Manole (134)
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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Medium 9788520415061

11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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Medium 9788520415061

4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Grupo Gen (5087)
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Medium 9788597022933

8. Lacunas no Tratamento Fiscal da mais ou Menos-Valia de Ativos e Passivos na Aquisição de Participação Societária – Propostas de Solução

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Decorridos mais de vinte anos do início da vigência do regime instituído pela Lei no 9.532, de 10/12/1997, para a amortização do ágio e deságio registrados na aquisição de participações societárias, inúmeras controvérsias ainda existem acerca de temas elementares à sua aplicação, como a utilização das chamadas “empresas veículo” e transações entre entidades integrantes de um mesmo grupo econômico. Muito já se debateu a respeito na doutrina e na jurisprudência, especialmente administrativa.

A integração entre o padrão contábil atual, introduzido pela Lei no 11.638, de 28/12/2007, e o novo regime tributário de decomposição do preço de aquisição de participações societárias e de sua utilização para fins fiscais, regulado pela Lei no 12.973, de 13/5/2014, trouxe novos ângulos de análise antes pouco relevantes.

Em rompimento com o paradigma anterior, e aproximando-se do regramento contábil, a Lei 12.973 passou a determinar que no evento da aquisição de participação societária sujeita ao Método de Equivalência Patrimonial (MEP) seja obrigatoriamente feita avaliação dos elementos patrimoniais identificados na entidade adquirida de modo que eventuais diferenças entre o chamado “valor justo” e o valor contábil de tais elementos sejam registradas pela adquirente como mais ou menos-valia, formando parte do custo de aquisição da participação societária. Somente a eventual diferença entre o valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos e o preço pago pelo investimento resultariam no registro de ágio por rentabilidade futura (goodwill) ou de ganho por compra vantajosa (sucedâneo do extinto deságio).

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Medium 9788597022933

16. O Cálculo do Lucro da Exploração e os Impactos das Mudanças Contábeis: o Caso das “Despesas” de JCP

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

A análise das aproximações e distanciamentos entre a tributação e a Contabilidade Societária pode dar-se de diversas perspectivas. Primeiramente, pode-se analisar a questão de lege lata ou de lege ferenda. Trata-se da distinção entre a descrição e a apreciação avaliatória de um sistema de direito posto.1 A análise de lege ferenda examina a possibilidade de alteração legislativa, incluindo aspectos de política fiscal (conveniência e oportunidade) e aspectos jurídicos, atinentes aos limites constitucionais para a modificação legislativa. Já o exame de lege lata cinge-se às leis postas em um dado ordenamento jurídico, não perquirindo sobre eventuais possibilidades de modificação.

Em segundo, a análise de lege lata das relações entre a Contabilidade Societária e a tributação pode limitar-se a buscar descrever as relações em um dado sistema jurídico (teoria) ou focar-se em analisar como devem ser interpretadas determinadas normas que dizem respeito à relação entre as duas matérias (doutrina). Trata-se de análises naturalmente imbricadas e complexas. Imbricadas porque a análise dogmática pressupõe a descrição do direito. Complexas, pois envolvem uma série de diferentes aspectos que devem ser tomados em consideração.

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Medium 9788597022933

3. Programa Fidelidade: Reconhecimento de Receita e Tributação

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Programa de fidelidade é o mecanismo que tem como objetivo premiar a fidelidade dos clientes. Trata-se da promessa de premiação oriunda da geração de receita em determinada entidade. Essa premiação, também denominada créditos de prêmios, pode ser materializada por meio da aquisição parcial ou total de produtos ou serviços. Normalmente, essa possibilidade de premiação ou créditos de prêmios é individualizada pela denominação ponto fidelidade. Dessa forma, ponto fidelidade é a expressão individual e fragmentada da possibilidade de aquisição parcial ou total de produtos ou serviços.

Segundo o IFRIC 13,1 os programas de fidelidade são usados pelas entidades para fornecer aos clientes incentivos para comprar seus produtos ou serviços. Se um cliente compra produtos ou serviços, a entidade concede ao cliente créditos de prêmios (i.e., frequentemente descritos como pontos, que representam a premiação subjacente). O cliente pode resgatar os créditos de prêmios por meio de produtos ou serviços gratuitos ou com desconto.

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Medium 9788597022933

9. Incertezas Tributárias: Paradoxos do Provisionamento e as Repercussões da ICPC

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Lidar com incertezas aproxima o Direito e a Contabilidade. Se o Direito referencia a pacificação dos conflitos sociais, a Contabilidade menciona as alocações de fenômenos econômicos a períodos passados e futuros, assim como mensurações que muitas vezes exigem estimativas de valores futuros.1 No campo das incertezas, pode-se dizer, o dilema jurídico está em como entregar segurança jurídica, e o dilema contábil está em como entregar informação útil e relevante.

Esses permanentes dilemas das duas ciências são agravados quando se encontram, na encruzilhada das incertezas, de um lado, um sistema jurídico-tributário produtor e reprodutor de conflitos e, de outro, normas contábeis que infletem sobre esse estado de coisas. Muitos tributos, legislação complexa, alterações frequentes de normas e de interpretações, multas elevadas e ausência de mecanismos de composição mais céleres de disputas caracterizam no Brasil um excesso de dúvidas em torno do tratamento da matéria tributária. A incidência sobre essa realidade da norma contábil – de linguagem cada vez mais universalizada a partir da propagação dos padrões contábeis internacionais, o “padrão IAS/IFRS”,2 adotado no Brasil desde a Lei nº 11.638/2007, pode tornar-se, ela própria, fator de incertezas.

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Medium 9788597022933

18. Alienação de Investimentos sem Perda de Controle: Visão Contábil e Impactos Tributários

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Desde 2014, com a promulgação da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, fruto da Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, a tributação corporativa brasileira experimenta uma nova realidade, em virtude da mandatória aproximação com as normas contábeis internacionais.

Ainda que a introdução das International Financial Reporting Standards (IFRS) no Brasil tenha ocorrido com a edição da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, sua efetiva aplicação pelas pessoas jurídicas somente se concretizou com o reforço trazido pelas regras tributárias inauguradas pela Lei nº 12.973/2014.

Quase cinco após a adoção de uma nova realidade fiscal e contábil no ambiente corporativo, ainda há espaço para discussão sobre suas implicações nas atividades econômicas das pessoas jurídicas, com reflexos tanto na forma como a contabilidade é exercida, como na maneira de se estruturar transações.

Ainda que dúvidas permeiem quanto à correta interpretação do novo regime tributário, com ênfase no papel atribuído à contabilidade, fato é que a introdução das IFRS no Brasil e a correspondente adequação da legislação tributária alterou significativamente a dinâmica dos negócios no País.

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Grupo A (253)
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Medium 9788577801091

Capítulo 5 - Produção Just-in-Time

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Produção Just-in-Time

Em um período de baixo crescimento econômico, a superprodução é um crime.

Taiichi Ohno

Produção just-in-time (JIT) significa produzir o item necessário na hora necessária na quantidade necessária. Qualquer outra coisa acarreta muda. A Toyota introduziu o JIT nos anos 50 como uma reação a problemas muito concretos, tais como:

Mercados fragmentados que demandavam muitos produtos em volume baixo.

Uma dura concorrência.

Preços fixos ou em queda.

Uma tecnologia que rapidamente mudava.

O alto custo de capital.

Trabalhadores capazes que exigiam maior nível de envolvimento.

Na Toyota, passei a entender que JIT deve ser apoiado por todo o sistema lean.

Por que JIT?

Fabricantes convencionais de produtos em massa “empurram”1o produto pelo sistema inde2 pendente da demanda real . Um cronograma mestre é elaborado baseado na demanda projetada. Pedidos diários são passados para cada departamento para que produzam as peças que a montagem final precisará. Como os tempos de troca são longos, lotes grandes são comuns.

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Medium 9788577801091

Apêndice I - Glossário

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

I

Glossário

A produção lean se constitui de uma linguagem que, em boa parte, é em japonês. Em meu trabalho, deparei-me, em igual número, com pessoas que gostam dos termos em japonês e outras que preferem seus equivalentes em inglês. Elaborei o glossário a seguir para acomodar os dois grupos.

Palavras em japonês tendem a ser visuais e metafóricas. Com freqüência não há um equivalente em inglês. Tentei fornecer o termo em inglês mais próximo, a metáfora mais vívida para dar uma idéia mais próxima possível do significado*.

4 Ms: Mulher/homem, máquina, material e método.

5S: Um sistema de padronização e organização do local de trabalho. Os 5S querem dizer separar, organizar, limpar, padronizar e manter.

Análise dos Cinco Porquês: Uma técnica para resolver problemas que implica em continuamente perguntar por que até que se encontre a causa original.

Andon: Uma parada de linha; normalmente uma corda que o trabalhador pode puxar para parar a linha de montagem quando este detecta um defeito; um exemplo de jidoka.

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Capítulo 3 - Estabilidade

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Estabilidade

Dê-me um ponto de apoio que ergo o mundo.

Archimedes

Na Toyota aprendi que melhorias seriam impossíveis sem estabilidade nos 4 Ms1:

Man/Woman – Homem/Mulher

Machine – Máquina

Material – Material

Method – Método

Para chegar à estabilidade, de vez em quando éramos obrigados a adotar ações nãolean, tais como aumentar buffers ou acrescentar pessoas ou máquinas. Essas ações nos davam tempo para resolver nossos problemas básicos e, ao mesmo tempo, cumprir com nossas obrigações com nossos clientes.

A estabilidade começa com gerenciamento visual e o sistema 5S. Os 5S dão suporte para o trabalho padronizado e a manutenção produtiva total (TPM), que são centrais

2 para a estabilidade de método e de máquina, respectivamente . Além do mais, os 5S dão suporte à produção just-in-time (JIT) fornecendo informações práticas que facilitam a tomada de decisões.

1

2

Documento de treinamento da Toyota.

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Capítulo 2 - O Sistema Lean de Produção

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

O Sistema Lean de Produção

Adote a nova filosofia... estamos em uma nova era econômica.

W. Edwards Deming

A produção lean, também conhecida como o Sistema Toyota de Produção, representa fazer mais com menos – menos tempo, menos espaço, menos esforço humano, menos maquinaria, menos material – e, ao mesmo tempo, dar aos clientes o que eles querem.

Existem dois livros importantes que popularizaram o termo lean:

• The Machine That Changed the World, de James Womack, Daniel Jones e Daniel

Roos, publicado por Simon & Schuster em 1990.

• Lean Thinking, de James Womack e Daniel Jones, publicado por Simon & Schuster em 1996.

Apesar dos princípios lean terem sua origem na produção, vejo que eles podem ser aplicados universalmente. Nosso desafio é traduzir, adaptar e aplicá-los a nossa situação específica.

Por que produção lean?

A nova economia

Antigamente, as empresas podiam estabelecer seus preços de acordo com a seguinte

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Medium 9788577801091

Capítulo 4 - Trabalho Padronizado

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Trabalho Padronizado

Melhorias são ilimitadas e eternas.

Provérbio da Toyota

O trabalho padronizado é nossa cartilha – é o jeito mais seguro, fácil e eficaz de fazer o trabalho que conhecemos hoje em dia. Na Toyota, passei a entender que:

• Não existe uma única maneira de fazer o trabalho.

• Os trabalhadores devem projetar o trabalho.

• O objetivo do trabalho padronizado é fornecer uma base para melhorias.

Mesmo nossos melhores processos estão repletos de muda. Portanto, o trabalho padronizado se modifica constantemente.

Infelizmente, em muitas organizações, a padronização se torna uma camisa de força

– mais um instrumento de comando e controle da gerência. “Farás como eu mandar”, vocifera o gerente sênior, dessa forma engessando esforços de melhoria. Precisamos aprofundar nosso entendimento sobre a padronização.

Engenharia de métodos versus pensamento lean

Fred Taylor introduziu o conceito de que havia um “jeito certo de fazer as coisas” há um século atrás. Frank e Lillian Gilbreth apuraram o conceito e desenvolveram as ferramentas da engenharia de métodos que engenheiros industriais utilizam até hoje. A prática da

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Grupo A (2074)
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Medium 9788577806935

Capítulo 8. Fundamentos do Orçamento de Capital

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

8

Fundamentos do

Orçamento de Capital

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

notação

◗ Identificar os tipos de fluxos de caixa necessários no processo de orçamento de capital

◗ Reconhecer perigos comuns que surgem ao se identificarem os fluxos de caixa livres incrementais de um projeto

◗ Prever lucros incrementais na demonstração de rendimentos de um projeto

◗ Avaliar a sensibilidade do NPV de um projeto a variações em seus pressupostos

◗ Converter lucros previstos em fluxos de caixa livres e calcular o NPV de um projeto

◗ Identificar as opções mais comuns disponíveis aos gerentes em projetos e compreender por que essas opções podem ser valiosas

CapEx desembolsos de capital

NPV

EBIT

lucros antes dos juros e dos impostos

NWCt capital de giro líquido no ano t

FCFt

fluxos de caixa livres no ano t

PV

valor presente

IRR

taxa interna de retorno

r

custo de capital projetado

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Medium 9788577806935

Capítulo 11. Risco Sistemático e Prêmio de Risco de Ações

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

Risco Sistemático e Prêmio de Risco de Ações

11

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Calcular o retorno e a volatilidade

(desvio-padrão) de uma carteira

◗ Compreender a relação entre risco sistemático e a carteira de mercado

◗ Utilizar o Modelo de Precificação de

Ativos Financeiros (CAPM) para calcular o custo de capital próprio de um grupo de ações

◗ Medir o risco sistemático

notação

␤i

beta do título i relacionado à carteira de mercado

rf

taxa de juros livre de risco

ri

retorno exigido do título i;custo de capital de investir em títulos negociáveis i

Corr( Ri, Rj) correlação entre os retornos do título i e do título j

E[ Ri]

retorno esperado do título i

Ri

retorno do título i

E[RMkt]

retorno esperado da carteira de mercado

RP

retorno da carteira P

SD(Ri)

Mvi

valor de mercado total

(capitalização de mercado) do título i

desvio-padrão (volatilidade) do retorno do título i

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Medium 9788577806935

Capítulo 13. Levantando Capital Social

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

13

Levantando Capital

Social

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Comparar as diferentes maneiras de uma empresa de capital aberto levantar capital social

◗ Compreender o processo de abertura de capital de uma empresa

◗ Desmistificar mistérios associados às ofertas públicas iniciais

◗ Explicar como levantar capital social adicional depois que a empresa é de capital aberto

ENTREVISTA COM

Sandra Pfeiler, Goldman Sachs

Trabalhando na carteira de mercados da divisão do mercado de ações do grupo Goldman Sachs, Sandra Pfeiler e seus colegas orquestram a força de venda de ações da empresa e as empresas que estão emitindo ações. “É nossa tarefa fornecer à equipe de vendas detalhes convincentes sobre a empresa que está emitindo ações. A equipe de vendas irá, então, transmitir essas informações a seus clientes investidores e atrair a demanda por novas ofertas”, explica. “Quando um novo negócio é lançado, lidamos com diversas tarefas, que vão desde determinar que investidores a empresa deve encontrar até ter feedback dos investidores para ajudar a auferir o que o mercado está sentindo enquanto fazemos nossas avaliações de precificação”.

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Medium 9788577806935

Capítulo 16. Política de Payout

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

16

Política de Payout

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Identificar as diferentes maneiras por meio das quais as empresas podem fazer distribuições aos acionistas.

◗ Compreender por que a maneira como elas distribuem fluxos de caixa não afeta o valor na ausência de imperfeições de mercado

◗ Explicar como payouts maiores podem reduzir os problemas de agência, mas potencialmente reduzir a flexibilidade financeira

◗ Descrever métodos alternativos de payouts que não sejam em dinheiro

◗ Indicar como os impostos podem criar uma vantagem para a recompra de ações versus dividendos

notação

Pcum

preço das ações cum-dividendo

Prep

preço das ações com recompra

Pex

preço das ações ex-dividendo

PV

valor presente

ENTREVISTA COM

San Jose State University, 1992

“Minha experiência na área bancária me deu um bom preparo para a função de tesoureiro em uma empresa”.

Bill Bascom, Intuit Inc.

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Capítulo 19. Planejamento Financeiro de Curto Prazo

Jonathan Berk, Peter DeMarzo, Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

19

Planejamento

Financeiro de Curto

Prazo

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Prever fluxos de caixa e necessidades de financiamento de curto prazo

◗ Compreender o princípio de correspondência entre necessidades de curto prazo e fontes de financiamento de curto prazo

◗ Conhecer os tipos de empréstimos bancários e seus tradeoffs

notação

EAR

taxa efetiva anual

APR

taxa percentual anual

◗ Compreender o uso de notas comerciais como uma alternativa ao financiamento bancário

◗ Utilizar financiamento garantido por contas a receber ou estoque

◗ Saber como criar um plano financeiro de curto prazo

ENTREVISTA COM

University of Maryland, 2007

“Tenho que ser proativa, reduzindo os problemas, identificando rapidamente questões centrais e estratégias potenciais, e fornecendo recomendações e soluções”.

Teresa Wendt, Lockheed Martin

Depois de se formar pelo College Park da University of Maryland, em 2007, com bacharelado em finanças, Teresa

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Editora Saraiva (1202)
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Capítulo 19 - A ESCOLA PÓS-KEYNESIANA E ALGUMAS NOVAS CONTRIBUIÇÕES PARA A CIÊNCIA ECONÔMICA NO SÉCUL O XX

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 19

A ESCOL A PÓS-KE YNESIANA

E A LGUM A S N OVA S

CO N T R IB UI ÇÕ E S PA R A

A CIÊNCIA ECONÔMICA

N O S É C UL O X X

1 9 .1   INTR O D U Ç ÃO

Há quase um consenso no campo do pensamento econômico de que a Escola

Pós-Keynesiana possui pelo menos duas vertentes de análise teórica. A primeira foca sua análise na teoria do crescimento econômico e na distribuição de renda e tem como alguns de seus grandes teóricos os economistas Roy Harrod e Evsey

Domar, que desenvolveram o famoso modelo Harrod-Domar, cujo resultado fundamental “é que a obtenção de uma trajetória de crescimento estável com pleno emprego da força de trabalho é possível, mas altamente improvável.”1

Ainda de acordo com essa primeira vertente de análise, o debate no interior do programa pós-keynesiano se intensificou com as contribuições de Nicholas

Kaldor e Luigi Pasinetti com uma nova versão teórica sobre a distribuição de renda, cuja importância foi estabelecer um segundo mecanismo pelo qual o investimento pode determinar a poupança, em vez de ser determinado por ela.2

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Capítulo 13 - A ESCOLA HISTÓRICA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 13

A ESCOL A

HISTÓRICA

1 3 .1   INTR O D U Ç ÃO

Como destacamos no Capítulo 8, as primeiras objeções e críticas ao pensa­ mento clássico estavam radicadas nos efeitos sociais perversos do desenvol­ vimento industrial nas suas etapas iniciais. A superexploração do trabalho e o sofrimento das massas urbanas que trabalhavam e viviam em condições subu­ manas despertaram críticas de vários matizes contra a ordem capitalista e as teorias que a legitimavam. Essas críticas oscilaram dos extremos do idealismo dos socialistas utópicos às propostas revolucionárias dos comunistas, passando pelas sugestões de reformas dos “socialistas ricardianos”.1

Paralelamente a essas tendências de pensamento, surgiram outras, de natu­ reza distinta, que, partindo de uma objeção ao método da economia política, avançaram para problemas da mais alta importância, como o da relação entre política econômica e desenvolvimento. Afirmar que as restrições dessa escola estavam focalizadas no método do pensamento clássico pode sugerir que tinham inspirações estritamente acadêmicas ou especulativas e que os desdobramentos políticos resultaram de uma evolução imprevista das objeções metodológicas. Na verdade, a motivação política estava presente desde o início entre os integrantes da escola e constituía sólida ancoragem para as reformula­

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Capítulo 15 - A ESCOLA KEYNESIANA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 15

A ESCOL A

KEYNESIANA

1 5 .1   O

� PEN S A MENTO O R I GIN A L D E K E Y NE S :

UM A R E VO LUÇ ÃO N O S ÉCULO X X

John Maynard Keynes (1883-1946) estudou em Cambridge e teve como profes­ sores os economistas Alfred Marshall e Arthur Cecil Pigou, logo se tornando professor daquela renomada universidade. Em 1911, Keynes foi nomeado reda­ tor do Economic journal. Em 1913, tornou-se secretário e redator da Sociedade

Real de Economia e, em 1915, atuou como servidor público. Em 1919, repre­ sentou o Tesouro britânico na Conferência de Paz. Já em 1944, representou a

Inglaterra na Conferência Monetária de Bretton Woods, que deu origem ao

Fundo Monetário Internacional (FMI).

Na ocasião, propôs o abandono do padrão-ouro e a estabilização interna­ cional da moeda. Em 1946, Keynes tornou-se presidente do FMI, mas o apego dos Estados Unidos ao padrão-ouro tornou impraticáveis as medidas por ele preconizadas.1

Keynes foi membro do chamado Grupo de Boomsbury, do qual fazia parte um seleto conjunto de intelectuais, artistas e escritores do quilate de Virginia

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Capítulo 10 - A ESCOLA MARGINALISTA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 10

A E S CO L A M A R G I N A L I S TA

1 0 .1  INTR O D U Ç ÃO

A segunda metade do século XIX demarcou um período de grande expansão do capitalismo mundial, principalmente o inglês. Um grande ciclo de prosperidade ocorreu aproximadamente de 1840 a 1873. A acumulação de capital se deu em larga escala e a indústria inglesa experimentou uma extraordinária expansão.

As exportações se expandiam e na estrutura industrial desabrochavam os trustes e cartéis. A economia baseada em pequenas unidades produtivas cedia gradativamente lugar para uma economia bastante concentrada, dando origem aos oligopólios e às sociedades anônimas que povoariam a economia mundial a partir do início do século XX.

O momento histórico foi também eivado de conflitos sociais, com greves, motins e o desenvolvimento do pensamento socialista. A luta da classe traba­ lhadora para conquistar sua fatia nos ganhos de produtividade do capitalismo europeu se intensificou, culminando com os famosos conflitos da Comuna de Paris.

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Capítulo 8 - A CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA CLÁSSICA

OLIVEIRA, Roberson Campos de; GENNARI, Adilson M. Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 8

A CRÍTICA DA

E C O N O M I A P O LÍ T I C A

CL ÁSSICA

8 .1   A

� A FIR M AÇ ÃO D O S I S TEM A IND U S TR I A L E A

ECO N O MI A P O LÍTI C A CL Á S S I C A

O período compreendido entre 1780 e 1850 corresponde a uma etapa de afirma­

ção acelerada e irresistível do moderno sistema industrial, cujo centro dinâmico e irradiador se encontrava na Inglaterra.

As transformações agrícolas, desencadeadas pelos cercamentos (transfor­ mação de terras para a agricultura em pastagens para criação de ovelhas) no século XVI e intensificadas no século XVIII, criaram um imenso contingente de mão de obra livre, pronta para ser explorada por uma classe de arrendatá­ rios de terras dedicados à produção mercantil. Nas áreas rurais submetidas à influência urbana, os pequenos artesãos e produtores domésticos tornaram­

-se cada vez mais dependentes e endividados em relação aos intermediários que comercializavam seus artigos nos mercados distantes, a ponto de terem de se desfazer de suas ferramentas de trabalho para se libertar das dívidas.

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