Artmed (39)
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Capítulo 7 - A Política Industrial e o Desenvolvimento da Indútria Oceânica e o Polo Naval no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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A POLÍTICA INDUSTRIAL E O DESENVOLVIMENTO

DA INDÚSTRIA OCEÂNICA E POLO NAVAL NO

RIO GRANDE DO SUL

Ivan De Pellegrin

José Antonio Valle Antunes Júnior

Marcus Coester

INTRODUÇÃO

O setor de petróleo e gás natural tem importância estratégica em âmbito mundial. Essa importância se traduz, em termos econômicos, em uma participação relevante na produção econômica haja vista ser ele o responsável pelo principal insumo energético para praticamente todos os demais setores e, também, a fonte de matéria-prima básica para a indústria petroquímica, com derivações diversas na química fina e farmacêutica e em novos materiais, entre outras áreas.

Trata-se de uma indústria dinâmica, especialmente em países como o Brasil, onde as reservas se concentram em águas ultraprofundas, o que demanda constante investimento em novas tecnologias de produtos (bens e serviços), bem como em equipamentos de grande porte, como plataformas de produção, de perfuração e navios plataforma, dentre outros.

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Medium 9788582604151

Capítulo 3. A lógica da adequalidade

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 3

A lógica da adequabilidade

Negociação à sombra do câncer

Sua proposta pode ser a melhor e a mais inovadora, mas como apresentá-la para alguém que insiste em fazer tudo como sempre fez? Você pode estar preocupado com os interesses do seu interlocutor, mas como negociar perante à resistência ferrenha à mudança? Você pode estar certo, mas como defender sua proposta quando o outro lado tem laços emocionais com um plano alternativo?

Considere o caso dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata de

1 baixo risco. A maioria dos casos de câncer de próstata nos EUA é detectada

2 usando o teste de antígeno prostático específico (PSA). Abundam evidências de que muitos cânceres detectados por PSA são sobrediagnosticados, ou seja, que os pacientes teriam levado uma vida normal sem jamais saber da existên3 cia do câncer de próstata se não tivessem realizado o teste de PSA. No Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC), em Nova York, instituição líder em pesquisa e tratamento de câncer, geralmente se recomenda “vigilância ativa” para homens com câncer de próstata de baixo risco, um método que recebe preferência em relação a tratamentos como cirurgia e radioterapia, que podem causar efeitos colaterais como incontinência e disfunção erétil. Essa recomendação é consistente com as diretrizes da National Comprehensive Cancer Network e da Associação Americana de Urologia.

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Medium 9788582604243

Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

8

É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Medium 9788582604151

Capítulo 12. Mudando as regras de engajamento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 12

Mudando as regras de engajamento

Negociando com seus amigos

Em fevereiro de 2002, a NBC e a Warner Brothers foram notícia de primeira página quando assinaram o contrato mais caro da história da televisão pelos direitos de uma sitcom de 30 minutos. O programa era Friends, uma comédia sobre seis amigos morando na cidade de Nova York. O contrato garantiria a décima e última temporada, encerrando uma década em que o programa foi indicado para mais de 60 Primetime Emmy Awards (e venceu seis) e foi um dos cinco programas mais assistidos da TV em todas as temporadas, com exceção da primeira. Sem dúvida, foi um grande seriado, mas isso não basta para explicar quanto dinheiro os atores que interpretavam os seis protagonistas receberiam pela última temporada.

Muitas comédias têm um astro óbvio cercado por um elenco de outros personagens. Considere, por exemplo, alguns dos programas mais populares da NBC nas duas décadas anteriores a essa negociação: The Cosby Show, Caras

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Medium 9788582604151

Introdução - A primeira lição da pacificação

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Introdução

A primeira lição da pacificação

O Tratado de Kadesh foi um dos primeiros tratados de paz da história, negociado entre os impérios egípcio e hitita há mais de 3 mil anos, durante o século

XIII a.C. Nenhuma das partes estava disposta a continuar a incorrer nos custos da guerra e ambos temiam conflitos futuros com seus outros vizinhos, então o faraó Ramsés II e o rei Hatusil III buscaram negociar um fim para o conflito.

Essas tentativas não são difíceis apenas porque as questões em jogo são polêmicas ou complexas, mas porque muitas vezes nenhum dos lados quer dar o primeiro passo. O primeiro lado a pedir paz pode parecer fraco em vez de sábio ou magnânimo, um sinal que líder algum pode se dar ao luxo a comunicar.

Ainda assim, os dois chegaram a um acordo. Apesar de escrito milhares de anos atrás, o tratado tem muitas das marcas dos acordos mais recentes, incluindo disposições proclamando o fim do conflito, a repatriação de refugiados, uma troca de prisioneiros e um pacto de auxílio mútuo caso um dos lados seja atacado por terceiros.1

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103113

Capítulo 5 - Áreas Funcionais da Administração

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

Áreas

Funcionais da

Administração

ADM_.indb 53

03/08/2018 17:14:57

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ADMINISTRAÇÃO

5. Á

� reas Funcionais da Administração

ADM_.indb 54

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• Apresentar os conceitos de Gestão de Pessoas,

Administração Financeira, Administração da

Produção e Gestão de Marketing.

• Compreender a importância de cada uma dessas

áreas para o desenvolvimento das organizações.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Gestão de Pessoas?

É o conjunto de tomada de decisões dos gestores, visando inserção, organização e desenvolvimento das pessoas.

Tradicionalmente, é organizada por Descrição de cargos e funções, Recrutamento e Seleção, Integração, Treinamento e Desenvolvimento. Para se tornarem mais competitivas, as empresas buscam oferecer programas de participação em equipes, treinamento, coaching, gamificação e dinâmicas de grupo ou individuais. Para isso, processos, rotinas e regulamentos precisam estar bem alinhados. Os modelos de gestão desenham perfeitamente perfis, competências e habilidades desejadas. Veja a seguir uma relação de qualidades de um

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Medium 9788566103021

Capítulo 7 - EMPRESAS INCLUSIVAS. OS RECURSOS DA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

EMPRESAS INCLUSIVAS.

OS RECURSOS DA BP

A ideia da BP como fonte de valor para o negócio certamente não

é original em publicações, pesquisas e práticas relacionadas com o paradigma da BP. As iniciativas e pesquisas da BP já perceberam que este é um papel igualmente importante e valioso da BP, que não havia sido ressaltado na formulação original da BP como um mercado. A pesquisa sobre as comunidades da BP tem mostrado repetidamente que pelo menos a BP urbana está profundamente enraizada nas trocas econômicas com o resto da economia, embora sofra de discriminação e segregação em aspectos como moradia, infraestrutura, educação, serviços de saúde, policiamento e outros serviços públicos.

Os assentamentos urbanos informais fornecem trabalho abundante para as economias urbanas. Como em Dharavi, Mumbai, onde locais de oficinas e fábricas contribuem significativamente para as redes de produção locais e mesmo internacionais, na produção de vestuário ou na reciclagem de peças eletrônicas. As comunidades urbanas da

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Medium 9788566103069

Capítulo 8 - Empreender também é para você

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8 miolo_.indd 153

2/2/2018 11:05:25 PM

INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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8. �Empreender também é para você

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Muitos empreendedores tornam-se bem-sucedidos sem conhecer antecipadamente os problemas que enfrentariam.

São os indivíduos que têm o “privilégio da ignorância” ou da falta de conhecimento e, assim, arriscam sem saber onde estão pisando. Quando se conhece em detalhes o ambiente e a si mesmo e, ainda, quando se tem uma clara visão dos cenários prováveis para o negócio, o indivíduo pode incorrer no erro do excesso de confiança. O fato é que conhecimento em quantidade nunca é demasiado, pois nunca saberemos tudo acerca de todos os assuntos. Sempre teremos de progredir.

Por isso, todos podem, em tese, desenvolver habilidades ao longo da vida, aperfeiçoar as que já possuem e constituir um alicerce forte o suficiente para enfrentar as tormentas do empreendedorismo.

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Medium 9788566103212

8. Fazendo acontecer

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

9

Fazendo acontecer

Capítulo 9

Ao analisar o processo empreendedor, nota-se a ênfase dada às fases iniciais: da concepção da ideia ao desenvolvimento do plano de negócios. É importante ter essas etapas bem desenvolvidas para garantir mais chances de sucesso na tão esperada etapa pelos empreendedores: colocar a empresa em funcionamento, ou seja, fazer acontecer!

Porém, antes de fazer acontecer, o empreendedor precisa ficar atento a diversos aspectos relevantes de seu ambiente de negócio e internos à sua empresa.

Questões relacionadas com legislação, obtenção e gestão de recursos financeiros, contratos, relacionamento com fornecedores, contratação e retenção de funcionários, participação em entidades representativas do setor, entre outros, fazem parte do dia a dia do empreendedor.

Muitas dessas atividades devem ser feitas diretamente pelo empreendedor, outras podem ser delegadas. O importante é conhecer quais são as principais

áreas e atividades que devem ser consideradas desde a criação da empresa e definir a melhor estratégia para considerá-las no negócio. O erro que muitos empreendedores cometem é imaginar que atividades periféricas não são importantes e que, por isso, não precisam de atenção. Muitas vezes, um negócio vai

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Medium 9788566103144

Capítulo 1 - Construindo planos de negócios a partir de exemplos práticos

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

CAPÍTULO1Construindo planos de negócios a partir de exemplos práticosA proposta deste livroDevido ao grande sucesso do livro Plano de negócios, seu guia definitivo, que tem sido muito bem aceito pelos leitores e, entre outros aspectos, teve a praticidade de apresentar os conceitos que envolvem um plano de negócios como seu maior trunfo, surgiu a ideia de se dar continuidade àquela obra, agora através de um livro que apresentasse mais exemplos de planos de negócios. Assim, foi desenvolvido o livro Plano de negócios, exemplos práticos, seguindo a mesma metodologia e abordagem prática. Este livro busca complementar o primeiro título e atender à crescente demanda de alunos, professores, clientes e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Tratase de um livro objetivo, direto, contendo três diferentes exemplos completos de planos de negócios, analisados e comentados em detalhes, e que pretende oferecer ao leitor um guia prático para o desenvolvimento de seu plano de negócios.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520438442

1. Mídias e redes sociais digitais: conceitos e práticas

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Mídias e redes sociais digitais: conceitos e práticas

Camila Khroling Colnago

Introdução

O processo de digitalização e virtualização dos meios de comu‑ nicação, viabilizado a partir do desenvolvimento das tecnologias digitais de informação e de comunicação, ampliou largamente o acesso dos usuários a informações dos mais diversos gêneros, ge‑ rou enormes possibilidades de produção de conteúdo e potencia‑ lizou, em grande dimensão, a comunicação entre os indivíduos, promovendo a interação social e criando novas oportunidades de socialização, que atualmente extrapolam os limites geográficos.

Um dos conceitos‑chave para explicar essa nova estrutura so‑ cial, segundo Castells (2003, p. 7), é o conceito de rede que, en‑ tendido como um conjunto de nós conectados entre si, apresen‑ ta “vantagens extraordinárias como ferramentas de organização em virtude de sua flexibilidade e adaptabilidade inerentes, ca‑ racterísticas essenciais para se sobreviver e prosperar num am‑ biente em rápida mutação”, razão pela qual as redes desempe‑ nham um papel fundamental na sociedade emergente, visto que

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Medium 9788520431993

7. Relações organizacionais para o desenvolvimento regional do turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

7

Relações organizacionais para o desenvolvimento regional do turismo

A N DYA R A L I M A B A R B O S A

Introdução

Recentemente, a dinâmica processual de nossa sociedade empreendeu uma reformulação nos papéis do Estado, das empresas e da sociedade civil. A reformu‑ lação introduz novos parâmetros, e estes vêm acarretando profundas mudanças nas relações e nas performances desses três setores. O turismo como atividade so‑ cioeconômica cultural também se reproduz a partir desses parâmetros, ensejando atuações diferenciadas dentro e entre os três setores. Algumas dessas mudanças são, teoricamente, abordadas neste capítulo por meio de temáticas voltadas às ne‑ cessidades e possibilidades de relacionamentos organizacionais para o desenvolvi‑ mento do turismo. Inicialmente, disserta‑se sobre a descentralização do poder, pressuposto essencial para o protagonismo local e para o desenvolvimento do tu‑ rismo a partir do exercício do poder compartilhado. O exercício do poder compar‑ tilhado pode se dar tanto no lócus municipal quanto regional ou estadual, pelos fóruns, conselhos, comissões, comitês e outros. Em termos regionais, temos, recen‑ temente, o conceito de governança como forma de desenvolver a participação e o engajamento da sociedade nos processos decisórios acerca do turismo regional.

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Medium 9788520432228

Capítulo 4 - A animação cultural

MELO, Victor Andrade de; ALVES JR., Edmundo de Drummond Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 4

a animação cultural

O que os grandes empresários dizem contra os agitadores é a mais pura verdade: são um grupo de pessoas intrometidas e perturbadoras que se dirigem às camadas perfeitamente contentes da comunidade e espalham em seu seio as sementes do descontentamento. Eis a razão pela qual os agitadores são absolutamente necessários. Sem eles, no estado de imperfeição em que nos encontramos, não haveria avanço na civilização.

A alma do homem sob o socialismo (1891), de Oscar Wilde

Lazer e educação: há sentido nessa conjunção?

A esta altura, o leitor já deve ter identificado que os momentos de lazer não podem ser compreendidos como instantes de fuga, desconectados da realidade social, o que não significa que devamos desconsiderar a busca do prazer como uma das características fundamentais.

Até agora, apresentamos algumas especificidades teóricas do assunto e algumas críticas a certos equívocos que se perpetuam em torno da temática. Mas como poderíamos entender mais detalhadamente uma possível contribuição do profissional a partir de uma perspectiva diferenciada? Se considerarmos que a atuação no âmbito do lazer pode contribuir para o questionamento da ordem social, como podemos encaminhar tal intervenção?

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Medium 9788520431993

29. Internet e redes: articulações do turismo comunitário

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

29

Internet e redes: articulações do turismo comunitário

LUZIA NEIDE CORIOLANO

LU C I A N A M AC I E L B A R B O SA

Introdução

Na moderna sociedade fluida, a essência do trabalho não é mais a produção de objetos materiais, mas a articulação de informações, imagens e símbolos. A dinâmi‑ ca do mercado exige que atividades econômicas, como turismo, se modernizem e adotem diferentes estratégias de garantia de rapidez na circulação de ideias, pessoas, produtos e capital. A produção capitalista flexível tem cada vez mais capacidade de ceder, modificar e adaptar‑se às circunstâncias postas sem romper com o pro‑ cesso de acumulação, criando instituições maleáveis, com mudanças, mas com ma‑ nutenção de continuidade. Assim, hierarquias piramidais se substituem por redes abertas, formando tecido produtivo fragmentado, com junção de nódulos frou‑ xos. O atendimento à s exigências passa pela eficiência e eficácia econômica competitiva que faz a comunicação reticular, tática e inovadora alcançar o de‑ senvolvimento empresarial, fortalecer o sistema econômico, modernizando e conservando a um só tempo.

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Medium 9788520453032

22. Será que o brasileiro está poupando o suficiente para se aposentar?

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 22

Será que o brasileiro está poupando o suficiente para se aposentar?1

Ricardo Dias de Oliveira Brito

Paulo de Tarso Pecini Minari

Neste capítulo, Ricardo D. Brito e Paulo T. P. Minari respondem à pergunta: qual o acúmulo de patrimônio necessário para que um brasileiro possa manter seu padrão de consumo na aposentadoria?

INTRODUÇÃO

Com a maior longevidade, cresce a expectativa de anos de vida inativos e exige-se um aumento correspondente da taxa de poupança para sustentar o consumo na aposentadoria. Entre 1970 e 2010, os brasileiros vivenciaram uma elevação de sua expectativa de vida de 58,6 para 73,4 anos, o que pôs a aposentadoria no horizonte de vida do cidadão médio, sem um ajuste evidente dos hábitos de previdência (Gragnolati et al., 2011). Apesar da geração que hoje beira 40 anos de idade vislumbrar uma vida inativa de mais de 20 anos como regra, apenas 24% dos brasileiros se preocupam com a aposentadoria, segundo Giambiagi (2007).

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547210250

5.1 Conceito

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPíTULO 5

Balanço patrimonial

5.1 Conceito

O balanço patrimonial (BP) é a demonstração contábil destinada a evidenciar, quantitativa e qualitativamente, a posição patrimonial e financeira da entidade em determinada data.

5.2 Oportunidade para o levantamento

A oportunidade em que se efetua o balanço patrimonial deve obedecer aos seguintes aspectos legais e técnicos:

• dentre outras determinações atinentes à espécie, as legislações comercial e tributária obrigam sua elaboração pelo menos uma vez por ano de atividade (exercício social);

• tecnicamente, não convém que a data do levantamento coincida com a época de maior movimento comercial ou de produção.

5.3 Conteúdo do balanço patrimonial

O balanço patrimonial, utilizando contas de ativo, passivo e patrimônio líquido, apresenta os elementos positivos e negativos que compõem o patrimônio de uma pessoa em determinado momento, permitindo a análise da situação patrimonial e financeira.

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Medium 9788547215125

4.4 Motivações

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 4 — integração econômica regional e os blocos econômicos  

 43

4.4 Motivações

Mas, afinal de contas, o que leva os países a buscarem a integração econômica regional? As motivações podem ser classificadas em dois grupos: as motivações tidas como tradicionais e as não tradicionais.

4.4.1 Motivações tradicionais

São aquelas que envolvem aspectos relacionados aos ganhos provenientes do livre comércio e do movimento dos fatores de produção11, tais como:

eficiência produtiva; ampliação de mercados; redução de custos e preços; diversificação de produtos; acesso a novas tecnologias; ganhos de economia de escalas.

Para um melhor entendimento das motivações tradicionais, consulte a Seção

4.6 — Efeitos da integração econômica.

4.4.2 Motivações não tradicionais

São as que envolvem questões relacionadas à política estratégica como forma de minimizar as incertezas do multilateralismo, ou como instrumento auxiliar nas reformas internas, tais como:

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Medium 9788547210250

1.12 Superveniências e insubsistências

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

1.12 Superveniências e insubsistências

1.12.1 Conceito de superveniência e de insubsistência

São assim denominados os fatos aleatórios, porém importantes contabilmente, que chegam ao conhecimento da direção da entidade e, consequentemente, dos encarregados de efetuarem os registros contábeis, muito após a sua ocorrência, quando as demonstrações do exercício social, cujos efeitos deveriam estar inseridos, já foram elaboradas e publicadas (se for o caso).

1.12.1.1 Superveniência

Identifica o que deve ser acrescentado no patrimônio, no ativo ou no passivo. Se acrescentar no ativo, causará aumento no patrimônio líquido (PL) e será dita superveniência ativa

(não por inserir no ativo, mas por provocar aumento no PL). No caso de acrescentar no passivo, logicamente motivará diminuição no PL e será dita superveniência passiva.

1.12.1.2 Insubsistência

Refere-se ao que não existe ou ao que deixou de existir, portanto, deve ser excluído do ativo ou do passivo. Se excluir do ativo, causará diminuição no PL e será dita insubsistência passiva (em que pese movimentar o ativo, prevalece para tal denominação a consequência negativa no PL).

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Medium 9788547212551

7.6 Governo de Fernando de La Rúae a conversibilidade em risco

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 7  •  Crise da Argentina (2002) 

235

econômicos precificavam, acabou elevando a taxa de juros de empréstimos em pesos para clientes prime em menos de 10% ao ano em outubro de 1994 para 34% ao ano em março de 1995. As outras crises também tiveram efeitos semelhantes mais ou menos pronunciados. Após o estouro da Crise da Ásia em outubro de

1997, com o fim da defesa do baht tailandês, as taxas de juros chegaram a atingir mais de 14% em novembro do mesmo ano, saindo de um mínimo de 7,5% ao ano em setembro de 1997.

Dado o aspecto central da Lei de Conversibilidade, de completa limitação da atua­

ção do Banco Central da Argentina em compensar a queda da base monetária resultante de drenagem das reservas internacionais, as altas taxas de juros e o enxugamento da liquidez durante esses períodos suscitaram pesados impactos no nível de atividade econômica do país. Como mostra a Tabela 7.5, em 1995 e 1999, quando o país enfrentou mais duramente os efeitos das crises do México, da Rússia e do Brasil (1998 e 1999), o PIB caiu 2,8% e 3,4% em termos reais. Durante os anos de 1996 e 1997, o crescimento econômico do país chegou a conquistar certo fôlego, mas a Crise da

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Medium 9788547210229

13.14 SOCIEDADE COOPERATIVA18

VISCONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 13

Aspectos contábeis, fiscais e societários do Código Civil

473

A sociedade anônima rege-se por lei especial (Lei no 6.404/1976, alterada parcialmente pelas

Leis no 9.457/1997, 10.303, de 2001, 11.638, de 2007, e 11.941, de 2009), sendo-lhes aplicadas, nos casos omissos, as disposições do Código Civil (Lei no 10.406, de 2002).

NOTA

Na sociedade por ações (sociedade anônima), não há solidariedade entre os acionistas pelas obrigações sociais, ou seja, eles somente responderão pelo preço de emissão das ações que subscreveram ou adquiriram. A responsabilidade, portanto, é pessoal de cada acionista, que assume apenas suas ações.

13.13 ` SOCIEDADE EM COMANDITA POR AÇÕES

A sociedade em comandita por ações tem o capital dividido em ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima, sem prejuízo das modificações constantes deste item, e opera sob firma ou denominação, acompanhada da locução comandita por ações.

Somente o acionista tem qualidade para administrar a sociedade e, como diretor, responde subsidiária e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade.

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Grupo A (2048)
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Medium 9788577260690

5 Gestão da Diversidade

Certo, Samuel C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo Cinco

Gestão da Diversidade

Tópicos Gerais do Capítulo

Objetivos de Aprendizado

O Que É Diversidade?

Depois de estudar o capítulo, o aluno estará apto a:

Perspectiva da Diversidade nos Estados

Unidos

5.1 Definir o que é diversidade.

Desafios do Trabalho em uma Sociedade

Diversificada

Preconceito e Discriminação

Estereótipos

Sexismo

Ageísmo

5.2 Discutir as mudanças na força de trabalho norte-americana e seus impactos na atuação do supervisor.

Implicações para o Supervisor

Vantagens da Diversidade

Comunicação

Treinamento em Diversidade

Questões Legais

5.4 Explicar por que o sexismo e o ageísmo são barreiras contra a diversidade e como o supervisor pode se conscientizar melhor sobre o assunto.

5.3 Diferenciar entre preconceito, discriminação e estereótipos no ambiente de trabalho.

5.5 Descrever algumas maneiras de se comunicar melhor em um ambiente de trabalho diversificado.

5.6 Descrever as metas do treinamento em diversidade.

5.7 Relacionar as mais recentes e importantes leis americanas e seus dispositivos sobre diversidade.

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Medium 9788577800315

11. Entendendo o Desenvolvimento da Estratégia

Johnson, Gerry Grupo A PDF Criptografado

11

Entendendo o

Desenvolvimento da

Estratégia

Resultados de aprendizagem

Depois de ler este capítulo, você deverá ser capaz de: l Explicar o que significa desenvolvimento de estratégia pretendida e emergente l Explicar os processos intencionais de desenvolvimento de estratégia nas organizações como:

sistemas de planejamento estratégico; workshops de estratégia e grupos de projeto; o papel dos consultores de estratégia; estratégia imposta externamente.

l Explicar os processos emergentes de desenvolvimento de estratégia como:

incrementalismo lógico; rotinas de alocação de recursos; processos culturais; políticas organizacionais.

l Considerar como os diferentes processos de desenvolvimento de estratégia podem ser encontrados em diferentes formatos e em diferentes contextos. l Explicar algumas questões enfrentadas pelos gerentes no desenvolvimento de estratégia, incluindo:

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Foto: Digital Vision

Foto: Corbis

– o desafio da deriva estratégica;

– o desenvolvimento da organização de aprendizado;

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Medium 9788580551884

Capítulo 3 - O corpo humano e a nutrição

Gordon M. Wardlaw; Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

O corpo humano e a nutrição

CAPÍTULO 3

Objetivos do aprendizado

1. Identificar as funções dos componentes celulares principais.

4. Resumir o processo global de digestão e absorção na boca, no estômago, no intestino delgado e no intestino grosso, bem como os papéis desempenhados pelo fígado, pela vesícula biliar e pelo pâncreas.

5. Compreender o papel da herança genética no desenvolvimento de doenças relacionadas à nutrição.

Objetivos do aprendizado

3.5 Sistema nervoso

Para relembrar

3.6 Sistema endócrino

Nutrição e Saúde: problemas digestivos comuns da digestão

3.1 Fisiologia humana

3.7 Sistema imune

3.2 A célula: estrutura, funções e metabolismo

3.8 Sistema digestório

3.9 Sistema urinário

3.3 Organização do corpo

Resumo/Questões de estudo/

Teste seus conhecimentos/Leituras

Complementares

3.10 Capacidade de armazenamento

3.4 Sistema cardiovascular e sistema linfático

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Medium 9788580555721

Capítulo 15 - Preparação e Descrição de Dados

Donald R. Cooper; Pamela S. Schindler Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15

Preparação e Descrição de Dados

O padrão de pensamento, no qual você analisa o que está funcionando para outra pessoa e o aplica à sua própria situação, é uma das melhores formas de fazer com que grandes coisas aconteçam para você e sua equipe. 

Objetivos de aprendizagem

David Novak, presidente e CEO,

Yum! Brands Inc.

Após ler este capítulo, você compreenderá...

1 A importância de editar os dados brutos coletados para detectar erros e omissões.

2 Como a codificação é usada para atribuir números e outros símbolos a respostas e para categorizá-las.

3 O uso da análise de conteúdo para interpretar e resumir questões abertas.

4 Problemas e soluções para as respostas “não sei” e dados faltantes.

5 As opções para entrada e manipulação de dados.

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05/02/2016 09:29:48

MindWriter

Dando vida à pesquisa

Os leigos costumam achar que os dados precisam apenas ser computados para serem apresentados, mas um pesquisador treinado entende que os dados raramente estão prontos para serem computados após a coleta. A entrada de dados, se não acontecer simultaneamente com o processo de levantamento, adiciona dias ao processo, assim como a verificação da precisão deles. Myra Wines, o principal contato da MindWriter com a Henry & Associates, chega cedo para uma reunião com Jason e interrompe uma sessão de dados sobre outro projeto dele. Ela tem um interesse especial no que Jason está trabalhando e está prestes a oferecer um novo projeto à Henry & Associates.

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Medium 9788563308320

5 A regressão de duas variáveis: estimação de intervalo e teste de hipóteses

Gujarati, Damodar N. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo   

5

A regressão de duas variáveis: estimação de intervalo e teste de hipóteses

Cuidado para não testar hipóteses demais; quanto mais você tortura os dados, maior a probabilidade de que confessem, mas tal confissão pode não ser admissível no tribunal da opinião científica.1

Como destacado no Capítulo 4, a estimação e o teste de hipóteses são os dois ramos principais da estatística clássica. A teoria da estimação consiste em duas partes: a estimação pontual e a de intervalo. Nos dois capítulos anteriores, abordamos em detalhes a estimação pontual quando apresentamos os métodos dos mínimos quadrados ordinários e da máxima verossimilhança da estimação pontual.

Neste capítulo, abordaremos primeiro a estimação de intervalo e então examinaremos o teste de hipóteses, um tópico estreitamente relacionado à estimação de intervalo.

5.1  Pré-requisitos estatísticos

Antes de demonstrar a mecânica do estabelecimento de intervalos de confiança e o teste estatístico de hipóteses, supõe-se que o leitor esteja familiarizado com os conceitos fundamentais de probabilidade e de estatística. Embora não seja um substituto de um curso básico de estatística, o

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