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2. BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

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CAPÍTULO 2

J

᭿

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

59

á analisamos alguns dos benefícios da implementação do gerenciamento de projetos. O principal deles é a racionalização do f luxo de trabalho, que, por sua vez, permite fazer mais em menos tempo, com menos recursos e sem qualquer prejuízo da qualidade. Geralmente, isso exige a implementação de uma metodologia de gestão de projetos baseada em formulários, diretrizes, modelos e listas de verificação de fácil utilização.

As lições aprendidas e as melhores práticas são captadas no final de cada projeto, no final de cada etapa ou em suas revisões.

A partir daí, são utilizadas para a melhoria contínua da metodologia de gestão de projetos empresariais (EPM – Enterprise Project Management). As atividades externas de benchmarking também constituem meios eficientes de gerar ou obter propriedade intelectual do gerenciamento de projetos para o aprimoramento da tecnologia.

Quando corretamente implementado, o gerenciamento de projetos funciona – e funciona bem. Entretanto, como explicamos, pode haver alguma resistência às mudanças introduzidas pela gestão de projetos. Há pessoas que colocam suas aspirações pessoais de poder e autoridade acima dos interesses da empresa.

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Capítulo 15 - Política Industrial e Desenvolvimento Local: O Caso no Município de Passo Fundo

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15

POLÍTICA INDUSTRIAL E

DESENVOLVIMENTO LOCAL: O CASO

NO MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

José Antonio Valle Antunes Júnior

Renato Brasil Kourrowski

Marcos Alexandre Cittolin

INTRODUÇÃO

A possibilidade de executar políticas industriais

(PI) articuladas entre diferentes entes federativos assume especial interesse no que tange, sobretudo, ao tema do desenvolvimento regional, sendo particularmente relevante para os médios municípios brasileiros (KOURROWSKI, 2015).

A exposição deste capítulo trata de uma experiência recente de política de desenvolvimento local para fortalecimento da indústria – a do município de Passo Fundo, no Rio Grande do

Sul –, a qual ilustra a potencialidade de se obterem amplas melhorias associadas aos aspectos econômico, social e ambiental de uma região por meio dessas políticas.

Começamos o Capítulo com uma explicação sobre desenvolvimento endógeno, que tomaremos como equivalente de processo de desenvolvimento local. Nas duas seções seguintes abordamos o caso da política de desenvolvimento do município de Passo Fundo, tratando de expor suas linhas mestras em conformidade com a noção de desenvolvimento endógeno, para logo depois apresentar evidências sobre o processo de desenvolvimento socioeconômico do município nos anos de 2005 a 2012. A seção final oferece uma breve síntese acerca das

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Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

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8

É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Capítulo 5 - A Política da Firma e a Operação da Sala do Investidor: da Coordenação aos Investimentos

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PARTE II POLÍTICA SETORIAL, FIRMA E ECONOMIA DA COOPERAÇÃO

5

A POLÍTICA DA FIRMA E A

OPERAÇÃO DA SALA DO INVESTIDOR:

DA COORDENAÇÃO AOS INVESTIMENTOS

Taylor Favero Guedes

José Antonio Valle Antunes Júnior

A SALA DO INVESTIDOR

NO CONTEXTO DA POLÍTICA

INDUSTRIAL

O presente capítulo trata da Sala do Investidor, um dos mais importantes projetos nascidos no bojo da Política Industrial do Rio Grande do

Sul (PI/RS), estruturada e implantada pelo Governo do Estado na gestão 2011-2014. O desenvolvimento econômico estava dentre as principais linhas programáticas da gestão, elegendo o

Sistema de Desenvolvimento do Rio Grande do

Sul (SDRS) como conceito-chave daquela Política.1 Tal sistema almejava organizar as questões de natureza prática da política industrial ao manejar diferentes variáveis com o propósito de minimizar o risco de perda de governança sobre a diversidade de fatores que impactam no processo de desenvolvimento econômico

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Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

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11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Atlas (13)
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11 - Trabalhos científicos

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11

Trabalhos científicos

1

TRABALHOS CIENTÍFICOS

Trabalho científico é uma expressão genérica para trabalhos acadêmico-científicos, como: artigo científico, comunicação científica, dissertação de mestrado, ensaio científico, fichamento, informe científico, inventário acadêmico, mapa conceitual, memorial, monografia, paper, plano de pesquisa, pôster, pré-projeto de pesquisa, projeto de pesquisa, relatório, resenha, resumo, tese de doutorado, trabalho de conclusão de grupo (cf. BRASILEIRO, 2013, p. 69-167). Neste livro, tratamos alguns desses trabalhos neste capítulo e outros no Capítulo 12, que trata de publicações científicas.

Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas preestabelecidas e com os fins a que se destinam, bem como ser inéditos ou originais e contribuir não só para a ampliação de conhecimentos, ou a compreensão de certos problemas, mas também servir de modelo ou oferecer subsídios para outros trabalhos.

Para Salvador (1980, p. 11), os trabalhos científicos originais devem permitir a outro pesquisador, baseado nas informações dadas:

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13 - Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

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13

Elaboração de referências bibliográficas e apresentação de citações

As normas que dizem respeito às referências bibliográficas são fixadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A norma atual em vigor, a

NBR 6023, data de agosto de 2002 e assim define referência: “Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual” (parágrafo 3.9).

1

PRÁTICA DE ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

Os elementos que constituem a citação bibliográfica devem ser obtidos preferencialmente da folha de rosto do livro (frontispício). Se da obra faltar informação sobre a data de publicação, a norma prescreve:

Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado (NBR 6023:2002, parágrafo 8.6.2):

Data provável: [2016?]

Data certa, mas não indicada na obra: [2016]

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4 - Métodos científicos

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4

Métodos científicos

1

CONCEITO DE MÉTODO

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos, mas nem todos os ramos de estudo que empregam esses métodos são ciências. A utilização de métodos científicos não é, portanto, da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.

Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo de produzir conhecimentos válidos e verdadeiros, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

2

DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO

A preocupação em descobrir e explicar a natureza vem desde os primórdios da humanidade, quando as duas principais questões referiam-se às forças da natureza, a cuja mercê viviam os homens, e à morte. O conhecimento mítico voltou-se à explicação desses fenômenos, atribuindo-os a entidades de caráter sobrenatural. A verdade era impregnada de noções supra-humanas e a explicação fundamentava-se em motivações humanas, atribuídas a forças e potências sobrenaturais.

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9 - Técnicas de pesquisa

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9

Técnicas de pesquisa

Técnica é um conjunto de procedimentos de que se serve uma ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos.

Michel (2015, p. 81) afirma a necessidade, por parte do pesquisador, de procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível a análise de dados brutos coletados na pesquisa, que lhe permita chegar a resultados de pesquisa significativos. Define então técnicas de pesquisa, como “instrumentos utilizados para se coletar dados e informações em pesquisa de campo, que devem ser escolhidos e elaborados criteriosamente, visando à análise e explicação de aspectos teóricos estudados”. Segundo ainda Michel, é por meio das técnicas de pesquisa que as fontes de informação “falam”: “são, portanto, ferramentas essenciais para a pesquisa e merecem todo o cuidado na sua elaboração, para garantir fidelidade, qualidade e completude dos resultados”.

O levantamento de dados classificam-se em: primários (depoimentos, entrevistas, questionários); secundários (coletados por meio de análise documental (documentos escritos, relatórios, livros, revistas, jornais, sites); terciários

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12 - Publicações científicas

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12

Publicações científicas

1

COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

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Editora Atlas S A (73)
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7 - Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

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Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

Toda vez que uma empresa lança produtos e não leva em consideração alguns de seus serviços básicos, como atendimento a reclamações e manutenção, o consumidor reage muito mal. Por outro lado, os clientes que adquirem serviços precisam tangibilizar sua experiência. Assim, uma pessoa que se hospeda num hotel de veraneio ficará agradavelmente satisfeita se, além do serviço prestado com qualidade, ela receber algum brinde material do estabelecimento. O produto reforça o serviço e o serviço realça o produto.

Criar bens, a partir do conhecimento de preferências mais específicas do consumidor, leva a área de desenvolvimento de produtos a projetar serviços que sejam percebidos como agregadores de valor, resultando no aumento do tempo de relacionamento com esse cliente. Por isso, diversas organizações aprendem que um bom produto ajuda na venda de serviços e vice-versa.

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2 - Tudo Leva ao Marketing de Relacionamento Associado ao CRM

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2

Tudo Leva ao Marketing de

Relacionamento Associado ao CRM

Você já percebeu como as relações com clientes se modificaram no Brasil nos últimos anos? Muita coisa mudou e alguns acham que o principal motivo foi a promulgação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Será que foi só isso? Certamente, o CDC teve algum peso na modificação das relações empresa-cliente, assim como outras leis influenciaram tantos outros países.

Contudo, existem mudanças estruturais que estão definitivamente aumentando a necessidade de as empresas abandonarem a forma tradicional de se fazer marketing para se adotar o marketing de relacionamento associado ao

CRM.

Todas as empresas, seus colaboradores e parceiros estão inseridos num contexto amplo que chamo de grande ambiente de mudanças, no qual suas variáveis são mutantes, incontroláveis e pouco previsíveis. Prever fatores climáticos é razoavelmente fácil para os departamentos de meteorologia, pois trabalham com poucas variáveis. Contudo, antever o futuro dos negócios é extremamente complexo, pois envolve centenas de variáveis que são dinâmicas tal qual a natureza humana, como, por exemplo, as leis, as motivações dos consumidores, o ânimo dos investidores e o engajamento dos colaboradores. Enfim, na gestão empresarial dependemos de muitos fatores e é bom que nos conscientizemos deles.

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Parte IV - 28 Análise das Variações de Custos Indiretos

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28

Análise das Variações de

Custos Indiretos

Continuemos a usar o mesmo exemplo do Capítulo anterior para explicação desse tipo de variação.

28.1

VARIAÇÃO TOTAL DE CIP

Até agora vimos a análise de Variações, tanto de Material quanto de Mão de obra, por unidade, já que esta é de fato a melhor forma de manuseá-las. Usemos o mesmo tipo de cálculo para os CIP.

Como em nosso exemplo se fala em Custos Indiretos de Produção por unidade, está implícito que a empresa em questão está usando o Custeio por Absorção. Por isso, sabemos que dois problemas vão entrar na diferença entre Padrão e Real. Primeiramente, a própria diferença entre volume considerado para o cálculo do Padrão e volume Real de unidades feitas, já que isso provoca alteração nos custos unitários devido à existência dos Custos Indiretos Fixos. E também haverá a diferença causada pela oscilação nos custos em si.

Suponhamos que a determinação do Custo Indireto padrão de $75/unidade tenha sido feita assim (ver, novamente, o Quadro 27.1):

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Parte III - 22 Relação Custo/Volume/Lucro – Considerações Iniciais

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22

Relação Custo/Volume/Lucro –

Considerações Iniciais

Definimos no Capítulo 4, item 4.3, o que seja o Custo Fixo e o Custo Variável.

Ao longo do trabalho, temos dado especial ênfase à análise da sua influência nos processos de Custeamento e no Resultado, das dificuldades de alocação dos Fixos etc.

Vamos neste ponto dar ainda mais atenção a eles.

22.1

CUSTOS (E DESPESAS) FIXOS

Sabidamente, não existe Custo ou Despesa eternamente fixos; são, isso sim, fixos dentro de certos limites de oscilação da atividade a que se referem, sendo que, após tais limites, aumentam, mas não de forma exatamente proporcional, tendendo a subir em “degraus”. Assim, o Custo com a supervisão de uma produção pode manter-se constante até que ela atinja, por exemplo, 50% da sua capacidade; a partir daí, provavelmente precisará de um acréscimo (5, 20 ou 80%) para conseguir desempenhar bem sua função.

Alguns tipos de custos podem mesmo só se alterar se houver uma modificação na capacidade produtiva como um todo, sendo os mesmos de 0 a 100% da capacidade, mas são exceções (como a depreciação do imóvel, por exemplo).

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Parte II - 13 Problemas Especiais da Produção Contínua: Custeio por Processo

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Problemas Especiais da Produção

Contínua: Custeio por Processo

Existem algumas características especiais na contabilização de custos na Produção Contínua vistas neste capítulo e outras que somente serão analisadas na Seção de

Custos para Controle. Por exemplo, é comum nesta forma de produção debitarem-se os custos de materiais não aos produtos diretamente, e sim aos departamentos onde foram utilizados, para depois serem apropriados às linhas; isso se deve à necessidade, muitas vezes, de se saber os custos por Departamento para efeito de controle. Esses aspectos serão discutidos posteriormente. Neste capítulo vamo-nos preocupar mais com os problemas de atribuição de custos para efeito de avaliação contábil do produto elaborado.

13.1

EQUIVALENTE DE PRODUÇÃO

Na apuração de Custos por Processo, os gastos da produção são acumulados por período para apropriação às unidades feitas. Suponhamos, num primeiro caso extremamente simples, que um único produto seja elaborado, e que os seguintes dados estejam disponíveis:

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Editora Empreende (96)
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Capítulo 4 - O PROCESSODE INOVAÇÃO

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Capítulo 4

O PROCESSO

DE INOVAÇÃO

As iniciativas da BP devem ser concebidas como projetos de inovação. O envolvimento na BP requer reconfigurações radicais dos custos do produto e lidar com grandes diferenças no ambiente cultural e institucional, mesmo em comunidades na mesma cidade. Para atender a essas condições com sucesso, os empreendedores da BP devem ser altamente inovadores. Portanto, este capítulo apresenta alguns conceitos-chave em matéria de inovação, a fim de ajudá-lo a incorporar uma perspectiva de inovação para empreendimentos da

BP. O capítulo começa definindo a inovação, pois se trata de um conceito amplamente usado, mas ambíguo; em seguida, descrevem-se os desafios-chave da inovação na BP, oferecem-se algumas orientações para inovar (o núcleo do capítulo) e então se abordam outros aspectos importantes: a avaliação da sua inovação e a proteção contra os concorrentes. A última parte do capítulo oferece alguns exemplos específicos de inovação na BP.

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Capítulo 5 - AS PARCERIAS NA BP

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Capítulo 5

AS PARCERIAS NA BP

Este capítulo explica o processo de parceria com uma variedade de atores presentes na BP. Um resultado claro da investigação sobre a BP até agora é que na maioria dos ambientes da BP é muito difícil construir um empreendimento sustentável sem a participação ativa das partes interessadas locais, porque essas partes interessadas possuem recursos que você pode não ser capaz de obter de outras fontes, e sem os quais alguns empreendimentos podem sobreviver, tais como segurança física para você e seus colaboradores. Mas em contraste com outros mercados, na BP você pode não ser capaz de simplesmente comprar esses recursos das partes interessadas; em vez disso, você terá de buscar relacionamentos mais complexos de parceria, envolvendo confiança, algum grau de tomada de decisão conjunta e outros desafios.

Os recursos que estão potencialmente disponíveis através de parcerias na BP são muitos, e cobrem os tipos usuais de recursos que as empresas buscam na parceria com outras empresas, tais como fatores de produção ou serviços de conhecimento sobre o mercado ou de distribuição, bem como recursos que abordam as condições institucionais que prevalecem na BP. Alguns desses recursos são:

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Capítulo 1. Um guia definitivo paradesenvolver planos denegócios

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Capítulo

1

Um guia definitivo para desenvolver planos de negócios

A proposta deste livro

Plano de negócios, seu guia definitivo surgiu da demanda de clientes, alunos, professores e demais públicos que precisam desenvolver um plano de negócios de maneira objetiva e não têm tempo para se aperfeiçoar com profundidade acerca dos temas que envolvem o assunto. Trata-se de um livro objetivo, direto e que pretende oferecer ao leitor um guia prático e definitivo para o desenvolvimento de um plano de negócios. Devido ao sucesso da primeira edição, com milhares de exemplares vendidos, o livro foi atualizado e revisado nesta segunda edição, tendo ainda como novidade a utilização do modelo de negócio Canvas para analisar uma oportunidade, explicando sua integração com o plano de negócios.

1.1 Aprender fazendo

Tendo como referência a máxima de que nada substitui a prática, a ideia do livro é permitir que você, leitor, aprenda a desenvolver um plano de negócios ao longo da leitura dos conceitos e exemplos apresentados. Seja você um empreendedor do próprio negócio, um executivo, um estudante ou um empreendedor em potencial, a ideia que permeia todo o livro

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Capítulo 12 - Empreendedorismo

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Capítulo 12

Empreendedorismo

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ADMINISTRAÇÃO

12. E� mpreendedorismo

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• Compreender a abrangência do termo empreendedorismo.

• Conhecer a relação entre inovação e empreendedorismo.

• Entender como os empreendedores do próprio negócio transformam ideias em oportunidades.

Um funcionário público pode ser um empreendedor ao propor maneiras de otimizar os recursos disponíveis para que o serviço prestado à população seja de excelência, com o menor investimento possível, e trabalhar para que sua proposta seja implementada.

Uma artista plástica, ao buscar realizar seu sonho de criar e compartilhar o que criou com outras pessoas, empreende e ainda pode fazer dinheiro com sua atividade, vendendo suas criações a um público-alvo seleto, disposto a pagar pela obra.

Cap. 12 • EMPREENDEDORISMO

Objetivos de Aprendizagem

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Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

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Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

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ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

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• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Editora Manole (231)
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18. Os novos clusters abertos de entretenimento

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18

Os novos clusters abertos de entretenimento

LU I Z G O N Z AG A G O D O I T R I G O

Introdução

As sociedades atuais são marcadas pela fragmentação, contradição e parado‑ xos. É uma complexidade dinâmica assinalada pela permanente evolução tecnoló‑ gica, seja evolutiva ou disruptiva, e pela extrema diversidade cultural, étnica, social ou econômica. Não se considera mais apenas os segmentos, mas os nichos de mer‑ cado; não existem mais patamares de estabilidade, mas forças de mudança que al‑ teram, criam e destroem permanentemente as faces culturais e produtivas das civi‑ lizações; não há mais ciclos previsíveis, mas crises e ondas de oportunidades que assolam os mercados e as sociedades.

Os campos do lazer e do prazer foram igualmente influenciados pelos fluxos de acontecimentos que abalaram as antigas certezas e teorias pretensamente totalizan‑ tes dos metassistemas filosóficos. Se, no século XIX, personagens como Darwin,

Comte, Nietzsche e Marx chocaram o pensamento estabelecido e lançaram novos paradigmas, ao longo do século XX, nomes como Lyotard, Popper, Castells e uma série de analistas econômicos e de tendências, como Philip Kotler, Alvin Toffler,

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22. Hospitalidade

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22

Hospitalidade

E L I Z A B E T H K YO KO WA D A

Introdução

Neste capítulo, pretende‑se refletir sobre as contribuições tanto conceituais quanto estratégicas que a hospitalidade pode proporcionar ao turismo brasileiro, interno e receptivo; às políticas públicas que norteiam a atividade; e à aplicação de clusters como encaminhamento do planejamento estratégico que respalda o setor.

Hospitalidade é erroneamente confundida com hotelaria em virtude da utili‑ zação, sobretudo nos anos 1980 e 1990, da expressão em inglês hospitality industry.

Na atualidade, a denominação mais comum em língua inglesa é loading industry.

Fundamentação teórica

Examinada de maneira interdisciplinar no âmbito das Ciências Humanas

(Bueno, 2008, p. 8), a hospitalidade tem como objeto de estudo o anfitrião, seja ele uma pessoa, uma comunidade, uma nação ou uma organização.

Para as pesquisas e para a compreensão desse fenômeno social, ela empresta noções de diversas áreas do conhecimento, como a filosofia, a sociologia, a antro‑ pologia, a geografia, a história, entre outras. Possui relação direta com o turismo, afinal, um dos momentos em que a população de um destino exerce o papel de an‑ fitrião é na recepção do turista.

419

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28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

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28

A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

547

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2 – Planejamento

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Capítulo

2

Planejamento

Tópicos deste capítulo a Introdução a Conceito de planejamento a Importância e necessidade do planejamento a Objetivos a Os níveis de planejamento a Planos a Princípios tradicionais de planejamento a Gráficos de planejamento a Questões para revisão a Exercícios a Veja na internet

Introdução

As empresas não funcionam ao acaso. E muito menos na base da pura improvisação. Tudo nelas deve ser planejado. Isto significa que as empresas precisam decidir antecipadamente o que pretendem alcançar e o que deve ser feito para atingir seus objetivos. O foco em objetivos continua a ser a razão do sucesso de muitas empresas bem-sucedidas: elas sabem com antecedência o que e como fazer. E quais resultados querem oferecer.

Na realidade, o planejamento é muito comum em nossas vidas. Em todos os momentos estamos planejando nosso comportamento em rela-

32

iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

ção a certos objetivos que pretendemos realizar. Quando pretendemos ir a algum lugar, planejamos antecipadamente qual o melhor percurso a ser percorrido. Qualquer viagem envolve algum planejamento. As donas de casa planejam constantemente seu dia a dia, as refeições da família, o abastecimento do lar etc. Assim, o planejamento é uma decorrência natural do comportamento das pessoas em quaisquer situações. Nas empresas, o planejamento é uma necessidade imperiosa: uma vez definido algum objetivo a alcançar, o planejamento constitui a melhor maneira de chegar lá.

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14. Inteligência comercial para os produtos de turismo nos espaços rural e natural

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14

Inteligência

comercial para os

produtos de turismo nos espaços rural e natural

Adonis Zimmermann

Introdução

Nos anos de 1990, o turismo rural passou pelas mais variadas discussões quanto à definição, ao conceito, à formatação do produto, de sua segmentação, dos benefícios sociais, ambientais etc., mas muito pouco se falou sobre sua comercialização, sobre a inteligência comercial desses produtos. Conclui-se que esse assunto não despertava o devido interesse, tendo em vista que, até pouco tempo, a oferta de produtos turísticos no espaço rural era bem inferior à demanda. Essa condição se modifica rapidamente, com uma constante ampliação e inovação da oferta.

Durante essas duas décadas de atividades profissionais no segmento turístico, tivemos a oportunidade de desenvolver e monitorar inúmeros empreendimentos turísticos nos espaços rural e natural, com a oferta das mais variadas atividades turísticas, criando um verdadeiro mix de produtos, o que proporcionou ao segmento uma clara revitalização do produto, gerada pela evolução da sua demanda.

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