Manole (134)
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Parte IV – Aspectos teóricos e práticos do planejamento e organização de eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I V

Aspectos teóricos e práticos do planejamento e organização de eventos

CAPÍTULO

7

Planejamento e organização de eventos

As fases do processo de planejamento e organização de eventos são:

Concepção: incorporação da ideia;

ÊÊ Pré-evento: planejamento e organização;

ÊÊ Per ou Transevento: realização;

ÊÊ Pós-evento: avaliação e encerramento.

ÊÊ

Concepção

Antes de organizar um evento, é importante que a ideia seja incorporada por alguns empreendedores, que começarão a lhe dar forma mediante o levantamento do maior número possível de elementos, tais como:

ÊÊ

ÊÊ

ÊÊ

ÊÊ

ÊÊ

Reconhecimento das necessidades desse evento;

Elaboração de alternativas para suprir as suas necessidades;

Identificação dos objetivos específicos;

Coleta de informações sobre os participantes, patrocinadores, entidades e outras instituições em potencial;

Listagem dos resultados desejados;

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14. O trabalho na indústria da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

14

O trabalho na indústria da hospitalidade

Yvonne Guerrier

Escola de Administração Hoteleira,

Universidade de South Bank

Amel Adib

Escola de Administração Hoteleira,

Universidade de South Bank

Assuntos-chave:

• O contexto do trabalho ligado à hospitalidade

• Serviços ou servilismo: relacionamentos com os clientes

• Quem sou eu? A identidade e o trabalho ligado à hospitalidade

• A administração do funcionário da indústria da hospitalidade

357

• • •

Em busca da hospitalidade

O que faz alguém ter vontade de trabalhar na indústria da hospitalidade? Mais de cinqüenta anos de pesquisa com funcionários do setor legaram muitas e variadas imagens. Uma das imagens mais constantes é a do garçom-ator (ou co-artista), que emerge dos fundos do estabelecimento apresentando uma performance maravilhosa ao cliente.

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4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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13. O consumo da hospitalidade nas férias

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

13

O consumo da hospitalidade nas férias

Hazel Andrews

Escola de Administração de

Turismo e Hospitalidade,

Universidade de North Londonm

Assuntos-chave:

• A compreensão contextual da hospitalidade

• A etnografia do consumo da hospitalidade

• A interface entre o hóspede e o hospedeiro

• A hospitalidade produtiva

329

• • •

Em busca da hospitalidade

Para Wood (1994a), não houve muitas tentativas para se entender o que realmente significa o conceito de hospitalidade. Para o propósito deste capítulo, será usada a definição dada por Telfer, com o acréscimo da oferta de entretenimento. Ela afirma: “pode-se definir a hospitalidade como a oferta de alimentos, bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares de uma casa”

(1996, p. 83). Esta definição está de acordo com o significado dado no

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2. Uma antropologia da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Uma antropologia da hospitalidade

Tom Selwyn

Escola de Negócios,

Universidade de North London

Assuntos-chave:

• As estruturas e funções da hospitalidade

• A hospitalidade e os deveres morais

• As virtudes e os prazeres

• A hospitalidade e seus materiais simbólicos

Em busca da hospitalidade

Este capítulo oferece uma visão socioantropológica da hospitalidade.

Uma seção inicial estuda, sumariamente, seu propósito e sua função social e, em seguida, apresenta um material histórico e etnográfico comparativo sobre o objeto de estudo. Algumas observações preliminares são feitas acerca das estruturas social, ritual e cognitiva, dentro das quais são realizados os atos relacionados a esta área. Uma segunda seção considera a importância da prática da hospitalidade relativa aos alimentos. Esta segunda seção é ilustrada e desenvolvida, sobretudo, por meio de um exemplo etnográfico, e o capítulo termina voltando para temas mais gerais da organização estrutural da hospitalidade.

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Grupo Gen (5105)
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Medium 9788597017274

Capítulo 8 - Ciclos Econômicos

LOPES, Luiz Martins et al. Grupo Gen PDF Criptografado

CICLOS ECONÔMICOS

8

Rudinei Toneto Jr.

8.1 ABORDAGEM KEYNESIANA

Como destacamos ao início do livro, o estudo da macroeconomia caracterizou-se pelo estu­ do das flutuações econômicas. Começamos nossa análise da determinação da renda explicando o modelo neoclássico, ou o modelo de longo prazo, em que, com preços flexíveis e sem imperfeições nos mercados, o produto sempre estaria em seu nível potencial, sendo determinado pelas condi­

ções de oferta: estoque de fatores de produção e tecnologia. As flutuações da demanda apenas re­ percutiriam sobre o nível de preços, sem afetar a quantidade produzida, ou seja, a oferta agregada era vertical, insensível ao nível de preços absolutos.

No Capítulo 4, discutimos as ideias de Keynes. Conforme visto, a teoria keynesiana significou uma reviravolta na análise econômica, passando para a demanda agregada o papel determinante do produto. Keynes colocou as variações do investimento decorrentes das mudanças de expec­ tativas dos empresários em relação ao futuro na chamada Eficiência Marginal do Capital, como principal causa das alterações na demanda agregada e por conseguinte da renda. Com a hipótese de salários rígidos,1 as variações da demanda passavam a afetar o produto e não apenas os preços.

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Capítulo 4 - Modelo Keynesiano Simples de Determinação da Renda no Curto Prazo: o Lado Real da Economia

LOPES, Luiz Martins et al. Grupo Gen PDF Criptografado

MODELO KEYNESIANO

SIMPLES DE DETERMINAÇÃO

DA RENDA NO CURTO PRAZO:

O LADO REAL DA ECONOMIA

4

Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos

Rudinei Toneto Jr.

INTRODUÇÃO

Como visto no capítulo anterior, para a teoria clássica, deixando-se o mercado funcionar livremente e na ausência de imperfeições, a economia tenderia a atingir um equilíbrio de pleno emprego. De acordo com essa teoria, não haveria o chamado desemprego involuntário, isto é, pessoas desejando trabalhar ao nível de salário de mercado e que não obtivessem emprego. O de­ semprego, neste sentido, só poderia ser causado pelo fato de os trabalhadores quererem receber acima do salário de mercado, ou seja, constituir-se-ia o chamado desemprego voluntário. Assim, a diminuição do desemprego seria feita através da queda do salário.

Observando a economia mundial no início dos anos 1930, constatamos que a teoria clássi­ ca não dava conta de explicar o que estava ocorrendo na chamada Grande Depressão. Apesar de os salários nominais estarem despencando, o desemprego foi crescente nos primeiros anos da década, tendo atingido o pico de 25% no ano de 1933, ou seja, um quarto da força de trabalho não conseguia emprego, mesmo aceitando reduções de salário. As livres forças de mercado não pareciam ser capazes de recolocar a economia no trilho do crescimento e da plena ocupação da força de trabalho.

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Capítulo 9 - Consumo e Escolha Intertemporal

LOPES, Luiz Martins et al. Grupo Gen PDF Criptografado

CONSUMO E ESCOLHA

INTERTEMPORAL

9

Fábio Augusto Reis Gomes

INTRODUÇÃO

A decisão de consumo é similar à decisão de poupar na medida em que a poupança é jus­ tamente dada pela diferença entre renda e consumo. Considerando isso, é instrutivo começar este capítulo discutindo o papel da poupança e os fatores que a motivam. De um modo geral, os economistas entendem que poupança é consumo futuro (ROMER, 2012). De fato, seja qual for o fator que motiva a poupança, uma vez que os recursos foram acumulados, o consumo futuro é po­ tencializado. Naturalmente, esse acúmulo de recursos se dá via o sacrifício de reduzir o consumo corrente. Assim, fica evidente um trade-off intertemporal entre consumo hoje e consumo futuro que é mediado pela decisão de poupança.

É importante destacar que os modelos introdutórios de microeconomia não contemplam esse trade-off. Em tais modelos o bem-estar do consumidor depende de diversos bens, mas considera­

-se apenas um único período e, portanto, o consumidor enfrenta apenas o trade-off intratemporal: o aumento do consumo de um bem reduz os recursos disponíveis para consumir os outros bens.

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Capítulo 13 - Teoria Macroeconômica: Evolução e Situação Atual

LOPES, Luiz Martins et al. Grupo Gen PDF Criptografado

TEORIA MACROECONÔMICA:

EVOLUÇÃO E SITUAÇÃO

ATUAL

13

Carlos Antonio Luque

Silvia Maria Schor

13.1 OBJETIVOS DA TEORIA MACROECONÔMICA

O principal objetivo da teoria econômica é analisar como são determinados os preços e as quantidades dos bens produzidos e dos fatores de produção existentes na economia. A partir da segunda metade do século XIX, os economistas da escola neoclássica estruturaram um método de análise que iria consagrar-se posteriormente. O princípio básico dessa escola era o da raciona­ lidade dos agentes econômicos, ou seja, perante uma série de opções, os indivíduos, livremente, escolheriam a opção que fosse considerada mais vantajosa.

A fim de verificar como eram determinados os preços e as quantidades produzidas, esses economistas criaram duas entidades básicas: o consumidor e a firma. O consumidor é uma enti­ dade abstrata que tem por objetivo maximizar alguma função; tradicionalmente, é objetivo básico a maximização da satisfação ou utilidade. As firmas, ao decidirem os preços a serem cobrados ou as quantidades a serem produzidas, tomam tais decisões procurando maximizar também alguma função objetivo. Nesse caso, tradicionalmente o lucro da firma é a variável a ser maximizada.

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Capítulo 2 - O Sistema Monetário: a Oferta e a Demanda por Moeda

LOPES, Luiz Martins et al. Grupo Gen PDF Criptografado

O SISTEMA MONETÁRIO:

A OFERTA E A DEMANDA

POR MOEDA

2

Rudinei Toneto Jr.

INTRODUÇÃO

Como destacado no capítulo anterior, a agregação das diferentes mercadorias, produções individuais, em um conceito amplo do tipo Produto Nacional, só é possível pelo fato de as dife­ rentes mercadorias e serviços exprimirem seu valor em uma unidade comum: a moeda – o real no Brasil, o dólar nos EUA, o iene no Japão e assim por diante. Todavia, o que vem a ser moeda?

Como ela é criada? Por que seu uso é tão generalizado? Por que as pessoas a desejam? Por que existe tanta preocupação com seu controle? Neste capítulo, tentaremos explicar o que é a moeda, como sua oferta é determinada, quais seus instrumentos de controle e os motivos que justificam sua demanda.

2.1 MOEDA: CONCEITO E FUNÇÕES

A moeda é um objeto que desempenha três funções: i. meio de troca; ii. unidade de conta; e iii. reserva de valor.

2.1.1 Moeda como meio de troca

O surgimento da moeda decorre do progresso econômico, com a especialização dos indiví­ duos em produções isoladas, que não são capazes por si só de atender ao conjunto de todas suas necessidades. Para a satisfação destas, devemos recorrer cada vez mais aos demais agentes para obter, por meio da troca, os produtos de que necessitamos. As trocas podem ser feitas de forma direta, o escambo, ou de forma indireta, pela intermediação da moeda.

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Grupo A (253)
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Capítulo 3 - Estabilidade

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Estabilidade

Dê-me um ponto de apoio que ergo o mundo.

Archimedes

Na Toyota aprendi que melhorias seriam impossíveis sem estabilidade nos 4 Ms1:

Man/Woman – Homem/Mulher

Machine – Máquina

Material – Material

Method – Método

Para chegar à estabilidade, de vez em quando éramos obrigados a adotar ações nãolean, tais como aumentar buffers ou acrescentar pessoas ou máquinas. Essas ações nos davam tempo para resolver nossos problemas básicos e, ao mesmo tempo, cumprir com nossas obrigações com nossos clientes.

A estabilidade começa com gerenciamento visual e o sistema 5S. Os 5S dão suporte para o trabalho padronizado e a manutenção produtiva total (TPM), que são centrais

2 para a estabilidade de método e de máquina, respectivamente . Além do mais, os 5S dão suporte à produção just-in-time (JIT) fornecendo informações práticas que facilitam a tomada de decisões.

1

2

Documento de treinamento da Toyota.

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Apêndice II - Bibliografia

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

II

Bibliografia

Eu acho os livros abaixo particularmente úteis na compreensão do sistema lean.

Sistema 5S e Gerenciamento Visual

Galsworth, Gwen. Visual Systems: Harnessing the Power of a Visual Workplace. NewYork:

AMACOM, 1997.

Grief, Michel. The Visual Factory: Building Participation Through Shared Information.

NewYork: Productivity Press, 1991.

Hirano, Hiroyuki. 5 Pillars of the Visual Workplace. New York: Productivity Press, 1990.

Hirano, Hiroyuki. Putting 5S to Work: A Practical Step by Step Guide. Tokyo: PHP

Institute, 1993.

Manutenção Produtiva Total (TPM)

Hartmann, Edward. Successfully Installing TPM in a Non-Japanese Plant. Allison Park,

PA: TPM Press, Inc., 1992.

Japan Institute of Plant Maintenance. TPM for Every Operator New York: Productivity

Press, 1996.

Nakajima, Seiichi. Introduction to TPM. NewYork: Productivity Press, 1988.

176

Produção Lean Simplificada

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Capítulo 1 - O Nascimento da Produção Lean

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

O Nascimento da Produção Lean

Existem algumas possibilidades para melhorar o sistema de produção...

Eiji Toyoda na planta Ford Rouge, cerca de 1950

Novas idéias vêm em resposta a problemas concretos. Para compreendermos a produção lean, precisamos compreender o sistema de produção em massa em que lean está suplan1

2, 3, 4, 5

. tando . Vamos fazer um breve tour histórico

Produção artesanal

Se você quisesse comprar um carro em 1900, por exemplo, visitaria um dos produtores artesanais de sua região. O dono da oficina, em geral um empresário cujo trabalho incluiria desde a manufatura até consertos, tomaria nota de suas especificações. Alguns meses depois, você receberia seu carro. Você o testaria na estrada, acompanhado de um mecânico que o modificaria de acordo com seu gosto. O carro seria único e o custo seria alto.

Contudo, você teria a satisfação de lidar diretamente com o fabricante e sua equipe.

A produção artesanal apresentava as seguintes características:

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Capítulo 2 - O Sistema Lean de Produção

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

O Sistema Lean de Produção

Adote a nova filosofia... estamos em uma nova era econômica.

W. Edwards Deming

A produção lean, também conhecida como o Sistema Toyota de Produção, representa fazer mais com menos – menos tempo, menos espaço, menos esforço humano, menos maquinaria, menos material – e, ao mesmo tempo, dar aos clientes o que eles querem.

Existem dois livros importantes que popularizaram o termo lean:

• The Machine That Changed the World, de James Womack, Daniel Jones e Daniel

Roos, publicado por Simon & Schuster em 1990.

• Lean Thinking, de James Womack e Daniel Jones, publicado por Simon & Schuster em 1996.

Apesar dos princípios lean terem sua origem na produção, vejo que eles podem ser aplicados universalmente. Nosso desafio é traduzir, adaptar e aplicá-los a nossa situação específica.

Por que produção lean?

A nova economia

Antigamente, as empresas podiam estabelecer seus preços de acordo com a seguinte

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Capítulo 4 - Trabalho Padronizado

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Trabalho Padronizado

Melhorias são ilimitadas e eternas.

Provérbio da Toyota

O trabalho padronizado é nossa cartilha – é o jeito mais seguro, fácil e eficaz de fazer o trabalho que conhecemos hoje em dia. Na Toyota, passei a entender que:

• Não existe uma única maneira de fazer o trabalho.

• Os trabalhadores devem projetar o trabalho.

• O objetivo do trabalho padronizado é fornecer uma base para melhorias.

Mesmo nossos melhores processos estão repletos de muda. Portanto, o trabalho padronizado se modifica constantemente.

Infelizmente, em muitas organizações, a padronização se torna uma camisa de força

– mais um instrumento de comando e controle da gerência. “Farás como eu mandar”, vocifera o gerente sênior, dessa forma engessando esforços de melhoria. Precisamos aprofundar nosso entendimento sobre a padronização.

Engenharia de métodos versus pensamento lean

Fred Taylor introduziu o conceito de que havia um “jeito certo de fazer as coisas” há um século atrás. Frank e Lillian Gilbreth apuraram o conceito e desenvolveram as ferramentas da engenharia de métodos que engenheiros industriais utilizam até hoje. A prática da

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Grupo A (2262)
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Medium 9788582605233

Capítulo 8. Construção da confiança

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Ken Blanchard, Cynthia Olmstead e Randy Conley

A confiança é o alicerce de todos os relacionamentos saudáveis, então não chega a ser surpresa que a capacidade do líder de construir confiança é o segredo das parcerias de pessoa a pessoa, em equipes e em organizações eficazes.

Sem confiança, é impossível que uma organização funcione de modo eficaz. Estudos mostram que produtividade, renda e lucros são impactados negativa ou positivamente pelo nível de confiança no ambiente de trabalho.1

Infelizmente, os níveis de confiança estão em decadência nas organizações. Uma pesquisa da Maritz indica que apenas 7% dos trabalhadores concorda muito que “confia na equipe de liderança sênior para que esta trabalhe em prol dos seus interesses”.2 Uma pesquisa da MasteryWorks indica que a falta de confiança tem forte correlação com a rotatividade dos funcionários.3

As pesquisas de Blanchard confirmam que funcionários abandonam organizações em que falta confiança. Em um estudo com mais de mil líderes, 59% dos respondentes indicaram que haviam deixado uma organização devido a problemas de confiança, citando a falta de comunicação e a desonestidade como os principais fatores a contribuírem para a decisão.4

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Capítulo 14. Mudança organizacional: por que as pessoas resistem

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Pat Zigarmi, Judd Hoekstra e Ken Blanchard

Um dos motivos para a liderança organizacional ser mais complexa do que a liderança de equipes ou de pessoa a pessoa é que muitas vezes ela envolve liderar mudanças, o que pode ser caótico e confuso.

Havia uma época em que você podia passar por uma mudança e, em seguida, retornar a um período de relativa estabilidade. Naquele tempo, à medida que as coisas se acalmavam, era possível planejar cuidadosamente e se preparar para a próxima mudança. Kurt Lewin descreveu essas fases como descongelamento, mudança e recongelamento. A realidade hoje é que não há recongelamento. Não há descanso nem tempo para se preparar.

Hoje vivemos em “corredeiras permanentes”. O que sabemos sobre corredeiras? São ao mesmo tempo emocionantes e assustadoras! Quase sempre é preciso remar de lado ou de cabeça para baixo para conseguir avançar por elas. O fluxo é controlado pelo ambiente. Existem obstáculos invisíveis. Às vezes, é sensato usar um redemoinho para se reagrupar e refletir, mas muitas vezes passamos direto pelos redemoinhos porque as corredeiras parecem criar seu próprio impulso.

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Seção IV - Adote o tipo certo de liderança

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Capítulo 18

Liderança servidora

Capítulo 19

Desenvolvendo seu ponto de vista sobre liderança

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Capítulo 17. Atendendo os clientes em alto nível

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Ken Blanchard, Kathy Cuff, Vicki Halsey e Jesse Stoner

O terceiro passo da liderança em alto nível consiste em tratar bem os clientes. Ainda que isso pareça mais do que óbvio, a verdade é que organizações com atendimento excepcional são raridade. Parece que muita gente esquece que os clientes alimentam o negócio! Quando uma organização apresenta excelência e consistência suficiente para tornar a reputação de seus serviços uma vantagem competitiva, estamos diante do serviço lendário.

No Capítulo 1, “Sua organização apresenta alto desempenho?”, discutimos o HPO SCORES®; um dos elementos fundamentais era um foco incansável em resultados voltados para o cliente. Em organizações de alto desempenho, todos, de forma entusiástica, buscam e sustentam os mais altos padrões em termos de qualidade e serviços pela perspectiva do cliente. Essas organizações usam a experiência do cliente para avaliar como estão se saindo em cada área da organização. Processos são planejados tendo em mente o cliente.

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Capítulo 13. Liderança organizacional

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Ken Blanchard, Jesse Stoner, Don Carew, Eunice Parisi-Carew e Fay Kandarian

Assim como liderar equipes é mais complicado do que liderar indivíduos, liderar uma organização inteira é mais complicado do que liderar uma única equipe. Assim como ocorre na formação de uma equipe de alto desempenho, a construção de uma organização de alto desempenho é uma jornada. A qualidade da influência de um líder no nível organizacional se baseia na perspectiva, confiança e comunidade que o líder obtém enquanto domina a autoliderança, a liderança de pessoa a pessoa e de equipes.

A influência de um líder eficaz sobre uma organização pode criar uma cultura que reúne as pessoas e os sistemas em um todo harmônico.

No Capítulo 1, introduzimos o modelo HPO SCORES® para oferecer um resumo das organizações de alto desempenho – aquelas que, ao longo do tempo, continuam a produzir resultados excepcionais com o mais alto nível de satisfação humana e comprometimento com o sucesso.

Neste capítulo, recorreremos ao modelo HPO SCORES® para descrever o que os líderes acreditam e fazem para produzir organizações de alto desempenho – e como isso se dá no mundo real. Nossa pesquisa na Blanchard revela que esses seis elementos são ao mesmo tempo distintos e interdependentes. Por exemplo: empoderamento sem uma visão compartilhada é uma receita para caos. Contudo, o empoderamento com uma visão compartilhada se torna uma visão competitiva, pois libera os líderes para se concentrarem na estratégia e nas oportunidades de crescimento.

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Editora Saraiva (1447)
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Capítulo 12 - A ESCOLA NEOCLÁSSICA DO BEM-ESTAR

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 12

A ESCOL A

NEOCL ÁSSICA DO

B E M - E S TA R

12 .1  VILFREDO PARETO E A ECONOMIA DO BEM-ESTAR

Pareto nasceu em Paris, em 1848, filho de exilados italianos perseguidos pelo envolvimento nas conspirações nacionalistas que atingiram o Reino Piemonte-Sardenha. Depois que retornaram, Pareto estudou matemática e engenharia em Turim, no período de 1864 a 1870, titulando-se com uma dissertação sobre a elasticidade dos corpos sólidos e análises de equilíbrio.

Atuou como engenheiro em várias empresas, foi articulista combativo e defensor do ideário liberal. Depois de 20 anos como engenheiro, passou a se dedicar à economia e, em 1893, aos 45 anos, assumiu a cadeira de Economia

Política em Lausanne, Suíça, em substituição a Léon Walras, deixando-a em

1899. Seus primeiros trabalhos orientaram-se pela aplicação da matemática aos estudos econômicos, especialmente pelo uso da estatística nos estudos empíricos. Abandonou progressivamente essa linha de pesquisa e passou a se dedicar ao estudo da economia, com base em modelos matemáticos cada vez mais abstratos, transitando, mais tarde, para a sociologia. Durante a maior parte da sua vida, defendeu enfaticamente os ideais do livre mercado e con­ denou veementemente toda forma de intervencionismo. Entretanto, aderiu a

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Capítulo 20 - A ESCOLA DA ECONOMIA MATEMÁTICA E A TEORIA DOS JOGOS

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 20

A ESCOL A DA

E C O N O M I A M AT E M ÁT I C A

E A TEORIA DOS JOGOS

2 0 .1   T

� EO R I A D O S J O GO S E CO MP O R TA MENTO

ECO N Ô MI CO EM J O HN VO N NEUM A NN

O processo de formalização dos problemas econômicos em níveis cada vez mais abstratos ganhou grande impulso com a teoria dos jogos, formulada por John von

Neumann (1903-1957). Considerado a maior mente matemática do século XX, suas contribuições foram decisivas para várias áreas do conhecimento humano, como matemática teórica, física nuclear, economia, entre outras.

Neumann nasceu em Budapeste, em uma família judaica de ricos ban­ queiros. Ainda criança, demonstrava familiaridade com o grego e evidenciava exuberante talento matemático. Aos 18 anos, cursava três universidades:

Química, em Berlim; Engenharia Química, em Zurique; e um doutorado em

Matemática, em Budapeste.

Aos 24 anos, já era protagonista de uma das discussões teóricas mais impor­ tantes da história da matemática. Na ocasião, tinha publicado um conjunto de artigos em que tentava explicitar os axiomas que seriam a base de todo o sistema matemático, base que constituía um universo lógico fechado e completo. Sua

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Capítulo 2 - A TEOLOGIA E A ANÁLISE ECONÔMICA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2

A TEOLOGIA E A

ANÁLISE ECONÔMICA

2 .1   INTR O D U Ç ÃO

A desestruturação do Império e da cidade antiga resultou no colapso de um poder central capaz de ordenar minimamente a vida social e econômica e abriu uma fase marcada por guerras, violência, medo e desespero. Do ponto de vista político, houve uma fragmentação do poder e da autoridade em uma infinidade de domínios que deram origem aos senhorios feudais na Europa Ocidental. Na esfera social, surgiu uma ordem rigidamente hierarquizada e desigual, reconhe­ cida e aceita como natural e justificada por uma determinação divina. No que diz respeito à vida econômica, a ruralização induziu à retração da agricultura mercantil e estimulou a produção destinada ao consumo a ponto de ela tornar-se hegemônica.

A única esfera de poder universal que sobreviveu à tendência de fragmen­ tação da autoridade foi a Igreja. A sua unidade institucional e a coesão dou­ trinária lhe proporcionaram uma expressão política, espiritual e cultural sem paralelo no decorrer do período medieval. Com o crescimento de seu poder econômico, obtido com a aquisição de parcelas imensas de terras, e com a proeminência que ela exercia no plano cultural e espiritual, a Igreja reuniu con­ dições para exercer ampla hegemonia política na Europa Ocidental. Um dos aspectos decisivos dessa proeminência foi a grande empreitada dos seus prin­ cipais teólogos, que realizaram um imenso esforço para tornar a religiosidade cristã uma referência que fosse além da vida espiritual e mostrasse uma nova visão de mundo integrando a filosofia, a conduta humana (a ética) e os fenô­ menos da natureza, e, inclusive, que regulasse os processos da vida econômica.

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Capítulo 25 - PENSAMENTO ECONÔMICO BRASILEIRO: ESCOLA HETERODOXA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 25

PENSAMENTO

ECONÔMICO BR ASILEIRO:

ESCOL A HETERODOX A

2 5 .1   A

� TEO R I A DA INFL AÇ ÃO D E I GN ÁCI O R A N GEL :

ENTR E M A R X E K E Y NE S

Ignácio Rangel (1914-1994) nasceu no Maranhão, onde se formou em Direito.

Realizou um curso de pós-graduação na Comissão Econômica para a América

Latina e o Caribe (Cepal) e trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento

Econômico (BNDE). Trabalhou também na assessoria econômica de Getúlio

Vargas, colaborou na elaboração dos projetos da Petrobras e da Eletrobras e foi chefe do Departamento Econômico do BNDE. Participou da execução do Plano de Metas de Juscelino Kubitschek e integrou o Conselho de Desenvolvimento.

Contribuiu também com o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (Iseb).

Por suas ideias originais, Rangel é considerado, ao lado de Celso Furtado, um dos economistas pioneiros na construção do chamado modelo de indus­ trialização por substituição de importações, mais tarde desenvolvido de forma brilhante pela economista Maria da Conceição Tavares.

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Capítulo 8 - A CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA CLÁSSICA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 8

A CRÍTICA DA

E C O N O M I A P O LÍ T I C A

CL ÁSSICA

8 .1   A

� A FIR M AÇ ÃO D O S I S TEM A IND U S TR I A L E A

ECO N O MI A P O LÍTI C A CL Á S S I C A

O período compreendido entre 1780 e 1850 corresponde a uma etapa de afirma­

ção acelerada e irresistível do moderno sistema industrial, cujo centro dinâmico e irradiador se encontrava na Inglaterra.

As transformações agrícolas, desencadeadas pelos cercamentos (transfor­ mação de terras para a agricultura em pastagens para criação de ovelhas) no século XVI e intensificadas no século XVIII, criaram um imenso contingente de mão de obra livre, pronta para ser explorada por uma classe de arrendatá­ rios de terras dedicados à produção mercantil. Nas áreas rurais submetidas à influência urbana, os pequenos artesãos e produtores domésticos tornaram­

-se cada vez mais dependentes e endividados em relação aos intermediários que comercializavam seus artigos nos mercados distantes, a ponto de terem de se desfazer de suas ferramentas de trabalho para se libertar das dívidas.

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