Manole (134)
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Medium 9788520433256

11. Diagnosticando seu empreendimento

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

11

Diagnosticando seu empreendimento

Objetivos deste capítulo

Demonstrar de maneira prática e rápida como planejar a sua empresa.

Demonstrar a elaboração de um estudo de viabilidade técnica e econômica – EVTE.

Demonstrar a elaboração de uma análise de riscos.

Realizar o primeiro estudo de Planejamento Estratégico.

Que rumo dar ao empreendimento?

A maior parte das empresas inicia suas atividades sem uma análise do mercado em que ela pretende atuar e, o que é pior, sem formular uma estratégia de operação. É como se um avião decolasse para uma viagem sem um plano de voo definido. Em

700 a.C., o filósofo Sêneca já dizia: “Para um barco que não sabe para que porto vai qualquer vento lhe será favorável”.

Muitas das grandes empresas sucumbiram ao longo do tempo por falta de planejamento estratégico, ou seja, por falta de pensar no futuro. Por exemplo:

197

Book 2.indb 197

5/30/14 6:49 PM

1. A Panam faliu por não perceber que a maior parte de suas receitas vinha do correio aéreo e, com a invenção do fax, esta receita reduziu-se a tal ponto que a companhia ficou inviável.

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Medium 9788520431092

4. Um casamento de sonho

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

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Um casamento de sonho

Renata Cajuela Pastorelli

Introdução

Este capítulo tem como objetivo auxiliar e facilitar a preparação de um casamento, desde uma simples recepção até uma grande festa, passando por todas as etapas do planejamento, o que é necessário fazer e quanto tempo antes do casamento é melhor pesquisar e contratar os profissionais.

É apresentado também o passo a passo do planejamento para que os noivos não esqueçam nenhum detalhe e para que nem tudo fique para a última hora, a fim de que esse momento único e muito especial na vida do casal torne-se inesquecível.

Conceitos

Antes de falar sobre o casamento, trataremos rapidamente do noivado. Este já foi muito diferente, com direito a pedido formal, quando o noivo pedia para o pai da noiva sua mão em casamento. Atualmente os casais conversam e resolvem se casar; o pedido é feito por meio de surpresa ou presente e, depois, só comunicam família e os amigos a decisão tomada. Tudo começa com o noivado. É a partir dele que o planejamento e os preparativos do casamento serão feitos.

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Medium 9788520424070

Capítulo 8 - Mitos e Preconceitos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

MITOS E PRECONCEITOS

A experiência de um cruzeiro marítimo é vivencial, plena de elementos subjetivos e intangíveis, que dificilmente podem ser explicados ou traduzidos. Essa natureza específica dos cruzeiros gera condições para o surgimento de mitos e falsas crenças que dificultam a expansão de seu mercado consumidor.

Educar tanto os consumidores quanto os agentes de viagem, intermediários no processo, é tarefa de suma importância e que requer habilidade para lidar com as objeções de alguns clientes em potencial, reticentes em optar por uma modalidade de férias que lhes é desconhecida.

Este capítulo faz o levantamento dos mitos mais comuns e sugere formas adequadas de se lidar com as objeções negativas. Infelizmente as falsas imagens dos cruzeiros marítimos têm sido imagens reforçadas ao longo dos anos, em parte pelo limitado número de novos cruzeiristas, que, apesar de crescente em números relativos ao total anual, ainda é pequeno em números absolutos. Essa situação, porém, está em vias de alteração, pelo crescimento da oferta mundial de leitos em navios de cruzeiro, o que possibilitará a um maior número de pessoas a revisão da atual imagem distorcida.

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Medium 9788520431443

Apêndice 2 – O que é capital de risco

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

Apêndice

2

O que é capital de risco

S

e você tem interesse em captar recursos de investidores de capital de risco, antes de iniciar o processo, é preciso entender o que é isso e como funciona. A primeira coisa que você precisa saber é que há uma certa confusão no uso dos termos no mercado de investimento de capital de risco, começando pelo capital de risco. Em princípio, todo investimento de capital (dinheiro) envolve risco. Este, para o investidor, pode variar de uma situação em que ele não recebe o retorno esperado e chega à perda de todo o capital investido, podendo ainda, para complicar, ser acionado judicialmente para cobrir eventuais perdas associadas ao investimento feito. Para minimizá-lo, principalmente dessa última situa­ção mencionada, investidores brasileiros de capital de risco no Brasil têm optado pela estrutura de fundos de investimentos regulamentados pela CVM, que exige práticas padronizadas de transparência e gestão profissional, além de oferecer uma proteção maior para o quotista (investidor) do fundo de capital de risco. Mas, mesmo assim, muitos profissionais que atuam na

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Medium 9788520430972

Anexo 3 – Diagnóstico de Ameaças – Check-list

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 3

Diagnóstico de Ameaças – Check-list

CHECK-LIST PARA DIAGNÓSTICO DE AMEAÇAS

Book 1.indb 297

Questões

01 Existem itens no Código de Defesa do

Consumidor que a empresa não está capacitada a atender?

Status

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

02

Existem itens na legislação ambiental que a empresa não está capacitada a atender?

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

03

A legislação em vigor, municipal, estadual ou federal, pode afetar o desempenho da empresa?

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

1/13/16 15:06

298

Book 1.indb 298

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Questões

04 Existe tecnologia necessária que a empresa não domina?

Status

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

05

Existem riscos de obsolescência da tecnologia utilizada pela empresa a curto prazo (1 ou 2 anos)?

( ) sim ( ) parcialmente ( ) não

06

Existem causas dentro do ambiente

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Grupo Gen (4484)
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Medium 9788597020960

10. Métodos estatísticos aplicados à gestão da produção

Mário Otávio Batalha, Alceu Gomes Alves Filho, Alessandra Rachid, Ana Paula Iannoni, Ana Valéria Carneiro Dias, Andrea Lago da Silva, Andrei Aparecido de Albuquerque, Edemilson Nogueira, Fabiane Letícia Lizarelli, Fábio Molina da Silva Grupo Gen ePub Criptografado

Manoel Fernando Martins, Pedro Carlos Oprime, Roberto Antonio Martins

Ao iniciar o módulo de Estatística surge sempre a questão: por que estudar estatística. Apesar de ser utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento, a aplicação da estatística vem crescendo nos últimos anos em virtude do aumento do emprego da abordagem quantitativa na resolução de problemas e na tomada de decisão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Apresentar e descrever dados.

• Determinar processos de amostragem.

• Estimar os parâmetros de uma população.

• Comprovar hipóteses.

• Verificar se duas médias são iguais.

• Estabelecer relações que permitam predizer uma variável em razão de outra.

A primeira noção que se tem da estatística está associada a gráficos, tabelas, taxas e porcentagens que relacionam fatos e situações com dados que auxiliam a compreendê-los rapidamente. Essa primeira impressão diz respeito a um ramo da Estatística bastante difundido no dia a dia: a Estatística Descritiva. Entretanto, as técnicas estatísticas também são importantes para a análise e interpretação dos dados experimentais auxiliando nas tomadas de decisões.

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Medium 9788521630159

6. Quem é o empreendedor corporativo

José Dornelas Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

6

Quem é o empreendedor corporativo

Entendendo o papel dos empreendedores

Os empreendedores são pessoas ou equipes de pessoas com características especiais, que são visionárias, que questionam, que ousam, que querem algo diferente, que fazem acontecer, ou seja, que empreendem. Os empreendedores são pessoas diferenciadas, que possuem uma motivação singular, gostam do que fazem, não se contentam em ser mais uma na multidão, querem ser reconhecidas e admiradas, referenciadas e imitadas, querem deixar um legado.

Alguns conceitos administrativos predominaram em determinados períodos do século XX, em virtude de contextos sociopolíticos, culturais, de desenvolvimento tecnológico, de desenvolvimento e consolidação do capitalismo. A Figura 6.1 mostra quais desses conceitos foram mais determinantes: no início do século, foi o movimento da racionalização do trabalho; nos anos

1930, o movimento das relações humanas; nos anos 1940 e 1950, o movimento do funcionalismo estrutural; nos anos 1960, o movimento dos sistemas abertos; nos anos 1970, o movimento das contingências ambientais. No momento presente, não se tem um movimento predominante, mas acreditase que o empreendedorismo irá, cada vez mais, mudar a forma de se fazer negócios no mundo.

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Medium 9788597017755

2 - Patrimônio

MARION, José Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

2

Patrimônio

Para este capítulo, veja o vídeo “Patrimônio”. uqr.to/bq8n

Neste capítulo você verá:

IconicBestiary | iStockphoto

Conceito contábil de patrimônio

Bens tangíveis e intangíveis

Direitos a receber

Obrigações exigíveis e não exigíveis

Patrimônio Líquido e riqueza líquida

2_Prova_Final_Marion_Contabilidade basica.indb 15

15/08/2018 15:55:52

16 | CONTABILIDADE BÁSICA   José Carlos Marion

Nas últimas décadas, centenas de empresas foram negociadas, houve fusões e aquisições por grupos brasileiros e estrangeiros.

Citamos alguns exemplos de negociações:

��

��

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Natura adquire The Body Shop (2017).

General Electric adquire a XPRO (2012).

Banco Real (vendido ao ABM Amro em 2007) é adquirido pelo Banco Santander.

Itaú adquire parte da XP Investimentos (2017).

Livraria Cultura adquire Fnac e Estante Virtual (2017).

CONCEITO

O termo patrimônio significa, a princípio, o conjunto de bens pertencente a uma pessoa ou a uma empresa. Compõe-se também de valores a receber (ou dinheiro a receber).

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Medium 9788597021899

Capítulo 16 Estratégias Financeiras

Takeshy Tachizawa Grupo Gen ePub Criptografado

As estratégias são consideradas relevantes nos níveis:

– estratégico (obtenção de recursos financeiros); e

– operacional (gestão dos fluxos de caixa da ONG).

Figura 16.1 Hierarquização das decisões financeiras.

A captação de recursos financeiros pode dar-se por doações, aporte de recursos do Estado (esferas federal, estadual e municipal) e aporte de recursos externos.

As ONGs, quando analisadas em seu conjunto, mantêm um padrão de estratificação com muitas “pequenas” e poucas “grandes” organizações, em um modelo piramidal.

E de onde provêm os recursos? Aqui não há grandes surpresas: como se sabe, as Agências Internacionais de Cooperação Não Governamentais são responsáveis pela maioria deles, fazendo parte constitutiva da história das ONGs e de sua possibilidade de existência e crescimento. Uma compreensão dessas redes internacionalizadas de financiamento deve passar por uma história das relações iniciadas e progressivamente construídas entre agentes dos “Centros de Educação Popular” surgidos nos anos 1970 e os agentes de entidades internacionais de “ajuda ao Terceiro Mundo” de países europeus, do Canadá e também dos Estados Unidos, onde – no caso do universo aqui considerado – as igrejas cristãs representam um papel de peso.

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Medium 9788597013832

16 - PESQUISA HISTÓRICA

RICHARDSON, Roberto Jarry Grupo Gen PDF Criptografado

16

PESQUISA HISTÓRICA

A compreensão dos fenômenos sociais dos nossos dias e a relação entre países pobres e ricos, a situação econômica do Brasil, o lugar do Nordeste no crescimento do país dependem do conhecimento que se tenha do passado. Assim, os acontecimentos atuais só têm significado com relação ao contexto dos fatos passados dos quais surgiram.

A pesquisa histórica ocupa-se do passado do homem, e a tarefa do historiador, definida por Borg (1974, p. 81), consiste em “localizar, avaliar e sintetizar sistemática e objetivamente as provas, para estabelecer os fatos e obter conclusões referentes aos acontecimentos do passado”.

A pesquisa histórica, porém, não está interessada em todos os acontecimentos desde a aparição do homem no mundo; ela se preocupa, particularmente, com o registro escrito dos acontecimentos. Os fatos ocorridos antes da aparição da escrita compreendem a pré-história, a qual é campo de arqueólogos, antropólogos etc.

16.1 Objetivos da pesquisa histórica

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Grupo A (253)
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Medium 9788580554311

27.1 No caminho do caixa e do capital de giro

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

930

Parte VII

Finanças de Curto Prazo

caixa no tempo. As decisões financeiras de curto prazo, em geral, envolvem entradas e saídas de caixa que ocorrem no prazo de um ano. Por exemplo, uma empresa toma decisões financeiras de curto prazo quando encomenda matéria-prima, paga à vista e prevê receber em até um ano o caixa da venda dos produtos acabados. Já as decisões financeiras de longo prazo estão envolvidas quando uma empresa compra uma máquina especial que reduzirá os custos operacionais nos próximos cinco anos.

Quais tipos de perguntas se classificam sob o título geral de finanças de curto prazo? Para citar apenas algumas:

1. Quanto deve ser mantido em caixa (em depósitos à vista em um banco) para pagar as contas?

2. Quanto a empresa deve tomar emprestado no curto prazo?

3. Quanto crédito deve ser concedido aos clientes?

Neste capítulo, apresentaremos os elementos básicos das decisões financeiras de curto prazo. Em primeiro lugar, discutiremos as atividades operacionais da empresa. Em seguida, identificaremos algumas políticas financeiras alternativas para financiar essas atividades. Por último, destacaremos os elementos básicos de um plano financeiro para o curto prazo e descreveremos produtos financeiros para o financiamento das atividades que fazem parte desse plano.

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Medium 9788580554311

27.4 Orçamento financeiro de curto prazo

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

946

Parte VII

Finanças de Curto Prazo

Estratégia F

Reais

Aplicações em ativos financeiros

Necessidades de ativos totais

Financiamentos de longo prazo

Tempo

Estratégia R

Reais

Necessidades de ativos totais

Financiamentos de curto prazo

Financiamentos de longo prazo

Tempo

A Estratégia F sempre implica um excedente de caixa no curto prazo e um grande investimento em caixa, equivalentes de caixa e aplicações em ativos financeiros.

A Estratégia R usa financiamento de longo prazo apenas para as necessidades permanentes de ativos imobilizados e de capital de giro e empréstimos de curto prazo para o financiamento das variações sazonais de ativos circulantes.

FIGURA 27.6

Políticas alternativas de financiamento de ativos.

3. Estrutura a termo: As taxas de juros de curto prazo normalmente são menores do que as de longo prazo. Logo, seria mais caro depender de financiamento de longo prazo em comparação ao financiamento de curto prazo. Entretanto, isso pode ser diferente no caso de a empresa ter acesso a alguma forma incentivada de empréstimos de longo prazo, como é o caso das linhas oferecidas pelo BNDES, ou, no caso de empresas brasileiras, ter acesso direto a recursos tomados no exterior. Nesses casos, isso pode permitir à empresa compor fontes de recursos de longo prazo a taxas inferiores às dos empréstimos de curto prazo.

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Medium 9788580554311

17.8 Tributos sobre a renda da pessoa física

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17

Estrutura de Capital: Limites para o Uso de Dívida

tanto, existe um limite para o montante de caixa que uma empresa queira acumular. Como foi mencionado anteriormente neste capítulo, muito caixa livre pode tentar os gestores a se dedicarem a atividades que desperdiçam recursos.

17.8 Tributos sobre a renda da pessoa física

Até este ponto do capítulo, consideramos apenas os tributos para a pessoa jurídica. Como os juros sobre a dívida são dedutíveis, ao passo que os dividendos sobre as ações não o são, argumentamos que a legislação fiscal dá às empresas um incentivo para a emissão de dívida. Porém, as empresas não são as únicas a pagar tributos, as pessoas físicas precisam pagar tributos sobre a renda de juros que recebem no Brasil (nos EUA, pagam tributos sobre a renda de juros e também sobre a renda de dividendos). Não podemos compreender completamente o efeito dos tributos na estrutura de capital até que todos os tributos, tanto os de pessoa jurídica quanto os de pessoa física, sejam considerados.

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Medium 9788580554311

17.3 Os custos de endividamento podem ser reduzidos?

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

566

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

A estratégia de pagamento de dividendos para esvaziar uma empresa em dificuldades financeiras pode ocorrer nos EUA, mas não no Brasil. Aqui, para pagar dividendos, é necessário haver lucro, e se a empresa tivesse lucro provavelmente não estaria em dificuldades. Entretanto, a estratégia de esvaziamento da empresa pode ocorrer por outros meios, como, por exemplo, transações entre partes relacionadas. Isso pode ser feito com a transferência de dinheiro da empresa para outras empresas mediante compras superfaturadas ou vendas subfaturadas, consultorias, contratos de manutenção e de compra de serviços, entre outros. E pode ocorrer com todas essas estratégias em conjunto!

Resumo das estratégias egoístas As distorções discutidas somente ocorrem quando existe uma probabilidade significativa de falência ou de dificuldades financeiras. Portanto, é improvável que afetem, digamos, empresas controladas pelo poder público, já que dificuldades financeiras são raras entre elas, pois acabam tendo aportes do Tesouro. Em contrapartida, pequenas empresas e empresas em setores arriscados, como o de computadores, são mais propensas a passar por dificuldades financeiras e, por sua vez, ser afetadas por essas distorções.

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Medium 9788580554311

9.6 Mercados de ações

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Avaliação de Ações

301

9.6 Mercados de ações

O mercado de ações consiste em um mercado primário e em um mercado secundário. No mercado primário, ou mercado de novas emissões, as ações são lançadas pela primeira vez no mercado e vendidas a investidores. No mercado secundário, as ações existentes são negociadas entre investidores. Nesta seção, vamos nos concentrar nas atividades do mercado secundário e concluir com uma discussão sobre como os preços das ações são cotados na imprensa especializada – em outro capítulo, discutiremos o processo do mercado primário em relação à venda de títulos imobiliários por parte das empresas para levantar fundos.

ExcelMaster cobertura online

Esta seção apresenta as funções de importação de dados (Web Query) e

Gráficos de ações (Stock

Chart).

Dealers e corretores

Como a maioria das transações de títulos mobiliários envolve dealers e corretores, é importante entender exatamente o que esses termos significam. Um dealer mantém um estoque de títulos e está pronto para comprar e vender a qualquer momento. Já um corretor reúne compradores e vendedores, mas não mantém um estoque de títulos mobiliários. Por exemplo, quando falamos de revendedores de carros usados e corretores imobiliários, reconhecemos que o primeiro mantém um estoque, ao passo que o segundo não o faz.

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Grupo A (2033)
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Medium 9788582602812

Capítulo 10 - Fontes de valor para os acionistas: Lucros e dividendos

Jeremy J. Siegel Grupo A PDF Criptografado

10

Fontes de valor para os acionistas

Lucros e dividendos

A importância dos dividendos para oferecer riqueza aos investidores é evidente. Os dividendos apequenam a inflação, o crescimento e os níveis de avaliação variáveis não apenas individualmente; apequenam também a importância conjunta da inflação, do crescimento e dos níveis de avaliação variáveis.

— R OBERT A RNOTT , 2003 1

São um pouco mais de 16 horas no leste dos Estados Unidos, e as bolsas de valores já fecharam. O âncora de uma das principais redes financeiras declara entusiasmadamente: “A Intel acabou de divulgar seu lucro! ‘Superou Wall Street’ em 20 centavos, e seu preço saltou para US$ 2 na negociação após o expediente.”

Os lucros elevam os preços das ações e sua divulgação é aguardada ansiosamente por Wall Street. Mas como exatamente devemos calcular os lucros e de que maneira as empresas os transformam em valor para os acionistas? Este capítulo aborda essas questões.

FLUXOS DE CAIXA DESCONTADOS

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Medium 9788565837620

Capítulo 8 | A universidade Zappos

Joseph A. Michelli Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

A UNIVERSIDADE ZAPPOS

P

or melhor que a Zappos seja atualmente, os funcionários e os líderes sempre dirão que precisam ser melhores. Rebecca Henry Ratner, diretora de

RH da empresa, capta o constante sentimento de luta e inquietação quando diz: “A Zappos é um lugar onde há tensão todos os dias. Nunca sei o que vai acontecer, mas sei que vou gostar. Sou constantemente desafiada e colocada em situações em que preciso sair de minha zona de conforto; na verdade, fora de minha zona de conforto está começando a tornar-se minha zona de conforto. Felizmente, a Zappos entende que o segredo para reter as boas pessoas é mantê-las desafiadas e aprendendo, e é aí que entra nossa equipe Pipeline”.

Mesmo que eu tenha intitulado este capítulo de “Universidade Zappos”, na verdade não há uma universidade na Zappos. Ou há? Embora tecnicamente a resposta à minha pergunta fosse não; funcionalmente, a resposta seria sim. A Zappos não possui uma universidade propriamente dita, mas a estrutura da equipe Pipeline é mais parecida com uma universidade do que com um departamento tradicional de treinamento corporativo. Em vez de os zapponianos terem de enfrentar ofertas de seminários obrigatórios, geralmente chatos, previsíveis e marginalmente relevantes, a equipe

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Medium 9788582601518

Capítulo 4 - A teoria baseada em recursos da vantagem competitiva: implicações para a formulação de estratégia*

Daniel Pacheco Lacerda; Rafael Teixeira; Junico Antunes; Secundino L. H. Corcini Neto Grupo A PDF Criptografado

4

A teoria baseada em recursos da vantagem competitiva: implicações para a formulação de estratégia*

ROBERT M. GRANT

A estratégia já foi definida como “a combinação que uma organização faz entre seus recursos internos e suas habilidades e as oportunidades e riscos criados pelo seu ambiente externo”.1 Durante a década de 1980, os principais desenvolvimentos em termos de análise estratégica se concentraram na ligação entre estratégia e ambiente externo. São exemplos importantes desse foco a análise que

Michael Porter fez da estrutura da indústria e do posicionamento competitivo e os estudos empíricos que o projeto PIMS realizou.2 No período, a ligação entre estratégia, recursos e habilidades da empresa foi negligenciada comparativamente. A maior parte da pesquisa sobre as implicações estratégicas do ambiente interno da empresa relacionou-se com questões de implementação de estratégia e análise dos processos organizacionais a partir dos quais surgem as estratégias.

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Medium 9788577808403

14. Quid Mensurare Incipit...

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

14

Quid Mensurare Incipit...

Duilio de Avila Bêrni e Vladimir Lautert

Se a Introdução deste livro começou falando na Grécia Clássica, uma vez que trilhamos, ao longo dos 14 capítulos impressos e 12 complementações no CD, um território mais extenso do que o Império Romano, então nada soará mais natural do que concluirmos com um epílogo intitulado em latim: quid mensurare incipit errare incipit. Da Grécia, vimos que o homem é a medida de todas as coisas. Baixinhos ou galalaus? Avaros ou pródigos? Felizmente, este tipo de dificuldade já foi contornado com o conceito de média, uma medida de tendência central voltada a resumir toda a distribuição dos valores de determinada variável: lobos, cordeiros, alfinetes e anjos. Ao mesmo tempo, tomar um avarento por um dadivoso, levando a avaliação a distanciar-se da média, nos lembra do latim: errare humanum est. Por isso, talvez, é que – sendo humanos – ao começarmos a medir, começaremos a errar.

Mas nem todas as nossas dificuldades resolvem-se simplesmente com o apelo ao conceito de média. Em muitos casos, nosso interesse reside precisamente no valor total da distribuição e não apenas de sua tendência central. Faláramos antes em número médio de ovelhas por cão ou por lobo, mas, naturalmente, o que mais interessa no processo de criação de ovinos é o total do rebanho. E nosso interesse na própria ovinocultura é mais centrado na deliberação com que nos dedicamos a produzir bens e serviços, a fim de atendermos a nossas próprias necessidades materiais e mesmo espirituais. Ainda assim, pensarmos em bem-estar espiritual leva-nos para fora do escopo da ciência econômica, mais voltada ao estudo das condições de geração, apropriação e absorção do valor adicionado que associamos à produção de bens e serviços que propiciam o bem-estar material. Deste modo, ao aprofundarmos a tentativa de mensurar o nível de bem-estar material alcançado por determinada comunidade, precisamos fazer a associação entre fins (usos) e meios (fontes), na busca de traços de racionalidade da ação humana voltada a produzir bens e serviços.

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Medium 9788582605196

Destaques do capítulo

Ramesh Sharda, Dursun Delen, Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1 • Uma visão geral da inteligência de negócios, análise de dados e ciência de dados 

57

Destaques do capítulo

• O ambiente de negócios está cada vez mais complexo e em franca evolução, dificultando ainda mais a tomada de decisões.

• As empresas devem reagir e se adaptar às mudanças no ambiente tomando decisões mais rápidas e melhores.

• O tempo até a tomada de decisões está encolhendo, ao passo que a natureza global das decisões está se expandindo, exigindo o desenvolvimento e uso de DSSs computadorizados.

• DSSs utilizam dados, modelos e por vezes gestão de conhecimento para encontrar soluções para problemas semiestruturados e não estruturados.

• Os métodos de BI utilizam um repositório central chamado DW que permite eficiência em mineração de dados, OLAP, BPM e visualização de dados.

• A arquitetura de BI inclui um DW, ferramentas de análise de negócios usadas por usuários finais e uma interface de usuário (como um dashboard).

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Editora Saraiva (1659)
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Medium 9788547210229

4.2 DEFINIÇÕES

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4

Operações com mercadorias

4.1 ` INTRODUÇÃO

Neste capítulo e nos próximos quatro, onde serão abordadas as operações com mercadorias, os fatos que alteram compras e vendas e os tributos incidentes sobre vendas e serviços, utilizamos a contabilização prescrita pela Lei no 12.973 de 2014 para fins tributários.

Nosso objetivo, ao proceder desse modo, foi o de ajudar os profissionais de Contabilidade de nosso país, que, por razões diversas, têm, entre suas atribuições, o dever de calcular os tributos e o de preencher inúmeros documentos relativos às obrigações acessórias impostas pela legislação tributária.

Todos sabemos, entretanto, que as Normas Internacionais de Contabilidade estabelecem forma de escrituração contábil diferente das adotadas pela referida Lei. Essas mesmas normas admitem, por sua vez, a utilização de contas auxiliares para atender à legislação tributária de cada país. Por essa razão, exporemos, primeiramente, a escrituração para fins tributários e, no Capítulo 9, a escrituração para fins societários, explicando como realizar a conciliação entre elas.

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Medium 9788547217945

9.3 Formatos mais comuns de apresentaçãodo currículo

Miriam Gold Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE I • ELABORAÇÃO DO TEXTO EMPRESARIAL

.. Reestruturei a regional Sudeste, centralizando tarefas e padronizando pro‑

cessos, transformando um déficit de 300 mil dólares/ano em lucro, varian‑ do de 700 a 950 mil dólares/ano.

.. Capacidade de identificação de problemas, tomada de decisão e imple‑ mentação

.. Pensamento analítico e sistematizado

.. Habilidade em lidar com desafios

.. Foco em resultado

.. Liderança

.. Habilidade da gestão de relacionamento

.. Fui responsável pela coordenação da campanha publicitária com novos e

agressivos padrões de comunicação visual para as lojas, tornando­‑as pon‑ tos de referência no mercado.

.. Liderança

.. Domínio técnico de ferramentas de marketing

.. Conhecimento das dinâmicas de mercado

.. Gestão de relacionamento

9.3 �Formatos mais comuns de apresentação do currículo

Os formatos mais comuns de apresentação do currículo constam na Figura 9.2.

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Medium 9788547208158

1.7 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

sinergia entre gerentes de projetos e analistas de negócios, ocorrem ineficiências de projeto, assim como o trabalho crítico é esquecido ou torna-se duplicado, as partes interessadas ficam confusas e a eficiência do trabalho da equipe de projeto é prejudicada. As medidas práticas a serem tomadas para preencher as lacunas entre os papéis devem gerar impactos positivos para o desempenho do projeto, e, em última instância, para o sucesso organizacional.

1 .7 D E FI NI ÇÃO D E R EQ U I SI TO S

No Guia PMBOK®, quinta edição,5 o termo requisito é definido como “uma condição ou capacidade cuja presença em um produto, serviço ou resultado é exigida para satisfazer um contrato ou outra especificação formalmente imposta”.

O requisito representa algo que pode ser preenchido por um produto ou serviço e, ainda, atender a uma necessidade do negócio, da pessoa ou de um grupo de pessoas. Ele deve ser independente da solução idealizada para resolvê-la. Ademais, o requisito pode explicar um recurso que deve ser atendido por um produto ou componente de software. Quando um requisito específico está em discussão, o termo é acompanhado por um qualificador, como: de parte interessada, de negócio ou de solução.

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Medium 9788547208240

5 .1 0 R E P E T I R O P R O C E S S O PARA C A D A T I P O D E P R O J E T O

Project Management Institute PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

5 .1 0 RE P ETI R O PR O CESSO PAR A CAD A TI PO DE PROJ ETO

Repita os passos dos itens 5.3 até 5.10 para todos os diferentes tipos de projetos, utilizando o primeiro como base para os demais.

5 .1 1 RE SU MO

Para desenvolver uma metodologia de gerenciamento de projetos adaptada, reiteramos que as organizações devem aplicar os conceitos a seguir, apresentados neste capítulo.

■ Identificar as entradas que a organização reuniu durante a fase de avaliação.

Estão inclusas quaisquer práticas, metodologias e processos correntes que a organização já possa ter.

■ Identificar quaisquer restrições, obrigatórias ou acordadas, que a organização deve respeitar.

■ Documentar os tipos de projeto da organização; se for identificado somente um tipo, ter certeza de que a metodologia é viável em tamanho, complexidade, risco e outros fatores escolhidos pela organização.

CAPÍTULO 5 – Como desenvolver uma metodologia adaptada de gerenciamento organizacional de projetos

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2.4 Ser ético

Francisco Gomes de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

ÉTICA NA GESTÃO EMPRESARIAL

A ética significa:

.. não ao individualismo e a seus subprodutos – egocentrismo e corporativismo;

.. não ao autoritarismo e suas subdivisões em ilhas de poder – arquipélago organizacional;

.. não ao totalitarismo político, com a centralização do poder;

.. não ao totalitarismo organizacional, com o comportamento burocrático;

.. não ao totalitarismo emocional, com o paternalismo.

Ética é vida. Sem princípios éticos, é inviável a organização social. Ética empresarial é a alma do negócio. É o que garante o conceito público e a perpetui‑ dade da empresa.

2.4 Ser ético

2.4.1 Comportamento e situações críticas

A cultura organizacional, os valores que presidem e orientam as relações sociais, as verdades comuns e o bem­‑estar decorrente do espírito de solidariedade criam condições para que a consciência ética seja tão natural quanto respirar. Não há o que discutir; o comportamento ético é condição essencial.

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