Manole (134)
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Medium 9788520430972

Anexo 1 – Formulário de Informações Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 1

Formulário de Informações

Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES PRELIMINARES

1. Como surgiu a ideia de montar a empresa?

2. Por que procurou a Incubadora de Empresas?

3. De onde vem o desejo de ser dono de seu próprio negócio?

4. Quem são os sócios da empresa? Por que eles foram escolhidos?

5. Quais são os propósitos iniciais da empresa, ou quais eram na época da fundação?

(público-alvo que se pretende atingir, necessidades a serem atendidas etc.)

Book 1.indb 239

1/13/16 15:05

240

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

6. Como as oportunidades de negócio foram identificadas? (por meio de pesquisas de mercado, observações dos sócios, conversas com clientes potenciais etc.)

7. Quais fatos foram importantes no desenvolvimento da empresa? (aquisição de equipamentos, lançamento de produtos, parcerias com instituições, participação em feiras, incorporação de outras empresas, participação em eventos, clientes importantes conquistados etc.)

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Medium 9788520435816

Considerações finais

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

Considerações finais

Evento é uma atividade econômica e social que surgiu praticamente com a civilização humana e que caminha paralelamente a ela, adquirindo características representativas de cada período da nossa história, até chegar aos tempos modernos e à forma como é conhecida hoje.

A atividade eventos, como é tratada atualmente em todas as suas fases, desde a concepção da ideia, o planejamento e a organização, a realização, a avaliação e o encerramento, representa um grande estímulo para a economia de uma localidade. Isto é, envolve um grande número de agentes econômicos, o que dinamiza e incrementa as atividades econômicas, ocasionando:

ÊÊ

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ÊÊ

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Aumento de receita;

Aumento do número de empregos (diretos e indiretos);

Criação de novas profissões;

Ampliação da arrecadação de impostos;

Melhora na capacitação de mão de obra empregada no setor;

Redistribuição da renda individual, local e regional;

Outros.

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Medium 9788520431092

3. Planejamento e organização de eventos de dança

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

3

PLanejamento e organização de eventos de dança

Maria José Giaretta e Wolnei Macena1

“A dança acorda as pessoas.”

Bejart

Introdução

A ideia de que turismo cultural restringe-se à visita de museus e edificações históricas é comum, embora o diagnóstico do Plano Nacional de Turismo referente a esse assunto evidencie, em sua análise, a diversidade cultural brasileira como um ponto forte e um componente importante de nossa oferta turística diferencial.

Dentro dessa riqueza, o Brasil apresenta uma série de eventos de dança que, em certos casos, já estão sistematizados nos calendários de eventos de algumas localidades, como o Festival de Dança de Joinville e o Congresso Mundial de Salsa – denominado agora Semana Latina, que apresenta salsa, samba, zouk, dança esportiva e tango, e que atraiu, em 2009, 5 mil pessoas2. No entanto, não se conhece ainda a real importância do universo da dança no país, ou se ainda é apresentada nos calendários apenas a dança clássica, desconsiderando as demais modalidades.

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Medium 9788520433256

1. Empreendedorismo: fatores de sucesso e fracasso

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

1

Empreendedorismo: fatores de sucesso e fracasso

Objetivos deste capítulo

Definir empreendedor.

Comentar as características comportamentais do empreendedor.

Apresentar a escada do empreendedor e apontar caminhos para subi-la.

Comentar a biografia de alguns empreendedores referenciais.

Testar o leitor quanto ao seu perfil empreendedor.

O que significa empreendedorismo?

Definindo da forma mais simples, empreendedorismo significa executar, pôr em prática ou levar adiante uma ideia, com a intenção de atingir objetivos e resultados. Definindo tecnicamente, empreendedorismo é a área do conhecimento dedicada a estudar os processos de idealização de empreendimentos, destacando tanto o valor de uma ideia como a sua capacidade de agregar valor ao que já existe (produto e processo).

Você pode considerar que irá tratar do empreendedorismo em uma das três situações a seguir:

3

Book 2.indb 3

5/30/14 6:48 PM

Iniciar uma nova empresa partindo de uma ideia inovadora, com a responsabilidade de levá-la desde os estudos de viabilidade, passando pela implantação, criação de valor, para que possa desenvolver uma operação autossustentável e geradora de resultados.

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Medium 9788520435816

Lista de abreviaturas

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

Lista de abreviaturas

ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagens

ABBTUR – Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo

Abeoc – Associação Brasileira das Empresas de Eventos

Abraccef – Associação Brasileira de Centros de Convenções, Exposições e Feiras

ACT – Atividades Características de Turismo

AIPC – Association Internationale des Palais de Congrès

Ascom – Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Bacen – Banco Central do Brasil

BIE – Bureau International des Expositions

CBTUR – Congresso Brasileiro de Turismo

Cocal – Federação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da

América Latina

COI – Comitê Olímpico Internacional

CVB – Convention and Visitors Bureau

DPF – Departamento de Polícia Federal

Ecad – Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

xxii

II

Organização de eventos

Embratur – Empresa Brasileira de Turismo (até 1992), depois Instituto

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Grupo Gen (4492)
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Medium 9788522466535

1 Introdução ao Ambiente da Contabilidade

TINOCO, Eduardo Prudêncio Tinoco; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução ao Ambiente da

Contabilidade

“Não há senão um mestre, a natureza.”

Leonardo da Vinci

Neste capítulo, apresentaremos uma breve digressão histórica da Contabilidade, desde os tempos em que o homem primitivo necessitou de registros e de informações para conhecer seu patrimônio, que sempre foi o objeto central da

Contabilidade. O surgimento do comércio, que floresceu em cidades italianas das Idades Média e Moderna, contribuiu sobremaneira para o surgimento da

Contabilidade, em base científica, passando pelos descobrimentos marítimos, empreendimentos nos quais navegadores portugueses e espanhóis se envolveram, desembocando na Revolução Industrial.

Empreendida por ingleses, alemães e franceses nos séculos XVIII e XIX, a Revolução Industrial abriu novos horizontes para a humanidade, com a implantação da indústria em larga escala, bem como da ferrovia, inicialmente, e posteriormente outros meios de transporte. Integrou países e continentes (Europa), além de outros empreendimentos de porte, que por sua complexidade, pelos capitais investidos, e pela demanda de informação exigiram e exigem uma Contabilidade que atenda basicamente aos interesses decisoriais de seus usuários, os stakeholders.

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Medium 9788597021134

6 Índices de Atividade

Marion, José Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

EMPRESAS MAIS

No ranking das 1.500 maiores companhias do Brasil, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Ambev foi a segunda colocada. Veja a reportagem:

“Segunda colocada no ranking CIE (Coeficiente de Impacto Estadão) de grupos, a Ambev atua essencialmente no segmento de alimentos e bebidas. Dona de 40 marcas, sendo 26 de cervejas, a empresa aposta na gerência do próprio negócio e se mantém concentrada na produção e apresentação da bebida. Houve uma reformulação das principais marcas, com Skol, que agora tem a embalagem da long neck transparente. ‘Buscamos aumentar ainda mais a diferenciação de nossas marcas entre si e no mercado. Para isso, evoluímos o design gráfico, os materiais e os formatos de embalagem’, afirma Fernando Tennenbaum, vice-presidente de Relações com Investidores da Cervejaria Ambev.

Entre os resultados, está o crescimento para 29% na participação das garrafas de vidro retornáveis vendidas no varejo, que inclui supermercados, minimercados e pequenos comércios, excluindo bares e restaurantes. O aumento foi puxado pelas garrafas ‘mínis’, de 300 ml, carro-chefe do formato. Segundo Tennenbaum, a marca Brahma Extra superou o desempenho do segmento na indústria. As cervejas premium, como Budweiser, Stella Artois e Corona, fecharam o ano representando mais de 10% do volume total de cerveja vendido pela companhia no País. ‘Só a Budweiser teve um crescimento de mais de 30% no quarto trimestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano anterior’, ressalta o executivo.

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Medium 9788597014105

3 - Ambientes de Controles Internos

PIZO, Frank Grupo Gen PDF Criptografado

3

AMBIENTES DE CONTROLES

INTERNOS

Objetivos de Aprendizagem

O propósito do capítulo Ambientes de Controles Internos é apresentar os ambientes de Controles Internos passivos, sua estruturação e avaliação, considerando o ambiente corporativo, o ambiente de negócios e o ambiente de TI para uma adequada estrutura de Controles Internos, a interação entre esses ambientes existentes e as particularidades da sua aplicação.

O Ambiente de Controle define como as atividades são estruturadas e executadas para o alcance dos objetivos da empresa. Um Ambiente de Controle adequado proporciona transparência nas operações da organização.

A.S. No 5 – An Audit of Internal Control Over Financial Reporting That is Integrated with an Audit of Financial Statements

25. Control Environment. Because of its importance to effective internal control over financial reporting, the auditor must evaluate the control environment at the company.1 (Auditing Standard 5 – parágrafo 25)

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Medium 9788521616757

Capítulo 7. Decisões no Setor Público

PEREIRA, Maria José Lara de Bretas; FONSECA, João Gabriel Marques Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

1

Decisões no Setor Público

7.1 DESAFIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NUM

MOMENTO DE MUDANÇA DE PARADIGMAS

Uma reflexão sobre o processo decisório na administração pública brasileira, em um momento de mudança de paradigmas, merece uma breve resenha histórica, no sentido de tornar claras as características do modelo atual.

A primeira tentativa sistemática de modernização da administração pública brasileira aconteceu na década de 1930, através do conhecido esforço do DASP – Departamento de Administração do Serviço Público de promover uma reforma administrativa de abrangência e magnitude significativas. Os fundamentos teóricos e operacionais do modelo apregoavam o fortalecimento do poder central como estratégia para a melhoria dos padrões então vigentes no país e no mundo.

Nas décadas de 1950 a 1970, principalmente durante os governos de

Juscelino Kubitschek e Castelo Branco, pôde-se observar um novo enfoque centrado no direcionamento das estruturas públicas como insumos ao

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Medium 9788521618461

Parte I. Capítulo 6. Conflito e Negociação

MEREDITH, Jack R.; MANTEL, Samuel J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

CONFLITO E NEGOCIAÇÃO

Conforme observamos no Cap. 5, o processo de planejamento de um projeto normalmente envolve a participação de diversas pessoas. Mesmo que o projeto seja simples e de pequena envergadura, seu planejamento envolve a interação de praticamente todos os aspectos referentes às rotinas operacionais e aos colaboradores envolvidos. É virtualmente impossível que tal interação aconteça sem que ocorram conflitos, sendo que na ocorrência de um conflito é de grande ajuda se proceder à solução definitiva ou parcial do mesmo, caso existam métodos aceitáveis que possam ser utilizados para este fim.

Este capítulo representa algo como um degrau percorrido em nosso progresso dentro do ciclo de vida do gerenciamento de um projeto, sendo este o princípio organizacional deste livro. O planejamento de um projeto deveria ser normalmente seguido de um planejamento orçamentário e do desenvolvimento do mesmo. Porém, durante o processo de planejamento surge a necessidade de se utilizar um meio racional para enfrentar os conflitos interpessoais e entre os grupos envolvidos. Os assuntos discutidos neste capítulo têm impacto direto no processo de planejamento de um projeto, sendo que o impacto ocorre de maneiras que não são óbvias até que tanto o processo de planejamento como seus resultados sejam perfeitamente compreendidos.

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Grupo A (1940)
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Medium 9788580551044

7. Análise de custos

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

7

análise de custos

Custos registram simplesmente atrações concorrentes.

Frank Knight

Risk, Uncertainty and Profit (1921)

Onde quer que haja produção, os custos a seguem como uma sombra. As empresas têm de pagar pelos seus fatores produtivos: parafusos, solventes, softwares, esponjas, secretárias e estatísticos. As empresas lucra‑ tivas estão cientes desse simples fato quando estabele‑ cem as suas estratégias de produção, uma vez que qual‑ quer dólar gasto em custos desnecessários reduz os lucros da empresa em igual montante.

Mas o papel dos custos vai muito além da influência na produção e nos lucros. Os custos afetam a escolha dos insumos, as decisões de investimento e mesmo a decisão de manter, ou não, a atividade. É mais barato contratar um novo trabalhador ou pagar hora extra?

Construir outra fábrica ou expandir a antiga? Investir em equipamento no país ou terceirizar a produção no exterior? As empresas precisam escolher métodos de produção que sejam os mais eficientes e que produzam ao custo mínimo.

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Medium 9788580556100

Capítulo 23 - O risco do crédito e o valor da dívida corporativa

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

PARTE VII  Financiamento por dívida

23

O risco do crédito e o valor da dívida corporativa

N

ossa primeira análise de como avaliar obrigações foi feita no

Capítulo 3. Explicamos, naquele momento, o que os dealers de obrigações querem dizer quando se referem a taxas de juros à vista e a rendimentos até o vencimento. Discutimos as razões pelas quais as obrigações de curto e de longo prazo podem oferecer diferentes taxas de juros e por que os preços das obrigações de longo prazo são os mais afetados por alterações nas taxas de juros. Examinamos a diferença entre taxas de juros nominais e reais

(ajustadas pela inflação), e vimos como as taxas de juros reagem a mudanças sob as perspectivas de uma inflação.

Todas as lições extraídas do Capítulo 3 são válidas tanto para obrigações governamentais como das empresas, mas há uma distinção essencial entre elas. Quando um governo contrai um empréstimo, você pode ficar razoavelmente confiante de que a dívida será reembolsada integralmente e no devido tempo, mas não é isso que acontece com a dívida das empresas. Examine, por exemplo, a Figura 23.1. É possível ver que, em 2009, logo após a crise financeira, a dívida de empresas em situação de inadimplência atingiu o montante recorde de $330 bilhões. Os detentores de obrigações estão conscientes do perigo de não recuperarem o seu dinheiro e, por isso, exigem um retorno mais elevado.

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Medium 9788577260669

39. Arcadian Microarray Technologies, Inc.

Bruner, Robert F. Grupo A PDF Criptografado

CasO

39

Arcadian Microarray Technologies,

Inc.

Em agosto de 2005, as negociações por um investimento em private equity na Arcadian

Microarray Technologies, Inc. pela Sierra Capital Partners estavam prestes a se encerrar. Os donos da Arcadian, que também eram seus executivos, propuseram a venda de 60% da participação acionária à Sierra Capital por $ 40 milhões. Os ganhos com a venda seriam utilizados para financiar o crescimento da empresa. O estudo cauteloso que a Sierra Capital havia feito sobre a Arcadian revelou uma oportunidade de investimento de alto risco extremamente promissora. Cabia a Rodney Chu, diretor-gerente da Sierra Capital, negociar o preço e os termos do investimento. Chu pretendia basear sua estratégia de negociação em uma avaliação do valor econômico da Arcadian e estruturar os interesses da Sierra Capital e dos gerentes da Arcadian para criar os melhores incentivos para a estimativa do valor.

A análise de Chu havia se concentrado em uma previsão financeira dos fluxos de caixa do investimento. Os passos finais seriam estimar um valor terminal para a empresa (também chamado de continuing value) e descontar os fluxos de caixa e o valor terminal do valor atual.

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Medium 9788577800148

CAPÍTULO 17 - PLANEJAMENTO DE MARKETING

Cooper, Chris Grupo A PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresentamos uma estratégia de planejamento de marketing do turismo, em que o plano de marketing representa um guia estruturado para a ação. Como tal, funciona como método sistemático de coleta de dados, análise e definição de objetivos, na lógica mais apropriada para uma organização, um distribuidor ou um produto de destino. Se quisermos que um plano de marketing seja aceito por todos os envolvidos, a sua montagem deve envolver todos os níveis pessoais. Isto porque os planos de marketing, para terem sucesso, requerem um envolvimento da organização como um todo.

O plano deve refletir a natureza dinâmica do mercado e, como tal, ser pensado como uma folha solta de um arquivo, e não como uma gravação em uma placa de pedra. Isso significa que o plano funciona como um documento de trabalho que pode ser atualizado ou modificado para levar em conta oportunidades novas, desafios ou situações problemáticas inesperadas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

O planejamento de marketing é crucial para a sobrevivência de uma organização em um ambiente que é volátil e imprevisível. Neste capítulo, portanto, analisamos todos os aspectos do planejamento de marketing, para garantir que, ao final, o leitor seja capaz de:

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Medium 9788540701403

Capítulo 12 - Sistema de métricas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Sistema de métricas

Existem três tipos de economistas: os que sabem contar e os que não sabem.

— Anônimo

Modelando o desempenho da empresa

Para compreender melhor os fatores que contribuem para o sucesso da empresa, gestores e analistas costumam decompor o retorno sobre ativos (RSA) no produto de dois quocientes, cada um deles refletindo um aspecto diferente do negócio. Uma abordagem popular para esta decomposição é o Modelo da DuPont.

RSA =

Lucro Líquido

Vendas

Vendas

*

Ativos

O primeiro quociente neste modelo simplificado DuPont é chamado de margem de lucro ou retorno sobre vendas. Ele mede até que ponto cada dólar de vendas é lucrativo. A partir do momento em que criam produtos que os clientes valorizam, que reivindicam esse valor com uma precificação inteligente, reduzem custos ao prestar atenção a custos de produção e de canal e otimizam seus gastos em marketing, os profissionais de marketing podem aumentar o retorno sobre vendas. O segundo quociente no Modelo DuPont é conhecido como volume de ativos. Pode-se pensar no volume de ativos como a quantidade de dólares de vendas que cada dólar de ativos gera. Aqui o trabalho dos profissionais de marketing é ainda mais concentrado – na geração de dólares de vendas, mas voltado para gerenciar ativos como estoque e recebíveis capturados no denominador.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547212551

4.1 Perspectiva histórica

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Crise do Japão

4.1 Perspectiva histórica

4.1.1 Barbarians at the gate

O início deste capítulo é semelhante ao da China, que será apresentado no Capítulo 6. A escolha não foi por acaso. Assim como a China, outras potências procuraram estender seus domínios e obrigar o Japão a abrir suas fronteiras para o comércio marítimo. Rompendo anos de isolacionismo do período de xogunato de Tokugawa

(1603-1867), caracterizado por uma ditadura militar feudal socialmente hierarquizada, as nações mais desenvolvidas ampliavam sua presença militar em alguns países asiáticos. Na primeira metade do século XIX, americanos, britânicos e russos enviaram expedições ao Japão tentando persuadi-lo a abrir seus portos, mas o governo de

Edo (atualmente Tóquio) manteve-se firme. Em 1853, o comandante Mathew Perry, com sua frota de navios, aportou na baía de Tóquio. Após entregar às autoridades uma carta do então presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce, demandando a abertura dos portos, retirou-se para a região de Okinawa, onde ficaria até o próximo ano no aguardo do posicionamento do governo de Edo.

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Medium 9788547210250

13.2 Operações do comprador

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPíTULO 13

Operações com mercadorias

13.1 Considerações gerais

As operações com mercadorias devem ser registradas contabilmente em contas apropriadas, permitindo elaborar as demonstrações financeiras com plena correção. Esses registros obedece­ rão ao sistema de controle de estoques adotado pela empresa, ou seja, periódico ou permanente.

A seguir apresentaremos separadamente os registros a serem efetuados na contabili­ dade do comprador e na do vendedor.

13.2 Operações do comprador

13.2.1 Compras de mercadorias

O custo unitário de determinado tipo de mercadoria é obtido dividindo o valor total das compras

(incluindo seguros e fretes e excluindo os impostos recuperáveis) pela quantidade adquirida.

Exemplo: compra de mercadorias por $ 100.000 com ICMS de $ 17.000.

ESCRITURAÇÃO

1. Adotando o sistema de inventário permanente a) da compra de mercadorias:

D

D

C

Estoques de Mercadorias

Conta-Corrente do ICMS (ou ICMS a Recuperar)

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Medium 9788547214982

2.4 Confi ança como estilo de gestão

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

paciente, resta ao segundo confiar que o primeiro não agirá de forma oportunista, porque tem interesse em preservar essa reputação. O mesmo ocorre com juízes, policiais e outras profissões que gozam de reputação institucional.

2.4

Confiança como estilo de gestão

Existem três importantes variáveis na formação dos estilos de gestão: 1) o comportamento da alta liderança expresso em suas decisões e expressões verbais e não verbais; 2) a aplicação de sistemas de incentivos (salários, benefícios e nível de autonomia sobre o uso de recursos) e a aplicação do sistema de consequências

(premiações e punições); e 3) a filosofia administrativa e a cultura da empresa. A ênfase sobre determinados fatores revela os valores praticados na organização. As preferências pela adoção de um estilo de gestão em detrimento de outro é o resultado de escolhas.

Figura 2.2

Formação do estilo de gestão

Comportamento das lideranças

Aplicação do sistema de incentivos e consequências

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Medium 9788547208189

6 . 2 GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS NO CONTEX TO DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Gerenciamento da mudança no contexto do gerenciamento de projetos

6 .1 V I S Ã O GER AL

Este capítulo aborda como o gerenciamento de mudanças impacta o gerenciamento e os resultados dos projetos, e ajuda a definir, planejar, obter recursos e monitorar atividades críticas de gerenciamento de mudanças como parte dos planos do projeto. Ainda, revisa os fatores mais importantes a serem considerados para uma mudança bem-sucedida por meio de projetos, que são:

■ mudança que é razoável, mensurável e capaz de ser mantida durante um longo período;

■ planejamento cuidadoso para abordar os riscos em um ambiente de mudança instável e as limitações no controle desses riscos;

■ capacidade da equipe para realizar e integrar todas as atividades de apoio que impactam a entrega dos benefícios do projeto;

■ importância e desafios de comunicação, participação das partes interessadas e monitoramento/resposta à potencial resistência;

■ monitoramento proativo, ajustando e reformulando os planos do projeto para otimizar os resultados pretendidos;

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Medium 9788547217945

4.2 O texto empresarial até 1980

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Objetividade

4.1 A objetividade e o texto empresarial

Neste capítulo, veremos quais procedimentos devemos seguir para tornar o tex‑ to empresarial mais direto e objetivo. Antes disso, no entanto, vamos conhecer a mudança pela qual esse tipo de texto começou a passar na década de 1980.

4.2 O texto empresarial até 1980

Na cultura brasileira, até meados da década de 1980, o texto empresarial sofria influência do discurso político, valorizando as construções mais prolixas, com vo‑ cabulário sofisticado e frases rebuscadas.

EXEMPLO DE TEXTO ANTIQUADO

Prezados senhores,

Pedimos gentilmente, por meio desta, a fineza de nos fornecer informa‑

ções relativas à idoneidade moral e capacidade profissional do sr. Péricles

Gordinho, candidato a fazer parte do nosso quadro de empregados e que for‑ neceu sua empresa como fonte de referências, por já haver sido funcionário dessa tradicional organização.

Sendo só o que se apresenta para o momento, renovamos nossos votos de estima e consideração.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520427095

Capítulo 14 - Potencial turístico do Brasil

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

14 Potencial turístico do Brasil

Maria Carolina Ruas Vernalha

Zysman Neiman

Introdução

Um dos atrativos principais do turismo é a paisagem da localidade a ser visitada, o poder de atração visual que esta pode exercer sobre as pessoas, acentuando seu imaginário e atraindo-as ao contato presencial. O apelo imagético que tanto atrai o visitante reflete a ideia de “paraíso” que a natureza representa, um local perfeito, edênico e distante de sua realidade. Dessa forma, o turismo apresenta-se como uma oportunidade de resgate do “paraíso perdido” pela civilização, o local ideal e remoto, mas que agora pode ser re-encontrado por meio de uma experiência pessoal e

única. O indivíduo se aproxima de tudo o que lhe falta nas cidades, na casa e no trabalho: a “sensação do novo” ao percorrer uma trilha em meio a animais e plantas desconhecidos, a emoção de nadar

Potencial turístico do Brasil

em um rio e a ilusória sensação de “volta às suas raízes”, sem obrigações, prazos e regras, tudo remete ao prazer que a viagem proporciona.

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Medium 9788520431993

19. Competitividade e inovação em turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

19

Competitividade e inovação em turismo

ROSANA MARA MAZARO

A L E X A N D R E PA N O S S O N E T T O

Introdução

Quando da virada do século, o imperativo competitivo para todos os setores pro‑ dutivos foi resumido no livro de Trout (2000), que profetizava já em seu título: Dife‑ renciar ou morrer. Hoje, após uma década de transição e de transformação no contex‑ to competitivo, parece que se pode atualizar a profecia, ou ao menos a primeira sentença, ao apontar como o mais recente imperativo a dicotomia: inovar ou morrer.

A busca pela inovação tem se apresentado como o principal desafio para todos os setores econômicos (Porter e Ketels, 2003), entre os quais, e seguramente um dos mais importantes, o turismo, com toda sua pujança e força, especialmente no que diz respeito às transformações da dinâmica e fluxos de territórios e localidades.

O ambiente de turbulência no cenário dessas transformações foi definido por

Pine e Gilmore (1999) como a Economia da Experiência, onde os produtos, os servi‑

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Medium 9788520456088

5. Atualização da avaliação de riscos

Jodrian Freitas Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

ATUALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO

DE RISCOS

Nada é permanente, exceto a mudança.

Heráclito

Depois de todo o trabalho realizado para identificar perigos, avaliar riscos

e controles existentes e planejar a implementação de medidas de controle adicionais, a operadora deve atualizar essas informações sempre que possível.

A necessidade de atualizar o inventário de perigos e riscos pode ser proveniente de duas situações principais: monitoramento das operações e introdução de mudanças.

MONITORAMENTO

O monitoramento das operações consiste nas atividades desenvolvidas para verificar se os resultados estão sendo obtidos conforme previsto. Para a gestão de riscos, refere-se ao acompanhamento (qualitativo e/ou quantitativo) para determinar se a classificação dos riscos ou a eficácia de controles permanece inalterada ou precisa ser revista.

A classificação dos riscos pode ser alterada se a probabilidade inicial se revelar diferente na prática. Por exemplo, um risco de queda pode ter sido considerado raro (ou seja, ocorrer somente em circunstâncias excepcionais, conforme explicitado na Tabela 6), mas incidentes, ainda que não

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Medium 9788520428641

2 – Organização na perspectiva das tarefas

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Organização na perspectiva das tarefas

Tópicos deste capítulo a A obra de Taylor a A obra dos engenheiros da Administração Científica a Implicações da perspectiva de tarefas

A teoria das organizações (TO) começou por baixo, pelas bordas e pelos detalhes. Surgiu a partir do estudo do trabalho de operários no chão da fábrica. As primeiras noções sobre as organizações tiveram seu início com a perspectiva das tarefas executadas pelas pessoas da organização.

Ainda não se vislumbrava a organização como algo concreto, mas apenas as operações que ela executava. Esse foi o início da TO.

A obra de Taylor

A perspectiva das tarefas foi o primeiro passo de uma longa caminhada que começou no início do século XX. Iniciou-se com o movimento denominado Administração Científica, com Frederick Winslow Taylor

(1856-1915) como seu principal expoente.

Tateando a fábrica na qual trabalhava, Taylor passou por cinco fases em seu trabalho para tentar aumentar a eficiência da produção1:

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Medium 9788520431146

Capítulo 12 - Governança ambiental, participação social e educação para a sustentabilidade

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Governança ambiental, participação social e educação para a sustentabilidade

12

Pedro Roberto Jacobi

Sociólogo, USP

INTRODUÇÃO

A participação popular tem se transformado no referencial de amplia‑

ção e fortalecimento dos mecanismos democráticos, mas também na for‑ ma de garantir a execução eficiente de políticas públicas. A possibilidade de alterar a institucionalidade pública está associada às demandas que se es‑ truturam na sociedade, e a esfera pública representa a construção da viabi‑ lidade ao exercício da influência da sociedade nas decisões públicas, assim como impõe uma demanda de publicização no Estado. Este capítulo parte da premissa de que a participação como componente da ampliação da es‑ fera pública tem imposto uma demanda à sociedade para obter uma maior influência sobre o Estado. Isso decorre, de um lado, da própria engenharia institucional, na medida em que define participação tripartite e implica a presença de atores que representam diversos segmentos da sociedade civil.

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