Artmed (63)
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Capítulo 1. O poder do enquadramento

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Capítulo 1

O poder do enquadramento

Negociações na NFL

“Vocês precisam arranjar uma ideia nova. Vocês estão numa conversa de surdos, não estão dialogando de verdade”.1 Essas foram as palavras do juiz Arthur

Boylan, que havia recebido a missão de dar fim ao conflito crescente entre os jogadores e donos de times da National Football League (NFL), a liga de futebol americano dos EUA. Era maio de 2011 e os donos dos times já haviam promovido um locaute. Boa parte da ação ocorria nos tribunais, com ambos os lados usando manobras judiciais para conquistar vantagem sobre o outro. Se um acordo não fosse fechado, a temporada seguinte estaria em risco. Não era apenas uma possibilidade teórica: em 2005, uma disputa prolongada entre os donos de times e os jogadores havia destruído uma temporada inteira da National Hockey

League, eliminando mais de 2 bilhões de dólares em receitas projetadas. A NFL tinha ainda mais a perder, com cerca de 10 bilhões de dólares em perigo.

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Capítulo 10. Fique na mesa

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Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

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Capítulo 18. Compare os mapas

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Capítulo 18

Compare os mapas

Lições de cartografia e linguística

Há quem diga que os mapas mais antigos da história foram aqueles que os humanos usaram para representar os corpos celestiais, não as características da

Terra. O fato é que os mapas do mundo existem há milhares de anos. Eles têm inúmeros benefícios, mas um dos mais básicos é que eles nos orientam em terrenos com os quais não temos intimidade. Assim, os mapas funcionam como conduítes de conhecimento, permitindo que quem não tem experiência se beneficie dos esforços de quem veio antes. Hoje, essas representações da realidade estão por toda a parte: nos nossos carros, nos telefones e nas nossas cabeças.

E elas podem nos deixar em apuros.

Eu nasci nos Estados Unidos, mas, quando tinha cinco anos de idade, minha família se mudou para a Índia por algum tempo. Por consequência, estudei algumas das séries iniciais naquele país, voltando para os EUA quando tinha nove anos. Quando comecei a estudar nos Estados Unidos de novo, enfrentei uma série de problemas normais para quem chega de um país diferente: questões sociais, acadêmicas e culturais. Mas havia um problema que parecia impossível de categorizar. Passei algum tempo tentando entender algo que parecia não fazer o menor sentido. Resumidamente, por que é que ninguém dos

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Capítulo 16. Mapeie o espaço de negociação

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Capítulo 16

Mapeie o espaço de negociação

Negociando a compra da Louisiana

Pouca gente pode dizer que já ouviu falar do Tratado Preliminar e Secreto entre a República Francesa e Sua Majestade Católica o Rei da Espanha sobre a Exaltação de Sua Alteza Real o Infante Duque de Parma na Itália e a Retrocessão da Louisiana.1 Esse tratado, no entanto, assinado por França e a Espanha em

1800, logo teria um papel importantíssimo na história. Com base nesse acordo, a Espanha devolveu à França o enorme Território da Louisiana, na América do

Norte, cedido pela França para a Espanha em 1763, após a derrota francesa na

Guerra dos Sete Anos.

Durante as negociações entre a Espanha e a França, o embaixador de Napoleão supostamente ofereceu “garantias soleníssimas” que a França não venderia ou cederia o Território da Louisiana a qualquer outro país e que o devolveria à Espanha caso a França desejasse despojar-se dele. Quando Napoleão decidiu então vender as terras para os Estados Unidos, foi uma surpresa para os espanhóis, os americanos e mesmo muitos franceses. Em 1803, os Estados

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Capítulo 2. Alavancando o poder do enquadramento

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Capítulo 2

Alavancando o poder do enquadramento

Um impasse por royalties

1

Estávamos negociando um grande acordo comercial. A empresa que eu assessorava era um empreendimento em fase inicial que desenvolvera um produto revolucionário para entrar em um setor multibilionário. O pessoal do outro lado da mesa de negociação queria licenciar nosso produto e ajudar a lançá-lo no mercado. Por consequência, era preciso negociar uma série de questões: taxa de licenciamento, taxa de royalties, disposições sobre exclusividade, marcos, comprometimentos com o desenvolvimento e assim por diante. Empacamos na taxa de royalties, ou seja, na porcentagem do preço de venda que eles nos pagariam por produto vendido.

Nas conversas iniciais, os dois lados haviam concordado informalmente que uma taxa de royalties de 5% seria razoável. Com o passar do tempo, parece que surgiram interpretações ligeiramente diferentes sobre como essa porcentagem seria aplicada. Nossa opinião era que 5% era baixo, mas seria uma taxa aceitável para o período inicial do relacionamento. À medida que o produto ganhasse força e fosse validado pelo mercado, nós acreditávamos que a taxa de royalties deveria aumentar para um nível apropriado, mais elevado. Entendíamos que nossa tecnologia ainda estava na fase de desenvolvimento, que as vendas iniciais seriam baixas e que seus investimentos pesados na fabricação do produto faziam por merecer uma concessão da nossa parte.

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Atlas (13)
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Medium 9788597010763

11 - Trabalhos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

11

Trabalhos científicos

1

TRABALHOS CIENTÍFICOS

Trabalho científico é uma expressão genérica para trabalhos acadêmico-científicos, como: artigo científico, comunicação científica, dissertação de mestrado, ensaio científico, fichamento, informe científico, inventário acadêmico, mapa conceitual, memorial, monografia, paper, plano de pesquisa, pôster, pré-projeto de pesquisa, projeto de pesquisa, relatório, resenha, resumo, tese de doutorado, trabalho de conclusão de grupo (cf. BRASILEIRO, 2013, p. 69-167). Neste livro, tratamos alguns desses trabalhos neste capítulo e outros no Capítulo 12, que trata de publicações científicas.

Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas preestabelecidas e com os fins a que se destinam, bem como ser inéditos ou originais e contribuir não só para a ampliação de conhecimentos, ou a compreensão de certos problemas, mas também servir de modelo ou oferecer subsídios para outros trabalhos.

Para Salvador (1980, p. 11), os trabalhos científicos originais devem permitir a outro pesquisador, baseado nas informações dadas:

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Medium 9788597010763

13 - Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

13

Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

As normas que dizem respeito às referências bibliográficas são fixadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A norma atual em vigor, a

NBR 6023, data de agosto de 2002 e assim define referência: “Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (parágrafo 3.9).

1

PRÁTICA DE ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

Os elementos que constituem a citação bibliográfica devem ser obtidos preferencialmente da folha de rosto do livro (frontispício). Se da obra faltar informação sobre a data de publicação, a norma prescreve:

Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado (NBR 6023:2002, parágrafo 8.6.2):

Data provável: [2016?]

Data certa, mas não indicada na obra: [2016]

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4 - Métodos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

4

Métodos científicos

1

CONCEITO DE MÉTODO

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos, mas nem todos os ramos de estudo que empregam esses métodos são ciências. A utilização de métodos científicos não é, portanto, da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.

Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo de produzir conhecimentos válidos e verdadeiros, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

2

DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO

A preocupação em descobrir e explicar a natureza vem desde os primórdios da humanidade, quando as duas principais questões referiam-se às forças da natureza, a cuja mercê viviam os homens, e à morte. O conhecimento mítico voltou-se à explicação desses fenômenos, atribuindo-os a entidades de caráter sobrenatural. A verdade era impregnada de noções supra-humanas e a explicação fundamentava-se em motivações humanas, atribuídas a forças e potências sobrenaturais.

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9 - Técnicas de pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

9

Técnicas de pesquisa

Técnica é um conjunto de procedimentos de que se serve uma ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos.

Michel (2015, p. 81) afirma a necessidade, por parte do pesquisador, de procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível a análise de dados brutos coletados na pesquisa, que lhe permita chegar a resultados de pesquisa significativos. Define então técnicas de pesquisa, como “instrumentos utilizados para se coletar dados e informações em pesquisa de campo, que devem ser escolhidos e elaborados criteriosamente, visando à análise e explicação de aspectos teóricos estudados”. Segundo ainda Michel, é por meio das técnicas de pesquisa que as fontes de informação “falam”: “são, portanto, ferramentas essenciais para a pesquisa e merecem todo o cuidado na sua elaboração, para garantir fidelidade, qualidade e completude dos resultados”.

O levantamento de dados classificam-se em: primários (depoimentos, entrevistas, questionários); secundários (coletados por meio de análise documental (documentos escritos, relatórios, livros, revistas, jornais, sites); terciários

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12 - Publicações científicas

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

12

Publicações científicas

1

COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

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Editora Atlas S A (73)
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Medium 9788522470297

4 COMO A SOFISTICAÇÃO LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS AFETA AS MOTIVAÇÕES PARA TERCEIRIZAR

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

COMO A SOFISTICAÇÃO

LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS

AFETA AS MOTIVAÇÕES

PARA TERCEIRIZAR

1

INTRODUÇÃO

O gerenciamento de cadeias de suprimento inclui um conjunto de processos de negócio que em muito ultrapassa as atividades diretamente relacionadas com a logística (LAMBERT; STOCK, 1998). No entanto, a logística é um dos principais processos para o gerenciamento de cadeias de suprimento, pois existe uma clara e definitiva necessidade de integração dos fluxos de produto, de informação e dos fluxos financeiros (BOWERSOX; CLOSS; STANK, 1999). O desenvolvimento de novos produtos é talvez o exemplo mais óbvio dessa necessidade, pois vários aspectos do negócio devem ser incluídos nessa atividade: o marketing para estabelecer o conceito; pesquisa e desenvolvimento para o projeto do produto; produção e logística para executar as operações e finanças para a estruturação do projeto de investimento.

Para melhor compreender o conceito de gerenciamento de cadeias de suprimento, é fundamental entender o conceito de canal de distribuição já bastante consolidado e há muito utilizado por marketing. O canal de distribuição pode ser definido como o conjunto de unidades organizacionais, instituições e agentes que dão apoio à comercialização de produtos e de serviços de uma determinada empresa (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2003).

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Medium 9788522470297

2 SATISFAÇÃO COM O USO DE AUTÔNOMOS NO TRANSPORTE DE CARGAS

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

2

SATISFAÇÃO COM O USO

DE AUTÔNOMOS NO

TRANSPORTE DE CARGAS1

1

INTRODUÇÃO

Atualmente, a atividade de transporte é alvo de destaque no Brasil devido

à necessidade de uma estrutura logística adequada para sustentar o crescimento econômico do país. Estradas bem conservadas e sinalizadas, portos e ferrovias eficientes e aeroportos seguros são assunto constante na mídia nacional. Após longo período sem investimentos na infraestrutura logística do país, o Governo

Federal destinou R$ 503,9 bilhões para investimentos em infraestrutura no período de 2007 a 2010, sendo R$ 58,3 bilhões para investimentos na área logística

(PAC, 2008). Através destes investimentos, a meta governamental é garantir um crescimento econômico de 5% ao ano entre 2008 e 2010 (YOSHIDA, 2007). Apesar dos grandes valores, ainda se questiona se é o suficiente para resolver todos os gargalos mais urgentes. A Confederação Nacional do Transportes elaborou um Plano de Logística para o Brasil que prevê a necessidade de investimentos de

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Medium 9788522470297

5 DETERMINANTES E EVOLUÇÃO DA EFICIÊNCIA NO SETO RBRASILEIRO DE OPERADORES LOGÍSTICOS

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

DETERMINANTES E EVOLUÇÃO

DA EFICIÊNCIA NO SETOR

BRASILEIRO DE OPERADORES

LOGÍSTICOS1

1

INTRODUÇÃO

Um cenário globalizado, com cadeias de suprimento cada vez mais complexas, impulsiona a exigência por elevados níveis de serviço e menores custos.

Nesse sentido, os Operadores Logísticos (OLs), elos importantes de tais cadeias, devem buscar continuamente formas de se manterem competitivos, sendo que técnicas de mensuração de eficiência desempenham um papel fundamental nessa busca. Especificamente, a técnica de Análise Envoltória de Dados (Data Envelopment Analysis, DEA), desenvolvida há trinta anos, vem se revelando uma poderosa ferramenta para medir a eficiência, sobretudo por ser capaz de processar simultaneamente múltiplos inputs e outputs e proporcionar aos gestores um meio de apoio à tomada de decisão. Através dessa técnica, é possível explorar o desempenho, avaliando-o globalmente, localmente ou ainda sob a ótica da escala da unidade de negócio. Além disso, em conjunto com outras técnicas, é possível mensurar o impacto de diferentes políticas, serviços e tecnologias nos níveis de eficiência.

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7 PERCEPÇÕES DOS EXPORTADORES BRASILEIROS SOBRE A QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

7

PERCEPÇÕES DOS EXPORTADORES

BRASILEIROS SOBRE A QUALIDADE

DA INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA1

1

INTRODUÇÃO

A importância da infraestrutura logística para as economias nacionais e para as empresas tem aumentado fortemente nos últimos anos (CULLINANE et al., 2005). De forma a apoiar o crescimento econômico com base nas exportações, os governos do mundo todo têm estado constantemente sob pressão para melhorar a qualidade de infraestrutura logística, assegurando que as empresas usuárias de seus serviços sejam competitivas internacionalmente. É consenso que a infraestrutura logística forma um elo vital na cadeia total de comércio, contribuindo para a competitividade internacional de um país (TONGZON,

1989; CHIN; TONGZON, 1998).

No Brasil, um dos chamados “países emergentes” ou “BRICs” (WILSON;

PURUSHOTHAMAN, 2003), as exportações mais que dobraram no período compreendido entre 2002 e 2007, alcançando quase US$ 160 bilhões (FLEURY;

HIJJAR, 2008). Quase metade desse volume está concentrada em commodities

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6 MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO DE UMA TRANSPORTADORA A UM OPERADOR LOGÍSTICO

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

6

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE

LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO

DE UMA TRANSPORTADORA A

UM OPERADOR LOGÍSTICO

1

INTRODUÇÃO

No Brasil, existem atualmente cinco milhões de MPEs, que representam 98% do total de empresas no país e que respondem por aproximadamente 20% do

Produto Interno Bruto (PIB) (SEBRAE-SP, 2006). Juridicamente, microempresa é a entidade econômica legalmente constituída que aufere receita bruta anual inferior a R$ 240.000,00. Pequena empresa, por outro lado, é definida como a entidade econômica que fatura anualmente entre R$ 240.000,00 e R$ 2.400.000,00.

Desse universo de microempresas, 56% atuam no comércio, 14% na indústria e os 30% restantes no setor de serviços (RAIS/TEM, 2004).

Especificamente no setor de serviços, destacam-se a logística e, mais particularmente, a atividade de transporte de cargas, como molas propulsoras da atividade econômica nacional e dos negócios empresariais. No Brasil, de modo geral, os custos logísticos oscilam ao redor de 11,7% do PIB (CEL/COPPEAD,

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103014

Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Anexos - Integração do Modelo de Negócio Canvas ao Plano de Negócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

AnexosPBLivro_.indd 1196/26/2016 9:29:52 PM120Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas1. Integração do modelo de negócio Canvas ao plano de negócios+ informaçãoEm empreendedorismo, geralmente um projeto inicia-se a partir de uma ideia.Há várias maneiras que você pode utilizar para ter ideias, desde o desenvolvimento da dinâmica do brainstorming (atividade geralmente desenvolvida em grupos para estimular a resolução de um problema, estimulando que todos tenham ideias), o estímulo à criatividade, pesquisas na internet etc.E para saber se a ideia tem potencial econômico, é preciso fazer a análise da oportunidade, como já foi discutido nos capítulos iniciais. Será que a ideia pode dar certo? Será que eu consigo ter um produto que resolva o problema identificado? Será que as pessoas (ou o cliente que defini) vão comprar? Ou seja, são muitas as questões.A análise estruturada de uma ideia para transformá-la em uma oportunidade existe para facilitar esta decisão. E o modelo de negócio Canvas [1] é uma proposta que tem esse objetivo: analisar uma ideia e conceituar um modelo de negócio para uma empresa a partir dessa ideia. Tudo de forma prática, visual e interativa. Trata-se, portanto, de uma alternativa ao modelo 3M, discutido no

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Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

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Capítulo 2. O que é o plano denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

2

O que é o plano de negócios

2.1 Entendendo o conceito

Para desenvolver um plano de negócios é importante entender o que essa ferramenta de gestão significa. O plano de negócios é um documento utilizado para planejar um empreendimento ou unidade de negócios, em estágio inicial ou não, com o propósito de definir e delinear sua estratégia de atuação para o futuro. Trata-se ainda de um guia para a gestão estratégica de um negócio ou unidade empresarial.

O seu desenvolvimento fica mais claro quando se analisa o processo empreendedor.

Como o plano de negócios é muito utilizado por empreendedores que estão estruturando a criação de novos negócios, pode ser entendido como um guia para o planejamento de novos negócios ou ainda para o planejamento de novas unidades empresariais, no caso de empresas já estabelecidas.

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Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas

O processo empreendedor

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Medium 9788566103021

Capítulo 4 - O PROCESSODE INOVAÇÃO

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4

O PROCESSO

DE INOVAÇÃO

As iniciativas da BP devem ser concebidas como projetos de inovação. O envolvimento na BP requer reconfigurações radicais dos custos do produto e lidar com grandes diferenças no ambiente cultural e institucional, mesmo em comunidades na mesma cidade. Para atender a essas condições com sucesso, os empreendedores da BP devem ser altamente inovadores. Portanto, este capítulo apresenta alguns conceitos-chave em matéria de inovação, a fim de ajudá-lo a incorporar uma perspectiva de inovação para empreendimentos da

BP. O capítulo começa definindo a inovação, pois se trata de um conceito amplamente usado, mas ambíguo; em seguida, descrevem-se os desafios-chave da inovação na BP, oferecem-se algumas orientações para inovar (o núcleo do capítulo) e então se abordam outros aspectos importantes: a avaliação da sua inovação e a proteção contra os concorrentes. A última parte do capítulo oferece alguns exemplos específicos de inovação na BP.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520431993

18. Os novos clusters abertos de entretenimento

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

18

Os novos clusters abertos de entretenimento

LU I Z G O N Z AG A G O D O I T R I G O

Introdução

As sociedades atuais são marcadas pela fragmentação, contradição e parado‑ xos. É uma complexidade dinâmica assinalada pela permanente evolução tecnoló‑ gica, seja evolutiva ou disruptiva, e pela extrema diversidade cultural, étnica, social ou econômica. Não se considera mais apenas os segmentos, mas os nichos de mer‑ cado; não existem mais patamares de estabilidade, mas forças de mudança que al‑ teram, criam e destroem permanentemente as faces culturais e produtivas das civi‑ lizações; não há mais ciclos previsíveis, mas crises e ondas de oportunidades que assolam os mercados e as sociedades.

Os campos do lazer e do prazer foram igualmente influenciados pelos fluxos de acontecimentos que abalaram as antigas certezas e teorias pretensamente totalizan‑ tes dos metassistemas filosóficos. Se, no século XIX, personagens como Darwin,

Comte, Nietzsche e Marx chocaram o pensamento estabelecido e lançaram novos paradigmas, ao longo do século XX, nomes como Lyotard, Popper, Castells e uma série de analistas econômicos e de tendências, como Philip Kotler, Alvin Toffler,

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Medium 9788520431993

22. Hospitalidade

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

22

Hospitalidade

E L I Z A B E T H K YO KO WA D A

Introdução

Neste capítulo, pretende‑se refletir sobre as contribuições tanto conceituais quanto estratégicas que a hospitalidade pode proporcionar ao turismo brasileiro, interno e receptivo; às políticas públicas que norteiam a atividade; e à aplicação de clusters como encaminhamento do planejamento estratégico que respalda o setor.

Hospitalidade é erroneamente confundida com hotelaria em virtude da utili‑ zação, sobretudo nos anos 1980 e 1990, da expressão em inglês hospitality industry.

Na atualidade, a denominação mais comum em língua inglesa é loading industry.

Fundamentação teórica

Examinada de maneira interdisciplinar no âmbito das Ciências Humanas

(Bueno, 2008, p. 8), a hospitalidade tem como objeto de estudo o anfitrião, seja ele uma pessoa, uma comunidade, uma nação ou uma organização.

Para as pesquisas e para a compreensão desse fenômeno social, ela empresta noções de diversas áreas do conhecimento, como a filosofia, a sociologia, a antro‑ pologia, a geografia, a história, entre outras. Possui relação direta com o turismo, afinal, um dos momentos em que a população de um destino exerce o papel de an‑ fitrião é na recepção do turista.

419

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Medium 9788520431993

28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

28

A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

547

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Medium 9788520427385

2 – Planejamento

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Planejamento

Tópicos deste capítulo a Introdução a Conceito de planejamento a Importância e necessidade do planejamento a Objetivos a Os níveis de planejamento a Planos a Princípios tradicionais de planejamento a Gráficos de planejamento a Questões para revisão a Exercícios a Veja na internet

Introdução

As empresas não funcionam ao acaso. E muito menos na base da pura improvisação. Tudo nelas deve ser planejado. Isto significa que as empresas precisam decidir antecipadamente o que pretendem alcançar e o que deve ser feito para atingir seus objetivos. O foco em objetivos continua a ser a razão do sucesso de muitas empresas bem-sucedidas: elas sabem com antecedência o que e como fazer. E quais resultados querem oferecer.

Na realidade, o planejamento é muito comum em nossas vidas. Em todos os momentos estamos planejando nosso comportamento em rela-

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iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

ção a certos objetivos que pretendemos realizar. Quando pretendemos ir a algum lugar, planejamos antecipadamente qual o melhor percurso a ser percorrido. Qualquer viagem envolve algum planejamento. As donas de casa planejam constantemente seu dia a dia, as refeições da família, o abastecimento do lar etc. Assim, o planejamento é uma decorrência natural do comportamento das pessoas em quaisquer situações. Nas empresas, o planejamento é uma necessidade imperiosa: uma vez definido algum objetivo a alcançar, o planejamento constitui a melhor maneira de chegar lá.

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14. Inteligência comercial para os produtos de turismo nos espaços rural e natural

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

14

Inteligência

comercial para os

produtos de turismo nos espaços rural e natural

Adonis Zimmermann

Introdução

Nos anos de 1990, o turismo rural passou pelas mais variadas discussões quanto à definição, ao conceito, à formatação do produto, de sua segmentação, dos benefícios sociais, ambientais etc., mas muito pouco se falou sobre sua comercialização, sobre a inteligência comercial desses produtos. Conclui-se que esse assunto não despertava o devido interesse, tendo em vista que, até pouco tempo, a oferta de produtos turísticos no espaço rural era bem inferior à demanda. Essa condição se modifica rapidamente, com uma constante ampliação e inovação da oferta.

Durante essas duas décadas de atividades profissionais no segmento turístico, tivemos a oportunidade de desenvolver e monitorar inúmeros empreendimentos turísticos nos espaços rural e natural, com a oferta das mais variadas atividades turísticas, criando um verdadeiro mix de produtos, o que proporcionou ao segmento uma clara revitalização do produto, gerada pela evolução da sua demanda.

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