Artmed (39)
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Medium 9788582604151

Introdução - A primeira lição da pacificação

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Introdução

A primeira lição da pacificação

O Tratado de Kadesh foi um dos primeiros tratados de paz da história, negociado entre os impérios egípcio e hitita há mais de 3 mil anos, durante o século

XIII a.C. Nenhuma das partes estava disposta a continuar a incorrer nos custos da guerra e ambos temiam conflitos futuros com seus outros vizinhos, então o faraó Ramsés II e o rei Hatusil III buscaram negociar um fim para o conflito.

Essas tentativas não são difíceis apenas porque as questões em jogo são polêmicas ou complexas, mas porque muitas vezes nenhum dos lados quer dar o primeiro passo. O primeiro lado a pedir paz pode parecer fraco em vez de sábio ou magnânimo, um sinal que líder algum pode se dar ao luxo a comunicar.

Ainda assim, os dois chegaram a um acordo. Apesar de escrito milhares de anos atrás, o tratado tem muitas das marcas dos acordos mais recentes, incluindo disposições proclamando o fim do conflito, a repatriação de refugiados, uma troca de prisioneiros e um pacto de auxílio mútuo caso um dos lados seja atacado por terceiros.1

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Medium 9788582604243

Capítulo 10 - Sustentabilidade Ambiental e Política Industrial

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

10

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

E POLÍTICA INDUSTRIAL

Eduardo Grijó

Carlos Henrique Horn

José Miguel Pretto

INTRODUÇÃO

Este capítulo aborda o tema da sustentabilidade ambiental enquanto elemento constitutivo de uma política industrial. Alinha-se, portanto, com a agenda contemporânea segundo a qual as questões associadas à mudança climática estão dentre os principais desafios de qualquer política industrial no século XXI, sendo uma das marcas distintivas em relação a experiências passadas de fomento ao desenvolvimento da indústria de transformação (NAUDÉ, 2013;

SZIRMAI; NAUDÉ; ALCORTA, 2013).

Embora a expressão desenvolvimento sustentável tal como a entendemos atualmente somente tenha aparecido na agenda mundial nos anos 1990, é possível estabelecer dois marcos de referência das discussões sobre o tema com a publicação de “Primavera Silenciosa”, de Rachel Carson, em 1962 (CARSON, 2010), e do relatório do Clube de Roma intitulado “Os limites do crescimento sustentável”, em 1972, o qual ficou mais conhecido como Relatório Meadows (MEADOWS et al., 1972; OLIVEIRA,

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Medium 9788582604151

Capítulo 7. O poder do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 7

O poder do processo

Negociando a

Constituição dos EUA

A guerra da independência dos Estados Unidos, travada contra a Grã-Bretanha, durou oito anos, terminando formalmente com o Tratado de Paris, assinado em 1783. A essa altura, os Artigos de Confederação serviam como

1 documento governante dos Estados Unidos havia seis anos. Não por acidente, os Artigos davam pouco poder ao governo central, mantendo a soberania absoluta dos 13 estados. Os Artigos chegavam a esclarecer que a relação entre os estados era meramente a de uma “liga da amizade”. Não era nada mais que o esperado, dado que a confederação era formada por pessoas que haviam acabado de se libertar do poder centralizado nas mãos de um monarca distante.

Contudo, logo os problemas decorrentes do formato começaram a emergir.

George Washington, comandante-chefe do Exército Continental, percebeu as falhas já durante a guerra. O Congresso não tinha o poder de criar impostos e os estados muitas vezes não estavam dispostos a contribuir os fundos necessários para pagar os salários dos soldados ou a dívida de guerra com potências estrangeiras. Depois que a guerra terminou, a situação piorou ainda mais. O Congresso era considerado tão impotente que seus deputados quase não apareciam; quando havia quórum, nada acontecia. Mesmo projetos de lei que tentavam angariar fundos para pagar a dívida de guerra eram rejeitados, não porque a maioria dos estados discordava, mas porque os Artigos davam poder de veto a todos os estados. Em 1786, Rhode Island rejeitou um projeto dessa natureza apesar do apoio de 12 estados; em 1787, foi a vez de Nova York dar o voto decisivo no mesmo sentido.

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Medium 9788582604151

Capítulo 17. Parceiros, não adversários

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 17

Parceiros, não adversários

Pego no fogo cruzado

Alguns anos atrás, um aluno meu que era também um empreendedor bem-sucedido (“Sam”) acabou sofrendo uma reviravolta trágica.1 Tudo começara tão bem. Um ano antes, ele recebera uma ligação de um dos maiores varejistas dos

EUA, perguntando se ele estaria interessado em ganhar um pouco de dinheiro.

Não era um truque, não havia nada escondido. O varejista decidira mudar de fornecedor para um tipo especial de vestimenta, e este novo fornecedor era uma empresa asiática. O varejista nunca trabalhara com essa empresa asiática antes e pedira a ajuda do meu aluno. Sam já tinha uma boa relação de trabalho com esse varejista e, apesar de também não saber nada sobre a empresa asiática, conhecia muito bem o ambiente industrial no qual ela estava inserida.

O varejista queria que a empresa de Sam atuasse como intermediária entre ele e a empresa asiática. O trabalho não era muito: coordenar a compra e a venda do produto. Ele receberia uma porcentagem de cada transação. Se tudo desse certo, a empresa de Sam poderia ganhar mais de 1milhão de dólares por ano, quantia significativa para o meu aluno.

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Medium 9788582604151

Capítulo 11. Os limites do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 11

Os limites do processo

Tentando encerrar a

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã (1955-1975) oficialmente foi travada entre o Vietnã do

Norte e o Vietnã do Sul, mas costuma ser considerada uma guerra por procuração entre a União Soviética e os Estados Unidos. Os EUA e seus aliados apoiavam o governo sul-vietnamita, baseado em Saigon, enquanto os soviéticos, ao lado de outros países comunistas, apoiavam os norte-vietnamitas e a

Frente Nacional para a Libertação do Vietnã (FNLV, também conhecida como

Viet Cong), uma insurgência comunista armada até os dentes que atuava no sul. Apesar do envolvimento americano no Vietnã remontar ao início da década de 1950, um marco para o aumento desse envolvimento ocorreu em agosto de 1964, após os incidentes do Golfo de Tonkin. Em dois casos separados, a marinha dos EUA observou ataques iniciados pelos norte-vietnamitas, o que deu ao presidente Johnson um motivo para pedir ao Congresso que autorizasse uma campanha militar mais ampla contra o norte.

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Editora Atlas S A (45)
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Medium 9788522480852

Parte I — 1 Conceito de informação e sua qualidade

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Conceito de informação e sua qualidade

1

As empresas relacionam-se entre si e com o mundo externo por meio de trocas de informações, insumos e produtos em geral.

Assim, podemos perceber a importância da informação para uma operação bem-sucedida nas empresas (esse assunto será detalhado nos capítulos mais adiante). Num mundo globalizado e altamente informatizado, a informação é um dos produtos mais valiosos para a gestão da empresa. A informação certa, no formato adequado e na hora certa pode mostrar oportunidades de negócios (ou amea­

ças) que levam os executivos a tomar decisões importantes para o sucesso do negócio.

Mas o que vem a ser informação?

De maneira bastante livre, podemos definir informação como um valor, ou dado, que possa ser útil para alguma aplicação ou pessoa. Nessa singela definição, que reflete o senso comum sobre o assunto, podemos divisar dois conceitos inter-relacionados de grande importância para a completa definição de informação: dado e utilidade.

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Medium 9788522478750

5 Matriz e Filiais: Centralização Versus Descentralização

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

Matriz e Filiais: Centralização Versus

Descentralização

1 Introdução

A contabilidade de pessoa jurídica, abrangendo matriz e filiais, pode ser feita de forma centralizada ou de forma descentralizada.

A contabilidade centralizada resulta em apenas um conjunto de demonstrações financeiras para a matriz e filiais.

Por outro lado, a contabilidade descentralizada produz demonstrações financeiras individualizadas para matriz e para cada filial. Essas demonstrações financeiras individuais são posteriormente combinadas de forma a representar um

único conjunto de demonstrações financeiras da companhia.

2 Exemplo de transações que envolvem matriz e filiais

A Farmácia Moderna S.A. foi constituída em 10 de janeiro de 20X1, com sede na cidade de São Paulo. Os sócios integralizaram em espécie seu capital social em R$ 10.000, tendo sido o dinheiro depositado em conta-corrente no Banco do

Brasil. As seguintes transações ocorreram posteriormente:

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Medium 9788522475872

Parte III - 11 Sobre máquinas e organismos

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Sobre máquinas e organismos

Objetivos

Terminando de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Modelo mecanicista e modelo orgânico de organização.

• Fatores que condicionam a orientação para o modelo mecanicista ou o orgânico.

Introdução

Na história moderna dos estudos organizacionais, a ideia de que as organizações podem parecer-se com máquinas, em que as pessoas são peças, nasceu com a sociologia do tipo ideal de

Max Weber. Volte rapidamente ao Capítulo 2 e releia Weber. Na história das organizações reais, a analogia com as máquinas está presente em muitos episódios: os exércitos, os navios a remo

(particularmente os operados por escravos) e, desde a Revolução Industrial, as linhas de mon-

220 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

tagem, sempre foram similares a máquinas. Essa orientação das organizações para o modelo da máquina é chamada de mecanicismo. Charlie Chaplin retratou esse mundo no filme Tempos Modernos, de 1933.

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Medium 9788522480852

Parte II — 5 Ética do executivo de TIC

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Ética do executivo de TIC

5

Na posição de executivo de TI de uma organização, você estará sendo avaliado diariamente pelos seus superiores, pelos seus subordinados, pelos seus pares, pelos usuários e pelos fornecedores. Manter uma postura profissional correta é muito importante para progredir na carreira e ter uma gestão eficaz (KÜBLER-ROSS,

1997).

O executivo de TI deve ter em mente que ele lida com uma tecnologia complexa que é estranha para a maioria dos executivos das outras áreas da organização. Por isso, ele tem o dever de explicar de forma clara e didática todas as suas decisões tecnológicas, principalmente quando elas envolverem recursos financeiros (que

é sempre disputado pelas outras diretorias).

Cabe ainda ao executivo zelar pela integridade sistêmica da organização e combater todo tipo de fraude ou falhas tecnológicas que possam trazer prejuízo a ela. As fraudes realizadas com o auxílio da Tecnologia de Informação são muito difíceis de detectar, pois as pessoas tendem a acreditar cegamente em um relatório emitido por um sistema (mesmo que ele contenha dados absurdos). O executivo de TI deve então zelar para que as regras de negócio implantadas nos sistemas estejam corretas e que contribuam para o sucesso e para a saúde da empresa.

Os mantras de um bom administrador de Tecnologia de Informação devem ser:

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Medium 9788522475872

Parte I - 4 Desempenho das organizações

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

Desempenho das organizações

Objetivos

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Critérios de mensuração e avaliação do desempenho das organizações: eficiência, eficácia e competitividade.

• Ferramentas para o aprimoramento do desempenho da organização.

• Análise comparativa das ferramentas.

Introdução

Todas as organizações são sistemas de recursos que perseguem objetivos. Recapitulando, eficiência e eficácia são os dois conceitos usados para avaliar o desempenho de uma organização. Uma organização é eficaz quando realiza seus objetivos e eficiente quando utiliza corretamente seus recursos. Algumas organizações, além de eficientes e

68 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

eficazes, precisam também ser competitivas: elas precisam ser mais eficientes e eficazes que seus concorrentes.

1  Desempenho das organizações

As pessoas que administram organizações de qualquer tamanho, são responsáveis pela realização de objetivos e pela utilização dos recursos. Eficiência, a medida de utilização dos recursos, e eficácia, a medida de realização dos objetivos, são os dois critérios básicos para avaliar o desempenho das organizações. Algumas organizações, além de eficientes e eficazes, precisam também ser competitivas, porque enfrentam outras organizações que perseguem os mesmos objetivos.

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Editora Empreende (50)
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Medium 9788566103021

Capítulo 2 - A POBREZA E A BASEDA PIRÂMIDEA

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 2

A POBREZA E A BASE

DA PIRÂMIDE

A fim de desenvolver iniciativas bem-sucedidas na BP, sua primeira tarefa é compreendê-la – compreender a vida dos vários bilhões de pessoas na Terra que por uma variedade de padrões podem ser chamadas de “pobres”. Empresas, aspirantes a empreendedores, estudantes de MBA ansiosos e outras pessoas bem-intencionadas querem trabalhar com a BP, mas falham porque não fazem a lição de casa e simplesmente veem a BP como um grupo de pessoas de baixa renda.

A realidade é que a pobreza é um fenômeno complexo, e baixa renda

é apenas um aspecto da pobreza. Por isso, não podemos definir a

BP sem definir a pobreza. Este capítulo apresenta essa definição, ou talvez mais precisamente uma descrição, do que constitui pobreza.

Mas ser capaz de reconhecer a pobreza quando você a vê é apenas o começo. Também é necessário ter algum conhecimento sobre as causas da pobreza. Finalmente, os empreendimentos da BP não são os primeiros a tentar combater a pobreza, nem eles operam em um vácuo. Há uma longa história de programas para reduzir a pobreza, e uma vasta indústria além do “setor” BP que continua a trabalhar na redução da pobreza. Porque tal história e experiência fornecem lições muito importantes para empreendimentos da BP, e também porque os programas de combate à pobreza estão muitas vezes presentes em locais onde estão os empreendimentos da BP, causando potenciais contradições para os beneficiários, são essenciais algumas noções de história e de atuais programas de redução da pobreza em todo o mundo.

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Medium 9788566103113

Capítulo 12 - Empreendedorismo

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 12

Empreendedorismo

ADM_.indb 133

03/08/2018 17:15:15

| 134 |  

ADMINISTRAÇÃO

12. E� mpreendedorismo

ADM_.indb 134

03/08/2018 17:15:15

• Compreender a abrangência do termo empreendedorismo.

• Conhecer a relação entre inovação e empreendedorismo.

• Entender como os empreendedores do próprio negócio transformam ideias em oportunidades.

Um funcionário público pode ser um empreendedor ao propor maneiras de otimizar os recursos disponíveis para que o serviço prestado à população seja de excelência, com o menor investimento possível, e trabalhar para que sua proposta seja implementada.

Uma artista plástica, ao buscar realizar seu sonho de criar e compartilhar o que criou com outras pessoas, empreende e ainda pode fazer dinheiro com sua atividade, vendendo suas criações a um público-alvo seleto, disposto a pagar pela obra.

Cap. 12 • EMPREENDEDORISMO

Objetivos de Aprendizagem

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Medium 9788566103113

Capítulo 3 - Escola das Relações Humanas

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 3

Escola das

Relações

Humanas

ADM_.indb 31

03/08/2018 17:14:52

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ADMINISTRAÇÃO

3. �Escola das

Relações Humanas

ADM_.indb 32

03/08/2018 17:14:53

• Conceituar o comportamento humano sobre o desempenho das organizações.

• Conhecer as origens e a evolução dos estudos sobre as relações humanas na administração das organizações.

• Diferenciar os dois principais focos no estudo do comportamento nas organizações: o individual e o coletivo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Os estudiosos que impulsionaram a Administração Científica e a análise do processo administrativo, como Taylor,

Ford e Fayol, tinham um enfoque técnico para administração. Analisavam os métodos de trabalho, a organização da empresa e a eficiência na utilização dos recursos. Porém, a produtividade e o desempenho das organizações dependem também do comportamento das pessoas.

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Medium 9788566103069

Capítulo 7 - Plano Empreendedor Pessoal (PEP)

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

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2/2/2018 11:05:09 PM

INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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7. P

� lano

Empreendedor

Pessoal (PEP)

2/2/2018 11:05:09 PM

Muitas pessoas não dão a devida atenção ao PEP e nunca realizaram um, mas quem passa pela experiência de colocar no papel seus anseios e sonhos e tenta traduzi-los em objetivos acaba por criar um guia íntimo e individual com o qual passa a se comprometer. Isso ajuda não só a pensar o futuro de maneira estruturada, mas a entender com mais clareza quais são as possibilidades ou caminhos a seguir.

O fato de desenvolver um PEP não lhe garantirá a sua concretização conforme o previsto. O fato de planejar não garante o sucesso, mas auxilia você (empreendedor) a ter um norte a seguir. Por isso, o PEP é extremamente útil àqueles em busca de respostas sobre seu futuro profissional como empreendedor. Por meio do PEP, você pode identificar caminhos que o levarão ao empreendedorismo do negócio próprio, empreendedorismo social, corporativo, enfim, a várias possibilidades para seu desenvolvimento profissional.

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Medium 9788566103113

Capítulo 6 - Abordagem Sistêmica

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 6

Abordagem

Sistêmica

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ADMINISTRAÇÃO

6. �Abordagem

Sistêmica

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03/08/2018 17:15:01

• Conceituar a abordagem sistêmica da Administração.

• Conhecer as aplicações do pensamento sistêmico na Administração.

• Compreender e aplicar os aspectos mais importantes do conceito de abordagem sistêmica.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Abordagem sistêmica

No início do século XX são lançadas as bases do que viria a ser conhecido como abordagem sistêmica da administração

(ou o enfoque sistêmico). Basicamente, tal abordagem considera que as organizações são sistemas inseridos dentro de sistemas maiores, os quais se inserem, por sua vez, em sistemas ainda maiores e assim por diante. Dessa forma, a realidade é vista como a interligação de vários elementos que se influenciam mutuamente. Cada um desses elementos muda de significado conforme o contexto em que se inserem. Um

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520438442

10. Uso de mídias sociais na interação com a imprensa

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

10

Uso de mídias sociais na interação com a imprensa

Jorge Duarte

Amanda Dutra Ramos

Bianca Smolarek

Luciana de Farias

Sabrina Brito1

Introdução

Durante sua evolução, o jornalismo passou por diversas trans‑ formações técnicas. Desde o final do século XX, enfrenta a adap‑ tação às inovações tecnológicas resultantes do surgimento da internet como nova plataforma de informação. Um dos resulta‑ dos é a ampliação das possibilidades de produção de notícias, com novas e notáveis ferramentas capazes tanto de ampliar o trabalho de geração e distribuição de conteúdo, quanto de per‑ mitir a qualquer pessoa também assumir este papel. O ambiente

1

Pela sua decisiva participação na pesquisa que respaldou esse texto, me‑ recem também ser citados como colaboradores: Aerton Guimarães, Ale‑ xandre Pavoni, Alexandre Scholtz, Aline Sousa Santiago, Ananda Sue,

André Sá de Mattos, Bárbara Nogueira, Camila de Magalhães, Clarice

Gulyas, Claudivan Santiago, Deise Rosa, Érika Braga, Fernanda Melo, Jas‑ sana Chagas, João Paulo Rabelo, José Pedro Morgado, Lidia Mara, Lívia

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Medium 9788520433485

Parte 2 – Tópicos comuns aos manuais técnicos

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 2

Tópicos comuns aos manuais técnicos

ABORDAGEM DO CLIENTE

É importante destacar que faz parte de um atendimento de excelência a abordagem constante e proativa por parte dos professores. Não se deve esperar que o cliente venha até você (professor) com dúvidas ou indagações. A abordagem por parte da equipe torna-se um dos grandes diferenciais na Academia. Perguntar ao cliente como está se sentindo, corrigir ou mesmo dar um feedback positivo a todos os clientes o tempo todo.

Agir dessa forma mostra que você está atento ao cliente em cada passo do seu treino, a cada evolução.

Não se deve confundir abordagem proativa com bater papo com os clientes. Abordar é aproximar-se das pessoas, porém de forma respeitosa e sem esquecer-se de toda a sala, afinal você deve ter uma postura de águia.

ATENDIMENTO AO CLIENTE

Atender bem é uma tarefa simples, mas para alcançarmos nosso objetivo – a excelência no atendimento – deve ser bem executada. Ao aplicarmos uma aula ou exercícios, devemos tratar o cliente com simpatia e interesse, fazendo que ele sinta que realmente nos importamos com seu bem-estar.

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Medium 9788520431993

25. O conceito de cluster e o desenvolvimento turístico regional: um caminho para os países menos desenvolvidos

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

25

O conceito de cluster e o desenvolvimento turístico regional: um caminho para os países menos desenvolvidos1

J O R G E A N T O N I O S A N T O S S I LVA

Introdução

Nos anos de 1990, difundiu‑se, no meio acadêmico, a partir dos estudos de Mi‑ chael Porter, o conceito de cluster, vinculado à noção de competitividade das nações como derivada da competitividade das empresas instaladas no território nacional, localizadas em concentrações geográficas dentro desse território, e compartilhando, em grupos, as externalidades positivas decorrentes de economias de aglomeração.

Neste texto, serão analisadas a pertinência e a propriedade da aplicação do conceito de cluster à atividade do turismo, e, em caso afirmativo, se um “cluster de turismo”, ou seja, um agrupamento de empresas que tem como atividade nuclear o turismo, apresentaria, efetivamente, condições de configurar um modelo de cresci‑ mento e desenvolvimento regional.

O agrupamento que tenha o turismo como atividade nuclear, cujo foco seja o destino turístico entendido como um microcluster, e que apresente como caracte‑ rística uma clara delimitação em termos da amplitude geográfica do seu entorno espacial – do âmbito territorial de abrangência do próprio agrupamento, do seg‑ mento turístico principal e dos subsegmentos relacionados, bem como do próprio

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Medium 9788520431993

28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

28

A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

547

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Medium 9788520431146

Capítulo 3 - A sustentabilidade como projeto para a cidadania planetária

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

A sustentabilidade como projeto para a cidadania planetária

3

Oklinger Mantovaneli Jr.

Internacionalista, FURB

INTRODUÇÃO: ECOLOGIA, GOVERNABILIDADE

ECOLÓGICA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Neste capítulo são desenvolvidos argumentos sociológicos capazes de aproximar a ideia de sustentabilidade do debate sobre gestão cidadã de políticas.

Este início de século representa um momento de grande definição histórica para a humanidade, diante da consciência crescente de que o impacto da ação humana sobre o ambiente biofísico, social e psicocul‑ tural vem afetando a saúde e mesmo a sobrevivência no planeta (Brasil,

1997, cap. 1).

Difunde‑se, cada vez mais, “a ideia de que é preciso refazer os elos entre a pessoa e o planeta ameaçados por inimigos comuns”. Essa ideia

“serve então, hoje em dia, como elemento de união a inúmeros componen‑ tes da sensibilidade ecológica no mundo” (Alphandéry et al., 1992, p. 34), embora a ecologia não seja e não deva ser vista como uma disciplina ou um modo unívoco de compreender o mundo.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 7 - Os novos movimentos sociais

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Os novos movimentos sociais

Introdução

O CAPÍTULO 3 FEZ

uma tentativa de estabelecer um modelo normativo para

uma política de mídia digital infundida em sociedades democráticas liberais.

Embora esse modelo teórico possa ser usado para a maioria dos tipos de ativi‑ dade política − nesse sentido, ele pode ser usado para os tipos de atividade que serão discutidos neste capítulo −, ele é mais crível aplicado à política eleitoral em sociedades democráticas liberais. Para expandir algumas das ideias no

Capítulo 3 a um estudo de atividades políticas extraparlamentares, a obra de teóricos como Michael Hardt e Antonio Negri será usada para ampliar o meu modelo normativo. Ao fazer isso, o capítulo foca principalmente as atividades políticas e as campanhas sociais que ocorrem em grande parte fora da arena política dominante. Essas serão principalmente associadas aos novos movi‑ mentos sociais, e também à campanha presidencial de Barack Obama em 2008, que foi escolhida como estudo de caso aqui, exatamente em razão de sua dife‑ rença em relação à maioria das campanhas de eleições formais.

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Medium 9788547212551

3.11 Crise cambial × crise bancária

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

102 

Crises econômicas internacionais

investidores internacionais, o baixíssimo nível das reservas internacionais colocava o país novamente em uma rota de default. Certamente o ocorrido em 1982 voltava a assombrar o governo do México.

A administração Clinton (1993-2000) julgava producente ajudar o México, dado o eminente colapso que se aproximava com os vencimentos dos Tesobonos.

De certa maneira, a ajuda a esse país tenderia a beneficiar os Estados Unidos em três principais aspectos:

1) sendo o México o terceiro maior destino das exportações norte-americanas, o colapso da economia real certamente afetaria o nível de empregos nos Estados Unidos;

2) uma queda exacerbada do nível de atividades no México poderia deteriorar consideravelmente o problema das imigrações ilegais;

3) o efeito contágio em outros países emergentes, em caso de default da dívida externa do México, certamente afetaria também os Estados Unidos.20

Mesmo com o empenho do então presidente Clinton em aprovar junto ao

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Medium 9788547210250

10.1 Conteúdo

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPíTULO 10

Folha de pagamentos

10.1 Conteúdo

A folha de pagamentos deve conter:

• nome dos funcionários;

• vantagens, discriminando salários, ordenados, horas extras etc.;

• descontos, discriminando contribuição previdenciária, imposto de renda, contribuição sindical, adiantamentos, contribuições para associações de classe etc.;

• pagamentos de competência da previdência social, discriminando salário-família, salário-maternidade etc.;

• valor líquido a pagar.

É recomendável elaborar uma folha de pagamentos para cada um dos setores da empresa.

Tabela 10.1 – Modelo de folha de pagamentos

Vantagens

Nomes

Total

Descontos

Ordenados

Horas extras

Vantagens

INSS

Imposto de renda

500

150

650

40

Alves

Total descontos

Salário-família

Líquido

40

10

620

Carlos

2.000

300

2.300

200

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Medium 9788547210229

13.6 TÍTULOS DE CRÉDITO

VISCONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

454

Contabilidade Básica

prejuízo, é obrigado o devedor aos juros da mora que se contarão às dívidas em dinheiro, como

às prestações de outra natureza, uma vez que lhes esteja fixado o valor pecuniário por sentença judicial, arbitramento, ou acordo entre as partes.

13.4 ` COMODATO

O comodato é o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis.7 Perfaz-se com a tradição do objeto.

13.5 ` MÚTUO

O mútuo é o empréstimo de coisas fungíveis. O mutuário é obrigado a restituir ao mutuante o que dele recebeu em coisa do mesmo gênero, qualidade e quantidade. Este empréstimo transfere o domínio da coisa emprestada ao mutuário, por cuja conta correm todos os riscos dela desde a tradição.

Destinando-se o mútuo a fins econômicos, presumem-se devidos juros, os quais, sob pena de redução, não poderão exceder a taxa SELIC, permitida a capitalização anual.

13.6 ` TÍTULOS DE CRÉDITO

O título de crédito, documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido, somente produz efeito quando preenche os requisitos da Lei. A omissão de qualquer requisito legal, que tire ao escrito a sua validade como título de crédito, não implica a invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem.

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5.3 Concisão, e‑mail e WhatsApp

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CAPÍTULO 5

Concisão

5.1 O valor da concisão

A concisão é uma característica imprescindível nos textos contemporâneos de comunicação empresarial. Trata­‑se de um recurso que possibilita reduzir o ta‑ manho do texto com a finalidade de valorizar e destacar as informações de fato relevantes para o destinatário.

5.2. O texto conciso em tempos modernos

Como mostra a Figura 5.1, ao sentirem os efeitos das modificações sociais, econô‑ micas e políticas, as organizações tiveram que optar por um modo de transmissão de informações mais ágil. Foi com base nessa concepção que os textos tiveram seu tamanho reduzido e passaram a ser mais concisos.

FIGURA 5.1 Fatores que levam à concisão do texto

Alterações sociais, políticas e econômicas

Necessidade de entendimento mais rápido

Texto mais conciso

Fonte: elaborada pela autora.

5.3 Concisão, e­‑mail e WhatsApp

Atualmente, com a amplitude de comunicação que os e­‑mails corporativos in‑ ternos atingiram, deve­‑se prestar muita atenção ao reduzir e tornar concisa a informação, pois existe uma tendência comprovada de surgirem muitos mal­

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