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Capítulo 15 - Política Industrial e Desenvolvimento Local: O Caso no Município de Passo Fundo

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

15

POLÍTICA INDUSTRIAL E

DESENVOLVIMENTO LOCAL: O CASO

NO MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

José Antonio Valle Antunes Júnior

Renato Brasil Kourrowski

Marcos Alexandre Cittolin

INTRODUÇÃO

A possibilidade de executar políticas industriais

(PI) articuladas entre diferentes entes federativos assume especial interesse no que tange, sobretudo, ao tema do desenvolvimento regional, sendo particularmente relevante para os médios municípios brasileiros (KOURROWSKI, 2015).

A exposição deste capítulo trata de uma experiência recente de política de desenvolvimento local para fortalecimento da indústria – a do município de Passo Fundo, no Rio Grande do

Sul –, a qual ilustra a potencialidade de se obterem amplas melhorias associadas aos aspectos econômico, social e ambiental de uma região por meio dessas políticas.

Começamos o Capítulo com uma explicação sobre desenvolvimento endógeno, que tomaremos como equivalente de processo de desenvolvimento local. Nas duas seções seguintes abordamos o caso da política de desenvolvimento do município de Passo Fundo, tratando de expor suas linhas mestras em conformidade com a noção de desenvolvimento endógeno, para logo depois apresentar evidências sobre o processo de desenvolvimento socioeconômico do município nos anos de 2005 a 2012. A seção final oferece uma breve síntese acerca das

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Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

8

É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Capítulo 5 - A Política da Firma e a Operação da Sala do Investidor: da Coordenação aos Investimentos

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE II POLÍTICA SETORIAL, FIRMA E ECONOMIA DA COOPERAÇÃO

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A POLÍTICA DA FIRMA E A

OPERAÇÃO DA SALA DO INVESTIDOR:

DA COORDENAÇÃO AOS INVESTIMENTOS

Taylor Favero Guedes

José Antonio Valle Antunes Júnior

A SALA DO INVESTIDOR

NO CONTEXTO DA POLÍTICA

INDUSTRIAL

O presente capítulo trata da Sala do Investidor, um dos mais importantes projetos nascidos no bojo da Política Industrial do Rio Grande do

Sul (PI/RS), estruturada e implantada pelo Governo do Estado na gestão 2011-2014. O desenvolvimento econômico estava dentre as principais linhas programáticas da gestão, elegendo o

Sistema de Desenvolvimento do Rio Grande do

Sul (SDRS) como conceito-chave daquela Política.1 Tal sistema almejava organizar as questões de natureza prática da política industrial ao manejar diferentes variáveis com o propósito de minimizar o risco de perda de governança sobre a diversidade de fatores que impactam no processo de desenvolvimento econômico

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Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Capítulo 17 - A Comunicação do Desenvolvimento: Estratégia, Discurso e Percepção

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

17

A COMUNICAÇÃO DO

DESENVOLVIMENTO: ESTRATÉGIA,

DISCURSO E PERCEPÇÃO

Alexandre Claser Elmi

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO

A implantação de uma política industrial com potencial para impulsionar um novo ciclo de desenvolvimento econômico no Rio Grande do

Sul exigiu a concepção e a implementação de uma estratégia de comunicação integrada, capaz de articular atores institucionais, midiáticos e econômicos, além de procurar enfrentar, comunicacionalmente, as eventuais barreiras que tornavam opaca a imagem do Estado como polo capaz de disputar, atrair e consolidar investimentos privados. Este capítulo recupera algumas das principais ações lideradas pela equipe de comunicação da Secretaria de

Desenvolvimento e Promoção do Investimento

(SDPI), como órgão centralizador do chamado

Sistema de Desenvolvimento organizado pelo

Governo Tarso Genro (2011-2014). Neste sentido, este texto consolida o relato de uma experiência profissional, em algumas de suas dimensões teóricas e práticas.

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103014

Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Anexos - Integração do Modelo de Negócio Canvas ao Plano de Negócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

AnexosPBLivro_.indd 1196/26/2016 9:29:52 PM120Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas1. Integração do modelo de negócio Canvas ao plano de negócios+ informaçãoEm empreendedorismo, geralmente um projeto inicia-se a partir de uma ideia.Há várias maneiras que você pode utilizar para ter ideias, desde o desenvolvimento da dinâmica do brainstorming (atividade geralmente desenvolvida em grupos para estimular a resolução de um problema, estimulando que todos tenham ideias), o estímulo à criatividade, pesquisas na internet etc.E para saber se a ideia tem potencial econômico, é preciso fazer a análise da oportunidade, como já foi discutido nos capítulos iniciais. Será que a ideia pode dar certo? Será que eu consigo ter um produto que resolva o problema identificado? Será que as pessoas (ou o cliente que defini) vão comprar? Ou seja, são muitas as questões.A análise estruturada de uma ideia para transformá-la em uma oportunidade existe para facilitar esta decisão. E o modelo de negócio Canvas [1] é uma proposta que tem esse objetivo: analisar uma ideia e conceituar um modelo de negócio para uma empresa a partir dessa ideia. Tudo de forma prática, visual e interativa. Trata-se, portanto, de uma alternativa ao modelo 3M, discutido no

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Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

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Medium 9788566103014

Capítulo 2. O que é o plano denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

2

O que é o plano de negócios

2.1 Entendendo o conceito

Para desenvolver um plano de negócios é importante entender o que essa ferramenta de gestão significa. O plano de negócios é um documento utilizado para planejar um empreendimento ou unidade de negócios, em estágio inicial ou não, com o propósito de definir e delinear sua estratégia de atuação para o futuro. Trata-se ainda de um guia para a gestão estratégica de um negócio ou unidade empresarial.

O seu desenvolvimento fica mais claro quando se analisa o processo empreendedor.

Como o plano de negócios é muito utilizado por empreendedores que estão estruturando a criação de novos negócios, pode ser entendido como um guia para o planejamento de novos negócios ou ainda para o planejamento de novas unidades empresariais, no caso de empresas já estabelecidas.

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Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas

O processo empreendedor

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Medium 9788566103021

Capítulo 4 - O PROCESSODE INOVAÇÃO

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4

O PROCESSO

DE INOVAÇÃO

As iniciativas da BP devem ser concebidas como projetos de inovação. O envolvimento na BP requer reconfigurações radicais dos custos do produto e lidar com grandes diferenças no ambiente cultural e institucional, mesmo em comunidades na mesma cidade. Para atender a essas condições com sucesso, os empreendedores da BP devem ser altamente inovadores. Portanto, este capítulo apresenta alguns conceitos-chave em matéria de inovação, a fim de ajudá-lo a incorporar uma perspectiva de inovação para empreendimentos da

BP. O capítulo começa definindo a inovação, pois se trata de um conceito amplamente usado, mas ambíguo; em seguida, descrevem-se os desafios-chave da inovação na BP, oferecem-se algumas orientações para inovar (o núcleo do capítulo) e então se abordam outros aspectos importantes: a avaliação da sua inovação e a proteção contra os concorrentes. A última parte do capítulo oferece alguns exemplos específicos de inovação na BP.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520431993

18. Os novos clusters abertos de entretenimento

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

18

Os novos clusters abertos de entretenimento

LU I Z G O N Z AG A G O D O I T R I G O

Introdução

As sociedades atuais são marcadas pela fragmentação, contradição e parado‑ xos. É uma complexidade dinâmica assinalada pela permanente evolução tecnoló‑ gica, seja evolutiva ou disruptiva, e pela extrema diversidade cultural, étnica, social ou econômica. Não se considera mais apenas os segmentos, mas os nichos de mer‑ cado; não existem mais patamares de estabilidade, mas forças de mudança que al‑ teram, criam e destroem permanentemente as faces culturais e produtivas das civi‑ lizações; não há mais ciclos previsíveis, mas crises e ondas de oportunidades que assolam os mercados e as sociedades.

Os campos do lazer e do prazer foram igualmente influenciados pelos fluxos de acontecimentos que abalaram as antigas certezas e teorias pretensamente totalizan‑ tes dos metassistemas filosóficos. Se, no século XIX, personagens como Darwin,

Comte, Nietzsche e Marx chocaram o pensamento estabelecido e lançaram novos paradigmas, ao longo do século XX, nomes como Lyotard, Popper, Castells e uma série de analistas econômicos e de tendências, como Philip Kotler, Alvin Toffler,

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Medium 9788520431993

22. Hospitalidade

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

22

Hospitalidade

E L I Z A B E T H K YO KO WA D A

Introdução

Neste capítulo, pretende‑se refletir sobre as contribuições tanto conceituais quanto estratégicas que a hospitalidade pode proporcionar ao turismo brasileiro, interno e receptivo; às políticas públicas que norteiam a atividade; e à aplicação de clusters como encaminhamento do planejamento estratégico que respalda o setor.

Hospitalidade é erroneamente confundida com hotelaria em virtude da utili‑ zação, sobretudo nos anos 1980 e 1990, da expressão em inglês hospitality industry.

Na atualidade, a denominação mais comum em língua inglesa é loading industry.

Fundamentação teórica

Examinada de maneira interdisciplinar no âmbito das Ciências Humanas

(Bueno, 2008, p. 8), a hospitalidade tem como objeto de estudo o anfitrião, seja ele uma pessoa, uma comunidade, uma nação ou uma organização.

Para as pesquisas e para a compreensão desse fenômeno social, ela empresta noções de diversas áreas do conhecimento, como a filosofia, a sociologia, a antro‑ pologia, a geografia, a história, entre outras. Possui relação direta com o turismo, afinal, um dos momentos em que a população de um destino exerce o papel de an‑ fitrião é na recepção do turista.

419

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Medium 9788520431993

28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

28

A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

547

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Medium 9788520427385

2 – Planejamento

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Planejamento

Tópicos deste capítulo a Introdução a Conceito de planejamento a Importância e necessidade do planejamento a Objetivos a Os níveis de planejamento a Planos a Princípios tradicionais de planejamento a Gráficos de planejamento a Questões para revisão a Exercícios a Veja na internet

Introdução

As empresas não funcionam ao acaso. E muito menos na base da pura improvisação. Tudo nelas deve ser planejado. Isto significa que as empresas precisam decidir antecipadamente o que pretendem alcançar e o que deve ser feito para atingir seus objetivos. O foco em objetivos continua a ser a razão do sucesso de muitas empresas bem-sucedidas: elas sabem com antecedência o que e como fazer. E quais resultados querem oferecer.

Na realidade, o planejamento é muito comum em nossas vidas. Em todos os momentos estamos planejando nosso comportamento em rela-

32

iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

ção a certos objetivos que pretendemos realizar. Quando pretendemos ir a algum lugar, planejamos antecipadamente qual o melhor percurso a ser percorrido. Qualquer viagem envolve algum planejamento. As donas de casa planejam constantemente seu dia a dia, as refeições da família, o abastecimento do lar etc. Assim, o planejamento é uma decorrência natural do comportamento das pessoas em quaisquer situações. Nas empresas, o planejamento é uma necessidade imperiosa: uma vez definido algum objetivo a alcançar, o planejamento constitui a melhor maneira de chegar lá.

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Medium 9788520429501

14. Inteligência comercial para os produtos de turismo nos espaços rural e natural

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

14

Inteligência

comercial para os

produtos de turismo nos espaços rural e natural

Adonis Zimmermann

Introdução

Nos anos de 1990, o turismo rural passou pelas mais variadas discussões quanto à definição, ao conceito, à formatação do produto, de sua segmentação, dos benefícios sociais, ambientais etc., mas muito pouco se falou sobre sua comercialização, sobre a inteligência comercial desses produtos. Conclui-se que esse assunto não despertava o devido interesse, tendo em vista que, até pouco tempo, a oferta de produtos turísticos no espaço rural era bem inferior à demanda. Essa condição se modifica rapidamente, com uma constante ampliação e inovação da oferta.

Durante essas duas décadas de atividades profissionais no segmento turístico, tivemos a oportunidade de desenvolver e monitorar inúmeros empreendimentos turísticos nos espaços rural e natural, com a oferta das mais variadas atividades turísticas, criando um verdadeiro mix de produtos, o que proporcionou ao segmento uma clara revitalização do produto, gerada pela evolução da sua demanda.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547217464

15 - Apuração do resultado e suas destinações

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Apuração do resultado e suas destinações

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Apurar extracontábil e contabilmente o Resultado do

Exercício e suas destinações.

2. Saber o que é, como se apura e contabiliza o Resultado

Operacional Bruto e o Resultado Operacional Líquido.

3. Saber o que é Resultado Líquido do Exercício e o que fazer com ele.

4. Saber o que são, como são calculados e contabilizados os

Juros sobre o Capital Próprio.

5. Saber o que e quantas são as deduções do Resultado do

Exercício.

6. Saber o que é, como se calcula e contabiliza a Contribuição

Social sobre o Lucro Líquido.

7. Saber o que é, como se calcula e contabiliza o Imposto de

Renda sobre o Lucro Líquido.

8. Saber o que é, como e por que se apura o lucro real.

9. Saber o que são Prejuízos Acumulados, como são contabilizados e compensados.

10. Entender o que são e como são contabilizadas as participações do Resultado do Exercício.

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Medium 9788547217464

Respostas e comentários

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas e comentários

Questão 1: “c”

Solução:

Ver Artigo 10 da Resolução CFC n. 750/1993, na Seção A.4 do Apêndice.

Questão 2: “c”

Solução:

Os conhecimentos necessários para solução desta questão foram estudados nos Capítulos

4 e 6.

Sabemos que o Método das Partidas Dobradas tem como princípio fundamental que “para cada débito lançado na escrituração, haverá um crédito de igual valor”. Assim, quando elaboramos uma relação de Contas Extraídas do livro Razão, a soma dos saldos devedores será igual à soma dos saldos credores. Se nessa relação estiver faltando uma conta de saldo devedor, para encontrar o seu valor bastará calcular a diferença entre o total do débito e o total do crédito da referida relação, veja:

Contas de saldos credores:

Capital..................................................$ 1.300,00

Receitas ................................................$ 1.000,00

Dívidas .................................................$ 1.800,00

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Medium 9788547217464

Respostas

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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Medium 9788547217464

9 - Apuração simpli cadado resultado

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Apuração simplificada do resultado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que é, para que serve e como se apura o Resultado do Exercício de forma simplificada.

2. Conhecer um roteiro que pode ser utilizado para apuração do Resultado do Exercício de uma empresa de prestação de serviços.

3. Aprender os procedimentos necessários para apurar o

Resultado do Exercício de forma simplificada.

4. Saber o que é e para que serve o Balanço Patrimonial.

5. Elaborar de maneira simplificada o Balanço Patrimonial.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 155

24/02/2017 11:16:56

9.1 Introdução

Nos capítulos anteriores, você aprendeu a registrar os fatos administrativos (ou fatos contábeis). Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que a apuração simplificada?

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Medium 9788547217464

1 - Contabilidade: quando, o que ecomo estudar

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Contabilidade: quando, o que e como estudar

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber quando, o que e como estudar.

2. Saber como se preparar adequadamente para obter êxito em concursos.

3. Reconhecer quais providências deve tomar antes de iniciar os estudos.

4. Saber como estudar e aprender contabilidade.

5. Saber como estudar e aprender outras matérias.

6. Elaborar seu planejamento para estudos.

7. Saber o que deve providenciar antes e no dia do concurso.

8. Saber o que deve levar no dia do concurso.

9. Saber como se comportar no momento em que receber o caderno com as questões.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 3

24/02/2017 11:16:27

1.1 Quando estudar

Se pretende obter êxito em um concurso, comece a estudar agora. Saiba que a maior parte dos candidatos não é aprovada porque deixa para começar a estudar depois da publicação do edital do concurso que pretende prestar. Raramente o período entre o dia da publicação do edital e o dia da realização das provas supera 90 (noventa) dias, tempo insuficiente para estudar adequadamente todo o conteúdo programático informado no respectivo edital. Portanto: comece seus estudos JÁ.

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Grupo A (2072)
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Medium 9788582603802

Capítulo 16 - Gestão de projetos orientada a valor

Harold Kerzner Grupo A PDF Criptografado

16

Gestão de projetos orientada a valor

16.0

Introdução

Ao longo dos anos, passamos a aceitar a definição tradicional de sucesso de um projeto: atender à tripla restrição. Mais recentemente, modificamos nossa definição de sucesso declarando que é preciso haver um propósito de negócios válido para trabalhar no projeto. Passou-se a reconhecer, então, que o sucesso possui tanto um componente de negócios quanto um componente técnico.

Hoje, estamos modificando a definição de sucesso ainda mais adicionando um componente de “valor”, como se vê na Figura 16–1. Em outras palavras, o propósito

último de se trabalhar em um projeto deve ser fornecer alguma forma de valor tanto ao cliente quanto à organização matriz. Se o valor do projeto não conseguir ser identificado, então talvez não devamos nem mesmo trabalhar nele.

Valor pode ser definido com o mérito atribuído pelas partes interessadas aos deliverables do projeto.

Cada parte interessada possui uma definição de valor diferente. Além disso, o valor real pode ser expresso em termos qualitativos em vez de puramente quantitativos.

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Medium 9788582603802

Capítulo 12 - O escritório de projetos

Harold Kerzner Grupo A PDF Criptografado

12

O escritório de projetos

12.0

Introdução

À medida que as empresas começam a reconhecer o efeito favorável da gestão de projetos na lucratividade, passa-se a enfatizar a importância de se atingir o profissionalismo na área usando o conceito de escritório de projetos (PO, project office). O conceito de um PO, ou PMO (project management office), provavelmente é atividade de gestão de projetos mais importante desta década. Com o reconhecimento de sua importância, vem o planejamento estratégico, tanto para a gestão de projetos quanto para o escritório de projetos. A maturidade e a excelência não ocorrem com o mero uso da gestão de projetos ao longo de um longo período, mas por meio do planejamento estratégico tanto para a gestão de projetos quanto para o PMO.

O planejamento estratégico geral envolve a determinação de onde você deseja estar no futuro e, então, de como você planeja chegar lá. Para o planejamento estratégico do PMO, geralmente é mais fácil decidir que atividades devem estar sob o controle do PMO do que determinar como ou quando realizá-las. Para cada atividade colocada sob os seus cuidados, podem surgir movimentos de resistência que inicialmente veem a remoção dessa atividade de sua área funcional como uma ameaça a seu poder e autoridade. Típicas atividades designadas a um PMO incluem:

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Medium 9788582603802

Capítulo 3 - Jornada rumo àexcelência

Harold Kerzner Grupo A PDF Criptografado

3

Jornada rumo à excelência

3.0

Introdução

Toda empresa possui suas próprias forças, ou forças motrizes, como discutimos no

Capítulo 1, que a forçam a embarcar em uma jornada rumo à excelência em gestão de projetos. Algumas empresas completam essa jornada em dois ou três anos, enquanto outras levam uma década ou mais. Neste capítulo, discutiremos as abordagens adotadas por diversas empresas. Cada uma delas escolheu um caminho diferente, mas todas alcançaram certo grau de excelência em gestão de projetos.

Algumas empresas embarcam nessa jornada a pedido de seus próprios funcionários, enquanto outras são forçadas pelas ações de concorrentes e clientes. De qualquer maneira, há forças motrizes que propagam a busca da excelência em gestão de projetos.

As forças motrizes que levam à excelência, como discutido anteriormente, incluem:

Projetos de capital

Expectativas do cliente

Competitividade

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Medium 9788582603802

Capítulo 15 - Excelência em gestão de projetos global

Harold Kerzner Grupo A PDF Criptografado

15

Excelência em gestão de projetos global

15.0

Introdução

Nos capítulos anteriores, discutimos a excelência em gestão de projetos, o uso de metodologias de gestão de projetos e o hexágono da excelência. Muitas empresas descritas neste livro já se tornaram excelentes em todas essas áreas. Neste capítulo, discutiremos sete empresas: IBM, Computer Associates, Microsoft, Deloitte, COMAU, Fluor e Siemens. Todas já alcançaram práticas e características especializadas relacionadas a uma gestão de projetos globalizada profunda:

• Elas são multinacionais.

• Vendem soluções de negócios aos seus clientes, em vez de apenas produtos ou serviços.

• Reconhecem que, para serem provedoras de soluções bem-sucedidas, precisam se tornar excelentes em gestão de projetos, em vez de apenas serem boas nisso.

• Reconhecem que têm de ser excelentes em todas as áreas da gestão de projetos em vez de apenas em uma área.

• Reconhecem que uma abordagem de gestão de projetos global deve focalizar mais estrutura, templates, listas de verificação, formulários e diretrizes do que políticas e procedimentos rígidos, e que a abordagem precisa poder ser usada igualmente bem em todos os países e para todos os clientes.

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Medium 9788582603802

Capítulo 7 - Apoio por parte da gerência

Harold Kerzner Grupo A PDF Criptografado

7

Apoio por parte da gerência

7.0

Introdução

Como vimos no Capítulo 6, os gerentes sênior são os arquitetos da cultura corporativa. Eles são encarregados de garantir que as culturas de suas empresas, uma vez adotadas, não se desarticulem. Um apoio visível por parte da gerência é essencial para manter a cultura de gestão de projetos. Acima de tudo, esse apoio precisa ser contínuo, e não esporádico.

Este capítulo examina a importância do apoio por parte da gerência na criação e na manutenção da cultura de gestão de projetos. Estudos de caso ilustram a importância vital do empoderamento dos funcionários e do papel de patrocinador de projeto no sistema de gestão de projetos.

7.1 Apoio visível por parte dos gerentes sênior

Assim como os patrocinadores de projeto, os gerentes sênior oferecem apoio e encorajamento aos gerentes de projetos e ao resto da equipe. As empresas excelentes em gestão de projetos apresentam as seguintes características:

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