de estudo sério e pode, possivelmente, trazer melhor informação, não só para a prática da indústria, como também para o esforço acadêmico.

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Grupo Gen (4500)
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Medium 9788597013306

Capítulo 10 - Ciclo do planejamento governamental

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru; NOHARA, Irene Patrícia Grupo Gen PDF Criptografado

C AP ÍTU LO 10

Ciclo do planejamento governamental

PERCURSO DO CAPÍTULO

PLANEJAMENTO

INCERTEZA E

ESTRATÉGIA

ESTRATÉGIA

ADMINISTRAÇÃO

ESTRATÉGICA

LEI ORÇAMENTÁRIA

ANUAL

LEI DE DIRETRIZES

ORÇAMENTÁRIAS

PLANO

PLURIANUAL

ADMINISTRAÇÃO

ESTRATÉGICA NO

SERVIÇO PÚBLICO

BRASILEIRO

TRAMITAÇÃO

FERRAMENTAS DA

ADMINISTRAÇÃO

ESTRATÉGICA

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Processo de planejamento e incerteza sobre o futuro.

■■ Administração estratégica – nas empresas e na Administração Pública.

■■ Elementos normativos do planejamento e do orçamento na Administração Pública: PPA, LDO e LOA.

■■ Diretrizes, objetivos, metas e programas no planejamento estratégico da Administração Pública.

■■ Ferramentas da administração estratégica: modelo de negócios, análise Swot, balanced scorecard e mapa estratégico.

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Medium 9788597021578

1. Gestão da Qualidade: Conceitos Consagrados Pela Prática

PALADINI, Edson Pacheco Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Como a Gestão da Qualidade desenvolve suas ações tendo em vista os diferentes conceitos da qualidade.

■ Quais os referenciais que são utilizados para estruturar e ampliar o conceito da qualidade.

■ Como a TQM e a Gestão da Qualidade no processo introduziram novas dimensões à Gestão da Qualidade tradicional.

Um conjunto de conceitos bem caracterizados suporta a estrutura e o funcionamento do processo de Gestão da Qualidade. Os mais relevantes, é evidente, referem-se à forma como se entende a qualidade, ou seja, a noção da qualidade adotada em cada organização. Esta noção é estruturada, claro, a partir de referenciais bem definidos.

Neste Capítulo, propõe-se uma abordagem específica para a qualidade, desdobrando-a em dois planos bem definidos – um “espacial” e outro “temporal”. Por extensão, o processo de gestão passa a ser exercido tendo em vista ambas as direções. A partir desta abordagem, amplia-se a concepção da qualidade.

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Medium 9788597021578

2. Métodos e Estruturas da Gestão da Qualidade Consagrados Pela Prática

PALADINI, Edson Pacheco Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Constatar como as múltiplas concepções de qualidade determinam posturas práticas bem definidas nas organizações produtivas.

■ Compreender elementos técnicos que inseriram o conceito da qualidade desde o projeto do produto.

■ Perceber a utilidade efetiva de conceitos que, a partir de generalizações de noções básicas, edificaram a dimensão social da qualidade.

■ Entender modelos gerais de planejamento e controle da qualidade, bem como assimilar o funcionamento das estruturas que suportam esses modelos.

■ Caracterizar os métodos de economia da qualidade que atuam tanto no projeto quanto na conformação dos produtos.

Os métodos e as estruturas da Gestão da Qualidade procedem dos conceitos que foram descritos no capítulo anterior e de algumas noções deles decorrentes. Esses métodos têm sido testados, na prática, e são considerados como os mais adequados para a nossa realidade. Este capítulo analisa as múltiplas abordagens da qualidade a partir de dois referenciais, quais sejam, aqueles introduzidos pelas propostas de Garvin e aqueles que decorrem do chamado impacto social da qualidade. Alguns novos conceitos são desenvolvidos e, a seguir, analisam-se elementos operacionais da Gestão da Qualidade, como o processo gerencial em si e a estrutura de organização que sustenta a produção da qualidade. O envolvimento de recursos é também considerado – sobretudo por tratar-se de elemento crucial de todo o esforço para gerar qualidade nas organizações.

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Medium 9788597021578

3. Processo e Agentes da Gestão da Qualidade

PALADINI, Edson Pacheco Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Compreender quais as características básicas e como operam os modelos gerenciais da Qualidade.

■ Perceber como o modelo de Gestão da Qualidade Total influenciou e alterou processos tradicionais da Gestão da Qualidade e como consolidou as novas práticas da área.

■ Entender qual o perfil do agente de decisão da Qualidade neste novo contexto.

■ Avaliar com precisão o papel de dois outros agentes críticos na Gestão da Qualidade das organizações produtivas: o de transformação (recurso humano) e o de consolidação do processo (cultura da organização).

Embora seja um processo com especificidades bem definidas, a Gestão da Qualidade é viabilizada por um grande número de agentes. Muitos desses agentes desenvolvem ações técnicas (os gerentes, por exemplo).

Mas, como se verá, dada a abrangência da Gestão da Qualidade, seu desenvolvimento não poderia ficar restrito a esse grupo de profissionais.

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Medium 9788597021578

4. Ambientes de Atuação da Gestão da Qualidade

PALADINI, Edson Pacheco Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Compreender as particularidades que caracterizam a Gestão da Qualidade nos ambientes industriais e de geração de serviços, com ênfase nas diferenças entre ambos.

■ Entender como a Gestão da Qualidade é estruturada em dois ambientes específicos e muito relevantes no cenário social e político de qualquer país: as pequenas empresas e as organizações prestadoras de serviços públicos.

■ Assimilar os conceitos e a aplicação prática dos modelos de qualidade in-line, on-line e off-line.

Este capítulo analisa diversos ambientes de atuação da Gestão da Qualidade. Consideram-se os tipos de atividades produtivas desenvolvidas (produtos industriais, serviços e métodos); o porte da empresa e os chamados modelos da qualidade in-line, on-line e off-line, foco de classificação da avaliação da qualidade baseada em indicadores (para detalhes, ver Paladini, 2014 – Capítulo 2). Observa-se, em todos esses casos, uma unicidade de filosofia, embora haja diversidade de métodos e várias formas de desenvolver e avaliar o processo gerencial da qualidade.

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Grupo A (1951)
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Medium 9788584291588

Capítulo 6. Recomendação e o processo de escrita coletiva digital

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

6

RECOMENDAÇÃO E O PROCESSO

DE ESCRITA COLETIVA DIGITAL

Sandra Andrea Assumpção Maria | Alexandra Lorandi Macedo

Cláudia Zank | Patricia Alejandra Behar

O processo de escrita coletiva digital (ECD) se apoia em trocas interindividuais, negociações e construções acerca de um objetivo comum. Esse movimento sugere suporte a diversos materiais de apoio, como artigos, imagens, reportagens, etc. É nessa filtragem de conteúdos que o sistema de recomendação (SR) atua, qualificando a seleção das referências que são o motivo das trocas entre os sujeitos. A intenção final é dar foco e objetividade ao material de apoio.

A recomendação aplicada ao contexto da ECD tem relação direta com os interesses do usuário e com o tema base de desenvolvimento, ampliando as possibilidades de qualificação dessa produção. Além de oferecer suporte, ela atua na seleção de melhores resultados quando é feita uma busca por materiais na web, uma vez que a classificação desses materiais é cada vez mais complexa, dado o volume de dados permanentes nesse espaço.

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Medium 9788584291588

Capítulo 1. Recomendação pedagica em educação a distância: conceitos e elementos

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

1

RECOMENDAÇÃO PEDAGÓGICA

EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA:

CONCEITOS E ELEMENTOS

Patricia Alejandra Behar | Leticia Rocha Machado

Cristina Alba Wildt Torrezzan | Magalí Teresinha Longhi

No atual estágio da informatização, ainda se despendem tempo e recursos à procura de informação, produtos e serviços na internet. Essa busca envolve escolhas baseadas em preferências, necessidades e experiências de outros usuários. Nesse sentido, os sistemas de recomendação (SRs) vêm sendo amplamente utilizados, principalmente pelo comércio e serviço eletrônico, a exemplo da Google, Amazon e Netflix, além de redes sociais como o Facebook. Tais sistemas agregam métodos para interpretar os hábitos do usuário da internet, de forma que o SR aprenda sobre os interesses do usuário. As informações derivadas da maneira como o indivíduo age na rede, realiza pesquisas e registra suas opiniões ajudam a delinear o perfil do usuário. Isso garante uma experiência de venda ou indicação de produto mais personalizada e aumenta a possibilidade de efetivação da compra, gerando competitividade. Portanto, um SR envolve ferramentas computacionais, com a finalidade de sugerir itens para o usuário. A definição das sugestões levantadas por um SR requer elementos indicados pelo usuário e/ou inferidos pelo próprio sistema para a tomada de decisão.

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Medium 9788584291588

Capítulo 2. Sistemas de recomendação: conceitos e técnicas de aplicação

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

2

SISTEMAS DE RECOMENDAÇÃO:

CONCEITOS E TÉCNICAS

DE APLICAÇÃO

Sandra Andrea Assumpção Maria | Sílvio César Cazella

Patricia Alejandra Behar

Com o passar dos anos, a publicação de conteúdo está cada vez mais frequente e intensa, consequência da web 2.0, que facilita a autoria, a criação e o compartilhamento por qualquer internauta. A temática sistemas de recomendação (SRs), diante da constante produção de conteúdo, tem sido muito discutida em decorrência dos possíveis benefícios proporcionados pela aplicação de técnicas de filtragem de informações. A possibilidade de utilizar os interesses dos próprios usuários, combinada com o potencial de indicação de conteúdo interessante, faz dos SRs uma possível solução para a aproximação do usuário à informação de interesse no ambiente da internet.

No entanto, a grande quantidade de informações apresentadas ao usuário causa uma sensação bem comum à maioria dos usuários que faz uso da web: a de estar sobrecarregado ou mesmo de se sentir perdido com a variedade de alternativas que se apresentam entre conteúdos e sites.

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Medium 9788584291588

Capítulo 5. Recomendação de objetos de aprendizagem baseada em competências

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

5

RECOMENDAÇÃO DE OBJETOS

DE APRENDIZAGEM BASEADA

EM COMPETÊNCIAS

Patricia Alejandra Behar | Cristina Alba Wildt Torrezzan

Daisy Schneider | Ketia Kellen Araújo da Silva

A recomendação pedagógica em educação a distância (RecPed-EAD), conforme abordado no Capítulo 1, caracteriza-se por indicar um ou mais elementos de uma arquitetura pedagógica (AP), quais sejam, organizacionais, conteudinais, tecnológicos e/ou metodológicos, além de estratégias de aplicação, de acordo com o perfil do sujeito da EAD (individual e/ou coletivo). Este capítulo aborda a recomendação com foco no conteúdo da AP, o qual é apresentado, nesse caso, em forma de objetos de aprendizagem (OAs).

Os OAs são compreendidos como recursos educacionais digitais que podem ser desde um hipertexto, uma animação, um vídeo, um jogo ou a combinação desses. Seu objetivo é educacional, ressaltando a preferência por aqueles que integram múltiplas mídias, favorecendo a dinamicidade das ações e a interatividade dos alunos com várias linguagens.

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Medium 9788584291588

Capítulo 7. Sistemas de recomendação de e para grupos

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

7

SISTEMAS DE RECOMENDAÇÃO

DE E PARA GRUPOS

Ana Carolina Ribeiro Ribeiro | Fátima Weber Rosas

Gislaine Rossetti Ferreira | Patricia Alejandra Behar

Este capítulo trata de sistemas de recomendação (SRs) para a formação de grupos e para grupos existentes, tanto no contexto da educação a distância

(EAD) quanto em outros âmbitos.

Entende-se que a contribuição de SRs na EAD é evidenciada tendo em vista que um grupo é formado por diferentes perfis e que a união dos sujeitos individuais resulta em um novo perfil, o do grupo. Diante disso, novas necessidades e novos interesses emergem, fruto das trocas desses sujeitos, da busca de um objetivo comum e do confronto de diferentes ideias, entre outras possibilidades. Essas questões são ainda mais complexas nessa modalidade de educação em que os alunos, na maioria das vezes, não se conhecem e necessitam se aproximar para a realização de atividades e discussões ao longo de determinado curso.

Com base no exposto, ressalta-se a importância da recomendação tanto para a formação de um grupo, a partir de seus perfis, quanto para a identificação de estratégias e materiais para grupos já existentes. Dessa forma, a seguir será abordada a definição de grupos e suas características. Após, será apresentado o processo de recomendação de e para grupos na EAD, bem como os SRs para formar tais grupos. Por fim, serão elencados os SRs de materiais e recursos para os grupos, bem como as considerações que encerram o capítulo.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547208301

7.3 Estrutura e visão geral da Norma

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

mas indicações entendidas como apropriadas sem excluir ou mencionar outras, ou que certo procedimento é preferível a outros, mas não necessariamente exigível.

A recomendação pode ser feita na forma negativa, significando que o procedimento

é desaconselhado, mas não proibido. Também se usa a palavra “pode” para indicar que algo é possível ou permitido, mas não obrigatório5.

O fato de ser esta uma norma guia e, portanto, não certificável, gerou e continua gerando muita discussão e contestações6. Porém, prevaleceu o argumento de que a abrangência da responsabilidade social é muito complexa e visa ao desenvolvimento sustentável; assim, qualquer padrão para certificação seria diminuto e flexível. Além disso, uma norma guia pode ser perfeitamente integrável aos sistemas gerenciais existentes nas organizações, além de ser a base para a criação de normas com requisitos certificáveis sobre responsabilidade social, como a NBR

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Medium 9788547208301

7.1 As origens e o processo de elaboração da Norma

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

7.1 As origens e o processo de elaboração da Norma

A proliferação de normas sobre um mesmo assunto provocam iniciativas da ISO com vistas a criar uma norma internacional. Atender a diversas normas com exigências diferentes eleva os custos e impõe restrições à circulação de bens e serviços.

Fatos como esses já ocorreram com as normas de gestão da qualidade e de gestão ambiental. Com base na demanda mundial sobre o tema da responsabilidade social e com a criação de diversas normas nacionais sobre o tema, o Conselho da ISO aprovou, em 2001, uma resolução que ressalta a importância dos assuntos emergentes em relação à responsabilidade social e convidou seu Comitê de Política do

Consumidor (Copolco) a considerar a viabilidade de criar normas internacionais nessa área. Esse comitê sugeriu ao Technical Management Board da ISO (ISO/

TMB), o seu órgão técnico máximo, que fosse criado um grupo de especialistas no tema encarregado de recomendar à ISO se ela deveria ou não prosseguir na elaboração de normas de responsabilidade social, e, em caso positivo, sugerir quais seriam o escopo, a abrangência e o tipo de norma mais adequado.

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Medium 9788547208301

7.2 A natureza e o escopo da ISO 26000

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 7  A Norma ISO 26000 e seus desdobramentos

esse grupo na condução do processo de construção dessa norma internacional2.

Esse fato merece destaque porque constitui uma novidade sem precedente no processo de elaboração de normas pela ISO. Pela primeira vez a presidência dos trabalhos para gerar uma norma de gestão internacional é confiada a um representante de país não desenvolvido, no caso um brasileiro indicado pela ABNT3.

A primeira reunião plenária desse grupo foi realizada em Salvador, Bahia, com a presença de mais de trezentas delegações de países, organizações intergovernamentais e organizações da sociedade interessadas no tema da responsabilidade social. Essa reunião deliberou e aprovou o modus operandi dos trabalhos de construção de norma. A segunda reunião, realizada em Bangkok, Taiândia, aprovou a estrutura da norma ISO 26000, que será comentada mais adiante. Em

Lisboa foi realizada a terceira reunião plenária na qual foram analisados mais de

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Medium 9788547210250

4.2 Custos

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

4.2 Custos

4.2.1 Conceito de custos

Sob o ponto de vista econômico, custo é toda e qualquer aplicação de recursos, de diferen­ tes formas expressas em seu valor monetário, para a produção e distribuição de mercado­ rias ou prestação de serviços, até o ponto em que se possa receber o preço convencionado.

Custo final é a soma dos custos realizados no processo de produção e distribuição, compreendendo os valores que devem ser cobertos pelos preços de venda, inclusive as des­ pesas de cobrança das vendas, os tributos e as despesas de administração, transportes etc.

4.2.2 Gastos, custos e despesas

Quando um gasto for atribuído a vários produtos de uma indústria, ele passa a ser denomi­ nado custo ou custo de produção.

A denominação de despesa fica reservada aos gastos (ou custos) atribuídos aos exercí­ cios contábeis, compondo o resultado.

São custos de produção os seguintes itens:

• matéria-prima;

• mão de obra direta;

• mão de obra indireta (salários de supervisor, contramestre etc.);

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Medium 9788547213381

2.2 CRIAÇÃO DE VALOR: A CHAVE DA LUCRATIVIDADE

DRANOVE, David; MARCIANO, Sonia Editora Saraiva PDF Criptografado

consumo não controlam um recurso fundamental (os canais oferecidos pelo

Walmart). O resultado é o mesmo: é difícil obter lucros.

Esses exemplos mostram que para uma empresa ser lucrativa, não basta possuir uma competência (isto é, fazer alguma coisa bem). A empresa também deve:

##evitar os estragos da concorrência;

##sobreviver à ameaça de entrantes;

##controlar os recursos que determinam o valor de sua competência.

Essas não são as únicas limitações do conceito de competência. Há inúmeras questões associadas a colocar o conceito de competências em prática. Como uma empresa identifica uma competência? Como ela a adquire?

Como ela sabe que a competência é genuína?

Felizmente, podemos aprofundar nosso entendimento recorrendo a um conceito básico da microeconomia: o conceito de criação de valor. A nosso ver, essa simples ideia econômica pode servir como o fundamento para toda a estratégia. No restante deste capítulo, apresentaremos os princípios econômicos fundamentais da criação de valor. No Capítulo 3, apresentamos a visão baseada em recursos da empresa, uma teoria poderosa que esclarece como o valor é convertido em lucros.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520431993

26. Bases territoriais e redes do cluster de turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

26

Bases territoriais e redes do cluster de turismo

M A R I O C A R LO S B E N I

MAURO JOSÉ FERREIRA CURY

Introdução

Este capítulo se inicia com uma abordagem teórica e conceitual geográfica so‑ bre região, território e territorialidades. A segunda parte é dedicada às referências de redes, formas e conteúdos, associadas às empresas. A terceira expõe as redes territoriais e os aportes que fundamentam o território do cluster. Na quarta, refe‑ rencia‑se a formação de redes entre empresas de turismo e, para finalizar, abor‑ da‑se o envolvimento da gestão e marketing dos clusters de turismo.

A complexidade do tema inicia‑se pela inserção dos conceitos geográficos per‑ tinentes à região e território, que são os elementos de discussão primordiais na compreensão de um cluster.

Seria impossível imaginar o processo de implantação e consolidação dos clus‑ ters de turismo sem a compreensão clara, objetiva e fundamentada das redes de práticas sociais a várias escalas – seja na dimensão territorial, urbana, empresa‑ rial –, constituindo, assim, um dilatado campo de investigação para as formas de organização social.

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Medium 9788520431993

27. Clusters de turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

27

Clusters de turismo

M A R I O C A R LO S B E N I

Introdução

Há muito tempo, os clusters fazem parte da dimensão econômica, datando de séculos as concentrações de atividades empresariais em espaços geográficos, cons‑ tituídos pelas territorialidades estabelecidas pelas redes ambientais sociais e eco‑ nômicas de determinados setores específicos. Nos últimos vinte anos, temos obser‑ vado uma crescente inserção desse tema nas pesquisas acadêmicas, fato que co­incide com a evolução da competição e a maior complexidade das economias modernas. Porter (1989) já chamava a atenção sobre a globalização com a célere velocidade e intensidade do conhecimento, exercendo um destacado impacto so‑ bre o papel dos clusters na competição.

O conteúdo deste capítulo refere‑se, portanto, ao conceito e à contribuição teó­rica na construção dos clusters de turismo, tema de nossos estudos e pesquisas ao longo das duas últimas décadas em permanente e estreito contato com outros estudiosos do assunto, dentre os quais tomamos como referência o professor Gia‑ como Becattini, da Universidade de Estudos de Firenze, destacado pesquisador que produziu um verdadeiro tratado epistemológico sobre a análise histórica, filo‑ sófica, social e econômica dos distritos industriais italianos, sobre os quais decidi‑ mos alicerçar nossa fundamentação teórica para a elaboração do conceito, do obje‑ to e da metodologia para a construção dos clusters de turismo.

517

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Medium 9788520439234

6. Em busca de uma visão sistêmica na negociação

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

6.

EM BUSCA DE UMA

VISÃO SISTÊMICA

NA NEGOCIAÇÃO

6.1 Ligando negociação e sistemas

Quando se desenvolve uma negociação, é necessário, num primeiro momento, resolver algumas questões básicas iniciais para que a negociação possa prosseguir. Uma vez que os lados envolvidos no processo consigam resolver suas batalhas pessoais e tenham chegado à consciência dos seus sentimentos subjacentes, então irão gradualmente enfocar uma situação em que o “planejamento ideal” (de Churchman e Ackoff ) seja a preocupação principal de todos.

O processo de negociação bem-sucedido está todo nessas palavras adaptadas de Churchman (1979). A operacionalização pode ser esquematizada como o fazem Mintzberg (1973) ou Kinston e Algie (1989): são dois caminhos de tomada de decisão, inicialmente independentes, a serem percorridos revendo reiteradamente objetivos, restrições, alternativas e ofertas até que um entendimento seja atingido, ou, se o que ocorrer for um impasse, deve-se recorrer, finalmente, a um mediador ou árbitro externo, capaz de reorganizar os interesses das partes e de assisti-las na descoberta de uma solução.

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Medium 9788520439234

1. Negociação, administração e visão sistêmica

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

1.

NEGOCIAÇÃO,

ADMINISTRAÇÃO

E VISÃO SISTÊMICA

1.1 Negociação

A busca de relações duradouras nas negociações pode levar a novas negociações no futuro, além de manter e, inclusive, aperfeiçoar o contato já existente entre as partes do processo. Esse esforço para atender às várias partes envolvidas leva ao que, na literatura, é chamado de “ganha-ganha”

(Nierenberg, 1981; Jandt, 1985; Sparks, 1992; Weeks, 1992; Ury, 1993; Hodgson, 1996; Lewicki et al., 1996).

Haja visto que, em uma negociação, sempre deve-se buscar a satisfação de ambos os lados envolvidos, ou seja, o “ganha-ganha”, é importante que seja aplicada continuamente a visão sistêmica no processo, pois ela apresenta uma visão mais global da negociação, que possibilita enxergar, de maneira mais clara, os diferentes envolvidos, direta e indiretamente, no processo de negociação, bem como seus principais interesses e as diversas alternativas possíveis para a solução do conflito.

Além disso, a negociação deve buscar relações duradouras sempre, tentando identificar interesses comuns. Enquanto antes a ideia era a de levar vantagem em tudo, sem se preocupar em satisfazer ao outro lado envolvido na negociação, mais recentemente entendeu-se que atingir a satisfação de

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Medium 9788520439234

3. Uso dos estilos de negociação para a solução de conflitos

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

3.

USO DOS ESTILOS

DE NEGOCIAÇÃO

PARA A SOLUÇÃO

DE CONFLITOS

Os estilos de negociação podem ser um instrumento muito importante para a análise, encaminhamento e solução dos conflitos. São diversas as classificações possíveis, segundo as visões dos vários autores e os diferentes enfoques utilizados no sentido de identificar e descrever esses estilos.

3.1 A importância da utilização do conceito dos estilos de negociação

Na verdade, o uso da ideia dos estilos de negociação é conveniente para se buscar resposta para certas questões fundamentais, como: O que é um comportamento efetivo de negociação? Seria um tipo de comportamento de negociação mais bem-sucedido ou mais efetivo do que outro?

Um entendimento do conceito dos estilos de negociação e dos seus limites pode ser útil para o desenvolvimento de habilidades ou para enfrentar uma situação corriqueira de negociação, tanto em termos conceituais quanto em termos práticos.

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NEGOCIAÇÃO EMPRESARIAL

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