Manole (123)
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9. O ponto de venda do seu produto

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9

O ponto de venda do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é ponto de venda e sua importância para o sucesso do empreendimento.

Reforçar o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão conceitual de ponto de venda no mercado

O ponto de venda ou distribuição pode ser entendido como a combinação de agentes por meio dos quais o produto flui, desde o produtor até o consumidor final.

Se você for um empreendedor do setor industrial, dependendo da logística planejada, poderá utilizar o atacadista, o distribuidor, o varejista, o correio, uma loja própria, ou qualquer outro canal para distribuir seus produtos na praça. Mas se você for um empreendedor do setor comercial, alguns desses canais de distribuição não poderão ser utilizados, pois pode tratar-se de um fornecedor ou de um concorrente. Por exemplo, se você tiver um comércio varejista, provavelmente, terá atacadistas ou distribuidores como seus fornecedores.

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Anexo 8 – Formulário para Análise da Concorrência

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Anexo 8

Formulário para Análise da

Concorrência

1. Quais concorrentes procuram a mesma clientela-alvo da empresa?

A.

B.

C.

D.

2. Qual é o volume estimado de vendas dos concorrentes diretos citados?

A.

B.

C.

D.

Book 1.indb 325

1/13/16 15:06

326

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

3. Qual é a lucratividade média do setor?

4. Tabela de atributos (notas de 0 a 10) para os produtos da concorrência e os da empresa.

Percepção dos clientes

Empresa

Concorrentes

A

B

C

D

Durabilidade

Desempenho

Satisfação das necessidades

Comodidade da embalagem

Imagem da empresa

Preço visto pelos clientes

Facilidade de compra

Horários de atendimento

Assistência técnica

Design/ apresentação

Fidelidade dos clientes

Atendimento aos clientes

Compromisso social

Questões ambientais

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3. Enxergando as sinuosidades do caminho

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3

Enxergando as sinuosidades do caminho

Objetivos deste capítulo

Demonstrar as dificuldades na escolha dos sócios do empreendimento.

Demonstrar as dificuldades na busca de recursos financeiros.

Discutir a importância de analisar o perfil dos concorrentes.

Definir a segmentação do mercado.

Você vai iniciar o empreendimento sozinho?

Existe um momento de muita complexidade na fase de gestação do empreendimento:­ você precisa tomar a decisão entre caminhar sozinho ou compor sociedade com outras pessoas. Esse momento é delicado, pois são muitas as possibilidades com as quais você se defrontará, cada uma delas com suas peculiaridades positivas e negativas.­

O raciocínio deveria ser apenas lógico, mas sempre resvala em questões emocionais próprias do seu contexto de vida em família e em sociedade. Vejamos algumas opções mais críticas:

53

Book 2.indb 53

5/30/14 6:48 PM

Não ter sócios

É a primeira e mais comum das decisões, afinal se você desenvolveu a ideia sozinho e assim também se dispôs a assumir todos os riscos, então nada mais natural que deseje usufruir o resultado da sua ideia igualmente sozinho. No entanto, você acaba se esquecendo que os resultados virão ou não depois de algum tempo, na fase de maturidade do seu empreendimento, havendo toda uma exaustiva e dura jornada para chegar até lá.

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12. Criação de valor sustentável

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1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Criação de valor sustentável

Renato Kazuo Nishikawa Tanaka

Antonio Carlos Aidar Sauaia

introdução

Cresce a consciência de que as futuras gerações podem estar sendo ameaçadas pelas decisões não sustentáveis tomadas hoje nas organizações, contrapondo lucros econômicos e prejuízos socioambientais. No presente capítulo examinou-se a relação entre criação de valor (taxa interna de retorno – TIR) e sustentabilidade no laboratório de gestão. O referencial teórico apoiou-se nos caminhos para o desenvolvimento sustentável (Sachs, 2008), no modelo de criação de valor sustentável (Hart e

Milstein, 2003) e em casos reais de empresas que ilustraram como o consumo pode ser gerenciado na democracia, à luz da sustentabilidade. A pesquisa bibliográfica evoluiu para uma pesquisa-ação no ambiente semipresencial Simulab, no qual um simulador organizacional produziu os dados primários em um jogo de empresas competitivo. Com base nas variáveis de decisão presentes no modelo do simulador, foi proposto um

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Respostas dos Exercícios Propostos

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Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

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Grupo Gen (4230)
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Capítulo 3 – O que é teoria da contabilidade?

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3

O que é teoria da contabilidade?

ALAN DIÓGENES GÓIS

EDUARDO FLORES

HELEN CRISTINA SILVA OLIVEIRA

VITOR HIDEO NASU

FLORES_teoria_da-contabilidade.indd 45

16/11/2017 16:11:17

Capítulo 3

3.1 Introdução

O capítulo anterior abordou os principais pontos sobre as características, a utilidade e o objetivo da contabilidade. Seguimos então para o próximo passo, que é compreender o que é teoria da contabilidade, sua evolução, utilidade para a pesquisa contábil, bem como as diferentes abordagens da teoria contábil.

3.2 Definições de teoria e teoria contábil

3.2.1 O que é teoria?

O filósofo Claude Bernard (1978) (apud LALANDE, 1999) define que a teoria é a hipótese verificada depois de ter sido submetida ao controle do raciocínio e da crítica experimental, devendo modificar-se de acordo com o progresso da ciência e ser constantemente submetida a prova.

De acordo com o aspecto científico da teoria, a observação verificada empiricamente permite que a teoria e o fato não sejam opostos, mas sim que propicie elementos apropriados para a explicação dos fatos. Dessa forma, segundo Marconi e Lakatos (2000), não seria possível a existência de teoria sem estar baseada em fatos e, por sua vez, os fatos sem um princípio de classificação, ou a teoria não produziria a ciência.

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26 - Exclusões ao lucro líquido

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26

Exclusões ao lucro líquido

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar as exclusões permitidas nos cálculos de IR e CSLL. Ao final do capítulo, será possível ao leitor identificar os dois tipos possíveis de exclusões existentes e o tratamento fiscal dado a cada uma delas.

PEGAS.indb 397

3/16/17 5:31 PM

398

Capítulo 26

26.1 REGRA GERAL

A regra geral é que toda receita é tributável. Há, entretanto, algumas exceções, por exemplo, receitas que serão excluídas por terem sido tributadas em outras empresas. Existem também despesas que são aceitas pelo Fisco no período, embora registradas na contabilidade em outras contas do balanço patrimonial, mas não em despesa, ou até mesmo não registradas. Vamos analisar os dois tipos de exclusões possíveis a seguir.

26.2 RECEITAS CONTABILIZADAS E NÃO

EXIGIDAS PELO FISCO

São os valores reconhecidos como receita pela empresa, aumentando o resultado contábil, mas que não são exigidos pelo Fisco, que permite sua não tributação.

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6 Trabalho em Equipe

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6

Trabalho em Equipe

Este capítulo inicia-se com a análise do conceito de equipe, focalizando dois aspectos-chaves: interdependência nas tarefas e vínculo emocional.

Apresentam-se potenciais vantagens do trabalho em equipe, do ponto de vis­ta psicológico, sem perder de vista situações ou condições capazes de recomendar cautela em sua utilização.

Dá-se atenção especial a fatores psicológicos relacionados ao comportamen­ to das pessoas em equipe, enfatizando-se o papel emocional que ela representa e possíveis mecanismos de defesa presentes em seu funcionamento.

O capítulo encerra-se, destacando características necessárias ao bom funcio­ namento de quatro tipos de equipes: produção, treinamento, desenvolvimento e gerência.

6.1 GRUPO OU EQUIPE?

Muitos autores não distinguem grupo de equipe de trabalho. Na opinião de

Wagner III e Hollenbeck, “grupo é um conjunto de duas ou mais pessoas que inte­ ragem entre si de tal forma que cada uma influencia e é influenciada pela outra”

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Capítulo 7 - A Oferta Agregada

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7

A OFERTA AGREGADA

Marco Antonio Sandoval de Vasoncellos

Rudinei Toneto Jr.

INTRODUÇÃO

Nos capítulos anteriores vimos que, no longo prazo, a oferta agregada tende a ser vertical, situando-se no nível de produto de pleno emprego. Ou seja, como os preços tornam-se perfeita­ mente flexíveis, no longo prazo a economia tende ao equilíbrio de pleno emprego, com o estoque de fatores de produção ditando o nível de produto, enquanto a demanda agregada passa a afetar basicamente o nível de preços. Tem-se assim uma curva de oferta agregada vertical no plano

P – Y, com o produto fixado no nível de pleno emprego, variando apenas os preços. Essa situação já foi discutida no Capítulo 3 e é ilustrada pela Figura 7.1(a).

(a)

P

(b)

OA

(c)

P

OA

P

YP

Y

OA

Y

Y

Figura 7.1 Oferta agregada: os casos clássico, keynesiano e intermediário.

Vimos no Capítulo 4 que, no curto prazo, com os preços e salários rígidos, a demanda agregada passa a assumir um papel central na determinação do produto e por conseguinte nas flutuações que a economia apresenta. No plano P – Y, há uma oferta agregada horizontal, a um nível de preços fixado, variando apenas o produto real; é a chamada oferta agregada keynesiana

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Glossário

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Glossário

Análise do Processo Atual. Levantamento e documentação de um processo existente.

Análise Inicial. Primeira parte de um projeto visando melhorar ou criar processos de negócio.

Anomalias. Todas as exceções que não foram convenientemente tratadas.

Atividade. Conjunto formado por instruções, mão de obra e tecnologias, cuja função é a de processar entradas para produzir parte do produto de um processo.

Benchmarking. Metodologia para melhoria contínua, sistematizada por meio da absorção de modelos de terceiros.

Cliente Externo. Todas as pessoas de fora da empresa que, de alguma forma, ou em algum momento, adquiram seus produtos.

Cliente Interno. Todas as pessoas de dentro da empresa que, de alguma forma, ou em algum momento, recebam ocorrências no decorrer da execução de um processo.

Diretrizes. Conjunto de normas corporativas que regulam a existência e a operacionalidade do processo.

Documentação de Processos. Conjunto de dados e informações pertinentes a um processo de negócio.

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Grupo A (253)
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19.6 Impostos para pessoa física, dividendos e recompra de ações

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Capítulo 19

Dividendos e Outras Formas de Distribuição de Lucros

O fato de algumas empresas recomprarem suas ações quando acreditam que elas estão subvalorizadas não significa que os gestores da empresa estão corretos. Somente estudos empíricos podem fazer essa afirmação. A reação imediata do mercado de ações ao anúncio de uma recompra de ações é bastante positiva. Além disso, alguns trabalhos empíricos mostraram que o desempenho no longo prazo do preço da ação após uma recompra é melhor do que o desempenho do preço da ação de empresas semelhantes que não recompram ações.

5. Impostos Trataremos em detalhe a questão dos impostos no caso de dividendos e de recompras de ações na próxima seção. No momento, basta-nos mencionar que, nos textos norte-americanos, a atenção para as recompras ocorre porque lá elas apresentam vantagens tributárias em comparação com o pagamento de dividendos.

Recompras de ações no Brasil

No Brasil, as empresas podem adquirir ações de sua emissão para cancelamento ou permanência em tesouraria para planos de incentivos (stock options). A negociação com ações de própria emissão é proibida pela Lei Societária (artigo 30), que excetua as operações de resgate, reembolso ou amortização previstas em lei e a venda de ações mantidas em tesouraria no caso de necessidade de recompor o patrimônio líquido se, durante o processo, este se tornar inferior ao capital social (Brasil, 1976). A quantidade máxima de ações em tesouraria é de 10% de cada classe de ações em circulação no mercado, assim consideradas as ações representativas do capital social menos as de propriedade do acionista controlador.11

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1.2 A empresa de capital aberto

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Capítulo 1

Introdução às Finanças Corporativas

3

orçamento de capital para descrever o processo de realizar e gerir as despesas envolvendo ativos de longo prazo.

2. Como a empresa pode reunir fundos para as despesas de capital exigidas? Essa questão diz respeito ao lado direito do balanço patrimonial. A resposta a essa questão envolve a estrutura de capital da empresa, representada pelas proporções do financiamento por dívidas com vencimentos de curto e de longo prazos e pelo capital dos acionistas.

3. Como fluxos de caixa de curto prazo devem ser administrados? Essa questão diz respeito à parte superior do balanço patrimonial. Muitas vezes, há um desequilíbrio entre a distribuição no tempo dos fluxos de entrada e de saída de caixa durante as atividades operacionais.

Além disso, a quantidade e a distribuição no tempo dos fluxos de caixa operacionais não são totalmente conhecidas. Gestores financeiros devem tentar administrar as defasagens dos fluxos de caixa. Da perspectiva do balanço patrimonial, a gestão de curto prazo para o fluxo de caixa está associada à gestão do capital de giro da empresa. O valor do capital de giro é igual ao valor do capital circulante líquido. O capital circulante líquido é definido como os ativos circulantes menos os passivos circulantes, enquanto o capital de giro é igual

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17.3 Os custos de endividamento podem ser reduzidos?

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566

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

A estratégia de pagamento de dividendos para esvaziar uma empresa em dificuldades financeiras pode ocorrer nos EUA, mas não no Brasil. Aqui, para pagar dividendos, é necessário haver lucro, e se a empresa tivesse lucro provavelmente não estaria em dificuldades. Entretanto, a estratégia de esvaziamento da empresa pode ocorrer por outros meios, como, por exemplo, transações entre partes relacionadas. Isso pode ser feito com a transferência de dinheiro da empresa para outras empresas mediante compras superfaturadas ou vendas subfaturadas, consultorias, contratos de manutenção e de compra de serviços, entre outros. E pode ocorrer com todas essas estratégias em conjunto!

Resumo das estratégias egoístas As distorções discutidas somente ocorrem quando existe uma probabilidade significativa de falência ou de dificuldades financeiras. Portanto, é improvável que afetem, digamos, empresas controladas pelo poder público, já que dificuldades financeiras são raras entre elas, pois acabam tendo aportes do Tesouro. Em contrapartida, pequenas empresas e empresas em setores arriscados, como o de computadores, são mais propensas a passar por dificuldades financeiras e, por sua vez, ser afetadas por essas distorções.

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5.3 O método do período de payback descontado

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142

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

Embora isso signifique que você deva ser cauteloso ao tentar modificar abordagens como o método de payback quando encontrá-las em empresas, você provavelmente deve ter cuidado para não aceitar o pensamento financeiro desleixado que representam. Depois desta disciplina, você faria um desserviço à sua empresa se utilizasse o payback em lugar do VPL quando tivesse o poder de escolha.

5.3 O método do período de payback descontado

ExcelMaster cobertura online

Cientes das armadilhas do payback, alguns tomadores de decisão utilizam uma variante chamada método do período de payback descontado. Segundo essa abordagem, primeiro descontamos os fluxos de caixa. Então, perguntamos quanto tempo leva para que os fluxos de caixa descontados igualem o investimento inicial.

Por exemplo, suponha que a taxa de desconto seja 10% e que os fluxos de caixa de um projeto sejam dados por:

(2$ 100, $ 50, $ 50, $ 20)

Esse investimento tem um período de payback de dois anos, porque o investimento é saldado nesse tempo.

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10.8 O ano de 2008: uma das piores crises financeiras

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Risco

1600

Crise

Capitalização

1400

Crise

1200

1000

1.052,8

1.030,6

1.235,3

1.223,2

1.542,1

1.340,9

588,5

1.398,7

722,6

234,2

124,0

185,4

228,5

255,4

225,5

482,1

0

160,9

200

216,9

400

147,6

600

340,9

800

189,1

Parte III

19

94

19

95

19

96

19

97

19

98

19

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20

00

20

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20

02

20

03

20

04

20

05

20

06

20

07

20

08

20

09

20

10

20

11

20

12

20

13

20

14

*

354

FIGURA 10.14 Capitalização bursátil, em $ bilhões. Desempenho do Mercado de Capitais nos

últimos 20 anos.

Fonte: Brasil (2014).

*Até maio de 2014.

O gráfico de barras apresentado na Figura 10.14 apresenta a capitalização do mercado brasileiro de empresas de capital aberto no período de 1994 a 2014 (até maio).

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Grupo A (1118)
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Capítulo 5. Definindo e Recompensando o Sucesso

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CAPÍTULO 5

DEFININDO E RECOMPENSANDO

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Capítulo 25: Política econômica na economia aberta sob taxas fixas de câmbio

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CAPÍTULO

POLÍTICA ECONÔMICA

NA ECONOMIA ABERTA

SOB TAXAS FIXAS

DE CÂMBIO

25

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Compreender o equilíbrio geral na macroeconomia usando o Modelo IS/LM/BP.

■ Entender o impacto de mudanças na política fiscal sobre a renda, comércio e taxas

de juros sob taxas fixas de câmbio.

■ Entender o impacto de mudanças na política monetária sobre a renda, comércio e

taxas de juros sob taxas fixas de câmbio.

■ Perceber como a variação dos graus de mobilidade do capital altera a eficácia da

política fiscal e monetária sob um sistema de taxas fixas de câmbio.

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PARTE 6

POLÍTICA MACROECONÔMICA EM ECONOMIA ABERTA

INTRODUÇÃO

O caso do renminbi yuan chinês

O yuan (RMB) essencialmente se manteve fixado ao dólar americano desde 1994. Como os superávits comerciais da China tanto com os Estados Unidos como globalmente cresceram, muitos argumentaram que o sucesso da exportação chinesa foi resultado de um yuan desvalorizado. Ao mesmo tempo, houve um fluxo crescente de investimento estrangeiro para a China, além da tremenda capacidade produtiva do país. Muitos temem que esse aumento da capacidade produtiva seja deflacionário em nível mundial, afetando seriamente o sistema econômico em todo o mundo. Em um artigo de The International Economy,1 30 peritos internacionais de diferentes qualificações profissionais expressaram suas opiniões sobre o grau de desvalorização do yuan e o efeito, se ele existir, que a desvalorização teve sobre o comércio e a finança mundial. Não surpreendentemente, houve uma grande variedade de opiniões, indo de “a China deve flutuar o renminbi e permitir sua valorização nos mercados de moeda” até “não há evidência de que a moeda esteja subvalorizada”.

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7. Direções Estratégicas e Estratégia em Nível Corporativo

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194 FUNDAMENTOS DE ESTRATÉGIA

7.1

A controladora corporativa se refere aos níveis de gerenciamento acima das unidades de negócios e, desse modo, sem interação direta com compradores e concorrentes

INTRODUÇÃO

O Capítulo 6 tratou das escolhas em termos de um só negócio ou de unidades organizacionais – por exemplo, através de estratégias de preços ou de diferenciação. Este capítulo trata de escolhas de produtos e mercados nos quais uma organização pode entrar ou de onde pode sair. As organizações devem se concentrar totalmente em apenas alguns produtos e mercados?

Ou devem ter alcance mais amplo, talvez se diversificando em termos de produtos (ou serviços) e mercados? Muitas organizações de fato escolhem lançar muitos produtos novos e entrar em várias áreas de mercado. O grupo

Virgin, por exemplo, começou no negócio da música, mas atualmente está bastante diversificado, operando em mercados de férias, cinema, varejo, viagens aéreas e ferrovias. A Sony começou fabricando pequenos aparelhos de rádio, mas atualmente trabalha com jogos, músicas e filmes, além de ser uma empresa de produtos eletrônicos. Quando as organizações passam a adquirir novas unidades, suas estratégias não mais se relacionam apenas em nível de negócios, mas também com escolhas em nível corporativo envolvidas na participação em vários negócios ou mercados diferentes.

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2 Preservando o Legado do Paciente em Primeiro Lugar

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Preservando um

Legado: o Paciente em Primeiro Lugar

E

2

u poderia dizer “obrigado” uma centena de vezes, e ainda assim seria insuficiente para expressar minha profunda e imensa gratidão aos admiráveis médicos, enfermeiros e assistentes que cuidaram da minha esposa... durante sua recente internação cirúrgica.

De minha privilegiada perspectiva, vejo três coisas em particular que tornam a Clínica Mayo única e superior a todas as outras instituições hospitalares que tive a oportunidade de conhecer. Em primeiro lugar, sua excelência acadêmica e profissionalismo são evidentes em todos os níveis. Segundo, a abordagem de equipe utilizada no tratamento de cada paciente, com cada médico, enfermeiro e funcionário contribuindo na avaliação, tratamento e recuperação dos enfermos. E, finalmente, algo que para nós tem um significado especial: a maneira exemplar como priorizam, em suas ações e atitudes, [o conceito do] paciente em primeiro lugar.

Antes de chegarmos em Rochester, nossa jornada nos havia levado a [outro] cirurgião que, ao menos no papel, parecia ser um dos mais respeitados especialistas do mundo em sua área. Mal podíamos esperar para consultá-lo;

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6. Capacitação 1: Desenvolvimento e Operação de Sistemas

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CAPÍTULO

6

Capacitação 1:

Desenvolvimento e

Operação de Sistemas

Como a Toyota saiu atrás para chegar na frente

J

á examinamos exemplos nos quais diversas organizações fazem um trabalho igual, ou muito semelhante, sob condições externas iguais, ou muito semelhantes, mas que, de alguma maneira, conseguem ficar à frente do grupo. A

Southwest supera as outras companhias aéreas. A Marinha dos Estados Unidos opera um programa de reatores nucleares com um histórico seguro que nem a

NASA nem a Marinha soviética podem igualar. A Alcoa gera grandes retornos econômicos ao criar um ambiente de trabalho extraordinariamente seguro. Além disso, existem as empresas que conseguem apressar a solução de seus problemas, como a Pratt & Whitney e a Avenue A.

A Toyota é inegavelmente uma dessas organizações de alta velocidade, que, ao entrar no mercado dos Estados Unidos, estava bem atrás das Três Grandes norte-americanas, e disparou para a dianteira tornando-se a fabricante de automóveis mais bem-sucedida do mundo, com “os lucros mais saudáveis do setor”.

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Editora Saraiva (978)
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Capítulo 6 - Estruturas de Mercado

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Capítulo 6

Estruturas de Mercado

Fundamentos-de-Economia-prova6B.indb 91

11/10/18 14:18

6.1 Introdução

Fundamentos de Economia

92

Vimos nos capítulos anteriores quais variáveis afetam a demanda e a oferta de bens e serviços e como são determinados os preços, supondo que, sem interferências, o mercado automaticamente encontra seu equilíbrio. Implicitamente, estava sendo suposta uma estrutura específica de mercado, qual seja, a de concorrência perfeita ou mercado competitivo. Discutiremos neste capítulo mais detidamente essa e outras formas de mercado.

As várias formas ou estruturas de mercado dependem fundamentalmente de três características: a) número de empresas que compõem esse mercado; b) tipo do produto (se as firmas fabricam produtos idênticos ou diferenciados); c) se existem ou não barreiras ao acesso de novas empresas nesse mercado.

A maior parte dos modelos existentes pressupõe que as empresas maximizam o lucro total, o que, como vimos no final do capítulo anterior, corresponde ao nível de produção no qual a receita marginal se iguala ao custo marginal. Essa é a hipótese da teoria tradicional ou marginalista.

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Capítulo 20 - A ESCOLA DA ECONOMIA MATEMÁTICA E A TEORIA DOS JOGOS

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Capítulo 20

A ESCOL A DA

E C O N O M I A M AT E M ÁT I C A

E A TEORIA DOS JOGOS

2 0 .1   T

� EO R I A D O S J O GO S E CO MP O R TA MENTO

ECO N Ô MI CO EM J O HN VO N NEUM A NN

O processo de formalização dos problemas econômicos em níveis cada vez mais abstratos ganhou grande impulso com a teoria dos jogos, formulada por John von

Neumann (1903-1957). Considerado a maior mente matemática do século XX, suas contribuições foram decisivas para várias áreas do conhecimento humano, como matemática teórica, física nuclear, economia, entre outras.

Neumann nasceu em Budapeste, em uma família judaica de ricos ban­ queiros. Ainda criança, demonstrava familiaridade com o grego e evidenciava exuberante talento matemático. Aos 18 anos, cursava três universidades:

Química, em Berlim; Engenharia Química, em Zurique; e um doutorado em

Matemática, em Budapeste.

Aos 24 anos, já era protagonista de uma das discussões teóricas mais impor­ tantes da história da matemática. Na ocasião, tinha publicado um conjunto de artigos em que tentava explicitar os axiomas que seriam a base de todo o sistema matemático, base que constituía um universo lógico fechado e completo. Sua

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4.5 Consumo e mercado financeiro (*)

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Macroeconomia para gestão empresarial

primeiro caso, as flutuações da renda obedecem às etapas do ciclo de vida do indivíduo; no segundo, respondem a choques temporários ou permanentes. Algumas vezes, inclusive, os economistas referem-se à teoria do ciclo de vida/renda permanente.

De fato, tal como no caso anterior, o modelo do ciclo de vida supõe, implicitamente, que não existem restrições de crédito para o endividamento da etapa I.

Na prática, como foi mencionado anteriormente, essas restrições existem no caso brasileiro, atuando no sentido de reduzir a “despoupança” da juventude, o que tenderia novamente a aumentar a poupança agregada.

4.5 Consumo e mercado financeiro (*)

As teorias sobre o consumo agregado também são consideradas na teoria de finanças corporativas, pois o mercado financeiro costuma servir como instrumento de “suavização” do consumo. Desse modo, as teorias do consumo poderiam ser o ponto de partida para explicar o preço dos ativos financeiros, que consistem na disposição a pagar por determinada combinação de risco e retorno.

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CAPÍTULO 1 - EMPREENDEDORES SOCIAIS E NEGÓCIOS DE IMPACTO

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C A P Í T U L O

EMPREENDEDORES SOCIAIS

E NEGÓCIOS DE IMPACTO

Neste capítulo, estes serão os tópicos abordados:

• Quem são os empreendedores sociais;

• Como está evoluindo o empreendedorismo social;

• Quais fatores impulsionam os negócios de impacto.

Ao final, você compreenderá quem são os empreendedores sociais, quais fatores impulsionam os negócios de impacto e quais as características e o potencial desse novo modelo de negócios para atender às demandas da população mais vulnerável, de baixa renda, com sustentabilidade econômica e ambiental.

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1.1  EMPREENDEDORES SOCIAIS

O empreendedorismo social se refere a um conjunto amplo e diversificado de iniciativas empresariais e sociais comprometidas com a geração de impacto social, ou seja, a superação dos desafios enfrentados pela população socioeconomicamente vulnerável por meio de modelos organizacionais e de negócios inovadores.

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11 - Operações com pessoal

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Operações com pessoal

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Conhecer o conceito de Folha de Pagamento de Salários.

2. Conhecer e contabilizar as principais ocorrências da Folha de

Pagamento envolvendo as remunerações e os descontos.

3. Aprender a contabilizar os Adiantamentos de Salários.

4. Conhecer aspectos legais e contábeis relativos ao Vale-transporte e ao Salário-família.

5. Aprender a contabilizar os encargos sociais das empresas incidentes sobre as Folhas de Pagamento, como a Contribuição de Previdência, o Fundo de Garantia do Tempo de

Serviço, o Décimo Terceiro Salário, bem como as Férias.

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11.1 Folha de Pagamento de Salários

11.1.1 Conceito

Folha de Pagamento de Salários é um documento onde são relacionados os nomes dos empregados com cargo, função ou serviço prestado, o valor bruto dos salários, os descontos, o valor das cotas do Salário-família e o valor líquido que cada um tem a receber.

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