Manole (134)
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Medium 9788520436561

Introdução

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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Medium 9788520435816

Parte III – Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I I I

Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

CAPÍTULO

4

A estrutura jurídica das organizações promotoras de eventos

As organizações promotoras de eventos possuem papel fundamental no planejamento da atividade, pois é com base na estrutura jurídica dessas organizações que as características dos eventos são definidas.

De acordo com a estrutura jurídica, as organizações promotoras de eventos podem ser classificadas em associações, indústrias ou empresas.

Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas –

Sebrae/MG, “as associações, em um sentido amplo, são qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou outras sociedades jurídicas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados”.

Com base nesse conceito, pode-se dizer que, formalmente, uma associação é uma forma jurídica de legalizar a união de pessoas em torno de seus interesses e que sua constituição permite a construção de condições maiores e melhores do que as que os indivíduos teriam isoladamente para a realização dos seus objetivos.

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Grupo Gen (4515)
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Medium 9788597020021

12 Análise da demonstração dos fluxos de caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) é fornecer informações relevantes sobre recebimentos e pagamentos de caixa de uma entidade durante certo período, de maneira a proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis (DCs) uma base para avaliar a capacidade da entidade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como de entender as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa.

A DFC foi regulamentada por meio do pronunciamento técnico contábil CPC 03, dentro do contexto de adoção pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade (correspondente ao IAS 7 do IASB). A DFC substituiu no Brasil a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos.

Os fluxos de caixa da DFC são apresentados de acordo com a Figura 12.1.

O objetivo deste capítulo é informar os principais dados da DFC e indicadores de análise, e não ensinar como preparar a DFC.

Figura 12.1 Apresentação dos fluxos de caixa da DFC.

As transações apresentadas na Figura 12.2 são classificadas como caixa e equivalentes de caixa (CEC) para fins da DFC. Note que somente as mutações em CEC são relatadas na DFC.

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Medium 9788597020021

7 Índices de liquidez

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo dos índices de liquidez é fundamentalmente verificar a capacidade da entidade de pagar as suas obrigações. Essa verificação é efetuada comparando contas do ativo e do passivo do balanço patrimonial. Existem quatro índices geralmente utilizados pelos analistas:

• Liquidez imediata.

• Liquidez seca.

• Liquidez corrente.

• Liquidez geral.

O índice usualmente é considerado bom quando é acima de 1,00.

Cabe destacar que esses índices são apenas indicadores de liquidez e não asseguram efetivamente que a entidade estaria em condições de pagar as suas dívidas nos vencimentos. Por exemplo, imagine a situação em que a entidade tem no seu ativo circulante em 31/12/20x1 apenas R$ 4.000 de contas a receber que vencem em 31/03/20x2, e no seu passivo circulante em 31/12/20x1 somente R$ 1.000 de dívidas com fornecedores que vencem em 31/01/20x2.

Poderíamos afirmar, somente analisando pelas contas do balanço patrimonial em 31/12/20x1, que a situação de liquidez é boa, já que a entidade tem, para cada R$ 1,00 de dívida, R$ 4,00 de direitos a receber. Entretanto, na realidade, a entidade tem uma situação financeira complicada, devido ao fato de que as suas dívidas vencem antes dos recebíveis dos clientes.

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Medium 9788597020021

9 Índices de rentabilidade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os índices de rentabilidade têm por objetivo identificar o desempenho econômico da entidade, relacionando o lucro apurado com parâmetros de relatividade, tais como vendas, ativos e patrimônio líquido.

Um lucro anual de R$ 1.000 é bom ou é ruim? Depende, por exemplo, de quanto os acionistas investiram no negócio. Caso tenham investido R$ 100.000, seria ruim, já que a taxa de retorno seria de 1% ao ano (R$ 1.000 : R$ 100.000 × 100%), supondo que a taxa de juros de mercado fosse 12%. Na hipótese em que os acionistas tenham investido R$ 5.000, seria bom, devido ao fato de que a taxa de retorno seria de 20% ao ano (R$ 1.000 : R$ 5.000 × 100%).

O analista tem que ter em mente que o lucro ou prejuízo, apresentado na DRE, é econômico, ou seja, que não representa na sua totalidade entradas líquidas ou saídas líquidas de caixa (por exemplo, ajustes econômicos a valor justo de ativos e passivos dentro do escopo do CPC 28, CPC 29 e CPC 48), e que o lucro ou prejuízo pode incluir transações não recorrentes, que podem não se repetir em exercícios sociais futuros da entidade (venda de uma fábrica dentro do escopo do CPC 31).

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Medium 9788597020021

10 Índices de rotatividade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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Medium 9788597019582

10. Processo Sucessório Estruturado

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

No final dos anos 1990, a discussão do processo sucessório estruturado e do desenvolvimento da liderança era classificada por estudiosos em Gestão de Pessoas como estudos avançados de Gestão de Pessoas. Falávamos de preocupações e práticas raramente encontradas entre nossas organizações. Essas questões ganharam, entretanto, uma grande impulsão ao longo da primeira década dos anos 2000. Em 2010, quando realizamos a primeira pesquisa sobre processo sucessório nas principais organizações brasileiras, ficamos surpresos: 115 empresas entre as 150 melhores para se trabalhar tinham processos sucessórios estruturados e 82% desses processos em um nível avançado de maturidade (OHTSUKI, 2013).

No setor público, o processo sucessório é discutido desde os anos 1990, quando pudemos acompanhar experiências ricas, como, por exemplo, na Caixa Econômica Federal, no início dos anos 1990. Essa experiência foi realizada de forma piloto no Estado de Minas Gerais e depois levada para todo o Brasil. Essa discussão ganha corpo. Outras experiências ocorreram em duas organizações estaduais do setor elétrico nos anos 1990. Mas é somente nos anos 2000 que essa temática toma conta da agenda das Organizações Públicas. Ao analisarmos algumas dessas experiências, observamos uma prática bem diferente da adotada pelo setor privado. Entretanto, tanto Organizações Públicas quanto privadas têm os mesmos objetivos com a estruturação de processos sucessórios: assegurar a qualidade dos seus líderes e gestores.

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Grupo A (1951)
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Medium 9788536317724

Capítulo 15. Metabolismo do triacilglicerol para obter energia em forma de ATP

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo do triacilglicerol para obter energia em forma de ATP

15

Ácidos graxos são oxidados para formar ATP

Os ácidos graxos são esterificados com glicerol para formar triacilgliceróis, os quais são estocados no tecido adiposo. Esses triacilgliceróis são um combustível respiratório importante para muitos tecidos, especialmente o muscular. A oxidação completa de um ácido graxo típico, o palmitato, é mostrada no Mapa 15.1.

Mapa 15.1: Oxidação de ácidos graxos com energia armazenada como ATP

Estas são as três vias metabólicas envolvidas: via β-oxidação, ciclo de Krebs e cadeia respiratória. Antes de tudo, a lipase sensível a hormônio no tecido adiposo deve liberar ácidos graxos do triacilglicerol. O mapa mostra a hidrólise do triacilglicerol, tripalmitina que dará origem a três moléculas de palmitato e uma molécula de glicerol. A seguir, palmitoil CoA é formado em uma reação catalisada pela cadeia longa de acil CoA sintetase; o ATP é consumido nesse processo e são formados AMP (monofosfato de adenosina) e pirofosfato inorgânico (PPi). Então é requisitada energia equivalente a dois ATPs para ativar essa reação. O palmitoil CoA formado é transportado para o interior da mitocôndria usando o “ciclo ida e volta” da carnitina (Cap. 26). Uma vez na matriz

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Medium 9788536317724

Capítulo 1. Introdução às vias metabólicas

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Introdução às vias metabólicas

1

Mapas metabólicos

O mapa metabólico da página ao lado mostra, à primeira vista, um amontoado confuso de fórmulas químicas. Mapas metabólicos são, sem dúvida, complexos, e muitos bioquímicos ainda recordam a primeira experiência com tais mapas como algo chocante.

É preciso ter em mente que esses fluxogramas são mapas de fato. Um mapa pode ser complicado como o do metrô de Londres (ver Diag. 1.1). A melhor maneira de usá-lo seria passar por cima dos detalhes e concentrar-se em pontos relevantes de um determinado trajeto. Por exemplo, se perguntarem: “Como se vai de Archway até Queensway?”, a resposta poderia ser: “Em Archway, tome a linha norte-sul até Tottenham Court Road; ali, pegue a linha central indo para oeste até Queensway.” Outra resposta válida seria: “Entre pela estação

Archway, compre um bilhete e dirija-se para a barreira que se abrirá quando você colocar o respectivo bilhete na abertura que efetua a leitura do mesmo. Vá agora para a plataforma e, quando o metrô chegar, entre e permaneça sentado enquanto ele passa por Tuffnell Park, Kentish Town, Camden Town, Euston,

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Medium 9788536317724

Capítulo 24. Regulação do ciclo de Krebs

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Regulação do ciclo de Krebs

24

Ciclo de Krebs – a junção central do metabolismo

O ciclo de Krebs é encontrado em quase todas as células dos mamíferos, com a notável exceção dos eritrócitos maduros, os quais não têm mitocôndrias.

Esse ciclo oxida acetil-CoA oriunda de carboidratos, corpos cetônicos, ácidos graxos e aminoácidos, produzindo NADH e FADH2 destinados à síntese de ATP na cadeia respiratória. Além disso, os componentes desse ciclo estabelecem ligações essenciais com as vias para gliconeogênese, lipogênese e metabolismo de aminoácidos. Por consequência, a regulação do ciclo de

Krebs deve satisfazer as diversas demandas metabólicas dessas vias, em vários tecidos com suas funções específicas. Por exemplo, a glicose é o combustível primordial devido a seu papel vital como um substrato respiratório.

Como tem capacidade limitada de estocar carboidrato, nosso corpo precisa ser conservado e não exaurido em situações de exercício em que excesso de combustível é exigido pelos músculos. Felizmente, esses tecidos podem utilizar ácidos graxos como fonte alternativa de energia. A piruvato deidrogenase

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Medium 9788536317724

Capítulo 10. Metabolismo da glicose a lipídeo (triacilglicerol)

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo da glicose a lipídeo (triacilglicerol)

10

A importância do lipídeo

no ciclo de Krebs. Porém, no estado de saciedade, as vias mitocondriais estão trabalhando com o total de sua capacidade para gerar grandes quantidades de

ATP e NADH. Nessas circunstâncias, um mecanismo de controle (ver Cap.

24) desvia o citrato do ciclo de Krebs para dentro do citosol, onde iniciará a síntese de ácidos graxos (ver Cap. 11). Embora o Mapa 10.1 mostre a formação de palmitato, estearato também é formado por essa via. Ambos podem ser esterificados e incorporados aos triacilgliceróis. OBS.: a vitamina biotina é um cofator essencial para a atuação da enzima regulatória acetil-CoA carboxilase na via da síntese de ácidos graxos.

É improvável que a declaração “se comer demais, você ficará gordo’’ surpreenda qualquer leitor deste livro. Sabemos por experiência que um excedente de gordura na dieta aumentará a gordura corporal. Além disso, é de conhecimento geral que o excesso de carboidrato será armanezado sob a forma de gordura.

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Medium 9788536317724

Capítulo 8. Metabolismo anaeróbio de glicose e glicogênio para produzir energia como ATP

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo anaeróbio de glicose e glicogênio para produzir energia como ATP

8

Glicólise anaeróbia

Já vimos como, na presença de oxigênio, glicose e glicogênio são oxidados a dióxido de carbono e água, com energia sendo conservada como ATP (ver Cap.

6). Entretanto, glicose e glicogênio também podem ser oxidados anaerobiamente, ou seja, sem oxigênio. Esse processo é de particular importância para o músculo submetido a exercício. Ele possibilita ao músculo produzir ATP de forma muito rápida e em velocidade muito acima do que seria permitido pela disponibilidade de oxigênio do ar. Na prática, isso significa que algumas vezes ficamos “sem fôlego” e então temos de repousar para repor o débito do trabalho muscular e de oxigênio.

A glicólise anaeróbia tem papel importante na retina ocular, na região da medula renal e, paradoxalmente, nos eritrócitos, apesar da abundância de oxigênio nessas células, como será visto a seguir.

Mapa 8.1: Glicose é metabolizada a lactato

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547217464

1 - Contabilidade: quando, o que ecomo estudar

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Contabilidade: quando, o que e como estudar

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber quando, o que e como estudar.

2. Saber como se preparar adequadamente para obter êxito em concursos.

3. Reconhecer quais providências deve tomar antes de iniciar os estudos.

4. Saber como estudar e aprender contabilidade.

5. Saber como estudar e aprender outras matérias.

6. Elaborar seu planejamento para estudos.

7. Saber o que deve providenciar antes e no dia do concurso.

8. Saber o que deve levar no dia do concurso.

9. Saber como se comportar no momento em que receber o caderno com as questões.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 3

24/02/2017 11:16:27

1.1 Quando estudar

Se pretende obter êxito em um concurso, comece a estudar agora. Saiba que a maior parte dos candidatos não é aprovada porque deixa para começar a estudar depois da publicação do edital do concurso que pretende prestar. Raramente o período entre o dia da publicação do edital e o dia da realização das provas supera 90 (noventa) dias, tempo insuficiente para estudar adequadamente todo o conteúdo programático informado no respectivo edital. Portanto: comece seus estudos JÁ.

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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 5 - SEÇÃO DE REVISÃO DA LITERATURA

SORDI, José Osvaldo De Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

SEÇÃO DE REVISÃO

DA LITERATURA

“Na ciência, leia os trabalhos mais novos; na literatura, os mais antigos.”

E D WA R D G E O R G E B U LW E R - LY T TO N

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 37

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Saberá identificar os principais autores e revistas científicas associados ao tema.

Aprenderá a desenvolver a malha teórica para análises e discussões dos resultados.

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 38

26/01/17 18:12

A seção de revisão da literatura tem o propósito de evidenciar que o autor do projeto de pesquisa está atualizado com os avanços científicos mais recentes no tema ou temas associados à sua pesquisa. Projetos de pesquisa associados à obtenção de títulos, como os que ocorrem no TCC, mestrado e doutorado, requerem a definição dos conceitos, modelos e demais abstrações teóricas empregadas na pesquisa. Isso está em conformidade com o propósito da “formação do autor”, como destacado na

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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 9 - SEÇÕES DE APÊNDICESE ANEXOS

SORDI, José Osvaldo De Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

SEÇÕES DE

APÊNDICES

E ANEXOS

“Se importante à compreensão, mas prejudicial à fluidez da leitura, trate-o como anexo ou apêndice.”

J O S É O S VA L D O D E S O R D I

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 121

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Saberá como inserir textos importantes e extensos sem dificultar a fluidez da leitura do projeto de pesquisa.

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 122

26/01/17 18:12

O conteúdo de um apêndice ou anexo geralmente abrange informação não essencial para explicar o conhecimento científico, o procedimento de pesquisa realizado ou a importância da pesquisa, porém traz informações adicionais que apoiam, respectivamente, o entendimento da análise realizada, do procedimento realizado ou da amplitude e seriedade do problema de pesquisa associado ao projeto.

São informações que auxiliam, mas que não são essenciais, podendo ser subtraídas a qualquer momento sem perdas ao entendimento.

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Medium 9788547217464

Respostas

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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Medium 9788547217464

9 - Apuração simpli cadado resultado

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Apuração simplificada do resultado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que é, para que serve e como se apura o Resultado do Exercício de forma simplificada.

2. Conhecer um roteiro que pode ser utilizado para apuração do Resultado do Exercício de uma empresa de prestação de serviços.

3. Aprender os procedimentos necessários para apurar o

Resultado do Exercício de forma simplificada.

4. Saber o que é e para que serve o Balanço Patrimonial.

5. Elaborar de maneira simplificada o Balanço Patrimonial.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 155

24/02/2017 11:16:56

9.1 Introdução

Nos capítulos anteriores, você aprendeu a registrar os fatos administrativos (ou fatos contábeis). Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que a apuração simplificada?

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520438404

10. Entre desenvolvimento e sustentabilidade: o discurso da propaganda oficial na Amazônia

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

10

Entre  desenvolvimento     e  sustentabilidade:     o  discurso  da  propaganda  

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Danielle  Tavares  Teixeira

INTRODUÇÃO

A  problemática  ambiental  emergiu  nas  últimas  décadas  como   uma  crise  de  civilização.  Os  problemas  produzidos  pela  devastação  dos  ecossistemas  se  tornaram  globais,  dissolvendo  fronteiras  rígidas  entre  as  nações  e  questionando  a  racionalidade  econômica  e  tecnológica  dominantes.  Ao  mesmo  tempo,  a  relação   homem/natureza  entrou  no  campo  da  cultura  (Leff,  2001).  Nesse  contexto,  sobressai  o  conceito  de  desenvolvimento  sustentável,  fruto  de  processos  objetivos  e  subjetivos  que  levaram  à  consciência  do  esgotamento  do  modelo  vigente  e  da  necessidade  de   uma  nova  concepção  de  desenvolvimento.

Propõe-se,   neste   trabalho,   verificar   como   a   comunicação,   e   mais  especificamente  a  propaganda  oficial,  contribui  para  construir  no  imaginário  popular  a  imagem  da  Amazônia  como  uma   região  de  terra  em  abundância,  fértil,  cheia  de  belezas  e  fartura,   distante  e  inóspita,  e  como  essas  concepções  modificam-se  historicamente  com  a  inserção  de  novos  conceitos  como  o  de  desenvolvimento  sustentável.  

153

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Medium 9788520438404

4. Comunicação, jornalismo e sustentabilidade: apontamentos críticos

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

4

Comunicação,  jornalismo   e  sustentabilidade:   apontamentos  críticos1

Wilson  da  Costa  Bueno

ENTENDENDO O CONCEITO

A  comunicação,  vista  sob  uma  perspectiva  ampla,  tem  um  papel  importante  a  desempenhar  no  processo  de  conscientização   e  de  mobilização  para  a  sustentabilidade.  1

De  imediato,  podemos  reconhecer  que  ela  pode  cumprir  três   funções  básicas,  todas  elas  articuladas  e  complementares.

Em  primeiro  lugar,  a  comunicação  competente  pode  contribuir  para  a  consolidação  do  conceito  de  sustentabilidade,  buscando  eliminar  equívocos  como  os  que  a  associam  a  ações  meramente  pontuais  ou  que  a  reduzem  à  simples  dimensão  ambiental.

A  sustentabilidade  deve  ser  percebida  de  maneira  abrangente  e   incorporar  aspectos  ambientais,  socioculturais,  políticos  e  econômicos,  porque,  ao  contrário  do  que  entendem  alguns  gestores,  in1  

Estes  apontamentos  resultam,  originalmente,  de  anotações  de  aula,  posts   e  partes  de  textos  inseridos  em  portais  de  comunicação  que  foram  aqui   reunidos  e  sistematizados  com  o  objetivo  de  permitir  uma  visão  crítica   com  respeito  a  alguns  temas  emergentes  e  relevantes  que  envolvem  o  debate  atual  sobre  comunicação,  jornalismo  e  sustentabilidade.

51

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Medium 9788520438404

9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

9

<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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Medium 9788520439234

3. Uso dos estilos de negociação para a solução de conflitos

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

3.

USO DOS ESTILOS

DE NEGOCIAÇÃO

PARA A SOLUÇÃO

DE CONFLITOS

Os estilos de negociação podem ser um instrumento muito importante para a análise, encaminhamento e solução dos conflitos. São diversas as classificações possíveis, segundo as visões dos vários autores e os diferentes enfoques utilizados no sentido de identificar e descrever esses estilos.

3.1 A importância da utilização do conceito dos estilos de negociação

Na verdade, o uso da ideia dos estilos de negociação é conveniente para se buscar resposta para certas questões fundamentais, como: O que é um comportamento efetivo de negociação? Seria um tipo de comportamento de negociação mais bem-sucedido ou mais efetivo do que outro?

Um entendimento do conceito dos estilos de negociação e dos seus limites pode ser útil para o desenvolvimento de habilidades ou para enfrentar uma situação corriqueira de negociação, tanto em termos conceituais quanto em termos práticos.

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NEGOCIAÇÃO EMPRESARIAL

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Medium 9788520431146

Capítulo 23 - Marcos regulatórios como fundamento para as políticas de gestão integrada dos resíduos sólidos

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Marcos regulatórios como fundamento para as políticas públicas de gestão integrada dos resíduos sólidos

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Arnaldo Jardim

Engenheiro civil, Câmara dos Deputados

José Valverde Machado Filho

Bacharel em Ciências Jurídicas, Instituto Cidadania Ambiental

INTRODUÇÃO: A QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

A chegada da família real ao Brasil e a consequente instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro, em 1808, provocaram uma grande transformação na cidade. A antiga colônia passou a ser sede do governo, impondo medidas emergenciais, principalmente quanto à necessidade de acomodar os novos habitantes e tornar a cidade virtuosa o suficiente para ser a nova sede do império português.

A significativa mudança passou a gerar consideráveis alterações no modo de vida da cidade, especialmente com o aumento da população que, em 1820, já somava aproximadamente 100 mil habitantes. Além das questões políticas, os reflexos foram percebidos também na economia, cultura, arquitetura, educação e, de uma maneira incauta, o aumento da geração de lixo também fez parte desse processo.

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