Grupo Gen (778)
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16 “A SEMENTE QUE SEMEAIS, OUTRO COLHE…”

HUBERMAN, Leo Grupo Gen ePub Criptografado

A Situação dos Trabalhadores Durante e Depois
da Revolução Industrial do Século XIX.

O Regime Fabril. O Trabalho das Crianças.

A Revolta contra as Máquinas. Os Sindicatos e o Voto.

Ouvi dizer num ônibus da Quinta Avenida: “Meu Deus! Mais piquetes! Já estou cansada desses grevistas andando de um lado para outro na frente de lojas e fábricas, com seus cartazes de protesto. Por que o governo não mete todos eles na cadeia? ” A senhora indignada que fez essa observação não conhecia bem a história. Pensava ter uma solução fácil para um problema simples. Mas estava totalmente errada. Sua solução fora tentada repetidas vezes, sem que resolvesse nada. Na Inglaterra, há mais de cem anos um magistrado comunicou ao Ministério do Interior seus planos para esmagar uma greve: “As medidas que proponho são simplesmente prender esses homens e mandá-los ao trabalho forçado.”1

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Medium 9788597021981

7 Testes em Auditoria

Silvio Aparecido Crepaldi, Guilherme Simões Crepaldi Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo do auditor externo ou independente é emitir opinião sobre as demonstrações financeiras examinadas, cujas peças básicas são as seguintes:

• balanço patrimonial;

• demonstração do resultado do exercício;

• demonstração de lucros ou prejuízos acumulados ou demonstração das mutações do patrimônio líquido;

• demonstração do fluxo de caixa;

• demonstração do valor adicionado;

• notas explicativas.

Para atingir esse objetivo, o auditor independente necessita planejar adequadamente seu trabalho, avaliar o sistema de controle interno relacionado com a parte contábil e proceder à revisão analítica das contas do ativo, passivo, despesa e receita, a fim de estabelecer a natureza, datas e extensão dos procedimentos de auditoria, colher as evidências comprobatórias das informações das demonstrações financeiras e avaliar essas evidências.

Os testes em auditoria constituem o processo pelo qual o auditor reúne elementos comprobatórios. Podem-se aplicar os testes a todas as transações ou a uma amostra representativa adequada. Por ser a última opção a mais comum, o teste converteu-se em sinônimo de amostragem, procedimento por meio do qual o auditor consegue examinar uma quantidade menor que o total de um conjunto de dados, a fim de emitir uma conclusão sobre o mesmo.

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Medium 9788597022223

Capítulo 12 – Gestão da Qualidade e Sustentabilidade

Teresinha Covas Lisboa, Douglas De Matteu Grupo Gen ePub Criptografado

Qualidade significa fazer certo quando ninguém está olhando.

Henry Ford

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Explicar o que é qualidade e sustentabilidade.

■ Conceituar as variáveis que influenciam a qualidade.

■ Descrever ferramentas para garantir qualidade.

■ Compreender a relação entre qualidade e sustentabilidade.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Como a Hyundai se transformou para competir nos Estados Unidos

No mercado competitivo do século XXI, os administradores necessitam entender as variáveis responsáveis pelo sucesso ou pelo fracasso de determinado negócio. Caso contrário, suas empresas e produtos poderão ter uma presença curta no mercado.

A relação cliente-fornecedor evoluiu drasticamente. Não basta vender e receber. É necessário atender as necessidades de cada cliente e procurar agradá-lo sempre. Afinal de contas, descobriu-se que é mais fácil vender novamente a um cliente satisfeito do que conquistar um cliente desconhecido.

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Medium 9788597021929

29 Reforma Trabalhista

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

A todo momento que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, ou ainda quando, mesmo guardando cada uma sua autonomia, integrem grupo econômico, serão responsáveis solidariamente pelas obrigações decorrentes da relação de emprego.

Descaracteriza-se grupo econômico a mera identidade de sócios, sendo necessárias, para a configuração do grupo, a demonstração do interesse integrado, a efetiva comunhão de interesses e a atuação conjunta das empresas dele integrantes.

Serão computados na contagem de tempo de serviço, para efeito de indenização e estabilidade, os períodos em que o empregado estiver afastado do trabalho prestando serviço militar e por motivo de acidente do trabalho. Agora inserido no § 1o do art. 4o da CLT.

Havia um clamor de empregados com a concordância do empregador, quando o trabalhador, por escolha própria, desejava ficar na empresa estudando, antes de ir para a faculdade, pois, se fosse para sua residência não daria tempo para chegar no horário na universidade; tinha a permissão do empregador de ficar estudando na biblioteca da empresa, até chegar o horário de ir mais tranquilo para a instituição de ensino. Mesmo com a permissão do empregador, não podia, por considerar que o funcionário está à disposição da empresa, tendo que pagar as horas como extraordinárias.

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Medium 9788597021424

4 Importância da contabilidade rural

Silvio Aparecido Crepaldi Grupo Gen ePub Criptografado

O sucesso de qualquer empreendimento está subordinado a uma administração eficiente. É justamente nesse aspecto que a Empresa Rural brasileira apresenta uma de suas mais visíveis carências, prejudicando todo o processo de modernização da agropecuária.

Grosso modo, é possível constatar que a administração rural no Brasil ainda se desenvolve dentro de critérios bastante tradicionais ou com um padrão de desempenho inaceitável. Essa característica não é atributo apenas de pequenas propriedades rurais, prevalecendo também entre as médias e grandes empresas, com economia de mercado e elevados níveis de renda.

Uma das ferramentas administrativas menos utilizadas pelos produtores brasileiros é, sem dúvida, a Contabilidade Rural, vista, geralmente, como uma técnica complexa em sua execução, com baixo retorno na prática. Além disso, quase sempre é conhecida apenas dentro de suas finalidades fiscais. A maioria dos produtores sujeitos à tributação do Imposto de Renda não mostra grande interesse por uma aplicação gerencial, relegando toda sua Contabilidade a profissionais da área contábil. As características qualitativas das demonstrações contábil-financeiras, de acordo com o CPC 00 representação fidedigna, tempestividade, compreensibilidade.

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Grupo A (29)
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Medium 9788582605219

Capítulo 7 - Aprendizagem reutilizável para aumentar o valor continuamente

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Para aprender a aprender, comece no ponto certo e siga uma direção de melhoria clara.

O lean, como revelam os capítulos anteriores, representa um modo fundamentalmente diferente de pensar, uma revolução cognitiva que altera o modo como organizamos, financiamos e agimos. Os elementos de uma estratégia lean são radicalmente diferentes do senso comum em tudo, desde uma fórmula diferente para o crescimento até uma maneira diferente de liderar e gerenciar. Em especial, os elementos de uma estratégia lean incluem:

1.Maior percepção de qualidade para promover as vendas

2.Intensidade dos esforços de kaizen para reduzir os custos

3.Lançamento de novos produtos como segredo para o crescimento sustentável

4.Tempos de atravessamento reduzidos como segredo para aumentar as margens e gerar caixa

Daqui em diante, analisaremos a estratégia lean na prática. Veremos como Fabiano e Furio Clerico, dois irmãos que administram uma operação de vendas e serviços, transformaram uma catástrofe em oportunidade quando tiveram que reestruturar a sua base de clientes, de empresas petrolíferas para independentes, com a prática da análise de valor e engenharia de valor, uma abordagem que permitiu que o seu sensei, Evrard Guelton, provocasse uma reviravolta na parte industrial do seu grupo corporativo. Com a FCI, Pierre Vareille e Yves Mérel mudaram radicalmente a história de uma empresa de eletrônicos de 1 bilhão de euros, reduzindo os custos operacionais mediante o aumento da qualidade e triplicando o valor da empresa no processo. Por fim, como vimos no caso da empresa do próprio Jacques, a estratégia foi a aplicação de uma ampla variedade de modelos, usando principalmente o kanban, um pouco de Smed e solução de problemas de qualidade. Mas a pergunta que ainda precisamos responder é “como?”.

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Medium 9788582605233

Capítulo 15. Liderança de pessoas ao longo da mudança

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Pat Zigarmi e Judd Hoekstra

Como discutimos no capítulo anterior, os líderes sentem-se muitas vezes assoberbados quando precisam levar à frente uma mudança. De certa forma, sentem-se presos a uma situação na qual não há como ganhar. Se tentam lançar um projeto de mudança disruptiva, correm o risco de trazer à tona uma infinidade de sentimentos negativos que as pessoas reprimem. Por outro lado, se os líderes não efetuarem mudanças constantemente, suas organizações serão substituídas por outras, comprometidas com a inovação. Quem não muda, morre. Acrescente-se a isso os 15 motivos previsíveis pelos quais os esforços de mudança geralmente fracassam e fica fácil entender porque os líderes podem simplesmente ficar paralisados ao fazer uma mudança. É por isso que Pat Zigarmi e Judd Hoekstra desenvolveram um modelo de Liderança de Pessoas ao Longo da Mudança – para transformar o aparentemente complicado em algo simples (ver Figura 15.1).1

Figura 15.1 O modelo de Liderança de Pessoas ao Longo da Mudança.

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Medium 9788582605219

Capítulo 2 - Pense diferente

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

O lean é uma série de pressupostos completamente diferentes sobre como ir da reflexão à ação.

Jacques lembra claramente o dia em que percebeu que tornar-se lean significaria pensar diferente. Enquanto trabalhava com seu sensei para melhorar a ergonomia desastrosa de uma estação de trabalho de montagem, o coach disse a Jacques que ele era “simpático, mas cruel”. Jacques ficou furioso, mas depois refletiu mais sobre a explicação do sensei: “Você tem boas intenções quanto às políticas, com tantas políticas progressistas na empresa. Mas quanto ao trabalho, você não resolveu os problemas difíceis que os trabalhadores enfrentam todos os dias, todas as horas, todos os minutos. Isso é cruel porque você, sem saber, os obriga a se esforçar demais sem esperança de melhoria”.

Até então, o sensei havia apontado questões práticas do chão de fábrica que nem Jacques nem Frédéric Fiancette, o diretor de operações, sabiam relacionar com as questões mais gerais. A empresa enfrentava problemas urgentes que incluíam atraso na entrega de produtos, questões de segurança na montagem e logística, caos provocado pelo MRP e por mudanças de última hora, retrabalho interminável e índices de rejeição inaceitáveis (até 30%) de peças produzidas. Eles tinham dificuldade para enxergar a relação entre seus desafios globais e os problemas aparentemente triviais enfatizados pelo sensei.

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Medium 9788582605233

Capítulo 16. Gerenciando uma transformação cultural de sucesso

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Garry Demarest, Chris Edmonds e Bob Glaser

Observe com todo o cuidado as operações de uma organização de alto desempenho, e você certamente verá uma cultura sólida e diferenciada. Embora o termo seja bastante conhecido e muito tenha sido dito a respeito,1 cultura pode ser um conceito extremamente difícil de descrever. Como indicamos no Capítulo 2, “O poder da visão”, definimos cultura como o contexto em que todas as práticas existem. É a personalidade da organização; trata-se de “como fazemos as coisas por aqui”. Quando tratamos da cultura de uma organização, estamos nos referindo aos valores, atitudes, convicções, comportamentos e práticas dos integrantes do corpo organizacional.

Em nossa experiência, muitos integrantes de uma organização consideram difícil descrever a cultura da empresa em que trabalham, inclusive pelo fato de quase sempre estarem imersos nessa própria cultura. Eles não chegam a pensar sobre os aspectos distintivos, símbolos, rituais, histórias, eventos e comportamentos que fazem da cultura de sua organização o que ela é.

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Capítulo 2. O poder da visão

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Jesse Stoner, Ken Blanchard e Drea Zigarmi

Quando líderes que exercem sua função em alto nível entendem o resultado quádruplo como o alvo certo – ser o fornecedor preferido, o empregador preferido, o investimento preferido e o cidadão corporativo preferido – é hora de fazer com que a energia de todos se concentre em uma visão cativante.

A visão conclama a organização a ser verdadeiramente grande, não apenas a superar a concorrência e ganhar muito dinheiro. Uma visão magnífica expressa as esperanças e os sonhos das pessoas, toca seus corações e suas almas, e as ajuda a ver como podem contribuir. Assim, vira todo mundo na direção certa.

Por que é tão importante que líderes tenham uma visão clara? Porque...

... liderar é ter um destino certo. Se você e seu pessoal não sabem para onde vão, sua liderança nada significará.

Alice aprendeu isso quando procurava uma saída do País das Maravilhas e chegou a uma encruzilhada. “Você poderia, por favor, dizer-me em que direção devo ir?”, ela perguntou para o Gato Risonho. “Isso depende muito do lugar para onde você quer ir”, respondeu o gato. Alice falou que não tinha uma preferência. O sorridente gato respondeu, então, categoricamente: “Nesse caso, o rumo a tomar não tem a menor importância”.

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