Manole (134)
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Medium 9788520433256

1. Empreendedorismo: fatores de sucesso e fracasso

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

1

Empreendedorismo: fatores de sucesso e fracasso

Objetivos deste capítulo

Definir empreendedor.

Comentar as características comportamentais do empreendedor.

Apresentar a escada do empreendedor e apontar caminhos para subi-la.

Comentar a biografia de alguns empreendedores referenciais.

Testar o leitor quanto ao seu perfil empreendedor.

O que significa empreendedorismo?

Definindo da forma mais simples, empreendedorismo significa executar, pôr em prática ou levar adiante uma ideia, com a intenção de atingir objetivos e resultados. Definindo tecnicamente, empreendedorismo é a área do conhecimento dedicada a estudar os processos de idealização de empreendimentos, destacando tanto o valor de uma ideia como a sua capacidade de agregar valor ao que já existe (produto e processo).

Você pode considerar que irá tratar do empreendedorismo em uma das três situações a seguir:

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Book 2.indb 3

5/30/14 6:48 PM

Iniciar uma nova empresa partindo de uma ideia inovadora, com a responsabilidade de levá-la desde os estudos de viabilidade, passando pela implantação, criação de valor, para que possa desenvolver uma operação autossustentável e geradora de resultados.

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Medium 9788520424070

Glossário Básico

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Glossário

Básico

PORTUGUÊS/INGLÊS

PORTUGUÊS INGLÊS

à beira-mar . . . . . . . . . . . . . . a bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . a bordo do navio . . . . . . . . . . academia de ginástica . . . . . . acima do nível do mar . . . . . . acomodações . . . . . . . . . . . . acomodações aconchegantes . acomodações com vista . . . . para o mar acomodações da cabine. . . . . acomodações da suíte . . . . . . aeróbica . . . . . . . . . . . . . . . . alfândega . . . . . . . . . . . . . . . almoço com bufê. . . . . . . . . . aluguel de smoking . . . . . . . . ancorado. . . . . . . . . . . . . . . . andar “A” . . . . . . . . . . . . . . . anfitrião/anfitriã . . . . . . . . . . . anúncios para todo o navio . .

área de jantar . . . . . . . . . . . .

área para toucador. . . . . . . . . armário . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788520431443

4. Plano de negócio para empresa nascente

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

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Plano de negócio para empresa nascente

F

elizmente, no Brasil, o interessado em abrir a sua própria empresa já não tem nenhuma desculpa aceitável para explicar o motivo de não ter planejado seu negócio previamente. Talvez, se esse interesse tivesse ocorrido antes do ano 2000, essa pessoa encontraria alguma dificuldade a respeito da literatura sobre o tema, do apoio de consultores, do material didático ou mesmo da tradicional argumentação de falta de tempo. Mas isso mudou drasticamente.

Na atualidade, o interessado pode reclamar justamente do excesso de informações e apoio sobre o tema. O Sebrae disponibiliza material didático, cursos, consultores e até um software gratuito para auxiliar empresários de primeira viagem na elaboração do plano de negócio. O Instituto

Empreender Endeavor1 oferece diversos artigos e vídeos que explicam como escrever um plano. Todas as principais faculdades já oferecem disciplinas de plano de negócio para seus alunos e, nessas instituições, é comum professores da disciplina disponibilizarem seus alunos para ajudar empresários da região a elaborar seus planos de negócio. Além disso, as faculdades de negócios oferecem, por meio das empresas juniores, serviços de consultoria em planos de negócio com preços bastante competitivos. Há ainda uma ampla gama de livros e guias sobre como escrever um plano de negócio que visa auxiliar justamente o empresário de primeira viagem. O livro O segredo de Luísa (Dolabela, 1999), por exemplo, é uma ótima referência para esses empresários que não dominam os conhecimentos básicos de negócios. Na

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Medium 9788520415061

9. Administração das operações de hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Administração das operações de hospitalidade

Andrew Lockwood

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Peter Jones

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Assuntos-chave:

• A comercialização da hospitalidade

• A industrialização do serviço

• Lidando com a variação

• A perspectiva do cliente

Em busca da hospitalidade

Um senhor vivia no alto do planalto de Lassithi, acima de Agios

Nikolaos, na ilha de Creta, e ganhava a vida fabricando e vendendo cerâmica. No início, poucos turistas apareciam para comprar suas peças. No entanto, obedecendo à tradição da hospitalidade grega, o homem oferecia bebidas e comida a esses turistas. Conforme sua fama se espalhava, mais turistas passaram a visitá-lo para comprar suas cerâmicas, e ele continuou oferecendo bebidas e comidas. O problema surgiu quando sua casa se tornou parada obrigatória para os ônibus de turismo; ele descobriu que a comida e a bebida que oferecia valiam mais do que ele recebia pela venda da cerâmica; seu negócio estava dando um grande prejuízo. Depois que o homem morreu, sua família assumiu o negócio; aumentou a produção de cerâmica e construiu um restaurante capaz de atender às caravanas de ônibus. Atualmente, o negócio desfruta de grande sucesso, mas, às vezes, escuta-se os turistas dizerem que as coisas não são mais como nos velhos tempos.

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Medium 9788520436363

12. Criação de valor sustentável

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

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Criação de valor sustentável

Renato Kazuo Nishikawa Tanaka

Antonio Carlos Aidar Sauaia

introdução

Cresce a consciência de que as futuras gerações podem estar sendo ameaçadas pelas decisões não sustentáveis tomadas hoje nas organizações, contrapondo lucros econômicos e prejuízos socioambientais. No presente capítulo examinou-se a relação entre criação de valor (taxa interna de retorno – TIR) e sustentabilidade no laboratório de gestão. O referencial teórico apoiou-se nos caminhos para o desenvolvimento sustentável (Sachs, 2008), no modelo de criação de valor sustentável (Hart e

Milstein, 2003) e em casos reais de empresas que ilustraram como o consumo pode ser gerenciado na democracia, à luz da sustentabilidade. A pesquisa bibliográfica evoluiu para uma pesquisa-ação no ambiente semipresencial Simulab, no qual um simulador organizacional produziu os dados primários em um jogo de empresas competitivo. Com base nas variáveis de decisão presentes no modelo do simulador, foi proposto um

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Grupo Gen (4568)
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Medium 9788597015300

11. EXECUÇÃO E CONTROLE DE PROJETOS

MENEZES, Luís César de Moura Grupo Gen PDF Criptografado

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EXECUÇÃO E CONTROLE

DE PROJETOS

Visão sobre a execução e o controle de projetos

Este capítulo trata de assuntos que nos auxiliarão a compreender melhor o que

é a execução de um projeto e como funciona a atividade de controle.

Esta última sempre deve ser planejada com antecedência; entretanto, ela é intensamente desenvolvida concomitantemente com a execução. Durante esse período do projeto, temos uma referência a seguir – nossa baseline –, porém as coisas não ocorrem como previsto na maior parte das vezes. Dessa forma, as ações de controle servem para fazer com que retornemos à execução para o curso, o caminho, planejado e definido originalmente para o projeto.

Durante a execução, vamos atuar com pessoas: o gestor do projeto, os gerentes funcionais (que alocam recursos ou mesmo participam do projeto), os especialistas – que podem ser internos ou externos, subcontratados. O grande desafio aqui é mantê-los integrados e focados no objetivo do projeto.

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Medium 9788597011623

21 - CONTABILIDADE – PERSPECTIVAS

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos; FARIA, Ana Cristina de Grupo Gen PDF Criptografado

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CONTABILIDADE – PERSPECTIVAS

21.1 Tendências para a teoria da contabilidade

Tendências

O ambiente das empresas de competitividade global é internacional, e está colocando, para os contadores e para a Contabilidade, desafios e, ao mesmo tempo, oportunidades de desenvolvimento, que podem marcar uma nova fase na evolução da Teoria da Contabilidade. Eis as principais tendências, que assinalamos: a) Internacionalização dos mercados, com o processo de harmonização de normas contábeis em nível supranacional, que será comentado ainda neste capítulo. b) Necessidade de a Teoria da Contabilidade de Custos adequar-se, sem perder suas vantagens comparativas de sistema de baixo custo, às novas filosofias de qualidade total, competitividade e eficiência. c) Considerando que análises mais recentes têm demonstrado que o modelo decisório e as necessidades informativas, tanto de tomadores de decisões internas à empresa quanto de agentes externos, são basicamente as mesmas, não mais se justifica, em nível

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Medium 9788597020052

Apêndice – Importância dos controles para a contabilidade

MALACRIDA, Mara Jane Contrera; YAMAMOTO, Marina Mitiyo; PACCEZ, João Domiraci Grupo Gen ePub Criptografado

Este material foi desenvolvido com o objetivo de auxiliar no entendimento dos critérios de contabilização da remuneração dos funcionários assalariados, contratados de acordo com a legislação trabalhista. Tendo em vista que a legislação trabalhista está sujeita a alterações constantes e o país passa, atualmente, por uma discussão sobre uma reforma nas regras atuais, esclarecemos que este material foi desenvolvido com base na legislação vigente em dezembro de 2018, mas pode tornar-se inadequado se mudanças profundas ocorrerem na legislação após esta data.

Este apêndice aborda os aspectos contábeis da remuneração de funcionários na forma de salários, não englobando outras formas de remuneração, como, por exemplo, o pagamento baseado em ações. Não é objeto deste material a discussão de aspectos jurídicos relacionados com o direito do trabalho.

Folha de pagamento é o nome dado ao relatório padrão no qual são discriminados os nomes dos funcionários, seus respectivos salários, descontos e acréscimos, constituindo-se na principal fonte para a contabilização dos gastos com pessoal.

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Medium 9788522484157

4. Comunicação estratégica e media training: a supervia nos trilhos (Sadon Rangel de França e Marcio Gonçalves)

FRANÇA, Ana Shirley (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Comunicação estratégica e media training: a supervia nos trilhos

Sadon Rangel de França1

Marcio Gonçalves2

  Sadon Rangel de França é jornalista, com trabalhos publicados na área de comunicação empresarial sob a

ênfase no trabalho do porta-voz. No Rio de Janeiro, trabalhou na assessoria de imprensa de um centro cultural e como redator em agência de comunicação. Em 2011, iniciou os trabalhos no Rio Grande do Norte, em grande colégio da região e, hoje, atua como gestor de marketing de um hotel quatro estrelas na capital potiguar.

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  Marcio Gonçalves é jornalista, com especialização em pesquisa de mercado e opinião pública e em gestão de negócios para instituições de ensino superior. É mestre em ciência da informação e, atualmente, doutorando na mesma área com a pesquisa intitulada Wikipédia: validez da informação na internet. Atua como professor universitário na Universidade Estácio de Sá e nas Faculdades Integradas Hélio Alonso.

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Medium 9788597021226

Deveres profissionais

DE SÁ, Antônio Lopes Grupo Gen ePub Criptografado

Todas as capacidades necessárias ou exigíveis para o desempenho eficaz da profissão são deveres éticos.

Sendo o propósito do exercício profissional a prestação de uma utilidade a terceiros, todas as qualidades pertinentes à satisfação da necessidade, de quem requer a tarefa, passam a ser uma obrigação perante o desempenho.

Logo, um complexo de deveres envolve a vida profissional, sob os ângulos da conduta a ser seguida para a execução de um trabalho.

Esses deveres impõem-se e passam a governar a ação do indivíduo perante seu cliente, seu grupo, seus colegas, a sociedade, o estado1 e especialmente perante sua própria conformação mental e espiritual.

Distinguem-se, pois, os valores nas tarefas e também a importância destas em face da conduta humana observável perante a execução.

No dizer de Simpson, tais distinções, por si sós, já seriam suficientes para a consideração científica do estudo da questão.2

Uma vez eleito o trabalho que desempenhará com habitualidade, o ser se compromete com todo um agregado de deveres éticos, pertinentes e compatíveis com a escolha da tarefa a ser desempenhada.

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Grupo A (1982)
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Medium 9788577800148

CAPÍTULO 11 - HOSPEDAGEM

Cooper, Chris Grupo A PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

A hospedagem é, há muito tempo, o maior subsetor dentro da economia turística e também o mais presente. Com poucas exceções, os turistas precisam de um local em que possam descansar e recuperar suas energias durante as viagens ou estadas em um destino. Há uma grande diversidade em tamanho, tipo e organização dessa hospedagem, que, como setor, é extremamente heterogênea.

Neste capítulo, focamos basicamente os estabelecimentos e organizações que oferecem locais de descanso e renovação, de forma comercial e organizada. Damos, portanto, menor consideração a acomodações em visitas a parentes e amigos (VPA). Assim, este capítulo versa sobre acomodações, com todos os serviços disponíveis ou não; hospedagem com auto-serviço; recursos de apoio às acomodações; e hospedagem dentro dos meios de transporte, como navios de cruzeiros, barcos, trens e aviões. Esses tipos de hospedagem variam na importância de sua contribuição ao turismo doméstico e internacional. Existem, também, íntimas ligações entre os prestadores de serviços de hotelaria – os hoteleiros – e outros setores do turismo, ampliadas pelas características intersetoriais das organizações turísticas e sua maior integração no mundo contemporâneo. Por exemplo, os hotéis são importantes áreas para lazer, esporte e entretenimento, bem como para negócios e conferências. Da mesma forma, a relação da hotelaria com o transporte vem de longa data, mas está ampliando sua sofisticação e complexidade à medida que os fornecedores de serviços de transporte reconhecem que a hospedagem pode ser, em si, uma atração aos hóspedes, e não apenas um serviço a ser utilizado durante a viagem.

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Medium 9788577260669

33. Deutsche Bank Securities: financiando a aquisição da Consolidated Supply S.A.

Bruner, Robert F. Grupo A PDF Criptografado

CasO

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Deutsche Bank Securities: financiando a aquisição da

Consolidated Supply S.A.

Em 20 de novembro de 2003, Maria Ober, vice-presidente do Deutsche Bank Securities, recebeu um telefonema confirmando que um cliente importante pretendia fazer uma oferta em um leilão de um grande distribuidor hospitalar e estava procurando a assistência do

Deutsche Bank para organizar o financiamento. A chamada não foi uma surpresa: o cliente tinha adiantado ao Deutsche Bank sobre a possibilidade de uma oferta, seis meses antes. O vendedor finalmente havia anunciado um prazo da empresa a fim de receber propostas seladas para aquele propósito. Um preço de oferta e uma indicação de compromisso financeiro eram esperados em duas semanas.

O cliente era a Intercontinental Capital, Ltd. (ICL), uma grande empresa européia de produtos médicos para hospitais e subsidiária da AtlantisMed Systems, uma grande manufatureira de produtos e suprimentos. A AtlantisMed tinha a matriz nos Estados Unidos. A subsidiária, Consolidated Supply S.A. (CSSA), tinha vendas globais de US$ 2,5 bilhões e uma matriz em Luxemburgo.

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Medium 9788582603673

Capítulo 1 – Comprando, possuindo e sendo: introdução ao comportamento do consumidor

Michael R. Solomon Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1 Comprando, possuindo e sendo: introdução ao comportamento do consumidor

Objetivos do capítulo

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá compreender por que

1. O comportamento do consumidor é um processo.

2. Os profissionais de marketing devem identificar os diferentes desejos e necessidades dos diferentes segmentos de consumidores.

3. Nossas escolhas como consumidores estão significativamente relacionadas com o restante de nossa vida.

4. Nossas motivações para consumir são complexas e variadas.

5. A tecnologia e a cultura criam um novo consumidor “sempre conectado”.

6. Diferentes tipos de especialistas estudam o comportamento do consumidor.

7. Existem diferentes perspectivas sobre como e o que devemos identificar a respeito do comportamento do consumidor.

G

ail tem algum tempo livre antes da aula de contabilidade, então pega seu fiel iPhone para ver as novidades nas redes sociais. Em meio aos estudos para as provas de contabilidade e marketing, já faz dias que ela não vê nada interessante – mesmo os seus amigos da faculdade no

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Medium 9788582603925

Capítulo 29 - Derivativos de taxas de juros: os modelos de mercado padrões

John C. Hull Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

29

Derivativos de taxas de juros: os modelos de mercado padrões

O

s derivativos de taxas de juros são instrumentos cujos resultados dependem, em algum aspecto, do nível das taxas de juros. Nas décadas de 1980 e 1990, o volume de negociação de derivativos de juros nos mercados de balcão e de bolsas aumentou rapidamente. Foram desenvolvidos muitos novos produtos para atender as necessidades específicas dos usuários finais. Um desafio importante para os corretores de derivativos era encontrar procedimentos robustos e de alta qualidade para o apreçamento e hedge desses produtos. Os derivativos de taxas de juros são mais difíceis de avaliar do que os derivativos de ações e de taxas de câmbio pelos seguintes motivos:

1. O comportamento de uma taxa de juros individual é mais complexa do que a de um preço de ação ou taxa de câmbio.

2. Para a avaliação de muitos produtos, é necessário desenvolver um modelo que descreva o comportamento de toda a curva de juros de cupom zero.

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Medium 9788563308153

Capítulo 1: O mundo da economia internacional

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr, Steven L. Cobb, André Fernandes Lima Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

O MUNDO

DA ECONOMIA

INTERNACIONAL

INTRODUÇÃO

Bem-vindo ao estudo de Economia Internacional. Não há dúvida de que você sabe cada vez mais da importância das transações internacionais no universo econômico. Quando as pessoas dizem que “o mundo está se tornando menor a cada dia”, referem-se não apenas ao incremento nos transportes e comunicações, mas também ao crescimento do uso dos mercados internacionais para a compra de bens e serviços e de ativos financeiros. É claro que esse não é um fenômeno recente. Nos tempos antigos, o comércio era importante para os egípcios, os gregos, os romanos e os fenícios e, mais tarde, para a Espanha,

Portugal, Holanda e Inglaterra. Podemos afirmar que todas as grandes nações influentes do passado eram também grandes comerciantes mundiais. Entretanto, a importância do comércio e das finanças internacionais para a saúde econômica e para o padrão geral de vida dos países nunca foi tão clara como hoje.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547217464

5 - Variações patrimoniais

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

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Variações patrimoniais

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que são variações patrimoniais.

2. Entender a diferença entre ato e fato administrativo.

3. Saber por que todos os fatos administrativos devem ser contabilizados.

4. Compreender por que os atos administrativos objetos de contabilização são somente aqueles considerados relevantes.

5. Saber o que são fatos administrativos e como podem ser classificados.

6. Entender como os fatos administrativos modificam o patrimônio e a situação líquida patrimonial.

7. Saber que tipo de contas é utilizado para o registro dos fatos administrativos e que tipo de contas pode ser utilizado para o registro dos atos administrativos relevantes.

8. Entender as diferenças entre fatos permutativos, modificativos e mistos ou compostos.

9. Conhecer a posição do Conselho Federal de Contabilidade acerca da contabilização dos atos administrativos.

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Medium 9788547208301

4.5 Ética da globalização

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 4  Teorias éticas

Pela primeira vez na história do mundo todos os seres humanos estão sujeitos ao contato com substâncias químicas perigosas, do nascimento até a morte. Em menos de duas décadas de uso, os praguicidas sintéticos se espalharam tão amplamente pelo mundo animado e inanimado que se encontram virtualmente em toda parte52.

Há muitas outras ameaças ao planeta e aos seres vivos devido aos impactos negativos de incontáveis inovações implantadas ao longo do tempo, como os poluentes resultantes dos processos de produção e consumo. O princípio da responsabilidade conforme enunciado há pouco tem os olhos voltados preferencialmente para evitar danos ambientais futuros de grande proporção decorrentes das decisões e ações presentes.

4.5 Ética da globalização

Globalização é um termo que define bem a era atual. Há diversos entendimentos a respeito dessa palavra, sendo que no ambiente de negócios em geral ela corresponde à globalização econômica, representada pela intensificação dos fluxos de produtos, serviços, divisas, conhecimentos aplicados à esfera produtiva e pela capacidade ampliada dos mercados de promover mudanças políticas e sociais.

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Medium 9788547215781

Design como profissão

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Essa brevíssima retomada do conceito é insuficiente para entendermos a complexidade do conceito de design. Por essa razão, nos tópicos seguintes, analisaremos o termo em algumas de suas muitas dimensões – design como profissão, processo, produto e modo de pensar – como destaca a figura a seguir.

figura i.1  As várias dimensões do design

Modo de pensar

Produto

Processo

Profissão

Fonte: elaborada pelas autoras.

Design como profissão

A despeito da recente democratização do design entre as pessoas sem formação específica, essa área só se tornou objeto de uma profissão a partir da crise econômica de 1929 nos Estados Unidos, quando os fabricantes perceberam a relevância do design de produtos para atingirem o sucesso comercial.

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Introdução

Os primeiros designers eram contratados pela indústria como colaboradores autônomos com o objetivo de criar produtos que fossem funcionais e esteticamente atraentes aos consumidores. De lá para cá, o design se desdobrou em uma série de vertentes profissionais, como as que seguem.

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Medium 9788547215019

64 - DUPLICATA

DOWER, Nelson; SUZUKI, Claudio Mikio; JADON, Carlos Eduardo; SOUZA, Luiz Roberto Carboni; GABRIEL, Sergio; BLASI, Renato Rubens Editora Saraiva PDF Criptografado

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DUPLICATA

64.1 APRESENTAÇÃO

A duplicata empresarial é um documento criado pelo legislador brasileiro.

O Código Comercial, embora revogado, previa, em seu art. 219, que nas vendas por atacado o vendedor era obrigado a extrair, em duas vias, uma relação das mercadorias vendidas, vias que eram assinadas pelas partes contratantes; e o art. 427 do mesmo Código determinava que a fatura assinada pelo comprador era um título de efeitos cambiais que servia para a cobrança judicial. A cópia dessa fatura (nota fiscal) é a origem da duplicata.

Atualmente, após a extração da nota fiscal de uma venda a prazo, emite-se a fatura para ser apresentada ao comprador, emitindo-se, consequentemente, a duplicata. Esta deve ser emitida com base na fatura, que é obrigatória caso esse seja o meio adotado pelo empresário para materializar as vendas a prazo.

O empresário que emite duplicata empresarial está obrigado a escriturá-la em livro específico: o Livro de Registro de Duplicatas.

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Medium 9788547210250

3.3 Unidades do capital social

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

3.3

Unidades do capital social

A denominação das unidades do capital social e a responsabilidade dos seus detentores estão diretamente relacionadas ao modelo de organização jurídica da empresa, conforme expresso a seguir.

3.3.1 Nas sociedades anônimas

A companhia ou sociedade anônima terá o capital dividido em ações, e a responsabilidade dos acionistas (proprietários das ações) será limitada ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas.

ANOTE

Ações são títulos representativos das cotas-partes em que se divide o capital social, constituindo unitariamente a menor parte em que é dividido esse capital.

O proprietário de uma ação torna-se acionista da companhia e terá uma parcela de participação no controle, no ativo, nos lucros e no passivo desta.

3.3.2 Nas sociedades de responsabilidade limitada

Possui apenas uma categoria de sócios, a de responsabilidade limitada ao capital social, que é dividido em partes iguais, denominadas cotas, e os proprietários (sócios) são chamados de cotistas.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520429501

17. Inovação no planejamento do turismo e da hospitalidade no espaço rural

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

17

Inovação

no planejamento

do turismo e da hospitalidade no espaço rural

Rosislene de Fátima Fontana

Introdução

A qualidade de vida constitui-se, dia após dia, em um tema de inquietação em todos os segmentos da comunidade. A sociedade de consumo, cada vez mais em evidência com o fenômeno da globalização, em sua constante busca pelo novo, pelo diferente, pelo exótico, recorre ao lazer em busca do equilíbrio físico e psíquico, tão afetados com o cotidiano estressante, principalmente nas grandes metrópoles. Lazer esse que pode ser contemplado de diversas formas, em diferentes espaços físicos e temporais.

Importante lembrar que fatores como condições socioeconômicas e tempo livre são limitantes para a prática do lazer.

Enquanto alguns indivíduos ao menos possuem condições de se sentar no banco de uma praça, outros são capazes de desfrutar do mais sofisticado empreendimento de lazer criado para proporcionar ao homem tudo o que ele sonhar e tiver condições financeiras de adquirir.

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Medium 9788520437605

2. O MUNDO DAS ORGANIZAÇÕES: GLOBALIZAÇÃO, TECNOLOGIA, DIVERSIDADE E ÉTICA

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

O MUNDO DAS ORGANIZAÇÕES:

GLOBALIZAÇÃO, TECNOLOGIA,

DIVERSIDADE E ÉTICA

Objetivos do capítulo

•• Definir organizações e suas características básicas.

•• Descrever a sociedade de organizações.

•• Explicar as organizações como sistemas abertos em uma sociedade globalizada.

•• Apresentar os parceiros da organização e seu papel no sucesso organizacional.

•• Mostrar a influência da globalização, da tecnologia, da diversidade e da ética nas organizações.

•• Explicar a responsabilidade social das organizações.

•• Apresentar os principais fatores que moldarão as organizações no futuro.

Caso de apoio: dependência organizacional

Pedro Almeida é um cidadão comum, e como tal, vive e convive dentro de organizações: trabalha há anos na Gama S/A, em tempo integral, como gerente de vendas, sendo responsável pelos contatos da empresa com todos os seus clientes espalhados pela América Latina. Todo dia, almoça no Viva’s, um conhecido restaurante, junto com seus colegas. No fim da jornada, Pedro volta para casa de carro, passa pela farmácia Remédio & Cia. para comprar sua medicação para estresse, abastece seu carro na

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Medium 9788520453032

19. Relações com investidores

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Relações com investidores

Sérgio Tuffy Sayeg

Neste capítulo, Sérgio Tuffy Sayeg apresenta a atividade e o papel de relações com investidores e sua importância na tomada de decisão de investimento.

INTRODUÇÃO

O conhecimento sobre relações com investidores é, de fato, mais um componente indispensável no processo de criação de uma cultura do investimento, não somente em ações negociadas em bolsa de valores, mas também em títulos de crédito privado e naqueles originados em operações estruturadas.

Saber a respeito das funções, as melhores práticas, a disponibilidade e o acesso à área de relações com investidores das companhias emissoras é um importante estímulo para a reflexão sobre a recomendável diversificação de investimentos e o progresso para além da cômoda alocação de recursos em títulos públicos por parte dos investidores de todos os portes.

A ATIVIDADE E O PAPEL DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

O que é relações com investidores?

É o conjunto de atividades, métodos, técnicas e práticas que, direta ou indiretamente, propiciam a interação das áreas de Contabilidade, Planejamento,

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Medium 9788520428641

4 – A organização na perspectiva humanística

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

4

A organização na perspectiva humanística

Tópicos deste capítulo a As conclusões da experiência de Hawthorne a A organização formal e informal a A civilização industrializada e o ser humano a Implicações da perspectiva humanística

Tanto a Administração Científica como a teoria clássica recebiam sérias críticas pela sua parcialidade, e as ciências humanas demonstravam a necessidade de humanizar as organizações. Uma experiência realizada em uma fábrica em Hawthorne veio precipitar a necessidade de mudanças na teoria das organizações (TO).

As conclusões da experiência de Hawthorne

No final da década de 1920, Elton Mayo e seu assistente, Fritz J.

Roethlisberger, foram chamados para estudar o comportamento de trabalhadores em uma fábrica da Western Electric Co. – a Hawthorne Works –, próxima a Chicago. Durante cinco anos monitoraram o desempenho de seis operárias (grupo experimental) que montavam relés num local separado do enorme salão de montagem (que funcionava como grupo de controle) para avaliar a influência da iluminação na produtividade. A produtividade do pequeno grupo pesquisado disparou, o que levou os pesquisadores a concluir que as seis operárias se tornaram uma verdadeira equipe. Verificaram

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Medium 9788520431146

Capítulo 28 - Arranjos produtivos locais de base socioeconômica-ambiental em região litorânea

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos produtivos locais de base socioeconômicaambiental em região litorânea

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Valdir Frigo Denardin

Economista, UFPR

Mayra Taiza Sulzbach

Economista, UFPR

INTRODUÇÃO

Os vestígios de presença humana no litoral paranaense são encontrados bem antes dos guaranis, europeus, caboclos e quilombolas, nos chamados sambaquis, formados por concheiros que datam de aproximadamente

4000 a.C. Estes viviam em pequenos grupos e eram nômades, migrando constantemente em busca de alimento. Até hoje não há evidências concretas do desaparecimento dos sambaquieiros; eles podem ter migrado ou ainda ter se misturado ao tronco tupi-guarani. Os índios guaranis-myba, que habitaram o litoral, eram denominados pelos colonizadores de carijós.

O contato dos colonizadores com os índios não foi amigável, já que eles tinham a intenção de escravizar os nativos (Esteves, 2005).

O litoral do Paraná pertencia a duas capitanias hereditárias: São Vicente, ao norte de Paranaguá, e Santana, ao sul. Em 1531 houve uma bandeira para explorar a baía de Paranaguá, no entanto, a instalação definitiva

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