Manole (134)
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Medium 9788520436363

6. Processo decisório no jogo de empresas e criação de conhecimento (pesquisa aplicada)

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Processo decisório no jogo de empresas e criação de conhecimento

(pesquisa aplicada)

O ciclo de decisão gerencial pode seguir quatro passos (PODC):

PODC (Planejar, Organizar, Decidir e Controlar)

Plano de Gestão em 4 etapas

1

3c

$4c

3b

2. Objetivos

• Para onde iremos?

• Aspectos qualitativos.

$4b

3. Políticas e Estratégias

• Como iremos?

• Alternativas a, b e c.

3a

$4a

2

Fonte: Adaptado de Sauaia e Sylos (2000).

Figura 6.1 –

1. Diagnóstico

• Onde estamos?

• Análise SWOT.

Ilustração das 4 etapas de um plano de gestão.

4. Orçamento de Metas

• Quanto iremos alocar?

• Orçamentos a, b e c.

64 n Laboratório de Gestão

PLANO DE GESTÃO EM QUATRO ETAPAS (tabela 6.1) a) Diagnóstico: onde estamos?

Aprender a história da empresa para identificar:

■■ Pontos fortes e fracos (organização);

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Medium 9788520436561

Parte 3 – Aspectos complementares para a formação profissional

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ASPECTOS COMPLEMENTARES PARA A

3

PARTE

8

CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA

ANTECEDENTES HISTÓRICOS

T

odas as fórmulas, tipos de comportamentos e preceitos necessários ao bom desempenho social seguiram linhas de evolução características de cada cultura.

Os costumes de ordem social, religiosa e política das várias culturas humanas ditaram comportamentos protocolares que vieram a formar a cultura do cerimonial.

Na China, várias correntes contribuíram para a cristalização das normas de costumes. Para o observador ocidental, a principal contribuição foi de origem confuciana, no que diz respeito ao aspecto formal.

O riquíssimo simbolismo clássico da poesia chinesa e dos filósofos motivou, porém, fórmulas de grande sensibilidade, com alusões a evocações que determinaram, por exemplo, o lugar, a hora e a oportunidade para se abordar cada assunto.

Já os egípcios acreditavam na continuação da vida após a morte, o que mostra que os seus rituais funerários eram compostos de uma série de normas e costumes que possibilitassem a continuação da vida extraterrena e a sobrevivência do nome da pessoa, como: a conservação do corpo por meio do processo de mumificação, o aprovisionamento regular de alimentos e da possibilidade de superar os perigos e provas que poderiam dificultar e impedir o avanço deste para

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Medium 9788520429426

Agradecimentos e alertas

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

Agradecimentos e alertas

Antes de qualquer coisa, preciso agradecer aos meus amigos do blog – aqueles que leram, comentaram e colocaram links para o Buzzmachine.com – por sua ajuda inestimável, brilhante e generosa com este livro. Eles me inspiram e me ensinam; me corrigem e me desafiam; me dão ideias e impulsionam as minhas.

Esses amigos são numerosos demais para listar. Sou grato a todos eles.

Agradeço ao meu editor, Ben Loehnen, por cada vez que o amaldiçoei

(tipo “Que diabos, ele está certo!”). Mesmo quando questionei os velhos métodos de publicação, ele provou seu valor com uma edição inteligente, perspicaz e sempre encorajadora. E minha editora, Collins, me surpreendeu com sua abertura para encontrar novos caminhos online (quando falamos da estratégia digital para este livro, eles me disseram que eu não estava sendo suficientemente corajoso). No Collins Publishing Group, agradeço a Carla Clifford, Hollis

Heimbouch, Larry Hughes, Matt Inman, Angie Lee, Shawn Nicholls, Carolyn

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Medium 9788520415061

4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Medium 9788520431443

3. Um plano de negócio

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

3

Um plano de negócio

O

termo em inglês business plan passou a ser traduzido e utilizado no

Brasil como plano de negócio ou plano de negócios. Não há explicação para o motivo da palavra business1 ser mais traduzida para o português na sua forma plural (negócios). O fato é que plano de negócios é muito mais utilizado do que plano de negócio. Mas o que é observado na maioria das situações é o planejamento de um negócio e não de vários negócios; por essa razão, neste livro, é utilizado o termo plano de negócio2.

Se você entender que um negócio possui propósitos específicos (lucros, continuidade e significado) e que os gestores desses negócios têm expectativas diferentes a respeito desses propósitos (sobrevivência, estilo de vida, crescimento organizado e crescimento agressivo), é possível discutir se esses gestores tendem a elaborar estratégias para os seus negócios ou não. Isso pode ser feito intuitiva e informalmente, como pregam os defensores da Escola Empreendedora de estratégia. Nesse caso, a estratégia está dentro da cabeça do dono da empresa, mas ela também pode ser induzida, organizada, documentada e gerenciada, como afirmam os autores das Escolas do Planejamento Formal da estratégia.

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Grupo Gen (4724)
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Medium 9788597019179

Capítulo 7 Coerência

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Aprimorar a preocupação do leitor com a necessidade de coerência textual.

■ Discutir a relevância da coerência textual para conscientizar o leitor sobre a necessidade de produzir textos que tenham sentido.

■ Aprimorar a prática de expressões em que as ideias se relacionam harmoniosamente.

■ Praticar com o leitor a coerência textual, alertando-o sobre os perigos da incoerência.

■ Conscientizar o leitor de que coesão e coerência andam de mãos dadas.

1. Na vida, de uma pessoa que fala uma coisa e faz outra dizemos que é incoerente. Você poderia dar alguns exemplos de comportamento incoerente (na política, nos clubes de futebol, nas empresas)?

2. Que é um argumento incoerente?

3. Você poderia apresentar exemplos de texto incoerente?

4. Há argumentos que são aparentemente incoerentes, como em: “Jogamos na defesa para podermos atacar mais.” Comente essa frase.

5. Comente a frase: “Éramos 200 corredores ao todo; 50% desistiram no meio do caminho. E chegamos ao fim da corrida com 80 pessoas.”

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Medium 9788597017649

TÍTULO VII – DO PROCESSO DE MULTAS ADMINISTRATIVAS

OLIVEIRA, Aristeu de Grupo Gen PDF Criptografado

Consolidação das Leis do Trabalho

Art. 627

Parágrafo único. O termo de é título executivo extrajudicial e terá eficácia liberatória geral, exceto quanto às parcelas expressamente ressalvadas. (Parágrafo único acrescido pela Lei 9.958/2000)

Art. 625-F. As Comissões de Conciliação Prévia têm prazo de dez dias para a realização da sessão de tentativa de conciliação a partir da provocação do interessado. (Caput acrescido pela Lei 9.958/2000)

Parágrafo único. Esgotado o prazo sem a realização da sessão, será fornecida, no último dia do prazo, a declaração a que se refere o § 2º do artigo 625-D. (Parágrafo único acrescido pela Lei 9.958/2000)

Art. 625-G. O prazo prescricional será suspenso a partir da provocação da Comissão de Conciliação Prévia, recomeçando a fluir, pelo que lhe resta, a partir da tentativa frustrada de conciliação ou do esgotamento do prazo previsto no artigo 625-F. (Artigo acrescido pela Lei 9.958/2000)

Art. 625-H. Aplicam-se aos Núcleos Intersindicais de Conciliação Trabalhista em funcionamento ou que vierem a ser criados, no que couber, as disposições previstas neste Título, desde que observados os princípios da paridade e da negociação coletiva na sua constituição. (Artigo acrescido pela Lei 9.958/2000)

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Medium 9788597010657

4 - Tributos

BERNARDI, Luiz Antonio Grupo Gen PDF Criptografado

4

TRIBUTOS

Prova_Final_Bernardi_Formacao_Precos.indb 65

13/02/2017 15:34:22

Eixo Orientador do Livro

Capítulo 4

Proposta de valor

Avaliação e diagnóstico do desempenho da política de preços

Gestão da política e da estratégia de preços

Proposições de valor

Objetivos de preços e estratégias

Valor para o cliente e o que está disposto a pagar

Custos e despesas: formação e administração

Tributos

Custos e despesas

Finanças

Formação de preços

Avaliação das decisões

Resultados

Prova_Final_Bernardi_Formacao_Precos.indb 66

13/02/2017 15:34:22

Tributos

Os impostos, por serem relevantes e se constituírem num pesado encargo para a empresa e para o mercado, devem ser cuidadosamente avaliados e considerados corretamente nos preços.

É apropriado tratar o assunto nas condições mais usuais, haja vista a variedade de situações específicas, nos ramos, alíquotas e particularidades regionais, as mudanças constantes na legislação, entre outros.

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Medium 9788522498345

5 Mutações do Patrimônio Líquido

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Grupo Gen PDF Criptografado

5

Mutações do Patrimônio Líquido

5.1 Aspectos gerais

5.1.1 �Normas brasileiras pela legislação societária

Nas normas brasileiras pela legislação societária, a demonstração das mutações do patrimônio líquido

é uma demonstração financeira facultativa para as sociedades anônimas de capital fechado, segundo o

§ 2o do art. 186 da Lei no 6.404/74. Contudo, a demonstração das mutações do patrimônio líquido é exigida às companhias abertas, desde o advento da

Instrução Normativa no 59/86 da Comissão de Valores Mobiliários.

Essa demonstração evidencia a movimentação ocorrida em cada conta do patrimônio líquido e não apenas a movimentação ocorrida na conta de lucros ou prejuízos acumulados, sendo por isso mais completa em termos informacionais do que a demonstração de lucros ou prejuízos acumulados, já que esta está embutida na demonstração das mutações do patrimônio líquido. Ademais, ela facilita a elaboração da demonstração do fluxo de caixa, já que apresenta toda a movimentação ocorrida no patrimônio líquido da entidade em um determinado exercício social.

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Medium 9788597021905

6 Aspectos consuetudinários aplicados às perícias contábeis

SÁ, Antônio Lopes de Grupo Gen ePub Criptografado

Hodiernamente, a práxis consuetudinária da perícia contábil encontra-se espargida na literatura.

A matéria de Perícia Contábil, por sua relevância, passou a exigir que sobre ela se estabelecessem, oficialmente, procedimentos a serem seguidos, específicos sobre a questão.

O Conselho Federal de Contabilidade, órgão máximo da fiscalização do exercício profissional do Contador, no Brasil, cumprindo sua função normativa, passou a cuidar da matéria relativa à Perícia Contábil.

As normas da perícia emitidas pelo CFC, que se acham em vigor, devem servir de guia aos que exercem a nobre função pericial. Segundo o que estabelece o Conselho Federal de Contabilidade, as normas são de cumprimento obrigatório e o desrespeito a elas constitui lesão à Ética Profissional, sujeito à abertura de processo, a julgamento pelos Tribunais de Ética, contra as desobediências ocorridas.

A maior parte dos conceitos, definições, procedimentos e aspectos das resoluções do CFC está de acordo com os também contidos nesta nova edição de Perícia contábil, e, igualmente, e em parte pertinente, em outro livro, também de minha autoria, intitulado Ética profissional (3. ed. São Paulo: Atlas, 2000).

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Grupo A (2048)
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Medium 9788577260669

44. A proposta de aquisição da Digitech pela Printicomm: negociando preço e forma de pagamento

Bruner, Robert F. Grupo A PDF Criptografado

CasO

44

A proposta de aquisição da

Digitech pela Printicomm: negociando preço e forma de pagamento

Em dezembro de 1998, Jay Risher sentou-se em seu escritório na Printicomm para estruturar o preço e a forma de pagamento para a aquisição da Digitech. Risher era vicepresidente e controlador da Printicomm, uma empresa de comunicação que oferecia serviços de impressão de “ponta a ponta” que combinava capacidades de produção com a habilidade de criar cópias finalizadas e distribuir o material impresso. Ele havia identificado a

Digitech como uma candidata atraente à aquisição e negociado uma carta de intenções que garantiria a Printicomm os direitos exclusivos para negociar a compra da Digitech. O período de exclusividade acabaria em duas semanas.

A pesquisa da diligência revelou que o valor da Digitech dependia crucialmente da competência administrativa dos dois líderes da empresa. Risher fez um acordo com eles de permanecer na Printicomm por cinco anos para administrar as operações da Digitech. Com o benefício da liderança, ele concluiu que o valor da Digitech não seria maior do que US$

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Medium 9788582605172

Capítulo 9. Liderança e equipes

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

Liderança e equipes

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

●●

●●

●●

como a liderança e organização da inovação é muito mais do que um conjunto de processos, ferramentas e técnicas, e que a prática bem-sucedida da inovação e do empreendedorismo exige a interação e a integração de três diferentes níveis de gestão: individual, coletiva e ambiental; no nível pessoal ou individual, como diferentes estilos de liderança e empreendedores influenciam a capacidade de identificar, avaliar e desenvolver novas ideias e conceitos; no nível coletivo ou social, como equipes, grupos e processos contribuem para comportamentos e resultados de inovação bem-sucedidos; no nível contextual ou ambiental, como diferentes fatores podem apoiar ou prejudicar a inovação e o empreendedorismo.

Não existe um único tipo ideal e universal de pessoa ou organização que promova a inovação e o empreendedorismo. Contudo, a análise de estudos de caso de empreendedores e organizações inovadoras e sua comparação sistemática com empreendimentos menos bem-sucedidos é o primeiro passo para identificar padrões consistentes de boa liderança e organização. Pesquisas acadêmicas em maior escala confirmam que esses fatores tendem a contribuir para o desempenho superior (Tabela 9.1).

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Medium 9788563308320

8 Análise da regressão múltipla: o problema da inferência

Gujarati, Damodar N. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

8

Análise da regressão múltipla: o problema da inferência

Este capítulo desenvolve as ideias de estimação de intervalos e teste de hipóteses tratadas no Capítulo 5 para os modelos que envolvem três ou mais variáveis. Embora, sob muitos aspectos, os conceitos desenvolvidos no Capítulo 5 possam ser aplicados diretamente ao modelo de regressão múltipla, algumas características adicionais são exclusivas a tais modelos, e são elas que receberão mais atenção neste capítulo.

8.1  Novamente a hipótese da normalidade

Já sabemos até aqui que, se o nosso único objetivo é a estimação pontual dos parâmetros dos modelos de regressão, o método dos mínimos quadrados ordinários (MQO), que não faz nenhuma suposição sobre a distribuição da probabilidade dos termos de erro ui, será suficiente. Mas, se a meta

é a estimação e a inferência, como discutido nos Capítulos 4 e 5, precisaremos supor que os ui seguem alguma distribuição de probabilidade.

Pelos motivos já claramente explicados, pressupomos que os ui seguem a distribuição normal com média zero e variância constante æ2. Manteremos essa hipótese nos modelos de regressão múltipla. Com a hipótese da normalidade, e seguindo a discussão dos Capítulos 4 e 7, descobrimos que os estimadores de MQO dos coeficientes parciais de regressão, idênticos aos estimadores de máxima verossimilhança (MV), são os melhores estimadores lineares não viesados (ou não tendenciosos) —

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Medium 9788536317724

Capítulo 26. Oxidação de ácidos graxos e o circuito carnitina

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Oxidação de ácidos graxos e o circuito carnitina

26

Mapa 26.1 (página ao lado)

O circuito carnitina e a β-oxidação de ácidos graxos.

A liberação de ácidos graxos do triacilglicerol no tecido adiposo é regulada pelo lipase sensível à hormônio (ver Cap. 25). Os ácidos graxos, ligados a albumina, são, então, transportados ao fígado e aos músculos para utilização.

A taxa de entrada dos ácidos graxos nesses tecidos é proporcional a sua concentração no sangue. Em todos os tecidos, a taxa de β-oxidação está regulada pela disponibilidade da coenzima A, que é regenerada de acordo com o uso da acetil-CoA quando da cetogênese no fígado, e pela ação da citrato-sintase no músculo. No fígado, a β-oxidação é regulada pelo controle da recepção mitocondrial de ácidos graxos por meio do circuito carnitina. No músculo,

+ um importante fator regulatório é a disponibilidade das coenzimas NAD e

FAD, as quais são regeneradas da forma reduzida no momento em que o ATP estiver sendo produzido pela fosforilação oxidativa nos músculos durante exercícios.

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Medium 9788540701403

Capítulo 6 - Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Métricas abordadas neste capítulo:

Metas da equipe de vendas

Exposição de embalagem e espaço na prateleira

Resultados da equipe de vendas

Níveis de ausência de estoque e de serviços

Remuneração da equipe de vendas

Rotatividades de estoque

Análise de funil

Remarcações

Distribuição numérica, distribuição VTP e distribuição VCP

Margem bruta de rotorno do investimento em estoques (MBRIE)

Abrangência da equipe de vendas

Rentabilidade direta do produto (RDP)

Este capítulo trata de marketing em níveis do canal. Descreve como os profissionais de marketing mensuram a adequação e a eficácia dos sistemas que dão aos clientes razões e oportunidades para comprar seus produtos.

As primeiras seções discutem métricas das equipes de vendas. Aqui, listamos e definimos as medidas mais comuns para a determinação da adequação do trabalho e da cobertura geográfica da equipe de vendas. Discutimos a análise de prospects em negociação, o que é útil para fazer previsões de vendas e para alocar o trabalho da equipe de vendas em diferentes estágios do processo. As métricas de prospects em negociação são usadas para examinar uma sequência de atividades de venda, desde sua geração, passando pelo acompanhamento, até chegar à conversão e às vendas. Embora a mais importante dessas métricas seja a porcentagem de iniciativas que realmente resultam em compras, outras medidas de atividade, produtividade, eficiência e custos podem ser úteis em cada estágio do processo de vendas.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547214982

1.4 A cultura como solução

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

Como manter os ganhos em termos de coordenação que o modelo taylorista permitia e ganhar, ao mesmo tempo, em flexibilidade?

Reincorporar algo de concepção a todas as tarefas de execução foi a forma como os japoneses resolveram esse dilema. Mas eles contavam com mão de obra altamente qualificada, fortemente comprometida com as organizações, extremamente disciplinada, e as organizações retribuíam essa lealdade com emprego vitalício e outros tipos de benefícios, além de modelos de governança que incluíam os interesses dos empregados nas decisões da empresa. E perceberam que nesse contexto era possível lançar mão de estratégias de gestão baseadas em valores para flexibilizar a rigidez dos modelos de gestão importados do Ocidente.

1.4   A

cultura como solução

A coordenação das ações humanas nas organizações tayloristas era feita na base de comando e obediência, com foco na hierarquia e na disciplina como formas de ganhar em escala. Para reincorporar a capacidade de pensamento e concepção da base da pirâmide organizacional à gestão se fazia necessário cooptar a cooperação da força de trabalho, mas sem perder os ganhos que a divisão racional produzira. Para isso, era importante que as pessoas compreendessem aonde a organização queria chegar e como podiam colaborar, dentro dos limites da sua função na empresa, para que ela chegasse lá. E precisavam fazer isso de forma voluntária, pois se o trabalho em tempos e movimentos podia ser observado, medido e a contribuição do trabalhador podia ser exigida por meio de mecanismos de coerção, as contribuições intelectuais no modelo mais dependente de conhecimento só podem ser obtidas com a concordância em cooperar por parte dos empregados. Para obter essa cooperação, passa a ser fundamental estabelecer laços de cooperação e confiança. Os ganhos desse esforço ficam claros já na primeira fase da importação de modelos japoneses para o Brasil, na década de 1980, quando empresas que implantaram os círculos de qualidade puderam observar quanto conhecimento havia na base da organização e como os

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Medium 9788547217945

13.10 Uso de ‑zinho

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE III • NORMATIZAÇÃO GRAMATICAL

13.7 Uso de ­‑isar

Usa­‑se ­‑isar nos verbos derivados de palavras que já tem s: análise aviso paralisia pesquisa

analisar avisar paralisar pesquisar

13.8 Uso de ­‑izar

Usa­‑se ­‑izar nos verbos derivados de palavras que não têm a letra s: ameno civil legal normal real suave

amenizar civilizar legalizar normalizar realizar suavizar

13.9 Uso de ­‑sinho

Usa­‑se ­‑sinho em todos os diminutivos derivados de palavras que já tem s em sua sílaba final: lápis mesa país tênis

lapisinho mesinha paisinho tenisinho

13.10 Uso de ­‑zinho

Usa­‑se ­‑zinho em todos os diminutivos derivados de palavras que não tem s em sua sílaba final: animal café flor

animalzinho cafezinho florzinha

193

R2_RedacaoEmpresarial.indd 193

3/8/17 11:13 AM

REDAÇÃO EMPRESARIAL

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Medium 9788547212551

6.1 Histórico

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Crise da China

6.1 Histórico

6.1.1 Barbarians at the gate

Bem antes do século XIX, o Império Chinês poderia ser considerado hegemônico na Ásia, autodenominando-se o “centro do mundo”. Independentemente desse eventual exagero, o fato é que a partir do século XVIII, várias nações europeias construíram Estados e economias fortes, estendendo seus comércios internacionais para várias regiões da Ásia, como Vietnã e Índia. Ainda não existia por parte do Império Chinês o reconhecimento de que a China não mais ocupava o “centro do mundo” em termos econômicos e de que outras nações aumentavam seus poderes bélicos, principalmente como “argumento” para exercer pressões mercantilistas. O comércio internacional da China com algumas nações da Europa, principalmente Inglaterra, era tímido, quase nulo em termos de importação de recursos pelos chineses, mas robusto e significativo em termos de exportações para o

Ocidente. Como as transações eram liquidadas em taeis de prata (1 grama = 1 tael), a balança comercial desfavorável das nações europeias com o Império Chinês causava certo desconforto, além de resultar em um enxugamento da oferta monetária nas nações importadoras com a remessa de prata para o Império Chinês. Ciente

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Medium 9788547208158

5 . 2 RASTREABILIDADE

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

pois a rastreabilidade facilita o gerenciamento dos requisitos. De qualquer modo, nem toda organização ou projeto necessita de rastreabilidade formal e abrangente.

Além disso, certo grau de rastreabilidade pode ser alcançado de maneiras menos formais, que seriam suficientes para o trabalho em questão.

Ao passo que são mencionados alguns exemplos de abordagens simplificadas da rastreabilidade, este capítulo apresenta informações básicas que permitiriam a uma organização empreender formal e globalmente a rastreabilidade e o monitoramento, de maneira alinhada aos princípios do Guia PMBOK®, quinta edição.2 Ele destaca o valor dessas técnicas e dos processos de reflexão subjacentes, os riscos associados à racionalização e os riscos de seu uso excessivo. Profissionais e organizações podem usar o capítulo como ponto de partida para considerar suas próprias necessidades de rastreabilidade e de aceitação de riscos, bem como para determinar a quantidade ideal de rastreabilidade e monitoramento para seus trabalhos.

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Medium 9788547215125

10.18 Condições de pagamento

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

176  economia internacional

 Com cobertura cambial: quando há o efetivo pagamento do material im-

portado e assim ocorre a contratação de câmbio. Nesse caso, têm de ser estudadas as condições e modalidades de pagamento internacional.

10.18 Condições de pagamento

De acordo com o Bacen, as condições de pagamento podem ser à vista ou a prazo.

Quando se tratar de condições de pagamento a prazo com liquidação até 360 dias, não se faz necessário registro no Bacen. Contudo, com liquidação superior a 360 dias e até dois anos, faz-se necessário o registro no prazo de até 30 dias, a partir da numeração da DI. Se o prazo da liquidação for superior a dois anos, é preciso conseguir certificado de autorização do Bacen antes de importar, isto é, antes de efetivado o embarque da mercadoria.

Carta de crédito (crédito documentário)

É a única modalidade de pagamento que oferece garantia total às partes, pois o pagador é um banco nomeado pelo documento, cujas cláusulas devem ser seguidas conforme a Câmara de Comércio Internacional (CCI), que, de acordo com a

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520429501

16. Mulher, turismo e desenvolvimento rural: o trabalho feminino na atividade turística

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

16

Mulher, turismo e desenvolvimento rural: o trabalho feminino na atividade turística

Raquel Lunardi

Introdução

A década de 1990 marcou um novo momento no debate sobre o desenvolvimento rural. Os enfoques analíticos que até então privilegiavam a modernização da agricultura cederam espaço a discussões da ruralidade por meio de outras interfaces, a partir de temas que não contemplavam apenas a análise da atividade agrícola como indutora do desenvolvimento rural, mas também das atividades não agrícolas, da utilização do espaço rural como espaço de produção de bens não agrícolas, de desenvolvimento de novas atividades, multifuncionalidades e novas possibilidades, as quais estariam relacionadas com um repertório diversificado de formas de reação e inovação, que iam desde estratégias de economia (agricultura de baixo custo) até formas de pluriatividade e de diversificação das fontes de rendas (Ploeg et al., 2004).

A busca por esse novo meio de vida (livehoods) surge a partir da introdução de atividades não agrícolas no meio rural e tenta explicar a relação

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Medium 9788520431993

18. Os novos clusters abertos de entretenimento

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

18

Os novos clusters abertos de entretenimento

LU I Z G O N Z AG A G O D O I T R I G O

Introdução

As sociedades atuais são marcadas pela fragmentação, contradição e parado‑ xos. É uma complexidade dinâmica assinalada pela permanente evolução tecnoló‑ gica, seja evolutiva ou disruptiva, e pela extrema diversidade cultural, étnica, social ou econômica. Não se considera mais apenas os segmentos, mas os nichos de mer‑ cado; não existem mais patamares de estabilidade, mas forças de mudança que al‑ teram, criam e destroem permanentemente as faces culturais e produtivas das civi‑ lizações; não há mais ciclos previsíveis, mas crises e ondas de oportunidades que assolam os mercados e as sociedades.

Os campos do lazer e do prazer foram igualmente influenciados pelos fluxos de acontecimentos que abalaram as antigas certezas e teorias pretensamente totalizan‑ tes dos metassistemas filosóficos. Se, no século XIX, personagens como Darwin,

Comte, Nietzsche e Marx chocaram o pensamento estabelecido e lançaram novos paradigmas, ao longo do século XX, nomes como Lyotard, Popper, Castells e uma série de analistas econômicos e de tendências, como Philip Kotler, Alvin Toffler,

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Medium 9788520428641

3 – A organização na perspectiva clássica

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

A organização na perspectiva clássica

Tópicos deste capítulo a A obra de Fayol a A obra dos autores clássicos a Implicações da perspectiva clássica

Quase simultaneamente ao movimento taylorista nos Estados

Unidos, surgiu, na França, uma vertente que destacava a máxima eficiência organizacional. Trata-se de uma abordagem inversa à da Administração

Científica, ou seja, de cima para baixo (da direção para a execução) e do todo (organização) para as partes componentes (departamentos). Ao invés da ênfase nas tarefas, passou a predominar a ênfase na estrutura organizacional.

A obra de Fayol

O engenheiro francês Henri Fayol (1841-1925) é o maior expoente desta perspectiva da organização, de forte cunho europeu. Sua obra pode ser dividida em cinco partes fundamentais1:

Chiavenato, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2004. p.80-8.

1

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Iniciação à teoria das organizações  n  Idalberto Chiavenato

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Medium 9788520438404

3. Cartografia dos sentidos de sustentabilidade de premiados no Guia Exame de Sustentabilidade 2012

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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0N_a\T_NºN�Q\`�`R[aVQ\`�   de  sustentabilidade   premiados  no  Guia  Exame  de  

Sustentabilidade  20121

Rudimar  Baldissera  e  Cristine  Kaufmann

APROXIMAÇÕES E ALINHAVOS

Como  prosseguir?  Durante  muito  tempo  essa  questão  traduziu-se,   por   um   lado,   em   pesquisas   e   inovações   tecnológicas   e,   por  outro,  na  construção  da  cultura  do  consumismo  materializado  na  máxima  do  “consuma  tudo  o  que  puder,  mesmo  que  não   necessite”.  Esse  consumir  tornou-se  sinônimo  de  viver  bem,  de   progredir,  de  prosperar,  enquanto  a  natureza  foi  percebida  como   algo  a  ser  dominado,  subjugado,  explorado  e  mesmo  expropriado   pela   sociedade.   Porém,   essa   mesma   pergunta,   hoje,   parece   estar  assumindo  novos  contornos,  pois  o  meio  ambiente,  cada   vez  mais,  dá  sinais  de  esgotamento.1

Os  problemas  ambientais  do  presente  e  seus  prováveis  desdobramentos  assumem  a  configuração  de  uma  crise  civilizatória   que  questiona  o  conhecimento  do  mundo  e  o  comportamento  

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Medium 9788520427095

Capítulo 14 - Potencial turístico do Brasil

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

14 Potencial turístico do Brasil

Maria Carolina Ruas Vernalha

Zysman Neiman

Introdução

Um dos atrativos principais do turismo é a paisagem da localidade a ser visitada, o poder de atração visual que esta pode exercer sobre as pessoas, acentuando seu imaginário e atraindo-as ao contato presencial. O apelo imagético que tanto atrai o visitante reflete a ideia de “paraíso” que a natureza representa, um local perfeito, edênico e distante de sua realidade. Dessa forma, o turismo apresenta-se como uma oportunidade de resgate do “paraíso perdido” pela civilização, o local ideal e remoto, mas que agora pode ser re-encontrado por meio de uma experiência pessoal e

única. O indivíduo se aproxima de tudo o que lhe falta nas cidades, na casa e no trabalho: a “sensação do novo” ao percorrer uma trilha em meio a animais e plantas desconhecidos, a emoção de nadar

Potencial turístico do Brasil

em um rio e a ilusória sensação de “volta às suas raízes”, sem obrigações, prazos e regras, tudo remete ao prazer que a viagem proporciona.

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