Manole (134)
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Medium 9788520424070

Capítulo 2 - Cruzeiro: Férias Inesquecíveis

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

CRUZEIRO:

FÉRIAS INESQUECÍVEIS

FATORES DE MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO

Em harmonia com os hábitos de consumo da sociedade atual e os conceitos introduzidos pelas mais recentes tendências de organização empresarial – como a reengenharia, o downsizing e as avaliações de performance –, as pessoas economicamente ativas acabam optando por férias organizadas e que ofereçam um grande número de comodidades.

Com a oferta de conforto, diversão, intensa programação de atividades, possibilidade de relaxar e desligar-se do cotidiano, opções gastronômicas de qualidade, ambiente refinado e interação social, o cruzeiro marítimo assume uma posição extremamente privilegiada como um produto que pode, dependendo da empresa, explorar nichos de mercado específicos ou orientar seu planejamento e promoção para uma oferta de massa, dirigida ao varejo do turismo em escala mundial.

Um cruzeiro marítimo consegue o fenômeno de agradar seus hóspedes por uma oferta variada de atividades, entretenimento, equipamentos e serviços, o que, mesmo dentro de um universo heterogêneo de clientes, acaba acertando em opções que criam satisfação em diferentes perfis de hóspedes, promovendo o desejo de repetir a experiência.

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Medium 9788520430972

8. Plano Operacional

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Plano Operacional

8

Esta seção do plano de negócios está relacionada à forma de operação da empresa, desde a forma como a administração gerencia o negócio até como os produtos ou serviços são executados, distribuídos e controlados. Ainda dentro desta seção, é importante definir o perfil profissional das pessoas-chave, bem como o relacionamento entre as funções da empresa.

Para qualquer tipo de leitor do plano de negócios, seja ele um investidor de risco ou um parceiro comercial, esta seção irá definir a forma como a empresa realiza o trabalho, como cuida da qualidade dos produtos e processos, como utiliza seus equipamentos e recursos, como se relaciona com as pessoas que fazem parte do quadro de colaboradores, como controla seus custos e assim por diante.

Estrutura funcional

A apresentação da estrutura funcional da empresa diz respeito

à alocação das pessoas nas atividades da empresa, à extensão da

Book 1.indb 169

1/13/16 15:05

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

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Medium 9788520430972

Anexo 8 – Formulário para Análise da Concorrência

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 8

Formulário para Análise da

Concorrência

1. Quais concorrentes procuram a mesma clientela-alvo da empresa?

A.

B.

C.

D.

2. Qual é o volume estimado de vendas dos concorrentes diretos citados?

A.

B.

C.

D.

Book 1.indb 325

1/13/16 15:06

326

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

3. Qual é a lucratividade média do setor?

4. Tabela de atributos (notas de 0 a 10) para os produtos da concorrência e os da empresa.

Percepção dos clientes

Empresa

Concorrentes

A

B

C

D

Durabilidade

Desempenho

Satisfação das necessidades

Comodidade da embalagem

Imagem da empresa

Preço visto pelos clientes

Facilidade de compra

Horários de atendimento

Assistência técnica

Design/ apresentação

Fidelidade dos clientes

Atendimento aos clientes

Compromisso social

Questões ambientais

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Medium 9788520436363

8. Teoria dos Jogos: como as decisões dos agentes afetam o mercado

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Teoria dos Jogos: como as decisões dos agentes afetam o mercado

Danny Jozsef

Antonio Carlos Aidar Sauaia

INTRODUÇÃO

No meio empresarial, dois tipos de variáveis influenciam o processo decisório:

■■

■■

As variáveis internas (endógenas), que são controláveis e previsíveis e que dependem das escolhas do grupo de gestão no processo decisório;

As variáveis externas (exógenas), cuja imprevisibilidade dificulta enormemente a tomada de decisão.

O segundo tipo de variável é composto pelos índices macroeconômicos (IPG – índice geral de preços – e IAE – índice de atividade econômica), pelo indice microeconômico (IVE – índice de variação estacional – sazonalidade), pelas decisões dos concorrentes e de outros envolvidos que afetam o desempenho das empresas (p. ex., fornecedores de matéria-prima, de mão de obra e o governo). Com a intenção de gerar insumos para uma gestão mais eficiente, o presente capítulo descreve, sob a ótica da Teoria dos Jogos, as decisões da empresa Metta, que operou em um ambiente competitivo do laboratório de gestão. Foram coletados dados secundários em pesquisa bibliográfica, por meio de casos reais de empresas, e analisa-

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Medium 9788520430972

6. Análise de Mercado

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Análise de Mercado

6

O plano de negócios tem dois propósitos básicos: demonstrar o autoconhecimento da empresa e demonstrar seu conhecimento sobre o ambiente onde está inserida. A análise do mercado diz respeito ao conhecimento da empresa sobre o seu ambiente externo e as inter-relações com esse ambiente; além disso, ela fornecerá subsídios para o plano de marketing.

A análise de mercado é uma forma de conhecer o mercado, avaliando de forma sistemática o ambiente onde o produto/serviço da empresa está inserido. O mercado é composto pelos concorrentes, pelos fornecedores e sobretudo pelos clientes. A definição do mercado passa necessariamente por: análise da indústria/setor, descrição do segmento de mercado, análise swot do produto/serviço e análise da concorrência.

Book 1.indb 115

1/13/16 15:05

116

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Análise do setor de mercado

A análise do setor de mercado deve apresentar dados referentes ao tamanho, ao índice de crescimento e à estrutura do setor de mercado em que a empresa atua ou atuará. O passo inicial envolve a coleta de informações sobre o setor em que a empresa pretende atuar, o que poderá ser feito com auxílio de pesquisa de campo, entrevistas com outros empresários do setor, consulta às entidades de classe vinculadas ao setor, consulta a governos estaduais, municipais e até mesmo federal, consulta a entidades especializadas em estatísticas ou que mantenham banco de dados com informações do mercado, tais como ibge,

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Grupo Gen (4552)
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Medium 9788521616726

CAPÍTULO 3 - Sistema Nacional de Inovação

CARRETEIRO, Ronald P. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Sistema Nacional de Inovação

O Sistema Nacional de Inovação, Ciência e Tecnologia – SNI situa-se como uma rede inteligente de entidades públicas e privadas que têm em comum o interesse contínuo pela inovação e que formulam de forma integrada as atividades de ciência, tecnologia e inovação, caracterizando-se como a base institucional de promoção da C&T e Inovação.

Estamos saindo do paradigma do sistema técnico, definido pela matéria e pela energia, que prevaleceu desde a Revolução Industrial, para um sistema que adiciona uma nova dimensão, o da informação. O novo paradigma integra a ciência e a tecnologia com três atores: a universidade, o setor produtivo e o governo. O eixo da ciência pura está sendo deslocado pela pesquisa científica para a formulação e a implantação de políticas de tecnologia, voltadas para a inovação e a sustentabilidade das organizações e a geração de receitas e impostos para as nações.

Os acadêmicos Pari Patel e Keith Pavitt, em 1994, estabeleceram a primeira classificação dos SNI:

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Medium 9788521618089

Capítulo 12. Processos Decisórios Estratégicos

SWAIM, Robert W. Grupo Gen PDF Criptografado

12

Processos Decisórios Estratégicos

Uma decisão de não fazer nada continua sendo uma decisão.1

Introdução

Drucker definiu o planejamento estratégico “como o processo contínuo de tomar sistematicamente decisões empresariais (assumindo riscos) e com o maior conhecimento de sua futuridade; organizar sistematicamente os esforços necessários para levar adiante essas decisões; e medir os resultados dessas decisões em relação às expectativas através de um feedback sistemático e organizado.”2

Rudy A. Champa também discutiu os processos de tomada de decisão críticos, lidando em primeiro lugar com a estratégia e em segundo com a inovação necessária para o crescimento da empresa. Falou do “desenvolvimento de um projeto estratégico para a futura configuração da empresa, que pode ser usado como um filtro decisório, ajudando a focar os recursos e a determinar escolhas de futuros produtos e mercados”.3 Uma vez que tanto Drucker quanto Champa se concentraram nos processos decisórios como um componente integral do pensamento e planejamento estratégicos, este capítulo inclui algumas das opiniões de Drucker e de outros especialistas sobre o assunto.

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Medium 9788597006292

Parte III - 8 Trabalho de Conclusão do Curso de Administração no Âmbito do Projeto Político-Pedagógico: uma Opção Viável de Incentivo à Pesquisa Científica

ARAGÃO, José Euzébio de Oliveira Souza; ESCRIVÃO FILHO, Edmundo (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Prova Final

Trabalho de

Conclusão do Curso de Administração no Âmbito do

Projeto Político-Pedagógico: uma

Opção Viável de

Incentivo à

Pesquisa Científica

8

Maria Aparecida Bovério

Introdução

Este capítulo tem o objetivo de contribuir com reflexões acerca da elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Administração, implementado no

âmbito do Projeto Político-Pedagógico (PPP) a partir do que estabelece a Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs)4 para o Curso de Administração, Bacharelado e, também, a partir da experiência vivida durante quase 16 anos em uma instituição de ensino superior, situada no interior do Estado de São Paulo, Faculdade de Monte Alto (FAN).

O Trabalho de Conclusão de Curso é uma preocupação constante dos alunos e docentes e tem sido tema de debates e pesquisas em diversas áreas. Entende-se que o TCC deve expressar uma das áreas de interesse do aluno e, por ser o trabalho final que o aluno realiza, encontra-se implícito e explícito o conhecimento adquirido durante o curso e, em especial, o conhecimento oriundo da pesquisa sobre o tema.

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Medium 9788597011722

2 - Contabilidade de Custos (Alberto Manoel Scherrer)

SCHERRER, Alberto Manoel Grupo Gen PDF Criptografado

2

CONTABILIDADE DE CUSTOS

Alberto Manoel Scherrer

2 .1 E le m e n tos c o nc eit uais. Relação da C on tab i li dad e d e Custos c om a

C o n tab i li dade Financ eir a e G er enc ial.

O b j e t i vo, i m p o rtânc ia e finalidad e da

C o n tab i li dade d e Custos

A importância de se estudar o tema denominado “gestão estratégica de custos” é revelada na formação do preço de venda dos produtos, pois, sem se conhecer com exatidão a composição de tal preço (de venda), fica impossível de se estabelecer se o retorno esperado quando da comercialização de tal produto é condizente com as expectativas e, principalmente, com a remuneração do capital investido em determinado projeto e/ou segmento. Além do mais, conhecendo-se com a maior riqueza de detalhes possível a denominada “formação do preço de venda”, poder-se-á gerir seus componentes de forma “individual” ou harmonizando-os, a fim de que se possa, ao final, atender ao mercado consumidor de forma conveniente (foco na qualidade do produto), como também sobreviver no ambiente da livre concorrência.

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Medium 9788522494941

Glossário

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

“Um conhecimento que se afina é uma liberdade que se afirma.”

Oliver de Beauregard

Administração corporativa é uma filosofia de atuação e de estruturação da empresa que consolida o processo de diversificação de negócios e facilita a análise por resultados globais e específicos de cada Unidade Estratégica de Negócio (UEN).

Ambiente é o conjunto de todos os fatores externos à corporação, UEN ou empresa que, de forma direta ou indireta, influencia ou recebe influência da referida organização.

Ameaça é uma força ambiental incontrolável pela empresa, que cria obstáculos para sua estratégia, e que poderá ou não ser evitada, desde que reconhecida em tempo hábil.

Área estratégica de negócio (AEN) é uma parte ou segmento de mercado com o qual a empresa, através de suas UEN, relaciona-se de maneira estratégica, ou seja, de forma otimizada.

Autoridade é o poder estabelecido de decidir, de dar ordens, de requerer obediência ou de fazer um trabalho que foi designado.

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Grupo A (1965)
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Medium 9788582603673

Capítulo 3 – Influências culturais sobre a tomada de decisão do consumidor

Michael R. Solomon Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3 Influências culturais sobre a tomada de decisão do consumidor

Objetivos do capítulo

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá compreender por que

1. A cultura é a personalidade de uma sociedade.

2. Nossos valores culturais mais profundamente arraigados ditam os tipos de produto e serviço que procuramos ou evitamos.

3. Distinguimos entre alta cultura e baixa cultura.

4. Muitas empresas modernas são engenheiras da realidade.

5. Mitos são narrativas que expressam os valores de uma cultura e, nos tempos modernos, as mensagens de marketing transmitem esses valores aos membros dessa cultura.

6. Várias de nossas atividades de consumo – como observância de feriados, cuidados com a aparência e oferecimento de presentes – são rituais.

7. Descrevemos os produtos como sagrados ou profanos e não é incomum alguns produtos se deslocarem entre essas duas categorias.

8. Os produtos bem-sucedidos em uma cultura podem ser malsucedidos em outra se as empresas não conseguirem compreender as diferenças entre os consumidores de cada lugar.

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Medium 9788580556100

Capítulo 23 - O risco do crédito e o valor da dívida corporativa

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

PARTE VII  Financiamento por dívida

23

O risco do crédito e o valor da dívida corporativa

N

ossa primeira análise de como avaliar obrigações foi feita no

Capítulo 3. Explicamos, naquele momento, o que os dealers de obrigações querem dizer quando se referem a taxas de juros à vista e a rendimentos até o vencimento. Discutimos as razões pelas quais as obrigações de curto e de longo prazo podem oferecer diferentes taxas de juros e por que os preços das obrigações de longo prazo são os mais afetados por alterações nas taxas de juros. Examinamos a diferença entre taxas de juros nominais e reais

(ajustadas pela inflação), e vimos como as taxas de juros reagem a mudanças sob as perspectivas de uma inflação.

Todas as lições extraídas do Capítulo 3 são válidas tanto para obrigações governamentais como das empresas, mas há uma distinção essencial entre elas. Quando um governo contrai um empréstimo, você pode ficar razoavelmente confiante de que a dívida será reembolsada integralmente e no devido tempo, mas não é isso que acontece com a dívida das empresas. Examine, por exemplo, a Figura 23.1. É possível ver que, em 2009, logo após a crise financeira, a dívida de empresas em situação de inadimplência atingiu o montante recorde de $330 bilhões. Os detentores de obrigações estão conscientes do perigo de não recuperarem o seu dinheiro e, por isso, exigem um retorno mais elevado.

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Medium 9788577802005

Capítulo 14. Como Lidar com os Desafios do Treinamento

Jeffrey K. Liker Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

Como Lidar com os

Desafios do Treinamento

14

Ninguém disse que seria fácil

O processo do treinamento foi detalhado nos Capítulos 12 e 13. Não resta dúvida de que o treinamento requer grande esforço e disciplina, que consome muito tempo para gerar os resultados esperados. Se tudo sair conforme o manual, este treinamento acabará por se tornar uma experiência maravilhosa a todos os envolvidos, abrindo as portas para o desempenho confiável e repetível que eleva os gestores da qualidade a seu nirvana particular. Porém, este processo nem sempre é direto, nem sempre temos todo o tempo de que precisamos. Não existe um “mundo perfeito”.

Neste capítulo, discutiremos alguns dos desafios especiais do treinamento freqüentemente encontrados no caminho. O TWI chama estes desafios de “problemas especiais da instrução” e apresenta uma breve discussão de como lidar com estes problemas durante as aulas da Instrução de Trabalho. A Toyota dá mais ênfase a estas situações, pois têm relevância direta com o trabalho tal como executado na empresa. Acreditamos que aquilo que o TWI chama de problemas “especiais” são a condição normal, e não exceção, e por isso expande a discussão do assunto.

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Medium 9788577807574

6. Assassino Número 5: Os Acadêmicos

Herzlinger, Regina Grupo A PDF Criptografado

Assassino Número 5:

Os Acadêmicos

Morte nas Mãos dos

Formuladores de Políticas da Elite

A

Capítulo

6

comunidade acadêmica que analisa as políticas de saúde pública também matou Jack Morgan. Sim, é claro que eles cometem o pecado acadêmico normal do pedantismo irrelevante, fazendo, por exemplo, críticas ridículas aos trabalhos uns dos outros onde observam que o autor deixou de mencionar o

último artigo do resenhista. O impacto dessas críticas narcisistas sobre nosso sistema de saúde é mínimo.

Ainda assim, os acadêmicos tiveram uma influência negativa importante sobre os agentes que deveriam nos representar. Suas vozes estão em toda parte. Eles não são ouvidos apenas em revistas acadêmicas; também estão na grande imprensa, quando esta procura “especialistas” para explicar as complexidades do mundo da saúde. E como existem pouquíssimas informações disponíveis sobre os resultados dos serviços de saúde, os especialistas se transformam em Oráculos de Delfos, interpretando eventos obscuros para o público.

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Medium 9788563308146

Capítulo Cinco. O processo e os custos de produção

Michael R. Baye Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO CINCO

O processo e os custos de produção

Objetivos didáticos

Ao final deste capítulo, você poderá:

• Responder à pergunta da manchete.

• Justificar caminhos ou formas alternativas de mensurar a produtividade dos insumos e o papel dos gestores no processo de produção.

• Determinar a demanda por insumos e as combinações destes que minimizem os custos para certas funções de produção e utilizar as análises isoquanta/isocusto para ilustrar a substituição ótima de insumos.

• Derivar uma função de custo de uma função de produção e explicar como os custos econômicos diferem dos custos contábeis.

• Explicar a diferença entre a relevância econômica dos custos fixos, dos custos irrecuperáveis, dos custos variáveis e dos custos marginais.

• Calcular custos médios e marginais por meio de dados de custos algébricos ou organizados em tabela e ilustrar a relação entre os custos marginais e médios.

• Distinguir entre decisões de produção de curto prazo e de longo prazo e ilustrar seus impactos sobre os custos e economia de escala.

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Empreende (10)
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Medium 9788566103205

8. Economia Circular e as Práticas Verdes

YUH CHING, Hong Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 108 |  

8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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Medium 9788566103205

4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

YUH CHING, Hong Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 50 |  

4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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Medium 9788566103205

10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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Medium 9788566103205

1. Administração da Produção e Operações: Uma Visão Estratégica

YUH CHING, Hong Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração da Produção e

Operações:

Uma Visão

Estratégica

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 12 |  

1. ��Administração da Produção e

Operações: Uma

Visão Estratégica

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Conceituar a administração da produção e operações.

• Identificar as principais decisões operacionais de uma empresa.

• Representar um processo produtivo por meio do modelo input-output.

• Compreender a estratégia operacional de uma empresa.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Administração da Produção e Operações e as

Decisões Operacionais

A administração da produção e operações diz respeito à forma como as empresas produzem seus produtos e prestam seus serviços. Todo produto que compramos – uma cerveja, um carro ou uma residência – possui uma operação desenha-

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Medium 9788566103205

2. Registro e Análise de Processos

YUH CHING, Hong Empreende PDF Criptografado

Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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Editora Saraiva (885)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547208158

2 . 3 I D E N T I F I C A Ç Ã O D O P R O B L E M A O U D A OPORTUNIDADE

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

grande perda percentual de participação no mercado etc.) que influenciem o trabalho em andamento. Assim, o analista de negócios deverá rever as necessidades e as decisões tomadas anteriormente, para garantir que ainda sejam válidas, conforme as tendências dos negócios.

A avaliação das necessidades envolve a análise das lacunas – técnica descrita no subitem 2.4.7, Identificação de lacunas nas capacidades organizacionais, neste capí­tulo –, que compara o desempenho real de uma organização ao desempenho esperado ou desejado. Grande parte da análise efetuada durante a avaliação das necessidades é, então, utilizada para o desenvolvimento de um business case. A avaliação das necessidades e o business case definem a base para que se determinem os objetivos do projeto e servem como referência para o termo de abertura do projeto.

Quando a avaliação das necessidades é ignorada, a análise torna-se, muitas vezes, insuficiente para a compreensão adequada das necessidades do negócio. Assim, o analista de negócios procede à avaliação das necessidades para ajudar a organização a compreender, com mais detalhes, um problema ou uma oportunidade de negócio e, com isso, garantir que o problema seja, de fato, resolvido. Se a avaliação formal das necessidades for desprezada, a solução resultante não conseguirá, em muitos casos, resolver o problema de negócio subjacente ou, ainda, não resolverá completamente o problema; essa situação também pode levar à oferta de soluções desnecessárias ou que contenham funcionalidades dispensáveis.

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Medium 9788547217464

Respostas

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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Medium 9788547208301

7.7 Integração da responsabilidade social por toda organização

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

recomenda que a organização adote voluntariamente os padrões das legislações avançadas.

• Princípio da gestão do risco ambiental: convém que a organização implemente programas baseados em uma perspectiva de risco com vistas a avaliar, evitar, reduzir e mitigar riscos e impactos ambientais decorrentes de suas atividades. Se a organização criou e mantém um sistema de gestão ambiental conforme os requisitos da norma ISO 14001, esse princípio certamente estará atendido.

• Princípio do poluidor-pagador: também constante na Declaração do Rio de

Janeiro de 1992, o seu enunciado conforme a norma é o seguinte: convém que a organização arque com os custos da poluição causada pelas suas atividades de acordo com a extensão do impacto causado à sociedade e a ação corretiva exigida ou na medida em que ultrapasse um nível aceitável.

• Princípio da precaução: este princípio consta da Declaração do Rio de

Janeiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, comentada no Capítulo

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Medium 9788547215811

2.6 INTEGRAÇÃO DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Editora Saraiva PDF Criptografado

Visto que os conflitos têm uma relação direta com o desempenho do

canal de distribuição, podemos concluir a importância do julgamento do poder nas relações entre os membros do canal de distribuição.

2.5.5.3 Gestão e resolução dos conflitos

A seguir citamos algumas das ações que podem ser levadas a cabo para resolver os conflitos do canal.

• Reorientação dos objetivos: sempre que os conflitos estiverem na

fase inicial é possível solucioná-los se os membros do canal, agindo conjuntamente, reorientarem seus objetivos no sentido de uma harmonização.

• Troca de pessoal entre os membros do canal: uma ação possível é a troca de funcionários entre os membros do canal no sentido

vertical, permitindo uma recíproca e melhor visão dos problemas.

• Diplomacia: por analogia com as relações internacionais, “enviados” ou “embaixadores” procuram resolver os conflitos utilizando métodos diplomáticos.

• Mediação: trata-se de recorrer a uma terceira parte, que, sendo uma referência, consiga levar as outras duas a resolver o conflito.

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10.4 Incoterms

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

160  economia internacional

10.3 Divisão do território aduaneiro

O território aduaneiro está contido em todo o território nacional, mas, para fins de serviços aduaneiros, é dividido em zona primária e zona secundária.

10.3.1 Zona primária

Compreende as faixas internas de portos, aeroportos, recintos alfandegados da fronteira terrestre, bem como áreas onde se efetuam operações de carga e descarga de mercadorias, ou embarque e desembarque de passageiros, procedentes ou destinados ao exterior. Esse território compreende pátios, armazéns, terminais e outros locais destinados à movimentação de cargas, bem como o depósito de mercadorias importadas ou destinadas à exportação – área ocupada pelos portos e aeroportos alfandegados e

áreas de livre comércio, como a zona de processamento de exportação (ZPE).

10.3.2 Zona secundária

Compreende o restante do território aduaneiro, onde estão incluídas águas territoriais e o espaço aéreo. Nesse sentido, os recintos alfandegados na zona secundária são os entrepostos aduaneiros, depósitos, terminais ou outras unidades destinadas ao armazenamento de mercadorias importadas ou destinadas à exportação. No entanto, as mercadorias devem movimentar-se ou permanecer sob controle aduaneiro.

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