Manole (134)
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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Medium 9788520436363

11. Orçamento empresarial: uma ferramenta de apoio à decisão

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

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Orçamento empresarial: uma ferramenta de apoio à decisão

Allan Komatsu Ferreira

Antonio Carlos Aidar Sauaia

INTRODUÇÃO

Em mercados competitivos e sujeitos à incerteza, um dos recursos para enfrentar as constantes mudanças do ambiente macroeconômico e do microeconômico são as ferramentas financeiras de planejamento. O objetivo deste estudo foi verificar a aplicabilidade da ferramenta orçamento empresarial para agilizar a tomada de decisões, agregando ao processo maior clareza e objetividade. O referencial teórico abordou a tomada de decisão, o planejamento financeiro baseado no orçamento empresarial, em um jogo de empresas como método experimental. A elaboração do orçamento foi feita conforme o esperado. Apesar da execução não ter sido realizada em sua plenitude, os resultados obtidos durante o jogo de empresas permitem afirmar que o uso do orçamento traria benefícios durante o processo de decisão, garantindo aos gestores maior foco e agilidade, além de melhores resultados. O orçamento exigiu conhecimento especializado dos gestores e, apesar de trabalhoso ao implantar e operar, poderia trazer agilidade à tomada de decisão, propiciando análises recorrentes mais ágeis e precisas, favorecendo um desempenho superior. O uso dessa ferramenta no laboratório de gestão parece ter promovido maior contato dos gestores com os conceitos associados, permitindo a prática da teoria sobre orçamento empresarial.

O estudo de planejamento e controle financeiro, com foco na elaboração e execução de uma peça orçamentária, é um tema de crescente im-

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Medium 9788520436363

1. O Laboratório de Gestão como ambiente de aprendizagem

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

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O Laboratório de Gestão como ambiente de aprendizagem

Ouço e esqueço;

Vejo e recordo;

Faço e compreendo!

Confúcio

Aprendizagem Vivencial

Num Laboratório de Gestão, você testará os seus limites, tomando decisões organizacionais e conhecendo em seguida os resultados produzidos por elas. A aprendizagem prática ocorrerá de duas formas complementares:

■■

■■

Testando seus conhecimentos por meio da gestão no jogo de empresas.

Praticando os modelos da teoria em uma pesquisa aplicada desenvolvida individualmente pelos membros dos grupos concorrentes no jogo de empresas.

Ao contrário do que ocorre em aulas expositivas (Tabela 1.1), nas quais o professor desempenha o papel principal (enfoque no ensino), em um

“jogo de empresas”, o papel principal é desempenhado pelo participante

(enfoque na aprendizagem).

Tabela 1.1 –

Ensino x Aprendizagem.

Métodos

Técnicas

Foco

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Medium 9788520415061

4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Medium 9788520415061

11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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Grupo Gen (3784)
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Medium 9788597019902

2 - Consolidação do profissional como consultor

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

2

Consolidação do profissional como consultor

“Todos nós procuramos o sucesso, mas ninguém sabe como ele é.”

Robert Redford

Manual de consultoria empresarial.indb 21

11/01/2019 13:54:38

A consolidação de um profissional no segmento de consultoria pode representar algo problemático. Isso porque este processo deve estar sus­tentado por uma vocação e um conhecimento específico para que possa aju­dar os executivos das empresas em seu processo decisório e de operacionali­zação das ações; e, deve estar focado em um negócio de consultoria, que é o foco deste livro.

A consultoria representa uma das atividades mais antigas do mundo, pois sempre as pessoas têm prestado auxílio e realizado consultas a ou­tras, nos mais diferentes assuntos. Somente nas últimas décadas é que a consultoria tornou-se uma atividade remunerada e, consequentemente, um negócio.

A consultoria pode ser considerada uma profissão, bem como um ne­gócio perigoso, pois é muito fácil uma pessoa aventurar-se nesse setor de atuação.

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Medium 9788597019902

4 - Contratação dos serviços de consultoria

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

4

Contratação dos serviços de consultoria

“A única maneira de descobrir os limites do possível está em aventurar-se um pouquinho pelos cenários do impossível.”

Arthur Clarke

Manual de consultoria empresarial.indb 75

11/01/2019 13:54:40

A contratação dos serviços de consultoria representa o momento-chave da interação entre a empresa-cliente e a empresa de consultoria ou o con­sultor autônomo.

Para facilitar o entendimento é apresentado o processo desde a identi­fi­cação da necessidade dos serviços de consultoria até sua efetiva contratação.

Evidencia-se que o processo de contratação de serviços de consultoria tem, em vários momentos, muita semelhança com o processo de contra­tação de um executivo da alta administração, principalmente quando se enfocam as consultorias artesanal e a especializada.

Com referência à procura de conselhos de terceiros – consultores empresariais – é válido lembrar Nico­lau Maquiavel, autor de O príncipe, escrito há quase cinco séculos, o qual afirmou: “Aqui está uma regra infalível: um príncipe que não tem sabedoria não pode ser sabiamente aconselhado; um bom conselho de­pende da astúcia do príncipe que o procura; e não é a astúcia do prínci­pe que depende de bons conselhos.”

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Medium 9788597019902

6 - Características do consultor empresarial

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

6

Características do consultor empresarial

“Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar.”

Goethe

Manual de consultoria empresarial.indb 155

11/01/2019 13:54:43

Neste momento você deve explicitar qual é a sua, quando se enfoca a profissão de consultor empresarial.

O ideal é a leitura deste capítulo com a realização simultânea de uma autoavaliação real e sustentada, para que se possa elaborar seu plano de atua­ção como consultor; ou desista da ideia.

O conteúdo deste capítulo também serve para o executivo da empresa-­cliente realizar uma avaliação do consultor com mais eficiência e eficácia.

Observa-se que, neste momento, está sendo focado o consultor (pes­soa física) e não a empresa de consultoria (pessoa jurídica). Isso porque muitas empresas de consultoria, principalmente as grandes, gostam de de­bater as características e qualificações de seus consultores, mas não infor­mam que os currículos desses consultores do marketing da empresa de con­sultoria só servem para a venda do serviço, mas depois quem, efetivamente, trabalha na empresa-cliente, em seu dia a dia, podem ser profissionais com cur­rículos bem diferentes.

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Medium 9788597019902

1 - Conceitos básicos

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

1

Conceitos básicos

“O fracasso se constitui em sucesso, se nós o reconhecemos.”

Roa Bastos

Manual de consultoria empresarial.indb 1

11/01/2019 13:54:37

Este capítulo procura colocar você no contexto da consultoria empre­sarial; e isto

é válido porque têm-se observado muitos serviços que são reali­zados para empresas e que não devem ser enquadrados como de consultoria empresarial.

Outra preocupação deste capítulo é apresentar algumas considerações a respeito da evolução e das tendências da consultoria nas empresas.

O entendimento desse contexto evolutivo da consultoria é importante, principalmente para o leitor universitário ou recém-formado iniciar a elabo­ração do possível plano de carreira como consultor empresarial (ver seção 2.2). Naturalmen­te, essa abordagem também é importante para o profissional que queira se transferir para este importante ramo de atividade que é a consultoria em­presarial.

O entendimento das tendências da consultoria nas empresas pode pro­piciar a você a possibilidade de identificar oportunidades interessantes dentro do negócio consultoria.

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Medium 9788597019902

5 - Administração e manutenção dos serviços de consultoria

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Administração e manutenção dos serviços de consultoria

“Nada é mais imprudente do que a prudência.”

Charles Caleb Colton

Manual de consultoria empresarial.indb 143

11/01/2019 13:54:42

Neste capítulo são abordados os aspectos básicos que devem ser con­siderados pela empresa-cliente para a adequada administração dos servi­ços de consultoria.

Também são apresentados alguns aspectos que as empresas-clientes devem considerar para a posterior manutenção dos serviços de consulto­r ia realizados, bem como seu aprimoramento.

Esta última abordagem é importante porque os serviços de consultoria devem ser considerados sistemas interagentes com outros sistemas da empresa-cliente e, se o sistema específico trabalhado pela consultoria tiver um processo de melhoria contínua, seguramente os outros sistemas correlacionados também serão melhorados de maneira natural; e vice-versa.

Também é considerado o processo de avaliação dos serviços de consulto­r ia, que representa algo fundamental para a adequada interação da con­sultoria com a empresa-cliente.

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Grupo Almedina (7)
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Medium 9789896942687

I. A transformação da democracia

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

I

A Transformação da Democracia

A Transformação da Democracia

O título dado a este estudo não é rigoroso e só por falta de um melhor aqui o empregamos.

Em primeiro lugar, o termo «democracia» é indeterminado, como muitos outros da língua corrente. Summer Maine, julgando evitar as dificuldades que encontramos ao usá-lo, substitui-o pela expressão governo popular; tal é o nome que deu aos seus Ensaios.

Porém, esta segunda designação não é mais definida do que a primeira, e não há esperança de se encontrar outra para atribuir uma forma rigorosa e precisa àquilo que é indeterminado e fugaz.

Em segundo lugar, não se trata, a bem dizer, de uma transformação súbita de um estado noutro, mas de uma mutação contínua, semelhante àquela que o tempo opera nos seres vivos; tal é o movimento social de que aqui vamos estudar um aspeto.

A título experimental, temos de o situar não apenas na série a que ele pertence, mas também no conjunto dos fenómenos sociais; de outro modo, correríamos o risco de fazer, em vez de uma investigação objetiva, uma exposição subjetiva dos sentimentos que a consideração deste único aspeto suscitaria.

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Medium 9789896942687

IV. Os sentimentos

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

IV

Os Sentimentos

Os Sentimentos 29

No capítulo anterior, estudámos um caso particular da ação dos sentimentos. Consideremo-los agora a parte mais importante do fenómeno.

Não conhecemos diretamente os sentimentos, porque apreendemo-los apenas através das manifestações que deles podemos observar  30. É preferível para o nosso estudo não nos limitarmos ao aspeto qualitativo deste tema, procurando, tanto quanto possível, o elemento quantitativo. No que respeita à ciência lógico-experimental, a opinião de um único indivíduo pode ser de uma grande importância; no que toca a determinar o equilíbrio social, não vale quase nada. A opinião de um Newton conta mais para a mecânica celeste do que a de milhões de ingleses, seus contemporâneos. Contudo, para determinar o estado económico e social da

Inglaterra, só conta a opinião mais recente.

  Publicado a 20 de julho de 1920.

 Ver na obra Tratado de Sociologia, §1767 e seguintes, e §2083.

29

30

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Prefácio de G. Busino

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

Prefácio

O texto que aqui apresentamos surge pela primeira vez numa edição francesa, tendo o original italiano sido publicado em Milão em 1921.

Intitulado La Trasformazione della democrazia, o livro reunia artigos já publicados na Rivista di Milano a 5 e a 20 de maio, a 5 de junho, a 5 e a 20 de julho de 1921, aos quais se acrescentava um apêndice escrito para a ocasião. Desde o seu aparecimento, a obra conheceu junto do público e da crítica um sucesso inegável e duradouro, como todas as sucessivas edições italianas parecem atestar.

Bíblia dos adversários do regime parlamentar, dos democratas desiludidos com as dificuldades e complexidades do regime democrático, La Trasformazione della democrazia não teve um acolhimento caloroso por parte dos fascistas, nem dos nacionais-liberais, cujas doutrinas da autoridade e do poder não eram, aparentemente, contrárias às de Pareto. Mas não podia ser de outro modo, uma vez que o livro demonstrava a imperfeição de todas as causas, com uma ironia e um sentido do relativo que alguns classificariam de agnosticismo maquiavélico. Pareto não propõe razões para agir, apenas razões para duvidar; não apresenta certezas nem credos,

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Medium 9789896942687

Prefácio de Daniel Bessa

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

Prefácio

Vilfredo Pareto é um «autor» italiano (julho de 1848; agosto de

1923). De acordo com os cânones da época, em que o trabalho de investigação e edição se encontrava muito menos segmentado, ou especializado, do que nos dias de hoje, a sua obra distribui-se por várias áreas, da Engenharia (em que se iniciou) à Sociologia,

à Economia, à Ciência Política e à Filosofia.

A partir de 1893 passou a viver na Suíça, onde sucedeu a Leon

Walras na direção da cátedra de Economia Política da Universidade de Lausanne. Atribui-se-lhe, de resto, juntamente com Leon

Walras, a criação da «Escola de Lausanne» de Economia, também conhecida como «Escola Matemática» – um ramo da chamada

«Economia Neoclássica», que se desenvolveu a partir de finais do século xix, inícios do século xx e a que se aponta como um dos primeiros grandes nomes Carl Menger, fundador da «Escola

Austríaca», também conhecida por «Escola de Viena». Apesar desta filiação, nem Walras nem Pareto são normalmente incluídos na lista dos nomes maiores da «Escola Austríaca», sendo mais conhecidos pela ponte que estabeleceram entre a Economia e a Matemática e pela procura obsessiva da objetividade científica, tanto quanto a disciplina pode consenti-lo.

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Medium 9789896942687

II. A desagregação da soberania central

Pareto, Vilfredo Grupo Almedina PDF Criptografado

II

A Desagregação da Soberania Central

A Desagregação da Soberania

Central 6

Em todas as coletividades humanas atuam duas forças opostas.

Uma, que poderíamos chamar centrípeta, incita à concentração do poder central e a outra, que poderíamos designar como centrífuga, incita à sua divisão.

Para a compreensão deste texto, não é necessário ir mais além, mas, se nos permitem, faremos uma breve digressão para os leitores de Tratado de Sociologia, com vista a expor as relações destas forças com os resíduos.

Estas forças dependem essencialmente do género a que chamámos «persistência das relações de um indivíduo com outros indivíduos e com lugares», e não de outros géneros da categoria designada dos «resíduos relacionados com a socialidade».

  Publicado a 20 de maio e a 5 de junho de 1920.

6

48

a transformação da democracia

O aumento de intensidade dos resíduos das relações de família e de coletividade semelhantes (mesmo independentes da família), da necessidade de sociedades particulares, que está muitas vezes relacionada com as condições económicas, a diminuição da necessidade de uniformidade muito frequentemente associada aos resíduos dos sentimentos ditos religiosos, o aumento da entidade de certos sentimentos de hierarquia em comparação com outros, tudo isto aumenta a força centrífuga e diminui a força centrípeta.

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Grupo A (253)
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Medium 9788577801091

Capítulo 5 - Produção Just-in-Time

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Produção Just-in-Time

Em um período de baixo crescimento econômico, a superprodução é um crime.

Taiichi Ohno

Produção just-in-time (JIT) significa produzir o item necessário na hora necessária na quantidade necessária. Qualquer outra coisa acarreta muda. A Toyota introduziu o JIT nos anos 50 como uma reação a problemas muito concretos, tais como:

Mercados fragmentados que demandavam muitos produtos em volume baixo.

Uma dura concorrência.

Preços fixos ou em queda.

Uma tecnologia que rapidamente mudava.

O alto custo de capital.

Trabalhadores capazes que exigiam maior nível de envolvimento.

Na Toyota, passei a entender que JIT deve ser apoiado por todo o sistema lean.

Por que JIT?

Fabricantes convencionais de produtos em massa “empurram”1o produto pelo sistema inde2 pendente da demanda real . Um cronograma mestre é elaborado baseado na demanda projetada. Pedidos diários são passados para cada departamento para que produzam as peças que a montagem final precisará. Como os tempos de troca são longos, lotes grandes são comuns.

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Medium 9788577801091

Capítulo 3 - Estabilidade

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Estabilidade

Dê-me um ponto de apoio que ergo o mundo.

Archimedes

Na Toyota aprendi que melhorias seriam impossíveis sem estabilidade nos 4 Ms1:

Man/Woman – Homem/Mulher

Machine – Máquina

Material – Material

Method – Método

Para chegar à estabilidade, de vez em quando éramos obrigados a adotar ações nãolean, tais como aumentar buffers ou acrescentar pessoas ou máquinas. Essas ações nos davam tempo para resolver nossos problemas básicos e, ao mesmo tempo, cumprir com nossas obrigações com nossos clientes.

A estabilidade começa com gerenciamento visual e o sistema 5S. Os 5S dão suporte para o trabalho padronizado e a manutenção produtiva total (TPM), que são centrais

2 para a estabilidade de método e de máquina, respectivamente . Além do mais, os 5S dão suporte à produção just-in-time (JIT) fornecendo informações práticas que facilitam a tomada de decisões.

1

2

Documento de treinamento da Toyota.

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Medium 9788577801091

Capítulo 2 - O Sistema Lean de Produção

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

O Sistema Lean de Produção

Adote a nova filosofia... estamos em uma nova era econômica.

W. Edwards Deming

A produção lean, também conhecida como o Sistema Toyota de Produção, representa fazer mais com menos – menos tempo, menos espaço, menos esforço humano, menos maquinaria, menos material – e, ao mesmo tempo, dar aos clientes o que eles querem.

Existem dois livros importantes que popularizaram o termo lean:

• The Machine That Changed the World, de James Womack, Daniel Jones e Daniel

Roos, publicado por Simon & Schuster em 1990.

• Lean Thinking, de James Womack e Daniel Jones, publicado por Simon & Schuster em 1996.

Apesar dos princípios lean terem sua origem na produção, vejo que eles podem ser aplicados universalmente. Nosso desafio é traduzir, adaptar e aplicá-los a nossa situação específica.

Por que produção lean?

A nova economia

Antigamente, as empresas podiam estabelecer seus preços de acordo com a seguinte

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Medium 9788577801091

Apêndice I - Glossário

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

I

Glossário

A produção lean se constitui de uma linguagem que, em boa parte, é em japonês. Em meu trabalho, deparei-me, em igual número, com pessoas que gostam dos termos em japonês e outras que preferem seus equivalentes em inglês. Elaborei o glossário a seguir para acomodar os dois grupos.

Palavras em japonês tendem a ser visuais e metafóricas. Com freqüência não há um equivalente em inglês. Tentei fornecer o termo em inglês mais próximo, a metáfora mais vívida para dar uma idéia mais próxima possível do significado*.

4 Ms: Mulher/homem, máquina, material e método.

5S: Um sistema de padronização e organização do local de trabalho. Os 5S querem dizer separar, organizar, limpar, padronizar e manter.

Análise dos Cinco Porquês: Uma técnica para resolver problemas que implica em continuamente perguntar por que até que se encontre a causa original.

Andon: Uma parada de linha; normalmente uma corda que o trabalhador pode puxar para parar a linha de montagem quando este detecta um defeito; um exemplo de jidoka.

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Medium 9788577801091

Capítulo 6 - Jidoka

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Jidoka

Pare a produção para que a produção nunca tenha que parar.

Provérbio da Toyota

A palavra japonês ji-do-ka consiste de três caracteres chineses. O primeiro, ji, se refere ao próprio trabalhador. Se ele sente que “algo não está bem”, ou que “está criando um defeito”, deve parar a linha. Do se refere ao movimento, ou trabalho, e ka ao sufixo “ação”.

Juntando as partes, jidoka tem sido definido pela Toyota como “automação com uma mente humana” e se refere aos trabalhadores e às máquinas inteligentes identificando os

1 erros e decidindo por contramedidas rápidas.

Na Toyota passei a entender que jidoka significa criar processos livres de defeitos por constantemente fortalecer:

• A capacidade do processo.

• A contenção. Os defeitos são rapidamente identificados e contidos em uma zona.

• O feedback. Para que rápidas contramedidas possam ser tomadas.

Também comecei a compreender que jidoka representa uma revolução no gerenciamento de qualidade que talvez ainda não tenha sido totalmente compreendido.

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Grupo A (2049)
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Medium 9788577806935

Capítulo 8. Fundamentos do Orçamento de Capital

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

8

Fundamentos do

Orçamento de Capital

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

notação

◗ Identificar os tipos de fluxos de caixa necessários no processo de orçamento de capital

◗ Reconhecer perigos comuns que surgem ao se identificarem os fluxos de caixa livres incrementais de um projeto

◗ Prever lucros incrementais na demonstração de rendimentos de um projeto

◗ Avaliar a sensibilidade do NPV de um projeto a variações em seus pressupostos

◗ Converter lucros previstos em fluxos de caixa livres e calcular o NPV de um projeto

◗ Identificar as opções mais comuns disponíveis aos gerentes em projetos e compreender por que essas opções podem ser valiosas

CapEx desembolsos de capital

NPV

EBIT

lucros antes dos juros e dos impostos

NWCt capital de giro líquido no ano t

FCFt

fluxos de caixa livres no ano t

PV

valor presente

IRR

taxa interna de retorno

r

custo de capital projetado

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Capítulo 13. Levantando Capital Social

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

13

Levantando Capital

Social

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Comparar as diferentes maneiras de uma empresa de capital aberto levantar capital social

◗ Compreender o processo de abertura de capital de uma empresa

◗ Desmistificar mistérios associados às ofertas públicas iniciais

◗ Explicar como levantar capital social adicional depois que a empresa é de capital aberto

ENTREVISTA COM

Sandra Pfeiler, Goldman Sachs

Trabalhando na carteira de mercados da divisão do mercado de ações do grupo Goldman Sachs, Sandra Pfeiler e seus colegas orquestram a força de venda de ações da empresa e as empresas que estão emitindo ações. “É nossa tarefa fornecer à equipe de vendas detalhes convincentes sobre a empresa que está emitindo ações. A equipe de vendas irá, então, transmitir essas informações a seus clientes investidores e atrair a demanda por novas ofertas”, explica. “Quando um novo negócio é lançado, lidamos com diversas tarefas, que vão desde determinar que investidores a empresa deve encontrar até ter feedback dos investidores para ajudar a auferir o que o mercado está sentindo enquanto fazemos nossas avaliações de precificação”.

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Capítulo 16. Política de Payout

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

16

Política de Payout

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Identificar as diferentes maneiras por meio das quais as empresas podem fazer distribuições aos acionistas.

◗ Compreender por que a maneira como elas distribuem fluxos de caixa não afeta o valor na ausência de imperfeições de mercado

◗ Explicar como payouts maiores podem reduzir os problemas de agência, mas potencialmente reduzir a flexibilidade financeira

◗ Descrever métodos alternativos de payouts que não sejam em dinheiro

◗ Indicar como os impostos podem criar uma vantagem para a recompra de ações versus dividendos

notação

Pcum

preço das ações cum-dividendo

Prep

preço das ações com recompra

Pex

preço das ações ex-dividendo

PV

valor presente

ENTREVISTA COM

San Jose State University, 1992

“Minha experiência na área bancária me deu um bom preparo para a função de tesoureiro em uma empresa”.

Bill Bascom, Intuit Inc.

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Capítulo 20. Aplicações de Opções e Finanças Empresariais

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

20

Aplicações de Opções e

Finanças Empresariais

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Compreender a terminologia básica das opções

◗ Familiarizar-se com a Fórmula de

Precificação de Opções de Black-Scholes

◗ Explicar a diferença entre opções de compra e de venda, como elas realizam payoff, e o lucro obtido por deter cada uma delas até o vencimento

◗ Descrever a relação que tem que ser válida entre os preços de opções de compra e de venda das mesmas ações

◗ Analisar os fatores que afetam os preços das opções

notação

PV

valor presente

Div

dividendo

◗ Demonstrar como as opções são aplicáveis em finanças empresariais

NPV

valor presente líquido

ENTREVISTA COM

E NTREVISTA COM

Dan Ross, Simon-Kucher & Partners

Como diretor do escritório de consultores globais Simon-Kucher & Partners em Cambridge, Massachusetts, Dan Ross ajuda seus clientes do ramo farmacêutico e de biotecnologia a avaliar o valor de medicamentos potenciais durante sua etapa inicial de desenvolvimento, na qual há altos riscos envolvidos. “Como o ativo – neste caso um medicamento que pode não chegar ao mercado antes de uma década, se chegar – acarreta muito mais risco de desenvolvimento do que ativos de etapas posteriores, as técnicas tradicionais de avaliação não são suficientes”. Dan, que obteve seu bacharelado pela San Diego State University em 1999 e seu MBA pela Stanford University em 2005, utiliza “a técnica de avaliação mais comum, que reúne a modelagem do fluxo de caixa descontado, análises de transações anteriores e valores comparáveis de ativos (se houver tais valores disponíveis).”

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Capítulo 3. O Princípio da Avaliação: o Fundamento da Tomada de Decisões Financeiras

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

O Princípio da Avaliação: o Fundamento da

Tomada de Decisões

Financeiras

3

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

notação

◗ Identificar o papel dos gerentes financeiros na tomada de decisões

◗ Avaliar o efeito das taxas de juros sobre o valor de fluxos de caixa futuros hoje

◗ Reconhecer o papel que os mercados competitivos desempenham na determinação do valor de um bem

◗ Utilizar a Regra do Valor Presente

Líquido para tomar decisões de investimento

◗ Compreender o Princípio da Avaliação e como ele pode ser utilizado para identificar decisões que aumentam o valor da empresa

◗ Compreender a Lei do Preço Único

r

taxa de juros

PV

NPV

valor presente líquido

valor presente

ENTREVISTA COM

Matt Herriot, Oxford & Hill Home Products

O que bolas de naftalina e finanças têm em comum? Ambas são importantes para o empresário Matt Herriot, vice-presidente executivo da Oxford & Hill Home Products. Os produtos inovadores da empresa, como o Moth Avoid, protege roupas, artigos de cama e mesa, artigos de coleção e outros valiosos artigos de fibras naturais dos danos causados por traças, pela umidade e pelo mofo. “As disciplinas de finanças que tive na Terry School of Business, da University of Georgia, deram a base de que eu preciso para minhas responsabilidades, que incluem precificação e previsão de vendas. Elas também me ajudam a me comunicar com sócios e investidores utilizando a linguagem dos negócios.”

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