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Capítulo 5 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gereciamento de Projetos: O Patrocinador do Projeto

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Capítulo

5

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS: O

PATROCINADOR DO

PROJETO

142

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

A NECESSIDADE DE UM PATROCINADOR

A maioria dos projetos tem um patrocinador que pode ou não pertencer ao nível executivo da empresa.

CAPÍTULO 5

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

143

C

omo os gerentes de projeto e os gerentes funcionais nem sempre concordam, e como ocorrem problemas desconhecidos que não podem ser resolvidos pelo gerente de projeto, talvez seja necessária a presença de um patrocinador (ou executivo) do projeto. A função do patrocinador pode mudar conforme a fase específica do ciclo de vida do projeto. Por exemplo, durante as fases de iniciação e de planejamento, o patrocinador pode desempenhar papel ativo, assegurar que sejam estabelecidos os objetivos adequados e que o plano do projeto atenda às necessidades do negócio, assim como às necessidades de um cliente especial. Durante a fase de execução, o patrocinador pode assumir uma função mais passiva e envolver-se de acordo com a necessidade – por exemplo: quando aparecerem obstáculos, ocorrerem crises e houver conflitos sobre os recursos e as prioridades entre os projetos.

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Capítulo 3 - Bases Conceituais da Política Industrial do Rio Grande do Sul

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3

BASES CONCEITUAIS DA POLÍTICA

INDUSTRIAL DO RIO GRANDE DO SUL

Carlos Henrique Horn

Ivan De Pellegrin

José Antonio Valle Antunes Júnior

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO

Pode-se dizer, sem correr grande risco de equívoco, que a formulação da Política Industrial do Rio Grande do Sul (PI/RS) seguiu linhas de procedimento não canônicas. Na ausência de (i) uma política industrial prévia que lhe servisse de experiência a ser aprimorada e (ii) qualquer acúmulo teórico consistente a relacionar um diagnóstico compreensivo sobre a trajetória de longo prazo da economia do Rio Grande do Sul e escolhas de políticas públicas adequadas1, a elaboração da política industrial acabou por se assentar no conhecimento tácito e nas bagagens teóricas e políticas singulares dos seus formuladores, num processo que, sobretudo no caso dos programas setoriais, alargou-se o suficiente para acolher a experiência de atores e instituições públicas e privadas diretamente vinculados com cada setor de atividade que compôs a política setorial.

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Capítulo 7 - A Política Industrial e o Desenvolvimento da Indútria Oceânica e o Polo Naval no Rio Grande do Sul

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7

A POLÍTICA INDUSTRIAL E O DESENVOLVIMENTO

DA INDÚSTRIA OCEÂNICA E POLO NAVAL NO

RIO GRANDE DO SUL

Ivan De Pellegrin

José Antonio Valle Antunes Júnior

Marcus Coester

INTRODUÇÃO

O setor de petróleo e gás natural tem importância estratégica em âmbito mundial. Essa importância se traduz, em termos econômicos, em uma participação relevante na produção econômica haja vista ser ele o responsável pelo principal insumo energético para praticamente todos os demais setores e, também, a fonte de matéria-prima básica para a indústria petroquímica, com derivações diversas na química fina e farmacêutica e em novos materiais, entre outras áreas.

Trata-se de uma indústria dinâmica, especialmente em países como o Brasil, onde as reservas se concentram em águas ultraprofundas, o que demanda constante investimento em novas tecnologias de produtos (bens e serviços), bem como em equipamentos de grande porte, como plataformas de produção, de perfuração e navios plataforma, dentre outros.

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Capítulo 4 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gerenciamento de Projetos: O Gerente de Projeto

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Capítulo

4

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS:

O GERENTE DE

PROJETO

92

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

O BANCO DE TRÊS PERNAS

Gerente de projeto

Gerência funcional

Alta administração

(isto é, o patrocinador)

CAPÍTULO 4

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

93

A

nteriormente, analisamos alguns dos principais atores ligados ao gerenciamento de projetos. Neste capítulo, examinaremos o gerenciamento de projetos com se funcionasse como um banco de três pernas, representadas pelos seguintes agentes:

O gerente de projeto

Os gerentes funcionais

A alta administração

Para assegurar uma abordagem sólida e equilibrada, e para que a gestão de projetos funcione conforme o planejado, alcançando os benefícios esperados, todas as três pernas do banco precisam compreender o que é gerenciamento de projetos e como ele deve funcionar. Se apenas duas delas chegarem a essa compreensão, é impossível que o banco fique de pé.

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Capítulo 4 - O Processo de Formulação e a Arquitetura Institucional da Política Industrial do Rio Grande do Sul

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4

O PROCESSO DE FORMULAÇÃO E A

ARQUITETURA INSTITUCIONAL DA POLÍTICA

INDUSTRIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Ivan De Pellegrin

Carlos Henrique Horn

A ESTRATÉGIA PRECEDE A

ESTRUTURA: O PROGRAMA DE

GOVERNO E AS ORIGENS DA

POLÍTICA INDUSTRIAL

Em sua já consagrada abordagem metodológica do planejamento estratégico-situacional, Matus (1993, 1997) chama atenção para a importância do triângulo de governo constituído, em seus respectivos ângulos, por programa de governo, capacidade de governo e governabilidade.

A compreensão da Política Industrial praticada no Estado do Rio Grande do Sul entre os anos de

2011 e 2014 (PI/RS) começa na estratégia exposta no programa de governo. Lá está informado o processo de elaboração da PI/RS e, conforme a noção de que a estratégia deve preceder a estrutura (CHANDLER, 1962), também a arquitetura institucional erigida para sua execução.

Em 2010, a coligação partidária denominada Unidade Popular pelo Rio Grande venceu as eleições para o Governo do Estado, tendo sido eleito o advogado Tarso Genro amparado em um programa com forte ênfase no desenvolvimento econômico com inclusão social e cujo lema era fazer o Rio Grande crescer no ritmo do Brasil (GENRO, 2010, p. 1). De maneira

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Atlas (13)
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8 - Pesquisa

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8

Pesquisa

1 CONCEITO

Pesquisa, para Bagno (2010, p. 17), é uma palavra que chegou até nós pelo espanhol, que a herdou do latim:

Havia em latim o verbo perquiro, que significava “procurar; buscar com cuidado; procurar por toda parte; informar-se; inquirir; perguntar; indagar bem, aprofundar na busca”. [...] Perceba que os significados desse verbo em latim insistem na ideia de uma busca feita com cuidado e profundidade.

Para Ander-Egg (1978, p. 28), a pesquisa é um “procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do conhecimento”. A pesquisa, portanto,

é um procedimento formal, com método de pensamento reflexivo, que requer tratamento científico e se constitui no caminho para conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais.

O desenvolvimento de um projeto de pesquisa compreende seis passos:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

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7 - Variáveis

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7

Variáveis

1 CONCEITO

Segundo Lipset e Bendix (In: TRUJILLO FERRARI, 1974, p. 144), variável é um conceito operacional; salientam, porém, que a recíproca não é verdadeira, visto que nem todo conceito operacional constitui-se em variável. Para ser definida, a variável precisa conter valores.

Portanto, uma variável pode ser considerada como uma classificação ou medida; uma quantidade que varia; um conceito operacional, que contém ou apresenta valores; aspecto, propriedade ou fator, discernível em um objeto de estudo e passível de mensuração. Os valores que são adicionados ao conceito operacional, para transformá-lo em variável, podem ser quantidades, qualidades, características, magnitudes, traços etc., que se alteram em cada caso particular e são totalmente abrangentes e mutuamente exclusivos. Por sua vez, o conceito operacional pode ser um objeto, processo, agente, fenômeno, problema etc.

2

VARIÁVEIS NO UNIVERSO DA CIÊNCIA

Gil (2016, p. 79) identifica uma fase essencialmente teórica na pesquisa social, que é constituída pela formulação do problema e sua inserção em uma

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11 - Trabalhos científicos

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11

Trabalhos científicos

1

TRABALHOS CIENTÍFICOS

Trabalho científico é uma expressão genérica para trabalhos acadêmico-científicos, como: artigo científico, comunicação científica, dissertação de mestrado, ensaio científico, fichamento, informe científico, inventário acadêmico, mapa conceitual, memorial, monografia, paper, plano de pesquisa, pôster, pré-projeto de pesquisa, projeto de pesquisa, relatório, resenha, resumo, tese de doutorado, trabalho de conclusão de grupo (cf. BRASILEIRO, 2013, p. 69-167). Neste livro, tratamos alguns desses trabalhos neste capítulo e outros no Capítulo 12, que trata de publicações científicas.

Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas preestabelecidas e com os fins a que se destinam, bem como ser inéditos ou originais e contribuir não só para a ampliação de conhecimentos, ou a compreensão de certos problemas, mas também servir de modelo ou oferecer subsídios para outros trabalhos.

Para Salvador (1980, p. 11), os trabalhos científicos originais devem permitir a outro pesquisador, baseado nas informações dadas:

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2 - Pesquisa bibliográfica e resumos

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2

Pesquisa bibliográfica e resumos

1 O QUE É PESQUISA BIBLIOGRÁFICA E SUAS FASES

Pesquisa bibliográfica é um tipo específico de produção científica: é feita com base em textos, como livros, artigos científicos, ensaios críticos, dicionários, enciclopédias, jornais, revistas, resenhas, resumos. Hoje, predomina entendimento de que artigos científicos constituem o foco primeiro dos pesquisadores, porque é neles que se pode encontrar conhecimento científico atualizado, de ponta. Entre os livros, distinguem-se os de leitura corrente e os de referência.

Os primeiros constituem objeto de leitura refletida, realizada com detida preocupação de tomada de notas, realização de resumos, comentários, discussão etc.

Os livros de referência são livros de consulta, como dicionários, enciclopédias, relatórios de determinadas instituições, como os do Banco Central e do IBGE.

A pesquisa bibliográfica compreende oito fases distintas: a) Escolha do tema. b) Elaboração do plano de trabalho. c) Identificação. d) Localização. e) Compilação. f) Fichamento. g) Análise e interpretação. h) Redação.

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12 - Publicações científicas

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12

Publicações científicas

1

COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

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Editora Atlas S A (73)
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4 COMO A SOFISTICAÇÃO LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS AFETA AS MOTIVAÇÕES PARA TERCEIRIZAR

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4

COMO A SOFISTICAÇÃO

LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS

AFETA AS MOTIVAÇÕES

PARA TERCEIRIZAR

1

INTRODUÇÃO

O gerenciamento de cadeias de suprimento inclui um conjunto de processos de negócio que em muito ultrapassa as atividades diretamente relacionadas com a logística (LAMBERT; STOCK, 1998). No entanto, a logística é um dos principais processos para o gerenciamento de cadeias de suprimento, pois existe uma clara e definitiva necessidade de integração dos fluxos de produto, de informação e dos fluxos financeiros (BOWERSOX; CLOSS; STANK, 1999). O desenvolvimento de novos produtos é talvez o exemplo mais óbvio dessa necessidade, pois vários aspectos do negócio devem ser incluídos nessa atividade: o marketing para estabelecer o conceito; pesquisa e desenvolvimento para o projeto do produto; produção e logística para executar as operações e finanças para a estruturação do projeto de investimento.

Para melhor compreender o conceito de gerenciamento de cadeias de suprimento, é fundamental entender o conceito de canal de distribuição já bastante consolidado e há muito utilizado por marketing. O canal de distribuição pode ser definido como o conjunto de unidades organizacionais, instituições e agentes que dão apoio à comercialização de produtos e de serviços de uma determinada empresa (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2003).

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3 - Desenvolvendo o Marketing Direto, o DBM e o Call Center

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3

Desenvolvendo o Marketing

Direto, o DBM e o Call Center

O marketing direto, o telemarketing, o Database Marketing (DBM) e o call center foram, nessa ordem, os precursores do marketing de relacionamento e CRM modernos. Entender como desenvolvê-los significa elaborar e implementar estratégias relacionais altamente eficazes e conscientes. No fundo, no fundo, todos têm a mesma origem e, por isso, são complementares e formam um novo paradigma relacional baseado no cliente e não na transação.

Você tem ideia de como surgiu o marketing direto? Foi um caminho quase natural, para dar comodidade aos clientes e criar um novo centro de receitas para as empresas.

Há mais de 100 anos, caixeiros-viajantes percorriam grandes distâncias pelo território americano vendendo mercadorias onde o comércio varejista era quase inexistente. De tempos em tempos, esses vendedores precisavam alcançar novas cidades e, por isso, deixavam catálogos que traziam ilustrações dos produtos e respectivos preços para que as famílias fizessem pedidos posteriormente, via correspondência. Existem relatos de compras dessa natureza até mesmo no final do século XIX e os seus efeitos duram até hoje. Se você já comprou algo a distância, com certeza a estrutura montada pela empresa seguiu os conceitos primordiais do marketing direto.

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Parte IV - 19 Auditoria dos Investimentos

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19

Auditoria dos

Investimentos

19.1 Objetivo de auditoria

A auditoria dos investimentos classificáveis no ativo não circulante tem a finalidade de: a) determinar sua existência em poder da empresa ou em custódia com terceiros; b) determinar se é de propriedade da empresa; c) determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade; d) determinar a existência de vinculações em garantia; e) determinar se a receita ou o prejuízo apropriável ao período foram adequadamente contabilizados; e f) determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.

19.2 Normas e procedimentos contábeis

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.241/09 = Aprova a NBC T 19.37 – Investimento em Coligada e em Controlada.

I – Alcance

Esta Norma deve ser aplicada na contabilização dos investimentos em coligadas e em controladas. Contudo, ela não se aplica aos investimentos em coligadas e em controladas mantidos por: a) organizações de capital de risco; e b) fundos mútuos, trustes, entidades fiduciárias e entidades similares, incluindo fundos de seguro vinculados a investimentos;

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7 - Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

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7

Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

Toda vez que uma empresa lança produtos e não leva em consideração alguns de seus serviços básicos, como atendimento a reclamações e manutenção, o consumidor reage muito mal. Por outro lado, os clientes que adquirem serviços precisam tangibilizar sua experiência. Assim, uma pessoa que se hospeda num hotel de veraneio ficará agradavelmente satisfeita se, além do serviço prestado com qualidade, ela receber algum brinde material do estabelecimento. O produto reforça o serviço e o serviço realça o produto.

Criar bens, a partir do conhecimento de preferências mais específicas do consumidor, leva a área de desenvolvimento de produtos a projetar serviços que sejam percebidos como agregadores de valor, resultando no aumento do tempo de relacionamento com esse cliente. Por isso, diversas organizações aprendem que um bom produto ajuda na venda de serviços e vice-versa.

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Parte I - 1 Introdução à Auditoria

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1

Introdução à Auditoria

1.1 Noções de auditoria das demonstrações contábeis

Uma visão pragmática do significado de uma auditoria das demonstrações contábeis mostra-se no fato de a pessoa do auditor prender sua atenção em cada uma das afirmações contidas nas demonstrações em exame. O objeto, nesse caso, é o enfoque que o auditor dá aos saldos e valores constantes nas informações da empresa sob auditoria e o que tais saldos e valores representam em termos patrimoniais.

As demonstrações contábeis, por sua vez, para serem corretamente elaboradas, precisam de adequada metodologia que permita: a) de um lado, a obediência a preceitos técnicos emanados da doutrina contábil e seus órgãos legais, sociais, fiscais, dentre outros reguladores que a influenciam; e, b) de outro lado, a coleta de informações dos acontecimentos ocorridos em cada segmento da empresa por intermédio de um sistema de informações e de uma sistemática que permita controles efetivos sobre tudo o que acontece na empresa e de que tais informações sejam transformadas em valores quantificáveis para fazer parte dos dados constantes das demonstrações contábeis.

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Editora Empreende (96)
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6. Criando um Plano de Negócios Eficiente

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6Criando um Plano deNegócios EficienteUm bom plano de negócios deve mostrar claramente a competência da equipe, o potencial do mercado-alvo e uma ideia realmente inovadora; culminando em um negócio economicamente viável, com projeções financeiras realistas.2018_livro.indb 12511/11/2017 8:31:54 AM6Criando um plano de negócios eficienteQue o plano de negócios é importante para o empreendedor, todos já sabem, pois o capítulo anterior tratou desse assunto detalhadamente. Mas como o empreendedor deve desenvolver o plano de negócios? Como devem ser colocadas as informações em cada seção do plano? Como efetuar a análise de mercado? E as projeções financeiras ou o tão discutido sumário executivo? Neste capítulo, essas e muitas outras perguntas serão respondidas. A estrutura de plano de negócios estudada abordará os seguintes tópicos:11.2.3.4.5.6.7.8.9.10.•Capa

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Capítulo 10 - Ética e Responsabilidade Social

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Capítulo 10

Ética e

Responsabilidade

Social

ADM_.indb 107

03/08/2018 17:15:09

| 108 |  

ADMINISTRAÇÃO

10. �Ética e

Responsabilidade

Social

ADM_.indb 108

03/08/2018 17:15:09

• Conceituar a ética e sua abrangência nas organizações.

• Conceituar a responsabilidade social das organizações.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

1. Ética

Os constantes escândalos de corrupção, níveis de violência assustadores e tantos outros desvios de comportamento envolvendo agentes públicos, privados e cidadãos de todo tipo e origem evidenciam uma grave crise de valores em nossa sociedade. Essa crise é caracterizada pelo desrespeito

às leis e regras sociais, e tem origem na dificuldade de os indivíduos internalizarem normas morais, valores e padrões de conduta éticos.

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26. Modelo Inovador Uniamérica

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Modelo Inovador

26 Uniamérica

Coordenador Fausto Fava de Almeida Camargo

Resumo

Ao conversar com alunos sobre os modos de ensinar e aprender, percebe-se que o ensino essencialmente transmissivo, centrado unicamente no conhecimento do professor, é motivo de muitas insatisfações. Reclamam de ficar horas ouvindo, da rigidez dos horários, do distanciamento do conteúdo proposto com a vida pessoal e profissional e dos recursos pedagógicos pouco atraentes. Ao conversar com professores, a recíproca também é verdadeira.

Mesmo diante de tantos avanços tecnológicos e científicos, o modelo de aula continua, predominantemente, oral e escrito, bem como os recursos utilizados. Têm se mantido intactos: muito giz, caderno e caneta. Quando mudam, ganham uma nova roupagem por meio da utilização dos instrumentos audiovisuais. Já os alunos aprendem a receber o conteúdo passivamente e cada vez mais esperam tudo produzido pelos professores.

Diante desse contexto, o problema/desafio percebido centrou-se nos questionamentos: como modificar os modos de aprender e ensinar para gerar resultados mais positivos? Como garantir que os alunos se apropriem do conhecimento e o relacionem com o cotidiano profissional?

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13. Implementação de uma Metodologia Inovadora de Ensino através da Utilização de Situações-Problemas Reais e Regionais – PREMIADO COMDISTINÇÃO

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Implementação de

13 uma Metodologia

Inovadora de Ensino através da Utilização de

Situações-Problemas

Reais e Regionais –

PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Rogério Narciso Gomes

Resumo

O curso de Administração do Centro Universitário de Jaguariúna – UniFAJ procurou, desde sua origem, integrar a teoria à prática por meio da implementação de diversas metodologias ativas que possibilitem a conexão eficaz do conhecimento com o mundo real. Uma das técnicas mais utilizadas para esse objetivo é a do estudo de caso.

Muito embora essa metodologia, na sua versão tradicional, seja uma ferramenta largamente utilizada, buscamos aproveitar a boa inserção regional para prover casos reais em sala de aula.

Trabalhar o conceito de estudo de caso real e regional, contextualizado, em que o estudante possa participar e atuar nele, e não apenas discutir um caso que já ocorreu e que foi fora do seu contexto, foi o grande objetivo.

Assim, o programa denominado Desafio foi formatado com o objetivo de oferecer experiência prática aos alunos, que foram estimulados a pensar em problemas reais, investigar alternativas

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Capítulo 12 - Empreendedorismo

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Capítulo 12

Empreendedorismo

ADM_.indb 133

03/08/2018 17:15:15

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ADMINISTRAÇÃO

12. E� mpreendedorismo

ADM_.indb 134

03/08/2018 17:15:15

• Compreender a abrangência do termo empreendedorismo.

• Conhecer a relação entre inovação e empreendedorismo.

• Entender como os empreendedores do próprio negócio transformam ideias em oportunidades.

Um funcionário público pode ser um empreendedor ao propor maneiras de otimizar os recursos disponíveis para que o serviço prestado à população seja de excelência, com o menor investimento possível, e trabalhar para que sua proposta seja implementada.

Uma artista plástica, ao buscar realizar seu sonho de criar e compartilhar o que criou com outras pessoas, empreende e ainda pode fazer dinheiro com sua atividade, vendendo suas criações a um público-alvo seleto, disposto a pagar pela obra.

Cap. 12 • EMPREENDEDORISMO

Objetivos de Aprendizagem

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Editora Manole (231)
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Capítulo 12 - Marketing responsável: o papel das empresas, do governo e da mídia

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12 Marketing responsável: o papel das empresas, do governo e da mídia

Patrícia Castello Bucioli

Zysman Neiman

Introdução

Um plano de marketing empresarial vai além da divulgação de produtos e serviços; é um conjunto de estudos com a finalidade­ de colocar o produto certo no melhor local, caminhando além da simples negociação entre produtores e distribuidores (Cobra, 1986). O profissional que atua nessa área deverá ter uma visão ampla, de maneira a identificar tendências a novos produtos e renovação dos já existentes, mercados consumidores em potencial e os atuais, práticas de políticas de preço e métodos de divulgação e ascensão do produto e satisfazer as necessidades dos clientes e da empresa. Por isso, o marketing é fundamental para alcançar os objetivos organizacionais, já que identifica as necessidades e desejos do consumidor, proporciona

Marketing responsável: o papel das empresas, do governo e da mídia

eficiência e eficácia na satisfação dos seus clientes e posiciona a empresa um passo à frente de seus concorrentes (Kotler e Armstrong, 1993).

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3. AS ORGANIZAÇÕES E SUA ADMINISTRAÇÃO

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CAPÍTULO 3

AS ORGANIZAÇÕES E SUA

ADMINISTRAÇÃO

Objetivos de aprendizagem

•• Apresentar uma visão dos desafios e das mudanças de paradigmas que as organizações estão enfrentando.

•• Mostrar a ênfase nas tarefas, que predominou nos primeiros passos da teoria administrativa.

•• Mostrar a ênfase na estrutura organizacional e seus efeitos na teoria administrativa.

•• Mostrar a ênfase nas pessoas e seus efeitos na teoria administrativa.

•• Mostrar a ênfase no ambiente e seus efeitos na teoria administrativa.

Caso de apoio: Plug-On

Pedro Menendez é o diretor presidente da Plug-On, uma empresa high tech que produz e vende produtos eletrônicos para uso em informática. Menendez está no cargo há apenas 6 meses e seu principal desafio é simultaneamente lançar produtos novos no mercado e ajustar sua empresa continuamente às novas demandas do ambiente de negócios. Para tanto, Menendez precisa ser criativo e inovador, sem desprezar os aspectos cotidianos das operações da sua empresa, que precisam ter eficiência e eficácia em alto grau. Ele sabe que seu negócio se caracteriza pela globalização, mudança e competitividade.

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7. Preparação e resposta a emergências

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CAPÍTULO 7

PREPARAÇÃO E RESPOSTA A

EMERGÊNCIAS

Há uma fábula que relata o encontro entre uma raposa e um javali. A ra-

posa questiona o motivo do javali estar afiando suas presas, uma vez que não havia nenhum perigo por perto. O javali responde: “Você está certa, mas, quando o perigo se apresentar, não terei tempo para me preparar, minhas armas não estarão prontas para uso e sofrerei as consequências”.

Como toda fábula, há uma reflexão a ser feita. Nesse caso, a moral da história aplica-se ao tema deste capítulo: é preciso estar sempre preparado, com recursos e competências afiados para usá-los eficazmente caso ocorra uma emergência.

O QUE CARACTERIZA UMA EMERGÊNCIA?

A norma ABNT NBR ISO 21101 considera que uma emergência é “uma situação séria que requer ação imediata”. É uma definição abrangente e que engloba muitas possibilidades (ABNT, 2014a).

Na abordagem da gestão de risco, emergências são situações que podem trazer graves consequências à saúde e cuja solução não pode ser adiada, sob pena de piorar a condição das pessoas afetadas.

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8. Turismo comunitário rural inclusivo como responsabilidade ética e moral da sociedade

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8

Turismo

comunitário

rural inclusivo como responsabilidade ética e moral da sociedade1

Yolanda Flores e Silva

Marcos Arnhold Junior

Turismo e ética: algumas considerações

A importância do estudo dos aspectos éticos no desenvolvimento do formato das atividades turísticas no espaço rural agrícola e de pesca, seja em Santa Catarina, seja no interior do Ceará, dá-se pelo fato de o turismo ser uma atividade extremamente negativa se no seu planejamento não forem consideradas todas as particularidades do local e de seus aspectos sociais, econômicos, culturais e ambientais. A intensa presença do fenô

1

Esta é uma versão modificada do texto “Turismo ético e inclusivo: construções culturais, conflitos e tensões na gestão de uma rede de agroturismo em Santa Rosa de Lima

– SC/Brasil” apresentada pelos autores no IX Colóquio Internacional de Geocrítica em

Porto Alegre, de 28 de maio a 1 de junho de 2007. Na primeira versão, a discussão ética sobre as construções culturais e transformações se concentram no município de SRL, local de pesquisa dos autores para realização de investigação com financiamento do

CNPq e a elaboração da dissertação de mestrado de Marcos Arnhold Junior.

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Capítulo 9 - Políticas públicas para o ecoturismo no Brasil

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9 Políticas públicas para

o ecoturismo no Brasil

Angela Teberga de Paula

Andréa Rabinovici

Introdução

Entende-se por políticas públicas as ações do Estado, conduzidas pelo interesse da maioria dos cidadãos, para a elaboração e execução de programas e demais ações de esferas específicas da sociedade (Barretto et al., 2003). Logicamente, o detalhamento desse conceito conduz ao paradigma do bem-estar social, uma vez que ele contempla também direitos ao lazer e ao tempo livre, os quais estão presentes, antes de tudo, na

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu art. 217: “O Poder Público incentivará o lazer, como forma de promoção social”, bem como na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, art. 24: “Todas as pessoas têm direito a descanso e lazer”.

168

Turismo e meio ambiente no Brasil

Todavia, o cenário subdesenvolvido no qual o país se encontra indica a imprescindível necessidade de políticas que, acima de tudo, sejam responsáveis pelo “elo articulador entre os agentes excluídos da concentração econômica, e [...] [por] construir, de forma compartilhada, o projeto democrático e cidadão desejado pela comunidade” (Gastal e Moesch, 2007, p. 41).

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