Manole (134)
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Medium 9788520436561

Introdução

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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Medium 9788520435816

Parte III – Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I I I

Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

CAPÍTULO

4

A estrutura jurídica das organizações promotoras de eventos

As organizações promotoras de eventos possuem papel fundamental no planejamento da atividade, pois é com base na estrutura jurídica dessas organizações que as características dos eventos são definidas.

De acordo com a estrutura jurídica, as organizações promotoras de eventos podem ser classificadas em associações, indústrias ou empresas.

Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas –

Sebrae/MG, “as associações, em um sentido amplo, são qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou outras sociedades jurídicas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados”.

Com base nesse conceito, pode-se dizer que, formalmente, uma associação é uma forma jurídica de legalizar a união de pessoas em torno de seus interesses e que sua constituição permite a construção de condições maiores e melhores do que as que os indivíduos teriam isoladamente para a realização dos seus objetivos.

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Grupo Gen (4092)
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Medium 9788597019377

12 - Estrutura e apresentação de trabalhos acadêmico-científicos

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

12

Estrutura e apresentação de trabalhos acadêmico-científicos

É fácil fazer com que um assunto complicado pareça complicado;

é preciso inteligência e esforço, porém, para expor ideias e informações da maneira mais simples possível (BARRAS, 1979, p. 20).

Nem sempre a ciência oferece uma ferramenta claramente superior para entender o mundo que nos cerca. (CASTRO, 2014, p. 17).

1

ESTRUTURA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO, TESE DE

DOUTORADO, TCC1

Denomina-se dissertativo todo texto que apresenta um juízo valorativo sobre um fato, ou acontecimento, ou uma opinião sobre um objeto ou ação, ou uma visão subjetiva sobre um assunto. Hoje, em substituição ao termo dissertação, fala-se mais comumente em textos argumentativos, expositivos, explicativos. Para Siqueira (1995, p. 11), se não houver a participação

1 Em algumas instituições, determinados trabalhos acadêmicos são chamados de monografia, para diferenciá-los de dissertações de mestrado e teses de doutorado. Chamam então os TCCs de trabalho monográfico ou de monografia. Como já dissemos, monografia diz respeito, propriamente, a tratamento de um único tema, não a tipo de trabalho. Todavia, o nome monografia está consagrado. Dizem os professores: “Ao final deste curso, será necessário entregar uma monografia.” A estrutura de qualquer trabalho acadêmico é sempre a mesma.

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Medium 9788597019377

5 - Prática de leitura

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

5

Prática de leitura

Este é, a nosso ver, o pecado capital da escola pública mal-direcionada: assume o compromisso de ensinar toda a população a ler, mas cumpre o compromisso pela metade. Os alunos chegam a ler, mas apenas decodificando os textos, sem alcançar a compreensão verdadeira nem, muito menos, a capacidade de crítica. Iludem-se com o que leem, porque está impresso, aceitam tudo que veem escrito, não são autônomos diante do texto (MOLINA, 1992, p. 11).

1

A CONSTRUÇÃO DO SENTIDO PELA LEITURA

Fala de leitura é falar de texto, é falar de produção do sentido. Koch (2015, p. 13), para tratar desse tema, entende a necessidade de esclarecer o que se entende por sujeito e o que se entende por língua.

Três, pelo menos, seriam os conceitos de sujeito do discurso. Segundo uma primeira abordagem, ele é visto como “sujeito psicológico individual, dono de sua vontade e de suas ações”. Nesse caso, ele constrói um texto e deseja que seu conteúdo seja captado pelo interlocutor tal como foi idealizado. Ilusoriamente, entende-se que o conhecimento do código seria suficiente para se ter acesso ao texto. Para Koch, temo aqui “predomínio, senão exclusividade, da consciência individual no uso da linguagem – o sujeito da enunciação é responsável pelo sentido”. A língua seria apenas um instrumento de comunicação à disposição dos indivíduos, como se não houvesse história. Ideologicamente, temos o que a ideologia liberal difunde: “os sujeitos é que fazem a história”.

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Medium 9788597019377

13 - Redação: progressão textual e articuladores textuais

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

13

Redação: progressão textual e articuladores textuais

O conhecimento da gramática é apenas um dos meios para chegarmos a uma comunicação correta, mas não é um fim em si mesmo. Ao escrever, não devemos ficar obcecados em demonstrar erudição e cultura gramatical. Se quisermos escrever bem, isto é, de modo eficaz, devemos dirigir a nossa preocupação para as três funções básicas [da comunicação], produzir resposta, tornar comum e persuadir (BLIKSTEIN, 1985, p. 23).

1

USO DA VARIEDADE LINGUÍSTICA DE PRESTÍGIO

Nenhuma língua é homogênea. Todas são constituídas por um conjunto de variedades linguísticas. Cada uma dessas variedades é utilizada em determinados meios e segundo determinadas funções. Uma não é melhor que a outra e tanto é impróprio valer-se de uma variedade prestigiada em momento que se exige o uso da menos prestigiada, quanto utilizar uma variedade estigmatizada em um meio que pede, pelo menos, o uso da chamada

“norma culta” da linguagem. A expressão norma culta é usada aqui no sentido técnico que os sociolinguistas dão a essa palavra. Para Faraco e Zilles (2017, p. 19), por exemplo, norma culta “designa tecnicamente o conjunto das características linguísticas do grupo de falantes

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Medium 9788597019377

9 - Gêneros acadêmico-científicos

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

9

Gêneros acadêmico-científicos

Todos nós percebemos, sem muita dificuldade, que nem todos os gêneros possuem valor igual na academia; o que muitos provavelmente não percebem é que os gêneros de prestígio variam de disciplina para disciplina. E não só isso, mas também a forma como esses gêneros são produzidos e como são publicados difere de área para área disciplinar (BEZERRA, 2018, p. 60).

1

GÊNEROS DO DOMÍNIO ACADÊMICO-CIENTÍFICO

Utilizamos a expressão gêneros acadêmico-científicos no sentido de gêneros discursivos de produção de conhecimento científico que circulam no meio acadêmico sobretudo. Tais produções são orientadas por convenções do gênero, que, na maioria das vezes, conhecem pequenas variações, ou seja, não são inflexíveis. Todavia, é sempre oportuno ressaltar que

“a forma do texto é um critério insuficiente para a definição de gênero” (BEZERRA, 2017, p. 43). Na mesma página, citando Carolyn Miller, afirma:

Quando dominamos um gênero textual não dominamos uma forma linguística e sim uma forma de realizar linguisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares.

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Medium 9788597019377

3 - Procedimentos de pesquisa

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

3

Procedimentos de pesquisa

Quando o pesquisador consegue rotular seu projeto de pesquisa de acordo com um sistema de classificação, torna-se capaz de conferir maior racionalidade às etapas requeridas para sua execução

(GIL, 2017, p. 24).

1

DIVERSIDADE DE CLASSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS

Retomando algumas considerações que fizemos no Capítulo 2, uma das primeiras classificações de pesquisa diz respeito à área de conhecimento. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico (CNPq), agência de fomento à pesquisa científica é responsável por uma dessas classificações (informações disponíveis em: http://www.cnpq.br/documents/10157/186158/TabeladeAreasdoConhecimento.pdf).

Outras classificações incluem: finalidade (pesquisa básica e aplicada), propósito (exploratórias, descritivas e explicativas), métodos (segundo a natureza dos dados: elas podem ser quantitativas e qualitativas; segundo o ambiente em que os dados são coletados, podem ser de campo ou de laboratório; segundo o grau de controle, podem ser experimental e não experimental).

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Grupo A (253)
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Medium 9788577801091

Capítulo 5 - Produção Just-in-Time

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Produção Just-in-Time

Em um período de baixo crescimento econômico, a superprodução é um crime.

Taiichi Ohno

Produção just-in-time (JIT) significa produzir o item necessário na hora necessária na quantidade necessária. Qualquer outra coisa acarreta muda. A Toyota introduziu o JIT nos anos 50 como uma reação a problemas muito concretos, tais como:

Mercados fragmentados que demandavam muitos produtos em volume baixo.

Uma dura concorrência.

Preços fixos ou em queda.

Uma tecnologia que rapidamente mudava.

O alto custo de capital.

Trabalhadores capazes que exigiam maior nível de envolvimento.

Na Toyota, passei a entender que JIT deve ser apoiado por todo o sistema lean.

Por que JIT?

Fabricantes convencionais de produtos em massa “empurram”1o produto pelo sistema inde2 pendente da demanda real . Um cronograma mestre é elaborado baseado na demanda projetada. Pedidos diários são passados para cada departamento para que produzam as peças que a montagem final precisará. Como os tempos de troca são longos, lotes grandes são comuns.

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Medium 9788577801091

Apêndice I - Glossário

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

I

Glossário

A produção lean se constitui de uma linguagem que, em boa parte, é em japonês. Em meu trabalho, deparei-me, em igual número, com pessoas que gostam dos termos em japonês e outras que preferem seus equivalentes em inglês. Elaborei o glossário a seguir para acomodar os dois grupos.

Palavras em japonês tendem a ser visuais e metafóricas. Com freqüência não há um equivalente em inglês. Tentei fornecer o termo em inglês mais próximo, a metáfora mais vívida para dar uma idéia mais próxima possível do significado*.

4 Ms: Mulher/homem, máquina, material e método.

5S: Um sistema de padronização e organização do local de trabalho. Os 5S querem dizer separar, organizar, limpar, padronizar e manter.

Análise dos Cinco Porquês: Uma técnica para resolver problemas que implica em continuamente perguntar por que até que se encontre a causa original.

Andon: Uma parada de linha; normalmente uma corda que o trabalhador pode puxar para parar a linha de montagem quando este detecta um defeito; um exemplo de jidoka.

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Capítulo 3 - Estabilidade

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Estabilidade

Dê-me um ponto de apoio que ergo o mundo.

Archimedes

Na Toyota aprendi que melhorias seriam impossíveis sem estabilidade nos 4 Ms1:

Man/Woman – Homem/Mulher

Machine – Máquina

Material – Material

Method – Método

Para chegar à estabilidade, de vez em quando éramos obrigados a adotar ações nãolean, tais como aumentar buffers ou acrescentar pessoas ou máquinas. Essas ações nos davam tempo para resolver nossos problemas básicos e, ao mesmo tempo, cumprir com nossas obrigações com nossos clientes.

A estabilidade começa com gerenciamento visual e o sistema 5S. Os 5S dão suporte para o trabalho padronizado e a manutenção produtiva total (TPM), que são centrais

2 para a estabilidade de método e de máquina, respectivamente . Além do mais, os 5S dão suporte à produção just-in-time (JIT) fornecendo informações práticas que facilitam a tomada de decisões.

1

2

Documento de treinamento da Toyota.

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Medium 9788577801091

Capítulo 2 - O Sistema Lean de Produção

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

O Sistema Lean de Produção

Adote a nova filosofia... estamos em uma nova era econômica.

W. Edwards Deming

A produção lean, também conhecida como o Sistema Toyota de Produção, representa fazer mais com menos – menos tempo, menos espaço, menos esforço humano, menos maquinaria, menos material – e, ao mesmo tempo, dar aos clientes o que eles querem.

Existem dois livros importantes que popularizaram o termo lean:

• The Machine That Changed the World, de James Womack, Daniel Jones e Daniel

Roos, publicado por Simon & Schuster em 1990.

• Lean Thinking, de James Womack e Daniel Jones, publicado por Simon & Schuster em 1996.

Apesar dos princípios lean terem sua origem na produção, vejo que eles podem ser aplicados universalmente. Nosso desafio é traduzir, adaptar e aplicá-los a nossa situação específica.

Por que produção lean?

A nova economia

Antigamente, as empresas podiam estabelecer seus preços de acordo com a seguinte

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Medium 9788577801091

Capítulo 4 - Trabalho Padronizado

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Trabalho Padronizado

Melhorias são ilimitadas e eternas.

Provérbio da Toyota

O trabalho padronizado é nossa cartilha – é o jeito mais seguro, fácil e eficaz de fazer o trabalho que conhecemos hoje em dia. Na Toyota, passei a entender que:

• Não existe uma única maneira de fazer o trabalho.

• Os trabalhadores devem projetar o trabalho.

• O objetivo do trabalho padronizado é fornecer uma base para melhorias.

Mesmo nossos melhores processos estão repletos de muda. Portanto, o trabalho padronizado se modifica constantemente.

Infelizmente, em muitas organizações, a padronização se torna uma camisa de força

– mais um instrumento de comando e controle da gerência. “Farás como eu mandar”, vocifera o gerente sênior, dessa forma engessando esforços de melhoria. Precisamos aprofundar nosso entendimento sobre a padronização.

Engenharia de métodos versus pensamento lean

Fred Taylor introduziu o conceito de que havia um “jeito certo de fazer as coisas” há um século atrás. Frank e Lillian Gilbreth apuraram o conceito e desenvolveram as ferramentas da engenharia de métodos que engenheiros industriais utilizam até hoje. A prática da

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Grupo A (2222)
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Medium 9788577806935

Capítulo 19. Planejamento Financeiro de Curto Prazo

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

19

Planejamento

Financeiro de Curto

Prazo

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Prever fluxos de caixa e necessidades de financiamento de curto prazo

◗ Compreender o princípio de correspondência entre necessidades de curto prazo e fontes de financiamento de curto prazo

◗ Conhecer os tipos de empréstimos bancários e seus tradeoffs

notação

EAR

taxa efetiva anual

APR

taxa percentual anual

◗ Compreender o uso de notas comerciais como uma alternativa ao financiamento bancário

◗ Utilizar financiamento garantido por contas a receber ou estoque

◗ Saber como criar um plano financeiro de curto prazo

ENTREVISTA COM

University of Maryland, 2007

“Tenho que ser proativa, reduzindo os problemas, identificando rapidamente questões centrais e estratégias potenciais, e fornecendo recomendações e soluções”.

Teresa Wendt, Lockheed Martin

Depois de se formar pelo College Park da University of Maryland, em 2007, com bacharelado em finanças, Teresa

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Medium 9788577806935

Capítulo 13. Levantando Capital Social

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

13

Levantando Capital

Social

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Comparar as diferentes maneiras de uma empresa de capital aberto levantar capital social

◗ Compreender o processo de abertura de capital de uma empresa

◗ Desmistificar mistérios associados às ofertas públicas iniciais

◗ Explicar como levantar capital social adicional depois que a empresa é de capital aberto

ENTREVISTA COM

Sandra Pfeiler, Goldman Sachs

Trabalhando na carteira de mercados da divisão do mercado de ações do grupo Goldman Sachs, Sandra Pfeiler e seus colegas orquestram a força de venda de ações da empresa e as empresas que estão emitindo ações. “É nossa tarefa fornecer à equipe de vendas detalhes convincentes sobre a empresa que está emitindo ações. A equipe de vendas irá, então, transmitir essas informações a seus clientes investidores e atrair a demanda por novas ofertas”, explica. “Quando um novo negócio é lançado, lidamos com diversas tarefas, que vão desde determinar que investidores a empresa deve encontrar até ter feedback dos investidores para ajudar a auferir o que o mercado está sentindo enquanto fazemos nossas avaliações de precificação”.

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Medium 9788577806935

Capítulo 11. Risco Sistemático e Prêmio de Risco de Ações

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

Risco Sistemático e Prêmio de Risco de Ações

11

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Calcular o retorno e a volatilidade

(desvio-padrão) de uma carteira

◗ Compreender a relação entre risco sistemático e a carteira de mercado

◗ Utilizar o Modelo de Precificação de

Ativos Financeiros (CAPM) para calcular o custo de capital próprio de um grupo de ações

◗ Medir o risco sistemático

notação

␤i

beta do título i relacionado à carteira de mercado

rf

taxa de juros livre de risco

ri

retorno exigido do título i;custo de capital de investir em títulos negociáveis i

Corr( Ri, Rj) correlação entre os retornos do título i e do título j

E[ Ri]

retorno esperado do título i

Ri

retorno do título i

E[RMkt]

retorno esperado da carteira de mercado

RP

retorno da carteira P

SD(Ri)

Mvi

valor de mercado total

(capitalização de mercado) do título i

desvio-padrão (volatilidade) do retorno do título i

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Medium 9788577806935

Capítulo 8. Fundamentos do Orçamento de Capital

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

8

Fundamentos do

Orçamento de Capital

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

notação

◗ Identificar os tipos de fluxos de caixa necessários no processo de orçamento de capital

◗ Reconhecer perigos comuns que surgem ao se identificarem os fluxos de caixa livres incrementais de um projeto

◗ Prever lucros incrementais na demonstração de rendimentos de um projeto

◗ Avaliar a sensibilidade do NPV de um projeto a variações em seus pressupostos

◗ Converter lucros previstos em fluxos de caixa livres e calcular o NPV de um projeto

◗ Identificar as opções mais comuns disponíveis aos gerentes em projetos e compreender por que essas opções podem ser valiosas

CapEx desembolsos de capital

NPV

EBIT

lucros antes dos juros e dos impostos

NWCt capital de giro líquido no ano t

FCFt

fluxos de caixa livres no ano t

PV

valor presente

IRR

taxa interna de retorno

r

custo de capital projetado

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Medium 9788577806935

Capítulo 16. Política de Payout

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

16

Política de Payout

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Identificar as diferentes maneiras por meio das quais as empresas podem fazer distribuições aos acionistas.

◗ Compreender por que a maneira como elas distribuem fluxos de caixa não afeta o valor na ausência de imperfeições de mercado

◗ Explicar como payouts maiores podem reduzir os problemas de agência, mas potencialmente reduzir a flexibilidade financeira

◗ Descrever métodos alternativos de payouts que não sejam em dinheiro

◗ Indicar como os impostos podem criar uma vantagem para a recompra de ações versus dividendos

notação

Pcum

preço das ações cum-dividendo

Prep

preço das ações com recompra

Pex

preço das ações ex-dividendo

PV

valor presente

ENTREVISTA COM

San Jose State University, 1992

“Minha experiência na área bancária me deu um bom preparo para a função de tesoureiro em uma empresa”.

Bill Bascom, Intuit Inc.

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Editora Saraiva (1316)
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Medium 9788547217464

15 - Apuração do resultado e suas destinações

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Apuração do resultado e suas destinações

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Apurar extracontábil e contabilmente o Resultado do

Exercício e suas destinações.

2. Saber o que é, como se apura e contabiliza o Resultado

Operacional Bruto e o Resultado Operacional Líquido.

3. Saber o que é Resultado Líquido do Exercício e o que fazer com ele.

4. Saber o que são, como são calculados e contabilizados os

Juros sobre o Capital Próprio.

5. Saber o que e quantas são as deduções do Resultado do

Exercício.

6. Saber o que é, como se calcula e contabiliza a Contribuição

Social sobre o Lucro Líquido.

7. Saber o que é, como se calcula e contabiliza o Imposto de

Renda sobre o Lucro Líquido.

8. Saber o que é, como e por que se apura o lucro real.

9. Saber o que são Prejuízos Acumulados, como são contabilizados e compensados.

10. Entender o que são e como são contabilizadas as participações do Resultado do Exercício.

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Medium 9788547217464

Respostas e comentários

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas e comentários

Questão 1: “c”

Solução:

Ver Artigo 10 da Resolução CFC n. 750/1993, na Seção A.4 do Apêndice.

Questão 2: “c”

Solução:

Os conhecimentos necessários para solução desta questão foram estudados nos Capítulos

4 e 6.

Sabemos que o Método das Partidas Dobradas tem como princípio fundamental que “para cada débito lançado na escrituração, haverá um crédito de igual valor”. Assim, quando elaboramos uma relação de Contas Extraídas do livro Razão, a soma dos saldos devedores será igual à soma dos saldos credores. Se nessa relação estiver faltando uma conta de saldo devedor, para encontrar o seu valor bastará calcular a diferença entre o total do débito e o total do crédito da referida relação, veja:

Contas de saldos credores:

Capital..................................................$ 1.300,00

Receitas ................................................$ 1.000,00

Dívidas .................................................$ 1.800,00

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Medium 9788547217464

Respostas

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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Medium 9788547217464

9 - Apuração simpli cadado resultado

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Apuração simplificada do resultado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que é, para que serve e como se apura o Resultado do Exercício de forma simplificada.

2. Conhecer um roteiro que pode ser utilizado para apuração do Resultado do Exercício de uma empresa de prestação de serviços.

3. Aprender os procedimentos necessários para apurar o

Resultado do Exercício de forma simplificada.

4. Saber o que é e para que serve o Balanço Patrimonial.

5. Elaborar de maneira simplificada o Balanço Patrimonial.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 155

24/02/2017 11:16:56

9.1 Introdução

Nos capítulos anteriores, você aprendeu a registrar os fatos administrativos (ou fatos contábeis). Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que a apuração simplificada?

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Medium 9788547217464

1 - Contabilidade: quando, o que ecomo estudar

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Contabilidade: quando, o que e como estudar

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber quando, o que e como estudar.

2. Saber como se preparar adequadamente para obter êxito em concursos.

3. Reconhecer quais providências deve tomar antes de iniciar os estudos.

4. Saber como estudar e aprender contabilidade.

5. Saber como estudar e aprender outras matérias.

6. Elaborar seu planejamento para estudos.

7. Saber o que deve providenciar antes e no dia do concurso.

8. Saber o que deve levar no dia do concurso.

9. Saber como se comportar no momento em que receber o caderno com as questões.

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24/02/2017 11:16:27

1.1 Quando estudar

Se pretende obter êxito em um concurso, comece a estudar agora. Saiba que a maior parte dos candidatos não é aprovada porque deixa para começar a estudar depois da publicação do edital do concurso que pretende prestar. Raramente o período entre o dia da publicação do edital e o dia da realização das provas supera 90 (noventa) dias, tempo insuficiente para estudar adequadamente todo o conteúdo programático informado no respectivo edital. Portanto: comece seus estudos JÁ.

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