Manole (134)
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6. Análise de Mercado

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Análise de Mercado

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O plano de negócios tem dois propósitos básicos: demonstrar o autoconhecimento da empresa e demonstrar seu conhecimento sobre o ambiente onde está inserida. A análise do mercado diz respeito ao conhecimento da empresa sobre o seu ambiente externo e as inter-relações com esse ambiente; além disso, ela fornecerá subsídios para o plano de marketing.

A análise de mercado é uma forma de conhecer o mercado, avaliando de forma sistemática o ambiente onde o produto/serviço da empresa está inserido. O mercado é composto pelos concorrentes, pelos fornecedores e sobretudo pelos clientes. A definição do mercado passa necessariamente por: análise da indústria/setor, descrição do segmento de mercado, análise swot do produto/serviço e análise da concorrência.

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Análise do setor de mercado

A análise do setor de mercado deve apresentar dados referentes ao tamanho, ao índice de crescimento e à estrutura do setor de mercado em que a empresa atua ou atuará. O passo inicial envolve a coleta de informações sobre o setor em que a empresa pretende atuar, o que poderá ser feito com auxílio de pesquisa de campo, entrevistas com outros empresários do setor, consulta às entidades de classe vinculadas ao setor, consulta a governos estaduais, municipais e até mesmo federal, consulta a entidades especializadas em estatísticas ou que mantenham banco de dados com informações do mercado, tais como ibge,

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4. Planejamento Estratégico

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Planejamento Estratégico

4

Ao longo dos anos, muitas técnicas foram desenvolvidas dentro do chamado planejamento estratégico, sempre com o objetivo de formar a base de sustentação da administração estratégica. Tais técnicas ou ferramentas proporcionam uma chance maior de obter sucesso na decisão, e sua aplicação, individualmente ou em conjunto, faz com que a organização elabore um portfólio equilibrado dentro de um ambiente mutante, que permite o desenvolvimento de ações preventivas perante os riscos ocultos e as ciladas estratégicas, garantindo a sobrevivência e a rentabilidade da organização em um futuro de médio e longo prazos.

Afinal, se uma empresa conseguir prever, com razoável possibilidade de sucesso, o seu desempenho para os próximos 5 ou 10 anos, certamente ela terá uma vantagem competitiva enorme sobre seus concorrentes. As principais ferramentas são: matriz BCG, matriz de sinergia, matriz de produtos e mercados, análise de portfólio, matriz SWOT, matriz Space, análise de postura, matriz de vulnerabilidade, análise de coerência estratégica e matriz de carteira multifator.

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Anexo 8 – Formulário para Análise da Concorrência

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 8

Formulário para Análise da

Concorrência

1. Quais concorrentes procuram a mesma clientela-alvo da empresa?

A.

B.

C.

D.

2. Qual é o volume estimado de vendas dos concorrentes diretos citados?

A.

B.

C.

D.

Book 1.indb 325

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

3. Qual é a lucratividade média do setor?

4. Tabela de atributos (notas de 0 a 10) para os produtos da concorrência e os da empresa.

Percepção dos clientes

Empresa

Concorrentes

A

B

C

D

Durabilidade

Desempenho

Satisfação das necessidades

Comodidade da embalagem

Imagem da empresa

Preço visto pelos clientes

Facilidade de compra

Horários de atendimento

Assistência técnica

Design/ apresentação

Fidelidade dos clientes

Atendimento aos clientes

Compromisso social

Questões ambientais

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Anexo 1 – Formulário de Informações Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 1

Formulário de Informações

Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES PRELIMINARES

1. Como surgiu a ideia de montar a empresa?

2. Por que procurou a Incubadora de Empresas?

3. De onde vem o desejo de ser dono de seu próprio negócio?

4. Quem são os sócios da empresa? Por que eles foram escolhidos?

5. Quais são os propósitos iniciais da empresa, ou quais eram na época da fundação?

(público-alvo que se pretende atingir, necessidades a serem atendidas etc.)

Book 1.indb 239

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

6. Como as oportunidades de negócio foram identificadas? (por meio de pesquisas de mercado, observações dos sócios, conversas com clientes potenciais etc.)

7. Quais fatos foram importantes no desenvolvimento da empresa? (aquisição de equipamentos, lançamento de produtos, parcerias com instituições, participação em feiras, incorporação de outras empresas, participação em eventos, clientes importantes conquistados etc.)

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9. Plano Financeiro

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Plano Financeiro

9

As decisões empresariais geralmente são tomadas a partir de dados financeiros que refletem uma situação passada. Assim, procura-se encontrar soluções para o futuro com base no passado. No atual ambiente empresarial, isso é cada vez menos recomendado, pois, com o intenso dinamismo do mercado, nem sempre as rotinas do passado se repetem no futuro. Na verdade, as medidas financeiras contam apenas parte da história das atividades da empresa e, por isso mesmo, podem não fornecer orientações conclusivas sobre as ações a serem disparadas no presente ou no futuro, com o objetivo de criar um posicionamento financeiro mais estável.

Muito embora isso seja aceito por todos os executivos, a análise das empresas continua sendo apoiada por dados financeiros, talvez pela tangibilidade deles ou pela necessidade de atender aos órgãos de controle governamentais – que ainda se mantêm fiéis à contabilidade financeira –, ou ainda pelo espírito de conservadorismo natural do ser humano, que pode ser traduzido como medo do desconhecido.

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Grupo Gen (4591)
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Medium 9788521630227

6 A Primeira Boa Surpresa

Carlos Frederico Bremer, Kleber Francisco Espôsto, Paulo Augusto de Lima Torres Grupo Gen PDF Criptografado

6

16

A Primeira Boa Surpresa

Samuel acordou cedo, seguiu para a conferência e aproveitou os cookies e cupcakes que acabavam de ser servidos. Também se enjoou um pouco ao ver os bacons fritos e ovos mexidos. “Falam muito sobre o café da manhã americano ser muito calórico e não ter nada do nosso café com leite e pão na chapa. É realmente difícil imaginar que alguém consiga comer tudo isso e passar bem o dia”, pensou.

Olhou para os lados e não encontrou ninguém conhecido.

“Os cookies estão maravilhosos, não acha?”, a pergunta veio de um homem loiro e alto, biotipo americano, que se aproximou sem que ele o notasse.

“Estão bons mesmo”, afirmou Samuel.

“De onde você é? Não consegui identificar o seu sotaque”, disse o americano.

“Eu sou do Brasil. O senhor já esteve lá?”

“Não, mas eu conheço alguns brasileiros. Minha sobrinha, inclusive, foi conhecer o litoral do Nordeste do seu país.

Ela ficou na casa de uma amiga que a recebeu durante um intercâmbio. A propósito, meu nome é Joe Collins”, apresentou-se o americano.

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42 Alinhando as Metas

Carlos Frederico Bremer, Kleber Francisco Espôsto, Paulo Augusto de Lima Torres Grupo Gen PDF Criptografado

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110

Alinhando as Metas

Na segunda‑feira, Vanderlei procurou Samuel logo cedo para conversar.

“Oi, Samuel, tudo bem? Tem um minutinho?”, perguntou o vendedor batendo na porta do gerente de supply chain.

“Claro, entre!”

“Vim aqui reconhecer o progresso que estamos conquis‑ tando em todos os aspectos da empresa. Inclusive, quero en‑ trar no próximo grupo, para me certificar, porque vi que real‑ mente é importante.”

“Nossa! É muito bom ouvir isso de você, Vanderlei”.

“Soube que a direção está para definir quais áreas ficarão sob a sua responsabilidade e eu acho que você merece ficar com muita coisa legal porque realmente mudou esta empre‑ sa. E eu, se você me permitir, gostaria de começar a trabalhar contigo.”

“Claro, Vanderlei! Assim que ficar definido o que ficará sob a minha responsabilidade nós podemos voltar a conver‑ sar, sim.”

“Confesso que demorei um pouco para entender a impor‑ tância do alinhamento de todos os departamentos e afinar‑ mos nossos números para atingirmos um bom desempenho.

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17 Fechando o Cerco

Carlos Frederico Bremer, Kleber Francisco Espôsto, Paulo Augusto de Lima Torres Grupo Gen PDF Criptografado

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40

Fechando o Cerco

Mesmo depois de ter sido “exposto” com a emissão de um pedido antes de a venda ter sido finalizada, Vanderlei resol‑ veu dar outra investida na produção.

Procurou Geraldo, gerente industrial, com mais um pedi‑ do que queria passar na frente dos demais.

“Geraldo, estou com uma encomenda aqui do Dr. João.

Você sabe quem é ele?”

“Sim. Ele é amigo do Dr. Pedro do conselho.”

“Isso mesmo. Precisamos passar na frente dos outros.”

“Vanderlei, você quase complicou a minha vida no outro dia. Não estou autorizado a produzir nada que não seja soli‑ citado pelo sistema.”

“Mas é um caso especial. Estamos falando do Dr. João.

Ele tem carta branca aqui. Tudo o que ele pede estamos au‑ torizados a produzir imediatamente, independentemente da fila de espera.”

“Mas o Samuel e o Demerval fizeram uma reunião e dis‑ seram que nada fora do sistema pode ser produzido. Qual‑ quer anormalidade deve passar por eles primeiro.”

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14 O Fura-Fila

Carlos Frederico Bremer, Kleber Francisco Espôsto, Paulo Augusto de Lima Torres Grupo Gen PDF Criptografado

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34

O Fura-Fila

Durante as manhãs de estudo, Samuel se aprofundava cada vez mais nos conceitos do supply chain. Revia os processos e analisava tudo o que poderia estar errado na cadeia de suprimentos da Bandeirantes.

Sua dedicação atraiu mais colegas interessados em estudar com ele. O diretor industrial, Demerval Israel, a gerente de marketing, Danyelle Marques, e o chefe de PCP, Paulo César Pimenta, também passaram a acompanhá-lo nos estudos.

Em dois meses o grupo conseguiu concluir o módulo básico do programa. Em mais quatro eles poderiam realizar as outras duas provas e conquistar a certificação.

Após as 2 horas diárias de estudos, Samuel, Demerval,

Danyelle e Paulo tentavam colocar em prática tudo o que viam nos livros.

Danyelle, num momento de desabafo, comentou com os dois diretores que estava encontrando resistência de Djalma, diretor comercial, seu superior, que havia voltado de férias e não estava concordando muito com as novas ideias.

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Medium 9788521630227

37 Alianças Dentro e Fora da Empresa

Carlos Frederico Bremer, Kleber Francisco Espôsto, Paulo Augusto de Lima Torres Grupo Gen PDF Criptografado

37

98

Alianças Dentro e

Fora da Empresa

Na segunda de manhã, Damião chegou à empresa uma hora antes do seu horário habitual para preparar‑se para a reunião que tinha convocado com Dorival e Samuel.

Ele tinha passado a última semana e boa parte do fim de semana elaborando um projeto que, se aprovado pelos cole‑ gas, seria um ponto alto na passagem dele pela empresa.

“Confesso que fiquei meio deslocado nas últimas r­ euniões­ convocadas pelo Dorival para alinhar os nossos projetos com um fluxo de caixa saudável e sustentável”, abriu a reunião

Damião e continuou:

“Fiquei pensando por que todos se dedicavam a falar, ape‑ nas, em produção, estoques e vendas quando a área de supri‑ mentos pode trazer valiosas contribuições para melhorar a nossa situação financeira.”

Dorival pegou o relatório de Damião e começou a anali‑ sar, juntamente com Samuel.

“Olhem só estes números”, continuou Damião: “Temos apenas cinco fornecedores com um regime de contrato de su‑ primentos e, ainda assim, contratos que não incluem sequer um único componente estratégico. Estou falando daqueles componentes cujo custo é um alto percentual do preço total do produto.”

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Grupo Almedina (7)
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Medium 9789896942687

I. A transformação da democracia

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

I

A Transformação da Democracia

A Transformação da Democracia

O título dado a este estudo não é rigoroso e só por falta de um melhor aqui o empregamos.

Em primeiro lugar, o termo «democracia» é indeterminado, como muitos outros da língua corrente. Summer Maine, julgando evitar as dificuldades que encontramos ao usá-lo, substitui-o pela expressão governo popular; tal é o nome que deu aos seus Ensaios.

Porém, esta segunda designação não é mais definida do que a primeira, e não há esperança de se encontrar outra para atribuir uma forma rigorosa e precisa àquilo que é indeterminado e fugaz.

Em segundo lugar, não se trata, a bem dizer, de uma transformação súbita de um estado noutro, mas de uma mutação contínua, semelhante àquela que o tempo opera nos seres vivos; tal é o movimento social de que aqui vamos estudar um aspeto.

A título experimental, temos de o situar não apenas na série a que ele pertence, mas também no conjunto dos fenómenos sociais; de outro modo, correríamos o risco de fazer, em vez de uma investigação objetiva, uma exposição subjetiva dos sentimentos que a consideração deste único aspeto suscitaria.

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Medium 9789896942687

IV. Os sentimentos

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

IV

Os Sentimentos

Os Sentimentos 29

No capítulo anterior, estudámos um caso particular da ação dos sentimentos. Consideremo-los agora a parte mais importante do fenómeno.

Não conhecemos diretamente os sentimentos, porque apreendemo-los apenas através das manifestações que deles podemos observar  30. É preferível para o nosso estudo não nos limitarmos ao aspeto qualitativo deste tema, procurando, tanto quanto possível, o elemento quantitativo. No que respeita à ciência lógico-experimental, a opinião de um único indivíduo pode ser de uma grande importância; no que toca a determinar o equilíbrio social, não vale quase nada. A opinião de um Newton conta mais para a mecânica celeste do que a de milhões de ingleses, seus contemporâneos. Contudo, para determinar o estado económico e social da

Inglaterra, só conta a opinião mais recente.

  Publicado a 20 de julho de 1920.

 Ver na obra Tratado de Sociologia, §1767 e seguintes, e §2083.

29

30

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Prefácio de G. Busino

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

Prefácio

O texto que aqui apresentamos surge pela primeira vez numa edição francesa, tendo o original italiano sido publicado em Milão em 1921.

Intitulado La Trasformazione della democrazia, o livro reunia artigos já publicados na Rivista di Milano a 5 e a 20 de maio, a 5 de junho, a 5 e a 20 de julho de 1921, aos quais se acrescentava um apêndice escrito para a ocasião. Desde o seu aparecimento, a obra conheceu junto do público e da crítica um sucesso inegável e duradouro, como todas as sucessivas edições italianas parecem atestar.

Bíblia dos adversários do regime parlamentar, dos democratas desiludidos com as dificuldades e complexidades do regime democrático, La Trasformazione della democrazia não teve um acolhimento caloroso por parte dos fascistas, nem dos nacionais-liberais, cujas doutrinas da autoridade e do poder não eram, aparentemente, contrárias às de Pareto. Mas não podia ser de outro modo, uma vez que o livro demonstrava a imperfeição de todas as causas, com uma ironia e um sentido do relativo que alguns classificariam de agnosticismo maquiavélico. Pareto não propõe razões para agir, apenas razões para duvidar; não apresenta certezas nem credos,

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Medium 9789896942687

Prefácio de Daniel Bessa

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

Prefácio

Vilfredo Pareto é um «autor» italiano (julho de 1848; agosto de

1923). De acordo com os cânones da época, em que o trabalho de investigação e edição se encontrava muito menos segmentado, ou especializado, do que nos dias de hoje, a sua obra distribui-se por várias áreas, da Engenharia (em que se iniciou) à Sociologia,

à Economia, à Ciência Política e à Filosofia.

A partir de 1893 passou a viver na Suíça, onde sucedeu a Leon

Walras na direção da cátedra de Economia Política da Universidade de Lausanne. Atribui-se-lhe, de resto, juntamente com Leon

Walras, a criação da «Escola de Lausanne» de Economia, também conhecida como «Escola Matemática» – um ramo da chamada

«Economia Neoclássica», que se desenvolveu a partir de finais do século xix, inícios do século xx e a que se aponta como um dos primeiros grandes nomes Carl Menger, fundador da «Escola

Austríaca», também conhecida por «Escola de Viena». Apesar desta filiação, nem Walras nem Pareto são normalmente incluídos na lista dos nomes maiores da «Escola Austríaca», sendo mais conhecidos pela ponte que estabeleceram entre a Economia e a Matemática e pela procura obsessiva da objetividade científica, tanto quanto a disciplina pode consenti-lo.

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Medium 9789896942687

II. A desagregação da soberania central

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

II

A Desagregação da Soberania Central

A Desagregação da Soberania

Central 6

Em todas as coletividades humanas atuam duas forças opostas.

Uma, que poderíamos chamar centrípeta, incita à concentração do poder central e a outra, que poderíamos designar como centrífuga, incita à sua divisão.

Para a compreensão deste texto, não é necessário ir mais além, mas, se nos permitem, faremos uma breve digressão para os leitores de Tratado de Sociologia, com vista a expor as relações destas forças com os resíduos.

Estas forças dependem essencialmente do género a que chamámos «persistência das relações de um indivíduo com outros indivíduos e com lugares», e não de outros géneros da categoria designada dos «resíduos relacionados com a socialidade».

  Publicado a 20 de maio e a 5 de junho de 1920.

6

48

a transformação da democracia

O aumento de intensidade dos resíduos das relações de família e de coletividade semelhantes (mesmo independentes da família), da necessidade de sociedades particulares, que está muitas vezes relacionada com as condições económicas, a diminuição da necessidade de uniformidade muito frequentemente associada aos resíduos dos sentimentos ditos religiosos, o aumento da entidade de certos sentimentos de hierarquia em comparação com outros, tudo isto aumenta a força centrífuga e diminui a força centrípeta.

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Grupo A (253)
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Medium 9788580554311

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Retorno e Risco

363

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Retorno esperado e variância

Suponhamos que analistas financeiros acreditem que haja quatro estados da economia com probabilidades iguais, sendo eles: estados de depressão, de recessão, de normalidade e de expansão. É esperado que os retornos da Companhia Supertech acompanhem a economia, enquanto os retornos da Companhia Slowpoke não o façam. As previsões de retorno são as seguintes:

Retornos da Supertech

RAt

Retornos da Slowpoke

RBt

Depressão

220%

Recessão

10

20

5%

Normalidade

30

212

Expansão

50

9

A variância pode ser calculada em quatro etapas. Para calcular o desvio padrão, mais uma etapa deve ser feita. (Os cálculos são apresentados no Quadro 11.1.) As etapas são as seguintes:

1. Calcule o retorno esperado:

2. Para cada empresa, calcule o desvio de cada retorno em relação ao retorno esperado previamente conhecido. Essa etapa é representada na terceira coluna do Quadro 11.1.

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1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução às Finanças Corporativas

Por último, nosso objetivo não quer dizer que o administrador financeiro deva tomar medidas ilegais ou antiéticas ou descuidar de questões ambientais e de sustentabilidade na esperança de aumentar o valor do patrimônio dos sócios da empresa. Apenas defendemos que o administrador financeiro atenderá melhor aos proprietários da empresa ao identificar bens e serviços que agreguem valor, porque eles são desejados e valorizados em um mercado de livre concorrência.

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Já vimos que o administrador financeiro busca o melhor interesse dos acionistas ao adotar medidas que aumentam o valor das ações. Entretanto, em grandes empresas de capital aberto, a propriedade pode se diluir em um número enorme de acionistas.3 Essa dispersão de propriedade possivelmente significa que quem realmente controla a empresa são os seus administradores.

Nesse caso, a administração necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos acionistas? Caso exista um acionista controlador, ele necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos não controladores? Em outras palavras, a administração, ou o controlador, não poderia buscar seus próprios objetivos em detrimento daqueles dos acionistas em geral, e os dos acionistas minoritários, no caso de preeminência do controlador? Nas próximas páginas, faremos uma consideração rápida sobre alguns dos argumentos relacionados a essa questão.

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8.2 Títulos públicos e títulos corporativos

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

248

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

EXEMPLO 8.5

Retorno até o vencimento de um cupom zero com capitalização semestral

Suponha que a empresa Sete Polegadas emita um título de cupom zero por cinco anos e valor de face de $ 1.000. O preço inicial é definido a $ 508,35. Qual é o retorno até o vencimento com capitalização semestral?

O retorno pode ser expresso como:

O expoente do denominador é 10, porque cinco anos contêm 10 semestres. O retorno, y, é igual a 7%. Como y é expresso como um retorno em um intervalo de seis meses, o retorno até o vencimento, expresso em uma taxa percentual, é de 14%.

8.2 Títulos públicos e títulos corporativos

Se você está nervoso com o nível da dívida acumulada pelo governo norte-americano, não acesse www. publicdebt.treas.gov ou www.brillig.com/debt_ clock!

Aprenda tudo sobre títulos de dívida do governo norte-americano em www.newyorkfed.org.

Outro site interessante sobre o mercado de títulos de dívida é money. cnn.com.

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18.3 O método do custo médio ponderado de capital

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 18

Avaliação e Orçamento de Capital da Empresa Alavancada

Etapa 3: Avaliação

O valor presente do FCA do projeto é:

Como o investimento inicial é de $ 475 mil e são tomados $ 126.229,50 no empréstimo, a empresa deve adiantar para o projeto $ 348.770,50 (�$ 475.000 � $ 126.229,50) de suas próprias reservas de caixa. O valor presente líquido do projeto é simplesmente a diferença entre o valor presente do FCA do projeto e o investimento com capital próprio. Assim, o VPL é:

$ 378.688,50 � $ 348.770,50 � $ 29.918 que é idêntico ao resultado encontrado com a abordagem do VPA.

18.3 O método do custo médio ponderado de capital

Por fim, podemos avaliar um projeto ou uma empresa usando o método do custo médio ponderado de capital (CMPC). Embora esse método tenha sido discutido em capítulos anteriores, vale a pena revisá-lo aqui. A abordagem do CMPC começa com o entendimento de que projetos de empresas alavancadas são, simultaneamente, financiados por dívida e capital próprio. O custo de capital é a média ponderada do custo da dívida e do custo do capital próprio. O custo do capital próprio é RS. Ignorando os tributos, o custo da dívida é simplesmente a taxa de empréstimo, RB. Entretanto, com tributos de pessoa jurídica, o custo apropriado da dívida é (1 � tC) RB, o custo da dívida após a tributação.

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18.4 A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

602

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

O investimento inicial é de $ 475 mil; assim, o VPL do projeto é:

$ 504.918 � $ 475.000 � $ 29.918

Observe que as três abordagens produzem o mesmo valor.

18.4

A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Neste capítulo, apresentamos três abordagens para a avaliação de projetos de uma empresa alavancada. A abordagem do valor presente ajustado (VPA), em primeiro lugar, avalia o projeto em uma base somente de capital próprio. Ou seja, os fluxos de caixa após a tributação dos lucros do projeto com financiamento somente com capital próprio (chamados de fluxos de caixa não alavancados, ou FCNA) são colocados no numerador da equação de orçamento de capital. A taxa de desconto, supondo financiamento somente com capital próprio, aparece no denominador. Nesse ponto, o cálculo é idêntico ao realizado nos capítulos iniciais deste livro.

Acrescentamos, em seguida, o valor presente líquido dos efeitos da dívida. Destacamos que o valor presente líquido dos efeitos da dívida provavelmente seja a soma de quatro parâmetros: efeitos fiscais, custos de emissão, custos de falência e subsídios.

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Grupo A (2078)
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Medium 9788582605196

5.10 - Análise social

Ramesh Sharda, Dursun Delen, Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5 • Análise de dados preditiva II: análise de texto, da Web e de mídias sociais 

361

5.10 Análise social

A análise social pode significar coisas distintas para pessoas diferentes, dependendo de sua visão de mundo e campo de estudo. A definição do dicionário, por exemplo, para análise social refere-se a uma perspectiva filosófica desenvolvida pelo historiador e filósofo dinamarquês Lars-Henrik Schmidt nos anos 80. O objeto teórico da perspectiva é socius, uma espécie da “comunalidade” que não é nem um consideração universal nem uma comunhão compartilhada por cada membro de um corpo

(Schmidt, 1996). Sendo assim, análise social difere da filosofia tradicional, bem como da sociologia. Ela pode ser vista como uma perspectiva que busca articular os conflitos entre filosofia e sociologia.

Nossa definição de análise social é um tanto diferente; em vez de nos concentrarmos na parte “social” (como é feito em sua definição filosófica), estamos mais interessados na parte de “análise” do termo. A Gartner (uma empresa bastante conhecida de consultoria global em TI) definiu análise social como “monitoramento, análise, medição e interpretação de interações e relacionamentos digitais entre pessoas, tópicos, ideias e conteúdos” (gartner.com/it-glossary/social-analytics/). A análise social inclui a mineração de conteúdo textual criado em mídias sociais (como análise de sentimentos, PLN) e o exame de redes socialmente estabelecidas (como identificação de influenciadores, identificação de perfis, previsões) com o objetivo de obter um retrato dos comportamentos atuais e futuros de clientes já existentes e potenciais, bem como das predileções e aversões relativas a produtos e serviços de uma empresa.

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3.11 - Balanced scorecards (BSC)

Ramesh Sharda, Dursun Delen, Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

210  BI e análise de dados para gestão do negócio

SEÇÃO 3.10  QUESTÕES DE REVISÃO

1.

2.

3.

4.

O que é um sistema de gestão de desempenho? Por que precisamos de um?

Quais são as características peculiares dos KPIs?

Liste e brevemente defina as quatro áreas operacionais mais para KPIs.

O que é um de sistema de medição de desempenho? Como funciona?

3.11 Balanced scorecards (BSC)

Provavelmente o mais conhecido e o mais amplamente adotado sistema de gestão de desempenho seja o balanced scorecard (BSC). Kaplan e Norton articularam pela primeira vez essa metodologia em seu artigo publicado na Harvard Business Review,

“The Balanced Scorecard: Measures That Drive Performance”, de 1992. Poucos anos depois, em 1996, os mesmos autores produziram um livro revolucionário – The Balanced Scorecard: Translating Strategy into Action – que documentou como as empresas estavam utilizando o BSC não apenas para suplementar suas medições financeiras com parâmetros não financeiros, mas também para complementar e implementar suas estratégias. Nos últimos anos, o BSC se tornou um termo genérico que é usado para representar praticamente qualquer tipo de aplicação e implementação com cartões de pontuação, independentemente de ser balanced ou estratégico. Em resposta a essa deturpação do termo, Kaplan e Norton lançaram um novo livro no ano 2000,

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1.8 - Uma visão geral do ecossistema de análise de dados

Ramesh Sharda, Dursun Delen, Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

42  BI e análise de dados para gestão do negócio

Caso aplicado 1.6

A CenterPoint Energy utiliza análise de Big Data em tempo real para aprimorar seu atendimento ao cliente

A CenterPoint Energy é uma empresa de fornecimento de energia sediada em Houston,

Texas, e listada na Fortune 500. Seu principal ramo de atuação é a transmissão e distribuição de energia elétrica, distribuição de gás natural e vendas e serviços envolvendo gás natural. Ela atende a mais de cinco milhões de clientes fixos nos Estados Unidos.

A CenterPoint Energy utiliza redes inteligentes de abastecimento para coletar informações em tempo real sobre a saúde de diversos aspectos da rede, como medidores de energia, transformadores e disjuntores que são usados para fornecer eletricidade. Essas informações em tempo real passam por análise de Big Data, o que permite diagnósticos e soluções muito mais ágeis. Os dados podem, por exemplo, prever e potencialmente ajudar a prevenir apagões.

Além disso, a ferramenta coleta informações meteorológicas, permitindo que dados históricos ajudem a prever a magnitude de um apagão causado por tempestade. Isso serve de guia para alocar os recursos certos antes da ocorrência de uma tempestade e assim evitar quedas de energia.

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5.3 - Processamento de linguagem natural (PLN)

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302  BI e análise de dados para gestão do negócio

Caso aplicado 5.1  (Continuação) encontrar padrões que indicam tentativas de fraudes ou para identificar melhorias necessárias na segurança das estradas.

Aumento da precisão na estimativa de responsabilizações

Jedlička espera que a solução Statistica melhore em muito a capacidade da CIB de prever os custos médicos totais que podem surgir a partir de um determinado acidente. “As capacidades de mineração de dados e mineração de texto da solução Statistica já estão nos ajudando a expor características de riscos adicionais, possibilitando, assim, prever altos custos médicos em estágios iniciais da investigação”, afirma ele. “Com a solução Statistica, podemos fazer estimativas bem mais precisas de danos totais para nos planejarmos de acordo.”

Expansão do leque de serviços aos membros

Jedlička também está satisfeito com o fato da solução Statistica ajudar a CIB a oferecer serviços adicionais a suas empresas-membro. “Nosso ramo de atuação é embasado em dados”, afirma ele. “Com o Statistica, podemos fornecer a nossos membros análises detalhadas de

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2.5 - Modelagem estatística para análise estatística empresarial

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86  BI e análise de dados para gestão do negócio

Caso aplicado 2.2  (Continuação) propensos a desistirem da faculdade antes do seu segundo ano. Dentre os quatro modelos preditivos individuais usados neste estudo, as máquinas de vetores de suporte apresentaram o melhor desempenho, seguidas por árvores de decisão, redes neurais e regressão logística.

Do ponto de vista da usabilidade, apesar das máquinas de vetores de suporte terem apresentado os melhores resultados preditivos, pode-se optar por usar as árvores de decisão, já que, comparadas às máquinas de vetores de suporte e às redes neurais, elas retratam uma estrutura modelar mais transparente. As árvores de decisão exibem explicitamente o processo racional de diferentes previsões, oferecendo

justificativas para um resultado específico, ao passo que as máquinas de vetores de suporte e as redes neurais artificiais são modelos matemáticos que não oferecem uma visão tão transparente de como chegam até seus resultados.

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