Artmed (39)
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Medium 9788582604151

Introdução - A primeira lição da pacificação

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Introdução

A primeira lição da pacificação

O Tratado de Kadesh foi um dos primeiros tratados de paz da história, negociado entre os impérios egípcio e hitita há mais de 3 mil anos, durante o século

XIII a.C. Nenhuma das partes estava disposta a continuar a incorrer nos custos da guerra e ambos temiam conflitos futuros com seus outros vizinhos, então o faraó Ramsés II e o rei Hatusil III buscaram negociar um fim para o conflito.

Essas tentativas não são difíceis apenas porque as questões em jogo são polêmicas ou complexas, mas porque muitas vezes nenhum dos lados quer dar o primeiro passo. O primeiro lado a pedir paz pode parecer fraco em vez de sábio ou magnânimo, um sinal que líder algum pode se dar ao luxo a comunicar.

Ainda assim, os dois chegaram a um acordo. Apesar de escrito milhares de anos atrás, o tratado tem muitas das marcas dos acordos mais recentes, incluindo disposições proclamando o fim do conflito, a repatriação de refugiados, uma troca de prisioneiros e um pacto de auxílio mútuo caso um dos lados seja atacado por terceiros.1

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Medium 9788582604151

Capítulo 9. Preserve o impulso para a frente

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 9

Preserve o impulso para a frente

Greves e locautes na NHL

Qual é a diferença entre a negociação de um acordo coletivo de trabalho (CBA, collective bargaining agreement) na National Hockey League (NHL) e uma cirurgia cardíaca aberta? Uma delas é longa, dolorosa e cara, sem garantia alguma de que o problema será resolvido. A outra é um procedimento médico tradicional.

Quando escrevia este livro, fazia mais de 20 anos que os jogadores e donos de times da NHL não conseguiam negociar um CBA sem uma greve ou locaute que provocasse prejuízos econômicos graves (uma greve é uma suspensão das atividades iniciada pelos jogadores; um locaute é quando os proprietários dão início à suspensão). No início da temporada 2012-13, os donos promoveram um locaute, de modo que nenhum jogo aconteceria até um acordo ser assinado. Quando o acordo finalmente foi finalizado, cerca de quatro meses depois, quase metade dos jogos da temporada havia sido cancelada. Um locaute semelhante provocou o mesmo nível de prejuízos na temporada 1994-95. O prêmio de pior negociação da história dos esportes profissionais provavelmente vai para a temporada desastrosa de 2004-05 da

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Medium 9788582604243

Capítulo 9 - A Política Industrial e os Programas Setoriais da Agroindústria

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

9

A POLÍTICA INDUSTRIAL E OS PROGRAMAS

SETORIAIS DA AGROINDÚSTRIA

José Hermeto Hoffmann

José Miguel Pretto

Claudio Fioreze

Sérgio Luís Feltraco

Angelo Menegat

INTRODUÇÃO

Em 2011, ao se iniciar a elaboração de programas setoriais destinados ao fortalecimento das principais cadeias produtivas do agronegócio do Rio Grande do Sul, nos marcos da Política

Industrial 2011-2014 (PI/RS), a principal constatação era que o Estado vinha perdendo participação na produção nacional das principais culturas exportadoras. As causas mais prováveis desta perda de participação eram, e continuam sendo, essencialmente as seguintes: a) a evolução da tecnologia, que permitiu o cultivo de soja e milho no ambiente do

Cerrado, com méritos fundamentais da

Embrapa; b) a submissão das culturas de inverno, em particular do trigo, dos produtos da vitivinicultura, do leite e do arroz – todos com forte tradição no Estado – aos acordos comerciais do Mercosul; e, por último, mas não menos importante, c) um fator imutável, embora não uma dificuldade insuperável, que é a distância do

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Medium 9788582604243

Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

8

É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Medium 9788582604151

Capítulo 8. Alavancando o poder do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 8

Alavancando o poder do processo

Dando para trás em um acordo de cavalheiros de US$ 10 milhões

A Sun Microsystems ainda era uma empresa recém-nascida quando, em 1983,

1 dois de seus cofundadores tentaram levantar US$ 10 milhões em capital. Após considerar diversas opções, Vinod Khosla e Scott McNealy decidiram buscar financiamento junto a um investidor estratégico, uma empresa da lista Fortune

100 que enxergava o benefício de ter acesso à tecnologia que a Sun estava de2 senvolvendo e para a qual o tamanho do investimento seria simbólico. Quando se reuniram com o CEO da empresa, Khosla e McNealy chegaram a um acordo: um investimento de 10 milhões em uma avaliação pós-investimento

3 de 100 milhões de dólares. As partes trocaram um aperto de mãos e concordaram em se reunir em Chicago, na semana seguinte, para finalizar o instrumento de condições.

Khosla e McNealy voaram de San Francisco a Chicago esperando uma reunião curta para finalizar as condições remanescentes, a maioria das quais envolveria disposições padrão. Os dois ficaram surpresos quando o CEO apareceu na reunião cercado de uma dúzia de pessoas, incluindo vários banqueiros e advogados. Logo ficou óbvio que seriam eles a falar naquele dia, os banqueiros e advogados, e que as negociações precisariam recomeçar do zero, como se a semana anterior jamais tivesse acontecido. Os investidores entendiam que até ali o tamanho do investimento e a avaliação aplicada estavam totalmente no ar.

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103267

DUPLA EMPREENDEDORA: Empreendedorismo em quadrinhos

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Inspirado na vida de dois jovens empreendedores, Dupla empreendedora fala de ideias, talento e da enorme disposição para transformar sonhos em realidade. Ao utilizar de maneira inovadora o recurso narrativo dos mangás, o livro traz ao leitor os conceitos mais importantes relacionados à prática do  empreendedorismo: da avaliação de ideias e utilização do plano de negócios a negociações com investidores e gestão de uma empresa desde a sua criação. Ao mesmo tempo em que se diverte, o leitor aprofunda-se na teoria (preparando-se, assim, para a prática) do mundo dos negócios. Boa leitura e ótimo aprendizado!

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Medium 9788566103113

Capítulo 9 - Internacionalização de Empresas

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 99

03/08/2018 17:15:08

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ADMINISTRAÇÃO

9. �Internacionalização de Empresas

ADM_.indb 100

03/08/2018 17:15:08

• Conceituar a Internacionalização de Empresas.

• Apresentar oportunidades trazidas pela internacionalização.

• Conhecer os passos importantes para a internacionalização do negócio.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Muitas vezes, a ideia de internacionalização é vista como uma alternativa a alguma crise enfrentada localmente. A internacionalização de empresas deve ser encarada não como uma simples alternativa, mas sim como uma estratégia de longo prazo de qualquer empresa que queira crescer e estabelecer-se mundialmente.

Apresentamos a seguir o passo a passo do planejamento para a exportação.

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Medium 9788566103021

Capítulo 9 - A PROCURA DA ESCALA

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

A PROCURA DA ESCALA

Atingir escala, ou seja, crescimento para além de um projeto-piloto ou de pequena empresa, é talvez o verdadeiro teste de sucesso de um empreendimento. Sem escala, a viabilidade financeira pode ser impossível, porque importantes economias de escala não podem ser obtidas, ou, pelo menos, a organização pode permanecer muito vulnerável às mudanças no seu ambiente, problemas internos, ou outros eventos. Sem escala, o impacto social permanecerá necessariamente minúsculo. A promessa do paradigma da BP não será cumprida. É por isso que o crescimento é um componente essencial da avaliação de planos de negócios e outras iniciativas; e porque o crescimento se tornou quase uma obsessão do desenvolvimento internacional e não só entre os investidores de capital de risco.

Como a avaliação do impacto, a escala é importante demais para ser deixada como uma reflexão tardia, ou adiada para ser enfrentada quando a viabilidade financeira for atingida. Por um lado, como mencionado, a viabilidade pode exigir escala, e por isso deixar a escala para mais tarde pode ser uma ordem de prioridades errada e, portanto, condenar o empreendimento; por outro lado, sem se pensar algumas questões difíceis sobre a expansão na fase de planejamento, você pode muito bem acabar com um modelo de negócio que é incompatível com a expansão, por exemplo porque se apoia demais em caraterísticas específicas do fundador que não podem ser transmitidas a outras pessoas ou a organização crescer e a capacidade do fundador de estar no comando de tudo diminuir.

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Medium 9788566103113

Capítulo 8 - Ferramentas da Estratégia

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 87

03/08/2018 17:15:05

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ADMINISTRAÇÃO

8. �Ferramentas da Estratégia

ADM_.indb 88

03/08/2018 17:15:05

• Conceituar o que são as ferramentas estratégicas.

• Descrever a elaboração de estratégias organizacionais.

• Conhecer os tipos de estratégias organizacionais.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Ferramentas da Estratégia

A estratégia surgiu em situações de concorrência, em especial em guerra, e depois migrou para os negócios. O conceito de estratégia é complexo e requer um pensamento sistêmico para ser compreendido e praticado, pois tem sido utilizado de diferentes maneiras.

O reconhecimento explícito das definições múltiplas pode ajudar as pessoas a moverem-se nesse campo difícil. Henry

Mintzberg apresenta cinco definições de estratégias, denominadas os 5 Ps da Estratégia, sendo a estratégia: Plano, Pretexto, Posição, Perspectiva e Padrão.

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Medium 9788566103069

Capítulo 8 - Empreender também é para você

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

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INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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8. �Empreender também é para você

2/2/2018 11:05:25 PM

Muitos empreendedores tornam-se bem-sucedidos sem conhecer antecipadamente os problemas que enfrentariam.

São os indivíduos que têm o “privilégio da ignorância” ou da falta de conhecimento e, assim, arriscam sem saber onde estão pisando. Quando se conhece em detalhes o ambiente e a si mesmo e, ainda, quando se tem uma clara visão dos cenários prováveis para o negócio, o indivíduo pode incorrer no erro do excesso de confiança. O fato é que conhecimento em quantidade nunca é demasiado, pois nunca saberemos tudo acerca de todos os assuntos. Sempre teremos de progredir.

Por isso, todos podem, em tese, desenvolver habilidades ao longo da vida, aperfeiçoar as que já possuem e constituir um alicerce forte o suficiente para enfrentar as tormentas do empreendedorismo.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520433485

Parte 8 – Figuras

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 8

Figuras

Figura 1 

Modelo de descrição das aulas em grupo

LOGO DA

ACADEMIA

Programa de atividades

Abdominal: aula com exercícios específicos para a região abdominal, melhorando a resistência muscular localizada. Indicada para alunos iniciantes, intermediários e avançados. Duração: 30 minutos.

Alongamento: visa melhorar a flexibilidade com exercícios de alongamento com uma amplitude adequada a cada aluno, não esquecendo do relaxamento e das funções terapêuticas. Indicada para alunos iniciantes, intermediários e avançados. Duração: 30 minutos.

Bike indoor: programa de ciclismo indoor que visa melhorar a capacidade cardiovascular e o condicionamento físico por meio de diferentes treinos de forma intervalada ou contínua, de acordo com a periodização das aulas, havendo um alto gasto calórico. Indicado para alunos intermediários e avançados. Duração: 60 minutos.

GAP: aula que visa fortalecimento e aumento da resistência muscular dos glúteos, pernas e abdômen.

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Medium 9788520433485

Parte 7 – Manual de limpeza

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 7

Manual de limpeza

LIMPEZA

Limpeza, segundo o dicionário, tem como definição: qualidade do que é limpo, pureza, asseio, perfeição e bom acabamento.

A limpeza e a organização são aspectos que influenciam diretamente na sensação de bem-estar e conforto dos clientes internos e externos.

Nas academias elas têm uma grande importância, visto que estamos trabalhando com pessoas que praticam atividades físicas e que se expõem a todo o momento ao contato com aparelhos e materiais usados por outras mais. A proliferação de germes e bactérias pode e deve ser evitada com uma limpeza constante e de boa qualidade. Uma academia limpa e organizada causa uma excelente impressão aos seus alunos e futuros clientes. As pessoas se sentem bem em locais que “brilham”! Isto se torna essencial para o bom funcionamento de toda a Academia.

Os responsáveis devem acompanhar como a limpeza está sendo efetuada e analisar cuidadosamente cada parte da Academia. É importante elaborar um horário de limpeza para cada dia da semana, o que irá depender das aulas em cada sala. Esse cronograma deve ser minucioso, contendo o dia da semana, o horário, a sala, o que deve ser limpo e como. O

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Medium 9788520433485

Parte 6 – Manual de lideranças

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 6

Manual de lideranças

GERENTE

Função

Responsável por toda a Academia, prezando pelo ótimo funcionamento, atendimento ao cliente e seus colaboradores.

Tarefas

Planejamento estratégico

■■ Acompanhamento do atendimento ao cliente.

■■ Acompanhamento indireto da equipe técnica e auxílio aos coordenadores por meio de informações.

■■ Atuação, com o supervisor de vendas, diretamente nas ações de prospecção de clientes novos, visitando empresas e estabelecimentos da região, em busca de clientes corporativos.

■■ Auxílio nas negociações estratégicas.

■■ Avaliação de processos (recepção de clientes, integração entre as áreas).

■■ Avaliação da frequência dos clientes.

■■ Busca de patrocinadores, anunciantes, parceiros e permutas.

parte 6 - manual de lideranças

■■ Captação de informações de mercado, clientes, consumidores e abastecimento do marketing, relatando os itens levantados.

■■ Controle do departamento de personal training.

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Medium 9788520433485

Parte 5 – Manual técnico: vendas e recepção

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 5

Manual técnico: vendas e recepção

VENDAS E RECEPÇÃO

Consultor de vendas

■■ Vender utilizando a metodologia da empresa – alcançando suas metas e garantindo sempre o faturamento máximo.

■■ Prospectar o maior número possível de clientes (novos, ex-alunos e renovações), agendando suas visitas e garantindo que compareçam ao agendamento (telemarketing).

■■ Reter e fidelizar ao máximo sua carteira de clientes, sempre com o objetivo de aumentá-la.

■■ Conhecer muito bem o produto que está vendendo, todas as opções de serviços.

■■ Empenhar-se e dedicar-se ao máximo para alcançar o mais alto nível do plano de carreira.

■■ Seguir todas as rotinas, processos e procedimentos do cargo.

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gestão em atendimento: manual prático para academias e centros esportivos

Recepcionista

■■ É a porta de entrada do cliente na Academia.

■■ A partir do momento que você entra na recepção, responderá pela Academia.

ATENDIMENTO AO CLIENTE

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Medium 9788520433485

Parte 4 – Manual técnico: programação infantil (kids)

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 4

Manual técnico: programação infantil (kids)

EQUIPE

Professores

O professor tem como função ensinar, tirar dúvidas e atender as crianças. Controlar sua assiduidade, motivar para que não haja desistência e tornar a atividade física prazerosa.

Monitores

O monitor tem como função acompanhar, de maneira responsável, as crianças na transição entre as atividades, dando o apoio necessário durante o lanche e no banho.

Assistentes (kids room)

O assistente tem como função acompanhar, de maneira responsável, as crianças durante sua permanência na sala das crianças (kids room).

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gestão em atendimento: manual prático para academias e centros esportivos

ATENDIMENTO AO CLIENTE

Judô e balé

Atendimento inicial (cliente novo)

■■ Cumprimentos:

–– Cumprimente e apresente-se à criança e ao acompanhante de forma simpática e acolhedora. Se possível, apresente-a a outras crianças.

–– Todas as crianças e acompanhantes devem ser cumprimentados, independente do tempo que frequentam a academia. Seja simpático e educado, causando boa impressão. Chame-os pelo nome, sempre que possível.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547209582

Um tema de muitas faces ede importância central

VELOSO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução

Um tema de muitas faces e de importância central

Pense rapidamente. O que lhe vem à mente quando você se refere a direitos humanos? O que costuma ouvir em sua vida cotidiana, no transporte para o trabalho, para a escola, para o lazer, quando está na academia, no mercado, na praça, nas reuniões entre família e amigos?

Quando nos questionamos sobre isso, em geral as respostas que recebemos são diversas. Aqueles que participaram de manifestações de rua em junho de 2013 poderiam pensar em Amarildo, morador do bairro da Rocinha, no Rio de Janeiro, que

“desapareceu” após abordagens policiais — legítima e corajosa lembrança de um fato que mobilizou o Brasil e o mundo naquele momento. Talvez, contudo, se surpreendessem ao saber que desaparecimentos como o de Amarildo se contam aos milhares ao ano no Brasil.

Outras pessoas poderiam se lembrar de alguns de seus livros de história e falar das comissões da verdade que buscam, no momento em que este texto é escrito, reconstituir violações de direitos humanos ocorridas no Brasil. Assim como na

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Medium 9788547204952

sobre o autor

MOYSÉS, Carlos Alberto Editora Saraiva PDF Criptografado

sobre o autor

Clóvis Luís Padoveze é doutor em Contabilidade e Controladoria pela USP-SP e mestre em Ciências Contábeis pela PUC-SP. Leciona no Mestrado Profissional e Doutorado em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios da Universidade Metodista de

Piracicaba, onde é responsável pelas linhas de pesquisa em Finanças e Controladoria.

Profissionalmente, atua há mais de 30 anos como controller, consultor e instrutor de treinamentos profissionais, passando por empresas importantes como Indústrias Romi

S.A. e Grupo Nelson Paschoalotto, no qual trabalha atualmente. Autor muito renomado, tem diversos títulos publicados na área de Contabilidade, Finanças, Custos e Gestão de

Riscos, além desta obra, Administração Financeira: uma abordagem global, que chega às mãos de profissionais e estudantes da área pela Editora Saraiva Educação.

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Medium 9788547217464

Respostas e comentários

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas e comentários

Questão 1: “c”

Solução:

Ver Artigo 10 da Resolução CFC n. 750/1993, na Seção A.4 do Apêndice.

Questão 2: “c”

Solução:

Os conhecimentos necessários para solução desta questão foram estudados nos Capítulos

4 e 6.

Sabemos que o Método das Partidas Dobradas tem como princípio fundamental que “para cada débito lançado na escrituração, haverá um crédito de igual valor”. Assim, quando elaboramos uma relação de Contas Extraídas do livro Razão, a soma dos saldos devedores será igual à soma dos saldos credores. Se nessa relação estiver faltando uma conta de saldo devedor, para encontrar o seu valor bastará calcular a diferença entre o total do débito e o total do crédito da referida relação, veja:

Contas de saldos credores:

Capital..................................................$ 1.300,00

Receitas ................................................$ 1.000,00

Dívidas .................................................$ 1.800,00

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Medium 9788547215125

Respostas dos exercícios

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas dos exercícios

Capítulo 1 – Economia e Constituição das Teorias de Comércio Internacional

1. De acordo com o argumento mercantilista, para que as nações aumen-

tassem suas riquezas deveria haver ênfase no comércio internacional, privilegiando principalmente as exportações, com o intuito de promover a acumulação de metais. Para a manutenção da riqueza do país, também seria imprescindível que o Estado atuasse na defesa dos interesses internos.

2. Adam Smith, tendo como referência o mercantilismo, demonstra que não

é mais a ênfase no acúmulo de divisas que explica a origem da riqueza das nações. Ele acredita que nações que possuam mais habilidade em desenvolver processos fabris se tornem mais ricas. Smith enfatiza que, no âmbito da produção, o processo de divisão do trabalho é condição necessária para que haja aumento de produtividade.

3. De acordo com Adam Smith, uma das condições necessárias para a ocorrência de comércio entre duas nações seria a existência de algum produto para o qual houvesse uma vantagem absoluta na produção, ou seja, o país deve possuir algum produto cuja produtividade seja mais elevada. Por exemplo, um produto para o qual haja menor mobilização de mão de obra em relação ao país vizinho.

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Medium 9788547217464

Respostas

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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Grupo A (2072)
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Medium 9788577806164

Voxiva: Alertas de Saúde para Todos

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

Estudos de Caso e Comentários de CEOs

Voxiva: Alertas de

Saúde para Todos

Conseguimos começar porque arrecadamos dinheiro junto a pessoas que acreditavam que o que fazíamos era importante para o mundo e também que havia um negócio a ser explorado.

— Paul Meyer

Nas duas últimas décadas, a propagação de doenças como a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), a Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS), a hepatite C e a febre hemorrágica causada pela dengue, além dos surtos de enfermidades tradicionais como o tifo e a difteria, renovaram a conscientização da sociedade quanto às ameaças globais representadas pelas doenças infecciosas. Com efeito, enfermidades contagiosas como cólera, meningite e sarampo são responsáveis por 63%

A ameaça da rápida das mortes infantis e 48% das mortes prematudisseminação regional, ras no mundo, sendo no mínimo 300 milhões o nacional e global dessas número de pessoas que sofrem de casos agudos

1 enfermidades impõe de malária, 90% das quais na África subsaariana . um novo desafio: sua

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Medium 9788577806164

Universidade de Maastricht

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Universidade de Maastricht

Educação Gerencial para os Pobres:

A História da Escola de Administração de Maastricht

Em países em desenvolvimento com sólidos mercados na BP, a qualidade dos sistemas de ensino superior têm sido tradicionalmente precária. Em tais países, quase nunca há recursos suficientes disponíveis para a educação escolar primária e secundária das crianças. Não é de admirar, portanto, a escassez de recursos para um ensino superior de qualidade. Em muitos países da África, por exemplo, as faculdades de administração inexistem ou fundamentam-se em materiais teóricos ocidentais ultrapassados sem qualquer relevância prática para os alunos. Desses livros didáticos de administração constam exemplos de empresas com as quais a maioria dos estudantes não tem a menor familiaridade ou das quais sequer ouviu falar. Mais significativo talvez seja o fato de que muitas de suas abordagens teóricas avançadas assumem já ter sido alcançado certo nível de infraestrutura e desenvolvimento econômico, pois isso corrobora sua aplicação nos mercados e países em desenvolvimento. Em muitos casos, mesmo a menor infraestrutura de mercado imaginável ainda não existe. Está claro, no entanto, que a educação, e em particular a educação gerencial, é decisiva para o desenvolvimento da comunidade local de negócios

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Medium 9788577806164

Unilever

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Unilever

Fazendo o Bem, Fazendo Bem

Fazer negócios de maneira responsável e bem-sucedida – ou, se preferir, fazer o bem e fazer bem – são dois lados da mesma moeda.

— Patrick Cescau, em discurso proferido no

Business as an Agent of World Benefit,

Cleveland, Ohio, outubro de 2006

A filantropia corporativa goza de uma longa e magnífica história. A Unilever deve sabê-lo. Hoje em dia, fazer doações de caridade e apoiar atividades comunitárias ainda é uma forma importante de as empresas ajudarem a enfrentar os desafios sociais. Mas, nas últimas décadas, a agenda sofreu uma mudança significativa. Cada vez mais se admite que a responsabilidade das empresas para com a sociedade em geral vá muito além dos gestos filantrópicos – por mais generosos que sejam. A responsabilidade social e a sustentabilidade ambiental converteram-se na divisa das organizações que querem prestar uma contribuição mais relevante às comunidades em que atuam. Muitos fatores explicam essa mudança de ênfase. Por exemplo, é crescente o reconhecimento de que os desafios sociais e ambientais com que nos deparamos neste século XXI são tão complexos e multidimensionais que não podem ser solucionados exclusivamente pelos governos.

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Medium 9788565848312

Texto

Frederico de Mello Brandão Tavares; Reges Schwaab Grupo A PDF Criptografado

10

Texto

O aprofundamento como caminho da reportagem de revista

Thaís Furtado

O TEMPO DA REPORTAGEM

Se você acompanhou a Copa do Mundo de

1998, deve se lembrar da expectativa dos brasileiros na partida final entre Brasil e França.

Até o dia do jogo, como em qualquer evento desse porte, jornalistas faziam matérias sobre os mais diversos assuntos: os jogadores, os resultados, as torcidas, os hábitos dos franceses, os locais que poderiam ser visitados no país sede do espetáculo.

Na hora de o Brasil entrar em campo contra a França, no entanto, surgiu uma notícia: Ronaldo, o fenômeno, não estava na escalação, e Edmundo foi anunciado em seu lugar. Minutos mais tarde, uma nova mudança: Ronaldo tinha, sim, condições de jogar. Jogou, mas sua atuação foi apagada.

O resultado foi uma derrota de três a zero e um vice-campeonato cheio de dúvidas sobre o que teria acontecido com um dos maiores jogadores brasileiros de todos os tempos.

Até aquele momento, durante a

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Medium 9788536323022

Termos importantes nas áreas de gerenciamento da qualidade e segurança dos alimentos

Marco Túlio Bertolino Grupo A PDF Criptografado

Termos importantes nas

áreas de gerenciamento da qualidade e segurança dos alimentos

T E R M O S I M P O RTA N T E S N A S Á R E A S D E G E R E N C I A M E N TO D A Q U A L I D A D E E S E G U R A N Ç A D O S A L I M E N TO S

274

AÇÃO CORRETIVA

Ação implementada para eliminar as causas de uma não conformidade, de um defeito ou de outra situação indesejável existente, a fim de prevenir sua repetição.

AÇÃO PREVENTIVA

Ação implementada para eliminar as causas de uma possível não conformidade, um defeito ou outra situação indesejável, a fim de prevenir sua ocorrência.

ACREDITAÇÃO

Procedimento de avaliação periódico e confidencial realizado por terceiros (via auditoria de terceira parte), com o objetivo de garantir a implantação e a manutenção do sistema de gestão por meio da observação de padrões previamente aceitos (como as Normas ISO 9001:2015, ISO 22000:2005, ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:200-).

Pode-se dizer que uma instituição é acreditada quando a organização dos processos e as atividades condizem com padrões preestabelecidos.

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