Manole (134)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520436561

Sumário

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

sumário

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

Lista de abreviaturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. XVII

PARTE 1- FUNDAMENTOS BÁSICOS SOBRE EVENTOS. . . . . . . . . . . 1

Capítulo 1: Origem, evolução, conceitos e tipologia de eventos . . . . . 3

Conceitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Tipologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Capítulo 2: Noções de planejamento de eventos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Concepção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429426

Se a Google fosse dona do mundo

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

Se a Google fosse dona do mundo

“O mecanismo de busca vai controlar o planeta”, declarou o escritor Paulo

Coelho. Mas certamente nem tudo, não é? A Google não vai querer administrar algo tedioso como um serviço público (apesar de estar investindo na indústria energética) ou uma empresa telefônica (bem, ela quase o fez) ou entrar para o setor da saúde (mas acabou de fazer isso) ou abrir um restaurante (por outro lado, sua cafeteria é mundialmente famosa e seu chef também – ele acabou de escrever o livro Food 2.0). Algumas pessoas desejam que a Google assuma um jornal – o The New York Times muitas vezes é citado –, empresas de entretenimento ou, quem sabe, a Microsoft, gigante do software. Mas não, a Google sabe o que ela é. Sua ambição não é dominar o mundo, e sim organizá-lo.

Então, agora que destilamos o sucesso da Google em uma série de leis e lições, tentaremos aplicá-las a algumas indústrias e instituições. Não vou fingir que consigo consertar uma empresa em poucas páginas. Se fosse tão fácil...

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Respostas dos Exercícios Propostos

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416624

Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (5087)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597021226

Vontade ética

Antônio Lopes de Sá Grupo Gen ePub Criptografado

Tudo o que provém do caráter já formado sob as condições da gênese ética; é ato de vontade.

Um complexo de atividades do ser humano, já inserido em seu universo mental, caracteriza o que denominamos “vontade ética”. Ela envolve a ação reflexa, a tendência, o instinto, a atividade ideomotriz, a vontade determinada e a vontade livre.

Cada uma dessas parcelas de que se compõe o todo que denominamos vontade ética tem sua importância e se justifica como conceito dentro do estudo da matéria.

Embora sejam sutis as diferenças entre tais elementos, na realidade, podem ser identificados, e para que se amplie seu estudo, necessário se faz que sejam delimitados, nessa proveitosa análise do ser perante a Ética.

O estado de consciência ética está em interação com a vontade ética.

O ato volitivo, a espontaneidade aparente no cumprimento dos princípios das virtudes morais e éticas, provém de uma consciência formada, mas dela se distingue pela forma e pela prática efetiva ou ação do estado consciente mental.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021226

Virtudes complementares profissionais

Antônio Lopes de Sá Grupo Gen ePub Criptografado

Além das virtudes básicas ou imprescindíveis a uma conduta eficaz fundamental, diversas outras, também, se fazem necessárias para que se alcance uma posição integral, no campo da convivência profissional.

Existem, pois, ampliações das virtudes básicas, como derivações delas e outras adicionais que completam ou complementam o fundamental.

Portanto, são complementares as virtudes que completam o valor da ação do profissional e ampliam as virtudes básicas, sendo, a transgressão delas, infração e perda da qualidade ética. Elas não são dispensáveis sob nenhum pretexto e só se classificam como complementares porque representam uma derivação importante na dilatação das virtudes básicas, notadamente daquelas do zelo e da honestidade.

Cuidaremos de algumas, genéricas, importantíssimas aos ramos profissionais liberais. Não abrangeremos a todas, pois demandariam uma prolixidade que não se enquadra dentro dos objetivos da presente obra. Todavia, as tratadas neste capítulo, por si só, conseguirão oferecer uma noção válida sobre a importância que representam.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021226

Virtudes básicas profissionais

Antônio Lopes de Sá Grupo Gen ePub Criptografado

Muitas são as virtudes que um profissional precisa ter para que desenvolva com eficácia seu trabalho. Em verdade, múltiplas exigências existem, mas entre elas, destacamse algumas, básicas, sem as quais se impossibilita a consecução do êxito moral.

Quase sempre, na maioria dos casos, o sucesso profissional se faz acompanhar de condutas fundamentais corretas. Tais virtudes básicas são comuns a quase todas as profissões, mas destacam-se, ainda mais, naquelas de natureza liberal.

Virtudes básicas profissionais são aquelas indispensáveis, sem as quais não se consegue a realização de um exercício ético competente, seja qual for a natureza do serviço prestado.

Tais virtudes devem formar a consciência ética estrutural, os alicerces do caráter e, em conjunto, habilitarem o profissional ao êxito em seu desempenho.

Uma vez mais destaco que não se confundem, em nosso estudo, o enriquecimento, nem a posse de cargos ou destaques sociais, com a verdadeira qualidade ética, embora tudo isto possa ser conseguido conjuntamente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021226

Virtude como substância ética

Antônio Lopes de Sá Grupo Gen ePub Criptografado

Com relatividade, entendo, deve analisar-se a expressão isolada, de Aristóteles: “aos hábitos dignos de louvor chamamos virtudes”.1

Nessa expressão quis o genial pensador, parece-nos, ressaltar o efeito (louvor) como causa determinante e não a virtude, em si, ou seja, o que ela de fato representa.

Sabemos, inclusive, que virtuosos não são dignos de louvor em meios nos quais o vício prevalece, o que não invalida o teor da virtude.

Entendo que nossa observação torna-se, pois, evidente, quando imaginamos que o louvor pode ser efeito de uma forma particular de ver as coisas, relativa a um grupo de pessoas, ou, também, uma ótica particular de conduta grupal.

A virtude não é apenas o que se pode louvar, pois isto dependeria de parametrias variáveis e incertas; para um grupo de assassinos pode ser louvável o atirador impiedoso e veloz, mas, para homens de conduta humana correta, tal comportamento seria reprovável.

A conduta virtuosa, como a entendo, é algo essencial e estriba-se na qualidade do ser em viver a vida de acordo com a natureza da alma, ou seja, na prática do amor, em seu sentido pleno de não produzir malefícios a si e nem a seu semelhante.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade IV (Apêndices) –  Alterações Principais da Lei nº 11.638, de 2007 (Comunicado da CVM) /  A Lei das Sociedades por Ações (1976)

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

Unidade IV

(Apêndices)

– �Alterações Principais da Lei nº

11.638, de 2007 (Comunicado da

CVM)

– �A Lei das Sociedades por Ações

(1976)

Apêndices aos Capítulos 3, 4 e 5

Introdução

O mundo da teoria nem sempre é totalmente coincidente com a realidade das normas e procedimentos emanados de órgãos reguladores.

Na estruturação dos Postulados, Princípios e Convenções apresentados nos

Capítulos 3, 4 e 5, já vistos, preferimos manter o formato já exaustivamente testado e que vem da formulação original, com adaptações, de Hendriksen.

Entretanto, outros autores (como os que aparecem no Apêndice) e os órgãos reguladores seguem uma formação diferenciada, mais detalhada em alguns itens e menos em outros.

Nem todas as estruturas conceituais do tipo FASB, IASB e CPC/CVM contêm todos os postulados, princípios e convenções estudados nos capítulos passados.

No entanto, como a contabilidade brasileira convergiu para as normas do

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (253)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577801091

Capítulo 9 - A Cultura de Produção Lean

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

A Cultura de Produção Lean

Dança melhor quem dança com vontade.

Irving Layton

A intensidade é a alma da produção lean e os membros de equipe são seu coração. Eu havia experimentado emoções intensas antes de ir para a Toyota – a intensa emoção de constantemente apagar incêndios. Com efeito, em muitas organizações, as pessoas são valorizadas conforme sua habilidade de apagar incêndios. A intensidade da Toyota é completamente diferente.

Descobri que o Departamento de Recursos Humanos (RH), um setor periférico em muitas organizações, é central na Toyota porque fornece o input mais importante – pessoas. O RH precisa lidar com questões difíceis:

• Quais são as qualidades que procuramos em nossos membros de equipe?

• Como recrutamos essas pessoas?

Como as treinamos e desenvolvemos?

Como as motivamos?

Com quais atividades podemos envolvê-las?

Como mediremos cada um desses parâmetros?

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801091

Capítulo 8 - Planejamento Hoshin

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Planejamento Hoshin

Passo a passo, percorra a estrada de mil milhas.

Miyamoto Musashi1

O desperdício de conhecimento talvez seja o desperdício mais difundido de todos. Com efeito, se a popularidade de Dilbert servir de sinal, o desperdício de conhecimento tomou

2 proporções epidêmicas na América do Norte. Segundo Thomas Homer-Dixon , estamos lutando contra uma deficiência de inventividade: uma lacuna entre nossa crescente necessidade por inventividade e nosso suprimento inadequado. Homer-Dixon argumenta que existem dois tipos de inventividade: a técnica e a social. Temos a primeira em abundância. O limite não está na tecnologia, mas em governança.

É necessário que tenhamos engenhosidade social para responder as seguintes perguntas:

Como identificar nossas metas cruciais?

Como desenvolver planos e alinhar nossas atividades?

Como comunicar nossas atividades de metas a cada nível dentro do trabalho?

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801091

Capítulo 7 - Envolvimento - O Vento que Enche a Vela

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Envolvimento – O Vento que Enche a Vela

Que terrível desperdício de material humano.

Taiichi Ohno

Assim como o vento dá vida a um belo barco a vela, o envolvimento anima o sistema Toyota. Envolvimento deve ser administrado tão intensamente quanto produção e qualidade. À medida que expandimos na Toyota Cambridge, aprendemos a fazer perguntas tais como:

De que forma envolveremos nossos membros de equipe?

Quais são as habilidades que esses precisarão para se envolver?

Como apoiaremos e manteremos o envolvimento?

Como mediremos o envolvimento?

Qual é o papel da gerência?

Essas perguntas orientaram nossa estratégia cultural.

Por que envolvimento?

Levou-me algum tempo para compreender a importância do envolvimento, já que aprendera tudo o que sabia dentro de uma prática administrativa contemporânea. Com efeito, aprendera que devemos manter as pessoas desinformadas, especialmente se pertenciam aos sindicatos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801091

Capítulo 6 - Jidoka

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Jidoka

Pare a produção para que a produção nunca tenha que parar.

Provérbio da Toyota

A palavra japonês ji-do-ka consiste de três caracteres chineses. O primeiro, ji, se refere ao próprio trabalhador. Se ele sente que “algo não está bem”, ou que “está criando um defeito”, deve parar a linha. Do se refere ao movimento, ou trabalho, e ka ao sufixo “ação”.

Juntando as partes, jidoka tem sido definido pela Toyota como “automação com uma mente humana” e se refere aos trabalhadores e às máquinas inteligentes identificando os

1 erros e decidindo por contramedidas rápidas.

Na Toyota passei a entender que jidoka significa criar processos livres de defeitos por constantemente fortalecer:

• A capacidade do processo.

• A contenção. Os defeitos são rapidamente identificados e contidos em uma zona.

• O feedback. Para que rápidas contramedidas possam ser tomadas.

Também comecei a compreender que jidoka representa uma revolução no gerenciamento de qualidade que talvez ainda não tenha sido totalmente compreendido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801091

Capítulo 5 - Produção Just-in-Time

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Produção Just-in-Time

Em um período de baixo crescimento econômico, a superprodução é um crime.

Taiichi Ohno

Produção just-in-time (JIT) significa produzir o item necessário na hora necessária na quantidade necessária. Qualquer outra coisa acarreta muda. A Toyota introduziu o JIT nos anos 50 como uma reação a problemas muito concretos, tais como:

Mercados fragmentados que demandavam muitos produtos em volume baixo.

Uma dura concorrência.

Preços fixos ou em queda.

Uma tecnologia que rapidamente mudava.

O alto custo de capital.

Trabalhadores capazes que exigiam maior nível de envolvimento.

Na Toyota, passei a entender que JIT deve ser apoiado por todo o sistema lean.

Por que JIT?

Fabricantes convencionais de produtos em massa “empurram”1o produto pelo sistema inde2 pendente da demanda real . Um cronograma mestre é elaborado baseado na demanda projetada. Pedidos diários são passados para cada departamento para que produzam as peças que a montagem final precisará. Como os tempos de troca são longos, lotes grandes são comuns.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (2062)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577806164

Voxiva: Alertas de Saúde para Todos

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

Estudos de Caso e Comentários de CEOs

Voxiva: Alertas de

Saúde para Todos

Conseguimos começar porque arrecadamos dinheiro junto a pessoas que acreditavam que o que fazíamos era importante para o mundo e também que havia um negócio a ser explorado.

— Paul Meyer

Nas duas últimas décadas, a propagação de doenças como a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), a Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS), a hepatite C e a febre hemorrágica causada pela dengue, além dos surtos de enfermidades tradicionais como o tifo e a difteria, renovaram a conscientização da sociedade quanto às ameaças globais representadas pelas doenças infecciosas. Com efeito, enfermidades contagiosas como cólera, meningite e sarampo são responsáveis por 63%

A ameaça da rápida das mortes infantis e 48% das mortes prematudisseminação regional, ras no mundo, sendo no mínimo 300 milhões o nacional e global dessas número de pessoas que sofrem de casos agudos

1 enfermidades impõe de malária, 90% das quais na África subsaariana . um novo desafio: sua

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806164

Universidade de Maastricht

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Universidade de Maastricht

Educação Gerencial para os Pobres:

A História da Escola de Administração de Maastricht

Em países em desenvolvimento com sólidos mercados na BP, a qualidade dos sistemas de ensino superior têm sido tradicionalmente precária. Em tais países, quase nunca há recursos suficientes disponíveis para a educação escolar primária e secundária das crianças. Não é de admirar, portanto, a escassez de recursos para um ensino superior de qualidade. Em muitos países da África, por exemplo, as faculdades de administração inexistem ou fundamentam-se em materiais teóricos ocidentais ultrapassados sem qualquer relevância prática para os alunos. Desses livros didáticos de administração constam exemplos de empresas com as quais a maioria dos estudantes não tem a menor familiaridade ou das quais sequer ouviu falar. Mais significativo talvez seja o fato de que muitas de suas abordagens teóricas avançadas assumem já ter sido alcançado certo nível de infraestrutura e desenvolvimento econômico, pois isso corrobora sua aplicação nos mercados e países em desenvolvimento. Em muitos casos, mesmo a menor infraestrutura de mercado imaginável ainda não existe. Está claro, no entanto, que a educação, e em particular a educação gerencial, é decisiva para o desenvolvimento da comunidade local de negócios

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806164

Unilever

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Unilever

Fazendo o Bem, Fazendo Bem

Fazer negócios de maneira responsável e bem-sucedida – ou, se preferir, fazer o bem e fazer bem – são dois lados da mesma moeda.

— Patrick Cescau, em discurso proferido no

Business as an Agent of World Benefit,

Cleveland, Ohio, outubro de 2006

A filantropia corporativa goza de uma longa e magnífica história. A Unilever deve sabê-lo. Hoje em dia, fazer doações de caridade e apoiar atividades comunitárias ainda é uma forma importante de as empresas ajudarem a enfrentar os desafios sociais. Mas, nas últimas décadas, a agenda sofreu uma mudança significativa. Cada vez mais se admite que a responsabilidade das empresas para com a sociedade em geral vá muito além dos gestos filantrópicos – por mais generosos que sejam. A responsabilidade social e a sustentabilidade ambiental converteram-se na divisa das organizações que querem prestar uma contribuição mais relevante às comunidades em que atuam. Muitos fatores explicam essa mudança de ênfase. Por exemplo, é crescente o reconhecimento de que os desafios sociais e ambientais com que nos deparamos neste século XXI são tão complexos e multidimensionais que não podem ser solucionados exclusivamente pelos governos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807215

um Processo Formal

Henry Mintzberg ; Bruce Ahlstrand ; Joseph Lampel Grupo A PDF Criptografado

capítulo

3

A Escola de Planejamento:

A Formulação de Estratégia como um Processo Formal

“O que eu mais gosto em ser um filósofo-cientista

é que não preciso sujar as mãos”.

58

Safári de Estratégia

“Eu estava numa cama quente e, de repente, faço parte de um plano”.

Woody Allen, em Neblina e Sombras

N

a década de 70 ocorreu a divulgação de, literalmente, milhares de artigos, em publicações acadêmicas e na imprensa de negócios, que exaltavam as virtudes do “planejamento estratégico” formal. Em certo sentido, esse fato foi um enorme sucesso, pois implantou nas mentes dos gerentes, em todas as partes, uma espécie de imperativo a respeito do processo: que era algo moderno e progressivo para o qual os gerentes deveriam dedicar mais tempo.

As mensagens centrais da escola de planejamento sintonizavam perfeitamente com toda a tendência em ensino de administração e com a prática empresarial e governamental: procedimento formal, treinamento formal, análise formal, muitos números. A estratégia devia ser guiada por um quadro de planejadores altamente educados, uma parte de um departamento especializado de planejamento estratégico com acesso direto ao executivo principal. A aparição da

Ver todos os capítulos
Medium 9788565848312

Texto

Frederico de Mello Brandão Tavares; Reges Schwaab Grupo A PDF Criptografado

10

Texto

O aprofundamento como caminho da reportagem de revista

Thaís Furtado

O TEMPO DA REPORTAGEM

Se você acompanhou a Copa do Mundo de

1998, deve se lembrar da expectativa dos brasileiros na partida final entre Brasil e França.

Até o dia do jogo, como em qualquer evento desse porte, jornalistas faziam matérias sobre os mais diversos assuntos: os jogadores, os resultados, as torcidas, os hábitos dos franceses, os locais que poderiam ser visitados no país sede do espetáculo.

Na hora de o Brasil entrar em campo contra a França, no entanto, surgiu uma notícia: Ronaldo, o fenômeno, não estava na escalação, e Edmundo foi anunciado em seu lugar. Minutos mais tarde, uma nova mudança: Ronaldo tinha, sim, condições de jogar. Jogou, mas sua atuação foi apagada.

O resultado foi uma derrota de três a zero e um vice-campeonato cheio de dúvidas sobre o que teria acontecido com um dos maiores jogadores brasileiros de todos os tempos.

Até aquele momento, durante a

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (1198)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547209582

Um tema de muitas faces ede importância central

VELOSO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução

Um tema de muitas faces e de importância central

Pense rapidamente. O que lhe vem à mente quando você se refere a direitos humanos? O que costuma ouvir em sua vida cotidiana, no transporte para o trabalho, para a escola, para o lazer, quando está na academia, no mercado, na praça, nas reuniões entre família e amigos?

Quando nos questionamos sobre isso, em geral as respostas que recebemos são diversas. Aqueles que participaram de manifestações de rua em junho de 2013 poderiam pensar em Amarildo, morador do bairro da Rocinha, no Rio de Janeiro, que

“desapareceu” após abordagens policiais — legítima e corajosa lembrança de um fato que mobilizou o Brasil e o mundo naquele momento. Talvez, contudo, se surpreendessem ao saber que desaparecimentos como o de Amarildo se contam aos milhares ao ano no Brasil.

Outras pessoas poderiam se lembrar de alguns de seus livros de história e falar das comissões da verdade que buscam, no momento em que este texto é escrito, reconstituir violações de direitos humanos ocorridas no Brasil. Assim como na

Ver todos os capítulos
Medium 9788547220228

Tabelas

Pedro A. Morettin, Wilton de O. Bussab Editora Saraiva PDF Criptografado

t a b e l a s

As tabelas a seguir são, em geral, autoexplicativas, mas o uso de cada uma está explicado no texto. O Manual Explicativo de Pereira e Bussab (1974) pode ser consultado para mais explicações.

1. As Tabelas I a VII são reproduzidas de Pereira e Bussab (1974), com permissão da Editora e autores.

2. A Tabela VIII foi elaborada usando o SPlus e baseada em Lehmann (1975).

3. As Tabelas IX e X são adaptadas de Pereira e Bussab (1974), com permissão da Editora­e autores.

016

002

0+m

0+m

0+m

0+m

0+m

0+m

0,95

0,05

774

204

021

001

0+

0+

0,95

0,05

663

279

051

005

0+

0+

0+

0+

0+

0,95

0,05

569

329

087

014

001

0+ m

0+ m

0+m

0+ m

0+ m

0+m

0+ m

0,95

n=2

p→

x=0 x=1 x=2

x=3 x=4 x=5

n=5

Ver todos os capítulos
Medium 9788553131907

Sumário

CREPALDI, Sílvio Aparecido Editora Saraiva PDF Criptografado

Sumário

1

Auditoria fiscal e tributária................................................................. 1

1.1 Introdução............................................................................................... 1

1.2 Fundamentos de auditoria contábil........................................................... 2

1.3 Conceito e aplicação da auditoria contábil................................................. 4

1.3.1 Conceito..................................................................................... 4

1.3.2 Objetivo..................................................................................... 6

1.3.3 Objeto........................................................................................ 6

1.4 Reflexos da auditoria contábil sobre a riqueza patrimonial......................... 7

1.5 Filosofia da auditoria contábil................................................................... 7

1.6 Papel da auditoria contábil....................................................................... 9

Ver todos os capítulos
Medium 9788553131488

SUMÁRIO

Tania Maria Vidigal Limeira, Pedro de Luna Freire Editora Saraiva PDF Criptografado

SUMÁRIO

C A P Í T U LO 1

EMPREENDEDORES SOCIAIS E NEGÓCIOS DE IMPACTO, 1

1.1 Empreendedores sociais, 2

1.1.1 Impacto social, 3

1.1.2 Propósito social, 5

1.1.3 Negócios de impacto, 5

1.1.4 Governança participativa, 6

1.1.5 Negócios inclusivos, 6

1.2 Evolução do empreendedorismo social, 8

1.3 Fatores que impulsionam os negócios de impacto, 11

Resumo, 14

Checklist para os empreendedores, 14

C A P Í T U LO 2

ECOSSISTEMA DOS NEGÓCIOS DE IMPACTO, 15

2.1 Ecossistema de negócios, 16

2.2 Participantes do ecossistema de inovação, 20

2.2.1 Inovação, 20

2.2.2 Inovação social, 24

2.3 Mapeamento do ecossistema de negócios de impacto, 28

2.4 Redes de colaboração e parcerias, 34

Resumo, 35

Checklist para os empreendedores, 35

C A P Í T U LO 3

DEMANDAS SOCIAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS, 37

3.1 Desenvolvendo um negócio de impacto social, 38

Ver todos os capítulos
Medium 9788571440111

Sumário

Luciano Marcio Scherer, Cláudio Marcelo Rodrigues Cordeiro, Aderbal Muller Editora Saraiva PDF Criptografado

Sumário

1

Estrutura Conceitual para a elaboração e divulgação de Relatório Contábil-Financeiro

1.1 Aspectos introdutórios................................................................................ 1

1.2 Fases de construção da Estrutura Conceitual..................................... 2

1.2.1 Destaques do Capítulo 1 da Estrutura Conceitual................ 3

1.2.2 Destaques do Capítulo 3 da Estrutura Conceitual................ 4

1.3 Ênfase da utilização dos relatórios contábil-financeiros

na tomada de decisões............................................................................... 4

1.4 Overview do Capítulo 1 – Objetivo do relatório contábil-financeiro

de propósito geral......................................................................................... 5

1.4.1 Objetivo do relatório contábil-financeiro

de propósito geral............................................................................ 5

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais