Artmed (39)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582604151

Capítulo 10. Fique na mesa

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604243

Capítulo 10 - Sustentabilidade Ambiental e Política Industrial

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

10

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

E POLÍTICA INDUSTRIAL

Eduardo Grijó

Carlos Henrique Horn

José Miguel Pretto

INTRODUÇÃO

Este capítulo aborda o tema da sustentabilidade ambiental enquanto elemento constitutivo de uma política industrial. Alinha-se, portanto, com a agenda contemporânea segundo a qual as questões associadas à mudança climática estão dentre os principais desafios de qualquer política industrial no século XXI, sendo uma das marcas distintivas em relação a experiências passadas de fomento ao desenvolvimento da indústria de transformação (NAUDÉ, 2013;

SZIRMAI; NAUDÉ; ALCORTA, 2013).

Embora a expressão desenvolvimento sustentável tal como a entendemos atualmente somente tenha aparecido na agenda mundial nos anos 1990, é possível estabelecer dois marcos de referência das discussões sobre o tema com a publicação de “Primavera Silenciosa”, de Rachel Carson, em 1962 (CARSON, 2010), e do relatório do Clube de Roma intitulado “Os limites do crescimento sustentável”, em 1972, o qual ficou mais conhecido como Relatório Meadows (MEADOWS et al., 1972; OLIVEIRA,

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604243

Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 11. Os limites do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 11

Os limites do processo

Tentando encerrar a

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã (1955-1975) oficialmente foi travada entre o Vietnã do

Norte e o Vietnã do Sul, mas costuma ser considerada uma guerra por procuração entre a União Soviética e os Estados Unidos. Os EUA e seus aliados apoiavam o governo sul-vietnamita, baseado em Saigon, enquanto os soviéticos, ao lado de outros países comunistas, apoiavam os norte-vietnamitas e a

Frente Nacional para a Libertação do Vietnã (FNLV, também conhecida como

Viet Cong), uma insurgência comunista armada até os dentes que atuava no sul. Apesar do envolvimento americano no Vietnã remontar ao início da década de 1950, um marco para o aumento desse envolvimento ocorreu em agosto de 1964, após os incidentes do Golfo de Tonkin. Em dois casos separados, a marinha dos EUA observou ataques iniciados pelos norte-vietnamitas, o que deu ao presidente Johnson um motivo para pedir ao Congresso que autorizasse uma campanha militar mais ampla contra o norte.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 12. Mudando as regras de engajamento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 12

Mudando as regras de engajamento

Negociando com seus amigos

Em fevereiro de 2002, a NBC e a Warner Brothers foram notícia de primeira página quando assinaram o contrato mais caro da história da televisão pelos direitos de uma sitcom de 30 minutos. O programa era Friends, uma comédia sobre seis amigos morando na cidade de Nova York. O contrato garantiria a décima e última temporada, encerrando uma década em que o programa foi indicado para mais de 60 Primetime Emmy Awards (e venceu seis) e foi um dos cinco programas mais assistidos da TV em todas as temporadas, com exceção da primeira. Sem dúvida, foi um grande seriado, mas isso não basta para explicar quanto dinheiro os atores que interpretavam os seis protagonistas receberiam pela última temporada.

Muitas comédias têm um astro óbvio cercado por um elenco de outros personagens. Considere, por exemplo, alguns dos programas mais populares da NBC nas duas décadas anteriores a essa negociação: The Cosby Show, Caras

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Empreende (96)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788566103281

10. Conecta UDF: DesenvolvendoHabilidades, GerandoDiferenciais

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Conecta UDF:

10 Desenvolvendo

Habilidades, Gerando

Diferenciais

Coordenador Sandson Barbosa Azevedo

Resumo

O curso de Administração presencial do Centro Universitário UDF estava passando por uma diminuição de estudantes matriculados, decorrente do aumento de cursos tecnológicos, de cursos a distância, e da crise educacional do período.

De forma paralela, o mundo atual, em mudança exponencial, busca indivíduos que possuam competências empreendedoras, tais como liderança, mobilização de recursos, criatividade etc.

Esse movimento está ligado primeiramente à área de tecnologia, porém se retomou internamente o forte vínculo e referência com a Administração. Para atender a tal demanda, o UDF entendeu que seria necessário um ambiente inovador que facilitasse e estimulasse o desenvolvimento de competências empreendedoras e que não atendesse somente ao curso de

Administração, mas que fosse usado de forma interdisciplinar, disruptiva e criativa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103205

10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103052

10. Recomendações Finais ao Empreendedor

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

10Recomendações Finais ao Empreendedor“Depois de vencer, aja como se não tivesse vencido.”Sun Tzu, em A arte da guerra2018_livro.indb 24311/11/2017 8:32:19 AM10Recomendações finais ao empreendedorMuitos empreendedores acreditam que o mais difícil em todo o processo empreendedor é a obtenção do capital inicial para o negócio, o seed money.Se for considerado apenas o processo inicial, antes do início das operações da empresa, em alguns casos, o empreendedor está correto. Essa é de fato uma queixa de muitos empreendedores brasileiros: a restrição ao crédito no país. Talvez isso faça os empreendedores se sentirem vitoriosos quando conseguem o investimento ou o financiamento para o início do negócio.Geralmente, para isso ocorrer, as fases de concepção da ideia (inovação) e elaboração do plano de negócios foram concluídas com êxito.Assim, o empreendedor sente-se um pouco mais relaxado e sem aquela pressão de antes da obtenção do capital. No entanto, é um mito que precisa ser eliminado. A obtenção do capital faz parte do processo empreendedor e realmente é uma das fases mais difíceis. Contudo, o mais complicado está por vir: construir uma empresa e fazê-la crescer, cumprindo as metas do plano de negócios, gerando lucros, criando empregos, atendendo às necessidades dos clientes e recompensando o investidor conforme previsto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103281

11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103281

12. Intent: Formação Integrada para Liderança Empreendedora –PREMIADO COM LOUVOR

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Intent: Formação

12 Integrada para

Liderança

Empreendedora –

PREMIADO COM

LOUVOR

Coordenador Francisco Aranha

Coordenadora Carla Campana

Resumo

A Educação Superior está submetida a enorme pressão para transformar-se. Essa pressão resulta de mudanças protagonizadas pelas tecnologias de informação, das ferramentas de interatividade, da capacidade analítica e de customização proporcionadas pelo big data e de desdobramentos econômicos e sociais dessas tecnologias, que abalaram os negócios com base na informação. Atento a esse cenário de transformações, o Centro de Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (Cedea) realizou uma pesquisa sobre tendências no ambiente educacional e, a partir da sistematização dos seus achados, começou a tomar forma, em 2015, o Programa Intent. Seu objetivo é oferecer uma educação protagonizada pelos alunos, voltada para o grupo e integrada no conteúdo e no tratamento do indivíduo. A equipe do projeto

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Manole (231)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520428641

10 – A organização na perspectiva atual

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

10

A organização na perspectiva atual

Tópicos deste capítulo a A influência das ciências modernas na TO a A quinta onda a A influência da globalização a A influência da Era da Informação: mudança e incerteza a A nova lógica das organizações a O novo mundo da TO a Ética e responsabilidade social a Implicações da perspectiva atual

As ciências sempre estão em contínuo desenvolvimento e influenciando-se reciprocamente, criando um campo dinâmico de mudanças e transformações. Há um íntimo relacionamento entre elas. O que acontece em uma ciência provoca influências nas demais, o que aumenta sobremaneira seu desenvolvimento. E a TO não está incólume ou distante desse movimento de crítica e de renovação incessante.

A influência das ciências modernas na TO

Em função da forte influência das ciências modernas, a TO passou por três períodos distintos em sua trajetória1:

Chiavenato, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus,

Ver todos os capítulos
Medium 9788520437605

10. COMUNICAÇÃO

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

COMUNICAÇÃO

Objetivos de aprendizagem

•• Apresentar a comunicação como um dos principais meios de coesão

e integração organizacional.

•• Descrever o processo de comunicação e suas características sistêmicas.

•• Explicar a diferença entre dado, informação e comunicação.

•• Sumarizar as funções da comunicação.

•• Explanar as barreiras à comunicação e como saná-las.

•• Relatar a comunicação organizacional e seus canais.

•• Proporcionar condições para melhoria da comunicação organizacional.

Caso de apoio: Supermercados Meta

Renata Martinez é Diretora de Operações de uma enorme cadeia de supermercados com lojas em várias cidades – Supermercados Meta. Recentemente, a direção da empresa a incumbiu de promover um esquema de comunicação com todas as lojas no sentido de obter não somente uniformidade de critérios e políticas para compensar a extrema descentralização das operações, mas sobretudo para melhorar o fluxo de informações dentro da empresa. Renata prontificou-se a elaborar um plano global e apresentá-lo na próxima reunião da diretoria. Como você poderia ajudar Renata?

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

10. Dimensão social

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

10

Dimensão social

MARUTSCHKA MOESCH

Introdução

A dimensão social das políticas públicas e do processo de planejamento estra‑ tégico em clusters de turismo, muitas vezes, é negligenciada como um impacto de menor expressão sobre as localidades e comunidades envolvidas. A dimensão so‑ cial faz referência às mudanças sociais ocasionadas pelas políticas públicas e pelo planejamento estratégico em processos de caráter sistêmico e cooperativo na orde‑ nação do turismo. Os processos sociais ocasionados por essas novas metodologias de intervenção nas comunidades que buscam se desenvolver pelo turismo são o objeto principal do estudo deste capítulo.

Dimensão social das políticas públicas de turismo – educação, cultura, lazer, trabalho, qualidade de vida

A dimensão social das políticas públicas de turismo, assim como as políticas sociais, são incentivadoras de cidadania por serem redistributivas em termos de renda e poder, e possibilitadora do manejo de bens simbólicos. Podem ser equaliza‑ doras de oportunidades no sentido de instrumentar desiguais para que tenham chances históricas emancipatórias, não no sentido de doar a emancipação ao outro, mas de que possam se emancipar. Essas chances são preventivas e não curativas.

203

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438404

10. Entre desenvolvimento e sustentabilidade: o discurso da propaganda oficial na Amazônia

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

10

Entre  desenvolvimento     e  sustentabilidade:     o  discurso  da  propaganda  

\ºPVNY�[N�.ZNg�[VN

Danielle  Tavares  Teixeira

INTRODUÇÃO

A  problemática  ambiental  emergiu  nas  últimas  décadas  como   uma  crise  de  civilização.  Os  problemas  produzidos  pela  devastação  dos  ecossistemas  se  tornaram  globais,  dissolvendo  fronteiras  rígidas  entre  as  nações  e  questionando  a  racionalidade  econômica  e  tecnológica  dominantes.  Ao  mesmo  tempo,  a  relação   homem/natureza  entrou  no  campo  da  cultura  (Leff,  2001).  Nesse  contexto,  sobressai  o  conceito  de  desenvolvimento  sustentável,  fruto  de  processos  objetivos  e  subjetivos  que  levaram  à  consciência  do  esgotamento  do  modelo  vigente  e  da  necessidade  de   uma  nova  concepção  de  desenvolvimento.

Propõe-se,   neste   trabalho,   verificar   como   a   comunicação,   e   mais  especificamente  a  propaganda  oficial,  contribui  para  construir  no  imaginário  popular  a  imagem  da  Amazônia  como  uma   região  de  terra  em  abundância,  fértil,  cheia  de  belezas  e  fartura,   distante  e  inóspita,  e  como  essas  concepções  modificam-se  historicamente  com  a  inserção  de  novos  conceitos  como  o  de  desenvolvimento  sustentável.  

153

Ver todos os capítulos
Medium 9788520453032

10. Fundos de investimento

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Fundos de investimento

Marcelo de Libero d’Agosto

Neste capítulo, apresenta-se uma visão geral dos fundos de investimento.

INTRODUÇÃO

No Brasil, os fundos de investimento são uma popular alternativa de aplicação de recursos, com números significativos. De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)

– a entidade que representa os interesses dos bancos, empresas de administração de recursos, corretoras e distribuidoras de valores mobiliários – existem no país mais de 15 mil carteiras, que reúnem o montante total de R$ 4,0 trilhões sob responsabilidade dos gestores de recursos1.

Um mesmo aplicador pode ter posições em diversos fundos. Sendo assim, não é possível conhecer com exatidão a quantidade de pessoas que investem na modalidade. Contudo, estimativas com base na análise das informações sobre a quantidade de cotistas por fundo, disponibilizadas pela Comissão de Valores

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (885)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547215125

10.10 Regimes aduaneiros especiais

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

170  economia internacional

10.10 Regimes aduaneiros especiais

De certo modo, esses regimes são especiais porque têm um tratamento diferente dos regimes gerais e são relativos às operações de importação e às operações vinculadas de importação e exportação.

Exportação temporária

A exportação temporária significa a saída do país de mercadoria nacional ou nacionalizada, condicionada à reimportação em prazo determinado, no mesmo estado ou depois de submetida a processo de conserto, reparo ou restauração. Esse regime se aplica a mercadorias destinadas a feiras, competições esportivas ou exposições; produtos acabados para conserto, reparo ou restauração; animais reprodutores e veículo para uso do proprietário ou possuidor. A exportação temporária para aperfeiçoamento passivo é a destinada à transformação do bem, à sua elaboração, beneficiamento ou montagem.

Entreposto aduaneiro e industrial

Esse regime permite o depósito de mercadoria importada em local determinado, com suspensão do pagamento de tributos e sob controle fiscal. Já o regime de entreposto industrial é o que permite a determinado estabelecimento ou indústria importar, com suspensão de tributos, mercadorias que, depois de submetidas à operação de industrialização, deverão ser destinadas ao mercado externo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215125

10.11 Operações cambiais e pagamento nas exportações

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

171

 Suspensão: nessa modalidade, a exportação tem de ser planejada para um

mercado já estabelecido. Ela consiste na importação da mercadoria a ser exportada após beneficiamento ou empregada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. O procedimento é o seguinte: adquire-se o ato concessório, importa-se a mercadoria, fabrica-se o produto a exportar, efetiva-se a exportação e depois se comprova perante a Secex (por meio de uma agência do Banco do Brasil), dando baixa ao compromisso assumido.

 Isenção: nessa modalidade é feita a comprovação do produto exportado e dos insumos importados para sua fabricação. Assim, pleiteia-se à Secex um ato concessório para a importação dos insumos, isentos de pagamento de impostos e taxas, para reposição do estoque.

 Restituição: essa modalidade consiste na restituição do II e do IPI pagos na importação de material utilizado na fabricação de um produto exportado, em forma de crédito fiscal, cuja competência é exclusiva da Receita

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215125

10.12 Processo de importação

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

171

 Suspensão: nessa modalidade, a exportação tem de ser planejada para um

mercado já estabelecido. Ela consiste na importação da mercadoria a ser exportada após beneficiamento ou empregada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. O procedimento é o seguinte: adquire-se o ato concessório, importa-se a mercadoria, fabrica-se o produto a exportar, efetiva-se a exportação e depois se comprova perante a Secex (por meio de uma agência do Banco do Brasil), dando baixa ao compromisso assumido.

 Isenção: nessa modalidade é feita a comprovação do produto exportado e dos insumos importados para sua fabricação. Assim, pleiteia-se à Secex um ato concessório para a importação dos insumos, isentos de pagamento de impostos e taxas, para reposição do estoque.

 Restituição: essa modalidade consiste na restituição do II e do IPI pagos na importação de material utilizado na fabricação de um produto exportado, em forma de crédito fiscal, cuja competência é exclusiva da Receita

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215125

10.13 Sistemática

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

172  economia internacional

no território nacional (ou território aduaneiro). Todavia, segundo Sandroni,5 importação é a entrada de mercadorias e serviços estrangeiros num país, em que os serviços, cujo valor não figura na receita comercial, constituem as chamadas importações invisíveis.

10.12.2 Documentos

Com a criação do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e a desburocratização dos processos de importação e exportação, os documentos exigidos nas operações de importação passaram a ser:

 Licença de Importação (LI), cujo licenciamento pode ser automático ou

não automático, como os casos de anuência de outros órgãos, equipamentos usados, drawback etc.;

 Fatura Comercial: documento comercial necessário para a negociação com os bancos, despacho e desembaraço da mercadoria;

 Conhecimento de Embarque: prova de que a mercadoria foi embarcada.

Esse documento oficial é necessário para o desembaraço da mercadoria e para a negociação cambial;

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215125

10.14 Classificação fiscal da mercadoria na importação

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

174   economia internacional

Controle de preços

Com a implantação do Siscomex, esse controle é incumbência da Secex, em que devem ser consultadas as novas normas para averiguar as mudanças porventura ocorridas quanto às fontes de controle da Secex/Decex.

Exame de similaridade

Toda importação com benefício fiscal (isenção ou redução do imposto de importação), com exceção de algumas operações, inclusive a importação realizada pela

União, estados, Distrito Federal, municípios e respectivas autarquias, passa por um exame de similaridade. A apuração da similaridade é feita pela Secex em cada caso, observados os critérios aprovados pelo regulamento aduaneiro.

Esses critérios correspondem a preço, qualidade e prazo de entrega, considerando-se similar ao estrangeiro o produto nacional que tenha condições de substituir o importado. Assim, para apurar a não existência de similar nacional, devem ser seguidas as novas determinações do Siscomex, principalmente com relação ao licenciamento não automático.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1965)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577807215

10. A Escola Ambiental: A Formulação de Estratégia como um Processo Reativo

Henry Mintzberg ; Bruce Ahlstrand; Joseph Lampel Grupo A PDF Criptografado

276

Safári de Estratégia

Isaac Bashevis Singer, quando perguntado se acreditava em livre arbítrio ou em predestinação: “Precisamos acreditar no livre arbítrio; não temos escolha”.

Citado em Fadiman (1985:510)

E

ntre os atores no palco central das escolas até aqui discutidas – o executivo principal, o planejador, o cérebro, a organização e assim por diante –, um tem sido conspícuo por sua ausência. Trata-se do conjunto de forças fora da organização, o que os teóricos gostam de chamar (de forma um tanto livre) de “ambiente”. As outras escolas o veem como um fator; a escola ambiental o vê como um ator – na verdade, o ator.

Os autores que defendem esta visão tendem a considerar a organização passiva, algo que passa seu tempo reagindo a um ambiente que estabelece a pauta. Isso reduz a geração de estratégia a uma espécie de processo de espelhamento, o qual deveria levar esta escola além dos limites da administração estratégica (uma conclusão com que concordamos). Entretanto, desenvolveu-se uma literatura para descrever a geração de estratégia desta maneira, e ela merece, no mínimo, um desvio em nosso safári, por várias razões.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807529

10. A Estratégia em Ação

Johnson, Gerry Grupo A PDF Criptografado

284 FUNDAMENTOS DE ESTRATÉGIA

10.1

INTRODUÇÃO

O Capítulo 1 explicou que a gestão estratégica pode ser encarada como tendo três elementos principais: a compreensão da posição estratégica de uma organização, as escolhas estratégicas para o futuro e da administração da estratégia em ação (veja a Figura 1.3). Uma vez que este livro trata de fundamentos da estratégia, seu foco recai nos dois primeiros elementos: posição e escolha. Mas mesmo a estratégia mais bem escolhida não tem qualquer valor a menos que possa ser posta em ação. Embora este livro não enfatize tanto as questões de gerenciamento da estratégia em ação, este capítulo irá se dedicar a três assuntos-chave (veja a Figura 10.1):

Os tipos de estrutura organizacional que irão ajustar as estratégias da melhor maneira. Por exemplo, se o pessoal deve ser gerenciado em funções de negócio ( finanças, recursos humanos, etc.) ou em divisões de produto ou mercado (como regiões geográficas).

Os processos organizacionais têm de adotar a estratégia escolhida em qualquer estrutura. Por exemplo, supervisão do trabalho, processos de planejamento e metas de desempenho.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803866

10. A função de pessoal/Gestão de Recursos Humanos (GRH)

Mullins, Laurie J. Grupo A PDF Criptografado

10

A função de pessoal/

Gestão de Recursos

Humanos (GRH)

INTRODUÇÃO

Seja qual for a estrutura de uma organização de hospitalidade ou a natureza de suas atividades, a utilização efetiva dos recursos humanos é parte essencial do processo de gestão. A devida atenção à função de pessoal/GRH fará com que a eficácia da força de trabalho e o nível de desempenho organizacional sejam alcançados com maior facilidade.

A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS

HUMANOS

A hospitalidade é um dos principais ramos de atividade, não apenas na Grã-Bretanha, mas em todo o mundo. Um relatório da Hotel and Catering Training Company (HCTC) indica que o setor emprega cerca 10% (mais de 2,4 milhões de pessoas) da população do Reino Unido.1 Projeta-se que a hotelaria continuará crescendo muito até o ano 2004 ou além.2

Por volta de 2006, o número de empregos no ramo da hospitalidade e do turismo deverá ser de aproximadamente 365 milhões, no mundo todo.3

O setor hoteleiro está voltado inteiramente a serviços, ocupando mão-de-obra intensiva. O padrão dos funcionários que nele atuam se caracteriza por fatores como mobilidade, trabalho sazonal, expediente parcial, alta proporção de empregados sem maior qualificação, alta rotatividade no emprego, com muitos sindicatos e pouca afiliação a eles.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806119

10. A LOGÍSTICA E O GERENCIAMENTO DO RISCO

Simchi-Levi, David Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

A Logística e o

Gerenciamento do Risco

A Wal-Mart altera sua tática para atender as preferências internacionais

São Bernardo, Brasil. A Wal-Mart Stores, Inc. está descobrindo que aquilo que funciona em Peoria* não necessariamente será um sucesso total nos subúrbios de São Paulo.

Os tanques com trutas vivas foram substituídos pelo sushi. Os jogadores de futebol americano foram substituídos por jogadores de futebol.

Os ingredientes da feijoada, um prato feito com feijão preto e diferentes carnes defumadas, estão exibidos no balcão de produtos especiais. Os jeans no estilo americano de $19,99 foram trocados por roupas de $9,99.

Mas a adaptação a preferências locais foi a parte fácil. Três anos depois de iniciar uma viagem para trazer “preço baixo todo dia” aos mercados emergentes do Brasil e da Argentina, a Wal-Mart está descobrindo que esta iniciativa tem mais problemas do que inicialmente considerado.

Competição feroz, mercados que não jogam de acordo com a habilidade da Wal-Mart de atingir a eficiência por meio de economias de escala, além de alguns equívocos que a própria companhia cometeu, geraram prejuízo. Além disso, a insistência da Wal-Mart em fazer as coisas à sua

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801671

10. Administrar os riscos e as incertezas

Shane, Scott Grupo A PDF Criptografado

Administrar os riscos e as incertezas

10

Como já discutimos nos capítulos anteriores, quando criar uma empresa de novas tecnologias você vai se deparar com uma variedade de fontes de incertezas que necessitam ser administradas. Por exemplo, quando você começar, o mercado pode não existir para o produto ou serviço que está lançando, levando a empresa a se deparar com incertezas. Da mesma forma, você pode não estar certo de como criar aquele produto ou serviço, gerando uma incerteza tecnológica. Além disso, mesmo que você possa criar o produto ou serviço e haja mercado para ele, você irá se deparar com uma incerteza de concorrência, porque você não pode saber se terá os retornos do lançamento do produto ou serviço, ou se esses retornos irão para os concorrentes.

Este capítulo:

Explica como empreendedores bem-sucedidos administram as incertezas no processo de desenvolvimento de empresas de novas tecnologias.

Descreve os problemas que as incertezas trazem para as empresas de novas tecnologias.

Explica por que você precisa reduzir a incerteza ou dar aos acionistas uma porção maior dos retornos como forma de administrar o problema de iniciar a empresa.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais