Manole (134)
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2. Seções Preliminares do Plano de Negócios

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Seções Preliminares do Plano de Negócios

2

Não existe um tamanho ideal de um plano de negócios, nem mesmo uma composição ideal. Cada empresa deve procurar aquilo que melhor lhe convenha, dependendo de seus objetivos e da utilização do plano de negócios. É importante manter uma sequência lógica que permita a qualquer leitor entender a empresa, seus objetivos, seus produtos e serviços, seu mercado, sua estratégia de marketing e sua situação financeira.

Se a empresa tiver como objetivo a elaboração de um plano de negócios somente para atender aos requisitos de um investidor de risco, o plano de negócios deverá ser elaborado com mais ênfase no retorno financeiro do investimento, com as devidas explicações sobre as razões que levaram à conclusão de que o retorno do investimento apresentado

é desejável pelo investidor.

Se a empresa estiver pensando em estruturar suas operações e, para tanto, necessitar de um documento que balize essa estruturação, o plano de negócios deverá ter como ponto de realce os processos produtivos e a logística da empresa. Por outro lado, se a empresa está procurando formas de introduzir um novo produto no mercado, a ênfase será sobre a análise de mercado e o plano de marketing.

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Capítulo 1 - Breve Histórico dos Cruzeiros Marítimos

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Capítulo 1

DOS

BREVE HISTÓRICO

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Uma pequena visita às origens dessa fenomenal indústria do turismo talvez elucide muito de seu histórico e esboce um pouco daquilo que está por vir.

De modo geral, existe um grande desconhecimento do tema por parte do trade turístico e do corpo acadêmico de turismo e hotelaria. Na retrospectiva histórica, a primeira imagem é a dos antigos transatlânticos de luxo, que basicamente executavam o transporte de imigrantes em navios cargueiros adaptados ou ainda na forma mista de carga e transporte.

Diferenças de classe segregavam, de maneira gritante, os indivíduos de menor poder aquisitivo dos abastados passageiros da primeira classe, que viajavam com séquito próprio de serviçais e com bagagem imensa e desproporcional.

Essa imagem clássica foi alterada pelo surgimento do avião a jato, que passou a transportar de forma mais rápida e relativamente segura.

De modo similar ao descrito por Levitt (1960) em seu célebre texto

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Anexo 3 – Diagnóstico de Ameaças – Check-list

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Anexo 3

Diagnóstico de Ameaças – Check-list

CHECK-LIST PARA DIAGNÓSTICO DE AMEAÇAS

Book 1.indb 297

Questões

01 Existem itens no Código de Defesa do

Consumidor que a empresa não está capacitada a atender?

Status

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

02

Existem itens na legislação ambiental que a empresa não está capacitada a atender?

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

03

A legislação em vigor, municipal, estadual ou federal, pode afetar o desempenho da empresa?

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

1/13/16 15:06

298

Book 1.indb 298

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Questões

04 Existe tecnologia necessária que a empresa não domina?

Status

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

05

Existem riscos de obsolescência da tecnologia utilizada pela empresa a curto prazo (1 ou 2 anos)?

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

06

Existem causas dentro do ambiente

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8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

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8

Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Parte 1 – Fundamentos básicos sobre eventos

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fundamentos básicos sobre eventos

1

PARTE

1

ORIGEM, EVOLUÇÃO, CONCEITOS

E TIPOLOGIA DE EVENTOS

E

ventos são acontecimentos que possuem horário, local e dia onde as pessoas se reúnem pelos mais diversos motivos. Esses tipos de acontecimentos existem desde os mais remotos tempos e expressam comportamentos e normas ao bom desempenho social, podendo apresentar características sociais, religiosas e políticas das várias culturas humanas.

No Egito Antigo, segundo registros históricos, aconteciam cerimônias oficiais e religiosas para o faraó e sua corte, como também rituais funerários.

Na China, várias correntes contribuíram para a origem dos eventos, sendo a principal delas a relacionada ao rico simbolismo clássico da poesia e dos filósofos chineses. Cabe ressaltar que a principal contribuição veio do filósofo

Confúcio, que com grande sensibilidade pregava que para se abordar cada assunto deve-se existir o lugar, a hora e a oportunidade.

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Grupo Gen (4724)
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5 Objetivos e Espécies de Perícia Contábil

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5

Objetivos e Espécies de

Perícia Contábil

Partindo da base construída, já podemos tratar, em nível mais concreto, dos objetivos da perícia contábil. Isto porque o conceito construído indica, genericamente, tanto o objeto quanto os objetivos do instrumento pericial. Assim é que, quanto ao objeto, temos, num primeiro plano, o objeto genérico de todas as perícias, ou seja, “as situações, coisas ou fatos”, e, como objeto específico da perícia contábil, as “relações, efeitos e haveres patrimoniais”. É certo também que esta somente se manifesta sobre o objeto se instada a fazê-lo segundo certo grau, ainda que relativo, de utilidade, para o usuário.

5.1  Objetivos da perícia contábil

A conceituação também indica os objetivos, à medida que podemos logicamente deduzir daquele conceito que o objetivo maior da perícia contábil é a verdade sobre o objeto examinado, melhor dizendo, o objetivo maior é a transferência da verdade contábil para o ordenamento – o processo ou outra forma

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8 - Demonstração do resultado – principais grupos de contas

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8

DEMONSTRAÇÃO DO

RESULTADO – PRINCIPAIS

GRUPOS DE CONTAS

8.1 Introdução

A demonstração do resultado do exercício (DRE) relata o DESEMPENHO da entidade durante certo período, em termos de receitas, custos e despesas incorridos na condução dos negócios.

Os principais grupos de contas da demonstração do resultado estão previstos no CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis.

31/12/20X2

31/12/20X1

OPERAÇÕES CONTINUADAS

Receita

Custo das vendas

Lucro bruto

Despesas com vendas

Despesas gerais e administrativas

Outras receitas e despesas

Resultado de equivalência patrimonial

(continua)

almeida_MIOLO.indd 97

21/02/17 18:03

98 CAPÍTULO 8

31/12/20X2

31/12/20X1

Resultado antes das receitas e das despesas financeiras

Receitas financeiras

Despesas financeiras

Resultado antes dos tributos sobre o lucro

Tributos sobre o lucro

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Parte II - Capítulo 10 - Médias Móveis, Ajustamento Polinomial Direto e Extrapolação de Tendência

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Capítulo

10

Médias Móveis, Ajustamento

Polinomial Direto e Extrapolação de Tendência

10.1 Método das Médias Móveis .......................................................... 229

10.2 Ajustamento Polinomial Direto ...................................................... 234

10.3 Extrapolação de Tendência ........................................................... 240

010RossiNeves.indd 228

26/06/14quinta-feira 10:24

229

10.1.1  Descrição do método

Este não é propriamente um método de previsão, e sim uma técnica de tratamento de dados.

Vimos, no método da decomposição, o uso do conceito de médias móveis para eliminar a sazonalidade da série observada. Aqui será mostrado como o método pode ser usado para eliminar flutuações de uma maneira geral. Isso pode ser útil quando se quer observar movimentos no tempo de uma variável de uma forma menos errática. Esse método é abordado em detalhes em

Kendall (1973).

O método consiste na estimativa da tendência polinomial a um conjunto de observações no tempo. Isto é, por definição, tem-se:

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5. Teoria da Contabilidade, Legislação e Ética Profissional, Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade, Auditoria Contábil, Perícia Contábil

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C A P Í T UL O 5

Teoria da Contabilidade, Legislação e Ética

Profissional, Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade,

Auditoria Contábil, Perícia Contábil

quintana_MIOLO_final.indd 67

02/01/17 16:47

[ 68 ]  EXAME DE SUFICIÊNCIA DO CFC COMENTADO

5.1 Questões de teoria da contabilidade

De acordo com o Anexo II – Detalhamento do Conteúdo Programático Aplicável à Prova de Bacharel em Ciências Contábeis do Edital Exame de Suficiência no 01/2016, as questões de teoria da contabilidade têm por base o seguinte conteúdo: a) Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade. Conceito e objetivos. Usuários e suas necessidades de informação. Os diversos ramos aplicados da Contabilidade. b) Escolas ou doutrinas na história da Contabilidade. c) Evolução histórica da Contabilidade. d) Reconhecimento e mensuração de ativos, passivos, receitas e despesas, ganhos e perdas. Capital físico, financeiro e sua manutenção. e) Patrimônio Líquido e suas teorias. f) Características Qualitativas das Demonstrações Contábeis.

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Parte II - Capítulo 5 - Inflação: Causas, Efeitos e Custos Sociais

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5

CAPÍTULO

Inflação: Causas, Efeitos e Custos Sociais

Diz‑se que Lenin teria declarado que a melhor maneira de destruir o Sistema Capitalista seria desmoralizar a moeda corrente... Lenin estava absolutamente certo. Não existe forma mais sutil e mais garantida de subverter a base existente da sociedade do que desmoralizar a moeda corrente.

O processo congrega todas as forças ocultas das leis econômicas, pelo lado da destruição, e o faz de uma maneira tal que nem um homem em um milhão é capaz de diagnosticar.

E

— John Maynard Keynes

m 1970, o New York Times custava 15 centavos de dólar, o preço médio de um imóvel nos Estados

Unidos era de 23.400 dólares, e o salário médio na indústria era de 3,36 dólares por hora. Em 2011, o Times custava 2 dólares, o preço médio de uma casa subira para

209.100 dólares, e o salário médio era de 23,09 dólares por hora. Esse aumento geral nos preços é chamado de inflação, que é o tema deste capítulo.

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Grupo A (253)
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11.8 Equilíbrio de mercado

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386

Parte III

Risco

O gráfico ilustra um ponto importante. Com a tomada e concessão de empréstimos à taxa sem risco, a carteira de ativos com risco de um investidor seria sempre o Ponto A. Independentemente da tolerância do investidor a riscos, ele nunca escolheria qualquer outro ponto do conjunto eficiente de ativos com risco (representado pela Curva XAY) nem qualquer ponto dentro da área viável. Em vez disso, ele combinaria os títulos de A com o ativo sem risco se tivesse alta aversão ao risco. O investidor emprestaria o ativo sem risco (tomaria recursos à taxa sem risco) para investir mais fundos em A se tivesse baixa aversão ao risco.

Esse resultado estabelece o que os economistas financeiros chamam de princípio da separação. Ou seja, a decisão de investimento do investidor consiste de duas etapas separadas:

1. Após estimar (a) os retornos esperados e as variâncias dos títulos individuais e (b) as covariâncias entre pares de títulos, o investidor calculará o conjunto eficiente de ativos com risco, representado pela Curva XAY na Figura 11.10. Então, ele determina o Ponto A, a tangência entre a taxa sem risco e o conjunto eficiente de ativos com risco (Curva XAY). O Ponto A representa a carteira de ativos com o risco que o investidor terá. Esse ponto é determinado somente por meio de suas estimativas de retornos, variâncias e covariâncias. Assim, nenhuma caracterísitica pessoal, como o seu grau de aversão ao risco, será uma variável necessária nesta etapa.

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12.4 Betas, arbitragem e retornos esperados

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410

Parte III

Risco

(continuação)

A chave para diversificação é exibida na Equação 12.40. O risco não sistemático da Linha 3 desaparece, enquanto o risco sistemático da Linha 2 permanece.

Isso está ilustrado na Figura 12.2. O risco sistemático, capturado pela variação no fator, F, não é reduzido pela diversificação. De modo contrário, o risco não sistemático diminui

à medida que novos títulos são adicionados, desaparecendo quando o número de títulos passa a ser infinito. Nosso resultado é análogo ao exemplo de diversificação do capítulo anterior. Nele, dissemos que riscos sistemáticos ou não diversificáveis decorrem das covariâncias positivas entre títulos. Neste capítulo, dizemos que o risco sistemático decorre de um fator comum, F. Como o fator comum causa covariâncias positivas, os argumentos de ambos os capítulos seguem raciocínios paralelos.

Risco total, s P2

Risco não sistemático

Risco sistemático

N, número de títulos em uma carteira

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Capítulo 2 - O Sistema Lean de Produção

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CAPÍTULO

2

O Sistema Lean de Produção

Adote a nova filosofia... estamos em uma nova era econômica.

W. Edwards Deming

A produção lean, também conhecida como o Sistema Toyota de Produção, representa fazer mais com menos – menos tempo, menos espaço, menos esforço humano, menos maquinaria, menos material – e, ao mesmo tempo, dar aos clientes o que eles querem.

Existem dois livros importantes que popularizaram o termo lean:

• The Machine That Changed the World, de James Womack, Daniel Jones e Daniel

Roos, publicado por Simon & Schuster em 1990.

• Lean Thinking, de James Womack e Daniel Jones, publicado por Simon & Schuster em 1996.

Apesar dos princípios lean terem sua origem na produção, vejo que eles podem ser aplicados universalmente. Nosso desafio é traduzir, adaptar e aplicá-los a nossa situação específica.

Por que produção lean?

A nova economia

Antigamente, as empresas podiam estabelecer seus preços de acordo com a seguinte

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25.7 Contratos de swap

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Capítulo 25

Derivativos e Seus Riscos

de poupanças e empréstimos viram o valor de mercado de seu patrimônio se aproximar de

19 zero.

A duração e as estratégias de imunização com base nela podem ser aplicadas a outras áreas de Finanças. Por exemplo, muitas empresas montam fundos de pensão para cumprir com as obrigações para com seus aposentados. Se os ativos de um fundo de pensão forem investidos em títulos do Tesouro e outros títulos de renda fixa, a duração dos ativos pode ser calculada.

Da mesma forma, a empresa vê as obrigações de aposentadorias como algo análogo aos pagamentos de juros de uma dívida. A duração desses passivos também pode ser calculada. O gestor de um fundo de pensão normalmente escolheria ativos para o fundo de pensão de modo que a duração dos ativos fosse casada com a duração dos passivos. Assim, as mudanças nas taxas de juros não afetariam o valor líquido do fundo de pensão.

As companhias de seguro de vida recebem prêmios hoje e são legalmente obrigadas a fornecer benefícios por morte no futuro. Os atuários consideram esses benefícios futuros análogos aos pagamentos de juros e principal de títulos de renda fixa. A duração desses benefícios esperados pode ser calculada. As companhias de seguros normalmente investem em títulos de dívida cujas durações são casadas com duração dos benefícios futuros por morte.

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30.4 Dois efeitos colaterais financeiros de aquisições

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Capítulo 30

Fusões, Aquisições e Desinvestimentos

Quando duas empresas se fundem, os gestores provavelmente encontrarão instalações duplicadas. Por exemplo, se ambas as empresas tinham suas sedes próprias, todos os executivos da empresa resultante poderiam ser deslocados para um prédio-sede, permitindo que a outra sede seja vendida. Algumas fábricas também podem ser redundantes. Ou duas empresas do mesmo setor que se fundissem poderiam consolidar suas áreas de pesquisa e desenvolvimento, permitindo que algumas instalações de P&D fossem vendidas.

O mesmo vale para o capital de giro. Os índices Estoque/Vendas e Caixa/Vendas, muitas vezes, diminuem conforme o tamanho da empresa aumenta. Uma fusão possibilita a realização dessas economias de escala, permitindo uma redução na necessidade de capital de giro.

30.4 Dois efeitos colaterais financeiros de aquisições

Crescimento de lucros

Uma aquisição pode criar a aparência de crescimento de lucros, talvez fazendo com que investidores pensem que a empresa vale mais do que vale na realidade. Consideremos duas empresas, a Global S/A e a Regional S/A, como representado nas primeiras duas colunas do Quadro 30.2.

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Grupo A (2072)
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Capítulo 6 - Técnicas analíticas de atributo: introdução ao mapeamento perceptual

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CAPÍTULO 6

Técnicas analíticas de atributo: introdução ao mapeamento perceptual

INFORMAÇÕES PRELIMINARES

No Capítulo 5, examinamos uma abordagem sobre a geração de conceitos que requer a identificação dos problemas dos usuários e a identificação das respectivas soluções.

A abordagem baseada em problemas é muito útil porque os conceitos de produto identificados por essa via são mais propensos a ter valor para o usuário.

Este capítulo introduz um conjunto diferente de técnicas que são comumente utilizadas na fase de solução de problemas (consulte a Figura II.1 no início da Parte

II). Todos os envolvidos com a criação e a venda de produtos e serviços podem fazer uso dessas técnicas, inclusive quem nem mesmo sabe que está participando de um processo formal de geração de conceitos. O que essas técnicas fazem é criar pontos de vista sobre um produto diferentes dos usuais – elas podem até dar a impressão de ser praticamente uma mágica, mas são em grande parte deliberadas. Elas podem parecer estritamente fortuitas ou uma sorte quando funcionam, e elas de fato funcionaram muitas vezes – por exemplo, a inserção de uma terceira meia em uma embalagem, tintas de secagem rápida e smartphones que pesquisam na internet. Contudo, na verdade elas são muito deliberadas e propositadas, e possibilitam descobertas

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11. GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

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CAPÍTULO 11

GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

Neste nível de gestão do design, o gerente deve, essencialmente, criar uma relação entre design, estratégia e a identidade e cultura da empresa. O objetivo é controlar a coerência da atividade de design na organização e inserir o design em um processo de formulação estratégica.

O gerente de design, então, torna-se um consultor de estratégia. Esse papel também pode ser assumido por uma empresa de design que leve a ideologia de design para a missão empresarial. É importante eleger uma visão de design de longo prazo e uma mentalidade que seja ecológica, tecnológica, humanística e dominante

(Xerox, 2000).

No nível estratégico, a gestão do design tem quatro papéis essenciais (Seidel,

2000):

1.

2.

3.

4.

Visualizar a estratégia empresarial

Procurar a competência central

Reunir informações de mercado

Inovar em processos de gerenciamento

Esses papéis implicam um planejamento visual de estratégia no qual os clientes e designers se tornam colaboradores (Davenport-Firth, 2000).

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Capítulo 34

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108

RO G É R I O G A R C I A B AÑ O L A S

– Obrigado, Clélio! Muito obrigado, Clélio! Parabéns pelo trabalho! Transmita ao grupo em meu nome. – Levantou-se e apertou firmemente a mão de Clélio Vianna, que se sentiu recompensado e orgulhoso. Foi a primeira vez que conversava dessa forma com Jorge Schmidt – o gerente-geral – sendo sua opinião ouvida e sentindo-se importante. Não sentira em Jorge qualquer malícia de buscar informações sobre

Ricardo para fazer mau uso delas. Simplesmente, o homem precisava saber o que se passava na sua empresa. Clélio sentira-se confiante como nunca.

Jorge percebia que algo de bom estava acontecendo, e muito rápido, na sua empresa. Ele podia aproveitar ou, distraidamente, deixar passar. Precisavam de uma nova liderança. Quando alguém de um nível hierárquico abaixo do seu entraria na sua sala e falaria como Clélio falou? Que Jorge se lembrasse, isso nunca havia acontecido. A não ser quando chamado por ele mesmo para reclamar de algo.

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Capítulo 9 - Monopólio, oligopólio e concorrência monopolística

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C A PÍ T U L O 9

M ONOPÓLIO,

OL IGOPÓLIO E

CONCORRÊNCIA

M ONOPOLÍSTIC A

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após ler este capítulo, você conseguirá:

1. Definir concorrência imperfeita e descrever como ela se diferencia da concorrência perfeita.

2. Definir poder de mercado e mostrar como isso afeta a curva de demanda da empresa.

3. Explicar como os custos iniciais afetam as economias de escala e o poder de mercado.

4. Entender e utilizar os conceitos de custo marginal e receita marginal para encontrar o nível de produção e de preço que maximize o lucro de um monopolista.

5. Mostrar como o monopólio altera o excedente do consumidor, o excedente do produtor e o excedente econômico total relativo à concorrência perfeita.

6. Descrever a discriminação de preços e seus efeitos.

7. Discutir políticas públicas geralmente aplicadas aos monopólios naturais.

A

lguns anos atrás, os estudantes em todos os Estados Unidos ficaram obcecados pelo jogo Magic. Para jogá-lo, você precisa de um baralho de Magic

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Capítulo 20 - Relacionando-se bem: construindo capacitações para a manutenção de redes de alianças

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Capítulo 20

Relacionando-se bem: construindo capacitações para a manutenção de redes de alianças

Prashant Kale

Harbir Singh

John Bell

 Resumo

Em um ambiente de mudanças rápidas e intermitentes, os gestores têm recorrido à formação e manutenção de alianças para ter acesso aos recursos de que necessitam. No entanto, pesquisas sobre alianças mostram que metade delas terminam tornando aparente a dificuldade de gerenciar relações dessa natureza. Neste capítulo os autores exploram as capacitações relacionais necessárias à formação e administração de alianças bemsucedidas, baseados em sua extensa pesquisa nessa matéria. Utilizando um estudo de caso sobre a Royal Philips, investigam o papel da estratégia, estrutura, sistemas, pessoas e cultura na criação de alianças de sucesso. Por fim, discutem a necessidade da contínua adaptação e renovação das capacitações relacionais em resposta às mudanças na empresa e no seu ambiente.

Para enfrentar as pressões da globalização e das mudanças tecnológicas e regulamentares, as empresas têm recorrido às redes como forma de obter acesso a capacitações complementares. Organizações de setores tão variados quanto telecomunicações, biotecnologia, produtos químicos especializados e desenvolvimento de software estão consideravelmente interconectadas, criando redes de empresas com numerosos laços diretos e indiretos entre elas. Cada laço entre empresas pode ser considerado uma aliança. Entretanto, apesar de esses laços representarem uma substancial oportunidade de acesso aos recursos e ao conhecimento dos parceiros comerciais, pesquisas sobre alianças apontam

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Editora Saraiva (885)
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65 - CHEQUE

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65

CHEQUE

65.1 CONCEITO

O cheque é um saque à vista contra um banco. É a forma clássica de o depositante retirar fundos que possui em poder do banco. Esse é o motivo pelo qual Fran Martins conceitua o cheque como “uma ordem de pagamento à vista, dada a um banco ou a uma instituição assemelhada, por alguém que tem fundos disponíveis no mesmo, em favor próprio ou de terceiros.”1 De fato, o cheque é uma ordem de pagamento à vista, porque ele é sempre sacado contra o banco, mediante apresentação. Portanto, tem ele a função de mero documento de saque em conta corrente pelo correntista junto ao banco.

65.2 AS PESSOAS QUE INTERVÊM NO CHEQUE

Quando o cheque é emitido, intervêm, necessariamente, três pessoas:

1. o emitente ou emissor, pessoa que, tendo fundos disponíveis em poder de terceiros (banco), saca o documento, ordenando que seja efetuado o pagamento;

2. o beneficiário ou tomador, pessoa em favor da qual é expedida a ordem.

O beneficiário pode ser o próprio emitente. Vale o cheque ao portador, atualmente, desde que o valor seja inferior a R$ 100,00;

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13.12 SOCIEDADE ANÔNIMA

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472

Contabilidade Básica

13.11.5 Aumento e redução do capital

Ressalvado o disposto em lei especial, integralizadas as quotas, pode ser o capital aumentado, com a correspondente modificação do contrato.

Até 30 dias após a deliberação, terão os sócios preferência para participar do aumento, na proporção das quotas de que sejam titulares.

À cessão do direito de preferência, aplica-se o disposto no Subitem 13.11.1.1.

Decorrido o prazo da preferência e assumida pelos sócios, ou por terceiros, a totalidade do aumento, haverá reunião ou assembleia dos sócios para que seja aprovada a modificação do contrato.

Pode a sociedade reduzir o capital, mediante a correspondente modificação do contrato: a) depois de integralizado, se houver perdas irreparáveis; b) se excessivo em relação ao objeto da sociedade.

No caso da letra a, a redução do capital será realizada com a diminuição proporcional do valor nominal das quotas, tornando-se efetiva a partir da averbação, no Registro Público de Empresas

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3 .1 NORMA S FUNDAMENTA I S D O P M I

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CAPÍTULO 3

Práticas úteis e normas fundamentais do PMI

3.1 NO RMA S FU ND AMENTAI S D O PMI

As ferramentas, processos, técnicas e princípios descritos em quatro normas fundamentais do PMI (Guia PMBOK,1 The standard for program management,2 The standard for portfolio management3 e Organizational project management maturity model (OPM3)4 formam a base para o gerenciamento de programas e projetos. Essas normas constituem um excelente ponto de partida para abordar as condições de complexidade provocadas por problemas com a ambiguidade, o comportamento humano e o comportamento do sistema. O emprego criterioso e ponderado de todas essas ferramentas auxilia o profissional a navegar pelo terreno em constante mudança de um programa ou projeto de ambiente complexo. De acordo com a publicação Pulse of the profession in-depth report: navigating complexity,5 muitas organizações estão usando os processos e métodos descritos nessas normas fundamentais como parte do arsenal para alcançar o sucesso em programas e projetos de diferentes níveis de complexidade (ver Tabela 3.1).

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4 . 2 O QUE SIGNIFICA ELICITAR INFORMAÇÕES

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CAPÍTULO 4

Elicitação e análise de requisitos

4 .1 V I S Ã O GER AL

Elicitação e análise de requisitos consistem no repetitivo trabalho de planejar, preparar e fazer o levantamento de informações das partes interessadas, bem como analisar e documentar os resultados desse trabalho e, eventualmente, especificar um conjunto de requisitos que permitam a definição e a escolha da melhor solução.

Na elicitação e na análise de requisitos, analistas de negócios utilizam uma série de técnicas de identificação e aplicam diversos modelos de análise para apoiar as atividades de elicitação e análise.

4 . 2 O QU E SI GNI FI CA ELI CI TAR I NFO R MAÇ ÕES

A abordagem comum para a obtenção de requisitos de informação é a “elicitação”.

Elicitação de requisitos representa a atividade de extração de informações das partes interessadas e de outras fontes. Na análise de negócios, ela envolve o levantamento de dados sobre as causas do problema de negócio ou as razões para a abordagem de uma oportunidade atual, bem como informações que venham a ser utilizadas para obter um nível suficiente de requisitos, que permita o desenvolvimento e a implementação de soluções.

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Anexo

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Anexo

Resolução dos testes de fixação

CAPÍTULO 1

1. Alternativa d. A Contabilidade registra os fenômenos econômicos que afetam o patrimônio das aziendas (fatos contábeis), sejam eles provocados ou consentidos pela administração ou não. Por exemplo, se o estoque de mercadorias da empresa se deteriora em função de uma inundação decorrente do excesso de chuvas, tal fato será registrado pela contabilidade, porque reduz o patrimônio da entidade.

2. Alternativa d. O objeto da contabilidade é o patrimônio, e seu campo de aplicação, as aziendas.

3. Alternativa d. Modernamente, a contabilidade constitui um instrumento essencial nas funções de planejamento e controle da empresa, fornecendo informações que auxiliam os executivos nas tomadas das decisões.

4. Alternativa d. Ver a resposta da questão no 2.

5. Alternativa c. Como está explicitado no próprio enunciado da pergunta, na maioria das empresas comerciais, o valor dos bens e direitos (ativo) é maior que as obrigações com terceiros

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