Artmed (39)
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Medium 9788582604151

Capítulo 13. O poder da empatia

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 13

O poder da empatia

Negociando a Crise dos

Mísseis de Cuba

Em 16 de outubro de 1962, aviões espiões U-2 americanos conduzindo uma missão de reconhecimento sobre Cuba descobriram o que depois se confirmaria ser a construção, com o auxílio da União Soviética, de silos de mísseis capazes de lançar armas nucleares. A mera existência dos silos em Cuba, tão próximo dos EUA, não era inesperada nem problemática, mas duas características específicas das instalações representavam uma preocupação especial para o governo americano. Primeiro, eles seriam capazes de lançar mísseis ofensivos que alcançariam o continente americano.1 Segundo, os mísseis teriam a capacidade de transportar ogivas nucleares. Acontece que a União Soviética havia prometido, em público e por canais privados, que mísseis ofensivos capazes de transportar armas nucleares não seriam instalados em Cuba. Ficara claro que essas garantias haviam servido apenas para enganar e atrasar a descoberta dos silos. Tudo isso deu origem ao evento que entraria para a história americana com o nome de Crise dos Mísseis de Cuba.2

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Medium 9788582604151

Capítulo 9. Preserve o impulso para a frente

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 9

Preserve o impulso para a frente

Greves e locautes na NHL

Qual é a diferença entre a negociação de um acordo coletivo de trabalho (CBA, collective bargaining agreement) na National Hockey League (NHL) e uma cirurgia cardíaca aberta? Uma delas é longa, dolorosa e cara, sem garantia alguma de que o problema será resolvido. A outra é um procedimento médico tradicional.

Quando escrevia este livro, fazia mais de 20 anos que os jogadores e donos de times da NHL não conseguiam negociar um CBA sem uma greve ou locaute que provocasse prejuízos econômicos graves (uma greve é uma suspensão das atividades iniciada pelos jogadores; um locaute é quando os proprietários dão início à suspensão). No início da temporada 2012-13, os donos promoveram um locaute, de modo que nenhum jogo aconteceria até um acordo ser assinado. Quando o acordo finalmente foi finalizado, cerca de quatro meses depois, quase metade dos jogos da temporada havia sido cancelada. Um locaute semelhante provocou o mesmo nível de prejuízos na temporada 1994-95. O prêmio de pior negociação da história dos esportes profissionais provavelmente vai para a temporada desastrosa de 2004-05 da

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Medium 9788582604243

Capítulo 19 - Anotações para uma Nova Política Industrial

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

19

ANOTAÇÕES PARA UMA

NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL

Carlos Henrique Horn

José Antonio Valle Antunes Júnior

Ivan De Pellegrin

INTRODUÇÃO

A Política Industrial do Estado do Rio Grande do Sul (PI/RS) de que tratamos neste livro foi uma experiência cuja formulação e execução se estendeu ao longo do quadriênio 20112014 durante o Governo Tarso Genro. Ainda que também se possa entender a execução da

PI/RS como um processo de tentativa e erro, pois as ações se sujeitaram à constante reformulação em virtude do caráter mutante dos problemas enfrentados e das percepções quanto às consequências futuras das próprias ações, foi apenas no segundo semestre de 2013, e depois novamente em 2014, que se empreendeu uma avaliação sistemática quanto aos resultados e às linhas de renovação possíveis da política industrial. O que não poderia ser diferente, porquanto a aproximação do processo eleitoral para o governo estadual fixa o momento em que os atores envolvidos em políticas públicas naturalmente se debruçam sobre alternativas a serem consideradas em um novo Governo, seja ele de continuidade ou de mudança.1

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Medium 9788582604151

Capítulo 19. A estrada para o futuro

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 19

A estrada para o futuro

Sempre lembro aos meus alunos que cursar uma disciplina de negociação não torna o mundo melhor. Nenhuma aula transforma as pessoas com as quais eles vão lidar em indivíduos mais simpáticos, mais sábios, mais sofisticados ou mais éticos. Tudo que podemos fazer é prepará-los para lidar com pessoas que continuam iguais ao que eram antes da primeira aula. É por isso que quase tudo que ensinamos foi projetado para ser eficaz, para aumentar sua probabilidade de sucesso, independentemente do outro lado ter ou não estudado negociação.

O mesmo vale para este livro. Nele, tentei pressupor o pior nas situações que você vai encontrar: ações agressivas, impasses, escaladas de conflitos, falta de transparência, má-fé aparente, desconfiança e falta de dinheiro ou força para resolver o problema. A esperança é que, enquanto você navega pelas negociações da sua própria vida, sejam elas rotineiras ou aparentemente impossíveis, os princípios destacados neste livro lhe deem ideias e ferramentas adicionais para resolver disputas, superar impasses e chegar a acordos e entendimentos melhores.

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Medium 9788582604243

Capítulo 13 - Os Instrumentos Fiscais da Política Industrial: Mecanismo Tributários, O Fundopem e o GEx

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE III INSTRUMENTOS DA POLÍTICA INDUSTRIAL E POLÍTICAS CONEXAS

13

OS INSTRUMENTOS FISCAIS DA POLÍTICA

INDUSTRIAL: MECANISMOS TRIBUTÁRIOS,

O FUNDOPEM E O GEx

Leonardo Gaffrée Dias

Nery Santos Filho

CONTEXTO HISTÓRICO

Ao abordar a experiência do Estado do Rio

Grande do Sul no quadriênio 2011-2014, especificamente no respeitante aos mecanismos tributários, é necessário descrever o contexto histórico em que a administração estatal se encontrava inserida no início de tal período. Vivia-se um momento imediatamente posterior ao de um governo absolutamente direcionado a uma tentativa de ajuste estrutural das contas públicas, onde, na maior parte do tempo, salvo por alguma imperiosidade plenamente demonstrada, não se encontrava espaço para renúncias de receitas presentes.

Sem adentrar na análise de mérito daquela política, ou mesmo na avaliação de fatores que possam ter contribuído positiva ou negativamente para a situação do erário gaúcho de então, é fácil constatar que as finanças públicas rio-grandenses, naquele ano de 2011, eram capazes de suportar alguma renúncia de ingressos tributários presentes e ainda abdicar de receitas futuras não dimensionadas em novos investimentos na economia regional. Tal espaço fiscal já era percebido em meados de 2010 quando o corpo técnico da administração tributária gaúcha iniciou uma avaliação dos rumos a serem seguidos, convidando para tal

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103281

21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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Medium 9788566103113

Capítulo 1 - Administração Científica

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração

Científica

ADM_.indb 11

03/08/2018 17:14:48

| 12 |  

ADMINISTRAÇÃO

1. �Administração

Científica

ADM_.indb 12

03/08/2018 17:14:48

• Conceituar a Administração Científica.

• Sintetizar as contribuições de Taylor para a

Administração.

• Conhecer a aplicação das ferramentas da

Administração Científica na atualidade.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O início da Administração como corpo próprio de conhecimentos se dá com o movimento da Administração Científica.

E não se pode falar da Administração sem um de seus maiores ícones: Frederick Winslow Taylor. Americano, filho de uma família de classe média, formou-se em Engenharia Mecânica e era obstinado pela eficiência dentro da firma em que trabalhava. Do ponto de vista psicanalítico, toda a sua teoria da Administração Científica foi produto de lutas interiores de uma personalidade obsessiva (advinda da disciplina e das relações de autoridade que Taylor viveu quando criança). Houve uma grande expansão da Revolução Industrial nos Estados Unidos concomitantemente ao florescimento da Administração

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Medium 9788566103021

Capítulo 5 - AS PARCERIAS NA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

AS PARCERIAS NA BP

Este capítulo explica o processo de parceria com uma variedade de atores presentes na BP. Um resultado claro da investigação sobre a BP até agora é que na maioria dos ambientes da BP é muito difícil construir um empreendimento sustentável sem a participação ativa das partes interessadas locais, porque essas partes interessadas possuem recursos que você pode não ser capaz de obter de outras fontes, e sem os quais alguns empreendimentos podem sobreviver, tais como segurança física para você e seus colaboradores. Mas em contraste com outros mercados, na BP você pode não ser capaz de simplesmente comprar esses recursos das partes interessadas; em vez disso, você terá de buscar relacionamentos mais complexos de parceria, envolvendo confiança, algum grau de tomada de decisão conjunta e outros desafios.

Os recursos que estão potencialmente disponíveis através de parcerias na BP são muitos, e cobrem os tipos usuais de recursos que as empresas buscam na parceria com outras empresas, tais como fatores de produção ou serviços de conhecimento sobre o mercado ou de distribuição, bem como recursos que abordam as condições institucionais que prevalecem na BP. Alguns desses recursos são:

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Medium 9788566103113

Capítulo 13 - Startups e Organizações Digitais

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 13

Startups e

Organizações

Digitais

ADM_.indb 145

03/08/2018 17:15:18

| 146 |  

ADMINISTRAÇÃO

13. S� tartups e

Organizações

Digitais

ADM_.indb 146

03/08/2018 17:15:18

• Conhecer o que é uma startup.

• Conhecer o que é uma Organização Digital.

• Conhecer como as startups buscam investimentos para crescer.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Startups e Organizações Digitais

De acordo com o dicionário Oxford, o termo startup significa “1. A ação ou processo de colocar algo em movimento, 2.

Estabelecimento de um novo negócio”. No contexto deste capítulo, o foco está no estabelecimento de um novo negócio, apesar de ser possível uma analogia com o primeiro significado ao se imaginar que se trata de colocar um novo negócio para “funcionar”. Assim, o termo passou a ser utilizado como sinônimo de empresas recém-criadas e, portanto, no primeiro estágio de suas operações. A expressão ficou amplamente difundida em escala mundial com a expansão da internet na década de 90 e com o surgimento em massa

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Medium 9788566103281

5. Núcleo de Práticas de Gestão – PREMIADO COM DISTINÇÃO

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Núcleo de Práticas de

5 Gestão – PREMIADO

COM DISTINÇÃO

Coordenador Luís Antônio Rabelo Cunha

Resumo

Considerando que o Centro Universitário Christus – Unichristus, campus Dom Luís, está situado em um dos maiores corredores de comércio varejista da cidade de Fortaleza, ambiente propício para a prática da gestão, percebemos que poderíamos gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os alunos e, consequentemente, para a instituição, promovendo o fortalecimento do ecossistema empreendedor do entorno do centro universitário. Para realizar essa tarefa, foi criado, em maio de 2016, o Núcleo de Práticas de Gestão (NPGE). A experiência a ser adotada consistia em gerar soluções para empresas de duas formas: primeiro, trabalhando em um formato de consultoria convencional e, segundo, levantando problemas empresariais nessas empresas para a elaboração de cases verídicos e anônimos para serem solucionados em sala de aula. Para a primeira etapa, foi necessário estreitar os laços entre a instituição e os lojistas e, para isso, o NPGE realizou uma tarefa intitulada “Marcando Território”. Nesse trabalho foi realizado um cadastramento com a participação de 26 alunos, sendo levantadas 127 empresas em 18 quadras. No cadastramento, foi feita uma pesquisa básica sobre como o curso de Administração poderia ajudar as empresas. Com base nas respostas recebidas, foi criado um evento que consistiu na apresentação de um esquete teatral desenvolvido e apresentado pelos alunos para os empresários cadastrados, cuja temática era atendimento ao cliente, e, juntamente com a apresentação teatral, uma palestra sobre o jeito Disney de encantar clientes. Na segunda etapa, o grupo empresarial conheceu mais um pouco da instituição e de seus objetivos, utilizando-se dos resultados dos cadastramentos. Devido à proximidade e ao número de salões de beleza no entorno da instituição, optamos por começar por esse ramo, dessa forma, entre as empresas visitadas, selecionamos o salão Júlia Ratz, por se mostrar mais interessado em nossa metodologia. Depois ampliamos, em 2018, incluindo novas empresas nessa parceria.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520432228

Capítulo 2 - Lazer: conceitos

MELO, Victor Andrade de; ALVES JR., Edmundo de Drummond Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 2

Lazer: conceitos

Vai começar a brincadeira!

Como vimos no capítulo anterior, em diferentes momentos da história configurou-se um significado específico para o ato de se divertir e de buscar a diversão, embora existam regularidades que devam ser observadas, em particular no âmbito da sociedade ocidental. A procura de atividades prazerosas, para além do mundo do trabalho, sempre foi algo importante para os seres humanos, ainda que não tenha sido incomum a construção de um imaginário que relacionasse essas práticas a algo pernicioso, de menor valia.

Como profissionais de lazer, é com seriedade que devemos encarar esse fenômeno social, percebendo que, no campo da cultura, é possível encontrar parâmetros conceituais que nos apontem caminhos para trabalharmos com mais eficácia, eficiência e efetividade.

Para que servem os conceitos? Todo ser humano, mesmo que não se dê conta do fato no seu cotidiano, baliza sua vida em sociedade por conceitos engendrados no âmbito do cenário em que vive. Por certo, se os compreendermos melhor, podemos encaminhar nossas ações de forma mais clara e consciente. Por exemplo, se eu entender melhor os conceitos que adoto para construir uma relação familiar, posso identificar os problemas dessa construção, refletir sobre até que ponto ela está submetida a influências externas que não são motivo de felicidade para mim e, a partir daí, reorientar meus princípios, tentando descobrir formas de relacionamento mais satisfatórias.

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Medium 9788520437605

14. CULTURA ORGANIZACIONAL

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

CULTURA

ORGANIZACIONAL

Objetivos de aprendizagem

•• Apresentar uma visão geral da cultura em diferentes países e suas diferentes dimensões culturais.

•• Descrever a cultura organizacional e suas características básicas.

•• Discutir as características das culturas organizacionais conservadoras e das culturas adaptativas e flexíveis.

•• Explicar as razões do sucesso de certas culturas organizacionais.

•• Discutir os valores organizacionais.

•• Explanar a socialização organizacional.

•• Examinar as características do espírito empreendedor.

Caso de apoio: o dilema da Standard Inn

Alfredo Suarez ingressou na Standard Inn, uma grande empresa hoteleira, como diretor financeiro.

Seu sucesso na área de finanças proporcionou duas vitórias: permitiu que sua empresa adquirisse gradativamente várias redes hoteleiras e tornou-o o novo presidente da organização. Alfredo nada conhece de comportamento organizacional e teve um aprendizado na prática do cotidiano. O desafio maior que enfrenta na condução do negócio é a diferença cultural entre as organizações adquiridas pela Standard Inn. Enquanto esta é uma empresa dinâmica e empreendedora, que assume riscos e segue uma estratégia ofensiva e expansiva, as empresas adquiridas – agora em processo de fusão com a nova empresa proprietária – se caracterizam por uma cultura tradicionalista, paternalista, autocrática e impositiva. Quase sempre há um choque cultural. Qual o melhor caminho para Suarez?

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Medium 9788520427385

3 – Organização

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

Organização

Tópicos deste capítulo a Introdução aConceito de organização aFinalidade da organização aPrincípios tradicionais de organização aOrganograma aEstrutura organizacional aDepartamentalização aOutros tipos de estrutura organizacional aQuestões para revisão aExercícios aVeja na internet

Introdução

As empresas não são amorfas, nem desestruturadas ou soltas no espaço.

Elas precisam ter uma constituição, uma estrutura que interligue suas áreas e níveis de atividade. Na verdade, as empresas constituem organismos que vivem e palpitam, que crescem e desenvolvem-se e que precisam ser devidamente organizados para que todas suas partes possam funcionar melhor. A organização é a segunda função administrativa que trata da estrutura organizacional da empresa, isto é, da formatação e do desenho de como as suas partes deverão estar interligadas. Corresponde ao papel que a estrutura óssea

48

iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

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Medium 9788520431993

29. Internet e redes: articulações do turismo comunitário

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

29

Internet e redes: articulações do turismo comunitário

LUZIA NEIDE CORIOLANO

LU C I A N A M AC I E L B A R B O SA

Introdução

Na moderna sociedade fluida, a essência do trabalho não é mais a produção de objetos materiais, mas a articulação de informações, imagens e símbolos. A dinâmi‑ ca do mercado exige que atividades econômicas, como turismo, se modernizem e adotem diferentes estratégias de garantia de rapidez na circulação de ideias, pessoas, produtos e capital. A produção capitalista flexível tem cada vez mais capacidade de ceder, modificar e adaptar‑se às circunstâncias postas sem romper com o pro‑ cesso de acumulação, criando instituições maleáveis, com mudanças, mas com ma‑ nutenção de continuidade. Assim, hierarquias piramidais se substituem por redes abertas, formando tecido produtivo fragmentado, com junção de nódulos frou‑ xos. O atendimento à s exigências passa pela eficiência e eficácia econômica competitiva que faz a comunicação reticular, tática e inovadora alcançar o de‑ senvolvimento empresarial, fortalecer o sistema econômico, modernizando e conservando a um só tempo.

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Medium 9788520433485

Parte 4 – Manual técnico: programação infantil (kids)

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 4

Manual técnico: programação infantil (kids)

EQUIPE

Professores

O professor tem como função ensinar, tirar dúvidas e atender as crianças. Controlar sua assiduidade, motivar para que não haja desistência e tornar a atividade física prazerosa.

Monitores

O monitor tem como função acompanhar, de maneira responsável, as crianças na transição entre as atividades, dando o apoio necessário durante o lanche e no banho.

Assistentes (kids room)

O assistente tem como função acompanhar, de maneira responsável, as crianças durante sua permanência na sala das crianças (kids room).

64

gestão em atendimento: manual prático para academias e centros esportivos

ATENDIMENTO AO CLIENTE

Judô e balé

Atendimento inicial (cliente novo)

■■ Cumprimentos:

–– Cumprimente e apresente-se à criança e ao acompanhante de forma simpática e acolhedora. Se possível, apresente-a a outras crianças.

–– Todas as crianças e acompanhantes devem ser cumprimentados, independente do tempo que frequentam a academia. Seja simpático e educado, causando boa impressão. Chame-os pelo nome, sempre que possível.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547214982

3.3 Os passivos subjetivos

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

sempre, de uma forma ou de outra, na busca da sua identificação.

A Figura 3.6 ilustra melhor tais afirmativas:

Figura 3.6

Tangíveis e intangíveis: relações de causa e efeito

eStrutura patriMonial

Ativos

=

Efeitos

=

Manifestações

(tangíveis e intangíveis)

Passivos

=

Causa

=

Origens

(objetivas e subjetivas)

Fonte: elaborada pelo autor.

Por outro lado, os passivos, sejam eles originários de recursos de terceiros ou de recursos dos proprietários, são por si só de natureza intangível, sendo que parte deles é objetivamente reconhecida como obrigações devidamente registradas contabilmente.

Outros, porém, não aparecem de forma objetiva, e sim subjacente, conforme veremos a seguir.

3.3

Os passivos subjetivos

Trata-se da existência ou do surgimento de compromissos informais – nos planos subjetivos e até mesmo ao nível do inconsciente – que são assumidos por uma parte em vista das incursões

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Medium 9788547213381

9.3 DEFINIÇÃO DE MERCADO DE COMPANHIAS AÉREAS

DRANOVE, David; MARCIANO, Sonia Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Dois exemplos de estratégia em ação: Southwest Airlines e o mercado de hospitais em Chicago

de poltronas ocupadas nos voos de uma companhia aérea. ASM, RPM e taxa de ocupação estão relacionados pela seguinte fórmula:

Custo por RPM = custo por ASM ÷ taxa de ocupação

Todas essas variáveis são importantes para as companhias aéreas. Porém, por fim, uma companhia aérea tem de ser capaz de determinar preços maiores que seus custos por RPM se quiser ter algum lucro.

O custo por ASM e o custo por RSM das várias companhias aéreas podem ser muito diferentes. Por exemplo, o custo por ASM e o custo por

RSM da SWA são de aproximadamente 20% (ou 2 a 3 centavos de dólar) mais baixos que a média do setor. Diferenças em custos por ASM entre empresas aéreas refletem diferenças em:

##distância média dos voos (o custo por ASM diminui com a distância);

##composição da frota (o custo por ASM é menor em aeronaves maiores);

##preços de insumos, especialmente taxas salariais;

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Medium 9788547215781

2.5 design thinking em diferentescontextos educacionais

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

2.5 �design thinking em diferentes contextos educacionais

Neste capítulo, tratamos das três principais aplicações do DT no campo da educação: abordagem de inovação, metodologia para solução de problemas e estratégia de ensino-aprendizagem.

De fato, o modo de pensar, o processo e as estratégias do DT são aplicáveis a uma ampla variedade de situações no campo da educação: para solucionar problemas complexos (como evasão escolar, bullying, gravidez precoce, consciência ambiental, participação comunitária, conflito geracional, fraudes em exames, para citar alguns exemO MODO DE PENSAR, O PROCESSO E AS plos), para definir novos produtos educacionais

ESTRATÉGIAS DO DT SÃO APLICÁVEIS A UMA AMPLA

(como cursos, materiais didáticos, metodologias

VARIEDADE DE SITUAÇÕES NO CAMPO DA EDUCAÇÃO de trabalho, modelos pedagógicos), para subsidiar o trabalho de equipe técnica e/ou administrativa das instituições (na criação de fluxo de trabalho, no desenvolvimento de projetos etc.) e para colocar em prática o protagonismo discente (no projeto integrador e trabalho em grupo). Nos tópicos seguintes serão apresentadas algumas das especificidades e aplicações do DT na educação presencial, a distância e corporativa.

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Medium 9788547213381

5.6 PRÁTICAS FACILITADORAS

DRANOVE, David; MARCIANO, Sonia Editora Saraiva PDF Criptografado

SINTOMA 13 Há substanciais diferenças em custos de produção entre empresas.

O corte de preço resultante não é ruim para todas as empresas, mas arrasará as que têm custos altos.

5.6 PRÁTICAS FACILITADORAS

Práticas facilitadoras podem compensar muitos dos sintomas que acionam intensas concorrências em preço.

Muitos administradores lamentam que teriam preços mais altos se seus concorrentes apenas aprendessem a confiar uns nos outros o suficiente­ para compartilhar os benefícios da estabilidade de preços. Ocasionalmente, empresas adotam práticas facilitadoras que tornam tal confiança possível, até mesmo inevitável. Práticas facilitadoras podem compensar muitos dos sintomas que acionam intensas concorrências em preço:

SINTOMA

CONTRÁRIO 2

As empresas adotam práticas facilitadoras.

Talvez a prática facilitadora mais comum seja a liderança em preço.

Uma empresa, em geral a líder em participação de mercado no setor, anuncia uma alta de preços anual. O resto do setor a segue logo depois. Durante décadas, a Kellogg’s foi a líder de preço no setor de cereais matinais. Aumentos de preços anuais, seguidos pela General Foods, Post e pelo resto, garantiam lucros saudáveis. Infelizmente para esses gigantes do setor, a Kellogg’s fixava preços tão altos que cereais de marcas pequenas conseguiram superar difíceis barreiras de entrada e conquistaram substanciais participações de mercado. Isso resultou na guerra de preços que descrevemos anteriormente.

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Medium 9788547217945

5.5 Concisão não significa pobreza de linguagem

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE I • ELABORAÇÃO DO TEXTO EMPRESARIAL

Em 2015 observamos, ainda, o aumento intensivo da utilização do WhatsApp para otimizar a agilidade da informação.

Aqui cabe um alerta: como a mensagem transmitida é muito concisa nesse canal de comunicação, recomenda­‑se muito cuidado com as tomadas de decisão.

É necessário certificar­‑se de que não há nenhuma informação relevante omitida, para que não haja prejuízos posteriormente.

Como vemos consolidada a tendência ao uso de canais de comunicação que tendem a utilizar a mensagem de forma mais rápida e concisa, é importante ler as observações que se seguem. Elas poderão evitar muito retrabalho, equívocos e desperdício de tempo.

5.4 Concisão e agilidade

Apesar de o conceito de concisão se relacionar com uma ideia utilitarista da men‑ sagem, ele não deve significar um empobrecimento da linguagem, mas apenas uma forma mais enxuta e condensada de apresentação, em que cada informação

é valorizada.

5.5 Concisão não significa pobreza de linguagem

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Grupo A (1953)
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Medium 9788580551044

9. Concorrência imperfeita e monopólio

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

concorrência imperfeita e monopólio

9

O melhor de todos os lucros do monopólio é uma vida tranquila.

J. R. Hicks

A concorrência perfeita é um mercado ideal de inúme‑ ras empresas que não podem afetar o preço. Mas, sen‑ do fácil de analisar, é difícil encontrar esse tipo de em‑ presa. Quando compra o seu automóvel Ford ou Toyota, os seus hambúrgueres do McDonald’s ou da Wendy’s, ou o seu computador da Dell ou da Apple, você está li‑ dando com empresas suficientemente grandes para in‑ fluenciar o preço de mercado. De fato, na Economia, a maioria dos mercados é dominada por um punhado de grandes empresas, e frequentemente apenas por duas ou três. Bem‑vindo ao mundo em que vivemos, o mun‑ do da concorrência imperfeita.

a. paDRÕES DE coNcoRRÊNcIa

IMpERFEIta

Veremos que, para dada tecnologia, os preços são mais elevados e as produções são menores em concorrência imperfeita do que em concorrência perfeita. Mas, jun‑ tamente a esses vícios, os concorrentes imperfeitos têm virtudes. As grandes empresas exploram economias da produção em larga escala e são responsáveis por muitas das inovações que impulsionam o crescimento econô‑ mico de longo prazo. Se você compreender o funciona‑ mento dos mercados de concorrência imperfeita, terá um conhecimento muito mais aprofundado das econo‑ mias industriais modernas.

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Medium 9788577260669

32. Rosario Acero S.A.1

Bruner, Robert F. Grupo A PDF Criptografado

CasO

32

Rosario Acero S.A.1

Em março de 1997, Pablo Este estava sentado em uma confortável poltrona na sala de estar de sua casa em Buenos Aires, ponderando sobre o futuro de sua pequena usina.

O início da Rosario Acero S.A., a outrora Rosario, Works of Giganto Acero S.A., fora um desafio após outro. A Giganto deixou de investir na Rosario, houve redução das operações e da mão-de-obra, busca por novos consumidores durante os seis meses da greve da Giganto Acero (em uma época em que as vendas para a Giganto Acero representavam cerca de 50% da receita total da empresa) e uma discussão com banqueiros locais sobre o valor dos recebíveis devidos pelos consumidores, chegando a se cogitar uma possível falência.

Agora, depois de seis trimestres rentáveis, a empresa prepara-se para emitir seus primeiros títulos de longo prazo desde sua fundação em 1993. Em março de 1997, a preocupação de Este era o tipo de capital que devia adquirir. O porte da empresa – receitas abaixo dos 35 milhões de pesos2 – certamente limitou as opções, mas Este, como acionista majoritário e presidente do conselho de administração da Rosario Acero S.A., queria considerar todas as opções disponíveis na época.

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Medium 9788582600146

Capítulo 5 - Segurança em TI, Crimes, Conformidade e Continuidade

Efraim Turban; Linda Volonino Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5X

Segurança em TI,

??????

Crimes, Conformidade e Continuidade

Biblioteca de links

Objetivos de aprendizagem

Breve introdução

Compreender os objetivos, funções e valores financeiros da segurança em TI.

Dados de contas em banco suíço roubados do banco HSBC

5.1

Protegendo dados e operações do negócio

5.2

5.3

5.4

Ameaças e vulnerabilidades aos SIs

Fraudes, crimes e violações

Garantia de informações e gestão de riscos

5.5 Segurança de rede

5.6 Controle interno e conformidade

5.7 Auditoria e continuidade dos negócios

Caso de negócio Os controles deficitários da NEC contribuem para sua retirada da

NASDAQ

Caso do setor público Erro da Blue Cross expõe dados de 12 mil membros

Reconhecer as vulnerabilidades, ameaças, métodos de ataque e sintomas de cibercrimes nos SI.

Compreender os crimes cometidos contra computadores e crimes cometidos com o uso de computadores.

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Medium 9788536303062

8. Fontes de Auxílio, Assessoria e Apoio

Watt, David C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

8

Fontes de Auxílio,

Assessoria e Apoio

Muita gente entra em contato com a gestão de eventos quase que por acidente, através de envolvimento voluntário ou de uma mudança de atividade profissional. Estas últimas talvez sejam tão numerosas quanto aquelas que ingressam voluntariamente no ramo. É comum que qualquer um que entre para a organização de eventos se sinta, pelo menos inicialmente, confuso e solitário. Isto se deve à escassez de formação e também ao sentimento de insegurança que caracteriza a área (“será que eu fiz alguma coisa errada?”). É difícil obter mais informações, mesmo daquelas pessoas muito envolvidas na atividade. Esta é a razão pela qual decidi escrever um livro. A falta de informação se deve, em parte, ao fato de que muitos eventos deixam poucos registros escritos que possam ser repassados, e também porque muitas das experiências ainda são individuais.

Lembre-se, contudo, que poucos são os projetos totalmente novos ou originais. É muito provável que alguém já tenha feito algo semelhante ao seu empreendimento, quando não a mesma coisa. Identificar estas pessoas e trazê-las para trabalhar consigo torna a sua tarefa muito mais fácil e, provavelmente, muito mais bem-sucedida. É sempre melhor aprender com os erros de outros, ao invés dos seus próprios. Reserve um tempo para escutar; a maioria dos organizadores de eventos conta os detalhes de sua experiência com satisfação. Seria uma atitude tola negligenciar tal conhecimento.

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Capítulo 1 - Fundamentos da logística e cadeira de suprimentos

Pablo Rojas Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Fundamentos da logística e cadeia de suprimentos

Neste capítulo, serão apresentados os fundamentos da logística e da cadeia de suprimentos. A logística é a atividade que possibilita às organizações realizar seus negócios dentro e fora do país pela utilização de modais de transporte disponíveis e dotados das capacidades necessárias a essas operações de gerenciamento de cargas e produtos. Tal gerenciamento é atribuído à cadeia de suprimentos, a qual é formada pela empresa, pelos seus clientes e fornecedores, que, juntos, desempenham atividades que geram resultados a todos os que dela participam.

Desse modo, as atividades portuárias estão intimamente ligadas às atividades da logística, junto à cadeia de suprimentos, pois é a partir do porto que é recebida grande parte dos produtos importados pelas empresas e é exportada grande parte dos produtos fabricados por elas.

Objetivos de aprendizagem

Demonstrar conhecimentos sobre a logística, sua evolução e importância para a economia das empresas e do país.

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