Manole (134)
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Medium 9788520430972

8. Plano Operacional

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Plano Operacional

8

Esta seção do plano de negócios está relacionada à forma de operação da empresa, desde a forma como a administração gerencia o negócio até como os produtos ou serviços são executados, distribuídos e controlados. Ainda dentro desta seção, é importante definir o perfil profissional das pessoas-chave, bem como o relacionamento entre as funções da empresa.

Para qualquer tipo de leitor do plano de negócios, seja ele um investidor de risco ou um parceiro comercial, esta seção irá definir a forma como a empresa realiza o trabalho, como cuida da qualidade dos produtos e processos, como utiliza seus equipamentos e recursos, como se relaciona com as pessoas que fazem parte do quadro de colaboradores, como controla seus custos e assim por diante.

Estrutura funcional

A apresentação da estrutura funcional da empresa diz respeito

à alocação das pessoas nas atividades da empresa, à extensão da

Book 1.indb 169

1/13/16 15:05

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

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Medium 9788520431092

9. Copa do Mundo: o turismo de eventos entra em campo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

9

Copa do Mundo: o turismo de eventos entra em campo

Sérgio Miranda Paz

Introdução

Criado há quase 150 anos nas escolas e universidades britânicas, o futebol teve, a princípio, a função de ser um instrumento para a educação de jovens, para a manutenção da saúde e para a melhoria do condicionamento físico. Logo, porém, ele se transformou numa prazerosa atividade de lazer e socialização.

Pela simplicidade das regras, do equipamento utilizado e das instalações necessárias, e por permitir que praticantes de qualquer biótipo pudessem praticá‑lo, o futebol rapidamente se popularizou. Sua expansão pelo mundo foi facilitada pela grande extensão territorial do Império Britânico em fins do século XIX.

Sendo o futebol um jogo, a competição lhe é inerente. Do desejo da vitória, surgiram os campeonatos, de âmbito municipal, regional, nacional, e o primeiro torneio internacional, envolvendo as seleções dos países do Reino Unido. O que talvez não esperassem os seus criadores é que o futebol despertasse tanto interesse em pessoas que queriam permanecer fora de campo, simplesmente para observar as disputas, admirar a arte de seus praticantes e incentivar um dos lados oponentes – os torcedores! Para abrigá‑los, construíram‑se arquibancadas em volta dos campos de jogo – os estádios. As plateias aumentaram, e o futebol se transformou num grande espetáculo. Os ingressos passaram a ser cobrados, aumentando a exigência pela qualidade do espetáculo e pela busca da vitória. Investimentos no treinamento e na contratação de atletas fizeram surgir o profissionalismo.

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Medium 9788520435816

Parte III – Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I I I

Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

CAPÍTULO

4

A estrutura jurídica das organizações promotoras de eventos

As organizações promotoras de eventos possuem papel fundamental no planejamento da atividade, pois é com base na estrutura jurídica dessas organizações que as características dos eventos são definidas.

De acordo com a estrutura jurídica, as organizações promotoras de eventos podem ser classificadas em associações, indústrias ou empresas.

Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas –

Sebrae/MG, “as associações, em um sentido amplo, são qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou outras sociedades jurídicas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados”.

Com base nesse conceito, pode-se dizer que, formalmente, uma associação é uma forma jurídica de legalizar a união de pessoas em torno de seus interesses e que sua constituição permite a construção de condições maiores e melhores do que as que os indivíduos teriam isoladamente para a realização dos seus objetivos.

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Medium 9788520430972

Anexo 10 – Plano de Negócios para uma Empresa Comercial

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 10

Plano de Negócios para uma

Empresa Comercial

Book 1.indb 349

1/13/16 15:06

350

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Distriplast Comercial Ltda.

Avenida dos Capixabas, 223 - Interlagos

São Paulo – SP – CEP: 05421-930

Tel: (11) 4520-1311

PLANO DE NEGÓCIOS

Elaborado por José Álvaro da Cunha

Agosto/2002

N. 001/Edição 01

Nota: os dados apresentados neste estudo de caso são reais; porém, por questão de confidencialidade, foi criada uma denominação fictícia para a empresa e seu endereço, bem como para seus sócios.

Book 1.indb 350

1/13/16 15:06

Anexo 10

351

Índice

Sumário executivo ....................................................................................................................................

1. Descrição da empresa ..........................................................................................................................

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Medium 9788520430972

10. Conclusões

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Conclusões

10

Este livro apresenta um método para elaborar o plano de negócios.

Esse método envolve a análise ambiental da possibilidade de aplicação nas micro e pequenas empresas, principalmente em relação ao planejamento estratégico, no qual a avaliação de fatores intangíveis exige grande dose de bom senso. Até então, isso somente podia ser executado com sucesso nas médias ou grandes organizações, onde as orientações para o direcionamento do negócio são concluídas a partir da execução de reuniões de brainstorm, com a participação de vários executivos especializados em diversos assuntos de interesse estratégico para a organização.

O modelo aqui apresentado permite transformar os fatores da análise estratégica, tidos como intangíveis, em indicadores numéricos, possibilitando que o planejamento possa ser realizado com sucesso sob o ponto de vista de apenas uma pessoa, em geral o empreendedor de uma empresa nascente, conforme demonstrado nos estudos de caso apresentados nos anexos.

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Grupo Gen (4114)
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Medium 9788597015102

Capítulo 10 - O processo empreendedor

BARROS NETO, João Pinheiro de (org.); MANÃS, Antonio Vico; KUZAQUI, Edmir; LISBOA, Teresinha Covas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

O processo empreendedor

10

João Pinheiro de Barros Neto

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM yy Apresentar o processo empreendedor. yy Descrever as fases do processo empreendedor. yy Discutir as principais questões relacionadas ao processo empreendedor.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Nanbiquara Abaetê Damacuri da Silva agora está segura para empreender, pois o hotel em que ela trabalha está implantando um PDI – Plano de Demissão Incentivada. Ela já fez as contas de quanto irá receber de incentivo para deixar a empresa e está considerando também que durante um ano terá o plano de saúde totalmente pago por seu empregador exatamente na categoria atual. Além disso, ela já viu que, pelo histórico do empreendedorismo, empreender não tem nada de outro mundo, são pessoas normais iguais a ela que resolvem concretizar seus sonhos e são chamadas de empreendedoras.

Ela também já conhece as bases conceituais que sustentam o empreendedorismo e acredita que se encaixa perfeitamente no perfil empreendedor. Sabedora que há empreendedores em todas as áreas de atividades e que o termo empreendedor é utilizado para designar alguém que cria uma organização de negócios, ou seja, uma empresa, ela tem como meta nos próximos seis meses abrir um negócio próprio.

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Medium 9788597013313

22 - Processo Sucessório Estruturado

DUTRA, Joel Souza; DUTRA, Tatiana Almendra; DUTRA, Gabriela Almendra Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

22

Processo Sucessório Estruturado

O QUE SERÁ VISTO NESTE CAPÍTULO

Bases conceituais para compreender o processo sucessório

yy Evolução do processo sucessório estruturado. yy Estruturação típica do processo sucessório em

organizações brasileiras. yy Impacto do processo sucessório estruturado na perenidade da organização.

QUE REFLEXÕES SERÃO ESTIMULADAS yy Qual a importância do processo sucessório estruturado para as organizações?

yy Como se organiza o processo sucessório? yy Quais podem ser as ações e cuidados na preparação de sucessores?

yy Como pode ser estruturada a sucessão de profissionais técnicos?

Mapa sucessório

yy Caracterização e uso do mapa sucessório. yy Processo de construção do mapa sucessório. yy Desdobramentos do mapa sucessório.

Preparação de sucessores

yy Construção de ações de desenvolvimento dirigidas à formação de sucessores. yy Papéis no desenvolvimento de sucessores. yy Aspectos comportamentais do processo sucessório.

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Medium 9788522498345

34 Ajuste a Valor Presente

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Grupo Gen PDF Criptografado

34

Ajuste a Valor Presente

34.1 Aspectos gerais

Até o advento da Lei no 11.638/07 não existia na legislação societária, cuja base é a Lei no 6.404/76, a obrigatoriedade de registrar a valor presente os direitos e obrigações da entidade. No entanto, a partir da nova redação dada ao inciso VIII do art. 183 da Lei no 6.404/76 pela Lei no 11.638/07, os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante. Portanto, devem ser ajustados a valor presente todos os ativos decorrentes de operações de longo prazo, bem como, os de curto prazo relevantes.

Em relação ao ajuste a valor presente das obrigações o mesmo está descrito no inciso III do art. 184 da Lei no 6.404/76, alterado pela Lei no 11.941/09, segundo o qual as obrigações, os encargos e os riscos classificados no passivo não circulante serão ajustados ao seu valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante. Dessa forma, devem ser ajustadas a valor presente todas as obrigações decorrentes de operações de longo prazo, bem como, as de curto prazo relevantes.

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Medium 9788597013306

Capítulo 2 - Teorias e escolas da Administração

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru; NOHARA, Irene Patrícia Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍ TU LO 2

Teorias e escolas da

Administração

PERCURSO DO CAPÍTULO

ADMINISTRAÇÃO

COMO CORPO DE

CONHECIMENTOS

MAPA DA SELVA

DAS TEORIAS

ESCOLA

CLÁSSICA DA

ADMINISTRAÇÃO

MOVIMENTO DA

ADMINISTRAÇÃO

CIENTÍFICA

PENSAMENTO

SISTÊMICO

COMPORTAMENTO

ORGANIZACIONAL

HENRI FAYOL

LINHA DE

MONTAGEM

MÓVEL

ORGANIZAÇÃO

MODERNA

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Administração como área do conhecimento.

■■ Principais escolas do conhecimento sobre Administração: escola clássica, comportamento organizacional, pensamento sistêmico e enfoque contingencial.

■■ Administração científica e sua “descendência”.

■■ Funções e princípios da administração de Fayol.

■■ Complexidade e pensamento sistêmico.

■■ Modernidade e pós-modernidade organizacional.

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Medium 9788521606338

Capítulo 10 - Uma Transição Política Complicada

CARNEIRO, Dionisio Dias; WU, Thomas Grupo Gen PDF Criptografado

C a p í t u l o

1 0

Uma Transição Política Complicada

Carneiro e Wu 0010 rev2.indd 173

5/13/11 11:26 AM

Carneiro e Wu 0010 rev2.indd 174

5/13/11 11:26 AM

O

clima pré-eleitoral de 2002 testou a resistência do regime de política macroeconômica adotado a partir de 1999. Quando, em abril, o Banco Central do Brasil resolveu interromper a queda dos juros, por a taxa de inflação esperada para o final do ano estar ainda muito acima da meta e a taxa de desemprego ter crescido ao longo de todo o primeiro trimestre, o efeito foi o fim da paciência dos políticos governistas, que viam nessa atitude do Banco Central um convite à crítica oposicionista, em pleno clima pré-eleitoral. A política macroeconômica, que era vista como um impedimento a uma retomada forte do crescimento, passou a ocupar o centro dos debates eleitorais. Se adicionarmos, a esta insatisfação, a falta de confiança da maioria dos empresários e dos economistas no regime de câmbio flexível e na abertura financeira, poderemos entender por que os pilares macroeconômicos da estabilização sofreram o ataque de todos os candidatos.

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Grupo A (1953)
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Medium 9788582603048

Capítulo 5 - A organização e seu diferencial de propósito maior

David Aaker Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

A organização e seu diferencial de propósito maior

As empresas movidas por propósitos têm uma vantagem competitiva enorme. Os funcionários e os clientes estão sedentos por um propósito.

— Rich Karlgaard, Editor-chefe, Forbes

Quando você finalmente inova a oferta de uma maneira que cria uma diferenciação significativa, uma marca concorrente o copia. Ou pior ainda, parece copiá-lo.

O que uma marca concorrente não consegue copiar é uma organização (seu pessoal, cultura, programas de tradição, ativos e capacidades), pois esta é única e especial. Assim, qualquer ponto de diferenciação ou base de um relacionamento com o cliente é determinado pela organização, que é duradoura e resiste a marcas concorrentes, não pelas características da oferta.

Em geral, a organização é representada e movida por seus valores. O que

é importante para a organização? O que está em seu centro? Quais suas prioridades em termos de estratégia, mensuração do desempenho e programas? O foco está em qualidade, inovação, programas sociais, atendimento ao cliente ou algum outro princípio fundamental? Por quê? Quais partes de sua tradição, programas, estratégia ou proposição de valor dão destaque a um ou mais de seus valores?

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Medium 9788580552249

Capítulo 3 - Trabalhando com Demonstrações Contábeis

Stephen A. Ross; Randolph W. Westerfield; Bradford D. Jordan; Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

PARTE II

3

Trabalhando com Demonstrações

Contábeis

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

O objetivo deste capítulo é que, ao seu final, você compreenda:

OA1 Como tornar comparáveis demonstrações contábeis de diferentes empresas ou de diferentes períodos.

Demonstrações Contábeis e Planejamento Financeiro de Longo Prazo

OA2 Como calcular e, mais importante, interpretar indicadores que aparecem com frequência.

Ross_Westerfield_03.indd 52

OA3 Os determinantes da lucratividade de uma empresa.

OA4 Alguns dos problemas e armadilhas da análise de demonstrações contábeis.

EM 3 DE ABRIL DE 2008, O PREÇO

DE UMA AÇÃO ORDINÁRIA da rede hoteleira Marriott International, Inc., fechou em torno de $36. A esse preço, a Marriott tinha um índice preço/lucro (P/L) de 21. Isto é, os investidores se dispunham a pagar $21 para cada dólar de lucro obtido pela Marriott. Ao mesmo tempo, os investidores se dispunham a pagar $67, $32 e $12 para cada dólar ganho pela Amazon.com, pela Apple e pelo Bank of

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Medium 9788577800148

CAPÍTULO 16 - GERENCIANDO O MARKETING PARA O TURISMO

Cooper, Chris Grupo A PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, demonstramos que o gerenciamento de marketing relacionado ao turismo não pode ignorar as características básicas que o diferenciam de outros produtos. Sendo o turismo um produto especializado de serviços, ele cria uma série de importantes considerações, que precisam ser compreendidas por um empreendimento ou organização turística, para que possa maximizar seu potencial e obter sucesso. O gerenciamento do turismo não pode ser separado do gerenciamento do serviço e da qualidade. Além disso, a necessidade de assumir tarefas de pesquisa, análise, formulação de produto, recomendação de políticas de preço, promoção e distribuição é de importância fundamental para quem está envolvido em gerenciamento de marketing turístico.

Demonstramos que grande parte do gerenciamento envolve decisões baseadas em julgamento, informação e experiência. Todas estas áreas dependem de uma compreensão das características e das questões referentes especificamente às condições de mercado para um produto. Ao fazer o marketing de qualquer dos produtos turísticos encontrados no mercado, precisamos estar cientes de um variado número de tarefas e características. Neste capítulo, enfatizamos o fato de que o primeiro fator que os gerentes de marketing do turismo devem entender são os aspectos de gerenciamento de serviços relacionados à aquisição do produto turístico.

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Medium 9788565837989

Capítulo 15 - Melhoria contínua e auditoria

James F. Cox III; John G. Schleier Grupo A PDF Criptografado

15

Melhoria contínua e auditoria

Dr. Alan Barnard

Introdução

A meta: obtenção de melhoria contínua ou permanente

É fundamental para o sucesso e viabilidade de qualquer empresa a percepção (pela equipe de administração) de que a melhoria não é algo que ocorre uma única vez e de que o processo de melhoria contínua ou permanente exige mudanças contínuas. Infelizmente, nem todas as mudanças geram melhorias e mudanças contínuas podem prejudicar a estabilidade. Garantir que toda e qualquer mudança significativa produza alguma melhoria

(tanto no desempenho quando na estabilidade) para a organização como um todo é um dos desafios mais importantes que a administração de qualquer empresa enfrenta. Isso exige um mecanismo de focalização confiável para que seja possível diferenciar todos os vários processos e áreas que podem ser melhorados daqueles poucos que devem ser melhorados (para que a empresa concretize mais unidades da meta no presente e no futuro).

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Medium 9788577809745

Capítulo 9 - Comprometimento estratégico

D. Besanko; D. Dranove; M. Shanley; S. Schaefer Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

E

Comprometimento estratégico

m 1982, a direção da Philips, N. V. da Holanda tinha que fazer uma escolha importante: construir uma fábrica de prensagem de discos para fornecer CDs ao mercado americano ou adiar a sua decisão por aproximadamente um ano, até que o apelo comercial do mercado de

CDs se tornasse mais seguro.1 O protótipo da Philips tinha emergido como sendo o padrão da indústria para CDs e, no ano seguinte, a Philips estava se preparando para introduzir CDs no mercado norte-americano. Ao investir em capacidade substancial no mercado norte-americano em 1982, a Philips poderia conseguir desencorajar outras empresas – inclusive a sua antiga sócia

Sony, que tinha se aliado à Philips em 1979 para promover o padrão de CD Philips – de investir na sua própria capacidade de prensagem de discos nos Estados Unidos, um resultado que poderia evitar o excesso de capacidade produtiva entre empresas no mercado de CDs e uma concorrência brutal de preços. No entanto, em 1982 a viabilidade comercial do CD ainda estava longe de ser comprovada. Com um custo de 25 milhões de dólares, uma fábrica de CDs numa escala eficiente mínima era um projeto caro. Se a aposta da Philips no sucesso comercial do CD estivesse errada, ela estaria presa a uma fábrica cara que não tinha praticamente nenhum uso alternativo.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547217976

19.2 Operações típicas do empresário rural

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (também conhecido como Lei Geral das

Microempresas), o qual estabelece normas gerais relativas às microempresas e às empresas de pequeno porte no âmbito dos poderes não só da União, como também dos Estados, do

Distrito Federal e dos municípios.

A opção pelo Simples dar-se-á mediante a inscrição da pessoa jurídica, enquadrada na condição de ME ou EPP, no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ). Por ocasião da inscrição, serão prestadas informações pela empresa sobre os impostos dos quais é contribuinte (Imposto sobre Produtos Industrializados — IPI, ICMS e Imposto sobre Serviços

— ISS) e sobre o seu porte (ME ou EPP). O documento hábil para formalizar a opção é a

Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica, com utilização do código de evento próprio.

A inscrição no Simples implica pagamento mensal unificado dos seguintes impostos e contribuições:

• IRPJ;

• Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep);

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Medium 9788547208240

3.5 RESUMO

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

regredindo e perdendo os ganhos alcançados. Por essa razão, é importante garantir que as políticas de GOP definam claramente um processo de melhoria contínua.

É recomendado que o ciclo de GOP aconteça continuamente. Deve-se conduzir a etapa de análise e descoberta periodicamente (por exemplo, a cada 12 ou 18 meses) para determinar o estado do GOP e identificar quais melhorias devem ser incorporadas e, então, dar sequência às fases remanescentes do ciclo, conforme descrito no Capítulo

3. Cada iteração sucessiva, que é conduzida no ciclo, tem o benefício de contar com as métricas das linhas de base e com os processos de GOP, tornando o esforço mais fácil do que no ciclo inicial da implementação. É importante realizar uma rotação dos profissionais de gerenciamento de projetos nas equipes de avaliação, quando a organização for grande o suficiente para apoiar essa iniciativa. Quando isso é feito, as percepções são mantidas no processo e estão baseadas no que está em prática, ao invés de depender exclusivamente de uma equipe com membros dedicados que, ao longo do tempo, podem ficar desconectados da prática de gerenciamento de projetos na organização. Esta prática também serve para reforçar uma compreensão mais profunda do GOP e sua importância, além de criar mais defensores e referências de peso em toda a organização.

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Medium 9788547217945

5.4 Concisão e agilidade

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE I • ELABORAÇÃO DO TEXTO EMPRESARIAL

Em 2015 observamos, ainda, o aumento intensivo da utilização do WhatsApp para otimizar a agilidade da informação.

Aqui cabe um alerta: como a mensagem transmitida é muito concisa nesse canal de comunicação, recomenda­‑se muito cuidado com as tomadas de decisão.

É necessário certificar­‑se de que não há nenhuma informação relevante omitida, para que não haja prejuízos posteriormente.

Como vemos consolidada a tendência ao uso de canais de comunicação que tendem a utilizar a mensagem de forma mais rápida e concisa, é importante ler as observações que se seguem. Elas poderão evitar muito retrabalho, equívocos e desperdício de tempo.

5.4 Concisão e agilidade

Apesar de o conceito de concisão se relacionar com uma ideia utilitarista da men‑ sagem, ele não deve significar um empobrecimento da linguagem, mas apenas uma forma mais enxuta e condensada de apresentação, em que cada informação

é valorizada.

5.5 Concisão não significa pobreza de linguagem

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Medium 9788547208240

Referências

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

Referências

PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. A guide to the project management body of knowledge (PMBOK Guide). 5th ed. Newtown Square, PA: PMI, 2013a.

______. Gerenciando mudanças nas organizações: um guia de práticas. São Paulo:

Saraiva, 2016.

______. Managing organizational change: a practice guide. Newtown Square, PA:

PMI, 2013b.

______. Organizational Project Management maturity model (OPM3). 3rd ed.

Newtown Square, PA: PMI, 2013c.

______. PMI lexicon of project management terms. Newtown Square, PA: PMI, 2012.

______. PMI’s pulse of the profession: the high cost of low performance. Newtown

Square, PA: PMI, 2013d. Disponível em: . Acesso em: 5 fev. 2016.

______. Project Manager Competency Development Framework (PMCDF). Newtown

Square, PA: PMI, 2007.

______. The standard for portfolio management. 3rd ed. Newtown Square, PA: PMI,

2013e.

______. The standard for program management. 3rd ed. Newtown Square, PA: PMI,

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Medium 9788547208301

5.3 Filantropia e investimento social

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 5  Colocando em prática

práticas de concorrência, atitudes frentes à corrupção, combate às formas de discriminação no trabalho, promoção da saúde e segurança do trabalhador, uso eficiente de recursos naturais, combate ao trabalho infantil, destinação de recursos para fins não lucrativos, comunicação com diferentes públicos e tantas outras. Tais questões surgem no decorrer das atividades e operações realizadas em diversos locais e momentos por diferentes pessoas com graus variados de autoridade e responsabilidade dentro das organizações envolvidas na cadeia de suprimento. É natural que haja diferentes modos de pensar e agir sobre tais questões, daí a importância dos códigos e regulamentos, a exemplo dos citados, como forma de harmonizar as práticas e torná-las coerentes com as políticas e comprometimentos estratégicos, mesmo quando exercidas por tanta gente espalhada pelo mundo afora. Para organizar esse esforço, a empresa pode valer-se de diversos instrumentos de gestão especificamente criados para esse propósito, como alguns que serão comentados a seguir.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520429501

2. Potencialidades do turismo no espaço rural: desenvolvimento, conceitos e tipologia

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

2

Potencialidades do turismo no espaço rural: desenvolvimento, conceitos e tipologia

José Geraldo Fernandes de Araújo

Introdução

O objetivo deste texto é analisar de modo resumido as potencialidades do turismo como fator acelerador do desenvolvimento no espaço rural, evidenciando a evolução pela qual esse meio vem passando, em função da industrialização da agricultura. Para tanto, serão descritas as contribuições do turismo no meio rural, enquanto gerador de renda e emprego dentro desse novo contexto, bem como as tipologias utilizadas e seus conceitos ou suas definições, apesar das dificuldades de sua realização, conforme explicitado por vários autores.

Turismo como alternativa de emprego no meio rural

O meio rural brasileiro tem enfrentado uma série de problemas que perduram e se intensificam com o passar dos anos. Tais dificuldades decorrem, principalmente, da falta de políticas adequadas. A crescente marginaliza-

24

Teoria e prática do turismo no espaço rural

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Medium 9788520431146

Capítulo 17 - Processos interativos na gestão pública

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Processos interativos na gestão pública

17

Adriana Marques Rossetto

Engenheira de produção e sistemas, UFSC

Eliane Salete Filippim

Engenheira de produção e sistemas, Unoesc

Guillermo Alfredo Johnson

Sociólogo, UFGD

INTRODUÇÃO

Transpomos a linha imaginária que divide o tempo e avançamos para o século XXI, entretanto, deparamos com rupturas muito mais perceptí‑ veis que esta e que nos encaminham, como sociedade, para desafios antes impensáveis. As controvérsias que vivenciamos a partir dos avanços das ciências, ou da ciência, se esta for considerada única e indivisível, faz que nossa percepção sobre o futuro oscile entre momentos de extremo otimis‑ mo e de profundo pessimismo.

Rompemos a camada de gases que nos protege do resto do universo e o estamos desvendando. Ao mesmo tempo rompemos a membrana da cé‑ lula, invadimos o átomo, o gene e, por mais indivisível que pareça uma partícula, conseguimos dividi‑la. Avançamos nesta era das disciplinas de forma inimaginável, descobrimos o funcionamento e “dominamos” tudo o que nos cerca. A cada descoberta abrigamos a certeza de sermos mais fortes e, se utopia for realmente o futuro do que imaginamos no presente, esse será nosso destino.

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Medium 9788520428641

2 – Organização na perspectiva das tarefas

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Organização na perspectiva das tarefas

Tópicos deste capítulo a A obra de Taylor a A obra dos engenheiros da Administração Científica a Implicações da perspectiva de tarefas

A teoria das organizações (TO) começou por baixo, pelas bordas e pelos detalhes. Surgiu a partir do estudo do trabalho de operários no chão da fábrica. As primeiras noções sobre as organizações tiveram seu início com a perspectiva das tarefas executadas pelas pessoas da organização.

Ainda não se vislumbrava a organização como algo concreto, mas apenas as operações que ela executava. Esse foi o início da TO.

A obra de Taylor

A perspectiva das tarefas foi o primeiro passo de uma longa caminhada que começou no início do século XX. Iniciou-se com o movimento denominado Administração Científica, com Frederick Winslow Taylor

(1856-1915) como seu principal expoente.

Tateando a fábrica na qual trabalhava, Taylor passou por cinco fases em seu trabalho para tentar aumentar a eficiência da produção1:

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Medium 9788520431146

Capítulo 28 - Arranjos produtivos locais de base socioeconômica-ambiental em região litorânea

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos produtivos locais de base socioeconômicaambiental em região litorânea

28

Valdir Frigo Denardin

Economista, UFPR

Mayra Taiza Sulzbach

Economista, UFPR

INTRODUÇÃO

Os vestígios de presença humana no litoral paranaense são encontrados bem antes dos guaranis, europeus, caboclos e quilombolas, nos chamados sambaquis, formados por concheiros que datam de aproximadamente

4000 a.C. Estes viviam em pequenos grupos e eram nômades, migrando constantemente em busca de alimento. Até hoje não há evidências concretas do desaparecimento dos sambaquieiros; eles podem ter migrado ou ainda ter se misturado ao tronco tupi-guarani. Os índios guaranis-myba, que habitaram o litoral, eram denominados pelos colonizadores de carijós.

O contato dos colonizadores com os índios não foi amigável, já que eles tinham a intenção de escravizar os nativos (Esteves, 2005).

O litoral do Paraná pertencia a duas capitanias hereditárias: São Vicente, ao norte de Paranaguá, e Santana, ao sul. Em 1531 houve uma bandeira para explorar a baía de Paranaguá, no entanto, a instalação definitiva

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Medium 9788520453032

21. Consumo consciente e planejamento financeiro: duas faces da mesma moeda na busca pelo desenvolvimento sustentável

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 21

Consumo consciente e planejamento financeiro: duas faces da mesma moeda na busca pelo desenvolvimento sustentável

Priscila Borin de Oliveira Claro

Danny Pimentel Claro

Neste capítulo, os autores apresentam o consumo consciente e suas relações com o planejamento financeiro.

INTRODUÇÃO: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, CAPITALISMO CONSCIENTE

E PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Um dos grandes desafios da atualidade se relaciona ao desenvolvimento sustentável. Segundo Relatório Brundtland de 1987, publicado pela World

Commission on Environment and Development (WCED), desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades das gerações atuais sem comprometer as necessidades das futuras gerações (WCED, 1987). Nesse contexto, o desenvolvimento engloba não somente crescimento econômico e financeiro, mas também desenvolvimento, justiça social e preservação dos recursos naturais no longo prazo.

Em 1992, após a Rio-92, o conceito de desenvolvimento sustentável passou a ser cascateado por meio da Agenda 21, para os diversos atores da sociedade civil. Desde então, não só os governantes e as organizações sem fins lucrativos, mas também as empresas privadas e suas cadeias de valor, incluindo os cidadãos-consumidores, passaram a ser responsabilizados por suas escolhas e impactos positivos ou negativos no estado do mundo.

Conceitos relacionados ao desenvolvimento sustentável, como sustentabilidade corporativa, responsabilidade social, green supply chain e, mais recentemen-

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