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Capítulo 15 - Política Industrial e Desenvolvimento Local: O Caso no Município de Passo Fundo

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POLÍTICA INDUSTRIAL E

DESENVOLVIMENTO LOCAL: O CASO

NO MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

José Antonio Valle Antunes Júnior

Renato Brasil Kourrowski

Marcos Alexandre Cittolin

INTRODUÇÃO

A possibilidade de executar políticas industriais

(PI) articuladas entre diferentes entes federativos assume especial interesse no que tange, sobretudo, ao tema do desenvolvimento regional, sendo particularmente relevante para os médios municípios brasileiros (KOURROWSKI, 2015).

A exposição deste capítulo trata de uma experiência recente de política de desenvolvimento local para fortalecimento da indústria – a do município de Passo Fundo, no Rio Grande do

Sul –, a qual ilustra a potencialidade de se obterem amplas melhorias associadas aos aspectos econômico, social e ambiental de uma região por meio dessas políticas.

Começamos o Capítulo com uma explicação sobre desenvolvimento endógeno, que tomaremos como equivalente de processo de desenvolvimento local. Nas duas seções seguintes abordamos o caso da política de desenvolvimento do município de Passo Fundo, tratando de expor suas linhas mestras em conformidade com a noção de desenvolvimento endógeno, para logo depois apresentar evidências sobre o processo de desenvolvimento socioeconômico do município nos anos de 2005 a 2012. A seção final oferece uma breve síntese acerca das

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Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

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É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Capítulo 18. Compare os mapas

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Capítulo 18

Compare os mapas

Lições de cartografia e linguística

Há quem diga que os mapas mais antigos da história foram aqueles que os humanos usaram para representar os corpos celestiais, não as características da

Terra. O fato é que os mapas do mundo existem há milhares de anos. Eles têm inúmeros benefícios, mas um dos mais básicos é que eles nos orientam em terrenos com os quais não temos intimidade. Assim, os mapas funcionam como conduítes de conhecimento, permitindo que quem não tem experiência se beneficie dos esforços de quem veio antes. Hoje, essas representações da realidade estão por toda a parte: nos nossos carros, nos telefones e nas nossas cabeças.

E elas podem nos deixar em apuros.

Eu nasci nos Estados Unidos, mas, quando tinha cinco anos de idade, minha família se mudou para a Índia por algum tempo. Por consequência, estudei algumas das séries iniciais naquele país, voltando para os EUA quando tinha nove anos. Quando comecei a estudar nos Estados Unidos de novo, enfrentei uma série de problemas normais para quem chega de um país diferente: questões sociais, acadêmicas e culturais. Mas havia um problema que parecia impossível de categorizar. Passei algum tempo tentando entender algo que parecia não fazer o menor sentido. Resumidamente, por que é que ninguém dos

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Capítulo 16. Mapeie o espaço de negociação

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Capítulo 16

Mapeie o espaço de negociação

Negociando a compra da Louisiana

Pouca gente pode dizer que já ouviu falar do Tratado Preliminar e Secreto entre a República Francesa e Sua Majestade Católica o Rei da Espanha sobre a Exaltação de Sua Alteza Real o Infante Duque de Parma na Itália e a Retrocessão da Louisiana.1 Esse tratado, no entanto, assinado por França e a Espanha em

1800, logo teria um papel importantíssimo na história. Com base nesse acordo, a Espanha devolveu à França o enorme Território da Louisiana, na América do

Norte, cedido pela França para a Espanha em 1763, após a derrota francesa na

Guerra dos Sete Anos.

Durante as negociações entre a Espanha e a França, o embaixador de Napoleão supostamente ofereceu “garantias soleníssimas” que a França não venderia ou cederia o Território da Louisiana a qualquer outro país e que o devolveria à Espanha caso a França desejasse despojar-se dele. Quando Napoleão decidiu então vender as terras para os Estados Unidos, foi uma surpresa para os espanhóis, os americanos e mesmo muitos franceses. Em 1803, os Estados

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Capítulo 10. Fique na mesa

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Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

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Editora Atlas S A (46)
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Parte II — 6 Técnicas de planejamento

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Técnicas de planejamento

6

A administração do setor de Tecnologia de Informação apresenta as mesmas dificuldades que encontramos na administração de outros setores. Todavia, certas particularidades da área, tais como a alta tecnologia envolvida, os fatores motivacionais próprios, a pressão do mercado de mão de obra etc., merecem especial atenção por parte dos Gerentes e Diretores de TI. Várias metodologias e processos padronizados já foram desenvolvidos e podem ajudar os gestores de informática no seu dia a dia. Estaremos usando nos próximos capítulos os conceitos herdados do Project Management

Institute (PMI, 2004) e ITIL – IT Infrastructure Library (SEI, 2002) adaptados para a gestão da Tecnologia de Informação em empresas modernas, além da experiência adquirida em anos de gestão de equipes de alta tecnologia.

Para efeito didático, separaremos a gestão do dia a dia da área de TIC em quatro principais atividades, que são: (a) planejamento;

(b) negociação e gestão de recursos humanos; (c) organização de recursos e infraestrutura; e (d) controle de atividades e custo.

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Parte I — 4 Planejamento estratégico de Tecnologia de Informação

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Planejamento estratégico de Tecnologia de

Informação

4

A Tecnologia de Informação, como as demais áreas da empresa, demanda recursos e esforços que exigem um planejamento de todas as suas ações. A principal peça desse planejamento é o documento

Planejamento Estratégico de Tecnologia de informação (PETI).

Esse planejamento deve ser um desdobramento do Planejamento

Estratégico da Empresa, que é feito periodicamente e envolve todas as áreas operacionais e negociais da organização.

4.1  Necessidade do planejamento estratégico

Periodicamente, a empresa executa um exercício de planejamento global de suas atividades. Nesse planejamento, chamado de

Planejamento Estratégico, são repensados os objetivos e as metas

(e até os produtos da empresa), envolvendo todos os seus setores

(PORTER, 1985). Cada setor define seu próprio planejamento estratégico, sempre dentro dos macro-objetivos traçados pela alta direção da empresa para o próximo período (normalmente, o planejamento estratégico é feito a cada três anos e revisado anual­ mente – algumas empresas fazem seu planejamento estratégico para horizontes de dez a 15 anos).

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1 A Contabilidade Pública e o Campo de sua Aplicação

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1

A Contabilidade Pública e o

Campo de sua Aplicação

1.1  Iniciação ao estudo do Estado

1.1.1  Formação e funções básicas do Estado

O estudo da formação do Estado se reporta ao homem individual que não consegue mais se defender sozinho e busca a outros para constituírem uma sociedade na qual conseguirá a defesa de seus bens. Em decorrência, a organização política das sociedades modernas reconhece a existência do Estado como expressão de máxima autoridade dentro de seu território. Como consequência, cabe ao Estado legislar sobre os mais variados aspectos da vida dos indivíduos, entre os quais se incluem os relativos às atividades econômicas e também o exercício do poder de polícia com o objetivo de intervir e corrigir as falhas e imperfeições do mercado.

Estudando a estrutura Constitucional do Estado, Miranda (2004, p. 13), após apresentar as concepções mais significativas sobre cada uma delas, conclui que o Estado é um caso histórico de existência política e esta, por seu turno, uma manifestação do social, qualificada ou específica, esclarecendo que “em Hobbes, pelo contrato social transfere-se o direito natural absoluto que cada um possui, constituem-se, ao mesmo tempo o Estado e a sujeição a esse príncipe ou a essa assembleia”.

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Parte V - 17 Administração de projetos

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Administração de projetos

Objetivos

Ao terminar de estudar este capítulo, você deverá ser capaz de explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Diferenças entre atividades funcionais e projetos.

• Principais tipos de projetos, de acordo com os tipos de produtos (ou entregáveis) que podem fornecer.

• Ciclo de vida do projeto.

• Principais etapas na elaboração de um plano de projeto.

• Responsabilidades e competências de um gerente de projetos.

Introdução

Seja qual for a profissão ou a especialidade da administração a que se dedique, mais cedo ou mais tarde você vai envolver-se com projetos. Para iniciar um novo negócio ou sua própria empresa,

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Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

implantar um novo sistema em uma empresa existente, fazer uma ampliação das instalações, lançar um novo produto ou realizar qualquer empreendimento temporário, como uma convenção dos vendedores, uma campanha publicitária ou um grande programa de recrutamento e seleção, você vai precisar das técnicas e dos conceitos da administração de projetos. Até mesmo para fazer seu trabalho ou monografia de conclusão de curso, a administração de projetos é útil. Como estudante, gerente, membro de equipe autogerida ou executivo de alto nível, você é participante potencial de uma equipe de projeto.

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Parte I - 2 Teorias da administração – Ideias fundamentais

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Teorias da administração –

Ideias fundamentais

Objetivos

Ao terminar a leitura deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Significado da palavra teoria.

• Organização das teorias da administração.

• Principais teorias da administração da primeira metade do século XX.

• Origem das modernas teorias da administração na Antiguidade.

Introdução

O que é uma “teoria”? Se, para você, a palavra teoria tem conotação negativa e lembra uma ideia sem possibilidade de aplicação prática, pense novamente. O grande Einstein dizia que não há nada mais prático que uma boa teoria. As teorias da administração são exatamente isso: ideias práticas que ajudam a entender e administrar organizações.

Uma teoria é um conjunto de proposições que procuram explicar os fatos da realidade prática.

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Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

Teoria é uma palavra elástica, que compreende não apenas proposições que explicam a realidade prática, mas também princípios e doutrinas que orientam a ação dos administradores, e técnicas, que são proposições para resolver problemas práticos. Em outras palavras, as teorias podem ser apenas descritivas (quando explicam a realidade) ou prescritivas (quando se propõem a modificar a realidade).

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Editora Empreende (50)
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Capítulo 5 - AS PARCERIAS NA BP

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Capítulo 5

AS PARCERIAS NA BP

Este capítulo explica o processo de parceria com uma variedade de atores presentes na BP. Um resultado claro da investigação sobre a BP até agora é que na maioria dos ambientes da BP é muito difícil construir um empreendimento sustentável sem a participação ativa das partes interessadas locais, porque essas partes interessadas possuem recursos que você pode não ser capaz de obter de outras fontes, e sem os quais alguns empreendimentos podem sobreviver, tais como segurança física para você e seus colaboradores. Mas em contraste com outros mercados, na BP você pode não ser capaz de simplesmente comprar esses recursos das partes interessadas; em vez disso, você terá de buscar relacionamentos mais complexos de parceria, envolvendo confiança, algum grau de tomada de decisão conjunta e outros desafios.

Os recursos que estão potencialmente disponíveis através de parcerias na BP são muitos, e cobrem os tipos usuais de recursos que as empresas buscam na parceria com outras empresas, tais como fatores de produção ou serviços de conhecimento sobre o mercado ou de distribuição, bem como recursos que abordam as condições institucionais que prevalecem na BP. Alguns desses recursos são:

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Capítulo 4 - O PROCESSODE INOVAÇÃO

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Capítulo 4

O PROCESSO

DE INOVAÇÃO

As iniciativas da BP devem ser concebidas como projetos de inovação. O envolvimento na BP requer reconfigurações radicais dos custos do produto e lidar com grandes diferenças no ambiente cultural e institucional, mesmo em comunidades na mesma cidade. Para atender a essas condições com sucesso, os empreendedores da BP devem ser altamente inovadores. Portanto, este capítulo apresenta alguns conceitos-chave em matéria de inovação, a fim de ajudá-lo a incorporar uma perspectiva de inovação para empreendimentos da

BP. O capítulo começa definindo a inovação, pois se trata de um conceito amplamente usado, mas ambíguo; em seguida, descrevem-se os desafios-chave da inovação na BP, oferecem-se algumas orientações para inovar (o núcleo do capítulo) e então se abordam outros aspectos importantes: a avaliação da sua inovação e a proteção contra os concorrentes. A última parte do capítulo oferece alguns exemplos específicos de inovação na BP.

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Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

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Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Capítulo 6 - Vivenciando o empreendedorismo

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Capítulo 6

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2/2/2018 11:04:56 PM

INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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6. V

� ivenciando o empreendedorismo

2/2/2018 11:04:56 PM

duto final, talvez algo mais inovador, não há problemas, mas deve lembrar que qualquer desafio proposto deve ter uma solução factível. Exemplos de produtos: chocolate, doces, salgados, sucos (limonada), enfeites, presentes, artesanato etc.

Essa atividade pode ser desenvolvida em vários momentos em um curso de empreendedorismo ou mesmo de maneira independente, para aqueles que não estejam participando de um curso formal. Porém, caso você já tenha tido contato com os assuntos tratados nos capítulos anteriores, estará mais bem preparado para os desafios.

Cada grupo deverá também produzir um curta-metragem (de até cinco minutos), usando uma câmera (pode ser inclusive a do celular) e mostrando a experiência empreendedora e os principais momentos da atividade, desde a análise e seleção das ideias, passando pelo planejamento das ações, a captação de recursos, a fase de execução e implantação do negócio e a compilação dos resultados. O vídeo, depois de editado e finalizado, deverá fazer parte da apresentação que o grupo elaborará para mostrar os resultados da experiência e serve ainda como uma auditoria de toda a experiência, comprovando que os integrantes do grupo realmente participaram e se dedicaram para a obtenção de resultados. Essa abordagem facilita inclusive a avaliação dos resultados pelo organizador da atividade (o professor responsável), uma vez que não será possível ao professor/organizador estar presente durante a execução das atividades de todos os grupos ao mesmo tempo. Por outro lado, sugere-se fortemente ao professor/organizador que faça visitas surpresas aos grupos durante a execução das atividades fora da sala de aula!

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Capítulo 4 - Missões para quem faz acontecer

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Capítulo 4miolo_.indd 612/2/2018 11:04:17 PMINTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas| 62 |  miolo_.indd 624. M� issões para quem faz acontecer2/2/2018 11:04:17 PMAo concluir todas as missões após todas as oficinas serem realizadas sugere-se ao professor/instrutor aulas para discutir com os participantes como foi o desafio de atribuição e cumprimento das missões e o que aprenderam com isso.A expectativa é que todos consigam assimilar os poderes empreendedores de maneira prática, identificando-se com aqueles que consideram os mais presentes em si mesmos e, ainda, traçando um plano de ação para o desenvolvimento de outros poderes ainda não claramente identificados. O PlanoEmpreendedor Pessoal (PEP), apresentado no Capítulo 7, será muito útil nesse sentido.Cap. 44 • MISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECErMISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECErAo final de todas as oficinas há a atribuição de poderes pelos participantes. Assim, caso o participante tenha se autoatribuído um poder repetido em oficinas diferentes, ele terá o desafio de realizar missões diferentes para o mesmo poder.

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Editora Manole (231)
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10. Entre desenvolvimento e sustentabilidade: o discurso da propaganda oficial na Amazônia

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10

Entre  desenvolvimento     e  sustentabilidade:     o  discurso  da  propaganda  

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Danielle  Tavares  Teixeira

INTRODUÇÃO

A  problemática  ambiental  emergiu  nas  últimas  décadas  como   uma  crise  de  civilização.  Os  problemas  produzidos  pela  devastação  dos  ecossistemas  se  tornaram  globais,  dissolvendo  fronteiras  rígidas  entre  as  nações  e  questionando  a  racionalidade  econômica  e  tecnológica  dominantes.  Ao  mesmo  tempo,  a  relação   homem/natureza  entrou  no  campo  da  cultura  (Leff,  2001).  Nesse  contexto,  sobressai  o  conceito  de  desenvolvimento  sustentável,  fruto  de  processos  objetivos  e  subjetivos  que  levaram  à  consciência  do  esgotamento  do  modelo  vigente  e  da  necessidade  de   uma  nova  concepção  de  desenvolvimento.

Propõe-se,   neste   trabalho,   verificar   como   a   comunicação,   e   mais  especificamente  a  propaganda  oficial,  contribui  para  construir  no  imaginário  popular  a  imagem  da  Amazônia  como  uma   região  de  terra  em  abundância,  fértil,  cheia  de  belezas  e  fartura,   distante  e  inóspita,  e  como  essas  concepções  modificam-se  historicamente  com  a  inserção  de  novos  conceitos  como  o  de  desenvolvimento  sustentável.  

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4. Comunicação, jornalismo e sustentabilidade: apontamentos críticos

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Comunicação,  jornalismo   e  sustentabilidade:   apontamentos  críticos1

Wilson  da  Costa  Bueno

ENTENDENDO O CONCEITO

A  comunicação,  vista  sob  uma  perspectiva  ampla,  tem  um  papel  importante  a  desempenhar  no  processo  de  conscientização   e  de  mobilização  para  a  sustentabilidade.  1

De  imediato,  podemos  reconhecer  que  ela  pode  cumprir  três   funções  básicas,  todas  elas  articuladas  e  complementares.

Em  primeiro  lugar,  a  comunicação  competente  pode  contribuir  para  a  consolidação  do  conceito  de  sustentabilidade,  buscando  eliminar  equívocos  como  os  que  a  associam  a  ações  meramente  pontuais  ou  que  a  reduzem  à  simples  dimensão  ambiental.

A  sustentabilidade  deve  ser  percebida  de  maneira  abrangente  e   incorporar  aspectos  ambientais,  socioculturais,  políticos  e  econômicos,  porque,  ao  contrário  do  que  entendem  alguns  gestores,  in1  

Estes  apontamentos  resultam,  originalmente,  de  anotações  de  aula,  posts   e  partes  de  textos  inseridos  em  portais  de  comunicação  que  foram  aqui   reunidos  e  sistematizados  com  o  objetivo  de  permitir  uma  visão  crítica   com  respeito  a  alguns  temas  emergentes  e  relevantes  que  envolvem  o  debate  atual  sobre  comunicação,  jornalismo  e  sustentabilidade.

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9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

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9

<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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3. Uso dos estilos de negociação para a solução de conflitos

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3.

USO DOS ESTILOS

DE NEGOCIAÇÃO

PARA A SOLUÇÃO

DE CONFLITOS

Os estilos de negociação podem ser um instrumento muito importante para a análise, encaminhamento e solução dos conflitos. São diversas as classificações possíveis, segundo as visões dos vários autores e os diferentes enfoques utilizados no sentido de identificar e descrever esses estilos.

3.1 A importância da utilização do conceito dos estilos de negociação

Na verdade, o uso da ideia dos estilos de negociação é conveniente para se buscar resposta para certas questões fundamentais, como: O que é um comportamento efetivo de negociação? Seria um tipo de comportamento de negociação mais bem-sucedido ou mais efetivo do que outro?

Um entendimento do conceito dos estilos de negociação e dos seus limites pode ser útil para o desenvolvimento de habilidades ou para enfrentar uma situação corriqueira de negociação, tanto em termos conceituais quanto em termos práticos.

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NEGOCIAÇÃO EMPRESARIAL

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Capítulo 23 - Marcos regulatórios como fundamento para as políticas de gestão integrada dos resíduos sólidos

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Marcos regulatórios como fundamento para as políticas públicas de gestão integrada dos resíduos sólidos

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Arnaldo Jardim

Engenheiro civil, Câmara dos Deputados

José Valverde Machado Filho

Bacharel em Ciências Jurídicas, Instituto Cidadania Ambiental

INTRODUÇÃO: A QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

A chegada da família real ao Brasil e a consequente instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro, em 1808, provocaram uma grande transformação na cidade. A antiga colônia passou a ser sede do governo, impondo medidas emergenciais, principalmente quanto à necessidade de acomodar os novos habitantes e tornar a cidade virtuosa o suficiente para ser a nova sede do império português.

A significativa mudança passou a gerar consideráveis alterações no modo de vida da cidade, especialmente com o aumento da população que, em 1820, já somava aproximadamente 100 mil habitantes. Além das questões políticas, os reflexos foram percebidos também na economia, cultura, arquitetura, educação e, de uma maneira incauta, o aumento da geração de lixo também fez parte desse processo.

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Editora Saraiva (885)
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1 - Contabilidade: quando, o que ecomo estudar

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1

Contabilidade: quando, o que e como estudar

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber quando, o que e como estudar.

2. Saber como se preparar adequadamente para obter êxito em concursos.

3. Reconhecer quais providências deve tomar antes de iniciar os estudos.

4. Saber como estudar e aprender contabilidade.

5. Saber como estudar e aprender outras matérias.

6. Elaborar seu planejamento para estudos.

7. Saber o que deve providenciar antes e no dia do concurso.

8. Saber o que deve levar no dia do concurso.

9. Saber como se comportar no momento em que receber o caderno com as questões.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 3

24/02/2017 11:16:27

1.1 Quando estudar

Se pretende obter êxito em um concurso, comece a estudar agora. Saiba que a maior parte dos candidatos não é aprovada porque deixa para começar a estudar depois da publicação do edital do concurso que pretende prestar. Raramente o período entre o dia da publicação do edital e o dia da realização das provas supera 90 (noventa) dias, tempo insuficiente para estudar adequadamente todo o conteúdo programático informado no respectivo edital. Portanto: comece seus estudos JÁ.

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C A P Í T U L O 5 - SEÇÃO DE REVISÃO DA LITERATURA

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CAPÍTULO 5

SEÇÃO DE REVISÃO

DA LITERATURA

“Na ciência, leia os trabalhos mais novos; na literatura, os mais antigos.”

E D WA R D G E O R G E B U LW E R - LY T TO N

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Saberá identificar os principais autores e revistas científicas associados ao tema.

Aprenderá a desenvolver a malha teórica para análises e discussões dos resultados.

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26/01/17 18:12

A seção de revisão da literatura tem o propósito de evidenciar que o autor do projeto de pesquisa está atualizado com os avanços científicos mais recentes no tema ou temas associados à sua pesquisa. Projetos de pesquisa associados à obtenção de títulos, como os que ocorrem no TCC, mestrado e doutorado, requerem a definição dos conceitos, modelos e demais abstrações teóricas empregadas na pesquisa. Isso está em conformidade com o propósito da “formação do autor”, como destacado na

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C A P Í T U L O 9 - SEÇÕES DE APÊNDICESE ANEXOS

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CAPÍTULO 9

SEÇÕES DE

APÊNDICES

E ANEXOS

“Se importante à compreensão, mas prejudicial à fluidez da leitura, trate-o como anexo ou apêndice.”

J O S É O S VA L D O D E S O R D I

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Saberá como inserir textos importantes e extensos sem dificultar a fluidez da leitura do projeto de pesquisa.

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26/01/17 18:12

O conteúdo de um apêndice ou anexo geralmente abrange informação não essencial para explicar o conhecimento científico, o procedimento de pesquisa realizado ou a importância da pesquisa, porém traz informações adicionais que apoiam, respectivamente, o entendimento da análise realizada, do procedimento realizado ou da amplitude e seriedade do problema de pesquisa associado ao projeto.

São informações que auxiliam, mas que não são essenciais, podendo ser subtraídas a qualquer momento sem perdas ao entendimento.

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Respostas

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Respostas

Testes de concursos e de exames de suficiência

Capítulo 10

1) Resposta: “a”

2) Resposta: “d”

Observar que, sendo a empresa comercial, suas mercadorias serão vendidas com incidência do ICMS e não do IPI. Assim, o valor do

IPI integra o custo de aquisição e o do ICMS não.

3) Resposta: “c”

4) Resposta: “a”

5) Resposta: “a”

Ao avaliar os itens em estoque para fins de levantamento de Balanço, deve-se aplicar a regra “Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor”, estudada na Seção 10.6.6.

Diante das informações contidas na presente questão, faremos:

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 497

a)

Cálculo do valor realizável líquido do item ALFA

500 ϫ $ 3,50 ϭ $ 1.750,00

(Menos) Despesas: 10% de 1.500) ϭ $  150,00

(ϭ) Valor Realizável Líquido $ 1.600,00

Valor a ser atribuído ao estoque: $ 1.500,00

b)

Cálculo do valor realizável líquido do item BETA:

100 ϫ $ 10,00 ϭ $ 1.000,00

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9 - Apuração simpli cadado resultado

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9

Apuração simplificada do resultado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que é, para que serve e como se apura o Resultado do Exercício de forma simplificada.

2. Conhecer um roteiro que pode ser utilizado para apuração do Resultado do Exercício de uma empresa de prestação de serviços.

3. Aprender os procedimentos necessários para apurar o

Resultado do Exercício de forma simplificada.

4. Saber o que é e para que serve o Balanço Patrimonial.

5. Elaborar de maneira simplificada o Balanço Patrimonial.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 155

24/02/2017 11:16:56

9.1 Introdução

Nos capítulos anteriores, você aprendeu a registrar os fatos administrativos (ou fatos contábeis). Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que a apuração simplificada?

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