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Capítulo 15 - Política Industrial e Desenvolvimento Local: O Caso no Município de Passo Fundo

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

15

POLÍTICA INDUSTRIAL E

DESENVOLVIMENTO LOCAL: O CASO

NO MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

José Antonio Valle Antunes Júnior

Renato Brasil Kourrowski

Marcos Alexandre Cittolin

INTRODUÇÃO

A possibilidade de executar políticas industriais

(PI) articuladas entre diferentes entes federativos assume especial interesse no que tange, sobretudo, ao tema do desenvolvimento regional, sendo particularmente relevante para os médios municípios brasileiros (KOURROWSKI, 2015).

A exposição deste capítulo trata de uma experiência recente de política de desenvolvimento local para fortalecimento da indústria – a do município de Passo Fundo, no Rio Grande do

Sul –, a qual ilustra a potencialidade de se obterem amplas melhorias associadas aos aspectos econômico, social e ambiental de uma região por meio dessas políticas.

Começamos o Capítulo com uma explicação sobre desenvolvimento endógeno, que tomaremos como equivalente de processo de desenvolvimento local. Nas duas seções seguintes abordamos o caso da política de desenvolvimento do município de Passo Fundo, tratando de expor suas linhas mestras em conformidade com a noção de desenvolvimento endógeno, para logo depois apresentar evidências sobre o processo de desenvolvimento socioeconômico do município nos anos de 2005 a 2012. A seção final oferece uma breve síntese acerca das

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Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

8

É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Capítulo 5 - A Política da Firma e a Operação da Sala do Investidor: da Coordenação aos Investimentos

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE II POLÍTICA SETORIAL, FIRMA E ECONOMIA DA COOPERAÇÃO

5

A POLÍTICA DA FIRMA E A

OPERAÇÃO DA SALA DO INVESTIDOR:

DA COORDENAÇÃO AOS INVESTIMENTOS

Taylor Favero Guedes

José Antonio Valle Antunes Júnior

A SALA DO INVESTIDOR

NO CONTEXTO DA POLÍTICA

INDUSTRIAL

O presente capítulo trata da Sala do Investidor, um dos mais importantes projetos nascidos no bojo da Política Industrial do Rio Grande do

Sul (PI/RS), estruturada e implantada pelo Governo do Estado na gestão 2011-2014. O desenvolvimento econômico estava dentre as principais linhas programáticas da gestão, elegendo o

Sistema de Desenvolvimento do Rio Grande do

Sul (SDRS) como conceito-chave daquela Política.1 Tal sistema almejava organizar as questões de natureza prática da política industrial ao manejar diferentes variáveis com o propósito de minimizar o risco de perda de governança sobre a diversidade de fatores que impactam no processo de desenvolvimento econômico

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Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Capítulo 17 - A Comunicação do Desenvolvimento: Estratégia, Discurso e Percepção

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

17

A COMUNICAÇÃO DO

DESENVOLVIMENTO: ESTRATÉGIA,

DISCURSO E PERCEPÇÃO

Alexandre Claser Elmi

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO

A implantação de uma política industrial com potencial para impulsionar um novo ciclo de desenvolvimento econômico no Rio Grande do

Sul exigiu a concepção e a implementação de uma estratégia de comunicação integrada, capaz de articular atores institucionais, midiáticos e econômicos, além de procurar enfrentar, comunicacionalmente, as eventuais barreiras que tornavam opaca a imagem do Estado como polo capaz de disputar, atrair e consolidar investimentos privados. Este capítulo recupera algumas das principais ações lideradas pela equipe de comunicação da Secretaria de

Desenvolvimento e Promoção do Investimento

(SDPI), como órgão centralizador do chamado

Sistema de Desenvolvimento organizado pelo

Governo Tarso Genro (2011-2014). Neste sentido, este texto consolida o relato de uma experiência profissional, em algumas de suas dimensões teóricas e práticas.

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103267

DUPLA EMPREENDEDORA: Empreendedorismo em quadrinhos

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Inspirado na vida de dois jovens empreendedores, Dupla empreendedora fala de ideias, talento e da enorme disposição para transformar sonhos em realidade. Ao utilizar de maneira inovadora o recurso narrativo dos mangás, o livro traz ao leitor os conceitos mais importantes relacionados à prática do  empreendedorismo: da avaliação de ideias e utilização do plano de negócios a negociações com investidores e gestão de uma empresa desde a sua criação. Ao mesmo tempo em que se diverte, o leitor aprofunda-se na teoria (preparando-se, assim, para a prática) do mundo dos negócios. Boa leitura e ótimo aprendizado!

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Medium 9788566103144

Capítulo 2 - Plano de negócios de uma escola de empreendedorismo para crianças

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Plano de negócios de uma escola de empreendedorismo para crianças

* Este plano de negócios foi desenvolvido tendo como base o PN original criado pelos alunos do

MBA do PECE/USP: Gustavo Paes Marques, José Adilson da Silva, José Jorge Manfrim, Rodrigo

Trevizan, Willian Toshimi Oya, sob a orientação do Prof. Dr. José Dornelas.

Acesse a seção de downloads no site www.josedornelas.com.br para obter a planilha financeira completa e os anexos deste plano de negócios.

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Criança feliz

Escola de empreendedorismo, finanças e idiomas para crianças

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1. Sumário Executivo

O sumário executivo deve ser objetivo e apresentar em poucas linhas e páginas a síntese do plano de negócios.

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Medium 9788566103052

2. O Processo Empreendedor

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

2O ProcessoEmpreendedor“O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que aRevolução Industrial foi para o século XX.”Jeffry Timmons, 19902018_livro.indb 711/11/2017 8:31:35 AM2O processo empreendedor•A revolução do empreendedorismoO mundo tem passado por várias transformações em curtos períodos, principalmente no século XX, quando foi criada a maioria das invenções que revolucionaram o estilo de vida das pessoas. Geralmente, essas invenções são fruto de inovação, de algo inédito ou de uma nova visão de como utilizar elementos já existentes, mas para os quais ninguém antes ousou olhar de outra maneira. Por trás dessas invenções, existem pessoas ou equipes com características especiais, visionárias, que questionam, arriscam, querem algo diferente, fazem acontecer e empreendem. Os empreendedores são pessoas diferenciadas, que possuem motivação singular, são apaixonadas pelo que fazem, não se contentam em ser mais um na multidão, querem ser reconhecidas e admiradas, referenciadas e imitadas, querem deixar um legado. Uma vez que os empreendedores estão revolucionando o mundo, seu comportamento e o próprio processo empreendedor devem ser estudados e entendidos.

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Medium 9788566103014

Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Medium 9788566103052

5. O Plano de Negócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

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O Plano de Negócios

Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso do que aquele sem planejamento, na mesma igualdade de condições.

2018_livro.indb 89

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5

O plano de negócios

Quando se fala em empreendedorismo, remete-se naturalmente ao termo

“plano de negócios” (business plan). Como foi visto em capítulos anteriores, o plano de negócios é parte fundamental do processo empreendedor.

Empreendedores precisam saber planejar suas ações e delinear as estratégias da empresa a ser criada ou em crescimento. A principal utilização do plano de negócios é prover uma ferramenta de gestão para o planejamento e desenvolvimento inicial de uma empresa. No entanto, nos últimos anos, o plano de negócios atingiu notoriedade como instrumento de captação de recursos financeiros junto a capitalistas de risco e investidores-anjo, principalmente no tocante às empresas com propostas inovadoras.

No Brasil, foi justamente o setor de software que começou a popularizar o uso do plano de negócios com os empreendedores brasileiros, por meio do

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520439234

3. Uso dos estilos de negociação para a solução de conflitos

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

3.

USO DOS ESTILOS

DE NEGOCIAÇÃO

PARA A SOLUÇÃO

DE CONFLITOS

Os estilos de negociação podem ser um instrumento muito importante para a análise, encaminhamento e solução dos conflitos. São diversas as classificações possíveis, segundo as visões dos vários autores e os diferentes enfoques utilizados no sentido de identificar e descrever esses estilos.

3.1 A importância da utilização do conceito dos estilos de negociação

Na verdade, o uso da ideia dos estilos de negociação é conveniente para se buscar resposta para certas questões fundamentais, como: O que é um comportamento efetivo de negociação? Seria um tipo de comportamento de negociação mais bem-sucedido ou mais efetivo do que outro?

Um entendimento do conceito dos estilos de negociação e dos seus limites pode ser útil para o desenvolvimento de habilidades ou para enfrentar uma situação corriqueira de negociação, tanto em termos conceituais quanto em termos práticos.

72

NEGOCIAÇÃO EMPRESARIAL

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Medium 9788520439234

6. Em busca de uma visão sistêmica na negociação

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

6.

EM BUSCA DE UMA

VISÃO SISTÊMICA

NA NEGOCIAÇÃO

6.1 Ligando negociação e sistemas

Quando se desenvolve uma negociação, é necessário, num primeiro momento, resolver algumas questões básicas iniciais para que a negociação possa prosseguir. Uma vez que os lados envolvidos no processo consigam resolver suas batalhas pessoais e tenham chegado à consciência dos seus sentimentos subjacentes, então irão gradualmente enfocar uma situação em que o “planejamento ideal” (de Churchman e Ackoff ) seja a preocupação principal de todos.

O processo de negociação bem-sucedido está todo nessas palavras adaptadas de Churchman (1979). A operacionalização pode ser esquematizada como o fazem Mintzberg (1973) ou Kinston e Algie (1989): são dois caminhos de tomada de decisão, inicialmente independentes, a serem percorridos revendo reiteradamente objetivos, restrições, alternativas e ofertas até que um entendimento seja atingido, ou, se o que ocorrer for um impasse, deve-se recorrer, finalmente, a um mediador ou árbitro externo, capaz de reorganizar os interesses das partes e de assisti-las na descoberta de uma solução.

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Medium 9788520439234

2. Negociação – Visão geral

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

2.

NEGOCIAÇÃO –

VISÃO GERAL

2.1 Breve estado da arte sobre negociação

Até a década de 1980, poucas eram as referências ao tema negociação.

Não havia praticamente nada escrito sobre o assunto, principalmente em português. Nas décadas de 1990 e 2000, porém, o tema negociação tornou-se um assunto muito discutido e aumentou muito a procura por cursos e treinamentos nessa área. Passando por um desenvolvimento muito intenso, muitas são as discussões a respeito desse campo do conhecimento. Seria um assunto novo que apenas agora vem surgindo? Ou seria um campo antigo no dia a dia das pessoas, porém sem um embasamento conceitual que lhe garantisse um bom desenvolvimento? Ou, ainda, tratar-se-ia de uma prática importante na atividade das pessoas de um modo geral e, em especial, no mundo empresarial, que necessitaria de uma maior análise e sistemicidade das suas atividades, de forma a ser mais útil no dia a dia das pessoas?

Ter ambos os lados envolvidos na negociação satisfeitos, com suas necessidades básicas supridas, é fundamental, além de ser uma visão mais recente sobre o assunto, já que, no passado, pensava-se em atender às próprias necessidades, sem se preocupar com o outro lado. O pensamento, em geral, era de levar vantagem e de não se preocupar em atender ao outro. Com o tempo, foi-se percebendo que uma negociação desse tipo, atendendo só a um

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Medium 9788520439234

5. Algumas avaliações das abordagens de negociação

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

5.

ALGUMAS AVALIAÇÕES

DAS ABORDAGENS

DE NEGOCIAÇÃO

5.1 Análise de algumas conceituações de negociação

Uma análise preliminar das visões de negociação foi feita a partir de 14 definições ou conceituações de sistemas, referentes a 11 autores diferentes

(visto que, em alguns casos, foram consideradas duas definições diferentes do mesmo autor – apresentadas em um mesmo livro). Dessas conceituações, foi feita uma primeira análise sobre o nível de sistemicidade apresentado por elas, tentando identificar até que ponto elas incluíam alguma preocupação com o enfoque sistêmico ou algum nível de visão sistêmica.

As definições de negociação consideradas, com seus respectivos autores e anos de publicação, foram, então, as seguintes:

• “Campo de conhecimento e empenho que visa à conquista de pessoas de quem se deseja alguma coisa” (Cohen, 1980).

Pela definição se nota a preocupação com a busca de interesses pessoais, a tentativa de conquista das pessoas de quem se deseja algo, para tê-las sob seu controle, bem como a tentativa de levar vantagem sobre o outro lado envolvido no processo. Assim, se, por um lado, essa negociação mostra uma visão ampla do processo, por outro lado tem grande chance de se encaminhar para uma negociação ganha-perde.

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Medium 9788520439234

1. Negociação, administração e visão sistêmica

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

1.

NEGOCIAÇÃO,

ADMINISTRAÇÃO

E VISÃO SISTÊMICA

1.1 Negociação

A busca de relações duradouras nas negociações pode levar a novas negociações no futuro, além de manter e, inclusive, aperfeiçoar o contato já existente entre as partes do processo. Esse esforço para atender às várias partes envolvidas leva ao que, na literatura, é chamado de “ganha-ganha”

(Nierenberg, 1981; Jandt, 1985; Sparks, 1992; Weeks, 1992; Ury, 1993; Hodgson, 1996; Lewicki et al., 1996).

Haja visto que, em uma negociação, sempre deve-se buscar a satisfação de ambos os lados envolvidos, ou seja, o “ganha-ganha”, é importante que seja aplicada continuamente a visão sistêmica no processo, pois ela apresenta uma visão mais global da negociação, que possibilita enxergar, de maneira mais clara, os diferentes envolvidos, direta e indiretamente, no processo de negociação, bem como seus principais interesses e as diversas alternativas possíveis para a solução do conflito.

Além disso, a negociação deve buscar relações duradouras sempre, tentando identificar interesses comuns. Enquanto antes a ideia era a de levar vantagem em tudo, sem se preocupar em satisfazer ao outro lado envolvido na negociação, mais recentemente entendeu-se que atingir a satisfação de

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547201166

Capítulo 18 - Pesquisa, comunicaçãoe plano de marketing

CASTELLI, Geraldo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 18

Pesquisa, comunicação e plano de marketing

18.1 Pesquisa de mercado

Uma das atividades fundamentais do marketing é pesquisar o mercado para investigar permanentemente as necessidades e desejos do cliente, que estão em contínua mutação. Pela pesquisa de mercado, o marketing busca um conhecimento maior não só do cliente, mas também do concorrente e do ambiente dentro do qual a empresa exerce suas atividades. Nesse sentido, a pesquisa de mercado torna-se um “instrumento de marketing que fornece informações descritivas e interpretativas, assim como previsões a respeito da natureza e da estrutura do mercado, estudando os fenômenos particulares que o caracterizam e suas possíveis mudanças”.1

As pesquisas de mercado podem ser divididas em dois grupos:

»» Pesquisas qualitativas.

»» Pesquisas quantitativas.

18.1.1 Pesquisas qualitativas

As pesquisas qualitativas são aquelas que se atêm à explicação e interpretação dos fenômenos de consumo, em especial no que diz respeito ao comportamento do consumidor, ou seja, o que se quer saber é o porquê da compra de determinados produtos em detrimento de outros.

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Medium 9788547201166

Capítulo 8 - Gestão de parcerias empresariais

CASTELLI, Geraldo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 8

Gestão de parcerias empresariais

As empresas passam, geralmente, por um processo evolutivo. De pequenas no início, não raro tornam-se grandes com o tempo. Exemplos para evidenciar essa caminhada não faltam. Além disso, em tempos mais recentes, observou-se uma tendência à especialização e à concentração, movimentos aparentemente contraditórios, mas perfeitamente conciliáveis.

A especialização consiste na produção de uma espécie de produto em vez de maior diversidade. Trata-se de dividir em empresas independentes a fabricação de espé-

cies de produtos. Contrariamente à especialização, a concentração, em uma contribuição do Prof. Walter

Hunziker, pode ser definida, em seu sentido amplo, como o agrupamento destinado à criação de unidades econômicas (empresas) maiores e mais operantes.

Ao observar o mundo dos negócios, constata-se a existência de empresas que pertencem a empresários independentes e aquelas que fazem parte de grandes conglomerados. Algumas delas se constituem em megaorganizações, hoteleiras inclusive.

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Medium 9788547201166

Capitulo 13 - Gestão de pessoas

CASTELLI, Geraldo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 13

Gestão de pessoas

As atividades administrativas formam um dos importantes pilares sobre o qual se fundamenta a estrutura organizacional do hotel. Essas atividades assumem maior ou menor complexidade, dependendo do tamanho da empresa.

As atividades administrativas se fazem presentes em todos os setores do hotel, com maior ou menor intensi-

dade. Comportaria, seguindo a metodologia adotada anteriormente, uma análise da operacionalidade de cada um desses setores. Isso será feito de forma sintética, em alguns deles, em virtude da abrangência desses temas que formam várias disciplinas dentro do currículo de um curso de hotelaria.

13.1 Importância e abrangência

Gerir recursos humanos é uma tarefa inerente a todas as chefias e gerências de áreas. Pode-se afirmar que toda pessoa que tenha sob as suas ordens alguns colaboradores exerce também a função de gerência de recursos humanos. Educar e capacitar pessoas não é mais tarefa exclusiva de uma

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Medium 9788547201166

Capítulo 20 - Comercialização

CASTELLI, Geraldo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 20

Comercialização

20.1 As vendas

H. Fayol1 dizia que “saber vender e comprar é tão imporbrevive. As vendas devem se constituir em um esforço tante como saber fabricar”. De lá para cá, o conceito de constante, sobretudo para a hotelaria, que possui um vendas tem se modificado. Hoje em dia, produto não estocável. dá-se ênfase à ideia de produzir aquilo

Não se deve confundir marketing

Pode-se dizer que todo colaboraque se vende e não o contrário, como com vendas. As vendas integram as dor do hotel, mesmo aquele que ocorria na época de Fayol, Taylor e Ford. atividades do marketing, contudo, trabalha na retaguarda, é um

Portanto, a primazia é dada à necessidanem todas as atividades de marketing vendedor ao procurar, por meio de e ao desejo do cliente, e não ao prose restringem a vendas. As vendas pasdas suas atividades, contribuir duto. Pode-se dizer que todo colaborasam a ser consequência do marketing para a satisfação das necessidador do hotel, mesmo aquele que trabalha bem-feito. Os produtos vendem-se por des do cliente. na retaguarda, é um vendedor ao procusi só. Como diz Kotler, “se um profisrar, por meio das suas atividades, contrisional de marketing fizer um bom trabuir para a satisfação das necessidades do cliente. balho de identificação das necessidades do consumidor,

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Medium 9788547204921

1 SÉCULO V A.C. AO SÉCULO XII

FAVA, Rui Editora Saraiva PDF Criptografado

1

S ÉCU LO V A. C . AO SÉC ULO XI I

Buscar soluções do passado pode ser uma forma de inovar e progredir. Afinal, a história anda em caracol, voltar ao passado faz parte do caminhar e da evolução.

RUI FAVA1

1.1 A luz resplandecente de Atenas

No ínterim de séculos da história moderna do homem, esporadicamente ocor-

rem sucintos períodos de vitalidade que, bem depois de findarem, parecem continuar brilhando como um lume ao longo de uma costa erma e solitária. Tais épocas frequentemente têm sido confinadas a uma pequena parte do mundo, embora o resplendor de sua luminescência possa alcançar muito mais ao redor. A civilização grega, mãe da civilização latina, acendeu essa luz, não somente influenciou como também delineou o modus vivendi de todo o Ocidente.

Na História Antiga, nenhuma civilização se evidencia tão glamorosa, airosa, atraente como a grega. A turma que a produziu suscitou, irresistivelmente, nossa simpatia, afeição pelos méritos físicos e intelectuais indelevelmente grifados nas manifestações literárias, filosóficas, artísticas, políticas. Gnóstico da razão, simpatizante da venustidade, amante da liberdade, arqueante do conhecimento, eis alguns dos atributos salientados como característicos desse magnífico povo helênico.

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Grupo A (1965)
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SEÇÃO I - Estratégia

Mintzberg, Henry Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

Estratégias

C

omeçamos este livro em seu ponto focal: estratégia. A primeira seção chama-se “Estratégia”, o primeiro capítulo, “Estratégias”. Os outros capítulos desta seção descrevem o papel dos estrategistas e considera os processos por meio dos quais as estratégias se desenvolvem a partir de três perspectivas: formulação deliberada, análise sistemática e formação emergente. O último capítulo aborda mudança estratégica. Mas, neste capítulo inicial, consideramos o conceito central – as estratégias em si.

O que é estratégia? Não há uma definição única, universalmente aceita. Vários autores e dirigentes usam o termo diferentemente; por exemplo, alguns incluem metas e objetivos como parte da estratégia, enquanto outros fazem distinções claras entre elas. Nossa intenção ao incluir os textos que se seguem para leitura não é promover nenhuma visão da estratégia, mas sim sugerir diversas visões que possam ser úteis. Como ficará evidente em todo o texto, nosso desejo não é estreitar perspectivas, mas ampliá-las, tentando esclarecer algumas questões. Ao fazer a leitura, seria útil pensar sobre o significado de estratégia, tentar entender como diferentes pessoas usam o termo e depois ver se certas definições se encaixam melhor em determinados contextos.

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Medium 9788536305875

SEÇÃO III - Contextos

Mintzberg, Henry Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Administrando

Empresas Iniciantes

O

texto deste livro divide-se de fato em duas partes básicas, embora haja três seções. A primeira parte, englobando os Capítulos de 1 a 12 e as Seções I e II, apresenta uma variedade de conceitos importantes de organizações – estratégia, estrategista, processo, organização, valores, etc. A segunda, que começa aqui com a Seção III e o Capítulo

13, considera como esses conceitos são combinados para formar os principais contextos das organizações. Na verdade, um contexto é um tipo de situação na qual podemos encontrar determinadas estratégias, estruturas e processos.

Tradicionalmente, os livros de política e estratégia são divididos em duas partes bem diferentes – a primeira sobre formulação da estratégia e a segunda sobre sua implementação (incluindo discussões sobre estrutura, sistemas, cultura, etc.). Como alguns textos do Capítulo 5 já deixaram claro, acreditamos que essa é sempre uma dicotomia falsa: em muitas situações

(ou seja, contextos), formulação e implementação podem estar tão interligadas que não faz sentido separá-las. Escrever um livro baseado em uma dicotomia questionável também não faz sentido para nós, de forma que preferimos apresentar primeiro todos os conceitos relacionados ao processo de estratégia e depois considerar as várias formas nas quais eles podem interagir em situações específicas.

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Medium 9788536305875

SEÇÃO II - Forças

Mintzberg, Henry Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Conhecimento

A

primeira seção deste livro nos mostrou a estratégia em seus vários aspectos. Agora nos voltamos para as forças que conduzem o processo de estratégia, incluindo conhecimento humano, organização, tecnologia, colaboração, globalização e valores.

Começamos aqui com conhecimento, para penetrar na mente dos estrategistas. Ninguém nunca viu uma estratégia ou tocou em uma. As estratégias não existem de forma concreta; elas não são nada além de conceitos na cabeça das pessoas.

Então o conhecimento – especificamente, a maneira como as pessoas pensam sobre estratégia, como a concebem e a percebem – tem que aparecer de forma importante em qualquer livro sobre o processo de estratégia.

Incluímos dois textos para leitura aqui. O primeiro de David

Hurst, executivo empresarial por longo tempo que hoje atua como escritor e consultor gerencial em Toronto, retoma o ponto em que parou o capítulo anterior, sobre mudança. Hurst sugere que os processos de mudança bem-sucedidos podem não se beneficiar com excesso de racionalidade – ao contrário, podem se prejudicar. Hurst discute as mudanças de objetividade: “Quando se trata de mudança real, objetividade em excesso pode ser fatal para o processo”. Precisamos nos afastar de nossas estruturas e crenças para avaliá-las. Na análise final, “pode não haver análise final”. Assim, os gerentes precisam ser “ingredientes”, em vez de cozinheiros, envolvendo-se profundamente.

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Medium 9788582601334

Capítulo 3 - Medidas de prevenção no vinhedo para a produção de uvas

Eduardo Giovannini Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Medidas de prevenção no vinhedo para a produção de uvas

A videira está sujeita a moléstias, doenças, pragas, distúrbios fisiológicos e meteorológicos. Para combater esses problemas é necessário adotar algumas medidas preventivas gerais e específicas. Além disso, a posição do viticultor frente a tais problemas garantirá o equilíbrio fitossanitário da videira e aumentará a segurança de cultivo do vinhedo. Neste capítulo, veremos quais são os tipos mais comuns de moléstias, os tipos de distúrbios fisiológicos e meteorológicos e as principais pragas que atingem as videiras.

Também veremos as causas, as incidências e as formas de controle desses problemas.

Objetivos deste capítulo

Adotar medidas de prevenção gerais e específicas no trato da videira.

Identificar os tipos comuns de moléstias, suas causas, incidências e formas de controle.

Diferenciar os distúrbios fisiológicos e os acidentes meteorológicos das moléstias, reconhecendo suas causas e formas de controle.

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Capítulo 2 - Implantação do vinhedo na produção de uvas

Eduardo Giovannini Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Implantação do vinhedo na produção de uvas

Há etapas e critérios a serem seguidos para se obter sucesso na implantação do vinhedo e, consequentemente, na produção de uvas. Neste capítulo, veremos como avaliar as condições de um local de plantio de vinhedo. Aprenderemos que é necessário fazer um planejamento prévio para a implantação de um vinhedo e aprenderemos as etapas desse planejamento. Por fim, veremos como determinar o tipo de uva e a cultivar adequada para obter uma boa produção.

Objetivos deste capítulo

Examinar as condições do local de plantio do vinhedo

(econômicas, climáticas, biológicas, históricas).

Estabelecer um planejamento prévio de implantação do vinhedo, considerando primordialmente a viabilidade econômica.

Aplicar as etapas de planejamento prévio na implantação do vinhedo, reconhecendo a importância de cada uma delas.

Diferenciar os tipos de uva e as cultivares adequadas à finalidade de sua produção.

Relacionar as características e os tipos das cultivares americanas e europeias.

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