Manole (134)
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Medium 9788520433256

7. O produto, fruto de sua ideia

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

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O produto, fruto de sua ideia

Objetivos deste capítulo

Demonstrar a importância do desenvolvimento do conceito do produto.

Definir as prioridades no planejamento do lançamento de um produto, como estimativa de demanda.

Desenvolvimento do projeto do produto, desenhos, listas de materiais e processos de produção.

Apresentar os testes necessários para colocar um produto no mercado.

Demonstrar as diversas estratégias competitivas para enfrentar o mercado em todas as fases do ciclo de vida do produto.

Visão conceitual de produtos no mercado

Buscando os meios e as opções disponíveis que possam satisfazer ao seu desejo, os quais convencionou-se chamar de produtos, o homem atribui a cada um deles um

“Um produto é tudo aquilo capaz de satisfazer a um desejo.”

Philip Kotler

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Book 2.indb 133

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valor, na razão direta da possibilidade de suprir e atender com maior ou menor satisfação ao seu desejo.

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Medium 9788520433256

9. O ponto de venda do seu produto

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

9

O ponto de venda do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é ponto de venda e sua importância para o sucesso do empreendimento.

Reforçar o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão conceitual de ponto de venda no mercado

O ponto de venda ou distribuição pode ser entendido como a combinação de agentes por meio dos quais o produto flui, desde o produtor até o consumidor final.

Se você for um empreendedor do setor industrial, dependendo da logística planejada, poderá utilizar o atacadista, o distribuidor, o varejista, o correio, uma loja própria, ou qualquer outro canal para distribuir seus produtos na praça. Mas se você for um empreendedor do setor comercial, alguns desses canais de distribuição não poderão ser utilizados, pois pode tratar-se de um fornecedor ou de um concorrente. Por exemplo, se você tiver um comércio varejista, provavelmente, terá atacadistas ou distribuidores como seus fornecedores.

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Medium 9788520431092

6. Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

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Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Rosânia Dela Bruna

Introdução

Normalmente, quando falamos em eventos corporativos imaginamos um ambiente formal e sério. Os formatos que nos vêm à mente são: convenções, treinamentos, reuniões de negócios, de ajustes ou apresentação de metas; participações em feiras e exposições, e lançamentos de produtos. Neste capítulo, porém, pretendemos abordar um aspecto do evento corporativo que, muitas vezes, é negligenciado: atrair pelo encantamento para, então, aproximar e, consequentemente, facilitar o processo de realização de negócios.

Alguns eventos corporativos atuais, se parecem, na plástica, muito mais com eventos sociais, mas seus objetivos não se afastam um centímetro do principal motivo da existência de todas as empresas: gerar negócios.

Cada vez mais as empresas têm realizado eventos com atmosfera mais amena e relaxada, propícia ao network, ao desenvolvimento de relacionamentos com seus clientes; são os chamados “eventos de relacionamento”, que, de maneira mais descontraída, criam momentos que possibilitam a aproximação de suas equipes ou diretorias com as respectivas equipes e diretorias de seus clientes, ou seja, os mantenedores de seus negócios, seu maior capital. Não significa que os formatos mais fechados não cumpram essa função; mas como têm atmosfera mais rígida, horários definidos e programação a ser cumprida, mesmo sendo produtivos, nem sempre aproximam as pessoas na relação empresa versus cliente.

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Medium 9788520431092

8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

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Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Grupo Gen (4484)
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Medium 9788597019179

Capítulo 2 Comunicações organizacionais

Carolina Tomasi, João Bosco Medeiros Grupo Gen ePub Criptografado

■ Explicitar o que são comunicações organizacionais.

■ Reconhecer os vários estágios da comunicação pelos quais passaram as empresas nas últimas décadas.

■ Entender que comunicação é processo e que, portanto, todos os seus elementos devem ser considerados no ato de comunicação.

■ Habilitar o leitor para compreender as metáforas veiculadas nas mais diversas mensagens que ocorrem no interior das organizações.

■ Habilitar o leitor para compreender que a comunicação empresarial é fator indispensável para o sucesso de qualquer empresa.

1. Que você acha de as empresas fecharem-se à imprensa?

2. Que pensa de uma empresa considerar relevante conquistar o apoio da opinião pública?

3. Tornar público, via imprensa, o trabalho de uma empresa é uma prestação de contas à sociedade? Por quê?

4. Comente a frase: “Todos nós somos influenciados pela reputação de uma empresa quando escolhemos o que comprar.”

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Medium 9788597019582

10. Processo Sucessório Estruturado

Joel Souza Dutra, José Antonio Monteiro Hipólito, Nathalie de Amorim Perret Gentil it Maillard, Ney Nakazato Miyahira Grupo Gen ePub Criptografado

No final dos anos 1990, a discussão do processo sucessório estruturado e do desenvolvimento da liderança era classificada por estudiosos em Gestão de Pessoas como estudos avançados de Gestão de Pessoas. Falávamos de preocupações e práticas raramente encontradas entre nossas organizações. Essas questões ganharam, entretanto, uma grande impulsão ao longo da primeira década dos anos 2000. Em 2010, quando realizamos a primeira pesquisa sobre processo sucessório nas principais organizações brasileiras, ficamos surpresos: 115 empresas entre as 150 melhores para se trabalhar tinham processos sucessórios estruturados e 82% desses processos em um nível avançado de maturidade (OHTSUKI, 2013).

No setor público, o processo sucessório é discutido desde os anos 1990, quando pudemos acompanhar experiências ricas, como, por exemplo, na Caixa Econômica Federal, no início dos anos 1990. Essa experiência foi realizada de forma piloto no Estado de Minas Gerais e depois levada para todo o Brasil. Essa discussão ganha corpo. Outras experiências ocorreram em duas organizações estaduais do setor elétrico nos anos 1990. Mas é somente nos anos 2000 que essa temática toma conta da agenda das Organizações Públicas. Ao analisarmos algumas dessas experiências, observamos uma prática bem diferente da adotada pelo setor privado. Entretanto, tanto Organizações Públicas quanto privadas têm os mesmos objetivos com a estruturação de processos sucessórios: assegurar a qualidade dos seus líderes e gestores.

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Medium 9788597019582

5. Desenvolvimento Profissional e Pessoal

Joel Souza Dutra, José Antonio Monteiro Hipólito, Nathalie de Amorim Perret Gentil it Maillard, Ney Nakazato Miyahira Grupo Gen ePub Criptografado

A questão do desenvolvimento das pessoas na organização contemporânea é fundamental para a manutenção e/ou ampliação de sua efetividade. O grande desafio está em orientar esse desenvolvimento em um ambiente tão volátil como o que vivemos e provavelmente viveremos amanhã. Para enfrentar esse desafio, temos que encontrar referenciais estáveis para balizar o desenvolvimento das pessoas e da organização.

Podemos antever que, independentemente dos possíveis cenários futuros, as organizações e a sociedade como um todo caminham para maior complexidade tecnológica e das relações. As pessoas necessitam ser preparadas para contextos cada vez mais exigentes e complexos. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento humano está cada vez mais associado à complexidade. Podemos definir o desenvolvimento da pessoa como “capacidade para assumir atribuições e responsabilidades em níveis crescentes de complexidade”.

Essa definição de desenvolvimento permite os seguintes desdobramentos:

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Medium 9788597020571

11 Observação

Antonio Carlos Gil Grupo Gen ePub Criptografado

A observação constitui elemento fundamental para a pesquisa. A formulação do problema decorre frequentemente da observação. Uma das mais importantes fontes de hipóteses é a observação. O que se espera com a operacionalização de um conceito é que este se torne observável. É, todavia, na etapa de coleta de dados que o papel da observação se torna mais evidente. Em muitos delineamentos constitui o procedimento básico para a coleta. Em outros, aparece como procedimento complementar.

Dedica-se este capítulo à observação enquanto técnica de coleta de dados. Após estudá-lo cuidadosamente, você será capaz de:

■ Conceituar observação científica.

■ Reconhecer a aplicabilidade da observação nos diferentes delineamentos de pesquisa.

■ Caracterizar as modalidades de observação: naturalística, estruturada e participante.

■ Planejar a aplicação da observação na pesquisa social.

Boa parte daquilo que conhecemos, decorre da observação. É graças à atenção que dedicamos a coisas, seres e eventos que chegamos ao conhecimento. Assim, pode-se afirmar que a observação é a principal fonte do conhecimento vulgar. Mas também é fonte de conhecimento científico, à medida que serve a um objetivo formulado de pesquisa, é sistematicamente planejada, registrada e submetida a verificação e controles de validade e precisão (SELLTIZ et al., 1972). Como a observação pode ser considerada a base da vida social cotidiana para a maioria das pessoas, quando utilizada dessa forma, torna-se um dos mais importantes métodos das ciências sociais.

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Medium 9788597019933

1 Introdução

Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins Grupo Gen ePub Criptografado

Queremos fazer um agradecimento todo especial ao Prof. João Domiraci Paccez pela completa revisão deste livro de exercícios e do livro de soluções, apresentando exercícios novos, reelaboração de muitos anteriores, correções, sugestões de melhorias, aperfeiçoamento nas apresentações etc.

Também releu e ajudou a melhorar o livro-texto.

Inestimável a colaboração desse colega campeão entre os campeões de premiação pela sua excepcional didática no ensino da Contabilidade na FEA/USP e na FIPECAFI.

Da mesma forma como ocorreu no livro-texto, este livro complementar de exercícios passou por uma grande revisão para se adequar às alterações introduzidas nos últimos anos na contabilidade. Os exercícios foram adaptados para atender às normas que foram implantadas no Brasil com a edição das Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009 e, principalmente, com os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) referendados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e por órgãos reguladores de setores específicos de atividade, como o Banco Central do Brasil (BACEN) (parcialmente) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), entre outros.

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Grupo A (253)
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Medium 9788580554311

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Retorno e Risco

363

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Retorno esperado e variância

Suponhamos que analistas financeiros acreditem que haja quatro estados da economia com probabilidades iguais, sendo eles: estados de depressão, de recessão, de normalidade e de expansão. É esperado que os retornos da Companhia Supertech acompanhem a economia, enquanto os retornos da Companhia Slowpoke não o façam. As previsões de retorno são as seguintes:

Retornos da Supertech

RAt

Retornos da Slowpoke

RBt

Depressão

220%

Recessão

10

20

5%

Normalidade

30

212

Expansão

50

9

A variância pode ser calculada em quatro etapas. Para calcular o desvio padrão, mais uma etapa deve ser feita. (Os cálculos são apresentados no Quadro 11.1.) As etapas são as seguintes:

1. Calcule o retorno esperado:

2. Para cada empresa, calcule o desvio de cada retorno em relação ao retorno esperado previamente conhecido. Essa etapa é representada na terceira coluna do Quadro 11.1.

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Medium 9788580554311

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução às Finanças Corporativas

Por último, nosso objetivo não quer dizer que o administrador financeiro deva tomar medidas ilegais ou antiéticas ou descuidar de questões ambientais e de sustentabilidade na esperança de aumentar o valor do patrimônio dos sócios da empresa. Apenas defendemos que o administrador financeiro atenderá melhor aos proprietários da empresa ao identificar bens e serviços que agreguem valor, porque eles são desejados e valorizados em um mercado de livre concorrência.

1.5 O problema de agência e o controle da empresa de capital aberto

Já vimos que o administrador financeiro busca o melhor interesse dos acionistas ao adotar medidas que aumentam o valor das ações. Entretanto, em grandes empresas de capital aberto, a propriedade pode se diluir em um número enorme de acionistas.3 Essa dispersão de propriedade possivelmente significa que quem realmente controla a empresa são os seus administradores.

Nesse caso, a administração necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos acionistas? Caso exista um acionista controlador, ele necessariamente agirá para buscar o melhor interesse dos não controladores? Em outras palavras, a administração, ou o controlador, não poderia buscar seus próprios objetivos em detrimento daqueles dos acionistas em geral, e os dos acionistas minoritários, no caso de preeminência do controlador? Nas próximas páginas, faremos uma consideração rápida sobre alguns dos argumentos relacionados a essa questão.

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Medium 9788580554311

8.2 Títulos públicos e títulos corporativos

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

248

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

EXEMPLO 8.5

Retorno até o vencimento de um cupom zero com capitalização semestral

Suponha que a empresa Sete Polegadas emita um título de cupom zero por cinco anos e valor de face de $ 1.000. O preço inicial é definido a $ 508,35. Qual é o retorno até o vencimento com capitalização semestral?

O retorno pode ser expresso como:

O expoente do denominador é 10, porque cinco anos contêm 10 semestres. O retorno, y, é igual a 7%. Como y é expresso como um retorno em um intervalo de seis meses, o retorno até o vencimento, expresso em uma taxa percentual, é de 14%.

8.2 Títulos públicos e títulos corporativos

Se você está nervoso com o nível da dívida acumulada pelo governo norte-americano, não acesse www. publicdebt.treas.gov ou www.brillig.com/debt_ clock!

Aprenda tudo sobre títulos de dívida do governo norte-americano em www.newyorkfed.org.

Outro site interessante sobre o mercado de títulos de dívida é money. cnn.com.

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Medium 9788580554311

18.3 O método do custo médio ponderado de capital

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 18

Avaliação e Orçamento de Capital da Empresa Alavancada

Etapa 3: Avaliação

O valor presente do FCA do projeto é:

Como o investimento inicial é de $ 475 mil e são tomados $ 126.229,50 no empréstimo, a empresa deve adiantar para o projeto $ 348.770,50 (�$ 475.000 � $ 126.229,50) de suas próprias reservas de caixa. O valor presente líquido do projeto é simplesmente a diferença entre o valor presente do FCA do projeto e o investimento com capital próprio. Assim, o VPL é:

$ 378.688,50 � $ 348.770,50 � $ 29.918 que é idêntico ao resultado encontrado com a abordagem do VPA.

18.3 O método do custo médio ponderado de capital

Por fim, podemos avaliar um projeto ou uma empresa usando o método do custo médio ponderado de capital (CMPC). Embora esse método tenha sido discutido em capítulos anteriores, vale a pena revisá-lo aqui. A abordagem do CMPC começa com o entendimento de que projetos de empresas alavancadas são, simultaneamente, financiados por dívida e capital próprio. O custo de capital é a média ponderada do custo da dívida e do custo do capital próprio. O custo do capital próprio é RS. Ignorando os tributos, o custo da dívida é simplesmente a taxa de empréstimo, RB. Entretanto, com tributos de pessoa jurídica, o custo apropriado da dívida é (1 � tC) RB, o custo da dívida após a tributação.

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Medium 9788580554311

18.4 A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

602

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

O investimento inicial é de $ 475 mil; assim, o VPL do projeto é:

$ 504.918 � $ 475.000 � $ 29.918

Observe que as três abordagens produzem o mesmo valor.

18.4

A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Neste capítulo, apresentamos três abordagens para a avaliação de projetos de uma empresa alavancada. A abordagem do valor presente ajustado (VPA), em primeiro lugar, avalia o projeto em uma base somente de capital próprio. Ou seja, os fluxos de caixa após a tributação dos lucros do projeto com financiamento somente com capital próprio (chamados de fluxos de caixa não alavancados, ou FCNA) são colocados no numerador da equação de orçamento de capital. A taxa de desconto, supondo financiamento somente com capital próprio, aparece no denominador. Nesse ponto, o cálculo é idêntico ao realizado nos capítulos iniciais deste livro.

Acrescentamos, em seguida, o valor presente líquido dos efeitos da dívida. Destacamos que o valor presente líquido dos efeitos da dívida provavelmente seja a soma de quatro parâmetros: efeitos fiscais, custos de emissão, custos de falência e subsídios.

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Grupo A (2033)
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Medium 9788582605219

Capítulo 7 - Aprendizagem reutilizável para aumentar o valor continuamente

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Para aprender a aprender, comece no ponto certo e siga uma direção de melhoria clara.

O lean, como revelam os capítulos anteriores, representa um modo fundamentalmente diferente de pensar, uma revolução cognitiva que altera o modo como organizamos, financiamos e agimos. Os elementos de uma estratégia lean são radicalmente diferentes do senso comum em tudo, desde uma fórmula diferente para o crescimento até uma maneira diferente de liderar e gerenciar. Em especial, os elementos de uma estratégia lean incluem:

1.Maior percepção de qualidade para promover as vendas

2.Intensidade dos esforços de kaizen para reduzir os custos

3.Lançamento de novos produtos como segredo para o crescimento sustentável

4.Tempos de atravessamento reduzidos como segredo para aumentar as margens e gerar caixa

Daqui em diante, analisaremos a estratégia lean na prática. Veremos como Fabiano e Furio Clerico, dois irmãos que administram uma operação de vendas e serviços, transformaram uma catástrofe em oportunidade quando tiveram que reestruturar a sua base de clientes, de empresas petrolíferas para independentes, com a prática da análise de valor e engenharia de valor, uma abordagem que permitiu que o seu sensei, Evrard Guelton, provocasse uma reviravolta na parte industrial do seu grupo corporativo. Com a FCI, Pierre Vareille e Yves Mérel mudaram radicalmente a história de uma empresa de eletrônicos de 1 bilhão de euros, reduzindo os custos operacionais mediante o aumento da qualidade e triplicando o valor da empresa no processo. Por fim, como vimos no caso da empresa do próprio Jacques, a estratégia foi a aplicação de uma ampla variedade de modelos, usando principalmente o kanban, um pouco de Smed e solução de problemas de qualidade. Mas a pergunta que ainda precisamos responder é “como?”.

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Medium 9788582605219

Capítulo 5 - Organizar para aprender

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Os líderes podem criar a capacidade de mudança passo a passo em toda a organização.

Enquanto avançavam no seu entendimento sobre o lean, Jacques e Frédéric Fiancette viam como os princípios do sistema lhes proporcionavam dimensões práticas para explorar o seu próprio chão de fábrica e, no processo, revelar os pontos cegos que tinham sobre suas operações. Eles aprenderam na prática como a dinâmica do kaizen e do trabalho padronizado fazia emergir novas maneiras de resolver problemas antigos. O seu progresso criou um novo problema: alguns departamentos avançavam muito mais rapidamente do que outros. A parte mais intrigante era que, à primeira vista, todos os gerentes de departamento pareciam igualmente comprometidos com o kaizen e com a melhoria. Alguns dos que mais falavam sobre isso ainda eram os mais lentos. No início, o sensei lhes repreendeu por não fazerem kaizen o suficiente. Eles se defenderam, e demonstraram um kaizen atrás do outro, mas o desempenho geral não melhorou.

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Medium 9788582605233

Capítulo 9. Coaching: uma competência fundamental para o desenvolvimento de lideranças

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Madeleine Homan Blanchard e Linda Miller

Pesquisas realizadas em empresas do mundo inteiro comprovam que há uma escassez de lideranças no horizonte. Há necessidade de líderes em setores e áreas funcionais de todos os ramos, e em todos os níveis organizacionais. O desenvolvimento de novos líderes está concentrando as atenções de executivos e gestores. Cada vez mais, o coaching é reconhecido como uma das principais competências para o desenvolvimento eficaz de futuros líderes.

Um estudo de 2008 da American Management Association (AMA) comprovou que o coaching está associado ao desempenho de qualidade nas empresas, e, ainda assim, é utilizado por apenas metade delas. O coaching segue conquistando adeptos e apoios, tratando-se de um campo que oferece consideráveis oportunidades de crescimento profissional.1 A AMA concluiu o estudo proclamando: “Esperamos que o coaching se transforme em uma das chaves para o desenvolvimento e a retenção de talentos no futuro, e consideramos que as empresas que vierem a utilizá-lo da maneira adequada tenderão a conquistar significativa vantagem competitiva no mercado global”.

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Medium 9788582605233

Capítulo 12. Colaboração: o combustível do alto desempenho

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Jane Ripley, Eunice Parisi-Carew e Ken Blanchard

A colaboração cria equipes e organizações de alto desempenho. Com a força de trabalho diversa e globalizada de hoje, ela é crucial. As organizações que adotam uma cultura colaborativa se beneficiam internamente do aumento das vendas, maior inovação e melhores processos de negócios. Os benefícios externos podem incluir novos produtos e serviços e um negócio mais estável, que produz maior satisfação ao cliente, mais receitas e rentabilidade. Benefícios adicionais menos tangíveis incluem o compartilhamento de conhecimento e aumento da competência dos funcionários e terceirizados.

Muitas pessoas acham que colaboração é o mesmo que coordenação, cooperação ou trabalho em equipe. Contudo, essas palavras não são intercambiáveis.

Coordenação é quando um departamento ou função completa uma tarefa específica antes de passar o trabalho para outro departamento, que então completa a sua própria tarefa específica. Nenhum dos dois precisa do outro para atingir sua própria meta, e o resultado dos dois esforços é completar a meta final.

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Medium 9788582605233

Capítulo 6. Liderança de pessoa a pessoa

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Fred Finch e Ken Blanchard

Naquilo que apresenta de melhor, o SLII® é uma parceria que envolve confiança mútua entre duas pessoas que trabalham juntas para alcançar metas em comum. O líder e o colaborador influenciam um ao outro. A liderança se alterna entre os dois, dependendo da tarefa exigida e de quem tem a competência e o empenho para lidar com ela. Ambas as partes cumprem um papel na determinação de como as coisas serão feitas.

Este capítulo fornece um guia para a criação dessas relações igualitárias de liderança. O que chamamos de liderança de pessoa a pessoa é um processo que aumenta a qualidade e a quantidade dos diálogos entre gestores e seus colaboradores diretos – que são, afinal, as pessoas que os gestores apoiam e de quem dependem. Esses diálogos não apenas ajudam a ter melhor desempenho, mas também fazem com que todos os envolvidos sintam-se melhor a respeito de si mesmos e dos outros.

Quando bem executada, a liderança de pessoa a pessoa se torna parte essencial de um sistema de gestão de desempenho eficaz.

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Editora Saraiva (1659)
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Medium 9788553131969

CAPÍTULO 2 - Contabilidade fiscal e tributária

CREPALDI, Sílvio; CREPALDI, Guilherme Simões Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2  Contabilidade fiscal e tributária

OBJETIVOS

• Sistematizar e aprofundar conhecimentos específicos à área tributária e refletir sobre a realidade brasileira.

• Habilitar, capacitar e formar um profissional da ciência contábil e de áreas afins, tornando-o competente e com plenas condições de satisfazer as exigências do mercado de trabalho e dos usuários preferenciais das informações contábeis.

• Possibilitar a evolução do desempenho das funções ligadas à Contabilidade Tributária.

2.1 INTRODUÇÃO

As empresas podem ser tributadas de diversas formas sobre o lucro auferido, faturamento e também sobre a sua folha de pagamento.

No Brasil, segundo o Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3.000/1999) existem quatro métodos para calcular os impostos sobre o lucro (renda) das empresas: Simples Nacional, Presumido, Arbitrado e Real.

A Constituição Federal de 1988, no seu art. 195, permite a criação das contribuições à Seguridade Social, com incidência sobre a folha de salários, sobre o faturamento e sobre o lucro. Com isso, as empresas, além de pagar o imposto sobre a renda, passaram também a pagar as contribuições instituídas, tais como

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Medium 9788553131969

CAPÍTULO 14 - Planejamento tributário no regime de tributação do Simples Nacional

CREPALDI, Sílvio; CREPALDI, Guilherme Simões Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 14 �Planejamento tributário no regime de tributação do Simples Nacional

OBJETIVOS

• Demonstrar a correta apuração do Simples Nacional, incluindo as mudanças inseridas pela Lei Complementar n. 155/2016 e as normativas que passaram a vigorar a partir de

1o de janeiro de 2018;

• Introduzir temas relevantes como enquadramento, vedações, exclusões, segregações de receitas, aplicação das tabelas, cálculo do valor unificado a recolher, substituição tributária ISS e ICMS, entre outros;

• Explicar como se faz um planejamento tributário no regime de tributação do Simples

Nacional, evitando o pagamento de impostos e contribuições indevidas.

14.1 INTRODUÇÃO

O Simples Nacional é um regime unificado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte, previsto na Lei Complementar n. 123/2006.

A empresa que aderir ao Simples desfruta da vantagem de recolher quase todos os tributos (federais, estaduais e municipais) mediante um único pagamento, calculado sobre um percentual de sua receita bruta.

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Medium 9788553131969

CAPÍTULO 13 - Regime de tributação pelo Lucro Presumido

CREPALDI, Sílvio; CREPALDI, Guilherme Simões Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 13 �Regime de tributação pelo Lucro Presumido

OBJETIVOS

• Aprofundar conhecimentos no tocante à gestão e à verificação da correta e segura aplicação dos tributos por parte das empresas, de modo a possibilitar uma economia de tributos.

• Capacitar profissionais para a aplicação de técnicas de controle de gestão, contabilidade e planejamento tributário, de sorte que os conhecimentos adquiridos sejam deslocados do campo instrumental, de melhoria da eficiência, para o da transformação organizacional, o que significa examinar as ferramentas de gestão e de planejamento tributário que possam contribuir no processo decisório empresarial.

13.1 CONCEITO DE LUCRO PRESUMIDO

O regime do Lucro Presumido é muito utilizado por ser considerado mais simples e também exigir menos documentação. Recebe o nome de Presumido exatamente porque nesse regime o Imposto de Renda não é calculado sobre o lucro efetivo. Tanto o IRPJ como a CSLL são calculados sobre uma base presumida de lucro, que é um determinado percentual da receita bruta. O cálculo é feito em períodos trimestrais, que se encerram em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro.

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Medium 9788553131907

CAPÍTULO 5 - Auditoria fiscal no regime de tributação pelo Simples Nacional

CREPALDI, Sílvio Aparecido Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 5 �Auditoria fiscal no regime de tributação pelo Simples Nacional

OBJETIVOS

• Demonstrar a correta apuração do Simples Nacional, incluindo as mudanças inseridas pela Lei Complementar n. 155/2016 e as normativas que passaram a vigorar a partir de

1° de janeiro de 2018.

• Introduzir temas relevantes como enquadramento, vedações, exclusões, segregações de receitas, aplicação das tabelas, cálculo do valor unificado a recolher, substituição tributária ISS e ICMS, entre outros.

• Explicar como se faz um planejamento tributário no regime de tributação do Simples

Nacional, evitando o pagamento de impostos e contribuições indevidas.

5.1  INTRODUÇÃO

O Simples Nacional é um regime unificado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte, estando previsto na Lei Complementar n. 123/2006.

A empresa que aderir ao Simples desfruta da vantagem de recolher quase todos os tributos (federais, estaduais e municipais) mediante um único pagamento, calculado sobre um percentual de sua receita bruta.

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CAPÍTULO 2 - Auditoria fiscal e tributária do balanço contábil

CREPALDI, Sílvio Aparecido Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2 �Auditoria fiscal e tributária do balanço contábil

OBJETIVOS

• Habilitar o estudante a examinar os registros contábeis e fiscais lavrados pela empresa, confirmando sua exatidão e correção sob o aspecto fiscal, com o fim de apurar fraudes ou irregularidades que possam gerar desvio de recursos financeiros do Poder Público e/ou de empresas em geral, e também habilitá-lo a certificar a situação fiscal das empresas, proporcionando à alta administração um relatório detalhado a respeito da situação fiscal da empresa auditada, verificando e demonstrando todas as certidões de regularidade fiscal, nas esferas estadual, municipal e federal, além da checagem dos cálculos dos tributos, recolhimentos, débitos em aberto e autuações fiscais.

2.1  INTRODUÇÃO

O auditor na área fiscal visa detectar o resultado das investigações realizadas pelas autoridades fiscais. Para qualquer empresa que realize negócios no Brasil, o complexo cenário fiscal tributário do país é uma dura realidade a ser enfrentada.

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