Manole (123)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520415061

11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

7. Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Sandie Randall

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave: ssuntos-ch

• A cultura localizada e mediada

• A interpretação do conteúdo textual da mídia – análise semiótica

• O gênero em programas de culinária da TV apresentados por personalidades

• O discurso televisivo

• Os significados a respeito de comida e hospitalidadeA

Em busca da hospitalidade

Reconheceu-se que a comida é de fundamental importância para um melhor entendimento da natureza da hospitalidade no mundo moderno. Como Telfer afirma, é através da oferta e da recepção da comida que um vínculo de confiança e interdependência e de amizade e generosidade é criado entre o anfitrião e a visita (1996).

Apesar da proliferação, na segunda metade do século XX, de conteúdo textual na mídia sobre comida, é surpreendente verificar que até agora deu-se pouca atenção às mensagens que se referem à comida e ao ato de comer apresentadas pelos meios de comunicação. O estudo nesse campo poderia melhorar nosso entendimento a respeito da função da hospitalidade no mundo contemporâneo. Strange (1998, p. 301) afirma, referindo-se a um exemplo importante desse tipo de conteúdo textual – o programa de culinária da TV:

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429426

Se a Google fosse dona do mundo

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

Se a Google fosse dona do mundo

“O mecanismo de busca vai controlar o planeta”, declarou o escritor Paulo

Coelho. Mas certamente nem tudo, não é? A Google não vai querer administrar algo tedioso como um serviço público (apesar de estar investindo na indústria energética) ou uma empresa telefônica (bem, ela quase o fez) ou entrar para o setor da saúde (mas acabou de fazer isso) ou abrir um restaurante (por outro lado, sua cafeteria é mundialmente famosa e seu chef também – ele acabou de escrever o livro Food 2.0). Algumas pessoas desejam que a Google assuma um jornal – o The New York Times muitas vezes é citado –, empresas de entretenimento ou, quem sabe, a Microsoft, gigante do software. Mas não, a Google sabe o que ela é. Sua ambição não é dominar o mundo, e sim organizá-lo.

Então, agora que destilamos o sucesso da Google em uma série de leis e lições, tentaremos aplicá-las a algumas indústrias e instituições. Não vou fingir que consigo consertar uma empresa em poucas páginas. Se fosse tão fácil...

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 10 - Operações, Reservas e Estratégia de Preços

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

OPERAÇÕES, RESERVAS E

ESTRATÉGIA DE PREÇOS

RESERVAS

A opção pela compra com antecedência depende de cada um. No mercado brasileiro, nota-se que os descontos oferecidos para compra antecipada ainda não são suficientes para motivá-la por parte da maioria dos potenciais interessados. Possivelmente isso se deva à noção generalizada de que os consumidores típicos de cruzeiros marítimos provêm de uma parcela da população economicamente ativa e disposta a pagar mais para viajar na época e nas condições desejadas, porém este cenário está mudando com as promoções de early booking (reservas antecipadas).

Os cruzeiros de verão para a América do Sul, bem como os comprados por brasileiros para o Caribe, revelam um comportamento de compra tardio, com mais de 40% das vendas sendo efetuadas com apenas quinze dias de antecedência da data do cruzeiro.

Entendemos que o potencial comprador analisa alguns fatores até chegar à decisão de compra. O primordial é a disponibilidade de tempo para viabilizar a viagem, com uma alta pressão para compra em datas especiais definidas, como Réveillon e Carnaval. Outro fator é a facilitação da compra por parcelamento dos pagamentos. Também importante

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 1 - Breve Histórico dos Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

DOS

BREVE HISTÓRICO

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Uma pequena visita às origens dessa fenomenal indústria do turismo talvez elucide muito de seu histórico e esboce um pouco daquilo que está por vir.

De modo geral, existe um grande desconhecimento do tema por parte do trade turístico e do corpo acadêmico de turismo e hotelaria. Na retrospectiva histórica, a primeira imagem é a dos antigos transatlânticos de luxo, que basicamente executavam o transporte de imigrantes em navios cargueiros adaptados ou ainda na forma mista de carga e transporte.

Diferenças de classe segregavam, de maneira gritante, os indivíduos de menor poder aquisitivo dos abastados passageiros da primeira classe, que viajavam com séquito próprio de serviçais e com bagagem imensa e desproporcional.

Essa imagem clássica foi alterada pelo surgimento do avião a jato, que passou a transportar de forma mais rápida e relativamente segura.

De modo similar ao descrito por Levitt (1960) em seu célebre texto

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (3453)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597015010

7 - Administração do Capital de Giro

MARTINS, Eliseu; MIRANDA, Gilberto José; DINIZ, Josedilton Alves Grupo Gen PDF Criptografado

7

Administração do Capital de Giro

Um dos grandes desafios de toda entidade é manter a situação financeira equilibrada, de tal forma que os compromissos assumidos sejam cumpridos com o menor impacto possível na rentabilidade da organização. Para tanto, três instrumentos fundamentais são apresentados: Capital Circulante Líquido (CCL), Necessidade de Capital de Giro (NCG) e Saldo em

Tesouraria (ST).

7.1

CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

Para Assaf Neto (2015, p. 159), “[...] o conceito básico de equilíbrio financeiro fica evidenciado ao ser demonstrado que toda aplicação de recursos no ativo deve ser financiada com fundos levantados a um prazo de recuperação proporcional à aplicação efetuada”. Ou seja, as fontes de curto prazo (Passivo Circulante) devem ser utilizadas para financiar as aplicações de curto prazo (Ativo Circulante).

Análise didática das demonstrações contabeis.indb 131

09/01/2018 14:07:07

132

AnáLiSE didátiCA dAS dEMonStrAçõES ContábEiS • Martins - Miranda - Diniz

Ver todos os capítulos
Medium 9788597008999

Parte I – 6 - Ética e moral na administração pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

6

Ética e moral na administração pública

“A ética alimenta e viabiliza o bem comum.”

Matias-Pereira (2010)

INTRODUÇÃO

A ética – como uma filosofia moral que reflete sobre os significados dos valores morais dos homens em sociedade, debatendo-os e problematizando-os – vem sendo estudada desde os tempos antigos até os nossos dias por inúmeros filósofos e pensadores, em distintas épocas da história. Destacam-se entre os estudiosos que abordaram os assuntos relacionados à ética e à moral: os pré-socráticos, Aristóteles, os estoicos, os pensadores cristãos: patrísticos, escolásticos e nominalistas, Maquiavel, Kant, Espinoza,1 Nietzsche, Hegel, Kierkegaard, Paul Tillich, entre outros. Do ponto de vista etimológico, ética vem do grego ethos, e tem seu correlato no latim morale, com o mesmo significado de conduta, ou relativo aos costumes. Assim, etimologicamente ética e moral são palavras sinônimas.

A ética, para Vázquez (2007), é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, ou seja, é a ciência de uma forma específica de

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625810

Capítulo 4 – Diversidade

COSTA, Silvia Generali da Grupo Gen PDF Criptografado

4

Diversidade

“... quando te vi frente a frente não vi o teu rosto. Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto... porque

Narciso acha feio o que não é espelho”

Caetano Veloso

Objetivos do capítulo

• Apresentar os principais desafios da gestão da diversidade nas organizações.

• Discutir o papel do gestor nas organizações diversas.

• Apresentar algumas características que compõem a diversidade nas organizações.

• Apresentar elementos essenciais a uma política de gestão que estimule a diversidade.

• Discutir a criação de uma cultura favorável à diversidade.

Costa & Romero 04.indd 67

10/12/2013 10:22:50

68

Capítulo 4

1 Desabafo de um gestor no planeta diversus

Diversidade, diverso, distinto, diferente, divergente. Estranho, estranhamento. O outro me mostrando o que não sou e o que não sei, mas que ele estampa em seu rosto, seu corpo, seu modo de vestir, de falar, de pensar. Tolerar, aceitar, entender, conviver? Negar, fugir, atacar, desacreditar? Só enxergo o outro como ele é se enxergo a mim como sou. O espelho não me reflete, me devolve elementos ocultos, refletidos no outro. É possível que ambos sejamos versões da mesma matéria? Como conviver com o que não entendo? Tenho a pretensão de compreender tudo, de explicar tudo, de saber causa-efeito, custo-benefício, de prever, controlar, explicar e dirigir. Mas como explicar comportamentos tão diferentes dos meus? Como prever o que essas criaturas diversas presentes no universo organizacional poderão vir a fazer? O desconhecido é incontrolável, impossível de ser dirigido. Foge aos padrões e paradigmas queridos, acalentados, conservados ao longo dos anos. O manual não me explica o que fazer com ele. Desconhecidos podem ter atitudes imprevisíveis.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522498680

5 Política Brasileira de Exportação

VAZQUEZ, José Lopes Grupo Gen PDF Criptografado

5

Política Brasileira de Exportação

D

o ponto de vista da economia nacional, o principal motivo para exportar é obter recursos para pagamento das importações necessárias a sua vida econômica.

O exportador, além de o país obter divisas, absorve tecnologia e alcança maior produtividade.

A exportação é a atividade que proporciona a abertura do país para o mundo. É uma forma de se confrontar com os demais parceiros e, principalmente, frequentar a melhor escola de administração, já que, lidando com diferentes países, o país exportador assimila técnicas e conceitos a que não teria acesso em seu mercado interno.

Para melhorarmos nossa posição no ranking dos países exportadores, nossa política de comércio exterior deve atentar para vários fatores:

• �trabalhar a imagem do Brasil no exterior;

• �ampliar a integração regional, tendo, porém, uma postura de efetiva cooperação;

• �inserir a política de comércio exterior no contexto da política econômica, agrícola, industrial, educacional. Por que não um “Ministério de Comércio Exterior”?;

Ver todos os capítulos
Medium 9788521605966

6. Reformas Infraconstitucionais nas Previdências Privadas e Pública: Possibilidades e Limites

Edmar Lisboa Bacha, Schwartzman Simon Grupo Gen PDF Criptografado

6

Reformas Infraconstitucionais

nas Previdências Privada e Pública:

Possibilidades e Limites

Marcelo Abi-Ramia Caetano

1 INTRODUÇÃO

Este texto complementa a análise de Paulo Tafner e Fabio Giambiagi, encontrada neste volume, discutindo aspectos relacionados às reformas infraconstitucionais que estão em andamento ou que poderiam ser implementadas, a curto prazo, tanto na previdência privada como na previdência pública.

A próxima seção menciona os diferentes tipos de previdência existentes no Brasil, a “social”, de natureza pública, e a complementar, de natureza privada, que é descrita em mais detalhe. A terceira seção apresenta estimativas do custo administrativo do INSS, comparando-o aos custos da previdência pública americana e também aos custos dos fundos previdenciários privados no Brasil. A quarta seção ilustra os resultados de reformas administrativas no regime geral para trabalhadores do setor privado, implantadas durante o segundo mandato do Presidente Lula. A quinta seção sugere possibilidades adicionais a explorar para redução dos custos do INSS. A sexta seção introduz os princípios que regem a previdência para os servidores públicos, seguindo-se, na sétima seção, uma discussão das iniquidades desse regime. A oitava seção inclui uma discussão dos prós e contras da introdução de uma previdência complementar para os servidores públicos federais. A nona seção discute os limites e as possibilidades para a reforma dos regimes previdenciários de servidores públicos estaduais e municipais. A décima seção conclui com uma avaliação dos benefícios da unificação da previdência complementar para todos os servidores nas diferentes esferas e níveis de governo.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (253)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580554311

3.6 Alguns alertas sobre os modelos de planejamento financeiro

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

COM A PALAVRA, OS EXECUTIVOS:

Robert C. Higgins sobre crescimento sustentável

A maioria dos executivos financeiros sabe intuitivamente que

é preciso gastar dinheiro para ganhar dinheiro. O crescimento rápido das vendas exige aumento do ativo na forma de contas a receber, estoque e imobilizações, o que, por sua vez, requer dinheiro para pagar por esses ativos. Eles também sabem que, se sua empresa não tiver dinheiro quando necessário, ela pode realmente “quebrar”. A equação do crescimento sustentável declara explicitamente essas verdades intuitivas.

O crescimento sustentável quase sempre é usado pelos bancos e por analistas do mercado para avaliar a qualidade de crédito de uma empresa. Eles são auxiliados nesse exercício por vários software sofisticados que fornecem análise detalhada do histórico de desempenho financeiro da empresa, incluindo sua taxa de crescimento anual sustentável.

Os bancos usam essas informações de várias maneiras.

Uma comparação rápida da relação entre a taxa de crescimento observada de uma empresa e sua taxa sustentável mostra ao banco quais questões estarão no topo das preocupações financeiras da administração. Se o crescimento observado exceder de forma consistente o crescimento sustentável, o problema dos seus administradores será onde obter caixa para financiar o crescimento. Nesse caso, o banco pode pensar em juros de empréstimos. Por outro lado, se o crescimento sustentável exceder de forma constante o crescimento realizado, é melhor o banco falar sobre as alternativas para investimentos de caixa, porque o problema da administração da empresa será o que fazer com todo o caixa acumulado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554311

16.2 Maximização do valor da empresa versus maximização da participação dos acionistas

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

528

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

Valor da empresa

Ações

40%

FIGURA 16.1

Valor da empresa

Dívida

60%

Ações

60%

Dívida

40%

Dois modelos de pizza da estrutura de capital.

Essa discussão levanta duas questões importantes:

1. Por que os acionistas devem se importar com a maximização do valor da empresa inteira?

2. Qual é o índice Dívida/Capital próprio que maximiza a participação dos acionistas?

Examinaremos cada uma das duas questões separadamente.

16.2 Maximização do valor da empresa versus maximização da participação dos acionistas

O exemplo a seguir ilustra que a estrutura de capital que maximiza o valor da empresa é a que os gestores financeiros devem escolher para os acionistas.

EXEMPLO 16.1

Dívida e valor da empresa

Suponha que o valor de mercado da Ligeira S/A seja de $ 1 mil. Atualmente, a empresa não tem dívidas, e cada uma de suas cem ações é negociada por $ 10. Uma empresa como a Ligeira, sem dívidas, é chamada de empresa não alavancada. Suponha ainda que ela planeje tomar um empréstimo de $ 500 e pagar o valor captado aos acionistas como um dividendo extra, em dinheiro, de $ 5 por ação.1 Após a emissão de dívida, a empresa se torna alavancada. Os investimentos dela não mudarão como resultado dessa transação. Qual será o valor da empresa depois da reestruturação proposta?

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554311

22.4 Venda de opções

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

756

Parte VI

Opções, Futuros e Finanças Corporativas

Valor de uma opção de venda no vencimento

As circunstâncias que determinam o valor de uma opção de venda são opostas às circunstâncias referentes a uma opção de compra, pois uma opção de venda concede ao titular o direito de vender ações. Suponhamos que o preço de exercício da opção de venda seja de $ 50 e o preço da ação no vencimento seja de $ 40. O titular dessa opção de venda tem o direito de vender a ação por um valor maior do que ela vale, algo claramente lucrativo. Ou seja, ele pode comprar a ação pelo preço de mercado de $ 40 e vendê-la imediatamente pelo preço de exercício de $ 50, gerando um lucro de $ 10 (5$ 50 – $ 40). Portanto, o valor da opção na data de vencimento deve ser de $ 10.

O lucro seria ainda maior se o preço da ação fosse mais baixo. Por exemplo, se o preço da ação fosse de apenas $ 30, o valor da opção seria de $ 20 (5$ 50 – $ 30). Na verdade, a cada $ 1 que o preço da ação diminui no vencimento, o valor da opção de venda aumenta $ 1.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554311

26.11 Derivativos negociados fora de Bolsa no Brasil

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 26

Derivativos no Mercado Brasileiro

Hedge de venda com risco de base

As estratégias envolvendo hedge de venda (cobertura short) podem ser úteis para diferentes tipos de usuários. Delas podem se beneficiar: produtores rurais, frigoríficos, torrefadores e outros tipos de empresas envolvidas tanto na compra como na venda de matérias-primas.

A seguir, mostraremos um exemplo de hedge de venda, em que os preços locais diminuem mais do que proporcionalmente aos preços na Bolsa, causando enfraquecimento da base. Para isso, serão considerados os mesmos dados do Exemplo 26.12, do produtor de soja, apenas supondo que o preço no mercado local tenha baixado muito mais do que no mercado futuro, conforme mostra o quadro a seguir.

Resultado do hedge de venda com enfraquecimento da base

Mês (1)

Mercado físico (2)

Dezembro

Mercado futuro (3)

Base (4) US$/saca

Vende 40 contratos de soja para maio a US$21,00/saco

⫺US$2,00/saco

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554311

17.4 Integração de efeitos fiscais e custos de dificuldades financeiras

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

568

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

Consolidação da dívida

Uma razão pela qual os custos de falência são tão altos é que os diferentes credores (e seus advogados) competem uns com os outros. Esse problema pode ser mitigado pela coordenação adequada entre credores e acionistas. Por exemplo, talvez um, ou no máximo alguns emprestadores, possa arcar com a dívida inteira. Se ocorrerem dificuldades financeiras, os custos de negociação são minimizados com esse arranjo. Além disso, os credores também podem converter parte da dívida em ações. Eles também podem ser acionistas das empresas para as quais emprestam.

Dessa forma, os acionistas e credores não são colocados uns contra os outros, porque não são entidades separadas. Essa parece ser a abordagem no Japão, onde grandes bancos geralmente assumem posições acionárias significativas nas empresas para as quais emprestam dinheiro. Os

índices Dívida/Capital próprio no Japão são muito maiores do que os nos Estados Unidos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1089)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577260690

7 Organização e Autoridade

Samuel C. Certo Grupo A PDF Criptografado

Capítulo Sete

Organização e Autoridade

Tópicos Gerais do Capítulo

Objetivos de Aprendizado

Estrutura Organizacional

Organograma

Tipos de Estrutura

Depois de estudar o capítulo, o aluno estará apto a:

Autoridade

Autoridade de Linha, de Assessoria e

Funcional

Autoridade Centralizada e Descentralizada

Poder, Responsabilidade e Responsabilização

7.2 Identificar as formas básicas de estruturação das organizações.

Processo de Organização

Definição do Objetivo

Determinação dos Recursos Necessários

Atividades em Grupo e Atribuição de Funções

Princípios de Organização

Princípio da Paridade

Unidade de Comando

Cadeia de Comando

Esfera de Controle

Delegação de Autoridade e

Responsabilidade

Vantagens de Delegar

Empowerment

Processo de Delegação

Relutância em Delegar

7.1 Descrever organogramas.

7.3 Estabelecer a distinção entre autoridade de linha e de assessoria e autoridade centralizada e descentralizada.

7.4 Comparar e contrastar autoridade, poder, responsabilidade e responsabilização.

7.5 Identificar as etapas do processo de organização.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577260287

Capítulo Doze: Grupos Formais e Informais

John W. Newstrom Grupo A PDF Criptografado

Capítulo Doze

Grupos Formais e

Informais

Algumas mudanças aparentemente simples no modo como as equipes da alta administração estabelecem as prioridades e estruturam as reuniões podem fazer enorme diferença na sua eficiência e na sua eficácia.

Michael C. Mankins1

Quando os grupos principais de uma organização funcionam bem, a organização inteira move-se naturalmente de forma suave na direção de níveis mais elevados de desempenho, responsabilidade e criatividade.

Art Kleiner2

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

COMPREENDER

A dinâmica dos grupos.

A natureza e os efeitos dos grupos informais.

Os líderes informais.

As diferenças entre os papéis de liderança social e liderança de tarefas.

As técnicas de brainstorming, nominal, Delphi e dialética.

Os pontos fracos das reuniões de grupo.

Quando Bill Smith graduou-se no curso de Engenharia e juntou-se ao laboratório de uma grande companhia manufatureira, recebeu a incumbência de supervisionar quatro técnicos de laboratório que analisavam amostras da produção. Ele os supervisionava em alguns aspectos. Em outros, era restringido pelo próprio grupo, o que era muito frustrante para Bill.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291588

Capítulo 2. Sistemas de recomendação: conceitos e técnicas de aplicação

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

2

SISTEMAS DE RECOMENDAÇÃO:

CONCEITOS E TÉCNICAS

DE APLICAÇÃO

Sandra Andrea Assumpção Maria | Sílvio César Cazella

Patricia Alejandra Behar

Com o passar dos anos, a publicação de conteúdo está cada vez mais frequente e intensa, consequência da web 2.0, que facilita a autoria, a criação e o compartilhamento por qualquer internauta. A temática sistemas de recomendação (SRs), diante da constante produção de conteúdo, tem sido muito discutida em decorrência dos possíveis benefícios proporcionados pela aplicação de técnicas de filtragem de informações. A possibilidade de utilizar os interesses dos próprios usuários, combinada com o potencial de indicação de conteúdo interessante, faz dos SRs uma possível solução para a aproximação do usuário à informação de interesse no ambiente da internet.

No entanto, a grande quantidade de informações apresentadas ao usuário causa uma sensação bem comum à maioria dos usuários que faz uso da web: a de estar sobrecarregado ou mesmo de se sentir perdido com a variedade de alternativas que se apresentam entre conteúdos e sites.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808120

Fase 3 - Design de identidade

Wheeler, Alina Grupo A PDF Criptografado

3 : design de identidade

Fase 3

Design de identidade: visão geral

A investigação e a análise foram concluídas; houve um acordo com relação ao briefing de marca; começa então o processo criativo de design na Fase 3. O design é um processo iterativo, que busca integrar o significado com a forma. Os melhores designers trabalham com a intersecção de imaginação estratégica, intuição, excelência de design e experiência.

Nunca sabemos o que o processo vai revelar.

Hans-U. Allemann

Allemann, Almquist + Jones

Reduzir uma ideia complexa à sua essência visual requer perícia, foco, paciência e uma disciplina infindável. O designer pode examinar centenas de ideias antes de se concentrar em uma escolha final. Mesmo depois que essa ideia final emerge, o teste da sua validade dá início a mais uma rodada de exploração. É uma responsabilidade enorme fazer o design de algo que provavelmente será reproduzido centenas de milhares, se não milhões, de vezes e durará 20 anos ou mais.

A criatividade anda por caminhos diversos. Em alguns escritórios, vários designers trabalham na mesma ideia; em outros, cada designer pode desenvolver uma ideia ou uma estratégia de posicionamento diferente. É comum ver centenas de esboços colocados na parede para discussão em grupo. Cada abordagem preliminar pode ser a catalisadora de uma nova abordagem.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809103

2. APRESENTANDO ZEEV NEUWIRTH, REENGENHEIRO

Jim Champy, Harry Greenspun Grupo A PDF Criptografado

36

REENGENHARIA NA SAÚDE

Quando se tornou médico, Zeev Neuwirth não pensava em curar o sistema de prestação de serviços de saúde. Ele estudou na School of Medicine da University of Pennsylvania e realizou seu estágio interno e residência em medicina interna no

Mount Sinai Medical Center, em Nova York. Quase no fim da sua residência, em 1989, Neuwirth decidiu adicionar uma subespecialidade em cardiologia. Porém, com os empréstimos estudantis se acumulando, ele interrompeu sua fellowship e aceitou um emprego como médico atendente no Veterans

Administration Hospital, no Bronx. Lá, sua carreira deu uma guinada crítica quando ficou fascinado pelo modo como os médicos tratavam os pacientes: não tanto pela maneira como os tratavam como casos médicos, mas, sim, como pessoas.

Foi o começo de uma jornada que o levou a abandonar o estudo da cardiologia e a pesquisar a prestação de serviços de saúde em hospitais e consultórios médicos.

Escolhido para gerenciar o departamento de atendimento ambulatorial, Neuwirth ficou abismado ao descobrir que ninguém ouvia ninguém. A equipe médica não ouvia os pacientes e suas famílias. Os pacientes viam os médicos como grosseiros, arrogantes e antipáticos. Enquanto isso, os médicos se sentiam incompreendidos e desrespeitados pela administração, e toda a equipe médica pensava que ninguém prestava atenção nela.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (978)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547210250

2.2 Aspectos qualitativo e quantitativo do patrimônio

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

Bens imateriais, intangíveis ou incorpóreos

São os que, embora de existência abstrata ou ideal, têm o valor econômico reconhecido pela ordem jurídica.

Exemplos: marcas de indústrias, nome comercial e patente de invenção.

2.1.2.2 Quanto à disposição

Bens próprios

São os que pertencem à entidade, distinguindo-se, na Contabilidade, os que estão em seu poder daqueles que estão em poder de terceiros (que dão origem aos créditos).

Bens de terceiros

São os bens recebidos de terceiros com obrigação de, futuramente, serem devolvidos ou pagos, ou seja, constituem as dívidas.

2.2

Aspectos qualitativo e quantitativo do patrimônio

O patrimônio pode ser analisado sob dois aspectos: qualitativo e quantitativo, ambos interessando à Contabilidade.

2.2.1 Aspecto qualitativo

Considerando ser o patrimônio formado por um complexo de bens econômicos heterogêneos, a Contabilidade estuda a composição funcional dos bens sob o prisma econômico-financeiro, despreocupando-se com a qualidade técnico-produtiva. No caso, aprecia primeiro a origem do patrimônio (fontes de financiamento) e, em seguida, como ele está aplicado (investimentos).

Ver todos os capítulos
Medium 9788547208240

2 . 2 PRÓXIMOS PA SSOS – FORMAR A E Q U I P E D E I M P L E M E N TAÇÃO DO GOP

Project Management Institute PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

de forma que as partes interessadas possam compreender a natureza contínua do

GOP. Elementos típicos de um termo de abertura são:

■ visão, objetivo e escopo do programa;

■ estrutura, recursos e financiamento associado do programa;

■ riscos e requisitos.

O sucesso em longo prazo da implementação de GOP requer que as partes interessadas aprovem e apoiem o business case e o termo de abertura. Incluir os stakeholders nos estágios iniciais faz com que fiquem engajados ao longo do planejamento e da implementação do programa. Para ganhar apoio, aprovação e consenso, é preciso garantir que as partes interessadas estejam informadas sobre todos os desenvolvimentos e assuntos pertinentes, de modo que permaneçam envolvidas na proposta.

2 . 2 P R ÓX I MO S PA SSO S – FO R MAR A EQ U IPE DE IMPLEMENTAÇ ÃO DO GOP

É necessário utilizar o business case aprovado e o termo de abertura para estabelecer o programa de GOP e sua equipe de gerenciamento. Esse será um esforço contínuo e que contará com melhoria contínua. Conforme apresentado ao longo deste capítulo, é importante reiterar os elementos-chave relacionados à equipe: a) patrocínio executivo (que precisa estar ligado à equipe de implementação do GOP); e b) a necessidade da equipe de realizar a mudança e sua melhoria contínua. Montar a equipe depende das circunstâncias da organização. Também é importante frisar que um ou mais papéis podem ser exercidos por uma única pessoa. Considera-se a definição da equipe de acordo com os seguintes papéis de suporte ao programa de

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214982

5.1 Reputação como recurso estratégico

Ana Luísa de Almeida, Ana Paula Borges, Carmen Migueles, Marco Tulio Zanini, Sérgio Leal Caldas Editora Saraiva PDF Criptografado

5.1

Reputação como recurso estratégico

Quando falamos de reputação corporativa estamos nos referindo a um recurso estratégico de grande valor para as organizações por ser único e intransferível. Não se trata de um ativo que possa ser adquirido no mercado, de um ativo volátil como o valor das ações, que se valoriza por aquisição ou fusão, ou de um ativo que dependa especialmente da capacidade de inovação tecnológica da organização. Compreender a lógica de sua construção não é fácil quando nos vemos diante de questões como: O que leva as pessoas a admirar, respeitar ou a confiar em determinadas empresas? Quais comportamentos organizacionais são mais ou são menos valorizados? Quais os impactos de uma crise empresarial sobre a reputação? Quais os maiores riscos para a reputação de uma organização? Quais são os stakeholders que têm maior ou menor poder de gerar valor para a reputação de uma organização? Será que a reputação impacta o valor de mercado de uma empresa? Uma empresa pode ter marca forte e reputação fraca, ou vice-versa?

Ver todos os capítulos
Medium 9788553131723

Capítulo 15 - Crescimento e Desenvolvimento Econômico

Marco Antônio S. Vasconcellos, Manuel Enriquez Garcia Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 15

Crescimento e

Desenvolvimento

Econômico

Fundamentos-de-Economia-prova6B.indb 285

11/10/18 14:19

15.1 Crescimento e desenvolvimento

Fundamentos de Economia

286

Na quase totalidade dos livros introdutórios de Economia, o estudo da

Macroeconomia dá ênfase a questões de curto prazo ou conjunturais, relacionadas com o nível de atividade, o emprego e os preços (as chamadas políticas de estabilização).

Nos capítulos anteriores observou-se que, fundamentalmente, as políticas adotadas centralizam-se no comportamento da demanda agregada de bens e serviços, no curto prazo.

A teoria do crescimento e do desenvolvimento econômico, entretanto, discute estratégias de longo prazo, isto é, quais medidas devem ser adotadas para um crescimento econômico equilibrado e autossustentado. Nessa teoria, a oferta ou produção agregada desempenha um papel importante na trajetória de crescimento de longo prazo, o que não se observara na análise de curto prazo, pois ela era supostamente fixa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788571440142

Capítulo 23 - PENSAMENTO ECONÔMICO BRASILEIRO: ESCOLA NEOLIBERAL

Roberson Campos De Oliveira, Adilson Marques Gennari Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2 3

PENSAMENTO

ECONÔMICO BR ASILEIRO:

ESCOLA NEOLIBERAL

2 3 .1  INTR O D U Ç ÃO

A Escola Liberal predominou no pensamento econômico brasileiro desde os momentos iniciais de organização do Estado nacional até a Revolução de

1930. Como já foi assinalado em passagem anterior, a crise de 1929 e o sub­ sequente colapso do mercado mundial despertaram um movimento defensivo das nações no sentido do fortalecimento das ideias nacionalistas e interven­ cionistas. A tradição liberal não ficou imune ao grande abalo provocado pela crise. Nos anos seguintes, seus seguidores, apesar de continuarem a defender a economia de livre mercado como a melhor forma de alocação dos recursos em uma economia, passaram a admitir um certo grau de interferência do Estado para corrigir possíveis deficiências e imperfeições do mercado, fenômenos que tendiam a se manifestar com maior ênfase nas economias periféricas. Entre os maiores expoentes dessa corrente no Brasil, destacam-se Eugênio Gudin e

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais