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Capítulo 1 - Princípios do Gerenciamento de Projetos

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

1

PRINCÍPIOS DO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS

16

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

HUMOR NO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

O gerenciamento de projetos é a arte de criar a ilusão de que qualquer resultado decorre de uma série de atos deliberados e predeterminados, quando, na realidade, é pura sorte!

CAPÍTULO 1

A

PRINCÍPIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

17

lgumas pessoas têm a impressão de que o sucesso do projeto

é fruto da sorte e do acaso. Não poderia estar mais longe da verdade. A maioria das pessoas concordará que o sucesso de um projeto é alcançado por meio de um processo estruturado que envolve as fases de iniciação, planejamento, execução, acompanhamento, controle e, finalmente, conclusão.

Há empresas que dependem de uma consistente metodologia de gerenciamento de projetos para atingir seus objetivos. Algumas dessas metodologias baseiam-se em políticas e procedimentos, enquanto outras se desenvolvem em torno de formulários, diretrizes, modelos e listas de verificação (checklists).

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Capítulo 6 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gerenciamento de Projetos: O Gerente Funcional

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

6

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS:

O GERENTE

FUNCIONAL

148

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

GERENCIAMENTO CLÁSSICO

䊏 Planejamento

䊏 Organização

䊏 Definição da equipe

䊏 Controle

䊏 Direção

Qual das funções acima geralmente não é desempenhada pelo gerente de projeto?

CAPÍTULO 6

A

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

149

partir de agora analisaremos a função do gerente funcional.

Na página anterior, identificamos as cinco principais funções do gerenciamento clássico ou tradicional. Ao que parece, tanto o gerente de projeto quanto o gerente funcional desempenham todas essas funções. Na realidade, porém, o gerente funcional desempenha todas elas, enquanto o gerente de projeto encarrega-se de apenas quatro. O gerente de projeto geralmente não fornece os recursos humanos para o projeto; ele negocia com o gerente funcional a alocação de pessoal.

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Capítulo 5 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gereciamento de Projetos: O Patrocinador do Projeto

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

5

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS: O

PATROCINADOR DO

PROJETO

142

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

A NECESSIDADE DE UM PATROCINADOR

A maioria dos projetos tem um patrocinador que pode ou não pertencer ao nível executivo da empresa.

CAPÍTULO 5

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

143

C

omo os gerentes de projeto e os gerentes funcionais nem sempre concordam, e como ocorrem problemas desconhecidos que não podem ser resolvidos pelo gerente de projeto, talvez seja necessária a presença de um patrocinador (ou executivo) do projeto. A função do patrocinador pode mudar conforme a fase específica do ciclo de vida do projeto. Por exemplo, durante as fases de iniciação e de planejamento, o patrocinador pode desempenhar papel ativo, assegurar que sejam estabelecidos os objetivos adequados e que o plano do projeto atenda às necessidades do negócio, assim como às necessidades de um cliente especial. Durante a fase de execução, o patrocinador pode assumir uma função mais passiva e envolver-se de acordo com a necessidade – por exemplo: quando aparecerem obstáculos, ocorrerem crises e houver conflitos sobre os recursos e as prioridades entre os projetos.

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Capítulo 4 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gerenciamento de Projetos: O Gerente de Projeto

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

4

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS:

O GERENTE DE

PROJETO

92

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

O BANCO DE TRÊS PERNAS

Gerente de projeto

Gerência funcional

Alta administração

(isto é, o patrocinador)

CAPÍTULO 4

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

93

A

nteriormente, analisamos alguns dos principais atores ligados ao gerenciamento de projetos. Neste capítulo, examinaremos o gerenciamento de projetos com se funcionasse como um banco de três pernas, representadas pelos seguintes agentes:

O gerente de projeto

Os gerentes funcionais

A alta administração

Para assegurar uma abordagem sólida e equilibrada, e para que a gestão de projetos funcione conforme o planejado, alcançando os benefícios esperados, todas as três pernas do banco precisam compreender o que é gerenciamento de projetos e como ele deve funcionar. Se apenas duas delas chegarem a essa compreensão, é impossível que o banco fique de pé.

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Capítulo 2 - Benefícios do Gerenciamento de Projetos

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

2

BENEFÍCIOS DO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS

58

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Eficiência:

䊏 O gerenciamento de projetos permite fazer mais em menos tempo, com menos recursos e sem prejuízo da qualidade.

CAPÍTULO 2

J

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

59

á analisamos alguns dos benefícios da implementação do gerenciamento de projetos. O principal deles é a racionalização do f luxo de trabalho, que, por sua vez, permite fazer mais em menos tempo, com menos recursos e sem qualquer prejuízo da qualidade. Geralmente, isso exige a implementação de uma metodologia de gestão de projetos baseada em formulários, diretrizes, modelos e listas de verificação de fácil utilização.

As lições aprendidas e as melhores práticas são captadas no final de cada projeto, no final de cada etapa ou em suas revisões.

A partir daí, são utilizadas para a melhoria contínua da metodologia de gestão de projetos empresariais (EPM – Enterprise Project Management). As atividades externas de benchmarking também constituem meios eficientes de gerar ou obter propriedade intelectual do gerenciamento de projetos para o aprimoramento da tecnologia.

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Atlas (13)
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Medium 9788597010763

11 - Trabalhos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

11

Trabalhos científicos

1

TRABALHOS CIENTÍFICOS

Trabalho científico é uma expressão genérica para trabalhos acadêmico-científicos, como: artigo científico, comunicação científica, dissertação de mestrado, ensaio científico, fichamento, informe científico, inventário acadêmico, mapa conceitual, memorial, monografia, paper, plano de pesquisa, pôster, pré-projeto de pesquisa, projeto de pesquisa, relatório, resenha, resumo, tese de doutorado, trabalho de conclusão de grupo (cf. BRASILEIRO, 2013, p. 69-167). Neste livro, tratamos alguns desses trabalhos neste capítulo e outros no Capítulo 12, que trata de publicações científicas.

Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas preestabelecidas e com os fins a que se destinam, bem como ser inéditos ou originais e contribuir não só para a ampliação de conhecimentos, ou a compreensão de certos problemas, mas também servir de modelo ou oferecer subsídios para outros trabalhos.

Para Salvador (1980, p. 11), os trabalhos científicos originais devem permitir a outro pesquisador, baseado nas informações dadas:

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13 - Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

13

Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

As normas que dizem respeito às referências bibliográficas são fixadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A norma atual em vigor, a

NBR 6023, data de agosto de 2002 e assim define referência: “Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (parágrafo 3.9).

1

PRÁTICA DE ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

Os elementos que constituem a citação bibliográfica devem ser obtidos preferencialmente da folha de rosto do livro (frontispício). Se da obra faltar informação sobre a data de publicação, a norma prescreve:

Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado (NBR 6023:2002, parágrafo 8.6.2):

Data provável: [2016?]

Data certa, mas não indicada na obra: [2016]

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4 - Métodos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

4

Métodos científicos

1

CONCEITO DE MÉTODO

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos, mas nem todos os ramos de estudo que empregam esses métodos são ciências. A utilização de métodos científicos não é, portanto, da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.

Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo de produzir conhecimentos válidos e verdadeiros, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

2

DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO

A preocupação em descobrir e explicar a natureza vem desde os primórdios da humanidade, quando as duas principais questões referiam-se às forças da natureza, a cuja mercê viviam os homens, e à morte. O conhecimento mítico voltou-se à explicação desses fenômenos, atribuindo-os a entidades de caráter sobrenatural. A verdade era impregnada de noções supra-humanas e a explicação fundamentava-se em motivações humanas, atribuídas a forças e potências sobrenaturais.

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9 - Técnicas de pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

9

Técnicas de pesquisa

Técnica é um conjunto de procedimentos de que se serve uma ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos.

Michel (2015, p. 81) afirma a necessidade, por parte do pesquisador, de procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível a análise de dados brutos coletados na pesquisa, que lhe permita chegar a resultados de pesquisa significativos. Define então técnicas de pesquisa, como “instrumentos utilizados para se coletar dados e informações em pesquisa de campo, que devem ser escolhidos e elaborados criteriosamente, visando à análise e explicação de aspectos teóricos estudados”. Segundo ainda Michel, é por meio das técnicas de pesquisa que as fontes de informação “falam”: “são, portanto, ferramentas essenciais para a pesquisa e merecem todo o cuidado na sua elaboração, para garantir fidelidade, qualidade e completude dos resultados”.

O levantamento de dados classificam-se em: primários (depoimentos, entrevistas, questionários); secundários (coletados por meio de análise documental (documentos escritos, relatórios, livros, revistas, jornais, sites); terciários

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12 - Publicações científicas

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

12

Publicações científicas

1

COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

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Editora Atlas S A (73)
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Medium 9788522470297

4 COMO A SOFISTICAÇÃO LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS AFETA AS MOTIVAÇÕES PARA TERCEIRIZAR

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

COMO A SOFISTICAÇÃO

LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS

AFETA AS MOTIVAÇÕES

PARA TERCEIRIZAR

1

INTRODUÇÃO

O gerenciamento de cadeias de suprimento inclui um conjunto de processos de negócio que em muito ultrapassa as atividades diretamente relacionadas com a logística (LAMBERT; STOCK, 1998). No entanto, a logística é um dos principais processos para o gerenciamento de cadeias de suprimento, pois existe uma clara e definitiva necessidade de integração dos fluxos de produto, de informação e dos fluxos financeiros (BOWERSOX; CLOSS; STANK, 1999). O desenvolvimento de novos produtos é talvez o exemplo mais óbvio dessa necessidade, pois vários aspectos do negócio devem ser incluídos nessa atividade: o marketing para estabelecer o conceito; pesquisa e desenvolvimento para o projeto do produto; produção e logística para executar as operações e finanças para a estruturação do projeto de investimento.

Para melhor compreender o conceito de gerenciamento de cadeias de suprimento, é fundamental entender o conceito de canal de distribuição já bastante consolidado e há muito utilizado por marketing. O canal de distribuição pode ser definido como o conjunto de unidades organizacionais, instituições e agentes que dão apoio à comercialização de produtos e de serviços de uma determinada empresa (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2003).

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Medium 9788522470297

2 SATISFAÇÃO COM O USO DE AUTÔNOMOS NO TRANSPORTE DE CARGAS

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

2

SATISFAÇÃO COM O USO

DE AUTÔNOMOS NO

TRANSPORTE DE CARGAS1

1

INTRODUÇÃO

Atualmente, a atividade de transporte é alvo de destaque no Brasil devido

à necessidade de uma estrutura logística adequada para sustentar o crescimento econômico do país. Estradas bem conservadas e sinalizadas, portos e ferrovias eficientes e aeroportos seguros são assunto constante na mídia nacional. Após longo período sem investimentos na infraestrutura logística do país, o Governo

Federal destinou R$ 503,9 bilhões para investimentos em infraestrutura no período de 2007 a 2010, sendo R$ 58,3 bilhões para investimentos na área logística

(PAC, 2008). Através destes investimentos, a meta governamental é garantir um crescimento econômico de 5% ao ano entre 2008 e 2010 (YOSHIDA, 2007). Apesar dos grandes valores, ainda se questiona se é o suficiente para resolver todos os gargalos mais urgentes. A Confederação Nacional do Transportes elaborou um Plano de Logística para o Brasil que prevê a necessidade de investimentos de

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Medium 9788522470297

5 DETERMINANTES E EVOLUÇÃO DA EFICIÊNCIA NO SETO RBRASILEIRO DE OPERADORES LOGÍSTICOS

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

DETERMINANTES E EVOLUÇÃO

DA EFICIÊNCIA NO SETOR

BRASILEIRO DE OPERADORES

LOGÍSTICOS1

1

INTRODUÇÃO

Um cenário globalizado, com cadeias de suprimento cada vez mais complexas, impulsiona a exigência por elevados níveis de serviço e menores custos.

Nesse sentido, os Operadores Logísticos (OLs), elos importantes de tais cadeias, devem buscar continuamente formas de se manterem competitivos, sendo que técnicas de mensuração de eficiência desempenham um papel fundamental nessa busca. Especificamente, a técnica de Análise Envoltória de Dados (Data Envelopment Analysis, DEA), desenvolvida há trinta anos, vem se revelando uma poderosa ferramenta para medir a eficiência, sobretudo por ser capaz de processar simultaneamente múltiplos inputs e outputs e proporcionar aos gestores um meio de apoio à tomada de decisão. Através dessa técnica, é possível explorar o desempenho, avaliando-o globalmente, localmente ou ainda sob a ótica da escala da unidade de negócio. Além disso, em conjunto com outras técnicas, é possível mensurar o impacto de diferentes políticas, serviços e tecnologias nos níveis de eficiência.

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Medium 9788522470297

7 PERCEPÇÕES DOS EXPORTADORES BRASILEIROS SOBRE A QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

7

PERCEPÇÕES DOS EXPORTADORES

BRASILEIROS SOBRE A QUALIDADE

DA INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA1

1

INTRODUÇÃO

A importância da infraestrutura logística para as economias nacionais e para as empresas tem aumentado fortemente nos últimos anos (CULLINANE et al., 2005). De forma a apoiar o crescimento econômico com base nas exportações, os governos do mundo todo têm estado constantemente sob pressão para melhorar a qualidade de infraestrutura logística, assegurando que as empresas usuárias de seus serviços sejam competitivas internacionalmente. É consenso que a infraestrutura logística forma um elo vital na cadeia total de comércio, contribuindo para a competitividade internacional de um país (TONGZON,

1989; CHIN; TONGZON, 1998).

No Brasil, um dos chamados “países emergentes” ou “BRICs” (WILSON;

PURUSHOTHAMAN, 2003), as exportações mais que dobraram no período compreendido entre 2002 e 2007, alcançando quase US$ 160 bilhões (FLEURY;

HIJJAR, 2008). Quase metade desse volume está concentrada em commodities

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Medium 9788522470297

6 MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO DE UMA TRANSPORTADORA A UM OPERADOR LOGÍSTICO

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

6

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE

LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO

DE UMA TRANSPORTADORA A

UM OPERADOR LOGÍSTICO

1

INTRODUÇÃO

No Brasil, existem atualmente cinco milhões de MPEs, que representam 98% do total de empresas no país e que respondem por aproximadamente 20% do

Produto Interno Bruto (PIB) (SEBRAE-SP, 2006). Juridicamente, microempresa é a entidade econômica legalmente constituída que aufere receita bruta anual inferior a R$ 240.000,00. Pequena empresa, por outro lado, é definida como a entidade econômica que fatura anualmente entre R$ 240.000,00 e R$ 2.400.000,00.

Desse universo de microempresas, 56% atuam no comércio, 14% na indústria e os 30% restantes no setor de serviços (RAIS/TEM, 2004).

Especificamente no setor de serviços, destacam-se a logística e, mais particularmente, a atividade de transporte de cargas, como molas propulsoras da atividade econômica nacional e dos negócios empresariais. No Brasil, de modo geral, os custos logísticos oscilam ao redor de 11,7% do PIB (CEL/COPPEAD,

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Editora Empreende (59)
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Medium 9788566103267

DUPLA EMPREENDEDORA: Empreendedorismo em quadrinhos

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Inspirado na vida de dois jovens empreendedores, Dupla empreendedora fala de ideias, talento e da enorme disposição para transformar sonhos em realidade. Ao utilizar de maneira inovadora o recurso narrativo dos mangás, o livro traz ao leitor os conceitos mais importantes relacionados à prática do  empreendedorismo: da avaliação de ideias e utilização do plano de negócios a negociações com investidores e gestão de uma empresa desde a sua criação. Ao mesmo tempo em que se diverte, o leitor aprofunda-se na teoria (preparando-se, assim, para a prática) do mundo dos negócios. Boa leitura e ótimo aprendizado!

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Medium 9788566103014

Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Anexos - Integração do Modelo de Negócio Canvas ao Plano de Negócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

AnexosPBLivro_.indd 1196/26/2016 9:29:52 PM120Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas1. Integração do modelo de negócio Canvas ao plano de negócios+ informaçãoEm empreendedorismo, geralmente um projeto inicia-se a partir de uma ideia.Há várias maneiras que você pode utilizar para ter ideias, desde o desenvolvimento da dinâmica do brainstorming (atividade geralmente desenvolvida em grupos para estimular a resolução de um problema, estimulando que todos tenham ideias), o estímulo à criatividade, pesquisas na internet etc.E para saber se a ideia tem potencial econômico, é preciso fazer a análise da oportunidade, como já foi discutido nos capítulos iniciais. Será que a ideia pode dar certo? Será que eu consigo ter um produto que resolva o problema identificado? Será que as pessoas (ou o cliente que defini) vão comprar? Ou seja, são muitas as questões.A análise estruturada de uma ideia para transformá-la em uma oportunidade existe para facilitar esta decisão. E o modelo de negócio Canvas [1] é uma proposta que tem esse objetivo: analisar uma ideia e conceituar um modelo de negócio para uma empresa a partir dessa ideia. Tudo de forma prática, visual e interativa. Trata-se, portanto, de uma alternativa ao modelo 3M, discutido no

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Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

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Capítulo 2. O que é o plano denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

2

O que é o plano de negócios

2.1 Entendendo o conceito

Para desenvolver um plano de negócios é importante entender o que essa ferramenta de gestão significa. O plano de negócios é um documento utilizado para planejar um empreendimento ou unidade de negócios, em estágio inicial ou não, com o propósito de definir e delinear sua estratégia de atuação para o futuro. Trata-se ainda de um guia para a gestão estratégica de um negócio ou unidade empresarial.

O seu desenvolvimento fica mais claro quando se analisa o processo empreendedor.

Como o plano de negócios é muito utilizado por empreendedores que estão estruturando a criação de novos negócios, pode ser entendido como um guia para o planejamento de novos negócios ou ainda para o planejamento de novas unidades empresariais, no caso de empresas já estabelecidas.

PBLivro_.indd 13

6/26/2016 9:29:00 PM

14

Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas

O processo empreendedor

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520439234

3. Uso dos estilos de negociação para a solução de conflitos

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

3.

USO DOS ESTILOS

DE NEGOCIAÇÃO

PARA A SOLUÇÃO

DE CONFLITOS

Os estilos de negociação podem ser um instrumento muito importante para a análise, encaminhamento e solução dos conflitos. São diversas as classificações possíveis, segundo as visões dos vários autores e os diferentes enfoques utilizados no sentido de identificar e descrever esses estilos.

3.1 A importância da utilização do conceito dos estilos de negociação

Na verdade, o uso da ideia dos estilos de negociação é conveniente para se buscar resposta para certas questões fundamentais, como: O que é um comportamento efetivo de negociação? Seria um tipo de comportamento de negociação mais bem-sucedido ou mais efetivo do que outro?

Um entendimento do conceito dos estilos de negociação e dos seus limites pode ser útil para o desenvolvimento de habilidades ou para enfrentar uma situação corriqueira de negociação, tanto em termos conceituais quanto em termos práticos.

72

NEGOCIAÇÃO EMPRESARIAL

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Medium 9788520439234

6. Em busca de uma visão sistêmica na negociação

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

6.

EM BUSCA DE UMA

VISÃO SISTÊMICA

NA NEGOCIAÇÃO

6.1 Ligando negociação e sistemas

Quando se desenvolve uma negociação, é necessário, num primeiro momento, resolver algumas questões básicas iniciais para que a negociação possa prosseguir. Uma vez que os lados envolvidos no processo consigam resolver suas batalhas pessoais e tenham chegado à consciência dos seus sentimentos subjacentes, então irão gradualmente enfocar uma situação em que o “planejamento ideal” (de Churchman e Ackoff ) seja a preocupação principal de todos.

O processo de negociação bem-sucedido está todo nessas palavras adaptadas de Churchman (1979). A operacionalização pode ser esquematizada como o fazem Mintzberg (1973) ou Kinston e Algie (1989): são dois caminhos de tomada de decisão, inicialmente independentes, a serem percorridos revendo reiteradamente objetivos, restrições, alternativas e ofertas até que um entendimento seja atingido, ou, se o que ocorrer for um impasse, deve-se recorrer, finalmente, a um mediador ou árbitro externo, capaz de reorganizar os interesses das partes e de assisti-las na descoberta de uma solução.

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Medium 9788520439234

2. Negociação – Visão geral

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

2.

NEGOCIAÇÃO –

VISÃO GERAL

2.1 Breve estado da arte sobre negociação

Até a década de 1980, poucas eram as referências ao tema negociação.

Não havia praticamente nada escrito sobre o assunto, principalmente em português. Nas décadas de 1990 e 2000, porém, o tema negociação tornou-se um assunto muito discutido e aumentou muito a procura por cursos e treinamentos nessa área. Passando por um desenvolvimento muito intenso, muitas são as discussões a respeito desse campo do conhecimento. Seria um assunto novo que apenas agora vem surgindo? Ou seria um campo antigo no dia a dia das pessoas, porém sem um embasamento conceitual que lhe garantisse um bom desenvolvimento? Ou, ainda, tratar-se-ia de uma prática importante na atividade das pessoas de um modo geral e, em especial, no mundo empresarial, que necessitaria de uma maior análise e sistemicidade das suas atividades, de forma a ser mais útil no dia a dia das pessoas?

Ter ambos os lados envolvidos na negociação satisfeitos, com suas necessidades básicas supridas, é fundamental, além de ser uma visão mais recente sobre o assunto, já que, no passado, pensava-se em atender às próprias necessidades, sem se preocupar com o outro lado. O pensamento, em geral, era de levar vantagem e de não se preocupar em atender ao outro. Com o tempo, foi-se percebendo que uma negociação desse tipo, atendendo só a um

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Medium 9788520439234

5. Algumas avaliações das abordagens de negociação

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

5.

ALGUMAS AVALIAÇÕES

DAS ABORDAGENS

DE NEGOCIAÇÃO

5.1 Análise de algumas conceituações de negociação

Uma análise preliminar das visões de negociação foi feita a partir de 14 definições ou conceituações de sistemas, referentes a 11 autores diferentes

(visto que, em alguns casos, foram consideradas duas definições diferentes do mesmo autor – apresentadas em um mesmo livro). Dessas conceituações, foi feita uma primeira análise sobre o nível de sistemicidade apresentado por elas, tentando identificar até que ponto elas incluíam alguma preocupação com o enfoque sistêmico ou algum nível de visão sistêmica.

As definições de negociação consideradas, com seus respectivos autores e anos de publicação, foram, então, as seguintes:

• “Campo de conhecimento e empenho que visa à conquista de pessoas de quem se deseja alguma coisa” (Cohen, 1980).

Pela definição se nota a preocupação com a busca de interesses pessoais, a tentativa de conquista das pessoas de quem se deseja algo, para tê-las sob seu controle, bem como a tentativa de levar vantagem sobre o outro lado envolvido no processo. Assim, se, por um lado, essa negociação mostra uma visão ampla do processo, por outro lado tem grande chance de se encaminhar para uma negociação ganha-perde.

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Medium 9788520439234

1. Negociação, administração e visão sistêmica

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

1.

NEGOCIAÇÃO,

ADMINISTRAÇÃO

E VISÃO SISTÊMICA

1.1 Negociação

A busca de relações duradouras nas negociações pode levar a novas negociações no futuro, além de manter e, inclusive, aperfeiçoar o contato já existente entre as partes do processo. Esse esforço para atender às várias partes envolvidas leva ao que, na literatura, é chamado de “ganha-ganha”

(Nierenberg, 1981; Jandt, 1985; Sparks, 1992; Weeks, 1992; Ury, 1993; Hodgson, 1996; Lewicki et al., 1996).

Haja visto que, em uma negociação, sempre deve-se buscar a satisfação de ambos os lados envolvidos, ou seja, o “ganha-ganha”, é importante que seja aplicada continuamente a visão sistêmica no processo, pois ela apresenta uma visão mais global da negociação, que possibilita enxergar, de maneira mais clara, os diferentes envolvidos, direta e indiretamente, no processo de negociação, bem como seus principais interesses e as diversas alternativas possíveis para a solução do conflito.

Além disso, a negociação deve buscar relações duradouras sempre, tentando identificar interesses comuns. Enquanto antes a ideia era a de levar vantagem em tudo, sem se preocupar em satisfazer ao outro lado envolvido na negociação, mais recentemente entendeu-se que atingir a satisfação de

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