Grupo A (50)
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Medium 9788582605233

Capítulo 3. O empoderamento é a chave

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Alan Randolph e Ken Blanchard

O que as melhores empresas do mundo fazem para ganhar constantemente da concorrência? Contam com uma equipe de trabalho entusiasmada com a sua visão e motivada a prestar aos clientes um serviço de nível realmente superior. Como se cria essa equipe altamente motivada? A chave é o empoderamento.

Empoderar significa permitir que as pessoas usem seu conhecimento, sua experiência e sua motivação para criar um robusto resultado quádruplo. Líderes de empresas bem administradas sabem que empoderar as pessoas cria resultados positivos que são simplesmente impossíveis de concretizar quando toda a autoridade está concentrada no topo da hierarquia e aos gestores é atribuído todo o crédito pelo sucesso.

As pessoas já têm poder pelo seu conhecimento e pela sua motivação. A chave do empoderamento é liberar esse poder.

O ideal é que o poder das pessoas não fique concentrado exclusivamente nos resultados organizacionais – como um excepcional serviço ao cliente e objetivos financeiros – mas no bem maior.

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Medium 9788582605233

Capítulo 7. Habilidades essenciais para a liderança de pessoa a pessoa

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Ken Blanchard e Fred Finch

Somos crentes convictos da regra dos 80/20: 80% dos resultados que os líderes precisam concretizar no trabalho com seu pessoal advêm de 20% das atividades de liderança por eles realizadas. Os três segredos de The New One Minute Manager1 são um exemplo perfeito dessa certeza. Nessa nova edição do livro, Ken Blanchard e Spencer Johnson concentram o foco em três conceitos básicos: os objetivos-minuto, os elogios-minuto e as reorientações-minuto. Embora essas três habilidades provavelmente representem somente 20% das atividades nas quais os gestores se empenham, elas podem proporcionar os resultados por eles desejados (os 80%). Essas três habilidades são peças fundamentais de uma eficaz parceria para o desempenho.

Sem metas claras, o SLII® não funciona. Por quê? Pois os níveis de desenvolvimento são específicos de cada tarefa. Como já mencionamos, as pessoas não são sempre principiantes empolgados, aprendizes desanimados, colaboradores capazes mas cautelosos, ou realizadores autoconfiantes. Tudo depende de quais metas específicas dentro de suas funções estamos falando.

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Medium 9788582605233

Capítulo 15. Liderança de pessoas ao longo da mudança

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Pat Zigarmi e Judd Hoekstra

Como discutimos no capítulo anterior, os líderes sentem-se muitas vezes assoberbados quando precisam levar à frente uma mudança. De certa forma, sentem-se presos a uma situação na qual não há como ganhar. Se tentam lançar um projeto de mudança disruptiva, correm o risco de trazer à tona uma infinidade de sentimentos negativos que as pessoas reprimem. Por outro lado, se os líderes não efetuarem mudanças constantemente, suas organizações serão substituídas por outras, comprometidas com a inovação. Quem não muda, morre. Acrescente-se a isso os 15 motivos previsíveis pelos quais os esforços de mudança geralmente fracassam e fica fácil entender porque os líderes podem simplesmente ficar paralisados ao fazer uma mudança. É por isso que Pat Zigarmi e Judd Hoekstra desenvolveram um modelo de Liderança de Pessoas ao Longo da Mudança – para transformar o aparentemente complicado em algo simples (ver Figura 15.1).1

Figura 15.1 O modelo de Liderança de Pessoas ao Longo da Mudança.

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Medium 9788582605219

Capítulo 2 - Pense diferente

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

O lean é uma série de pressupostos completamente diferentes sobre como ir da reflexão à ação.

Jacques lembra claramente o dia em que percebeu que tornar-se lean significaria pensar diferente. Enquanto trabalhava com seu sensei para melhorar a ergonomia desastrosa de uma estação de trabalho de montagem, o coach disse a Jacques que ele era “simpático, mas cruel”. Jacques ficou furioso, mas depois refletiu mais sobre a explicação do sensei: “Você tem boas intenções quanto às políticas, com tantas políticas progressistas na empresa. Mas quanto ao trabalho, você não resolveu os problemas difíceis que os trabalhadores enfrentam todos os dias, todas as horas, todos os minutos. Isso é cruel porque você, sem saber, os obriga a se esforçar demais sem esperança de melhoria”.

Até então, o sensei havia apontado questões práticas do chão de fábrica que nem Jacques nem Frédéric Fiancette, o diretor de operações, sabiam relacionar com as questões mais gerais. A empresa enfrentava problemas urgentes que incluíam atraso na entrega de produtos, questões de segurança na montagem e logística, caos provocado pelo MRP e por mudanças de última hora, retrabalho interminável e índices de rejeição inaceitáveis (até 30%) de peças produzidas. Eles tinham dificuldade para enxergar a relação entre seus desafios globais e os problemas aparentemente triviais enfatizados pelo sensei.

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Medium 9788582605233

Seção IV - Adote o tipo certo de liderança

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Capítulo 18

Liderança servidora

Capítulo 19

Desenvolvendo seu ponto de vista sobre liderança

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Grupo Gen (778)
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Medium 9788597020045

11 Licitações

Roberto Bocaccio Piscitelli, Maria Zulene Farias Timbó Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• definir licitação, situações a que se aplica, suas modalidades, tipos e regimes;

• descrever o processo de licitação.

Licitação é o conjunto de procedimentos administrativos, legalmente estabelecidos, por meio do qual a Administração Pública viabiliza a verificação, entre os interessados habilitados, de quem oferece melhores condições para a realização de obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações.1

A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a seleção da proposta mais vantajosa para a Administração, além da promoção do desenvolvimento nacional sustentável.

No processamento e julgamento da licitação, constituirão princípios básicos: a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a igualdade, a publicidade, a probidade administrativa, a vinculação ao instrumento convocatório, o julgamento objetivo e os que lhes são correlatos.

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Medium 9788597020021

4 Demonstração do resultado – principais grupos de contas

Marcelo Cavalcanti Almeida Grupo Gen ePub Criptografado

A demonstração do resultado do exercício (DRE) relata o desempenho da entidade durante certo período, em termos de receitas, custos e despesas incorridos na condução dos negócios.

Os principais grupos de contas da demonstração do resultado estão previstos no CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis.

 

31/12/20x2

31/12/20x1

OPERAÇÕES CONTINUADAS

 

 

Receita

 

 

Custo das vendas

 

 

Lucro bruto

 

 

Despesas com vendas

 

 

Despesas gerais e administrativas

 

 

Outras receitas e despesas

 

 

Resultado de equivalência patrimonial

 

 

Resultado antes das receitas e das despesas financeiras

 

 

Receitas financeiras

 

 

Despesas financeiras

 

 

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Medium 9788597020038

3 Esquema Básico de Escrituração Contábil – Uma Revisão

José Carlos Marion, Sérgio de Iudícibus Grupo Gen ePub Criptografado

A identidade fundamental da Contabilidade é a base de todo o processo de escrituração e de acumulação de registros.

Pode ser expressa da seguinte forma:

ATIVO – PASSIVO = PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Esta expressão é adequada numa apresentação de balanço de forma dedutiva, na qual se faz a subtração de todas as contas de Passivo (no sentido aqui, restrito, de Obrigações) das contas de Ativo, restando, como resíduo, as de Patrimônio Líquido. É chamada, também, equação da Teoria do Proprietário. Uma forma alternativa é a seguinte:

ATIVO = PASSIVO + PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Obviamente, se a soma das contas que constituem o Ativo for igual à soma dos valores das contas que integram o Passivo, o valor do Patrimônio Líquido será nulo e a identidade será assim apresentada:

ATIVO = PASSIVO

A identidade patrimonial (por isso é uma identidade) sempre deve ser satisfeita, qualquer que seja a operação registrada. Sempre que não se especificar uma forma de apresentação diferente, será subentendida, neste capítulo, a expressão:

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Medium 9788597021141

1 Marketing na Área de Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

O setor de serviços representa expressiva parcela da economia. Pode-se dizer que, com o processo da globalização, o segmento foi o que mais se desenvolveu no mundo. Considerando os países desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo, o setor representa 79,5% do PIB, enquanto no Canadá, 70,8%.1 Em termos relativos, a participação dos serviços no PIB desses países é bem maior do que a dos países em desenvolvimento.2

Sabe-se que, quanto mais avançada a nação, maior a importância do setor de serviços em sua economia. Entre as causas disso, destaca-se o maior poder aquisitivo da população, que permite que as tarefas rotineiras mais tediosas sejam transferidas a terceiros, como também a demanda daqueles serviços exigidos pelo próprio desenvolvimento industrial.

O PIB é resultado da soma do total das riquezas produzidas no país, incluindo indústria, agropecuária e serviços. Segundo dados do IBGE, no quarto semestre de 2017 o setor de serviços representou 75,2% da economia brasileira, a indústria 21,4% e a agropecuária 3,4%.3 Para um país em desenvolvimento, a participação dos serviços no PIB supera as expectativas.

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Medium 9788597021929

26 Licença Remunerada e Redução de Dias de Trabalho ou Jornada Normal com Respectiva Redução do Salário Normal

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

O § 3o do art. 611-A “Se for pactuada cláusula que reduza o salário ou a jornada, a convenção coletiva ou o acordo coletivo de trabalho deverão prever a proteção dos empregados contra dispensa imotivada durante o prazo de vigência do instrumento coletivo.”

A licença remunerada com menos de trinta dias é apenas um custo para o empregador no período de interrupção do contrato de trabalho, não implicando nenhuma alteração nas férias ou qualquer outro direito do empregado.

Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo, permanecer em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias ou deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa (art. 133, incisos II e III, da CLT).

Não altera o curso do período aquisitivo quando o empregador conceder licença remunerada com menos de trinta dias.

Após o implemento da Licença Remunerada por mais de trinta dias quando o empregado retornar ao trabalho, inicia-se o decurso de novo período aquisitivo (art. 133, § 2o, da CLT).

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