Manole (134)
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Medium 9788520433256

7. O produto, fruto de sua ideia

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

7

O produto, fruto de sua ideia

Objetivos deste capítulo

Demonstrar a importância do desenvolvimento do conceito do produto.

Definir as prioridades no planejamento do lançamento de um produto, como estimativa de demanda.

Desenvolvimento do projeto do produto, desenhos, listas de materiais e processos de produção.

Apresentar os testes necessários para colocar um produto no mercado.

Demonstrar as diversas estratégias competitivas para enfrentar o mercado em todas as fases do ciclo de vida do produto.

Visão conceitual de produtos no mercado

Buscando os meios e as opções disponíveis que possam satisfazer ao seu desejo, os quais convencionou-se chamar de produtos, o homem atribui a cada um deles um

“Um produto é tudo aquilo capaz de satisfazer a um desejo.”

Philip Kotler

133

Book 2.indb 133

5/30/14 6:48 PM

valor, na razão direta da possibilidade de suprir e atender com maior ou menor satisfação ao seu desejo.

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Medium 9788520433256

9. O ponto de venda do seu produto

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

9

O ponto de venda do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é ponto de venda e sua importância para o sucesso do empreendimento.

Reforçar o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão conceitual de ponto de venda no mercado

O ponto de venda ou distribuição pode ser entendido como a combinação de agentes por meio dos quais o produto flui, desde o produtor até o consumidor final.

Se você for um empreendedor do setor industrial, dependendo da logística planejada, poderá utilizar o atacadista, o distribuidor, o varejista, o correio, uma loja própria, ou qualquer outro canal para distribuir seus produtos na praça. Mas se você for um empreendedor do setor comercial, alguns desses canais de distribuição não poderão ser utilizados, pois pode tratar-se de um fornecedor ou de um concorrente. Por exemplo, se você tiver um comércio varejista, provavelmente, terá atacadistas ou distribuidores como seus fornecedores.

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Medium 9788520431092

6. Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

6

Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Rosânia Dela Bruna

Introdução

Normalmente, quando falamos em eventos corporativos imaginamos um ambiente formal e sério. Os formatos que nos vêm à mente são: convenções, treinamentos, reuniões de negócios, de ajustes ou apresentação de metas; participações em feiras e exposições, e lançamentos de produtos. Neste capítulo, porém, pretendemos abordar um aspecto do evento corporativo que, muitas vezes, é negligenciado: atrair pelo encantamento para, então, aproximar e, consequentemente, facilitar o processo de realização de negócios.

Alguns eventos corporativos atuais, se parecem, na plástica, muito mais com eventos sociais, mas seus objetivos não se afastam um centímetro do principal motivo da existência de todas as empresas: gerar negócios.

Cada vez mais as empresas têm realizado eventos com atmosfera mais amena e relaxada, propícia ao network, ao desenvolvimento de relacionamentos com seus clientes; são os chamados “eventos de relacionamento”, que, de maneira mais descontraída, criam momentos que possibilitam a aproximação de suas equipes ou diretorias com as respectivas equipes e diretorias de seus clientes, ou seja, os mantenedores de seus negócios, seu maior capital. Não significa que os formatos mais fechados não cumpram essa função; mas como têm atmosfera mais rígida, horários definidos e programação a ser cumprida, mesmo sendo produtivos, nem sempre aproximam as pessoas na relação empresa versus cliente.

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Medium 9788520431092

8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

8

Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Grupo Gen (4484)
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Medium 9788521628217

PARTE II - CAPÍTULO 10 - ANÁLISE DE NEGÓCIOS

CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; LEMES Jr., Antonio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

10

Análise de Negócios

10.1 Introdução, 275

10.2 Importância do Ambiente de Negócios, 276

10.3 Principais Técnicas de Avaliação, 276

10.4 Avaliação do Negócio, 287

10.5 Benefícios Fiscais e Riscos Empresariais, 287

10.6 Alianças Estratégicas, 288

10.7 Observações Finais , 289

10.8 Questões e Exercícios, 289

10.9 Sugestões de Consulta, 291

10.1

Introdução

O investidor e/ou o gestor depara-se permanentemente com algumas questões relacionadas à viabilidade dos negócios. Essas questões surgem em três momentos: nos passos iniciais para a formulação do projeto que dará origem ao investimento; na análise dos resultados obtidos ao longo do tempo da vida do investimento; e no planejamento dos anos futuros do projeto.

Este capítulo apresenta as principais técnicas utilizadas para as respostas a essas questões, auxiliando na tomada de decisões relacionadas ao início de determinado investimento, se os resultados que o investimento está proporcionando estão adequados às expectativas que o levaram a ser realizado, e se os planos futuros do investimento trarão os resultados esperados.

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Medium 9788521628217

PARTE I - CAPÍTULO 4 - CAPITAL DE GIRO

CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; LEMES Jr., Antonio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

4

Capital de Giro

4.1

4.2

4.3

4.4

4.5

4.6

4.7

4.8

4.9

4.10

4.11

4.1

Introdução, 85

Caixa, 86

Contas a Receber, 91

Contas a Pagar, 98

Estoques, 99

Capital Circulante, 106

Capital Circulante e Ciclo Operacional, 108

Fontes de Financiamento de Curto Prazo, 113

Elaboração e Acompanhamento do Fluxo de Caixa, 119

Questões e Exercícios, 122

Sugestões de Consulta, 126

Introdução

Os pagamentos e recebimentos diários constituem o início dos aspectos financeiros essenciais à empresa. A programação das entradas e saídas, o acompanhamento das contas a receber, das contas a pagar e o controle dos saldos do caixa da empresa e das contas bancárias são atividades financeiras básicas, indispensáveis para a sobrevivência dos negócios. Essa movimentação de recursos ocorre diariamente e é denominada Gestão Financeira de Curto Prazo; os recursos envolvidos constituem o Capital Circulante, mais conhecido como Capital de Giro.

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Medium 9788521632313

5 - INDICADORES DE AVALIAÇÃO FINANCEIRA

RIANI, Flávio Grupo Gen PDF Criptografado

5

Indicadores de

Avaliação Financeira

INTRODUÇÃO

A

s análises desenvolvidas nos dois capítulos anteriores mostraram as características dos gastos governamentais e de seus mecanismos de financiamento, principalmente a tributação.

Este capítulo tem por objetivo construir uma série de indicadores que possibilitem uma análise mais consistente sobre a situação das finanças públicas de cada esfera de governo, principalmente de estados e municípios.

Conforme foi mencionado no capítulo anterior, existe uma distinção entre a competência tributária e a competência financeira. Essa distinção cria uma série de mecanismos de transferências de recursos financeiros que precisa ser devidamente observada para que não haja duplicidade de informações e para que se depure, de fato, qual o montante financeiro tributário e outros que cada esfera de governo tem efetivamente à sua disposição.

Dessa forma, este capítulo trata, na primeira parte, de uma apresentação das contas de receitas, a segunda parte preocupa-se com as contas de despesas; e a terceira parte trata da criação de indicadores de avaliações financeiras.

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Medium 9788521632313

3 - GASTOS PÚBLICOS

RIANI, Flávio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Gastos Públicos

INTRODUÇÃO

O

s gastos públicos constituem-se na principal peça de atuação do governo. Por meio deles, o governo estabelece uma série de prioridades no que se refere à prestação de serviços públicos básicos e aos investimentos a serem realizados.

Dada a importância desse instrumento, este capítulo destacará as principais discussões acerca dos gastos públicos, com o objetivo de fornecer elementos que auxiliem em sua compreensão e interpretação.

Dessa forma, além dos aspectos conceituais, serão analisadas também suas diversas formas de apresentação. Além disso, serão destacados também alguns modelos macro e microeconômicos que permitirão melhor compreensão dos fenômenos que interferem em sua magnitude, em seu comportamento e em seu crescimento ao longo do tempo.

No apêndice deste capítulo é feita também a apresentação de algumas variáveis e formas de apresentação dos gastos públicos no Brasil, com o objetivo de analisar seu crescimento, sua estrutura e sua distribuição, bem como de compará-las com a situação de outros países.

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Medium 9788521628675

10 Comentários finais

F. Portugal Grupo Gen PDF Criptografado

10

Comentários finais

Não tive neste livro a pretensão de dar resposta a todas as possíveis questões que o estudante coloca quando confrontado com a tarefa de escrever um trabalho, um artigo, uma dissertação ou tese, nem às de um pesquisador júnior que começa a escrever o seu primeiro artigo para publicação. Também não pretendi estabelecer os critérios (normas de estrutura e organização, e sugestões de redação) para satisfazer todos os tipos de trabalhos. É evidente que diferentes tipos de trabalho terão diferentes exigências. Por exemplo, sugiro que nos trabalhos para as disciplinas o estudante siga sempre o normativo definido pelo professor. Nas dissertações ou teses importa seguir as normas específicas da universidade. Por outro lado, os artigos qualitativos e estudos de caso têm estruturas distintas. Em suma, o fundamental é seguir sempre o normativo específico para cada situação.

No entanto, pretendi sistematizar um pouco do que li e aprendi nesta prática da pesquisa, do pensamento, da escrita e da organização do texto, com a expectativa, ou o desejo, de que seja útil aos meus futuros alunos. Talvez o objetivo de proporcionar-lhes um guia sobre questões de organização, de estilo e de forma seja ambicioso e algo pretensioso. Não se ensina um estudante a pensar a pesquisa nem a escrever com este livro. A minha

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Grupo A (253)
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Medium 9788580554311

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Retorno e Risco

363

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Retorno esperado e variância

Suponhamos que analistas financeiros acreditem que haja quatro estados da economia com probabilidades iguais, sendo eles: estados de depressão, de recessão, de normalidade e de expansão. É esperado que os retornos da Companhia Supertech acompanhem a economia, enquanto os retornos da Companhia Slowpoke não o façam. As previsões de retorno são as seguintes:

Retornos da Supertech

RAt

Retornos da Slowpoke

RBt

Depressão

220%

Recessão

10

20

5%

Normalidade

30

212

Expansão

50

9

A variância pode ser calculada em quatro etapas. Para calcular o desvio padrão, mais uma etapa deve ser feita. (Os cálculos são apresentados no Quadro 11.1.) As etapas são as seguintes:

1. Calcule o retorno esperado:

2. Para cada empresa, calcule o desvio de cada retorno em relação ao retorno esperado previamente conhecido. Essa etapa é representada na terceira coluna do Quadro 11.1.

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Medium 9788580554311

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução às Finanças Corporativas

Por último, nosso objetivo não quer dizer que o administrador financeiro deva tomar medidas ilegais ou antiéticas ou descuidar de questões ambientais e de sustentabilidade na esperança de aumentar o valor do patrimônio dos sócios da empresa. Apenas defendemos que o administrador financeiro atenderá melhor aos proprietários da empresa ao identificar bens e serviços que agreguem valor, porque eles são desejados e valorizados em um mercado de livre concorrência.

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Já vimos que o administrador financeiro busca o melhor interesse dos acionistas ao adotar medidas que aumentam o valor das ações. Entretanto, em grandes empresas de capital aberto, a propriedade pode se diluir em um número enorme de acionistas.3 Essa dispersão de propriedade possivelmente significa que quem realmente controla a empresa são os seus administradores.

Nesse caso, a administração necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos acionistas? Caso exista um acionista controlador, ele necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos não controladores? Em outras palavras, a administração, ou o controlador, não poderia buscar seus próprios objetivos em detrimento daqueles dos acionistas em geral, e os dos acionistas minoritários, no caso de preeminência do controlador? Nas próximas páginas, faremos uma consideração rápida sobre alguns dos argumentos relacionados a essa questão.

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Medium 9788580554311

8.2 Títulos públicos e títulos corporativos

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

248

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

EXEMPLO 8.5

Retorno até o vencimento de um cupom zero com capitalização semestral

Suponha que a empresa Sete Polegadas emita um título de cupom zero por cinco anos e valor de face de $ 1.000. O preço inicial é definido a $ 508,35. Qual é o retorno até o vencimento com capitalização semestral?

O retorno pode ser expresso como:

O expoente do denominador é 10, porque cinco anos contêm 10 semestres. O retorno, y, é igual a 7%. Como y é expresso como um retorno em um intervalo de seis meses, o retorno até o vencimento, expresso em uma taxa percentual, é de 14%.

8.2 Títulos públicos e títulos corporativos

Se você está nervoso com o nível da dívida acumulada pelo governo norte-americano, não acesse www. publicdebt.treas.gov ou www.brillig.com/debt_ clock!

Aprenda tudo sobre títulos de dívida do governo norte-americano em www.newyorkfed.org.

Outro site interessante sobre o mercado de títulos de dívida é money. cnn.com.

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Medium 9788580554311

18.3 O método do custo médio ponderado de capital

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 18

Avaliação e Orçamento de Capital da Empresa Alavancada

Etapa 3: Avaliação

O valor presente do FCA do projeto é:

Como o investimento inicial é de $ 475 mil e são tomados $ 126.229,50 no empréstimo, a empresa deve adiantar para o projeto $ 348.770,50 (�$ 475.000 � $ 126.229,50) de suas próprias reservas de caixa. O valor presente líquido do projeto é simplesmente a diferença entre o valor presente do FCA do projeto e o investimento com capital próprio. Assim, o VPL é:

$ 378.688,50 � $ 348.770,50 � $ 29.918 que é idêntico ao resultado encontrado com a abordagem do VPA.

18.3 O método do custo médio ponderado de capital

Por fim, podemos avaliar um projeto ou uma empresa usando o método do custo médio ponderado de capital (CMPC). Embora esse método tenha sido discutido em capítulos anteriores, vale a pena revisá-lo aqui. A abordagem do CMPC começa com o entendimento de que projetos de empresas alavancadas são, simultaneamente, financiados por dívida e capital próprio. O custo de capital é a média ponderada do custo da dívida e do custo do capital próprio. O custo do capital próprio é RS. Ignorando os tributos, o custo da dívida é simplesmente a taxa de empréstimo, RB. Entretanto, com tributos de pessoa jurídica, o custo apropriado da dívida é (1 � tC) RB, o custo da dívida após a tributação.

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Medium 9788580554311

18.4 A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

602

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

O investimento inicial é de $ 475 mil; assim, o VPL do projeto é:

$ 504.918 � $ 475.000 � $ 29.918

Observe que as três abordagens produzem o mesmo valor.

18.4

A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Neste capítulo, apresentamos três abordagens para a avaliação de projetos de uma empresa alavancada. A abordagem do valor presente ajustado (VPA), em primeiro lugar, avalia o projeto em uma base somente de capital próprio. Ou seja, os fluxos de caixa após a tributação dos lucros do projeto com financiamento somente com capital próprio (chamados de fluxos de caixa não alavancados, ou FCNA) são colocados no numerador da equação de orçamento de capital. A taxa de desconto, supondo financiamento somente com capital próprio, aparece no denominador. Nesse ponto, o cálculo é idêntico ao realizado nos capítulos iniciais deste livro.

Acrescentamos, em seguida, o valor presente líquido dos efeitos da dívida. Destacamos que o valor presente líquido dos efeitos da dívida provavelmente seja a soma de quatro parâmetros: efeitos fiscais, custos de emissão, custos de falência e subsídios.

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Grupo A (2033)
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Medium 9788536322483

1. Introdução à Química de Alimentos

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Introdução à Química de Alimentos

1

Owen R. Fennema, Srinivasan Damodaran e Kirk L. Parkin

CONTEÚDO

1.1 O que é química de alimentos? . . . . . . . . . . . . .

1.2 História da química de alimentos . . . . . . . . . . .

1.3 Estratégias para o estudo da química de alimentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1.3.1 Análise de situações ocorridas durante o armazenamento e o processamento de alimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1.4 Papel social do químico de alimentos. . . . . . . .

1.4.1 Por que o químico de alimentos deve estar envolvido em questões sociais? . . .

1.4.2 Tipos de envolvimento . . . . . . . . . . . . . .

Referências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1.1

13

13

16

18

20

20

21

22

O QUE É QUÍMICA DE ALIMENTOS?

A ciência dos alimentos trata de suas propriedades físicas, químicas e biológicas e de suas relações com estabilidade, custo, processamento, segurança, valor nutricional, salubridade e conveniência. A ciência dos alimentos é um ramo das ciências biológicas e um tópico interdisciplinar que envolve basicamente microbiologia, química, biologia e engenharia.

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Medium 9788536322483

6. Enzimas

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Enzimas

6

Kirk L. Parkin

CONTEÚDO

6.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2 Natureza geral das enzimas . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.1 Enzimas como biocatalisadores . . . . . . .

6.2.2 Natureza proteica e não proteica das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.3 Poder catalítico das enzimas . . . . . . . . . .

6.2.3.1 Teoria de colisões para reações catalisadas . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.3.2 Teoria do estado de transição para catálise enzimática . . . . . . .

6.2.4 Mecanismos de catálise enzimática . . . .

6.2.4.1 Natureza geral dos sítios ativos das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.4.2 Mecanismos específicos de catálise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.5 Cinética de reações enzimáticas . . . . . . .

6.2.5.1 Modelos simples para reações enzimáticas. . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.5.2 Expressões de velocidade para reações enzimáticas . . . . . . . . . .

6.2.5.3 Análise gráfica de reações enzimáticas. . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788577805686

13 Os Líderes e as Habilidades mais Valorizadas

Antônio Celso Mendes Webber Grupo A PDF Criptografado

140

Afinal, Onde Estão os Líderes?

3. Nos últimos 10 anos quase nunca houve citação de políticos brasileiros entre os líderes.

4. Há forte tendência das pessoas em se fixar em nomes famosos, sejam eles vultos históricos ou, eventualmente, figuras da mídia nacional.

5. Causa certa perplexidade, até desconforto, em alguns executivos o fato de a grande maioria de líderes citados nos grupos ser formada por estrangeiros, raramente constando personalidade nacionais.

A seguir, são apresentados os 15 líderes mais citados e as 10 habilidades mais importantes referendadas pelos 10 mil participantes:

Líderes (em ordem alfabética)

1. Alexandre, O Grande (356-323 a.C.)

O mais célebre conquistador do mundo antigo. Homem de excelente visão e muitas habilidades, Alexandre tinha apenas 20 anos quando seu pai, Felipe II, foi assassinado. Reputado por sua simpatia e extrema habilidade em ser conciliador e caridoso para com os inimigos derrotados. Em 11 anos de lutas, jamais perdeu uma batalha.

2. César Augusto (63 a.C.–14 d.C.)

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Medium 9788577801169

9 Casos de Aplicação do Sistema Toyota de Produção/Produção Enxuta

Junico Antunes, Roberto dos Reis Alvarez, Ivan de Pellegrin, Marcelo Klippel, Pedro Henrique Bortolotto Fagundes Alves Grupo A PDF Criptografado

“O que você pensa que é a essência do just-in-time?

A resposta do iniciante é que o JIT é bom simplesmente porque ele reduz o inventário. Uma resposta de nível intermediário é que o JIT permite a descoberta dos problemas e promove a sua solução através do Kaizen.

A terceira resposta, a mais madura, é que o JIT infunde uma consciência de custos em todos os empregados da empresa.”

(Michikazu Tanaka, Gestor da Planta da Toyota de Daihatsu, 1984)

C A P Í T U L O

9

Resumo do capítulo | 287

( 9.1 )

O caso da mina de fluorita | 287

( 9.1.1 )

Introdução | 287

( 9.1.2 )

Base conceitual: o mecanismo da função produção e as sete perdas nos sistemas produtivos | 287

( 9.1.3 )

Aplicação prática de conceitos do STP em uma mina de fluorita | 289

( 9.1.4 )

Considerações finais | 297

( 9.2 )

O caso da empresa de utensílios domésticos termoplásticos | 299

( 9.2.1 )

Introdução | 299

( 9.2.2 )

Descrição sucinta dos produtos e processos de transformação de termoplásticos | 299

( 9.2.3 )

A implantação de um sistema de produção com princípios e técnicas do STP | 300

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Medium 9788577807574

2. Assassino Número 1: As Seguradoras de Saúde

Regina Herzlinger Grupo A PDF Criptografado

Assassino Número 1:

As Seguradoras de Saúde

Morte nas Mãos de uma

Cultura Disfuncional

U

Capítulo

2

m grupo de médicos estava em um restaurante no Litoral Norte de

Massachusetts. O Rio Essex corria silenciosamente lá fora. As delícias do Oceano Atlântico (lagostas, ostras, mexilhões) enchiam seus pratos. O clima era alegre. Todos estavam seguros em sua meia-idade: casamentos e saúde intactos, ótimos filhos (tudo bem, por ora).

Mas Paul, um bondoso cirurgião vascular, estava furioso. Os outros médicos sabiam o que vinha: mais uma reclamação sobre uma seguradora de managed care. “Vocês não vão acreditar o que aconteceu comigo esta semana. Internei um idoso diabético no meu hospital. O cara estava muito doente. Ótima pessoa, mas não sabe cuidar da diabetes. Eu havia operado o pé dele algumas semanas atrás. Mas, obviamente, logo que ficou melhor, começou a farrear. A glicose ficou descontrolada. Ele estava terrível. Dei baixa porque suspeitava que ele tinha tido um aneurisma (uma distensão de um ponto enfraquecido na parede de um vaso sanguíneo). Se o teste desse positivo, eu sabia que tinha de operar imediatamente, no dia seguinte.

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Editora Saraiva (1659)
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Medium 9788553131969

CAPÍTULO 2 - Contabilidade fiscal e tributária

CREPALDI, Sílvio; CREPALDI, Guilherme Simões Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2  Contabilidade fiscal e tributária

OBJETIVOS

• Sistematizar e aprofundar conhecimentos específicos à área tributária e refletir sobre a realidade brasileira.

• Habilitar, capacitar e formar um profissional da ciência contábil e de áreas afins, tornando-o competente e com plenas condições de satisfazer as exigências do mercado de trabalho e dos usuários preferenciais das informações contábeis.

• Possibilitar a evolução do desempenho das funções ligadas à Contabilidade Tributária.

2.1 INTRODUÇÃO

As empresas podem ser tributadas de diversas formas sobre o lucro auferido, faturamento e também sobre a sua folha de pagamento.

No Brasil, segundo o Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3.000/1999) existem quatro métodos para calcular os impostos sobre o lucro (renda) das empresas: Simples Nacional, Presumido, Arbitrado e Real.

A Constituição Federal de 1988, no seu art. 195, permite a criação das contribuições à Seguridade Social, com incidência sobre a folha de salários, sobre o faturamento e sobre o lucro. Com isso, as empresas, além de pagar o imposto sobre a renda, passaram também a pagar as contribuições instituídas, tais como

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Medium 9788553131969

CAPÍTULO 14 - Planejamento tributário no regime de tributação do Simples Nacional

CREPALDI, Sílvio; CREPALDI, Guilherme Simões Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 14 �Planejamento tributário no regime de tributação do Simples Nacional

OBJETIVOS

• Demonstrar a correta apuração do Simples Nacional, incluindo as mudanças inseridas pela Lei Complementar n. 155/2016 e as normativas que passaram a vigorar a partir de

1o de janeiro de 2018;

• Introduzir temas relevantes como enquadramento, vedações, exclusões, segregações de receitas, aplicação das tabelas, cálculo do valor unificado a recolher, substituição tributária ISS e ICMS, entre outros;

• Explicar como se faz um planejamento tributário no regime de tributação do Simples

Nacional, evitando o pagamento de impostos e contribuições indevidas.

14.1 INTRODUÇÃO

O Simples Nacional é um regime unificado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte, previsto na Lei Complementar n. 123/2006.

A empresa que aderir ao Simples desfruta da vantagem de recolher quase todos os tributos (federais, estaduais e municipais) mediante um único pagamento, calculado sobre um percentual de sua receita bruta.

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CAPÍTULO 13 - Regime de tributação pelo Lucro Presumido

CREPALDI, Sílvio; CREPALDI, Guilherme Simões Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 13 �Regime de tributação pelo Lucro Presumido

OBJETIVOS

• Aprofundar conhecimentos no tocante à gestão e à verificação da correta e segura aplicação dos tributos por parte das empresas, de modo a possibilitar uma economia de tributos.

• Capacitar profissionais para a aplicação de técnicas de controle de gestão, contabilidade e planejamento tributário, de sorte que os conhecimentos adquiridos sejam deslocados do campo instrumental, de melhoria da eficiência, para o da transformação organizacional, o que significa examinar as ferramentas de gestão e de planejamento tributário que possam contribuir no processo decisório empresarial.

13.1 CONCEITO DE LUCRO PRESUMIDO

O regime do Lucro Presumido é muito utilizado por ser considerado mais simples e também exigir menos documentação. Recebe o nome de Presumido exatamente porque nesse regime o Imposto de Renda não é calculado sobre o lucro efetivo. Tanto o IRPJ como a CSLL são calculados sobre uma base presumida de lucro, que é um determinado percentual da receita bruta. O cálculo é feito em períodos trimestrais, que se encerram em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro.

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CAPÍTULO 5 - Auditoria fiscal no regime de tributação pelo Simples Nacional

CREPALDI, Sílvio Aparecido Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 5 �Auditoria fiscal no regime de tributação pelo Simples Nacional

OBJETIVOS

• Demonstrar a correta apuração do Simples Nacional, incluindo as mudanças inseridas pela Lei Complementar n. 155/2016 e as normativas que passaram a vigorar a partir de

1° de janeiro de 2018.

• Introduzir temas relevantes como enquadramento, vedações, exclusões, segregações de receitas, aplicação das tabelas, cálculo do valor unificado a recolher, substituição tributária ISS e ICMS, entre outros.

• Explicar como se faz um planejamento tributário no regime de tributação do Simples

Nacional, evitando o pagamento de impostos e contribuições indevidas.

5.1  INTRODUÇÃO

O Simples Nacional é um regime unificado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte, estando previsto na Lei Complementar n. 123/2006.

A empresa que aderir ao Simples desfruta da vantagem de recolher quase todos os tributos (federais, estaduais e municipais) mediante um único pagamento, calculado sobre um percentual de sua receita bruta.

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CAPÍTULO 2 - Auditoria fiscal e tributária do balanço contábil

CREPALDI, Sílvio Aparecido Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2 �Auditoria fiscal e tributária do balanço contábil

OBJETIVOS

• Habilitar o estudante a examinar os registros contábeis e fiscais lavrados pela empresa, confirmando sua exatidão e correção sob o aspecto fiscal, com o fim de apurar fraudes ou irregularidades que possam gerar desvio de recursos financeiros do Poder Público e/ou de empresas em geral, e também habilitá-lo a certificar a situação fiscal das empresas, proporcionando à alta administração um relatório detalhado a respeito da situação fiscal da empresa auditada, verificando e demonstrando todas as certidões de regularidade fiscal, nas esferas estadual, municipal e federal, além da checagem dos cálculos dos tributos, recolhimentos, débitos em aberto e autuações fiscais.

2.1  INTRODUÇÃO

O auditor na área fiscal visa detectar o resultado das investigações realizadas pelas autoridades fiscais. Para qualquer empresa que realize negócios no Brasil, o complexo cenário fiscal tributário do país é uma dura realidade a ser enfrentada.

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