Manole (134)
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Medium 9788520430972

Anexo 5 – Diagnóstico de Posicionamento Estratégico

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 5

Diagnóstico de Posicionamento

Estratégico

Observações:

1.

2.

3.

Book 1.indb 307

Escolher somente uma resposta para cada questão, colocando um x no espaço da coluna status, da resposta que mais se aproximar à realidade da empresa.

O diagnóstico permite somente dois tipos de resposta para cada questão; no caso de respostas intermediárias, deverá ser escolhida aquela que mais se aproximar da adequada para a empresa.

O direcionamento estratégico será dado pelo conjunto de respostas, e não por uma resposta individualmente.

1/13/16 15:06

308

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Questões

Status

1. Complexidade (relativo à facilidade do uso do produto/serviço)

A. SIMPLES (uma criança pode usar na primeira tentativa)

B. COMPLEXO (Albert Einstein poderia ter problemas com o produto)

2. Benefícios (relativo aos benefícios do produto, proporcionados ao cliente após a compra)

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Medium 9788520431443

Apêndice 1 – As principais falhas de um plano de negócio no Brasil

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

Apêndice

1

As principais falhas de um plano de negócio no Brasil

U

m plano de negócio tende a ser um documento sigiloso, ao qual só os principais gestores do empreendimento têm acesso. Mesmo quando o plano é voltado para o público externo, poucas pessoas têm acesso a ele e seu conteúdo não é divulgado. Isso é algo esperado, já que o plano trata de questões apenas do interesse dos stakeholders do negócio. Nesse contexto, as pesquisas a respeito do nível de qualidade dos planos de negócio produzidos são raras e restritas a amostras, em geral, pouco significativas

(Hindle e Mainprize, 2006; Honig e Karlsson, 2004). No entanto, é possível discutir a qualidade dos planos de negócio por meio das percepções de quem os analisa rotineiramente. No Brasil, essa função só existe nas organizações que oferecem recursos para empresas, por meio da análise do plano de negócio, entre outros documentos solicitados. Essas organizações se restringem aos investidores privados (principalmente capitalistas de risco) e agências governamentais, como BNDES, Finep e Fundação de

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Medium 9788520436561

Apresentação

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

apresentaÇão

E

sta obra é resultado de pesquisas e estudos realizados nos últimos anos para complementar conteúdos que seriam utilizados em treinamentos e cursos de formação de recepcionista de eventos, assim como de observações efetuadas in loco durante a participação em eventos.

Após essas pesquisas e vivências, percebi que o profissional de recepção em eventos, além da formação técnica, que lhe fornece conhecimentos para desempenhar as funções pertinentes ao cargo, precisa de uma formação complementar sobre temas como cerimonial e protocolo, alimentos e bebidas, conhecimentos gerais e outros, que estão ligados diretamente com a atividade eventos e indiretamente com a sua função.

Diante do exposto, resolvi organizar este livro para disponibilizar e compartilhar os conteúdos que, acredito, são de suma importância para os profissionais de recepção em eventos e também para aqueles que desejam ingressar nessa atividade.

A obra está dividida em quatro partes, sendo a primeira destinada aos fundamentos básicos sobre eventos, na qual são apresentados temas como: origem e evolução dos eventos, conceitos, tipologia, noções de planejamento e organização de eventos, estrutura organizacional dos eventos, destacando seus componentes, os locais onde os eventos acontecem, o mercado de eventos e a legislação federal vigente do setor.

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Medium 9788520430972

Anexo 12 – Plano de Negócios para uma Instituição sem Fins Lucrativos

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 12

Plano de Negócios para uma

Instituição sem Fins Lucrativos

Book 1.indb 389

1/13/16 15:06

390

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL

INCUBADORA DE ITU

Praça Gaspar Ricardo, 50 – Bairro da Liberdade

CEP: 13301-009 – Itu – SP

Tel: (11) 4022-6776

PLANO DE NEGÓCIOS

Elaborado por Luiz Arnaldo Biagio

N. 001/Edição 02

ITU/2008

Book 1.indb 390

1/13/16 15:06

Anexo 12

391

Índice

Sumário executivo ............................................................................................................................. 393

1. Descrição do empreendimento ......................................................................................... 394

1.1. Histórico .............................................................................................................................................

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Medium 9788520435816

Lista de quadros

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

Lista de quadros

Quadro 1.1 �Concílios ecumênicos no período de 325 a 1965 �

16

Quadro 1.2 �Exposições mundiais no período de 1851 a 1967 �

25

Quadro 1.3 ��Características das exposições mundial e internacional/ especializada 

29

Quadro 1.4 �Jogos Olímpicos no período de 1896 a 2016  �30

Quadro 1.5 �Feiras de amostras no período de 1916 a 1927  �32

Quadro 1.6 ��Países-sede da Copa do Mundo no período de 1930 a 2014 33

Quadro 1.7 ��Países-sede dos Jogos Pan-Americanos no período de

1951 a 2015 �

36

Quadro 1.8 ��Países-sede da Jornada Mundial da Juventude no período de

1984 a 2013 

38

Quadro 1.9 ��Países-sede do Fórum Social Mundial no período de

2001 a 2013 �

39

Quadro 1.10 �Congressos da Abav de 1959 a 2012 �

45

Quadro 1.11 ��Número de congressistas e número total de participantes nos congressos da Abav  �47

Quadro 1.12 ��Total de m² comercializados nas feiras dos congressos da Abav 

48

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Grupo Gen (4451)
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Medium 9788521620075

PARTE III - CAPÍTULO 15 - PROCESSOS DE INTERVENÇÕES COM RECURSO DE O&M E INFORMÁTICA

CHINELATO FILHO, João Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

15

PROCESSOS DE INTERVENÇÕES

COM RECURSOS DE O&M

E INFORMÁTICA

J

á analisamos, neste livro, o momento, as fases e as alternativas de solução que se fazem necessárias quando uma organização chega ao estágio de reorganização para poder sobreviver. Contudo, há momentos em que se impõe uma reorganização mais substancial. Uma das funções do analista de O&M no trabalho de reorganização é identificar o momento certo para intervir.

Este capítulo apresenta os motivos e o processo de intervenção, a percepção do problema e alguns métodos tradicionais de análise e reorganização, a implementação do projeto de reorganização e avaliação do projeto implantado, além de casos reais de produtos de O&M e Informática.

Todos os setores e órgãos podem passar por algum trabalho de reorganização de atividades, tarefas ou de um simples passo. Todavia, há momentos em que as modificações necessárias são profundas e complexas, ensejando uma reorganização mais substancial. Identificar as circunstâncias em que isso acontece, ou seja, o movimento certo para a intervenção, para o trabalho reorganizador, é uma das funções do analista de O&M.

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Medium 9788522498864

Parte I – 2 Patrimônio

MARION, José Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

2

Patrimônio

Conceito

Bens

Direitos

Obrigações

Patrimônio líquido

De:

Para:

“– Desde que entramos neste “Fã clube”, vendemos todos os nossos bens, nossos móveis, nossos gatos e ainda estamos devendo milhões.”

PATRIMÔNIO 

39

Nas últimas duas décadas, mais de 1.600 empresas brasileiras foram negociadas, em sua maioria, com investidores estrangeiros. Foi um volume substancial de empresas familiares que passaram seu controle acionário para outros. Alguns exemplos:

– Banco Real (vendido ao ABN

Amro) – em 2007 adquirido pelo

Banco Santander;

– Prosdócimo (vendida à sueca

Electrolux);

– Forno de Minas (vendida à subsi‑ diária americana do grupo inglês

Diageo);

– Brinquedos Estrela (passado o controle para o principal execu‑ tivo, Carlos A. Tilkian);

– Freios Varga (vendida à inglesa

Lucas Variety);

– Metal Leve (vendida à alemã

Mahle-Cofap);

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Medium 9788597008159

7 - PERFIS COMPORTAMENTAIS

CODA, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

7

PERFIS

COMPORTAMENTAIS

®

CODA.indb 185

7/26/16 3:56 PM

CODA.indb 186

7/26/16 3:56 PM

PERFIS COMPORTAMENTAIS

187

O objetivo deste capítulo é apresentar a abordagem metodológica desenvolvida para construir padrões de comportamento – aqui denominados perfis comportamentais – a partir dos resultados apurados para cada uma das diferentes orientações motivacionais integrantes do Diagnóstico M.A.R.E.®.

O pressuposto no qual se baseia essa tentativa é o de que deve haver combinações mais frequentes e típicas dos resultados das orientações motivacionais

M.A.R.E.® mapeadas para um indivíduo isoladamente considerado. A intenção é, portanto, descobrir como se agrupam as diferentes orientações, de modo a obter um padrão comportamental que pode ser descrito e confirmado por meio de análise estatística, levando-se em conta as características e preferências de atuação das orientações motivacionais que o formam. Trata-se, portanto, de desvendar perfis comportamentais existentes que podem ser considerados tendências observáveis do capital humano de uma organização e colaborar para identificar até que ponto esses perfis podem oferecer suporte ou dificultar o desenvolvimento e a mudança organizacional, bem como facilitar a manutenção ou a aquisição de competências organizacionais.

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Medium 9788522485048

Respostas de Alguns Exercícios

BORNIA, Antonio Cezar Grupo Gen PDF Criptografado

Respostas de Alguns Exercícios

Capítulo 2

2.8 Lucro líquido = $ 25.000,00

2.9 Lucro líquido = $ 15.000,00

2.10 Lucro líquido = 0

2.11 Lucro líquido = $ 5.000,00

2.12 Lucro líquido = $ 10.000,00

2.13 a) custo un. = $ 6,55

b) lucro líq. = $ 5.000,00

c) custo unit. = $ 6,51

lucro = $ 16.500,00

2.14 a) IFPP = $ 40.000,00

b) IFPA = $ 240.000,00

c) CPV = $ 310.000,00

d) lucro = $ 60.000,00

5958.indb 206

5/5/2010 19:04:20

Respostas de Alguns Exercícios 

207

Capítulo 3

3.7

março

abril

maio

junho

julho

25.00

26.11

26.11

29.29

31.67

15

15

15

15

15

25.00

25.00

25.00

25.00

25.00

30,000.00

a) integral ($/un.)

b) variável

c) ideal

   desperdícios ($)

30,000.00 90,000.00 120,000.00

d) custos ideais ($) 750,000.00 675,000.00 675,000.00 525,000.00 450,000.00

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Medium 9788522477586

4 FATOS GRAMATICAIS APLICADOS À COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

FRANÇA, Ana Shirley Grupo Gen PDF Criptografado

4

FATOS GRAMATICAIS

APLICADOS À COMUNICAÇÃO

EMPRESARIAL

Fonte: Disponível em: .

74 

Comunicação Escrita nas Empresas  • França

Existem alguns fatos gramaticais que interessam, sobremaneira, aos estudos da Comunicação Empresarial Escrita, principalmente, na produção de Redações

Técnicas. Com isso, alguns aspectos aplicados das Normas da Língua Portuguesa serão significativos. Desta forma, passa-se a tratar alguns tópicos da Gramática, indispensáveis à boa comunicação em nível escrito.

4.1 Abreviaturas e Abreviações

Abreviatura é a forma reduzida ou abreviada de uma palavra, expressão ou frase, usada em geral na escrita, onde frequentemente se utiliza com um ponto final, para se indicar que se trata de uma forma incompleta. Sr. é a abreviatura de senhor; pág., de página; V. Ex a, de Vossa Excelência; A/C e

Ref. são abreviaturas de Aos Cuidados de e Referência (usados em comunicações empresariais).

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Grupo A (253)
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Medium 9788580554311

7.4 Árvores de decisão

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

226

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

Aluguéis aumentam substancialmente

Construir edifício de escritórios

Não construir ainda, porque os aluguéis estão muito baixos

Aluguéis permanecem iguais ou caem

Não construir ainda

Hoje, o terreno vazio pode ter valor, porque o proprietário pode construir um edifício de escritórios rentável se os aluguéis aumentarem.

FIGURA 7.7

Árvore de decisão para o terreno vazio.

7.4 Árvores de decisão

ExcelMaster cobertura online

Esta seção introduz formas e linhas.

Conforme mostrado na seção anterior, os gestores ajustam suas decisões com base em novas informações. Por exemplo, um projeto pode ser expandido se a experiência inicial for promissora, ao passo que o mesmo projeto poderia ser abandonado na sequência de resultados ruins. Como já foi dito, as escolhas disponíveis para gestores são chamadas de opções reais, e um projeto individual pode ser visto como uma série de opções reais, levando a abordagens de avaliação além da metodologia básica do valor presente dos capítulos anteriores.

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Medium 9788580554311

26.1 Breve histórico das bolsas brasileiras

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Derivativos no Mercado Brasileiro

Quem se volta para o ano de 2008 e revisita os casos da Aracruz e da Sadia talvez conclua que empresas não deveriam se envolver em contratos de derivativos. Essas duas companhias, agora extintas, tiveram prejuízos bilionários, com enorme destruição de patrimônio dos acionistas, construído ao longo de décadas. Segundo

Silveira, 2009,1 uma análise realizada cinco dias antes e dez dias depois da notícia dos problemas mostra que a Aracruz e a Sadia perderam

72% e 60% de seu valor, algo da ordem de R$

6,9 bilhões e R$ 3,9 bilhões, respectivamente.

Entretanto, como já alertamos no capítulo anterior, derivativos devem ser usados por empresas para fazer hedge de suas posições nos seus negócios definidos no seu estatuto social.

Ambas as empresas foram destruídas porque parecem ter assumido posições especulativas; talvez buscassem resultados de tesouraria com

derivativos em vez de utilizá-los como defesa de suas posições na operação. Elas ficaram expostas a grandes perdas com variações cambiais que acabaram assumindo direção contrária à de suas apostas. Posições especulativas dão vida ao mercado de derivativos, mas devem ser assumidas por empresas constituídas para operar e fazer resultados com esse tipo de operações, nunca por empresas que têm objeto social voltado para outros mercados em atividades da economia real, não em atividades financeiras.

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Medium 9788580554311

22.9 Ações e títulos de dívida como opções

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

776

Parte VI

Opções, Futuros e Finanças Corporativas

O exemplo anterior enfatizou os cálculos envolvidos no uso da fórmula Black-Scholes.

Há alguma intuição por trás da fórmula? Sim, e essa intuição provém da estratégia de compra da ação e empréstimo de nosso exemplo binomial. A primeira linha da equação Black-Scholes é:

C 5 S 3 N(d1) − Ee−Rt N(d2)

Essa linha é exatamente análoga à Equação 22.2:

Valor da opção de compra 5 Preço da ação 3 Delta − Valor do empréstimo

Outra boa calculadora de opções pode ser encontrada em www. margrabe.com/ optionpricing.html.

(22.2)

Apresentamos essa equação no exemplo binomial. N(d1) é o delta no modelo Black-Scholes.

No exemplo anterior, N(d1) é 0,6459. Além disso, Ee−Rt N(d2) é o montante que um investidor deve tomar de empréstimo para duplicar a opção de compra. Esse valor é de $ 26,45 (5$ 49 3

0,9626 3 0,5607) no exemplo anterior. Portanto, o modelo nos mostra que podemos duplicar a opção de compra do exemplo anterior:

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Medium 9788580554311

6.3 Inflação e orçamento de capital

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Decisões de Investimento de Capital

185

Em qualquer caso, o montante acumulado das quotas de depreciação deduzidas na apuração do lucro real não pode ultrapassar o custo de aquisição do bem integrado contabilmente.

Despesa com juros

Você pode ter ficado incomodado pelo fato de a despesa com juros ser ignorada no exemplo da

Baldwin. Afinal, muitos projetos são, ao menos parcialmente, financiados com dívidas, principalmente uma máquina de bolas de boliche que provavelmente aumente a capacidade de endividamento da empresa. Acontece que pressupor nenhum financiamento de dívidas é fato comum no mundo real. As empresas normalmente calculam os fluxos de caixa de um projeto segundo o pressuposto de que ele seja financiado apenas com capital próprio. Nesta análise, pretendemos determinar o VPL do projeto independentemente das decisões sobre o seu financiamento. Qualquer ajuste para financiamento de dívidas será refletido na taxa de desconto, não nos fluxos de caixa. O tratamento das dívidas no orçamento de capital será abordado em profundidade no

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Medium 9788580554311

22.7 Avaliação de opções

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

764

Parte VI

Opções, Futuros e Finanças Corporativas

Para testar sua compreensão sobre a paridade put-call, suponha que as ações da José Belmonte S/A estejam sendo negociadas a $ 80. Uma opção de compra de 3 meses com um preço de exercício de $ 85 pode ser adquirida por $ 6. A taxa sem risco é de 0,5% por mês. Qual é o valor de uma opção de venda de 3 meses com um preço de exercício de $ 85?

Podemos reorganizar a relação de paridade para determinar o preço da opção de venda conforme apresentado a seguir:

Preço da opção

Preço da ação

Preço da opção

Valor presente do

5 −

1

1 de venda subjacente de compra preço de exercício

5 −$ 80 1 $ 6 1 $ 85/1,0053

5 $ 9,74

Conforme demonstrado, o valor da opção de venda é de $ 9,74.

EXEMPLO 22.3

Título sintético do Tesouro

Suponha que as ações da Esmolira S/A estejam sendo negociadas a $ 110. Uma opção de compra da Esmolira com vencimento em 1 ano e um preço de exercício de $ 110 é negociada por $ 15. Uma opção de venda com as mesmas características, por sua vez, é negociada por $ 5. Qual é a taxa sem risco?

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Grupo A (2212)
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Medium 9788565837989

Capítulo 20 - As camadas de resistência: o processo de adesão segundo a TOC

James F. Cox III; John G. Schleier Grupo A PDF Criptografado

20

As camadas de resistência: o processo de adesão segundo a TOC

Efrat Goldratt-Ashlag

Introdução

Há não muito tempo, sentado em uma sala de espera apinhada de gente em um aeroporto, ouvi por acaso a conversa entre dois homens a respeito de uma proposta de mudança na empresa em que trabalhavam. O primeiro estava fazendo um tremendo esforço para tentar convencer seu colega a concordar com a mudança. Esse outro, que, evidentemente, não estava empolgado com a ideia, começou a levantar uma objeção após a outra. Assim que o primeiro tentava abordar as objeções levantadas, seu colega já estava pronto para uma nova objeção ou, pior, insistia em tocar novamente em um problema que ambos já haviam discutido. À medida que a irritação entre ambos se avolumava, o máximo que conseguia pensar era em como gostaria que eles tivessem alguma familiaridade com as camadas de resistência – isso poderia lhes dar uma oportunidade de chegar a algum lugar, em vez de ficar girando em círculos.

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Medium 9788577806119

2. A GESTÃO DE ESTOQUES E O COMPARTILHAMENTO DO RISCO

Simchi-Levi, David Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

A Gestão de Estoques e o

Compartilhamento do Risco

A Steel Works, Inc.

Gary Lemming estava sentado em seu corner office*, batendo com o lápis no tampo da escrivaninha. Lemming havia sido nomeado chefe do novo grupo de logística centralizada da Steel Works, Inc. Após uma década de experiência com a implementação de sistemas de Planejamento das Necessidades de Materiais (MRP) em todas as unidades de produção da empresa, Lemming estava confiante de poder cumprir com suas funções. Mas isso foi até essa manhã.

“Nossos níveis de estoque são ridículos!” gritou Jean Du Blanc, o diretor financeiro da companhia. “Nosso serviço de atendimento ao cliente é o pior do setor, e piora a cada dia,” murmurou Kirk Callow, o CEO. Lemming começou a explicar: “Veja bem, já montei uma equipe para examinar tudo isso…”, mas antes de conseguir terminar, Callow levantou-se e disse: “Nossas vendas estão caindo em 30% e nossas despesas estão em uma alta de 25%.

Nossos melhores clientes me telefonam para dizer que vão comprar de nossos concorrentes, e que na velocidade em que estamos perdendo mercado, estaremos falidos em um ano. Não quero saber de equipes, quero que você volte

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Medium 9788577803934

Capítulo 9. O Futuro dos Equipamentos Médicos e de Diagnóstico

Clayton M. Christensen; Jerome H. Grossman; Jason Hwang Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

O Futuro dos Equipamentos Médicos e de Diagnóstico

A utilização de equipamentos médicos, de diagnóstico e de tratamento têm produzido benefícios inimagináveis na vida de milhões de pessoas. Os marca-passos e desfibriladores implantáveis possibilitam a indivíduos com arritmias cardíacas outrora debilitantes levar uma vida normal. A angioplastia mitigou os sintomas de recorrentes dores no peito em milhões de pessoas. Os quadris e joelhos artificiais permitiram uma vida ativa e independente a milhões de indivíduos que, do contrário, estariam inválidos. Os monitores portáteis de glicemia possibilitam a pacientes diabéticos uma vida longa e normal, escapando às devastadoras complicações de sua doença. Enquanto a cirurgia convencional exigia algumas semanas de recuperação, os equipamentos cirúrgicos minimamente invasivos permitem a realização de cirurgias delicadas de forma ambulatorial – com o restabelecimento dos pacientes concluído em questão de dias. Os micropulsos elétricos de estimuladores neurais implantados no cérebro são capazes de sumir com os tremores da doença de Parkinson – e até mesmo, em outros pacientes, diminuir os sintomas da depressão.

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Medium 9788577805747

Capítulo 18 - Escolha Pública, Impostos e Distribuição de Renda

R. Glenn Hubbard ; Anthony O’Brien Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

18

Capítulo

18

Escolha Pública,

Impostos e

Distribuição de Renda

O governo usa o sistema tributário para reduzir a desigualdade?

Os impostos podem ter um considerável efeito sobre as decisões de negócios. Quando o governo federal cortou os impostos sobre dividendos – pagamentos que as corporações fazem aos acionistas – muitas empresas tiveram uma grande resposta. Antes do corte de impostos, a Microsoft, por exemplo, nunca havia pago um dividendo. Após o corte de impostos, em apenas um ano, a Microsoft pagou mais de US$40 bilhões em dividendos. Bill Gates, presidente e maior acionista da Microsoft, recebeu um cheque de US$3 bilhões em dividendos (Gates doou seu dividendo

à Bill and Melinda Gates Foundation).

Os defensores do corte de impostos sobre dividendos argumentavam que os lucros corporativos eram tributados sob o imposto de renda de pessoa jurídica; então, como os acionistas tinham que pagar impostos sobre dividendos, a mesma renda estava sendo tributada duas vezes. Reduzir o imposto sobre dividendos reduziria esta “dupla tributação”. Os oponentes do corte de impostos defendiam que as pessoas que recebem dividendos são provavelmente pessoas com alta renda. Logo, pessoas como Bill

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Medium 9788577806164

Capítulo 5. Reduzindo a Corrupção: Capacidade de Governança de Transações

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

5

Reduzindo a Corrupção:

Capacidade de Governança de Transações

O

setor privado, como vimos nos capítulos anteriores, pode ser um grande facilitador da redução da pobreza com a criação de mercados na BP. Mesmo que os gerentes estejam convictos com relação a essa oportunidade, é provável que pairem ainda dúvidas sobre a capacidade das grandes empresas de operar nesses mercados. A principal fonte dessa preocupação é a corrupção. Em muitos casos, o impacto de regulamentos e costumes locais, que os gerentes de uma multinacional não conseguem distinguir com a clareza necessária, corre o risco de ser interpretado como corrupção. Por exemplo, a confiabilidade derivada das relações familiares que têm papel fundamental nas empresas japonesas e chinesas, e se mostra muito obscura para as multinacionais ocidentais, pode parecer corrupção. O mesmo ocorre com os costumes locais e o conjunto de obrigações mútuas nas sociedades rurais. Precisamos entender a diferença entre corrupção e prática local. Alianças com empresas locais e ONGs podem dar visibilidade a essas “subentendidas mas não explícitas” práticas locais. A capacidade de governança de transações significa tornar todo o processo tão transparente quanto possível e constantemente monitorado. Precisamos reduzir as perdas por atrito ao fazer negócios na BP. Contudo, o foco deste capítulo é a corrupção não dissimulada. A corrupção sob várias formas acarreta sobrecarga a esse custo e incerteza para os negócios. No capítulo anterior, examinamos como as multinacionais e as grandes empresas (empresas nodais) podem criar a capacidade de governança de transações (TGC – Transaction Governance Capacity) em seus ecossistemas.

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Editora Saraiva (1447)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547217945

9.1 A importância do currículo

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Construção estratégica do currículo

9.1 A importância do currículo

Saber apresentar­‑se por meio de um currículo (curriculum vitae – CV) é um co‑ nhecimento que vale para toda a vida. Um bom currículo, com boa apresentação e bem redigido, aumenta muito as chances de se ingressar em um processo seletivo e garantir um emprego. Além disso, organiza as ideias e facilita a exposição das conquistas relativas à carreira em uma entrevista e até mesmo no networking.

O currículo é um dos instrumentos necessários na transição de carreira. Nele deve constar, sobretudo, o resultado das principais informações relativas à vida pro‑ fissional de um indivíduo. Mais do que simplesmente contar a história profissional da pessoa, esse documento precisa ser atrativo, despertar o interesse do leitor.

O currículo pode ser a diferença entre a pessoa conseguir ou não determina‑ da oportunidade.

CV = Forma + Conteúdo

Assim como os documentos empresariais, o currículo tem forma e conteúdo, ou seja, em sua leitura são valorizadas tanto a organização e a linguagem quanto as informações expressas.

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Medium 9788547215781

3.2 design thinkers – as pessoas diretamenteenvolvidas no dt

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Em cada uma dessas categorias existem outras estratégias de DT nas quais o líder de projeto exerce um papel importante. As estratégias e o papel do líder de projeto em cada uma delas são discutidos mais a fundo no Capítulo 5.

3.2 �design thinkers – as pessoas diretamente envolvidas no dt

A abordagem do DT assume que um grupo de pessoas é, ou deveria ser, mais inteligente que um indivíduo.7 Por isso, um dos elementos essenciais para trabalhar com DT é que exista um grupo de pessoas diretamente envolvidas no processo. Tais pessoas são chamadas de design thinkers. São membros de uma equipe interdisciplinar, geralmente convocada pelo líder de projeto, que irá atuar de forma direta e por um período

NO DT A IDEIA É UNIR A VISÃO DE PESSOAS QUE delimitado em um projeto específico.

SABEM TRABALHAR COLABORATIVAMENTE E TÊM UMA

Preferencialmente, os design thinkers devem ter

COMPREENSÃO RAZOÁVEL DAS ETAPAS DA ABORDAGEM personalidades, formações acadêmicas e experiências profissionais variadas. E o grupo interdisciplinar não precisa necessariamente ser composto de especialistas na área do problema que está sendo solucionado. Isso significa que o enfoque não está em designers geniais, que são capazes de resolver uma problemática a partir de suas competências técnicas. Se fosse assim, talvez a própria experiência do líder de projeto já seria suficiente para a concepção de uma solução ou proposta inovadora. Mas esse não

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Medium 9788547215019

1.1 NOÇÃO DE DIREITO

DOWER, Nelson; SUZUKI, Claudio Mikio; JADON, Carlos Eduardo; SOUZA, Luiz Roberto Carboni; GABRIEL, Sergio; BLASI, Renato Rubens Editora Saraiva PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO AO

ESTUDO DO DIREITO

1.1 NOÇÃO DE DIREITO

No início da civilização, imperava a lei do mais forte. O homem primitivo, para a própria defesa, aprendeu a morar em árvores, em cavernas e a colocar obstáculos à porta de sua moradia. A preocupação maior era aumentar, cada vez mais, os recursos para enfrentar seus inimigos naturais e, assim, aos poucos, os submeter ao seu domínio. A descoberta do fogo, a confecção do machado de sílex, de lanças com pontas de ossos ou pedras afiadas, de arcos e flechas tornaram-no superior aos animais.

Entre os pequenos grupos formados por parentes de sangue surgiam rivalidades envolvendo o patrimônio ou suas mulheres. E nessas lutas, os fracos fugiam para outras plagas, deixando o que tinham acumulado. Era a “lei do mais forte”. Foi aí que apareceu o primeiro elemento do direito: “o respeito pela coisa alheia”. O homem começou a compreender que o direito é o respeito à propriedade,

à vida e à liberdade de outrem.

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Medium 9788547215125

10.1 Introdução

MARIANO, Jefferson; CARMO, Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

158  economia internacional

10.1 Introdução

Em se tratando de atividades econômicas, as atividades voltadas para o comércio exterior são de grande importância para a sustentabilidade e a manutenção das finanças dos países. Nesse sentido, governantes têm implementado várias políticas econômicas com o propósito de promover cada vez mais as relações comerciais com outros países para a manutenção de uma economia em níveis satisfatórios de desenvolvimento, isto é, para a manutenção da estabilidade dos níveis de emprego, de preços e de crescimento.

Nesse contexto, as operações de importação e exportação, partes integrantes do comércio exterior, são marcadas por leis, normas, exigências e engenharia no cálculo dos preços que abrangem modais de transportes, incentivos fiscais, despesas processuais e troca de moedas. Essas operações também são determinadas pela concorrência, qualidade, gestão, estratégias, legislações e outros fatores que disciplinam as transações com o exterior.

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Medium 9788553131938

Parte III - Dados de Corte Transversal

GUJARATI, Damodar Editora Saraiva PDF Criptografado

III

Parte

Dados de Corte

Transversal

8. Os modelos logit e probit

9. Modelos de regressão multinomial

10. Modelos de regressão ordinal

11. Modelos de regressão para variáveis dependentes limitadas

12. Modelagem de dados contáveis: os modelos de regressão de Poisson e binomial negativo

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OS MODELOS LOGIT E PROBIT

N

este e nos quatro capítulos seguintes, discutiremos e ilustraremos os Modelos Lineares Generalizados

(MLG). Os MLGs são uma generalização do modelo clássico de regressão linear. É interessante utilizá-los em situações nas quais a média da variável dependente, ou regressando, é uma função não linear dos parâmetros de regressão, a variável dependente não é normalmente distribuída e a variância do erro pode ser heterocedástica.

Duas características importantes dos MLGs são uma função de ligação e a distribuição do termo de erro, que pode resultar de uma variedade de distribuições não normais, tais como a binomial, de Poisson, gama e a gaussiana inversa.

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