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Capítulo 15 - Política Industrial e Desenvolvimento Local: O Caso no Município de Passo Fundo

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15

POLÍTICA INDUSTRIAL E

DESENVOLVIMENTO LOCAL: O CASO

NO MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

José Antonio Valle Antunes Júnior

Renato Brasil Kourrowski

Marcos Alexandre Cittolin

INTRODUÇÃO

A possibilidade de executar políticas industriais

(PI) articuladas entre diferentes entes federativos assume especial interesse no que tange, sobretudo, ao tema do desenvolvimento regional, sendo particularmente relevante para os médios municípios brasileiros (KOURROWSKI, 2015).

A exposição deste capítulo trata de uma experiência recente de política de desenvolvimento local para fortalecimento da indústria – a do município de Passo Fundo, no Rio Grande do

Sul –, a qual ilustra a potencialidade de se obterem amplas melhorias associadas aos aspectos econômico, social e ambiental de uma região por meio dessas políticas.

Começamos o Capítulo com uma explicação sobre desenvolvimento endógeno, que tomaremos como equivalente de processo de desenvolvimento local. Nas duas seções seguintes abordamos o caso da política de desenvolvimento do município de Passo Fundo, tratando de expor suas linhas mestras em conformidade com a noção de desenvolvimento endógeno, para logo depois apresentar evidências sobre o processo de desenvolvimento socioeconômico do município nos anos de 2005 a 2012. A seção final oferece uma breve síntese acerca das

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Capítulo 5. Os limites do enquadramento

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Capítulo 5

Os limites do enquadramento

O caminho até a Guerra no Iraque

Em 2002, o governo americano, sob a liderança do presidente George W. Bush, defendia a aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU de uma resolução condenando o governo de Saddam Hussein por violação de resoluções anteriores relativas ao programa de armas de destruição em massa (ADM) do Iraque.

Todas as partes concordavam que inspetores iriam ao país para avaliar se o

Iraque estava em conformidade com as exigências da ONU. Mas não havia acordo sobre quais seriam os próximos passos. Os Estados Unidos, junto com a Grã-Bretanha e outros países, exigia que uma imediata “autorização de uso da força” das Nações Unidas contra o Iraque caso este país não satisfizesse os inspetores com rapidez. A França, junto com a Alemanha, a Rússia e outros

(incluindo os próprios inspetores) queria dar aos inspetores mais tempo e, o

1 que é crucial, não queria um gatilho automático para o uso da força. Em vez disso, eles exigiam que as partes concordassem em se reunir novamente caso a autorização de uso da força parecesse necessária. Do ponto de vista da coalizão francesa, um gatilho automático praticamente garantiria uma guerra, mesmo que não houvesse um programa de ADM. A ideia era: como o Iraque seria capaz de provar “imediata, incondicional e ativamente” a não existência de algo que os outros acreditavam que os iraquianos sabiam muito bem como esconder e sobre o qual provavelmente iriam mentir?

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Capítulo 18 - Percepções dos Atores Sociais Sobre a Política Industrial do Rio Grande do Sul

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PARTE IV BASES PARA UMA NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL

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PERCEPÇÕES DOS ATORES

SOCIAIS SOBRE A POLÍTICA INDUSTRIAL

DO RIO GRANDE DO SUL

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO: OBJETIVOS E

ASPECTOS METODOLÓGICOS

Este capítulo aborda as percepções de atores sociais relevantes acerca da Política Industrial do

Rio Grande do Sul (PI/RS) e tem por referência um estudo de caso conduzido para a dissertação de mestrado do autor, submetida ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de

Produção e Sistemas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (PPGEPS/Unisinos), em setembro de 2014, sob o título Política Industrial do Rio Grande do Sul (2012-2014): uma análise crítica (VAZ, 2014). Para tanto, realizaram-se 51 entrevistas dirigidas a diferentes grupos de atores considerados como partes interessadas no processo da PI/RS. Secundariamente, mas não menos importante, a dissertação também sugeriu elementos conceituais e práticos como contribuição para tornar mais efetiva a política industrial. Neste estudo, o próprio autor do trabalho exerceu uma observação participante, pois foi um dos operadores da política industrial, avocando-se, também por conta disto, capacidade para expressar juízos e contribuir com o resultado da análise.

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Capítulo 19 - Anotações para uma Nova Política Industrial

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19

ANOTAÇÕES PARA UMA

NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL

Carlos Henrique Horn

José Antonio Valle Antunes Júnior

Ivan De Pellegrin

INTRODUÇÃO

A Política Industrial do Estado do Rio Grande do Sul (PI/RS) de que tratamos neste livro foi uma experiência cuja formulação e execução se estendeu ao longo do quadriênio 20112014 durante o Governo Tarso Genro. Ainda que também se possa entender a execução da

PI/RS como um processo de tentativa e erro, pois as ações se sujeitaram à constante reformulação em virtude do caráter mutante dos problemas enfrentados e das percepções quanto às consequências futuras das próprias ações, foi apenas no segundo semestre de 2013, e depois novamente em 2014, que se empreendeu uma avaliação sistemática quanto aos resultados e às linhas de renovação possíveis da política industrial. O que não poderia ser diferente, porquanto a aproximação do processo eleitoral para o governo estadual fixa o momento em que os atores envolvidos em políticas públicas naturalmente se debruçam sobre alternativas a serem consideradas em um novo Governo, seja ele de continuidade ou de mudança.1

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Capítulo 16. Mapeie o espaço de negociação

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Capítulo 16

Mapeie o espaço de negociação

Negociando a compra da Louisiana

Pouca gente pode dizer que já ouviu falar do Tratado Preliminar e Secreto entre a República Francesa e Sua Majestade Católica o Rei da Espanha sobre a Exaltação de Sua Alteza Real o Infante Duque de Parma na Itália e a Retrocessão da Louisiana.1 Esse tratado, no entanto, assinado por França e a Espanha em

1800, logo teria um papel importantíssimo na história. Com base nesse acordo, a Espanha devolveu à França o enorme Território da Louisiana, na América do

Norte, cedido pela França para a Espanha em 1763, após a derrota francesa na

Guerra dos Sete Anos.

Durante as negociações entre a Espanha e a França, o embaixador de Napoleão supostamente ofereceu “garantias soleníssimas” que a França não venderia ou cederia o Território da Louisiana a qualquer outro país e que o devolveria à Espanha caso a França desejasse despojar-se dele. Quando Napoleão decidiu então vender as terras para os Estados Unidos, foi uma surpresa para os espanhóis, os americanos e mesmo muitos franceses. Em 1803, os Estados

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Editora Atlas S A (45)
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5 Matriz e Filiais: Centralização Versus Descentralização

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5

Matriz e Filiais: Centralização Versus

Descentralização

1 Introdução

A contabilidade de pessoa jurídica, abrangendo matriz e filiais, pode ser feita de forma centralizada ou de forma descentralizada.

A contabilidade centralizada resulta em apenas um conjunto de demonstrações financeiras para a matriz e filiais.

Por outro lado, a contabilidade descentralizada produz demonstrações financeiras individualizadas para matriz e para cada filial. Essas demonstrações financeiras individuais são posteriormente combinadas de forma a representar um

único conjunto de demonstrações financeiras da companhia.

2 Exemplo de transações que envolvem matriz e filiais

A Farmácia Moderna S.A. foi constituída em 10 de janeiro de 20X1, com sede na cidade de São Paulo. Os sócios integralizaram em espécie seu capital social em R$ 10.000, tendo sido o dinheiro depositado em conta-corrente no Banco do

Brasil. As seguintes transações ocorreram posteriormente:

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Parte II - 6 Processo de planejamento

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6

Processo de planejamento

Objetivos

Quando finalizar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo de planejamento.

• Componentes de um plano.

• Principais técnicas para o estudo do futuro.

Introdução

Planejar é ao mesmo tempo um processo, uma habilidade e uma atitude. Assim como o contrário de eficiência é desperdício, o contrário de planejamento é improvisação. O que é planejar?

Planejar, para começar, é um processo de refletir e tomar decisões sobre o futuro. Você certamente passa uma parte de seu tempo “fazendo planos”.

Já não fez a alguém ou ouviu a pergunta “quais são seus planos”? Pensar no futuro é um processo mental – quando tratamos esse processo de ma-

112 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

neira formal, com o apoio de técnicas e passamos dos planos à ação, estamos tentando administrar o futuro.

Para que planejar?

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16 - Facilitando os cálculos com o Atingir Meta e o Solver

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16 Facilitando os cálculos com o

Atingir Meta e o Solver

“... esse episódio de imaginação a que chamamos realidade.”

Fernando Pessoa

16.1  Objetivos do capítulo

As operações quantitativas feitas no Excel são muito facilitadas pelo uso de duas ferramentas importantes: o Atingir Meta e o Solver. Ambos permitem obter de forma rápida e eficiente respostas para diversas situações apresentadas em planilhas.

Este capítulo possui o objetivo de apresentar os dois importantes recursos do Excel.

excel.indb 260

Figura 16.1  Recurso Atingir Meta.

16.2  Atingindo as metas de forma fácil

o valor desejado do lucro, basta parametrizar a função Atingir Meta conforme exibido na Figura 16.2.

O recurso Atingir Meta consiste em uma ferramenta bastante útil na solução de equações algébricas. Pode ser acessado através de opção sempre disponível no Excel, através do menu Dados, categoria Ferramentas de dados > Teste de

Hipóteses > Atingir Meta. Veja a Figura 16.1.

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Parte III - 11 Sobre máquinas e organismos

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11

Sobre máquinas e organismos

Objetivos

Terminando de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Modelo mecanicista e modelo orgânico de organização.

• Fatores que condicionam a orientação para o modelo mecanicista ou o orgânico.

Introdução

Na história moderna dos estudos organizacionais, a ideia de que as organizações podem parecer-se com máquinas, em que as pessoas são peças, nasceu com a sociologia do tipo ideal de

Max Weber. Volte rapidamente ao Capítulo 2 e releia Weber. Na história das organizações reais, a analogia com as máquinas está presente em muitos episódios: os exércitos, os navios a remo

(particularmente os operados por escravos) e, desde a Revolução Industrial, as linhas de mon-

220 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

tagem, sempre foram similares a máquinas. Essa orientação das organizações para o modelo da máquina é chamada de mecanicismo. Charlie Chaplin retratou esse mundo no filme Tempos Modernos, de 1933.

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3 Demonstração do Valor Adicionado

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3

Demonstração do Valor Adicionado

1 Introdução

A nova norma da lei societária estabelece:

“Art. 176 [...]

V – se companhia aberta, valor adicionado.

Art. 188. As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo:

II – demonstração do valor adicionado – o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.”

A nova norma da lei societária (Lei nº 11.638/07) alterou os arts. 176 e 188 da Lei nº 6.404/76, incluindo a obrigatoriedade da apresentação da demonstração do valor adicionado (DVA), somente para as companhias abertas. Logo, a DVA faz parte do conjunto de demonstrações financeiras de uma companhia aberta, que contempla também o balanço patrimonial, a demonstração do resultado do exercício, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração dos fluxos de caixa e as notas explicativas. As companhias fechadas e as empresas limitadas poderão optar pela apresentação da DVA.

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Editora Empreende (50)
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Capítulo 10 - Ética e Responsabilidade Social

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Capítulo 10

Ética e

Responsabilidade

Social

ADM_.indb 107

03/08/2018 17:15:09

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ADMINISTRAÇÃO

10. �Ética e

Responsabilidade

Social

ADM_.indb 108

03/08/2018 17:15:09

• Conceituar a ética e sua abrangência nas organizações.

• Conceituar a responsabilidade social das organizações.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

1. Ética

Os constantes escândalos de corrupção, níveis de violência assustadores e tantos outros desvios de comportamento envolvendo agentes públicos, privados e cidadãos de todo tipo e origem evidenciam uma grave crise de valores em nossa sociedade. Essa crise é caracterizada pelo desrespeito

às leis e regras sociais, e tem origem na dificuldade de os indivíduos internalizarem normas morais, valores e padrões de conduta éticos.

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Capítulo 11 - Governança Corporativa

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Capítulo 11

Governança

Corporativa

ADM_.indb 123

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ADMINISTRAÇÃO

11. �Governança

Corporativa

ADM_.indb 124

03/08/2018 17:15:13

• Conceituar a Governança Corporativa das Organizações.

• Conhecer os benefícios da aplicação de boas práticas de governança corporativa na administração.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Governança corporativa

A separação entre a propriedade e a gestão das organizações empresariais deu origem a conflitos de interesse entre os donos das empresas e os executivos contratados para sua administração. Como vimos no capítulo sobre Ética e Responsabilidade Social, as pessoas, pela própria natureza humana, podem priorizar seus próprios interesses em detrimento do interesse coletivo, seja este da organização ou da sociedade.

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Capítulo 7 - EMPRESAS INCLUSIVAS. OS RECURSOS DA BP

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Capítulo 7

EMPRESAS INCLUSIVAS.

OS RECURSOS DA BP

A ideia da BP como fonte de valor para o negócio certamente não

é original em publicações, pesquisas e práticas relacionadas com o paradigma da BP. As iniciativas e pesquisas da BP já perceberam que este é um papel igualmente importante e valioso da BP, que não havia sido ressaltado na formulação original da BP como um mercado. A pesquisa sobre as comunidades da BP tem mostrado repetidamente que pelo menos a BP urbana está profundamente enraizada nas trocas econômicas com o resto da economia, embora sofra de discriminação e segregação em aspectos como moradia, infraestrutura, educação, serviços de saúde, policiamento e outros serviços públicos.

Os assentamentos urbanos informais fornecem trabalho abundante para as economias urbanas. Como em Dharavi, Mumbai, onde locais de oficinas e fábricas contribuem significativamente para as redes de produção locais e mesmo internacionais, na produção de vestuário ou na reciclagem de peças eletrônicas. As comunidades urbanas da

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Capítulo 6 - O MERCADO DA BP

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Capítulo 6

O MERCADO DA BP

Os capítulos anteriores abrangeram diversos conceitos e estruturas que podem ajudar a construir um modelo de negócio para a BP, prestando atenção não só nas noções básicas de modelos de estratégia e negócios, mas também nas condições únicas dos ambientes da BP. Temos deixado deliberadamente de fora até este ponto os elementos centrais de qualquer modelo de negócio relacionado com a BP: o papel que a BP pode desempenhar para o sucesso do seu empreendimento. Neste livro, temos concebido os empreendimentos da

BP como novas empresas inovadoras que atuam sobre a singularidade dos ambientes BP para alcançar a rentabilidade. Consideramos a inovação como uma característica necessária de tais empreendimentos, porque acreditamos que, nas condições dos ambientes da BP, o sucesso empresarial não pode ser atingido com probabilidade razoável sem níveis significativos de inovação em alguma(s) característica(s) do modelo de negócio. Assim, o livro não considera a inovação como uma forma específica de envolvimento com a BP, mas sim como um elemento constitutivo de qualquer empreendimento da BP. Sempre de olho na inovação, o envolvimento com a BP pode proceder de duas formas não exclusivas: enxergando a BP como um mercado, ou como uma fonte de talento humano, ideias, trabalho, insumos físicos, ou outros recursos para o seu empreendimento. Este capítulo percorre o primeiro caminho; o Capítulo 7, o segundo.

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Capítulo 6 - Abordagem Sistêmica

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Capítulo 6

Abordagem

Sistêmica

ADM_.indb 69

03/08/2018 17:15:01

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ADMINISTRAÇÃO

6. �Abordagem

Sistêmica

ADM_.indb 70

03/08/2018 17:15:01

• Conceituar a abordagem sistêmica da Administração.

• Conhecer as aplicações do pensamento sistêmico na Administração.

• Compreender e aplicar os aspectos mais importantes do conceito de abordagem sistêmica.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Abordagem sistêmica

No início do século XX são lançadas as bases do que viria a ser conhecido como abordagem sistêmica da administração

(ou o enfoque sistêmico). Basicamente, tal abordagem considera que as organizações são sistemas inseridos dentro de sistemas maiores, os quais se inserem, por sua vez, em sistemas ainda maiores e assim por diante. Dessa forma, a realidade é vista como a interligação de vários elementos que se influenciam mutuamente. Cada um desses elementos muda de significado conforme o contexto em que se inserem. Um

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Editora Manole (231)
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Capítulo 4 - A animação cultural

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capítulo 4

a animação cultural

O que os grandes empresários dizem contra os agitadores é a mais pura verdade: são um grupo de pessoas intrometidas e perturbadoras que se dirigem às camadas perfeitamente contentes da comunidade e espalham em seu seio as sementes do descontentamento. Eis a razão pela qual os agitadores são absolutamente necessários. Sem eles, no estado de imperfeição em que nos encontramos, não haveria avanço na civilização.

A alma do homem sob o socialismo (1891), de Oscar Wilde

Lazer e educação: há sentido nessa conjunção?

A esta altura, o leitor já deve ter identificado que os momentos de lazer não podem ser compreendidos como instantes de fuga, desconectados da realidade social, o que não significa que devamos desconsiderar a busca do prazer como uma das características fundamentais.

Até agora, apresentamos algumas especificidades teóricas do assunto e algumas críticas a certos equívocos que se perpetuam em torno da temática. Mas como poderíamos entender mais detalhadamente uma possível contribuição do profissional a partir de uma perspectiva diferenciada? Se considerarmos que a atuação no âmbito do lazer pode contribuir para o questionamento da ordem social, como podemos encaminhar tal intervenção?

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1. INTRODUÇÃO AO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

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CAPÍTULO 1

INTRODUÇÃO AO

COMPORTAMENTO

ORGANIZACIONAL

Objetivos do capítulo

•• Definir o que é o comportamento organizacional.

•• Sumarizar as principais características do comportamento organizacional.

•• Apresentar os três níveis do comportamento organizacional.

•• Demonstrar a utilidade do estudo do comportamento organizacional.

•• Mostrar os novos desafios e os paradigmas do comportamento organizacional.

Caso de apoio: consultoria organizacional

Frederico Rodriguez é consultor organizacional. Seus clientes são empresas de grande porte que atuam nos mais variados ramos de negócios. Frederico faz reuniões com dirigentes empresariais para conquistar novos contratos de prestação de serviços. Por isso, Frederico precisa conhecer profundamente a vida organizacional, seus problemas e soluções, para conseguir vender o seu peixe. Feito o contrato de prestação de serviços, o trabalho inicial de Frederico consiste em fazer um diagnóstico prévio sobre os problemas enfrentados pela empresa. Para tanto, procura obter dados a respeito, por meio de entrevistas com executivos e funcionários da empresa, e tenta verificar os relatórios internos. À medida que coleta dados e informações, faz anotações e registros na tentativa de elaborar um quadro geral de referências sobre os problemas e suas possíveis causas. A seguir, faz reuniões com grupos internos para debater, checar e confirmar suas conclusões. Quando está seguro de que o seu diagnóstico está preparado, Frederico planeja as intervenções e soluções necessárias para eliminar ou reduzir o problema que aflige o cliente. Nessa altura, volta a fazer reuniões com a diretoria para apresentar seu diagnóstico e o plano de ação terapêutica para resolver o problema da empresa e receber o seu aval para dar prosseguimento aos trabalhos. Para conduzir todas essas ações preliminares de consultoria, Frederico precisa reunir profundos conhecimentos sobre o comportamento organizacional das organizações. Na sua opinião, quais seriam esses conhecimentos?

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12. Investimento em ações

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CAPÍTULO 12

Investimento em ações

Hudson Antunes Bessa

O valor das ações está iminentemente atrelado aos fatos do dia a dia, principalmente aqueles relacionados aos cenários político e econômico.

Fatores específicos, como a notícia de uma fusão, também podem afetar sobremaneira suas cotações e causar variações mais intensas. Por esse motivo, o investimento em ações é considerado uma alternativa de risco e, portanto, exige que o investidor busque mais informações. Este capítulo pretende ajudá-lo nessa empreitada ao transmitir conhecimentos sobre o que são ações, quais fatores influenciam seu valor ao longo do tempo e como analisar seu desempenho.

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, são abordados aspectos importantes para entender o mercado de ações, como os principais fatores que podem influenciar seus preços, negociação em bolsa de valores, custos, tributação e tantos outros que podem ajudar em sua decisão de investimento.

Para tanto, este capítulo está estruturado da seguinte forma: na primeira seção são abordados conceitos sobre mercado de capitais e mercado acionário; na sequência, são apresentados os mercados primário e secundário. Aprofundando no tema, são descritas as principais características dos níveis de governança. Na sequência, são abordadas algumas definições e formas de cálculo de valor, informações sobre o que são e para que servem as bolsas de valores. As

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5. Políticas públicas de turismo rural: uma alternativa necessária

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5

Políticas públicas de turismo rural: uma alternativa necessária

Alessandra Santos dos Santos

Paulo dos Santos Pires

Introdução

No Brasil, o turismo rural surge como uma alternativa econômica considerada capaz de minimizar a decadência do meio rural e manter a atividade agrícola nas propriedades que estão sendo abandonadas por uma série de fatores de ordem econômica e social. Institucionalmente, a inserção do turismo rural como alternativa econômica para o meio rural brasileiro deve-se ao modelo europeu, o qual integrou a atividade às políticas públicas no intuito de revigorar áreas rurais que se encontram em declínio. Não por acaso, o turismo rural foi incluído recentemente na Política Nacional do Turismo (PNT), a qual estabelece diretrizes, estratégias e programas para apoiar a diversificação de atividades e renda do homem campesino aliadas ao desenvolvimento agrícola.

Diante desse contexto, o presente capítulo é parte de uma investigação acadêmica1 cujo objetivo foi o de analisar as políticas públicas de turismo

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8. Instrumentalização de pesquisa em turismo

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8

Instrumentalização de pesquisa em turismo

CLÁUDIA RECH

Introdução

O turismo apresenta‑se como uma atividade economicamente viável para uma localidade, apontando significativo crescimento no setor terciário. Atualmente, es‑ sa área tem um papel impulsionador no desenvolvimento de um espaço geográfico, mobilizando pessoas em busca da apreciação de lugares que representem atrativos ao olhar do visitante. Por tudo isso, hoje, os estudos ligados ao fenômeno do turis‑ mo estão se ampliando, com enfoque de procedimentos conexos ao planejamento territorial e suas importantes aplicações práticas.

Os instrumentos de análise do planejamento turístico são compreendidos co‑ mo novos paradigmas para o desenvolvimento e para a diversificação econômica de uma destinação. Assim, por englobar aspectos sociais, culturais, econômicos e am‑ bientais, a atividade turística é analisada sob diversas óticas, abordando elementos que permitem entender o funcionamento sistêmico de sua estrutura e possibilitan‑ do a elaboração de reflexões acerca de suas tipologias e dos principais componen‑ tes que proporcionam o seu desenvolvimento.

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Editora Saraiva (885)
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64 - DUPLICATA

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64

DUPLICATA

64.1 APRESENTAÇÃO

A duplicata empresarial é um documento criado pelo legislador brasileiro.

O Código Comercial, embora revogado, previa, em seu art. 219, que nas vendas por atacado o vendedor era obrigado a extrair, em duas vias, uma relação das mercadorias vendidas, vias que eram assinadas pelas partes contratantes; e o art. 427 do mesmo Código determinava que a fatura assinada pelo comprador era um título de efeitos cambiais que servia para a cobrança judicial. A cópia dessa fatura (nota fiscal) é a origem da duplicata.

Atualmente, após a extração da nota fiscal de uma venda a prazo, emite-se a fatura para ser apresentada ao comprador, emitindo-se, consequentemente, a duplicata. Esta deve ser emitida com base na fatura, que é obrigatória caso esse seja o meio adotado pelo empresário para materializar as vendas a prazo.

O empresário que emite duplicata empresarial está obrigado a escriturá-la em livro específico: o Livro de Registro de Duplicatas.

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2.4 Ser ético

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ÉTICA NA GESTÃO EMPRESARIAL

A ética significa:

.. não ao individualismo e a seus subprodutos – egocentrismo e corporativismo;

.. não ao autoritarismo e suas subdivisões em ilhas de poder – arquipélago organizacional;

.. não ao totalitarismo político, com a centralização do poder;

.. não ao totalitarismo organizacional, com o comportamento burocrático;

.. não ao totalitarismo emocional, com o paternalismo.

Ética é vida. Sem princípios éticos, é inviável a organização social. Ética empresarial é a alma do negócio. É o que garante o conceito público e a perpetui‑ dade da empresa.

2.4 Ser ético

2.4.1 Comportamento e situações críticas

A cultura organizacional, os valores que presidem e orientam as relações sociais, as verdades comuns e o bem­‑estar decorrente do espírito de solidariedade criam condições para que a consciência ética seja tão natural quanto respirar. Não há o que discutir; o comportamento ético é condição essencial.

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APÊNDICE A - Relatórios ambientais – sugestões de leitura

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A P ÊND IC E A

Relatórios ambientais – sugestões de leitura

Sugere-se a leitura de alguns importantes relatórios que disponibilizam dados ambientais de confiança. Eles podem ser úteis para decisões estratégicas nas indústrias instaladas no Brasil:

• Riscos das mudanças climáticas no brasil. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

(INPE) e Met Office Hadley Centre (MOHC), 2011.

• Estudo sobre adaptação e vulnerabilidade à mudança do clima: casos do setor elétrico brasileiro. Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável

(CEBDS), 2013.

• Relatório de avaliação nacional do painel brasileiro de mudanças climáticas.

• Sumário Executivo do Volume 1 – Base científica das mudanças climáticas.

Contribuição do Grupo de Trabalho 1 ao primeiro Volume Especial para a

Rio+20. Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), 2012.

• Sumário Executivo – Contribuição do Grupo de Trabalho 2 ao Primeiro

Relatório de avaliação nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas.

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3 .1 NORMA S FUNDAMENTA I S D O P M I

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CAPÍTULO 3

Práticas úteis e normas fundamentais do PMI

3.1 NO RMA S FU ND AMENTAI S D O PMI

As ferramentas, processos, técnicas e princípios descritos em quatro normas fundamentais do PMI (Guia PMBOK,1 The standard for program management,2 The standard for portfolio management3 e Organizational project management maturity model (OPM3)4 formam a base para o gerenciamento de programas e projetos. Essas normas constituem um excelente ponto de partida para abordar as condições de complexidade provocadas por problemas com a ambiguidade, o comportamento humano e o comportamento do sistema. O emprego criterioso e ponderado de todas essas ferramentas auxilia o profissional a navegar pelo terreno em constante mudança de um programa ou projeto de ambiente complexo. De acordo com a publicação Pulse of the profession in-depth report: navigating complexity,5 muitas organizações estão usando os processos e métodos descritos nessas normas fundamentais como parte do arsenal para alcançar o sucesso em programas e projetos de diferentes níveis de complexidade (ver Tabela 3.1).

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6.1 Histórico

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CAPÍTULO

6

Crise da China

6.1 Histórico

6.1.1 Barbarians at the gate

Bem antes do século XIX, o Império Chinês poderia ser considerado hegemônico na Ásia, autodenominando-se o “centro do mundo”. Independentemente desse eventual exagero, o fato é que a partir do século XVIII, várias nações europeias construíram Estados e economias fortes, estendendo seus comércios internacionais para várias regiões da Ásia, como Vietnã e Índia. Ainda não existia por parte do Império Chinês o reconhecimento de que a China não mais ocupava o “centro do mundo” em termos econômicos e de que outras nações aumentavam seus poderes bélicos, principalmente como “argumento” para exercer pressões mercantilistas. O comércio internacional da China com algumas nações da Europa, principalmente Inglaterra, era tímido, quase nulo em termos de importação de recursos pelos chineses, mas robusto e significativo em termos de exportações para o

Ocidente. Como as transações eram liquidadas em taeis de prata (1 grama = 1 tael), a balança comercial desfavorável das nações europeias com o Império Chinês causava certo desconforto, além de resultar em um enxugamento da oferta monetária nas nações importadoras com a remessa de prata para o Império Chinês. Ciente

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