Manole (134)
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Medium 9788520431443

3. Um plano de negócio

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

3

Um plano de negócio

O

termo em inglês business plan passou a ser traduzido e utilizado no

Brasil como plano de negócio ou plano de negócios. Não há explicação para o motivo da palavra business1 ser mais traduzida para o português na sua forma plural (negócios). O fato é que plano de negócios é muito mais utilizado do que plano de negócio. Mas o que é observado na maioria das situações é o planejamento de um negócio e não de vários negócios; por essa razão, neste livro, é utilizado o termo plano de negócio2.

Se você entender que um negócio possui propósitos específicos (lucros, continuidade e significado) e que os gestores desses negócios têm expectativas diferentes a respeito desses propósitos (sobrevivência, estilo de vida, crescimento organizado e crescimento agressivo), é possível discutir se esses gestores tendem a elaborar estratégias para os seus negócios ou não. Isso pode ser feito intuitiva e informalmente, como pregam os defensores da Escola Empreendedora de estratégia. Nesse caso, a estratégia está dentro da cabeça do dono da empresa, mas ela também pode ser induzida, organizada, documentada e gerenciada, como afirmam os autores das Escolas do Planejamento Formal da estratégia.

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Medium 9788520435816

Lista de quadros

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

Lista de quadros

Quadro 1.1 �Concílios ecumênicos no período de 325 a 1965 �

16

Quadro 1.2 �Exposições mundiais no período de 1851 a 1967 �

25

Quadro 1.3 ��Características das exposições mundial e internacional/ especializada 

29

Quadro 1.4 �Jogos Olímpicos no período de 1896 a 2016  �30

Quadro 1.5 �Feiras de amostras no período de 1916 a 1927  �32

Quadro 1.6 ��Países-sede da Copa do Mundo no período de 1930 a 2014 33

Quadro 1.7 ��Países-sede dos Jogos Pan-Americanos no período de

1951 a 2015 �

36

Quadro 1.8 ��Países-sede da Jornada Mundial da Juventude no período de

1984 a 2013 

38

Quadro 1.9 ��Países-sede do Fórum Social Mundial no período de

2001 a 2013 �

39

Quadro 1.10 �Congressos da Abav de 1959 a 2012 �

45

Quadro 1.11 ��Número de congressistas e número total de participantes nos congressos da Abav  �47

Quadro 1.12 ��Total de m² comercializados nas feiras dos congressos da Abav 

48

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Medium 9788520430972

5. Produtos e Serviços

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Produtos e Serviços

5

A descrição de produtos ou serviços é importante para que as empresas vendam sua ideia a investidores. É também um modo interessante de comparar com a concorrência e tentar perceber o que os concorrentes fazem de certo e de errado. Essa comparação fornece ganhos

à medida que os erros dos outros são percebidos e opta-se por uma estratégia diferente ou quando os acertos são copiados. Ainda dentro dessa fase do plano de negócios, é importante verificar as questões dos direitos de propriedade, ou seja, se a empresa possui marca registrada, se o logotipo é registrado, se possui alguma patente registrada e qual

é o tempo de validade desses registros. Outra ação importante é listar as vantagens e desvantagens do produto ou serviço, comparadas ao produto ou serviço dos concorrentes.

Se a empresa for uma prestadora de serviços, deve-se dizer quais são os serviços da empresa e por que ela é capaz de fornecê-los, além de como são fornecidos, quem fará o trabalho e onde será realizado, além de expor as características únicas do negócio e o que ele tem de especial para oferecer aos clientes. Se existirem produtos e serviços que, funcionando em conjunto, beneficiem o cliente (por exemplo, garantia

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Medium 9788520415061

7. Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Sandie Randall

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave: ssuntos-ch

• A cultura localizada e mediada

• A interpretação do conteúdo textual da mídia – análise semiótica

• O gênero em programas de culinária da TV apresentados por personalidades

• O discurso televisivo

• Os significados a respeito de comida e hospitalidadeA

Em busca da hospitalidade

Reconheceu-se que a comida é de fundamental importância para um melhor entendimento da natureza da hospitalidade no mundo moderno. Como Telfer afirma, é através da oferta e da recepção da comida que um vínculo de confiança e interdependência e de amizade e generosidade é criado entre o anfitrião e a visita (1996).

Apesar da proliferação, na segunda metade do século XX, de conteúdo textual na mídia sobre comida, é surpreendente verificar que até agora deu-se pouca atenção às mensagens que se referem à comida e ao ato de comer apresentadas pelos meios de comunicação. O estudo nesse campo poderia melhorar nosso entendimento a respeito da função da hospitalidade no mundo contemporâneo. Strange (1998, p. 301) afirma, referindo-se a um exemplo importante desse tipo de conteúdo textual – o programa de culinária da TV:

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Grupo Gen (4146)
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Medium 9788522478026

4 Conceito de Perícia Contábil

ALBERTO, Valder Luiz Palombo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Conceito de Perícia Contábil

4.1  Fundamentos lógicos

O conceito de perícia contábil que podemos aqui deduzir liga-se, necessariamente, àquele conceito geral de perícia que formulamos no início deste estudo.

Assim o dizemos porque perícia é sempre perícia, seja qual for sua espécie ou natureza, de modo que sua adjetivação busca identificar, na expressão composta, qual a natureza da matéria sobre a qual recairá, combinada com a profissão que detém a prerrogativa de atuar na área em que a matéria se insere.

Exemplificando, podemos verificar, pela evidência empírica, que, para a perícia que examina a autenticidade de letra ou assinatura (no caso a matéria básica), a profissão que estuda, analisa e desenvolve técnicas a respeito do assunto

é a de grafotécnico. Nada mais natural, portanto, do que identificar esta perícia como sendo a perícia grafotécnica.

Nos casos em que o objeto da perícia recai sobre a constatação ou avaliação de potenciais agentes capazes de ter provocado ou vir a provocar doenças, sequelas ou riscos à saúde, nada mais correto do que utilizar os serviços dos exercentes da profissão que detêm a prerrogativa de cuidar, estudar, sanar ou tratar as doenças, ou seja, a de médico. Lógico, assim, que intitulemos a perícia como perícia médica.

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Medium 9788521606338

Capítulo 5 - Revendo o Papel da Taxa de Câmbio

CARNEIRO, Dionisio Dias; WU, Thomas Grupo Gen PDF Criptografado

C a p í t u l o

5

Revendo o Papel da Taxa de Câmbio

Carneiro e Wu 005 rev2.indd 81

5/13/11 11:12 AM

Carneiro e Wu 005 rev2.indd 82

5/13/11 11:12 AM

S

ob o regime de flutuação cambial, os mercados de câmbio spot e futuro são os canais por onde transitam as incertezas acerca do futuro do balanço de pagamentos.

Em 1997 e 1998, o Brasil apresentava um déficit em transações correntes superior a 4% do PIB, que precisava ser financiado por um superávit na conta de capital.

Este superávit só poderia ser gerado por uma entrada de investimentos e financiamentos acima das saídas, por conta de amortizações de empréstimos vencidos e de investimentos no exterior.

O excesso de necessidades sobre disponibilidades manifesta-se, de imediato, no preço do dólar em moeda nacional, ou seja, na taxa de câmbio nominal, embora os desequilíbrios em transações correntes só cessem por movimentos da taxa de câmbio real. Nem todos os eventos que afetam o balanço de pagamentos têm, entretanto, impacto na taxa de câmbio à vista.

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Medium 9788521618089

Capítulo 4. Os Cinco Pecados Capitais dos Negócios

SWAIM, Robert W. Grupo Gen PDF Criptografado

4

Os Cinco Pecados Capitais dos Negócios

Não há desculpa para a gerência ser condescendente com os cinco pecados capitais de um negócio.1

Introdução

O artigo de Drucker sobre os cinco pecados capitais dos negócios, “Five Deadly

Business Sins”, foi publicado no Wall Street Journal em agosto de 1993. Depois dele, Drucker não voltou a escrever muito mais sobre o conceito, que foi mencionado apenas en passant, sem grandes elaborações, em um de seus últimos livros, The

Daily Drucker. Uma empresa de treinamento licenciou o conceito e o transformou em um programa interativo em vídeo, acompanhado de um livro de exercícios que simplesmente reformatou o artigo original de Drucker. Em um livro de 1985,

Innovation and Entrepreneurship, Drucker escreveu sobre os cinco maus hábitos das organizações, hábitos esses que correspondem aos cinco pecados, particularmente no que diz respeito a suas visões sobre a definição do preço de novos produtos.

Os cinco pecados poderiam bem ser considerados uma contribuição adicional de

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Medium 9788597009019

Parte II – 5 - Alcance do controle

CURY, Antonio Grupo Gen PDF Criptografado

Alcance do controle

5

5.1 Considerações iniciais

O princípio do alcance do controle procura focalizar o número de subordinados que um administrador pode dirigir eficientemente. Esse número não é fixo, dependendo de diversas considerações básicas, aplicáveis ao trabalho a ser feito, à qualidade da administração, ao nível do executivo, à intensidade de supervisão exercida e à capacidade dos subordinados.

Lyndal Urwick, técnico de organização e consultor de empresas, acredita que o número ideal de subordinados para todas as autoridades superiores é de quatro, e, nos níveis inferiores da organização, onde o que se delega é autoridade para o desempenho de tarefas específicas e não para supervisão de outros, o número pode ser de oito a 12. Adotando igual perspectiva, Sir Jan Hamilton, um especialista militar, afirma que o número adequado deve estar entre três e seis, sendo três subordinados, provavelmente o número mais eficiente nos níveis mais altos da organização, e seis nos níveis mais baixos.1

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Medium 9788522484645

Parte II – 6 Gestão do Valor no Capital de Giro

MATIAS, Alberto Borges (Coord.) Grupo Gen PDF Criptografado

6

Gestão do Valor no Capital de Giro

Objetivos do capítulo

• Definir o objetivo da gestão do capital de giro.

• Integrar a gestão dos elementos do capital de giro.

• Apresentar um modelo de gestão integrada, baseado no conceito de geração de valor, para a administração do capital de giro.

• Discutir a geração de valor na tesouraria.

• Discutir a geração de valor no giro.

• Apresentar os impactos inflacionários na gestão do capital de giro.

6.1 Introdução

Os capítulos anteriores apresentaram, de forma isolada, a gestão de todos os componentes do capital de giro. Foram descritos os aspectos mais relevantes na gestão financeira dos valores a receber e a pagar, dos estoques e da logística, da captação de curto prazo e da tesouraria. No entanto, é necessário que o gestor financeiro cuide de todos esses elementos de forma integrada, em um ambiente competitivo e dinâmico.

6.2 Objetivo da gestão do capital de giro

Nas Finanças Modernas, a principal função dos gestores é maximizar a riqueza dos proprietários pela

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Grupo A (1951)
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Medium 9788536317724

Capítulo 47. Sorbitol, galactitol, glicuronato e xilitol

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Sorbitol, galactitol, glicuronato e xilitol

47

Mapa 47.1: Sorbitol, amigo na dieta (exógeno) e inimigo endógeno

Sorbitol como adoçante em alimentos

Sorbitol é um álcool-açúcar usado como edulcorante alimentar em dietas especiais para diabéticos e tem cerca de 50% da doçura da sucrose. Pacientes com diabete podem ingerir pequenas quantidades de sorbitol com segurança porque ele é transportado em baixa velocidade através das membranas celulares e lentamente absorvido nos enterócitos.

A produção endógena de sorbitol e catarata: a teoria poliolosmótica da catarata em diabéticos

Mapa 47.2: Metabolismo de galactose e galactitol

Embora a baixa capacidade do sorbitol extracelular para cruzar membranas celulares favoreça seu uso como adoçante de alimentos destinados a diabéticos, de forma paradoxal, essa propriedade também pode causar problemas. Isso ocorre porque o sorbitol produzido endogenamente, em células como neurônios e cristalino, se acumula dentro das células e é metabolizado com muita lentidão.

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Medium 9788536307442

Capítulo 14 - Taxonomias de objetivos em TD&E

Borges-Andrade, Jairo E. Grupo A PDF Criptografado

14

282

BORGES-ANDRADE, ABBAD, MOURÃO & COLS.

Taxonomias de objetivos em TD&E

José Florêncio Rodrigues Jr.

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Explicitar os parâmetros que definem uma taxonomia.

• Distinguir domínios da aprendizagem aos quais se aplicam as taxonomias, assim como as categorias que os integram.

• Selecionar a(s) taxonomia(s) adequada(s) para o delineamento e/ou avaliação de um treinamento.

INTRODUÇÃO

Por que ocupar tempo com taxonomias de objetivos educacionais? Ou melhor, Por que deveria o profissional de treinamento, desenvolvimento e educação

(TD&E) ter em conta taxonomias de objetivos educacionais no planejamento, no desenvolvimento e na avaliação de um treinamento? Essa é a pergunta que serve de pano de fundo para o presente texto. Nele, examina-se a etimologia do termo taxonomia, assim como os critérios que devem balizar uma taxonomia. Em seguida, passam-se em revista algumas taxonomias empregadas em educação e treinamento, em particular a

Taxonomia de Objetivos Educacionais proposta por

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Medium 9788582601600

Capítulo 4 - Estratégia produtiva: definindo o elo perdido*

Rafael Teixeira; Daniel Pacheco Lacerda; Junico Antunes; Secundino L. H. Corcini Neto Grupo A PDF Criptografado

4

Estratégia produtiva: definindo o elo perdido*

STEVEN C. WHEELWRIGHT

GRADUATE SCHOOL OF BUSINESS, STANFORD UNIVERSITY

O principal objetivo da estratégia é desenvolver e sustentar uma vantagem competitiva duradoura. Em indústrias manufatureiras, houve um foco substancial no começo da década de 1980 na importância da contribuição da função produtiva para o sucesso corporativo em geral e, ainda assim, a aparente falta de atenção (historicamente) para alcançar essa contribuição potencial.

Neste artigo, descrevem-se características da vantagem competitiva em firmas manufatureiras, apresenta-se um modelo geral para relacionar essa vantagem com níveis de estratégia corporativos, comerciais e funcionais e apresenta-se um esboço de abordagem para se buscar esse potencial.

4.1 VISÃO GERAL

Um interesse recente na produção e a noção de uma estratégia produtiva foi o resultado de diversos desenvolvimentos complementares. Na frente empírica, eventos competitivos em várias indústrias manufatureiras mundiais – como automóveis, máquinas operatrizes e produtos eletrônicos – realçaram os perigos de se considerar a função de manufatura como sendo “neutra” e os benef ícios de reconhecer seu potencial para sustentar positivamente as estratégias comercial e corporativa. Na frente conceitual, os esforços combinados do praticante e de acadêmicos que desenvolveram mais plenamente os assuntos de estratégia, planejamento estratégico e gestão estratégica, levaram à publicação de uma grande quantidade de livros e artigos – e até mesmo este artigo, fornecendo modelos contextuais para abordar a função de manufatura e esclarecer a necessidade lógica de uma estratégia produtiva como contrapartida à estratégia de marketing e financeira.

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Medium 9788582600573

Capítulo 19 - Hedge

James P. Catty Grupo A PDF Criptografado

19

Hedge

RICHARD PEDDE

CANADÁ

INTRODUÇÃO

Este capítulo oferece um panorama do hedge e do processo de hedge e descreve como avaliar um programa de hedge de uma entidade. Diversas políticas contábeis tentam capturar o valor de um hedge. Dadas as movimentações de preços significativas de muitas commodities, especialmente durante a segunda metade de 2008, muitas estratégias de hedge não tiveram o desempenho esperado ou, pior ainda, tiveram um forte impacto negativo sobre os rendimentos.

O QUE É HEDGE?

A melhor maneira de explicar o termo é com um exemplo da vida real. Em novembro de

2007, o New York Times previu que a Southwest Airlines voltaria a dominar o transporte aéreo americano. A empresa sempre fora famosa pela alta qualidade do serviço e pela produtividade da mão de obra; menos conhecido era o fato de que, a partir de 2000, a Southwest começara a realizar hedge de combustível para aviação, o que ajudou a garantir sua rentabilidade. Em 2004, os ganhos com hedge geraram 455 milhões de dólares; em 2005, 892 milhões; em 2006, 675 milhões; e nos primeiros nove meses de 2007, 439 milhões. Na época, a Southwest utilizou uma série de contratos para garantir a maior parte do combustível que utilizaria até 2009. O preço era equivalente a 51 dólares por barril de petróleo que, em novembro de 2007, era vendido a 90 dólares por barril, de modo que o valor dos contratos ultrapassava 2 bilhões de dólares.

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Medium 9788577808380

2. Entendendo a Relevância de Marca: Categorização, Enquadramento, Consideração e Mensuração

Aaker, David Grupo A PDF Criptografado

56

Relevância de Marca

informações, as atitudes e o comportamento, além da importância de quais associações são usadas para posicionar a categoria ou subcategoria. Na terceira seção, exploramos a pesquisa sobre conjuntos de consideração. Que evidências temos sobre a inclusão de um passo de triagem na escolha de marcas, no qual a marca é definida como digna ou não de consideração? A última seção discute a mensuração da relevância, dando ao conceito o nível final de especificidade.

Categorização

A categorização, o modo como as pessoas formam categorias e subcategorias, está no centro da relevância de marca. Os psicólogos e pesquisadores que trabalham com consumidores estudaram a categorização, definida como o processo de agrupar objetos e eventos em categorias com base em semelhanças percebidas.¹ Alguns psicólogos chegam a argumentar que a categorização é uma atividade mental humana fundamental que serve de base para todas as situações e atividades. As pessoas estão sempre tentando entender indivíduos, contextos e coisas, categorizando-os com relação a algum esquema. As pessoas usam categorias para estruturar e simplificar a infinidade de estímulos com os quais são bombardeadas. Seja qual for a importância geral da categorização, as pesquisas nessa área oferecem vários insights e construtos que ajudam a entender e gerenciar a relevância de marca.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547217945

13.7 Uso de ‑isar

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE III • NORMATIZAÇÃO GRAMATICAL

13.7 Uso de ­‑isar

Usa­‑se ­‑isar nos verbos derivados de palavras que já tem s: análise aviso paralisia pesquisa

analisar avisar paralisar pesquisar

13.8 Uso de ­‑izar

Usa­‑se ­‑izar nos verbos derivados de palavras que não têm a letra s: ameno civil legal normal real suave

amenizar civilizar legalizar normalizar realizar suavizar

13.9 Uso de ­‑sinho

Usa­‑se ­‑sinho em todos os diminutivos derivados de palavras que já tem s em sua sílaba final: lápis mesa país tênis

lapisinho mesinha paisinho tenisinho

13.10 Uso de ­‑zinho

Usa­‑se ­‑zinho em todos os diminutivos derivados de palavras que não tem s em sua sílaba final: animal café flor

animalzinho cafezinho florzinha

193

R2_RedacaoEmpresarial.indd 193

3/8/17 11:13 AM

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Medium 9788547204921

INTRODUÇÃO

FAVA, Rui Editora Saraiva PDF Criptografado

I N TR O DU ÇÃO

É uma barbaridade o que a gente tem de lutar com as palavras, para obrigar as palavras a dizerem o que a gente quer.

MÁRIO QUINTANA

Uma pujante tormenta tecnológica eclodiu, criando um ambiente insólito, fre-

quentemente imprevidente, imponderável para estudar, trabalhar, constituir família, conceber e instruir os filhos. Neste contexto kafkiano, as companhias remam contra correntezas econômicas extremamente volúveis; os políticos veem suas rotulações subirem e descerem loucamente, os conjuntos de princípios e valores benévolos se estilhaçam, enquanto os botes salva-vidas da família, da escola, da religião, do

Estado são violentamente sacudidos.

Ao analisar essas descomedidas mutações, é possível considerá-las evidências isoladas de instabilidades, colapsos, infortúnios. Se observarmos mais acuradamente é factível averiguar a afluência de vários aspectos, mostrando que muitas mutações não são independentes nem fortuitas. O colapso da família, a constante alomorfia do perfil das gerações, transformações nos comportamentos causadas pelas redes sociais, alterações no processo de ensino e aprendizagem – mais vir­ tual, menos analógico, inusitadamente híbrido. Estes e muitos outros episódios, ou tendências aparentemente desconexas, estão inter-relacionados. Com efeito, são parte de um fenômeno muito maior: o definhamento da Educação 2.0 e o advento da Educação 3.0.

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Medium 9788547208240

3 .1 D E S C O B E R TA E A N Á L I S E

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1 D E SC O B ER TA E ANÁLI SE

Considerando as informações da avaliação de prontidão (apresentadas no Capítulo 2) como o contexto atual, a equipe de implementação do GOP começa a fase de descoberta e análise. Isso a ajudará a ter uma compreensão melhor do gerenciamento de projetos e da estratégia da organização, por meio da identificação das ligações existentes entre os projetos e a estratégia, bem como pelo delineamento dos recursos e esforços necessários para trabalhar na realização dessa estratégia. Os elementos-chave para essa ação são a documentação do estado atual e o conhecimento e a capacidade para descrever tanto o estado futuro como os requisitos necessários para alcançá-lo.

O processo de descoberta e análise inclui os seguintes passos:

■ compreender a estratégia da organização e as práticas de gerenciamento de projetos (ver subitem 3.1.1);

■ identificar o estado futuro (ver subitem 3.1.2);

■ realizar a análise de lacunas (ver subitem 3.1.3).

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Medium 9788547215125

8.3 Medidas de ajuste do balanço de pagamentos

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

116  economia internacional

Tabela 8.3

Composição das reservas internacionais e liquidez em moeda estrangeira em U$ milhões6

Discriminação

2010

Dez.

2011

Dez.

2012

Dez.

2013

Dez.

A. Ativos de reservas oficiais*

288.575

352.012

373.147

358.808

1. Reservas em moeda estrangeira (em divisas conversíveis)

276.148

343.180

362.064

349.029

243.519

327.667

345.003

331.407

32.629

15.513

17.061

17.621

29.052

14.146

15.187

16.561

62

72

a) Títulos dos quais: emissor sediado no Brasil, mas domiciliado no exterior b) Total de moeda e depósitos em: i) Outros bancos centrais, BIS e FMI** ii) Bancos sediados no Brasil dos quais: domiciliados no exterior iii) Bancos sediados no exterior** dos quais: domiciliados no Brasil

2. Posição de reserva no FMI

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Medium 9788547210250

1.10 Período administrativo

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

1.8.2 Fases da gestão

Embora a gestão seja um todo, a Contabilidade a estuda em três fases distintas:

1. Fase econômica

Relaciona-se com as despesas (custos), as receitas (ingressos) e a consequente formação de crédito (resultado).

2. Fase financeira

Diz respeito às entradas e às saídas de dinheiro, afastando-se do aspecto econômico de forma diretamente proporcional aos prazos dos débitos e dos créditos de funcionamento e de financiamento.

3. Fase patrimonial

Nela são observadas as alterações trazidas ao patrimônio ante os aspectos econômico e financeiro.

1.9

Exercício social

1.9.1 Conceito e duração

Exercício social é a parcela da gestão compreendida em cada um dos períodos administrativos. O exercício social terá duração de um ano e a data do término será fixada no estatuto.

“Na constituição da companhia e nos casos de alteração estatutária, o exercício social poderá ter duração diversa”, conforme dispõe a Lei n. 6.404/1976, art. 175, parágrafo único.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520427095

Capítulo 14 - Potencial turístico do Brasil

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

14 Potencial turístico do Brasil

Maria Carolina Ruas Vernalha

Zysman Neiman

Introdução

Um dos atrativos principais do turismo é a paisagem da localidade a ser visitada, o poder de atração visual que esta pode exercer sobre as pessoas, acentuando seu imaginário e atraindo-as ao contato presencial. O apelo imagético que tanto atrai o visitante reflete a ideia de “paraíso” que a natureza representa, um local perfeito, edênico e distante de sua realidade. Dessa forma, o turismo apresenta-se como uma oportunidade de resgate do “paraíso perdido” pela civilização, o local ideal e remoto, mas que agora pode ser re-encontrado por meio de uma experiência pessoal e

única. O indivíduo se aproxima de tudo o que lhe falta nas cidades, na casa e no trabalho: a “sensação do novo” ao percorrer uma trilha em meio a animais e plantas desconhecidos, a emoção de nadar

Potencial turístico do Brasil

em um rio e a ilusória sensação de “volta às suas raízes”, sem obrigações, prazos e regras, tudo remete ao prazer que a viagem proporciona.

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Medium 9788520430804

3 – Sistemas de informação organizacional

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

Sistemas de informação organizacional

Tópicos deste capítulo a O profundo impacto da tecnologia da informação a Banco de dados a Sistemas de informação organizacional a Questões para revisão a Exercícios

Um sistema aberto – como as organizações em geral e as empresas em particular – somente pode funcionar adequadamente quando suas partes estão apropriadamente interligadas e inter-relacionadas

– tanto do ponto de vista interno como externo –, de modo a assegurar totalidade que permita oferecer sinergia ao sistema. Essa interligação poderosa é proporcionada pelos sistemas de informação organizacional.

Vimos que a informação é uma decorrência de dados organizados e ordenados de maneira coerente e significativa no sentido de proporcionar compreensão e análise para quem a recebe. Ela constitui um conjunto de dados ordenados e estruturados que possuem significado, relevância e finalidade. E as pessoas envolvidas precisam entender e compreender as informações que recebem, e saber exatamente as informações que devem proporcionar.

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Medium 9788520453032

10. Fundos de investimento

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Fundos de investimento

Marcelo de Libero d’Agosto

Neste capítulo, apresenta-se uma visão geral dos fundos de investimento.

INTRODUÇÃO

No Brasil, os fundos de investimento são uma popular alternativa de aplicação de recursos, com números significativos. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)

– a entidade que representa os interesses dos bancos, empresas de administração de recursos, corretoras e distribuidoras de valores mobiliários – existem no país mais de 15 mil carteiras, que reúnem o montante total de R$ 4,0 trilhões sob responsabilidade dos gestores de recursos1.

Um mesmo aplicador pode ter posições em diversos fundos. Sendo assim, não é possível conhecer com exatidão a quantidade de pessoas que investem na modalidade. Contudo, estimativas com base na análise das informações sobre a quantidade de cotistas por fundo, disponibilizadas pela Comissão de Valores

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Medium 9788520429501

17. Inovação no planejamento do turismo e da hospitalidade no espaço rural

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

17

Inovação

no planejamento

do turismo e da hospitalidade no espaço rural

Rosislene de Fátima Fontana

Introdução

A qualidade de vida constitui-se, dia após dia, em um tema de inquietação em todos os segmentos da comunidade. A sociedade de consumo, cada vez mais em evidência com o fenômeno da globalização, em sua constante busca pelo novo, pelo diferente, pelo exótico, recorre ao lazer em busca do equilíbrio físico e psíquico, tão afetados com o cotidiano estressante, principalmente nas grandes metrópoles. Lazer esse que pode ser contemplado de diversas formas, em diferentes espaços físicos e temporais.

Importante lembrar que fatores como condições socioeconômicas e tempo livre são limitantes para a prática do lazer.

Enquanto alguns indivíduos ao menos possuem condições de se sentar no banco de uma praça, outros são capazes de desfrutar do mais sofisticado empreendimento de lazer criado para proporcionar ao homem tudo o que ele sonhar e tiver condições financeiras de adquirir.

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Medium 9788520427095

Capítulo 5 - Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

5 Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

Zysman Neiman

Raquel Formaggio Patricio

Introdução

Evitar a extinção dos ecossistemas naturais é um dos maiores desafios da humanidade neste século. Além das razões morais, existem as de ordem estética, religiosa, cultural, científica e econômica (Wallace, 2002). As estratégias para a construção de sociedades sustentáveis precisam considerar a necessidade de uma aliança entre conservação ambiental e desenvolvimento humano

(Silva e Junqueira, 2007).

Diversas políticas públicas têm sido desenvolvidas com o objetivo de proteger os recursos naturais, mas até este início de milênio apenas 5% do planeta está legalmente protegido. Nesse contexto, as unidades de conservação (UCs) têm se destacado como uma das políticas públicas mais importantes e são, segun-

Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

do a International Union for the Conservation of the Nature (IUCN), o método mais eficaz de proteção da biodiversidade.

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