Manole (134)
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3. Descrição da Empresa

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Descrição da Empresa

3

O corpo do plano de negócios começa por uma descrição da empresa, que explicitará o nível de organização empresarial do negócio, a história, a constituição jurídica, a situação atual e as projeções futuras, tanto para pesquisa e desenvolvimento quanto para atividades operacionais e financeiras. Devem-se enfatizar as características únicas do produto ou serviço e os benefícios que a empresa pode trazer ao cliente.

Questões relativas a como, quando e por que a empresa foi fundada; por que produzir ou comercializar determinados produtos e serviços; qual o perfil de desenvolvimento da empresa nos últimos tempos e qual a projeção futura da empresa devem ser plenamente respondidas.

Assim, nesta seção, serão encontradas as respostas para perguntas como: Qual é o ramo de atividade da empresa? Quem são seus clientes?

O que ela oferece aos seus clientes e como? Qual é a sua localização?

Qual é a sua área de atuação (regional, nacional ou internacional)? Qual

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5. Globalização, Emprego e Salários

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Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

151

Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

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Parte II – Compreendendo o que é evento

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PA R T E I I

Compreendendo o que é evento

CAPÍTULO

3

Conceitos, classificação e tipologia

Conceitos

Para que se possa entender melhor o objeto deste estudo, dentro de um processo histórico, torna-se necessário inicialmente conceituá-lo.

Segundo Simões (1995), evento é um acontecimento criado com a finalidade específica de alterar a história da relação organização-público, em face das necessidades observadas. Caso esse acontecimento não ocorresse, a relação tomaria rumo diferente e, certamente, problemático.

Para Giácomo (1993), “evento é componente do mix da comunicação, que tem por objetivo minimizar esforços, fazendo uso da capacidade sinérgica da qual dispõe o poder expressivo no intuito de engajar pessoas numa ideia ou ação”.

Como os eventos são uma atividade dinâmica, sua conceituação tem sido objeto de modificações, conforme vai evoluindo. Portanto, segundo a experiência de vários especialistas da área, evento significa:

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8. Plano Operacional

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Plano Operacional

8

Esta seção do plano de negócios está relacionada à forma de operação da empresa, desde a forma como a administração gerencia o negócio até como os produtos ou serviços são executados, distribuídos e controlados. Ainda dentro desta seção, é importante definir o perfil profissional das pessoas-chave, bem como o relacionamento entre as funções da empresa.

Para qualquer tipo de leitor do plano de negócios, seja ele um investidor de risco ou um parceiro comercial, esta seção irá definir a forma como a empresa realiza o trabalho, como cuida da qualidade dos produtos e processos, como utiliza seus equipamentos e recursos, como se relaciona com as pessoas que fazem parte do quadro de colaboradores, como controla seus custos e assim por diante.

Estrutura funcional

A apresentação da estrutura funcional da empresa diz respeito

à alocação das pessoas nas atividades da empresa, à extensão da

Book 1.indb 169

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

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4. Globalização e Programas de Estabilização de Preços

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Capítulo 4

Globalização e Programas de

Estabilização de Preços

Neste capítulo trataremos dos efeitos da globalização nos programas de estabilização de preços, em especial no Plano Real. Para isso, veremos alguns conceitos de economia internacional, como Balanço de Pagamentos e taxa de câmbio. Em seguida, analisaremos os efeitos da globalização nos preços internos, reduzindo a inflação, e os relacionaremos com as teorias da inflação estudadas no Capítulo 2. Por último, falaremos um pouco sobre as desvantagens da globalização, pois as vantagens relacionam-se sobretudo com o controle inflacionário.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Definir Balanço de Pagamentos e taxa de câmbio.

121

Noções de Macroeconomia

• Explicar os efeitos de variações da taxa de câmbio sobre o Balanço de Pagamentos e de mudanças no Balanço de Pagamentos sobre a taxa de câmbio.

• Explicar os efeitos da globalização no processo de estabilização de preços.

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Grupo Gen (4500)
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PARTE III - CAPÍTULO 13 - A INFORMÁTICA

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CAPÍTULO

13

A INFORMÁTICA

N

os tempos atuais, praticamente não há ramo de atividade em que não se utilize, direta ou indiretamente, a informática. O computador está cada vez mais associado aos processos de tomada de decisão das organizações, aumentando e agilizando a capacidade de produção e os níveis de qualidade dos serviços nas empresas, dos mais rotineiros aos mais sofisticados.

Este capítulo mostra a interligação de O&M à Informática, aborda o computador com todos os seus recursos — tais como a Internet, aplicações, linguagens de programação — e traz um vocabulário básico de termos de informática. O capítulo apresenta também alternativas organizacionais na informatização de escritórios, na engenharia de informação e na engenharia de software, além do ISO 9000/2000.

Já não há mais dúvida de que, hoje em dia, vivemos na Era da Informação. A informação rápida, atualizada e precisa tornou-se indispensável para o êxito dos negócios.

São raras as atividades comerciais, de lazer, culturais, da medicina, nas quais não se esteja aplicando, direta ou indiretamente, a tecnologia de informática. Praticamente, não se conhece estabelecimento moderno que não utilize computadores em suas operações de caixa, controle de estoque, vendas com cartões de crédito, controle de tabela de preços, emissão de notas fiscais etc. Serviços mais sofisticados e complexos, como a reserva simultânea de passagens aéreas em agências de viagem espalhadas pelo mundo, serviços de telecomunicações em geral, concursos e loterias, não são mais executados sem o auxílio intensivo de computadores.

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12 - Ativo Biológico e Produto Agrícola

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12

ATIVO BIOLÓGICO E PRODUTO AGRÍCOLA

1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, abordamos o tratamento contábil relacionado com ativos biológicos e com produtos agrícolas.

Ativos biológicos são plantas e animais vivos. Produtos agrícolas são produtos colhidos ou obtidos de ativo biológico da entidade.

Os procedimentos contábeis para ativos biológicos e produtos agrícolas estão estabelecidos no CPC 29 –

Ativo Biológico e Produto Agrícola. Esse CPC aborda os critérios de mensuração dos ativos biológicos desde o reconhecimento inicial até a data em que esses ativos são desreconhecidos do balanço patrimonial. O critério definido na norma para ativos biológicos é o valor justo menos as despesas com venda. Com referência aos produtos agrícolas, a norma estabelece a mensuração pelo valor justo menos as despesas com venda no momento da colheita, corte ou abate.

Os ativos biológicos usualmente são classificados no ativo não circulante, em grupo específico de contas denominado de “Ativos Biológicos”. Entretanto, ativos biológicos podem ser classificados no ativo circulante, como por exemplo no caso de entidades que têm animais destinados ao abate (aves, suínos e bovinos) no curto prazo.

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4 - A Teoria das Restrições na gestão das operações de Produção e Serviços

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4

A Teoria das Restrições na Gestão das

Operações de Produção e Serviços

Motivação e objetivo deste capítulo

Como filosofia de gestão, a Teoria das Restrições vem crescendo e se consolidando cada vez mais no mundo dos negócios. Com as suas origens na manufatura, tem tido o seu escopo de atuação estendido para outras áreas da economia, como: gerenciamento de serviços, projetos e engenharia, distribuição e cadeia de suprimentos, finanças, marketing, vendas e gerenciamento de pessoas.1

Mas a que atribuir tanta aplicabilidade? Qual é a essência da Teoria das Restrições?2 Vamos, neste capítulo, rever a sua filosofia de ação e refletir sobre alguns dos seus principais fundamentos.

Segundo Eliyahu Goldratt [6], físico que iniciou a consolidação desses princípios de gestão na década de 1970, em primeiro lugar é necessário ter sempre em mente a meta da organização em análise. Na dúvida, deve-se perguntar aos seus fundadores a razão de sua existência.

No setor público, por exemplo, podemos imaginar que uma universidade teria como razão de ser não só diplomar seus alunos, mas também fazer com que eles cresçam profissionalmente, gerando, neste processo, riqueza e bem-estar para a sociedade.

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PARTE I – Capítulo 1 – Processos da gestão de pessoas

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CAPÍTULO 1

Processos da gestão de pessoas

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar:

•• Os conceitos de processos e funções organizacionais.

•• O macroprocesso da gestão de pessoas.

•• Os processos específicos da gestão de pessoas e as principais atividades em cada um.

•• Como são estabelecidas as prioridades nos processos da gestão de pessoas.

•• A gestão de pessoas no contexto das outras funções organizacionais.

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Capítulo 1

INTRODUÇÃO

Pessoas e trabalho são o domínio da gestão de pessoas. Todas as organizações, desde as microempresas até os grandes conglomerados com atuação global, são, essencialmente, sistemas de trabalho operados por pessoas. O trabalho nas organizações divide-se em conjuntos de tarefas especializadas chamadas funções: função de operações, de marketing e vendas, finanças, compras, tecnologia da informação e outras. Uma das funções mais importantes para qualquer organização é a gestão de pessoas.

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Anexo 5 – Sugestões para enfrentar a crise

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Anexo 5 – Sugestões para enfrentar a crise

Considerando as experiências da crise na década de 1980, assim como das mais recentes, pós-Real, algumas práticas permitiram que as empresas atravessassem as crises e saíssem ainda mais fortes após o fim delas.

Segue um conjunto de sugestões, adequadas à situação da economia no momento atual, que podem ser a diferença para que os seus investimentos rendam o máximo – dentro dos limites da prudência – e a empresa saia mais forte da recessão.

1. O caixa é o rei: nenhum retorno – por mais alto que seja – paga o risco de ficar sem caixa ou de ter que ir ao mercado financeiro durante um período de recessão e inflação em alta.

2. Nunca faça o trade-off: nunca faça a troca de margens de lucros por market share. Reajuste os seus preços de acordo com a inflação projetada e o prazo do seu capital de giro. Na situação atual, se for preciso, reduza a escala de produção, mas mantenha os reajustes de preços e as margens de lucros. Quase todas as empresas que trocam “margem” por maior participação de mercado tendem a sair da crise “compradas”, “quebradas” ou “menores”.

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Grupo A (1951)
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Capítulo 6. Integrando para Fazer Acontecer

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Capítulo 6

Integrando para Fazer Acontecer

“No fim das contas, a única conclusão razoável é que perdemos uma montanha de dinheiro no mais maluco e oneroso sistema administrativo do mundo.”

— Henry Aaron, economista da Brookings Institution,

1 referindo-se ao sistema de saúde dos Estados Unidos .

Enquanto nos debatíamos, em nossa pesquisa, com os desafios de melhorar a qualidade da assistência à saúde, diminuir seu custo e torná-la mais acessível, o que precisava ser feito ficou bastante claro. O problema básico que enfrentamos não se restringe ao campo da saúde: a melhoria da qualidade, dos custos e da acessibilidade é uma questão que tem marcado presença na história de diversos setores.

Nesses outros casos, foram inovações de ruptura que transformaram produtos e serviços caros e complexos em itens simples e disponíveis. O processo exigiu três capacitadores – tecnologia, modelo de gestão e rede de valor. No caso da assistência à saúde, a situação não é diferente.

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CAPÍTULO 12 - INTERMEDIÁRIOS

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INTRODUÇÃO

Neste capítulo, mostramos que a principal função do intermediário é fazer a ligação entre comprador e vendedor. Para o setor de viagens e turismo, a intermediação acontece através das operadoras de turismo e atacadistas que montam os componentes da viagem turística em um pacote e o vendem no varejo através de agentes de viagem, os quais negociam diretamente com o público. No entanto, como mostra este capítulo, esse não é o único caminho para que o produto turístico atinja o consumidor, e discutimos vários outros canais de distribuição. Além disso, a estrutura da intermediação é complicada porque alguns agentes do varejo e alguns dos principais fornecedores, como as companhias aéreas, atuam também como atacadistas. Boa parte dessa tendência tem ocorrido devido aos novos procedimentos online. A rápida adoção das tecnologias eletrônicas facilita a oferta e a demanda turística. As tendências das viagens online serão apresentadas neste capítulo, e será também examinado o impacto causado por elas nos negócios tradicionais.

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Capítulo 4 - Criatividade e conceito de produto

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CAPÍTULO 4

Criatividade e conceito de produto

INFORMAÇÕES PRELIMINARES

Este capítulo nos conduz a vários assuntos. Primeiro, a responsabilidade dos gestores é preparar a empresa para a geração de ideias – a primeira etapa na Figura II.1.1

Isso significa reunir as pessoas corretas, inseri-las no ambiente correto e geralmente prepará-las para o processo de geração de ideias. Segundo, o pessoal de criação precisa saber o que está sendo procurado – isto é, o que é um conceito e como normalmente ele é encontrado e identificado? Terceiro, um sistema específico de geração ativa (e não reativa) de conceitos é explorado – por exemplo, abordagens que parecem funcionar. Uma parte desse sistema – utilizar funcionários e não funcionários na busca de ideias prontas – será discutida neste capítulo e as outras se seguirão nos

Capítulos 5, 6 e 7.

PREPARAÇÃO

Muitas pessoas imaginam que a inovação de produtos começa com uma nova ideia de produto. Mas o Capítulo 3 mostrou que é bem mais adequado escolher um campo de jogo e algumas regras (ter uma estratégia) antes do início do jogo.

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Capítulo 22 - Finanças comportamentais e psicologia do investimento

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22

Finanças comportamentais e psicologia do investimento

O homem racional – como o monstro do Lago Ness – é visto com frequência, mas raramente fotografado.

— D AVID D REMAN , 1998 1

O mercado é mais arriscado quando parece melhor; é mais convidativo quando parece pior.

— F RANK J. W ILLIAMS , 1930 2

Este livro é repleto de dados, números e gráficos que respaldam uma estratégia de longo prazo internacionalmente diversificada para os investidores acionários. Contudo, é bem mais fácil aceitar um conselho em teoria do que colocá-lo em prática. A classe financeira está cada vez mais consciente de que os fatores psicológicos podem cercear a análise racional e impedir que os investidores obtenham os melhores resultados. O estudo sobre esses fatores psicológicos floresceu no campo de finanças comportamentais.

Para facilitar a compreensão da pesquisa básica e das questões relacionadas às finanças comportamentais, este capítulo foi escrito em forma de narrativa. Dave é um investidor que cai em armadilhas psicológicas que o impedem de ser eficaz. Você provavelmente perceberá semelhanças entre o comportamento de Dave e o seu. Se isso ocorrer, o conselho oferecido neste capítulo certamente o ajudará a se tornar um investidor mais bem-sucedido. Dave primeiro conversa com sua mulher, Jennifer, e depois com um consultor de investimento que entende bem de finanças comportamentais. Essa narrativa tem início no outono de 1999, vários meses antes do auge da bolha de tecnologia e da internet que dominou os mercados na virada do século.

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19 O problema da identificação

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Capítulo

19

O problema da identificação

Neste capítulo, consideramos a natureza e o significado do problema da identificação. O ponto central do problema de identificaçao é o seguinte: retomar o modelo de oferta e demanda introduzido na Seção 18.2. Suponha que tenhamos dados apenas da série temporal Q e P e nenhuma informação adicional (como renda do consumidor, preço vigente no período prévio e condições climáticas). O problema da identificação consiste em procurar uma resposta para esta pergunta: oferecidos apenas os dados de P e Q, como saberemos se estamos estimando a função demanda ou a função oferta?

Como alternativa, se pensarmos que estamos ajustando uma função demanda, como garantiremos que ela é, de fato, a função demanda que estimamos e não outra coisa qualquer?

Um momento de reflexão revelará que uma resposta à pergunta anterior é necessária antes que alguém resolva estimar os parâmetros de nossa função demanda. Neste capítulo, demonstraremos como o problema da identificação é resolvido. Primeiro, introduziremos algumas poucas notações e definições e, então, ilustraremos o problema da identificação com vários exemplos. Isso será seguido de regras que podem ser utilizadas para descobrir se uma equação em um modelo de equação simultânea está identificada, isto é, se corresponde à relação que realmente estamos estimando, seja ela a função demanda ou função oferta ou ainda outra coisa qualquer.

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Editora Saraiva (885)
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12.7 Comunicação interna

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PARTE II • PADRONIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS EMPRESARIAIS

Temos a certeza de que nosso trabalho propiciará habilidades e informações adi‑ cionais a seu desenvolvimento profissional. Para assinatura posterior da revista Língua

Jurídica, basta ligar para (21) 2244­‑5566.

Atenciosamente,

Paulo Renato de Almeida

Diretor­‑Presidente

12.7 Comunicação interna

Para explorar este tema, veja o item 10.3, As informações transmitidas por e­‑mail, no Capítulo 10.

12.8 Convocação

Convocação é uma espécie de convite em que não há cunho social, e sim admi‑ nistrativo.

EXEMPLO

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

CONVOCAÇÃO

Convocamos os Srs. Acionistas a participarem da ASSEMBLEIA GERAL EX‑

TRAORDINÁRIA que será realizada em 26 de janeiro de 2016, às 15 horas, na sede social da empresa, na Av. Copacabana, 567, conj. 01, nesta cidade, a fim de deliberarem sobre os seguintes assuntos: a) Alteração do artigo 12 do Estatuto Social, para a reestruturação dos cargos do

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1 . 8 ESTRUTURA DO GUIA DE PRÁTICAS

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■■ Requisitos do projeto: são definidos pelo PMI como “ações, processos ou outras condições que o projeto precisa atender”. Essas exigências se concentram em aspectos da execução do projeto.

■■ Requisitos de qualidade: tal como definido no Guia PMBOK®, quinta edição,7 o requisito de qualidade é “uma condição ou uma capacidade que vai ser usada para avaliar a conformidade, validando a aceitabilidade de um atributo para a qualidade do resultado”.

Na análise de negócios, requisitos não funcionais são, muitas vezes, referidos como a qualidade do serviço. Qualidade do serviço, porém, não é requisito de qualidade. A qualidade do requisito de serviço descreve a qualidade do produto, enquanto a exigência de qualidade descreve uma característica do resultado do projeto da qualidade. Para evitar confusão entre os requisitos de qualidade e a qualidade do requisito de serviço, este guia de práticas utiliza o termo requisitos não funcionais para referir-se à categoria de requisitos que descrevem as condições da qualidade do produto.

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10.5 Pró-labore

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10.5 Pró-labore

10.5.1 Apropriação da despesa

A remuneração da empresa aos seus sócios ou dirigentes é denominada pró- labore. A apropriação das despesas com pró-labore obedecerá ao regime de competência e será escritu­ rada como a seguir.

ESCRITURAÇÃO

D

Pró-labore – Despesas

C

Pró-labore a Pagar

$

$

Remuneração aos sócios relativa ao mês ... .

10.5.2 Deduções do pró-labore – Contas para registrar

10.5.2.1 Contribuições à Previdência Social (INSS)

É o valor descontado a título de contribuição previdenciária (INSS) que será registrado em conta do passivo, identificando essa obrigação de futuro recolhimento que a empresa deverá efetuar.

10.5.2.2 Imposto de Renda Retido na Fonte (IR-Fonte)

Trata-se de retenção efetuada pela empresa do IR incidente sobre o valor pago a título de pró-labore, que de igual forma será registrado em conta específica do passivo.

ESCRITURAÇÃO

D

Pró-labore a Pagar

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1.7 A cultura como passivo intangível

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1.7   A

cultura como passivo intangível

Um dos exemplos de um tipo de organização da produção que foi altamente lucrativa, mas de forma não inovadora e não sustentável, foi o do latifúndio escravagista brasileiro. Sistema abominável do ponto de vista ético e desumano ao extremo, produziu, no entanto, resultados econômicos fantásticos para uma elite colonial e depois brasileira por mais de dois séculos. Porém ruiu, e o fez por sua incapacidade de ajustar-se às mudanças, exceção feita aos poucos senhores de terra que conseguiram adaptar-se à mão de obra imigrante, mas que foram suplantados, em termos de riqueza, em relativamente pouco tempo, pela nova elite dos setores secundário e terciário da economia que cresceram com essa mesma mão de obra imigrante, sedenta por liberdade e espaço para empreender.

Todo o acúmulo de capital realizado nos séculos anteriores pela elite latifundiária não foi suficiente para alavancá-la no novo paradigma econômico, e a maioria acabou por sucumbir.

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2.5 RECOMENDAÇÃO DE AÇÕES CONFORME A S N E C E S S I D A D E S D O N E G Ó C I O

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TABELA 2.4 – Quadro de capacidades com lacunas listadas

Problema/ limitações atuais

Reclamações de seguro muito lentas

Relatórios atrasados

Causa raiz

Nova capacidade/ recurso

Entregas de projetos para preencher as lacunas

Limitações dos agentes de reclamações

■■ Agentes treinados suplementares

■■ Aumento da remuneração dos agentes de reclamações

■■ Novo programa de treinamento para analistas

■■ Aumento da taxa horária para analistas de reclamações

Necessidade de inspeções presenciais

■■ Nova política de ignorar perícias com base no cumprimento da política pelo segurado, no histórico de reclamações e nos dados coletados em entrevista inicial

■■ Uso da tecnologia do segurado para registrar danos

■■ Criação de políticas corporativas com limites para exames presenciais

■■ Desenvolvimento de um novo processo e de uma nova interface para importar as imagens de danos dos segurados

Limitação de analistas de reclamações

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Editora Manole (231)
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8. A sustentabilidade como objeto para o jornalismo

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8

A  sustentabilidade  como  objeto   para  o  jornalismo

Reges  Schwaab

INTRODUÇÃO

Desde   o   final   do   século   XX,   a   emergência   da   questão   ambiental  se  dá  no  contexto  de  uma  idade  mídia,  nos  termos  de  

Rubim  (2000),  ou  seja,  da  forte  incidência  da  comunicação  na   sociabilidade   e   das   modalidades   de   sua   conexão   com   a   contemporaneidade.   Além   disso,   como   pensa   Schmidt   (2003),   houve  uma  paulatina  politização  da  questão  ambiental,  ocasionada  por  duas  razões.  A  mais  imediata  é  que  não  é  possível  conhecer   as   representações   do   ambiente   “sem   integrar   nelas   o   próprio   discurso   que   as   tornou   tão   politicamente   relevantes   que  passaram  a  merecer  atenção”  (Schmidt,  2003,  p.  393).  Ainda  segundo  a  autora  portuguesa,  o  registro  político  do  discurso   ambiental   organizou   outros   referentes   que   acabaram   por   formar  o  âmbito  global  do  tema,  que  reflete  sua  acolhida  nas  esferas  política  e  empresarial,  por  exemplo,  inclusive  como  resultado   da   atuação   social   de   movimentos   em   prol   do   verde   e   das   evidências   científicas   acerca   da   degradação   ambiental,   suas   causas  e  consequências.  

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1. Mídias e redes sociais digitais: conceitos e práticas

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Mídias e redes sociais digitais: conceitos e práticas

Camila Khroling Colnago

Introdução

O processo de digitalização e virtualização dos meios de comu‑ nicação, viabilizado a partir do desenvolvimento das tecnologias digitais de informação e de comunicação, ampliou largamente o acesso dos usuários a informações dos mais diversos gêneros, ge‑ rou enormes possibilidades de produção de conteúdo e potencia‑ lizou, em grande dimensão, a comunicação entre os indivíduos, promovendo a interação social e criando novas oportunidades de socialização, que atualmente extrapolam os limites geográficos.

Um dos conceitos‑chave para explicar essa nova estrutura so‑ cial, segundo Castells (2003, p. 7), é o conceito de rede que, en‑ tendido como um conjunto de nós conectados entre si, apresen‑ ta “vantagens extraordinárias como ferramentas de organização em virtude de sua flexibilidade e adaptabilidade inerentes, ca‑ racterísticas essenciais para se sobreviver e prosperar num am‑ biente em rápida mutação”, razão pela qual as redes desempe‑ nham um papel fundamental na sociedade emergente, visto que

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Parte 3 – Manual técnico: professores

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PARTE 3

Manual técnico: professores

Os tópicos apresentados a seguir fazem parte dos manuais técnicos para os professores de musculação, atividades aquáticas (natação e hidroginástica) e aulas em grupo (modalidades de ginástica, lutas e ritmos).

FUNÇÃO

O professor tem como função ensinar, tirar dúvidas, atender os clientes, controlar sua assiduidade, motivar para que não desistam e tornar prazeroso seu treino.

ATENDIMENTO AO CLIENTE

Atendimento inicial (cliente novo)

Musculação (Figura 10)

Existem dois tipos de clientes: o que ainda não fez a avaliação física

(mas já passou pela pré-orientação com o coordenador) e o que já fez e irá passar pela orientação.

parte 3 - manual técnico: professores

■■ Cumprimentos:

–– Cliente sem avaliação física (após pré-orientação): cumprimente de forma simpática e acolhedora, apresentando-se. Agende a avaliação e orientação física (recepção), explicando que somente após esses procedimentos o treino será elaborado. Aproveite o momento para explicar o funcionamento da Academia e esclarecer dúvidas.

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5. Gestão de potenciais clusters turísticos: uma proposta de metodologia de diagnóstico

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5

Gestão de potenciais clusters turísticos: uma proposta de metodologia de diagnóstico

MARIA CRISTINA ANGÉLICO MENDONÇA

Introdução

O setor de turismo tem sido considerado um dos mais significativos para a eco‑ nomia mundial. Segundo Sheyvens (2002), no período de 1050 a 1970, o turismo convencional ou de massa foi considerado, particularmente para o terceiro mundo, um meio de promoção de crescimento econômico e de alcance da modernização e uma forma de enfrentar os reflexos advindos do processo da globalização. Este au‑ tor afirma que o sistema turístico passou a ser visto como um meio de produção e consumo para se alcançar a modernização nos moldes da gestão moderna ou for‑ dista. No entanto, em decorrência da obtenção de resultados negativos, ocorreram mudanças econômicas estruturais, acompanhadas por transformações culturais, além de um crescente movimento ambientalista. Essas mudanças contri­buíram pa‑ ra explicar o surgimento de novas formas de gestão que resultassem em um turis‑ mo denominado responsável.

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Capítulo 8 - Infraestrutura sustentável para o ecoturismo

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8 Infraestrutura sustentável para o ecoturismo

Isabela Barbosa Frederico

Zysman Neiman

Introdução

Apesar de o ecoturismo no Brasil, assim como em todo o mundo, vir se solidificando como uma proposta de conservação e também como uma forte atividade econômica, a construção de infraestruturas ecologicamente corretas para essa atividade ainda

é incipiente, sendo que as primeiras iniciativas nesse sentido começam a surgir no país apenas no início dos anos 2000.

Andersen (1995) salienta que para o fortalecimento da atividade é necessária uma união do poder público e da iniciativa privada no que tange ao incentivo de recursos técnicos, culturais e financeiros que possibilitem um turismo cuja prioridade seja a questão ambiental. Os projetos das instalações a serem implantadas na natureza deveriam levar em consideração a conservação

150

Turismo e meio ambiente no Brasil

e, para isso, seria necessária a criação de códigos de ética ambientais em projetos de turismo.

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