Artmed (39)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582604151

Capítulo 16. Mapeie o espaço de negociação

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 16

Mapeie o espaço de negociação

Negociando a compra da Louisiana

Pouca gente pode dizer que já ouviu falar do Tratado Preliminar e Secreto entre a República Francesa e Sua Majestade Católica o Rei da Espanha sobre a Exaltação de Sua Alteza Real o Infante Duque de Parma na Itália e a Retrocessão da Louisiana.1 Esse tratado, no entanto, assinado por França e a Espanha em

1800, logo teria um papel importantíssimo na história. Com base nesse acordo, a Espanha devolveu à França o enorme Território da Louisiana, na América do

Norte, cedido pela França para a Espanha em 1763, após a derrota francesa na

Guerra dos Sete Anos.

Durante as negociações entre a Espanha e a França, o embaixador de Napoleão supostamente ofereceu “garantias soleníssimas” que a França não venderia ou cederia o Território da Louisiana a qualquer outro país e que o devolveria à Espanha caso a França desejasse despojar-se dele. Quando Napoleão decidiu então vender as terras para os Estados Unidos, foi uma surpresa para os espanhóis, os americanos e mesmo muitos franceses. Em 1803, os Estados

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 18. Compare os mapas

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 18

Compare os mapas

Lições de cartografia e linguística

Há quem diga que os mapas mais antigos da história foram aqueles que os humanos usaram para representar os corpos celestiais, não as características da

Terra. O fato é que os mapas do mundo existem há milhares de anos. Eles têm inúmeros benefícios, mas um dos mais básicos é que eles nos orientam em terrenos com os quais não temos intimidade. Assim, os mapas funcionam como conduítes de conhecimento, permitindo que quem não tem experiência se beneficie dos esforços de quem veio antes. Hoje, essas representações da realidade estão por toda a parte: nos nossos carros, nos telefones e nas nossas cabeças.

E elas podem nos deixar em apuros.

Eu nasci nos Estados Unidos, mas, quando tinha cinco anos de idade, minha família se mudou para a Índia por algum tempo. Por consequência, estudei algumas das séries iniciais naquele país, voltando para os EUA quando tinha nove anos. Quando comecei a estudar nos Estados Unidos de novo, enfrentei uma série de problemas normais para quem chega de um país diferente: questões sociais, acadêmicas e culturais. Mas havia um problema que parecia impossível de categorizar. Passei algum tempo tentando entender algo que parecia não fazer o menor sentido. Resumidamente, por que é que ninguém dos

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 1. O poder do enquadramento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 1

O poder do enquadramento

Negociações na NFL

“Vocês precisam arranjar uma ideia nova. Vocês estão numa conversa de surdos, não estão dialogando de verdade”.1 Essas foram as palavras do juiz Arthur

Boylan, que havia recebido a missão de dar fim ao conflito crescente entre os jogadores e donos de times da National Football League (NFL), a liga de futebol americano dos EUA. Era maio de 2011 e os donos dos times já haviam promovido um locaute. Boa parte da ação ocorria nos tribunais, com ambos os lados usando manobras judiciais para conquistar vantagem sobre o outro. Se um acordo não fosse fechado, a temporada seguinte estaria em risco. Não era apenas uma possibilidade teórica: em 2005, uma disputa prolongada entre os donos de times e os jogadores havia destruído uma temporada inteira da National Hockey

League, eliminando mais de 2 bilhões de dólares em receitas projetadas. A NFL tinha ainda mais a perder, com cerca de 10 bilhões de dólares em perigo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 10. Fique na mesa

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 2. Alavancando o poder do enquadramento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 2

Alavancando o poder do enquadramento

Um impasse por royalties

1

Estávamos negociando um grande acordo comercial. A empresa que eu assessorava era um empreendimento em fase inicial que desenvolvera um produto revolucionário para entrar em um setor multibilionário. O pessoal do outro lado da mesa de negociação queria licenciar nosso produto e ajudar a lançá-lo no mercado. Por consequência, era preciso negociar uma série de questões: taxa de licenciamento, taxa de royalties, disposições sobre exclusividade, marcos, comprometimentos com o desenvolvimento e assim por diante. Empacamos na taxa de royalties, ou seja, na porcentagem do preço de venda que eles nos pagariam por produto vendido.

Nas conversas iniciais, os dois lados haviam concordado informalmente que uma taxa de royalties de 5% seria razoável. Com o passar do tempo, parece que surgiram interpretações ligeiramente diferentes sobre como essa porcentagem seria aplicada. Nossa opinião era que 5% era baixo, mas seria uma taxa aceitável para o período inicial do relacionamento. À medida que o produto ganhasse força e fosse validado pelo mercado, nós acreditávamos que a taxa de royalties deveria aumentar para um nível apropriado, mais elevado. Entendíamos que nossa tecnologia ainda estava na fase de desenvolvimento, que as vendas iniciais seriam baixas e que seus investimentos pesados na fabricação do produto faziam por merecer uma concessão da nossa parte.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Empreende (80)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788566103014

Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103021

Capítulo 6 - O MERCADO DA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 6

O MERCADO DA BP

Os capítulos anteriores abrangeram diversos conceitos e estruturas que podem ajudar a construir um modelo de negócio para a BP, prestando atenção não só nas noções básicas de modelos de estratégia e negócios, mas também nas condições únicas dos ambientes da BP. Temos deixado deliberadamente de fora até este ponto os elementos centrais de qualquer modelo de negócio relacionado com a BP: o papel que a BP pode desempenhar para o sucesso do seu empreendimento. Neste livro, temos concebido os empreendimentos da

BP como novas empresas inovadoras que atuam sobre a singularidade dos ambientes BP para alcançar a rentabilidade. Consideramos a inovação como uma característica necessária de tais empreendimentos, porque acreditamos que, nas condições dos ambientes da BP, o sucesso empresarial não pode ser atingido com probabilidade razoável sem níveis significativos de inovação em alguma(s) característica(s) do modelo de negócio. Assim, o livro não considera a inovação como uma forma específica de envolvimento com a BP, mas sim como um elemento constitutivo de qualquer empreendimento da BP. Sempre de olho na inovação, o envolvimento com a BP pode proceder de duas formas não exclusivas: enxergando a BP como um mercado, ou como uma fonte de talento humano, ideias, trabalho, insumos físicos, ou outros recursos para o seu empreendimento. Este capítulo percorre o primeiro caminho; o Capítulo 7, o segundo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103021

Capítulo 7 - EMPRESAS INCLUSIVAS. OS RECURSOS DA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

EMPRESAS INCLUSIVAS.

OS RECURSOS DA BP

A ideia da BP como fonte de valor para o negócio certamente não

é original em publicações, pesquisas e práticas relacionadas com o paradigma da BP. As iniciativas e pesquisas da BP já perceberam que este é um papel igualmente importante e valioso da BP, que não havia sido ressaltado na formulação original da BP como um mercado. A pesquisa sobre as comunidades da BP tem mostrado repetidamente que pelo menos a BP urbana está profundamente enraizada nas trocas econômicas com o resto da economia, embora sofra de discriminação e segregação em aspectos como moradia, infraestrutura, educação, serviços de saúde, policiamento e outros serviços públicos.

Os assentamentos urbanos informais fornecem trabalho abundante para as economias urbanas. Como em Dharavi, Mumbai, onde locais de oficinas e fábricas contribuem significativamente para as redes de produção locais e mesmo internacionais, na produção de vestuário ou na reciclagem de peças eletrônicas. As comunidades urbanas da

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103021

Capítulo 5 - AS PARCERIAS NA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

AS PARCERIAS NA BP

Este capítulo explica o processo de parceria com uma variedade de atores presentes na BP. Um resultado claro da investigação sobre a BP até agora é que na maioria dos ambientes da BP é muito difícil construir um empreendimento sustentável sem a participação ativa das partes interessadas locais, porque essas partes interessadas possuem recursos que você pode não ser capaz de obter de outras fontes, e sem os quais alguns empreendimentos podem sobreviver, tais como segurança física para você e seus colaboradores. Mas em contraste com outros mercados, na BP você pode não ser capaz de simplesmente comprar esses recursos das partes interessadas; em vez disso, você terá de buscar relacionamentos mais complexos de parceria, envolvendo confiança, algum grau de tomada de decisão conjunta e outros desafios.

Os recursos que estão potencialmente disponíveis através de parcerias na BP são muitos, e cobrem os tipos usuais de recursos que as empresas buscam na parceria com outras empresas, tais como fatores de produção ou serviços de conhecimento sobre o mercado ou de distribuição, bem como recursos que abordam as condições institucionais que prevalecem na BP. Alguns desses recursos são:

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103021

Capítulo 8 - A MEDIÇÃODO IMPACTO

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

A MEDIÇÃO

DO IMPACTO

Um empreendimento da BP é diferente de outros tipos de empreendimentos na medida em que visa ter impacto benéfico para aqueles na BP, além do benefício para os investidores e criadores do empreendimento. Ao mesmo tempo, tal empreendimento não é necessariamente um empreendimento social, com benefícios privados e sociais explícitos incorporados em seu propósito fundamental. Isso deixa margem para ambiguidades sobre o impacto. Podemos afirmar que apenas a venda de produtos aos pobres, ou o fornecimento a partir de comunidades da BP, automaticamente geram impactos positivos, seja pelos efeitos de consumo (poupança do dinheiro dos consumidores da BP ao oferecer formas mais baratas de satisfazer as suas necessidades, ou fazer os consumidores mais felizes através do prazer que podem derivar de consumir seus produtos), ou de efeitos de fornecimento (aumento da renda do trabalho ou de outra fonte de recursos, ou melhoria de status ou satisfação pessoal que pode derivar do emprego ou do envolvimento com o empreendimento).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Manole (306)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520431146

Capítulo 17 - Processos interativos na gestão pública

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Processos interativos na gestão pública

17

Adriana Marques Rossetto

Engenheira de produção e sistemas, UFSC

Eliane Salete Filippim

Engenheira de produção e sistemas, Unoesc

Guillermo Alfredo Johnson

Sociólogo, UFGD

INTRODUÇÃO

Transpomos a linha imaginária que divide o tempo e avançamos para o século XXI, entretanto, deparamos com rupturas muito mais perceptí‑ veis que esta e que nos encaminham, como sociedade, para desafios antes impensáveis. As controvérsias que vivenciamos a partir dos avanços das ciências, ou da ciência, se esta for considerada única e indivisível, faz que nossa percepção sobre o futuro oscile entre momentos de extremo otimis‑ mo e de profundo pessimismo.

Rompemos a camada de gases que nos protege do resto do universo e o estamos desvendando. Ao mesmo tempo rompemos a membrana da cé‑ lula, invadimos o átomo, o gene e, por mais indivisível que pareça uma partícula, conseguimos dividi‑la. Avançamos nesta era das disciplinas de forma inimaginável, descobrimos o funcionamento e “dominamos” tudo o que nos cerca. A cada descoberta abrigamos a certeza de sermos mais fortes e, se utopia for realmente o futuro do que imaginamos no presente, esse será nosso destino.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431788

2. Economia do luxo e a questão da imaterialidade

PASSARELLI, Silvio Editora Manole PDF Criptografado

2 . e c onomi a d o l u x o e a qu estã o d a i m a ter i a l i d a d e

26

O que é a economia do luxo? Vencer essa pergunta é solucionar um dos principais enigmas relativos ao nosso tema.

Nossa maneira de entender aponta a economia do luxo como um agregado de pequenos segmentos nos quais são oferecidos produtos e serviços. Assim, podemos identificar ocorrências de luxo nos seguintes setores: moda e acessórios, joias, cosméticos e perfumaria, artes aplicadas e objetos decorativos (incluindo o mobiliário), mobilidade (motocicletas, automóveis, barcos, aviões e helicópteros), imobiliário, alimentos e bebidas, serviços pessoais, hospitalidade e estilo de vida.

O objetivo de uma economia é produzir bens e serviços para satisfazer necessidades e desejos dos cidadãos.5 Necessidades in-

5

Referindo-se ao segmento do luxo, Gian Luigi Longinotti-Buitoni

(Vendendo sonhos, p. 42) avalia: “a parte mais complexa desta indústria é que ela não é movida por necessidades bem definidas, mas por desejos complexos”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431788

6. O processo de gestão do luxo

PASSARELLI, Silvio Editora Manole PDF Criptografado

6. o p ro c e s s o d e g e stã o d o l u x o

68

Nos últimos anos, repetidamente, ouve-se dizer que um gestor experiente pode gerir qualquer negócio. De um clube de futebol a um hospital, passando por uma metalúrgica ou um banco. Bastaria ter sensibilidade mínima para conhecer o negócio, dominar técnicas de gestão e bom senso para adaptá-las aos casos concretos.

Observando e analisando o negócio do luxo na última década, somos forçados a admitir que existem profundas dúvidas acerca dessa crença indicada.

Apesar de termos a convicção de que o negócio do luxo é, anatomicamente, um negócio como outro qualquer − porque suas funções são iguais às de qualquer outro (produção, suprimentos, qualidade, logística, finanças, marketing, estratégia e pessoas) −, admitimos também que, em cada uma dessas funções de gestão, as peculiaridades e nuanças são tão específicas que se torna muito mais fácil intercambiar gestores de segmentos afins (mesmo no contexto dos negócios do luxo) do que de segmentos diferentes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430705

Capítulo 4 – Quarto passo – Administração da produção: busque a excelência operacional em suas atividades

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 4

Quarto passo

Administração da produção: busque a excelência operacional em suas atividades

Tópicos

O que é uma empresa?

O que significa excelência empresarial?

Administração da produção e operações

Produto ou serviço

Modelos de produção

O sistema de produção

Planejamento e controle da produção

Administração de materiais

Controles de produção

Para ser bem-sucedida, a empresa precisa apresentar elevada excelência operacional em suas atividades. Mas o que significa excelência operacional? Significa simplesmente fazer bem feito as coisas que devem ser realizadas na empresa, e fazer tudo muito bem feito da primeira vez para não haver trabalho posteriormente. A excelência operacional se traduz pela elevada produtividade e qualidade naquilo que se faz. Quase sempre ela se refere ao chão da fábrica, ao piso do escritório ou ao balcão de atendimento ao cliente. Daí o nome operacional, pois depende

87

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430804

1 – A atividade de sistemas, organização e métodos

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

1

A atividade de sistemas, organização e métodos

Tópicos deste capítulo a Conceito de SO&M a O que é SO&M a Objetivos da SO&M a Evolução da SO&M a Consultoria de SO&M a A velha O&M e a nova SO&M a O processo de SO&M a Questões para revisão

Toda organização ou empresa enfrenta continuamente desafios externos que surgem a cada momento – em função das mudanças que ocorrem em seu ambiente externo, do mercado, dos clientes, das competições intensas, das crises ou oportunidades, das novas tecnologias etc. – e, simultaneamente, enfrenta desafios internos – decorrentes de novos produtos ou serviços, processos, metodologias, novos formatos de negócios, novas tecnologias em implantação etc. Todos esses desafios externos e internos não têm fim e logo que um deles é enfrentado e resolvido, surgem vários outros em uma escala cada vez mais intensa e rápida. Para ultrapassar tantos desafios é necessário que a organização ou a empresa também faça a sua lição de casa: mudando, melhorando, aperfeiçoando constantemente suas tarefas e operações e aprendendo cada vez mais como realizar de maneira eficaz essa verdadeira redefinição, reconstrução e mesmo reinvenção do seu modelo de negócio.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (2336)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547201166

Capítulo 18 - Pesquisa, comunicaçãoe plano de marketing

Geraldo Castelli Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 18

Pesquisa, comunicação e plano de marketing

18.1 Pesquisa de mercado

Uma das atividades fundamentais do marketing é pesquisar o mercado para investigar permanentemente as necessidades e desejos do cliente, que estão em contínua mutação. Pela pesquisa de mercado, o marketing busca um conhecimento maior não só do cliente, mas também do concorrente e do ambiente dentro do qual a empresa exerce suas atividades. Nesse sentido, a pesquisa de mercado torna-se um “instrumento de marketing que fornece informações descritivas e interpretativas, assim como previsões a respeito da natureza e da estrutura do mercado, estudando os fenômenos particulares que o caracterizam e suas possíveis mudanças”.1

As pesquisas de mercado podem ser divididas em dois grupos:

»» Pesquisas qualitativas.

»» Pesquisas quantitativas.

18.1.1 Pesquisas qualitativas

As pesquisas qualitativas são aquelas que se atêm à explicação e interpretação dos fenômenos de consumo, em especial no que diz respeito ao comportamento do consumidor, ou seja, o que se quer saber é o porquê da compra de determinados produtos em detrimento de outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547201166

Capitulo 13 - Gestão de pessoas

Geraldo Castelli Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 13

Gestão de pessoas

As atividades administrativas formam um dos importantes pilares sobre o qual se fundamenta a estrutura organizacional do hotel. Essas atividades assumem maior ou menor complexidade, dependendo do tamanho da empresa.

As atividades administrativas se fazem presentes em todos os setores do hotel, com maior ou menor intensi-

dade. Comportaria, seguindo a metodologia adotada anteriormente, uma análise da operacionalidade de cada um desses setores. Isso será feito de forma sintética, em alguns deles, em virtude da abrangência desses temas que formam várias disciplinas dentro do currículo de um curso de hotelaria.

13.1 Importância e abrangência

Gerir recursos humanos é uma tarefa inerente a todas as chefias e gerências de áreas. Pode-se afirmar que toda pessoa que tenha sob as suas ordens alguns colaboradores exerce também a função de gerência de recursos humanos. Educar e capacitar pessoas não é mais tarefa exclusiva de uma

Ver todos os capítulos
Medium 9788547201166

Capítulo 8 - Gestão de parcerias empresariais

Geraldo Castelli Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 8

Gestão de parcerias empresariais

As empresas passam, geralmente, por um processo evolutivo. De pequenas no início, não raro tornam-se grandes com o tempo. Exemplos para evidenciar essa caminhada não faltam. Além disso, em tempos mais recentes, observou-se uma tendência à especialização e à concentração, movimentos aparentemente contraditórios, mas perfeitamente conciliáveis.

A especialização consiste na produção de uma espécie de produto em vez de maior diversidade. Trata-se de dividir em empresas independentes a fabricação de espé-

cies de produtos. Contrariamente à especialização, a concentração, em uma contribuição do Prof. Walter

Hunziker, pode ser definida, em seu sentido amplo, como o agrupamento destinado à criação de unidades econômicas (empresas) maiores e mais operantes.

Ao observar o mundo dos negócios, constata-se a existência de empresas que pertencem a empresários independentes e aquelas que fazem parte de grandes conglomerados. Algumas delas se constituem em megaorganizações, hoteleiras inclusive.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547201166

Capítulo 20 - Comercialização

Geraldo Castelli Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 20

Comercialização

20.1 As vendas

H. Fayol1 dizia que “saber vender e comprar é tão imporbrevive. As vendas devem se constituir em um esforço tante como saber fabricar”. De lá para cá, o conceito de constante, sobretudo para a hotelaria, que possui um vendas tem se modificado. Hoje em dia, produto não estocável. dá-se ênfase à ideia de produzir aquilo

Não se deve confundir marketing

Pode-se dizer que todo colaboraque se vende e não o contrário, como com vendas. As vendas integram as dor do hotel, mesmo aquele que ocorria na época de Fayol, Taylor e Ford. atividades do marketing, contudo, trabalha na retaguarda, é um

Portanto, a primazia é dada à necessidanem todas as atividades de marketing vendedor ao procurar, por meio de e ao desejo do cliente, e não ao prose restringem a vendas. As vendas pasdas suas atividades, contribuir duto. Pode-se dizer que todo colaborasam a ser consequência do marketing para a satisfação das necessidador do hotel, mesmo aquele que trabalha bem-feito. Os produtos vendem-se por des do cliente. na retaguarda, é um vendedor ao procusi só. Como diz Kotler, “se um profisrar, por meio das suas atividades, contrisional de marketing fizer um bom trabuir para a satisfação das necessidades do cliente. balho de identificação das necessidades do consumidor,

Ver todos os capítulos
Medium 9788547209797

5 - Ética e relacionamento humano na organização

Francisco Gomes de Matos Editora Saraiva PDF Criptografado

Ética e relacionamento humano na organização

5

A QUALIDADE dos recursos humanos é fundamental para manter a ética e para a formulação das estratégias organizacionais; porém, é bastante comum os empre‑ sários desconhecerem o potencial humano de suas empresas.

5.1 Ética da qualidade

5.1.1 A redescoberta do cliente

A satisfação do cliente como estratégia empresarial é fácil de ser formulada, mas sua execução é extremamente complexa. Em parte, porque comumente contraria­

‑se o princípio ético de satisfação do cliente, realizando­‑se mais o “negócio” que a “empresa”. Especula­‑se mais do que se empreende. A ética não é considerada.

De outro lado, a complexidade gerada pelas contínuas transformações sociais e seus reflexos sobre o mercado criam um cliente mais exigente e sofisticado, que escapa à compreensão comum da empresa, mergulhada que está em seu interior, onde só existem rotinas e custos.

Há um fenômeno de desagregação empresarial ao se perder a visão do cliente massificado pela concepção de mercado. Produz­‑se para o mercado consumidor, não para o cliente. Eis uma questão ética básica.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (2078)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577803996

Capítulo 2: Por Que nos preocupamos com o risco?

Aswath Damodaran Grupo A PDF Criptografado

Por Que Nos

Preocupamos

Com o Risco?

2

O

homem procura ou evita riscos? Como o risco afeta o comportamento, e quais as conseqüências para decisões relativas a empresas e investimentos? As respostas a essas perguntas estão no cerne de qualquer discussão sobre o risco. Muitas pessoas podem ter aversão ao risco, mas elas também se sentem atraídas por ele, e pessoas diferentes reagem de modo distinto diante de um mesmo estímulo.

Neste capítulo, examinaremos a atração exercida pelo risco e a maneira como ele afeta o comportamento humano. Depois, discutiremos o que entendemos por aversão ao risco e os motivos pelos quais essa aversão é importante para a gestão do risco. O debate prosseguirá com a avaliação da melhor maneira de mensurar a aversão ao risco, examinando a variedade de técnicas desenvolvidas na esfera econômica com essa finalidade. Na última seção consideraremos as implicações da aversão ao risco para finanças corporativas, investimentos e avaliação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803996

Capítulo 12: A gestão do risco: Os princípios mais importantes

Aswath Damodaran Grupo A PDF Criptografado

A Gestão do Risco:

Os Princípios Mais

Importantes

12

S

e existe um tema que permeia este livro da primeira à última página, é a presença e o efeito do risco em todas as decisões que uma empresa toma, e a visão de que sua gestão não se restringe a buscar proteção. Este capítulo revisará o que conhecemos sobre o risco em geral e as melhores maneiras de lidar com ele na prática. Além disso, reafirmaremos 10 princípios que devem governar tanto o diagnóstico quanto a gestão do risco.

1. O risco está em todos os lugares

As pessoas e as empresas têm apenas três alternativas para lidar com o risco. A primeira consiste em negá-lo: não reconhecemos sua existência, e esperamos que ele suma. Nesta visão idealizada de mundo, os atos e suas conseqüências são lógicos, e surpresas desagradáveis não ocorrem. A segunda é o medo: tomamos a via oposta e permitimos que o risco governe todos os aspectos de nosso comportamento. Escondendo-nos atrás da proteção dos seguros e derivativos, esperamos ser poupados de suas piores manifestações. Nenhuma dessas alternativas coloca-nos em posição de tirar proveito do risco. Mas existe um terceiro caminho: aceitar a existência do risco, ser realista sobre as suas chances de ocorrência e dos desfechos a esperar, e mapear a melhor maneira de lidar com ele. Em nossa opinião, esse é o caminho para tornar o risco um aliado, não um adversário.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803996

Capítulo 4: Como mensuramos o risco?

Aswath Damodaran Grupo A PDF Criptografado

Como Mensuramos o Risco?

4

S

e aceitarmos o argumento de que o risco é importante e afeta a maneira como os gestores e investidores tomam suas decisões, é lógica a conclusão de que a sua medida é o primeiro passo a ser tomado para geri-lo. Neste capítulo, vamos examinar como as medidas do risco evoluíram, da aceitação fatalista de resultados negativos para as medidas probabilísticas que permitem lidar com ele – incluindo os desdobramentos lógicos dessas medidas para a indústria de seguros. Depois, iremos considerar como o advento e o crescimento dos mercados de ativos financeiros influenciaram o desenvolvimento das medidas do risco. Por fim, usaremos a moderna teoria de carteiras para encontrar medidas individualizadas do risco e explicar por que essas podem não estar de acordo com as medidas probabilísticas do risco.

O destino e a divina providência

Risco e incerteza são parte intrínseca de tudo que o homem faz desde seus primórdios.

Mas esses fenômenos nem sempre receberam essa classificação. Ao longo da maior parte da História, eventos com conseqüências negativas eram atribuídos à Divina

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803996

Capítulo 9: A gestão do risco: O quadro ampliado

Aswath Damodaran Grupo A PDF Criptografado

A Gestão do Risco:

O Quadro Ampliado

V

9

amos relembrar o que foi discutido até agora. Os seres humanos são avessos ao risco, ainda que por vezes se comportem idiossincraticamente diante da incerteza, e o risco afeta o valor. As ferramentas necessárias para diagnosticar o risco ganharam sofisticação com o passar do tempo, mas os riscos que enfrentamos tornaram-se mais variados e complexos. Porém, a linha divisória entre sucesso e fracasso nos negócios é a capacidade de julgar de forma criteriosa os riscos a serem repassados aos investidores, os riscos que precisam ser evitados e os riscos a serem explorados.

No Capítulo 1, “O que é risco?”, dissemos que a busca de proteção contra riscos

(hedge) assumiu um papel por demais exagerado na gestão do risco. Este capítulo apresentará uma distinção mais apurada entre buscar proteção contra o risco, que tem enfoque na redução ou eliminação de alguns riscos, e fazer a gestão do risco, em que a nossa missão é mais abrangente: a de reduzir alguns, a de ignorar outros, e a de assumir os riscos proveitosos. Nosso exame da gestão do risco como processo começará com o desenvolvimento de uma estrutura para avaliação de seus efeitos no valor. Iniciaremos discutindo as maneiras como o risco é considerado nas técnicas convencionais de avaliação para então examinar três possibilidades por meio das quais incorporamos os seus efeitos no valor, de forma mais completa. A primeira dessas alternativas mantém-se no quadro dos fluxos de caixa descontados, mas examina o modo como tanto a busca de proteção quanto o fazer a gestão cautelosa do risco afetam os fluxos de caixa, o crescimento e o valor em seu todo. A segunda discute o esforço por incorporar os efeitos da busca de proteção e da gestão do risco no valor, por meio da avaliação relativa – isto é, com o exame dos caminhos adotados pelo mercado para atribuir preços a empresas que adotam diferentes práticas de gestão de riscos. A terceira abordagem adapta algumas das técnicas apresentadas no contexto das opções reais para avaliar os efeitos tanto da proteção quanto da assunção de riscos sobre o valor.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577803996

Capítulo 11: A gestão estratégica do risco

Aswath Damodaran Grupo A PDF Criptografado

A Gestão Estratégica do Risco

11

P

or que pessoas e entidades avessas ao risco deveriam expor-se ao mesmo de forma intencional, e aumentar essa exposição ao longo do tempo? Uma das razões para isso é que elas acreditam ser capazes de explorá-lo para vantagem própria e assim gerar valor. De que outra maneira explicar os motivos pelos quais uma empresa investe em mercados emergentes que têm expressivos riscos políticos e econômicos ou adota tecnologias cujas regras fundamentais mudam a cada dia? Por essa mesma razão as companhias de maior sucesso em cada setor da atividade empresarial e em cada geração – a General Motors na década de 1920, a IBM nas décadas de 1950 e

1960, a Microsoft e a Intel nas décadas de 1980 e 1990, e a Google de agora – têm uma característica em comum: elas atingiram o sucesso não por evitar o risco, mas por assumi-lo.

Algumas pessoas atribuem o sucesso dessas empresas, e de outras como elas, ao fator sorte, mas isso pode explicar o êxito das empresas que fazem sucesso apenas uma vez – com um único produto ou serviço vitorioso. Empresas vencedoras são capazes de voltar à fonte, repetidas vezes, multiplicando seu êxito com novos produtos e em novos mercados. Para isso, elas precisam ter um modelo de abordagem para lidar com o risco que lhes confira alguma vantagem sobre a concorrência. Este capítulo tratará da melhor maneira de se organizar o processo de assunção de riscos de forma a maximizar as chances de sucesso. Nesse processo, teremos de enveredar por diferentes áreas funcionais dos negócios, desde a Estratégia Corporativa, passando por Finanças e chegando à Gestão de

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais