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Capítulo 10. Fique na mesa

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

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Medium 9788582604243

Capítulo 10 - Sustentabilidade Ambiental e Política Industrial

José Antonio Valle Antunes Júnior, Carlos Henrique Horn, Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

10

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

E POLÍTICA INDUSTRIAL

Eduardo Grijó

Carlos Henrique Horn

José Miguel Pretto

INTRODUÇÃO

Este capítulo aborda o tema da sustentabilidade ambiental enquanto elemento constitutivo de uma política industrial. Alinha-se, portanto, com a agenda contemporânea segundo a qual as questões associadas à mudança climática estão dentre os principais desafios de qualquer política industrial no século XXI, sendo uma das marcas distintivas em relação a experiências passadas de fomento ao desenvolvimento da indústria de transformação (NAUDÉ, 2013;

SZIRMAI; NAUDÉ; ALCORTA, 2013).

Embora a expressão desenvolvimento sustentável tal como a entendemos atualmente somente tenha aparecido na agenda mundial nos anos 1990, é possível estabelecer dois marcos de referência das discussões sobre o tema com a publicação de “Primavera Silenciosa”, de Rachel Carson, em 1962 (CARSON, 2010), e do relatório do Clube de Roma intitulado “Os limites do crescimento sustentável”, em 1972, o qual ficou mais conhecido como Relatório Meadows (MEADOWS et al., 1972; OLIVEIRA,

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Medium 9788582604243

Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior, Carlos Henrique Horn, Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Medium 9788582604151

Capítulo 11. Os limites do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 11

Os limites do processo

Tentando encerrar a

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã (1955-1975) oficialmente foi travada entre o Vietnã do

Norte e o Vietnã do Sul, mas costuma ser considerada uma guerra por procuração entre a União Soviética e os Estados Unidos. Os EUA e seus aliados apoiavam o governo sul-vietnamita, baseado em Saigon, enquanto os soviéticos, ao lado de outros países comunistas, apoiavam os norte-vietnamitas e a

Frente Nacional para a Libertação do Vietnã (FNLV, também conhecida como

Viet Cong), uma insurgência comunista armada até os dentes que atuava no sul. Apesar do envolvimento americano no Vietnã remontar ao início da década de 1950, um marco para o aumento desse envolvimento ocorreu em agosto de 1964, após os incidentes do Golfo de Tonkin. Em dois casos separados, a marinha dos EUA observou ataques iniciados pelos norte-vietnamitas, o que deu ao presidente Johnson um motivo para pedir ao Congresso que autorizasse uma campanha militar mais ampla contra o norte.

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Medium 9788582604151

Capítulo 12. Mudando as regras de engajamento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 12

Mudando as regras de engajamento

Negociando com seus amigos

Em fevereiro de 2002, a NBC e a Warner Brothers foram notícia de primeira página quando assinaram o contrato mais caro da história da televisão pelos direitos de uma sitcom de 30 minutos. O programa era Friends, uma comédia sobre seis amigos morando na cidade de Nova York. O contrato garantiria a décima e última temporada, encerrando uma década em que o programa foi indicado para mais de 60 Primetime Emmy Awards (e venceu seis) e foi um dos cinco programas mais assistidos da TV em todas as temporadas, com exceção da primeira. Sem dúvida, foi um grande seriado, mas isso não basta para explicar quanto dinheiro os atores que interpretavam os seis protagonistas receberiam pela última temporada.

Muitas comédias têm um astro óbvio cercado por um elenco de outros personagens. Considere, por exemplo, alguns dos programas mais populares da NBC nas duas décadas anteriores a essa negociação: The Cosby Show, Caras

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Editora Empreende (80)
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Medium 9788566103281

10. Conecta UDF: DesenvolvendoHabilidades, GerandoDiferenciais

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Conecta UDF:

10 Desenvolvendo

Habilidades, Gerando

Diferenciais

Coordenador Sandson Barbosa Azevedo

Resumo

O curso de Administração presencial do Centro Universitário UDF estava passando por uma diminuição de estudantes matriculados, decorrente do aumento de cursos tecnológicos, de cursos a distância, e da crise educacional do período.

De forma paralela, o mundo atual, em mudança exponencial, busca indivíduos que possuam competências empreendedoras, tais como liderança, mobilização de recursos, criatividade etc.

Esse movimento está ligado primeiramente à área de tecnologia, porém se retomou internamente o forte vínculo e referência com a Administração. Para atender a tal demanda, o UDF entendeu que seria necessário um ambiente inovador que facilitasse e estimulasse o desenvolvimento de competências empreendedoras e que não atendesse somente ao curso de

Administração, mas que fosse usado de forma interdisciplinar, disruptiva e criativa.

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Medium 9788566103199

10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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Medium 9788566103052

10. Recomendações Finais ao Empreendedor

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

10Recomendações Finais ao Empreendedor“Depois de vencer, aja como se não tivesse vencido.”Sun Tzu, em A arte da guerra2018_livro.indb 24311/11/2017 8:32:19 AM10Recomendações finais ao empreendedorMuitos empreendedores acreditam que o mais difícil em todo o processo empreendedor é a obtenção do capital inicial para o negócio, o seed money.Se for considerado apenas o processo inicial, antes do início das operações da empresa, em alguns casos, o empreendedor está correto. Essa é de fato uma queixa de muitos empreendedores brasileiros: a restrição ao crédito no país. Talvez isso faça os empreendedores se sentirem vitoriosos quando conseguem o investimento ou o financiamento para o início do negócio.Geralmente, para isso ocorrer, as fases de concepção da ideia (inovação) e elaboração do plano de negócios foram concluídas com êxito.Assim, o empreendedor sente-se um pouco mais relaxado e sem aquela pressão de antes da obtenção do capital. No entanto, é um mito que precisa ser eliminado. A obtenção do capital faz parte do processo empreendedor e realmente é uma das fases mais difíceis. Contudo, o mais complicado está por vir: construir uma empresa e fazê-la crescer, cumprindo as metas do plano de negócios, gerando lucros, criando empregos, atendendo às necessidades dos clientes e recompensando o investidor conforme previsto.

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Medium 9788566103281

11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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Medium 9788566103281

12. Intent: Formação Integrada para Liderança Empreendedora –PREMIADO COM LOUVOR

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Intent: Formação

12 Integrada para

Liderança

Empreendedora –

PREMIADO COM

LOUVOR

Coordenador Francisco Aranha

Coordenadora Carla Campana

Resumo

A Educação Superior está submetida a enorme pressão para transformar-se. Essa pressão resulta de mudanças protagonizadas pelas tecnologias de informação, das ferramentas de interatividade, da capacidade analítica e de customização proporcionadas pelo big data e de desdobramentos econômicos e sociais dessas tecnologias, que abalaram os negócios com base na informação. Atento a esse cenário de transformações, o Centro de Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem (Cedea) realizou uma pesquisa sobre tendências no ambiente educacional e, a partir da sistematização dos seus achados, começou a tomar forma, em 2015, o Programa Intent. Seu objetivo é oferecer uma educação protagonizada pelos alunos, voltada para o grupo e integrada no conteúdo e no tratamento do indivíduo. A equipe do projeto

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Editora Manole (306)
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Medium 9788520428641

10 – A organização na perspectiva atual

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

10

A organização na perspectiva atual

Tópicos deste capítulo a A influência das ciências modernas na TO a A quinta onda a A influência da globalização a A influência da Era da Informação: mudança e incerteza a A nova lógica das organizações a O novo mundo da TO a Ética e responsabilidade social a Implicações da perspectiva atual

As ciências sempre estão em contínuo desenvolvimento e influenciando-se reciprocamente, criando um campo dinâmico de mudanças e transformações. Há um íntimo relacionamento entre elas. O que acontece em uma ciência provoca influências nas demais, o que aumenta sobremaneira seu desenvolvimento. E a TO não está incólume ou distante desse movimento de crítica e de renovação incessante.

A influência das ciências modernas na TO

Em função da forte influência das ciências modernas, a TO passou por três períodos distintos em sua trajetória1:

Chiavenato, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus,

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Medium 9788520429990

10. A PESQUISA EM TURISMO E HOTELARIA: CENÁRIO NACIONAL (1990-2005)

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

10. A PESQUISA EM

TURISMO E HOTELARIA:

CENÁRIO NACIONAL (1990-2005)

Mirian Rejowski

Introdução

O turismo configura-se como um recente campo de estudos e pesquisas de caráter multi e interdisciplinar, principalmente no âmbito das Ciências Sociais aplicadas, embora não restrito a elas. Nesse campo, como em qualquer outro, as pesquisas, em especial as de dissertações de mestrado e as que resultam em teses de doutorado, têm papel fundamental no avanço e consolidação do conhecimento científico.

Como continuidade aos estudos desenvolvidos na década de 1990, busca-se maior compreensão sobre a trajetória da produção científica em Turismo e Hotelaria no Brasil, aqui referidos sob o título geral do

Turismo. Com base em pesquisas acadêmicas produzidas em instituições de ensino superior, cujos programas de pós-graduação stricto sensu são reconhecidos como válidos no Brasil1, enfoca-se particularmente 15 anos de produção – de 1990 a 2005.

Esclarece-se que os resultados aqui apresentados referem-se à primeira fase de uma ampla pesquisa iniciada em 2005, e constituem a fundamentação teórica e metodológica para a sua segunda fase em desenvolvimento desde 2010. Esse estudo, além de preencher uma lacuna bibliográfica no estágio atual da pesquisa em turismo, contribui para a compreensão do discurso científico desenvolvido pelos acadêmicos da

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Medium 9788520437605

10. COMUNICAÇÃO

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

COMUNICAÇÃO

Objetivos de aprendizagem

•• Apresentar a comunicação como um dos principais meios de coesão

e integração organizacional.

•• Descrever o processo de comunicação e suas características sistêmicas.

•• Explicar a diferença entre dado, informação e comunicação.

•• Sumarizar as funções da comunicação.

•• Explanar as barreiras à comunicação e como saná-las.

•• Relatar a comunicação organizacional e seus canais.

•• Proporcionar condições para melhoria da comunicação organizacional.

Caso de apoio: Supermercados Meta

Renata Martinez é Diretora de Operações de uma enorme cadeia de supermercados com lojas em várias cidades – Supermercados Meta. Recentemente, a direção da empresa a incumbiu de promover um esquema de comunicação com todas as lojas no sentido de obter não somente uniformidade de critérios e políticas para compensar a extrema descentralização das operações, mas sobretudo para melhorar o fluxo de informações dentro da empresa. Renata prontificou-se a elaborar um plano global e apresentá-lo na próxima reunião da diretoria. Como você poderia ajudar Renata?

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Medium 9788520438428

10. Comunicação e mídias sociais: muito além do modismo

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

10

Comunicação e mídias sociais: muito além do modismo

Introdução

Embora a comunicação das organizações, com o advento das mídias sociais1 tenha sofrido alterações importantes, muitos empresários e mesmo gestores de comunicação continuam acreditando que essa “onda vai passar” e que não será necessário, a curto prazo, tomar quaisquer providências para atuar, com competência, nesses ambientes virtuais.

Segundo eles, muitas vezes baseados em pesquisas pontuais, a maioria das quais respaldada em metodologias inadequadas que parecem ter sido adotadas para prover os resultados esperados, não há motivo algum para preocupação porque, afinal de contas,

1

A literatura tem contemplado de maneira pouco precisa a distinção entre mídias e redes sociais, muitas vezes sugerindo tratar-se de conceitos diversos ou valendo-se delas como sinônimos. Não é nosso intuito aqui discutir essa questão, mas ela pode ser recuperada em obras como a de Recuero (2009), Telles (2010), Barefoot (2010); Szabo (2010), Cipriani

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Medium 9788520433409

10. Ecoturismo: um modelo para o desenvolvimento sustentável?

WEARING, Stephen; NEIL, John Editora Manole PDF Criptografado

10

Ecoturismo: um modelo para o desenvolvimento sustentável?

Conteúdo

■■

Desenvolvimento de parcerias turísticas

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Modelos sustentáveis e ecoturismo

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Mudança climática e ecoturismo

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Voluntariado e ecoturismo

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Impactos, potencialidades e possibilidades

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Leitura complementar

Atualmente, vivemos em um mundo dominado por ideologias políticas neoliberais, em que as forças do mercado e suas filosofias racionalistas escoram nossa organização social e econômica; “boas decisões” são aquelas que identificam e oferecem benefícios tangíveis e mensuráveis, atribuídos por relações custo/benefício e quantificação estatística. Entretanto, como observado, há pouca ou talvez nenhuma concordância em relação aos princípios e valores subjacentes a tais avaliações. Enquanto o mundo ocidental almeja uma variedade cada vez maior de produtos de baixo custo, produtividade e prestação de serviços, colhem-se padrões de desemprego em larga escala, refletidos em tendências globais à degradação ambiental sob a forma de poluição atmosférica, declínio da biodiversidade e degradação do solo (Beck, 1992) – tudo isso levando a catastróficas mudanças climáticas sob a forma de aquecimento global.

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Editora Saraiva (2336)
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Medium 9788547217976

10.10 Aspectos fiscais

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

Exemplo

A indústria, na condição de contribuinte substituto, informará receita com venda de mercadorias SEM substituição tributária. Dessa forma o aplicativo de cálculo gerará o valor do

ICMS próprio devido naquelas saídas. O valor de ICMS devido referente à responsabilidade por substituição tributária será calculado nos termos das demais empresas não optantes e recolhido pela indústria em Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) ou guia própria do Estado de localização do destinatário das mercadorias.

10.10 Aspectos fiscais

Recomenda-se cautela quanto à adoção do regime, analisando especificamente a situação de cada empresa. Sem cálculos detalhados, nenhum planejador pode deduzir que, optando pelo Simples Nacional, uma empresa terá economia fiscal!

Especialmente importante é a análise em relação às empresas de serviços, pois estas têm alíquotas bem mais elevadas que empresas comerciais e industriais.

Para análises comparativas, veja a tabela a seguir.

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Medium 9788547224745

10.10 Documentação

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 10 · Fraude na auditoria de demonstrações contábeis

do cliente possa impedir que tais informações sejam dadas, as responsabilidades legais do auditor podem sobrepor-se ao dever de confidencialidade em algumas situações.

O dever profissional do auditor de manter a confidencialidade das informações do cliente pode impedir que ele relate a fraude a uma parte fora da entidade cliente.

Contudo, a responsabilidade legal do auditor e, em certas circunstâncias, o dever de confidencialidade podem ser passados por cima por estatuto, lei ou tribunais de direito.

No Brasil, o auditor de instituição financeira tem o dever de relatar a ocorrência de fraude a autoridades de supervisão. Em outros segmentos o auditor também tem o dever de relatar distorções nos casos em que a administração e os responsáveis pela governança deixam de adotar ações corretivas.

O auditor pode considerar apropriado obter assistência jurídica para determinar o curso de ação apropriado nas circunstâncias cujo propósito é verificar os passos necessários ao considerar aspectos de interesse público na fraude identificada.

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Medium 9788547220846

10.10 Notas explicativas

Osni Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

2.

Classifique as afirmativas em falsas (F) ou verdadeiras (V)

2.1 ( ) �Para fins da DFC, quando falamos em caixa estamos nos referindo à conta Caixa e à conta Bancos conta Movimento.

2.2 ( ) �Equivalentes de caixa compreendem as aplicações de altíssima liquidez com vencimento de no máximo 3 meses a contar da data da aquisição.

2.3 ( ) �Para as normas internacionais derivadas do IASB, os juros pagos capitalizados como parte do custo do imobilizado ou do intangível, deverá integrar o grupo das

Atividades operacionais.

2.4 ( ) �Os juros pagos e Capitalizados como parte do custo dos Estoques, deverá ser classificado entre as Atividades Operacionais.

2.5 ( ) �Pelo método indireto ou da Reconciliação, os recursos derivados das atividades operacionais são demonstrados a partir do resultado do exercício.

2.6 ( ) �Quando a empresa optar pela elaboração da DFC pelo método direto, deverá divulgar, adicionalmente, uma conciliação entre o lucro líquido e o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais.

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Medium 9788547217976

10.11 Microempreendedor Individual (MEI) —Resolução CGSN 94/2011

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

10.11 Microempreendedor Individual (MEI) —

Resolução CGSN 94/2011

Considera-se Microempreendedor Individual (MEI) o empresário optante pelo Simples

Nacional que tenha auferido receita bruta acumulada nos anos-calendário anterior e em curso de até R$ 60.000,00; que exerça tão-somente as atividades constantes do Anexo XIII; que possua um único estabelecimento; que não participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; e que não contrate mais de um empregado.

O MEI pagará, independentemente da receita bruta por ele auferida no mês, valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas:

• contribuição para a Seguridade Social relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, de 5% do limite mínimo mensal do salário de contribuição (R$ 880,00 x 5% = R$ 44,00);

• R$ 1,00 a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto;

• R$ 5,00 a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.

O MEI poderá contratar um único empregado que receba exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional, e está sujeito ao recolhimento da CPP para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, calculada à alíquota de 3% sobre o salário de contribuição.

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Medium 9788547215125

10.11 Operações cambiais e pagamento nas exportações

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

171

 Suspensão: nessa modalidade, a exportação tem de ser planejada para um

mercado já estabelecido. Ela consiste na importação da mercadoria a ser exportada após beneficiamento ou empregada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada. O procedimento é o seguinte: adquire-se o ato concessório, importa-se a mercadoria, fabrica-se o produto a exportar, efetiva-se a exportação e depois se comprova perante a Secex (por meio de uma agência do Banco do Brasil), dando baixa ao compromisso assumido.

 Isenção: nessa modalidade é feita a comprovação do produto exportado e dos insumos importados para sua fabricação. Assim, pleiteia-se à Secex um ato concessório para a importação dos insumos, isentos de pagamento de impostos e taxas, para reposição do estoque.

 Restituição: essa modalidade consiste na restituição do II e do IPI pagos na importação de material utilizado na fabricação de um produto exportado, em forma de crédito fiscal, cuja competência é exclusiva da Receita

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Grupo A (2078)
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Medium 9788577807215

10. A Escola Ambiental: A Formulação de Estratégia como um Processo Reativo

Henry Mintzberg, Bruce Ahlstrand, Joseph Lampel Grupo A PDF Criptografado

276

Safári de Estratégia

Isaac Bashevis Singer, quando perguntado se acreditava em livre arbítrio ou em predestinação: “Precisamos acreditar no livre arbítrio; não temos escolha”.

Citado em Fadiman (1985:510)

E

ntre os atores no palco central das escolas até aqui discutidas – o executivo principal, o planejador, o cérebro, a organização e assim por diante –, um tem sido conspícuo por sua ausência. Trata-se do conjunto de forças fora da organização, o que os teóricos gostam de chamar (de forma um tanto livre) de “ambiente”. As outras escolas o veem como um fator; a escola ambiental o vê como um ator – na verdade, o ator.

Os autores que defendem esta visão tendem a considerar a organização passiva, algo que passa seu tempo reagindo a um ambiente que estabelece a pauta. Isso reduz a geração de estratégia a uma espécie de processo de espelhamento, o qual deveria levar esta escola além dos limites da administração estratégica (uma conclusão com que concordamos). Entretanto, desenvolveu-se uma literatura para descrever a geração de estratégia desta maneira, e ela merece, no mínimo, um desvio em nosso safári, por várias razões.

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Medium 9788577807529

10. A Estratégia em Ação

Gerry Johnson, Kevan Scholes, Richard Whittington Grupo A PDF Criptografado

284 FUNDAMENTOS DE ESTRATÉGIA

10.1

INTRODUÇÃO

O Capítulo 1 explicou que a gestão estratégica pode ser encarada como tendo três elementos principais: a compreensão da posição estratégica de uma organização, as escolhas estratégicas para o futuro e da administração da estratégia em ação (veja a Figura 1.3). Uma vez que este livro trata de fundamentos da estratégia, seu foco recai nos dois primeiros elementos: posição e escolha. Mas mesmo a estratégia mais bem escolhida não tem qualquer valor a menos que possa ser posta em ação. Embora este livro não enfatize tanto as questões de gerenciamento da estratégia em ação, este capítulo irá se dedicar a três assuntos-chave (veja a Figura 10.1):

Os tipos de estrutura organizacional que irão ajustar as estratégias da melhor maneira. Por exemplo, se o pessoal deve ser gerenciado em funções de negócio ( finanças, recursos humanos, etc.) ou em divisões de produto ou mercado (como regiões geográficas).

Os processos organizacionais têm de adotar a estratégia escolhida em qualquer estrutura. Por exemplo, supervisão do trabalho, processos de planejamento e metas de desempenho.

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Medium 9788577803866

10. A função de pessoal/Gestão de Recursos Humanos (GRH)

Mullins, Laurie J. Grupo A PDF Criptografado

10

A função de pessoal/

Gestão de Recursos

Humanos (GRH)

INTRODUÇÃO

Seja qual for a estrutura de uma organização de hospitalidade ou a natureza de suas atividades, a utilização efetiva dos recursos humanos é parte essencial do processo de gestão. A devida atenção à função de pessoal/GRH fará com que a eficácia da força de trabalho e o nível de desempenho organizacional sejam alcançados com maior facilidade.

A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS

HUMANOS

A hospitalidade é um dos principais ramos de atividade, não apenas na Grã-Bretanha, mas em todo o mundo. Um relatório da Hotel and Catering Training Company (HCTC) indica que o setor emprega cerca 10% (mais de 2,4 milhões de pessoas) da população do Reino Unido.1 Projeta-se que a hotelaria continuará crescendo muito até o ano 2004 ou além.2

Por volta de 2006, o número de empregos no ramo da hospitalidade e do turismo deverá ser de aproximadamente 365 milhões, no mundo todo.3

O setor hoteleiro está voltado inteiramente a serviços, ocupando mão-de-obra intensiva. O padrão dos funcionários que nele atuam se caracteriza por fatores como mobilidade, trabalho sazonal, expediente parcial, alta proporção de empregados sem maior qualificação, alta rotatividade no emprego, com muitos sindicatos e pouca afiliação a eles.

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Medium 9788577806119

10. A LOGÍSTICA E O GERENCIAMENTO DO RISCO

David Simchi-Levi, Philip Kaminsky, Edith Simchi-Levi Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

A Logística e o

Gerenciamento do Risco

A Wal-Mart altera sua tática para atender as preferências internacionais

São Bernardo, Brasil. A Wal-Mart Stores, Inc. está descobrindo que aquilo que funciona em Peoria* não necessariamente será um sucesso total nos subúrbios de São Paulo.

Os tanques com trutas vivas foram substituídos pelo sushi. Os jogadores de futebol americano foram substituídos por jogadores de futebol.

Os ingredientes da feijoada, um prato feito com feijão preto e diferentes carnes defumadas, estão exibidos no balcão de produtos especiais. Os jeans no estilo americano de $19,99 foram trocados por roupas de $9,99.

Mas a adaptação a preferências locais foi a parte fácil. Três anos depois de iniciar uma viagem para trazer “preço baixo todo dia” aos mercados emergentes do Brasil e da Argentina, a Wal-Mart está descobrindo que esta iniciativa tem mais problemas do que inicialmente considerado.

Competição feroz, mercados que não jogam de acordo com a habilidade da Wal-Mart de atingir a eficiência por meio de economias de escala, além de alguns equívocos que a própria companhia cometeu, geraram prejuízo. Além disso, a insistência da Wal-Mart em fazer as coisas à sua

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Medium 9788577801671

10. Administrar os riscos e as incertezas

Shane, Scott Grupo A PDF Criptografado

Administrar os riscos e as incertezas

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Como já discutimos nos capítulos anteriores, quando criar uma empresa de novas tecnologias você vai se deparar com uma variedade de fontes de incertezas que necessitam ser administradas. Por exemplo, quando você começar, o mercado pode não existir para o produto ou serviço que está lançando, levando a empresa a se deparar com incertezas. Da mesma forma, você pode não estar certo de como criar aquele produto ou serviço, gerando uma incerteza tecnológica. Além disso, mesmo que você possa criar o produto ou serviço e haja mercado para ele, você irá se deparar com uma incerteza de concorrência, porque você não pode saber se terá os retornos do lançamento do produto ou serviço, ou se esses retornos irão para os concorrentes.

Este capítulo:

Explica como empreendedores bem-sucedidos administram as incertezas no processo de desenvolvimento de empresas de novas tecnologias.

Descreve os problemas que as incertezas trazem para as empresas de novas tecnologias.

Explica por que você precisa reduzir a incerteza ou dar aos acionistas uma porção maior dos retornos como forma de administrar o problema de iniciar a empresa.

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