Manole (134)
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Medium 9788520431443

3. Um plano de negócio

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

3

Um plano de negócio

O

termo em inglês business plan passou a ser traduzido e utilizado no

Brasil como plano de negócio ou plano de negócios. Não há explicação para o motivo da palavra business1 ser mais traduzida para o português na sua forma plural (negócios). O fato é que plano de negócios é muito mais utilizado do que plano de negócio. Mas o que é observado na maioria das situações é o planejamento de um negócio e não de vários negócios; por essa razão, neste livro, é utilizado o termo plano de negócio2.

Se você entender que um negócio possui propósitos específicos (lucros, continuidade e significado) e que os gestores desses negócios têm expectativas diferentes a respeito desses propósitos (sobrevivência, estilo de vida, crescimento organizado e crescimento agressivo), é possível discutir se esses gestores tendem a elaborar estratégias para os seus negócios ou não. Isso pode ser feito intuitiva e informalmente, como pregam os defensores da Escola Empreendedora de estratégia. Nesse caso, a estratégia está dentro da cabeça do dono da empresa, mas ela também pode ser induzida, organizada, documentada e gerenciada, como afirmam os autores das Escolas do Planejamento Formal da estratégia.

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Medium 9788520436561

Introdução

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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Medium 9788520435816

Parte III – Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I I I

Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

CAPÍTULO

4

A estrutura jurídica das organizações promotoras de eventos

As organizações promotoras de eventos possuem papel fundamental no planejamento da atividade, pois é com base na estrutura jurídica dessas organizações que as características dos eventos são definidas.

De acordo com a estrutura jurídica, as organizações promotoras de eventos podem ser classificadas em associações, indústrias ou empresas.

Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas –

Sebrae/MG, “as associações, em um sentido amplo, são qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou outras sociedades jurídicas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados”.

Com base nesse conceito, pode-se dizer que, formalmente, uma associação é uma forma jurídica de legalizar a união de pessoas em torno de seus interesses e que sua constituição permite a construção de condições maiores e melhores do que as que os indivíduos teriam isoladamente para a realização dos seus objetivos.

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Grupo Gen (4724)
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Medium 9788597020021

9 Índices de rentabilidade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os índices de rentabilidade têm por objetivo identificar o desempenho econômico da entidade, relacionando o lucro apurado com parâmetros de relatividade, tais como vendas, ativos e patrimônio líquido.

Um lucro anual de R$ 1.000 é bom ou é ruim? Depende, por exemplo, de quanto os acionistas investiram no negócio. Caso tenham investido R$ 100.000, seria ruim, já que a taxa de retorno seria de 1% ao ano (R$ 1.000 : R$ 100.000 × 100%), supondo que a taxa de juros de mercado fosse 12%. Na hipótese em que os acionistas tenham investido R$ 5.000, seria bom, devido ao fato de que a taxa de retorno seria de 20% ao ano (R$ 1.000 : R$ 5.000 × 100%).

O analista tem que ter em mente que o lucro ou prejuízo, apresentado na DRE, é econômico, ou seja, que não representa na sua totalidade entradas líquidas ou saídas líquidas de caixa (por exemplo, ajustes econômicos a valor justo de ativos e passivos dentro do escopo do CPC 28, CPC 29 e CPC 48), e que o lucro ou prejuízo pode incluir transações não recorrentes, que podem não se repetir em exercícios sociais futuros da entidade (venda de uma fábrica dentro do escopo do CPC 31).

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Medium 9788597020021

7 Índices de liquidez

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo dos índices de liquidez é fundamentalmente verificar a capacidade da entidade de pagar as suas obrigações. Essa verificação é efetuada comparando contas do ativo e do passivo do balanço patrimonial. Existem quatro índices geralmente utilizados pelos analistas:

• Liquidez imediata.

• Liquidez seca.

• Liquidez corrente.

• Liquidez geral.

O índice usualmente é considerado bom quando é acima de 1,00.

Cabe destacar que esses índices são apenas indicadores de liquidez e não asseguram efetivamente que a entidade estaria em condições de pagar as suas dívidas nos vencimentos. Por exemplo, imagine a situação em que a entidade tem no seu ativo circulante em 31/12/20x1 apenas R$ 4.000 de contas a receber que vencem em 31/03/20x2, e no seu passivo circulante em 31/12/20x1 somente R$ 1.000 de dívidas com fornecedores que vencem em 31/01/20x2.

Poderíamos afirmar, somente analisando pelas contas do balanço patrimonial em 31/12/20x1, que a situação de liquidez é boa, já que a entidade tem, para cada R$ 1,00 de dívida, R$ 4,00 de direitos a receber. Entretanto, na realidade, a entidade tem uma situação financeira complicada, devido ao fato de que as suas dívidas vencem antes dos recebíveis dos clientes.

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Medium 9788597020021

12 Análise da demonstração dos fluxos de caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) é fornecer informações relevantes sobre recebimentos e pagamentos de caixa de uma entidade durante certo período, de maneira a proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis (DCs) uma base para avaliar a capacidade da entidade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como de entender as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa.

A DFC foi regulamentada por meio do pronunciamento técnico contábil CPC 03, dentro do contexto de adoção pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade (correspondente ao IAS 7 do IASB). A DFC substituiu no Brasil a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos.

Os fluxos de caixa da DFC são apresentados de acordo com a Figura 12.1.

O objetivo deste capítulo é informar os principais dados da DFC e indicadores de análise, e não ensinar como preparar a DFC.

Figura 12.1 Apresentação dos fluxos de caixa da DFC.

As transações apresentadas na Figura 12.2 são classificadas como caixa e equivalentes de caixa (CEC) para fins da DFC. Note que somente as mutações em CEC são relatadas na DFC.

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Medium 9788597020021

10 Índices de rotatividade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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Medium 9788597019582

10. Processo Sucessório Estruturado

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

No final dos anos 1990, a discussão do processo sucessório estruturado e do desenvolvimento da liderança era classificada por estudiosos em Gestão de Pessoas como estudos avançados de Gestão de Pessoas. Falávamos de preocupações e práticas raramente encontradas entre nossas organizações. Essas questões ganharam, entretanto, uma grande impulsão ao longo da primeira década dos anos 2000. Em 2010, quando realizamos a primeira pesquisa sobre processo sucessório nas principais organizações brasileiras, ficamos surpresos: 115 empresas entre as 150 melhores para se trabalhar tinham processos sucessórios estruturados e 82% desses processos em um nível avançado de maturidade (OHTSUKI, 2013).

No setor público, o processo sucessório é discutido desde os anos 1990, quando pudemos acompanhar experiências ricas, como, por exemplo, na Caixa Econômica Federal, no início dos anos 1990. Essa experiência foi realizada de forma piloto no Estado de Minas Gerais e depois levada para todo o Brasil. Essa discussão ganha corpo. Outras experiências ocorreram em duas organizações estaduais do setor elétrico nos anos 1990. Mas é somente nos anos 2000 que essa temática toma conta da agenda das Organizações Públicas. Ao analisarmos algumas dessas experiências, observamos uma prática bem diferente da adotada pelo setor privado. Entretanto, tanto Organizações Públicas quanto privadas têm os mesmos objetivos com a estruturação de processos sucessórios: assegurar a qualidade dos seus líderes e gestores.

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Grupo A (253)
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Medium 9788580554311

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução às Finanças Corporativas

Por último, nosso objetivo não quer dizer que o administrador financeiro deva tomar medidas ilegais ou antiéticas ou descuidar de questões ambientais e de sustentabilidade na esperança de aumentar o valor do patrimônio dos sócios da empresa. Apenas defendemos que o administrador financeiro atenderá melhor aos proprietários da empresa ao identificar bens e serviços que agreguem valor, porque eles são desejados e valorizados em um mercado de livre concorrência.

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Já vimos que o administrador financeiro busca o melhor interesse dos acionistas ao adotar medidas que aumentam o valor das ações. Entretanto, em grandes empresas de capital aberto, a propriedade pode se diluir em um número enorme de acionistas.3 Essa dispersão de propriedade possivelmente significa que quem realmente controla a empresa são os seus administradores.

Nesse caso, a administração necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos acionistas? Caso exista um acionista controlador, ele necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos não controladores? Em outras palavras, a administração, ou o controlador, não poderia buscar seus próprios objetivos em detrimento daqueles dos acionistas em geral, e os dos acionistas minoritários, no caso de preeminência do controlador? Nas próximas páginas, faremos uma consideração rápida sobre alguns dos argumentos relacionados a essa questão.

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Medium 9788580554311

9.6 Mercados de ações

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Avaliação de Ações

301

9.6 Mercados de ações

O mercado de ações consiste em um mercado primário e em um mercado secundário. No mercado primário, ou mercado de novas emissões, as ações são lançadas pela primeira vez no mercado e vendidas a investidores. No mercado secundário, as ações existentes são negociadas entre investidores. Nesta seção, vamos nos concentrar nas atividades do mercado secundário e concluir com uma discussão sobre como os preços das ações são cotados na imprensa especializada – em outro capítulo, discutiremos o processo do mercado primário em relação à venda de títulos imobiliários por parte das empresas para levantar fundos.

ExcelMaster cobertura online

Esta seção apresenta as funções de importação de dados (Web Query) e

Gráficos de ações (Stock

Chart).

Dealers e corretores

Como a maioria das transações de títulos mobiliários envolve dealers e corretores, é importante entender exatamente o que esses termos significam. Um dealer mantém um estoque de títulos e está pronto para comprar e vender a qualquer momento. Já um corretor reúne compradores e vendedores, mas não mantém um estoque de títulos mobiliários. Por exemplo, quando falamos de revendedores de carros usados e corretores imobiliários, reconhecemos que o primeiro mantém um estoque, ao passo que o segundo não o faz.

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Medium 9788580554311

4.3 Períodos de capitalização composta

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

102

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

A fórmula algébrica

Para derivar uma fórmula algébrica para o valor presente líquido de um fluxo de caixa, lembre-se de que o VP de recebimento de um fluxo de caixa daqui a um ano é:

VP 5 C1/(1 1 r) e o VP de recebimento de um fluxo de caixa daqui a dois anos é:

VP 5 C2/(1 1 r)

2

Podemos escrever o VPL de um projeto de T períodos como:

VLP

(4.5)

Presume-se que o fluxo inicial, 2C0, seja negativo, porque representa um investimento. O o é a abreviatura para a soma da série.

Fechamos esta seção respondendo à pergunta que fizemos no início do capítulo em relação ao contrato do jogador de beisebol Carl Crawford. Lembre-se de que o contrato pedia um bônus de assinatura de $ 6 milhões e $ 14 milhões em 2011. Os $ 122 milhões restantes deveriam ser pagos como $ 19,5 milhões em 2012, $ 20 milhões em 2013, $ 20,25 milhões em 2014, $ 20,5 milhões em 2015, $ 20,75 milhões em 2016 e $ 21 milhões em 2017. Se 12% for a taxa de juros apropriada, qual o valor do contrato que o defensor do Red Sox conseguiu?

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Medium 9788580554311

2.7 Administração do fluxo de caixa

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

38

Parte I

Visão Geral

em atividades de financiamento, mas, infelizmente, pode não ser assim. As regras contábeis permitem deduzir os juros como despesa quando o lucro é calculado. Assim, uma diferença fundamental entre os fluxos de caixa contábil e financeiro (consulte o Quadro 2.6) são as despesas com juros. As normas contábeis não impedem que os juros pagos sejam classificados como atividade de financiamento, admitem os dois tratamentos, e as empresas fazem a escolha mais conveniente.

2.7 Administração do fluxo de caixa

Visite nosso site: www.grupoa.com.br

Uma das razões pelas quais a análise de fluxo de caixa é popular é a dificuldade de se manipular os fluxos de caixa. As normas contábeis permitem a tomada de importantes decisões subjetivas referentes a áreas importantes. A utilização do fluxo de caixa como medida para avaliar a empresa vem da ideia de que haveria menos subjetividade e, portanto, seria mais difícil manipular os números. No entanto, vários exemplos recentes mostraram que as empresas ainda podem encontrar formas de fazer isso.

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Medium 9788580554311

6.5 Alguns casos especiais de análise por fluxos de caixa descontados

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

192

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

tributária da pessoa jurídica de 34%, cada real gasto em despesas de depreciação economiza 34 centavos em tributos. Assim, em nosso exemplo, a dedução da depreciação de $ 600 economiza

$ 600 � 0,34 � $ 204 em tributos.

Os alunos, muitas vezes, pensam que a abordagem do benefício fiscal contradiz a abordagem de baixo para cima, porque a depreciação é adicionada de volta na Equação 6.6, mas apenas o benefício fiscal sobre a depreciação é adicionado de volta na Equação 6.7. Contudo, as duas fórmulas são perfeitamente coerentes uma com a outra, uma ideia facilmente vista pela comparação da Equação 6.6� com a Equação 6.7. A depreciação é subtraída no primeiro termo do lado direito de 6.6�. Nenhuma subtração comparável ocorre no lado direito de 6.7. Somamos a quantia inteira da depreciação no fim da Equação 6.6� (e, no fim de sua equivalente, a Equação 6.6), porque subtraímos a depreciação anteriormente nela.

Conclusão

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Grupo A (2248)
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Medium 9788582605233

Capítulo 6. Liderança de pessoa a pessoa

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Fred Finch e Ken Blanchard

Naquilo que apresenta de melhor, o SLII® é uma parceria que envolve confiança mútua entre duas pessoas que trabalham juntas para alcançar metas em comum. O líder e o colaborador influenciam um ao outro. A liderança se alterna entre os dois, dependendo da tarefa exigida e de quem tem a competência e o empenho para lidar com ela. Ambas as partes cumprem um papel na determinação de como as coisas serão feitas.

Este capítulo fornece um guia para a criação dessas relações igualitárias de liderança. O que chamamos de liderança de pessoa a pessoa é um processo que aumenta a qualidade e a quantidade dos diálogos entre gestores e seus colaboradores diretos – que são, afinal, as pessoas que os gestores apoiam e de quem dependem. Esses diálogos não apenas ajudam a ter melhor desempenho, mas também fazem com que todos os envolvidos sintam-se melhor a respeito de si mesmos e dos outros.

Quando bem executada, a liderança de pessoa a pessoa se torna parte essencial de um sistema de gestão de desempenho eficaz.

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Medium 9788582605233

Capítulo 9. Coaching: uma competência fundamental para o desenvolvimento de lideranças

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Madeleine Homan Blanchard e Linda Miller

Pesquisas realizadas em empresas do mundo inteiro comprovam que há uma escassez de lideranças no horizonte. Há necessidade de líderes em setores e áreas funcionais de todos os ramos, e em todos os níveis organizacionais. O desenvolvimento de novos líderes está concentrando as atenções de executivos e gestores. Cada vez mais, o coaching é reconhecido como uma das principais competências para o desenvolvimento eficaz de futuros líderes.

Um estudo de 2008 da American Management Association (AMA) comprovou que o coaching está associado ao desempenho de qualidade nas empresas, e, ainda assim, é utilizado por apenas metade delas. O coaching segue conquistando adeptos e apoios, tratando-se de um campo que oferece consideráveis oportunidades de crescimento profissional.1 A AMA concluiu o estudo proclamando: “Esperamos que o coaching se transforme em uma das chaves para o desenvolvimento e a retenção de talentos no futuro, e consideramos que as empresas que vierem a utilizá-lo da maneira adequada tenderão a conquistar significativa vantagem competitiva no mercado global”.

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Medium 9788582605233

Capítulo 12. Colaboração: o combustível do alto desempenho

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Jane Ripley, Eunice Parisi-Carew e Ken Blanchard

A colaboração cria equipes e organizações de alto desempenho. Com a força de trabalho diversa e globalizada de hoje, ela é crucial. As organizações que adotam uma cultura colaborativa se beneficiam internamente do aumento das vendas, maior inovação e melhores processos de negócios. Os benefícios externos podem incluir novos produtos e serviços e um negócio mais estável, que produz maior satisfação ao cliente, mais receitas e rentabilidade. Benefícios adicionais menos tangíveis incluem o compartilhamento de conhecimento e aumento da competência dos funcionários e terceirizados.

Muitas pessoas acham que colaboração é o mesmo que coordenação, cooperação ou trabalho em equipe. Contudo, essas palavras não são intercambiáveis.

Coordenação é quando um departamento ou função completa uma tarefa específica antes de passar o trabalho para outro departamento, que então completa a sua própria tarefa específica. Nenhum dos dois precisa do outro para atingir sua própria meta, e o resultado dos dois esforços é completar a meta final.

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Medium 9788582605219

Capítulo 5 - Organizar para aprender

Michael Ballé; Daniel T. Jones; Jacques Chaize; Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Os líderes podem criar a capacidade de mudança passo a passo em toda a organização.

Enquanto avançavam no seu entendimento sobre o lean, Jacques e Frédéric Fiancette viam como os princípios do sistema lhes proporcionavam dimensões práticas para explorar o seu próprio chão de fábrica e, no processo, revelar os pontos cegos que tinham sobre suas operações. Eles aprenderam na prática como a dinâmica do kaizen e do trabalho padronizado fazia emergir novas maneiras de resolver problemas antigos. O seu progresso criou um novo problema: alguns departamentos avançavam muito mais rapidamente do que outros. A parte mais intrigante era que, à primeira vista, todos os gerentes de departamento pareciam igualmente comprometidos com o kaizen e com a melhoria. Alguns dos que mais falavam sobre isso ainda eram os mais lentos. No início, o sensei lhes repreendeu por não fazerem kaizen o suficiente. Eles se defenderam, e demonstraram um kaizen atrás do outro, mas o desempenho geral não melhorou.

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Medium 9788582605219

Capítulo 7 - Aprendizagem reutilizável para aumentar o valor continuamente

Michael Ballé; Daniel T. Jones; Jacques Chaize; Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Para aprender a aprender, comece no ponto certo e siga uma direção de melhoria clara.

O lean, como revelam os capítulos anteriores, representa um modo fundamentalmente diferente de pensar, uma revolução cognitiva que altera o modo como organizamos, financiamos e agimos. Os elementos de uma estratégia lean são radicalmente diferentes do senso comum em tudo, desde uma fórmula diferente para o crescimento até uma maneira diferente de liderar e gerenciar. Em especial, os elementos de uma estratégia lean incluem:

1.Maior percepção de qualidade para promover as vendas

2.Intensidade dos esforços de kaizen para reduzir os custos

3.Lançamento de novos produtos como segredo para o crescimento sustentável

4.Tempos de atravessamento reduzidos como segredo para aumentar as margens e gerar caixa

Daqui em diante, analisaremos a estratégia lean na prática. Veremos como Fabiano e Furio Clerico, dois irmãos que administram uma operação de vendas e serviços, transformaram uma catástrofe em oportunidade quando tiveram que reestruturar a sua base de clientes, de empresas petrolíferas para independentes, com a prática da análise de valor e engenharia de valor, uma abordagem que permitiu que o seu sensei, Evrard Guelton, provocasse uma reviravolta na parte industrial do seu grupo corporativo. Com a FCI, Pierre Vareille e Yves Mérel mudaram radicalmente a história de uma empresa de eletrônicos de 1 bilhão de euros, reduzindo os custos operacionais mediante o aumento da qualidade e triplicando o valor da empresa no processo. Por fim, como vimos no caso da empresa do próprio Jacques, a estratégia foi a aplicação de uma ampla variedade de modelos, usando principalmente o kanban, um pouco de Smed e solução de problemas de qualidade. Mas a pergunta que ainda precisamos responder é “como?”.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547217464

15 - Apuração do resultado e suas destinações

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Apuração do resultado e suas destinações

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Apurar extracontábil e contabilmente o Resultado do

Exercício e suas destinações.

2. Saber o que é, como se apura e contabiliza o Resultado

Operacional Bruto e o Resultado Operacional Líquido.

3. Saber o que é Resultado Líquido do Exercício e o que fazer com ele.

4. Saber o que são, como são calculados e contabilizados os

Juros sobre o Capital Próprio.

5. Saber o que e quantas são as deduções do Resultado do

Exercício.

6. Saber o que é, como se calcula e contabiliza a Contribuição

Social sobre o Lucro Líquido.

7. Saber o que é, como se calcula e contabiliza o Imposto de

Renda sobre o Lucro Líquido.

8. Saber o que é, como e por que se apura o lucro real.

9. Saber o que são Prejuízos Acumulados, como são contabilizados e compensados.

10. Entender o que são e como são contabilizadas as participações do Resultado do Exercício.

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Medium 9788547217464

Respostas e comentários

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas e comentários

Questão 1: “c”

Solução:

Ver Artigo 10 da Resolução CFC n. 750/1993, na Seção A.4 do Apêndice.

Questão 2: “c”

Solução:

Os conhecimentos necessários para solução desta questão foram estudados nos Capítulos

4 e 6.

Sabemos que o Método das Partidas Dobradas tem como princípio fundamental que “para cada débito lançado na escrituração, haverá um crédito de igual valor”. Assim, quando elaboramos uma relação de Contas Extraídas do livro Razão, a soma dos saldos devedores será igual à soma dos saldos credores. Se nessa relação estiver faltando uma conta de saldo devedor, para encontrar o seu valor bastará calcular a diferença entre o total do débito e o total do crédito da referida relação, veja:

Contas de saldos credores:

Capital..................................................$ 1.300,00

Receitas ................................................$ 1.000,00

Dívidas .................................................$ 1.800,00

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Medium 9788547217464

Respostas

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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Medium 9788547217464

9 - Apuração simpli cadado resultado

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Apuração simplificada do resultado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que é, para que serve e como se apura o Resultado do Exercício de forma simplificada.

2. Conhecer um roteiro que pode ser utilizado para apuração do Resultado do Exercício de uma empresa de prestação de serviços.

3. Aprender os procedimentos necessários para apurar o

Resultado do Exercício de forma simplificada.

4. Saber o que é e para que serve o Balanço Patrimonial.

5. Elaborar de maneira simplificada o Balanço Patrimonial.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 155

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9.1 Introdução

Nos capítulos anteriores, você aprendeu a registrar os fatos administrativos (ou fatos contábeis). Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que a apuração simplificada?

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Medium 9788547217464

1 - Contabilidade: quando, o que ecomo estudar

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

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Contabilidade: quando, o que e como estudar

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber quando, o que e como estudar.

2. Saber como se preparar adequadamente para obter êxito em concursos.

3. Reconhecer quais providências deve tomar antes de iniciar os estudos.

4. Saber como estudar e aprender contabilidade.

5. Saber como estudar e aprender outras matérias.

6. Elaborar seu planejamento para estudos.

7. Saber o que deve providenciar antes e no dia do concurso.

8. Saber o que deve levar no dia do concurso.

9. Saber como se comportar no momento em que receber o caderno com as questões.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 3

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1.1 Quando estudar

Se pretende obter êxito em um concurso, comece a estudar agora. Saiba que a maior parte dos candidatos não é aprovada porque deixa para começar a estudar depois da publicação do edital do concurso que pretende prestar. Raramente o período entre o dia da publicação do edital e o dia da realização das provas supera 90 (noventa) dias, tempo insuficiente para estudar adequadamente todo o conteúdo programático informado no respectivo edital. Portanto: comece seus estudos JÁ.

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