Artmed (63)
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Capítulo 4 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gerenciamento de Projetos: O Gerente de Projeto

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

4

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS:

O GERENTE DE

PROJETO

92

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

O BANCO DE TRÊS PERNAS

Gerente de projeto

Gerência funcional

Alta administração

(isto é, o patrocinador)

CAPÍTULO 4

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

93

A

nteriormente, analisamos alguns dos principais atores ligados ao gerenciamento de projetos. Neste capítulo, examinaremos o gerenciamento de projetos com se funcionasse como um banco de três pernas, representadas pelos seguintes agentes:

O gerente de projeto

Os gerentes funcionais

A alta administração

Para assegurar uma abordagem sólida e equilibrada, e para que a gestão de projetos funcione conforme o planejado, alcançando os benefícios esperados, todas as três pernas do banco precisam compreender o que é gerenciamento de projetos e como ele deve funcionar. Se apenas duas delas chegarem a essa compreensão, é impossível que o banco fique de pé.

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Capítulo 2 - Benefícios do Gerenciamento de Projetos

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

2

BENEFÍCIOS DO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS

58

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Eficiência:

䊏 O gerenciamento de projetos permite fazer mais em menos tempo, com menos recursos e sem prejuízo da qualidade.

CAPÍTULO 2

J

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

59

á analisamos alguns dos benefícios da implementação do gerenciamento de projetos. O principal deles é a racionalização do f luxo de trabalho, que, por sua vez, permite fazer mais em menos tempo, com menos recursos e sem qualquer prejuízo da qualidade. Geralmente, isso exige a implementação de uma metodologia de gestão de projetos baseada em formulários, diretrizes, modelos e listas de verificação de fácil utilização.

As lições aprendidas e as melhores práticas são captadas no final de cada projeto, no final de cada etapa ou em suas revisões.

A partir daí, são utilizadas para a melhoria contínua da metodologia de gestão de projetos empresariais (EPM – Enterprise Project Management). As atividades externas de benchmarking também constituem meios eficientes de gerar ou obter propriedade intelectual do gerenciamento de projetos para o aprimoramento da tecnologia.

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Capítulo 3 - Algumas Complexidades do Processo de Implementação do Gerenciamento de Projetos

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

3

ALGUMAS

COMPLEXIDADES

DO PROCESSO DE

IMPLEMENTAÇÃO DO

GERENCIAMENTO DE

PROJETOS

84

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

OS DESAFIOS ENFRENTADOS PELOS

GERENTES DE PROJETO

䊏 Complexidade do projeto

䊏 Exigências especiais do cliente e mudança de escopo

䊏 Reestruturação organizacional

䊏 Riscos do projeto

䊏 Mudanças na tecnologia

䊏 Planejamento futuro e atribuição de preços

CAPÍTULO 3

ALGUMAS COMPLEXIDADES DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DO...

85

D

issemos que um dos maiores desafios dos gerentes de projeto ocorre quando os recursos que se reportam diretamente ao gerente funcional são designados para diversos projetos. Entretanto, existem outras complexidades que também impactam os gerentes funcionais, a saber:

Os projetos são considerados atividades únicas. Por esta razão, as complexidades do projeto podem tornar muito difícil a integração do trabalho por meio das interfaces funcionais, exigindo apoio substancial dos gerentes funcionais.

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Capítulo 6 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gerenciamento de Projetos: O Gerente Funcional

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

6

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS:

O GERENTE

FUNCIONAL

148

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

GERENCIAMENTO CLÁSSICO

䊏 Planejamento

䊏 Organização

䊏 Definição da equipe

䊏 Controle

䊏 Direção

Qual das funções acima geralmente não é desempenhada pelo gerente de projeto?

CAPÍTULO 6

A

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

149

partir de agora analisaremos a função do gerente funcional.

Na página anterior, identificamos as cinco principais funções do gerenciamento clássico ou tradicional. Ao que parece, tanto o gerente de projeto quanto o gerente funcional desempenham todas essas funções. Na realidade, porém, o gerente funcional desempenha todas elas, enquanto o gerente de projeto encarrega-se de apenas quatro. O gerente de projeto geralmente não fornece os recursos humanos para o projeto; ele negocia com o gerente funcional a alocação de pessoal.

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Capítulo 5 - Papel dos Principais Atores Envolvidos no Gereciamento de Projetos: O Patrocinador do Projeto

Harold Kerzner; Frank P. Saladis Artmed PDF Criptografado

Capítulo

5

PAPEL DOS

PRINCIPAIS ATORES

ENVOLVIDOS NO

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS: O

PATROCINADOR DO

PROJETO

142

O QUE OS GERENTES PRECISAM SABER SOBRE PROJETOS

A NECESSIDADE DE UM PATROCINADOR

A maioria dos projetos tem um patrocinador que pode ou não pertencer ao nível executivo da empresa.

CAPÍTULO 5

PAPEL DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS NO GERENCIAMENTO DE...

143

C

omo os gerentes de projeto e os gerentes funcionais nem sempre concordam, e como ocorrem problemas desconhecidos que não podem ser resolvidos pelo gerente de projeto, talvez seja necessária a presença de um patrocinador (ou executivo) do projeto. A função do patrocinador pode mudar conforme a fase específica do ciclo de vida do projeto. Por exemplo, durante as fases de iniciação e de planejamento, o patrocinador pode desempenhar papel ativo, assegurar que sejam estabelecidos os objetivos adequados e que o plano do projeto atenda às necessidades do negócio, assim como às necessidades de um cliente especial. Durante a fase de execução, o patrocinador pode assumir uma função mais passiva e envolver-se de acordo com a necessidade – por exemplo: quando aparecerem obstáculos, ocorrerem crises e houver conflitos sobre os recursos e as prioridades entre os projetos.

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Atlas (13)
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1 - Procedimentos didáticos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

1

Procedimentos didáticos

1 LEITURA

1.1 Elementos

Antes de abordarmos a leitura de modo prático, alguns esclarecimentos conceituais são necessários, como o de texto e o de leitura.

Guimarães (2013, p. 11) alerta para o fato de que são muitas as possibilidades de resposta para a questão “o que é texto?”. Qualquer que seja ela, depende da vertente teórica a que nos apoiamos: se o consideramos do ponto de vista microestrutural, “é o conjunto articulado de frases, resultante da conexão dos mecanismos léxico-gramaticais que integram a superfície textual”. O texto assim visto manifesta-se como um produto que apresenta unidade temática, cujo significado é resultado da relação entre seus constituintes. Todavia, nas abordagens mais modernas ele é visto como um processo em que se focaliza a textualidade e não um conjunto de propriedades do texto. Interessamos, então, pela coesão, coerência, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade e intertextualidade do texto.

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4 - Métodos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

4

Métodos científicos

1

CONCEITO DE MÉTODO

As ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos, mas nem todos os ramos de estudo que empregam esses métodos são ciências. A utilização de métodos científicos não é, portanto, da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos.

Método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo de produzir conhecimentos válidos e verdadeiros, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

2

DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO

A preocupação em descobrir e explicar a natureza vem desde os primórdios da humanidade, quando as duas principais questões referiam-se às forças da natureza, a cuja mercê viviam os homens, e à morte. O conhecimento mítico voltou-se à explicação desses fenômenos, atribuindo-os a entidades de caráter sobrenatural. A verdade era impregnada de noções supra-humanas e a explicação fundamentava-se em motivações humanas, atribuídas a forças e potências sobrenaturais.

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5 - Fatos, teoria e leis

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

5

Fatos, teoria e leis

1

TEORIA E FATOS

O senso comum tende a considerar o fato como realidade, isto é, verdadeiro, definitivo, inquestionável e autoevidente. Da mesma forma, imagina teoria como especulação, ou seja, ideias não comprovadas. Sob o aspecto científico, entretanto, se fato é considerado uma observação empiricamente verificada, a teoria se refere a relações entre fatos ou, em outras palavras, à ordenação significativa desses fatos, consistindo em conceitos, classificações, correlações, generalizações, princípios, leis, regras, teoremas, axiomas etc.

Dessa forma, conclui-se: a) Teoria e fato não são diametralmente opostos, mas inextrincavelmente inter-relacionados, consistindo em elementos de um mesmo objetivo: a procura da verdade; eles são indispensáveis à abordagem científica. b) Teoria não é especulação, mas um conjunto de princípios fundamentais, que se constituem em instrumento científico apropriado na procura e principalmente na explicação dos fatos. c) Ambos, teoria e fato, são objetos de interesse dos cientistas: não existe teoria sem ser baseada em fatos. A compilação de fatos ao acaso, sem um princípio de classificação (teoria), não produziria a ciência; haveria apenas um acúmulo de fatos não sistematizados, não relacionados, amorfos e dispersos, impossíveis de ser interligados e explicados.

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6 - Hipóteses

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

6

Hipóteses

1 CONCEITO

Podemos considerar a hipótese como um enunciado geral de relações entre variáveis (fatos, fenômenos): a) Formulado como solução provisória para determinado problema. b) Apresentando caráter explicativo ou preditivo. c) Compatível com o conhecimento científico (coerência externa) e revelando consistência lógica (coerência interna). d) Passível de verificação empírica em suas consequências.

2

TEMA, PROBLEMA E HIPÓTESE

Constituindo-se a hipótese uma suposta, provável e provisória resposta a um problema, cuja adequação (comprovação = sustentabilidade ou validez) será verificada através da pesquisa, interessa-nos o que é e como se formula um problema.

2.1 Tema e problema

O tema de uma pesquisa é o assunto que se deseja provar ou desenvolver;

“é uma dificuldade, ainda sem solução, que é mister determinar com precisão, para intentar, em seguida, seu exame, avaliação crítica e solução” (ASTI

LAKATOS&MARCONI.indb 133

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12 - Publicações científicas

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

12

Publicações científicas

1

COMUNICAÇÃO: TRABALHOS DE CONGRESSOS

Comunicação é uma palavra de origem latina: comunicare, que tem o significado de tornar comum, partilhar, repartir, trocar opiniões. Para Rabaça e Barbosa

(1978, p. 106), comunicar implica participação, interação, troca de mensagens.

Como processo de participação de experiência, ela modifica a disposição mental das partes em interação. Nesse sentido, Barros (In: FIORIN, 2004, p. 42) afirma que a comunicação não deve ser pensada “como um fenômeno de mão

única, do emissor ao receptor, mas como um sistema interacional”.

É, pois, processo pelo qual são transmitidas informações, ou seja, ideias, fatos, opiniões. Por meio da comunicação, podem-se “compartilhar conhecimentos, opiniões, sentimentos” (HARLOW; COMPTON, 1980, p. 11).

1.1 Comunicação científica

Refere-se à informação apresentada em congressos, simpósios, semanais, reuniões, academias, sociedades científicas etc. a ser posteriormente publicada em anais e revistas, impressas ou eletrônicas.

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Editora Atlas S A (73)
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Medium 9788522468195

ANEXO B - ALGUNS DOS MAIORES FORNECEDORES DE TECNOLOGIA DE CRM

MADRUGA, Roberto Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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ANEXO B

ALGUNS DOS MAIORES FORNECEDORES DE TECNOLOGIA DE CRM

Preparei uma lista das empresas mais conhecidas de soluções que atendem a requisitos de CRM para que você possa conhecer mais sobre este tema.

Existem muitas outras empresas de renome, entretanto, por uma questão de espaço, resolvi citar algumas:

ALTITUDE

Altitude Software é uma empresa focada em soluções de contact center e

CRM. Fundada em 1995, possui atualmente mais de 600 clientes do mundo todo. A empresa está sediada em nove países ao redor do globo.

Site: .

CONQUIST

Fundada em 2002, a ConQuist é uma referência nacional em educação corporativa, consultoria, pesquisa e monitoria de qualidade de atendimento com foco na gestão do relacionamento com clientes.

Site: .

DIRECTTALK

Tem como missão reinventar o meio de interação entre consumidores e empresas para que as relações sejam mais prósperas e transparentes.

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ANEXO A - PESQUISA SOBRE PROBLEMAS QUE AFETAM A SATISFAÇÃO E O RELACIONAMENTO COM CLIENTES

MADRUGA, Roberto Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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ANEXO A

PESQUISA SOBRE PROBLEMAS QUE AFETAM A SATISFAÇÃO E O

RELACIONAMENTO COM CLIENTES

A Conquist, empresa especializada em consultoria e treinamento na gestão de relacionamento com o cliente, realizou uma pesquisa com 350 empresas com executivos das áreas comercial e marketing sobre os problemas que afetam a satisfação e a longevidade dos clientes.

Através da pesquisa, foi possível perceber que grande parte desses executivos acredita que não conhecer o consumidor é o principal problema das empresas, que afeta a satisfação e a longevidade dos clientes. Um dos dados mais interessantes é que 90% dos entrevistados declararam que a estratégia mais eficaz idealmente é a retenção do cliente, entretanto, eles confirmaram que a estratégia mais utilizada pelas empresas atualmente é a conquista de novos clientes e não a retenção. Um fato surpreendente, observado através da pesquisa, é que 56% dos executivos não compreendem claramente o conceito de marketing de relacionamento.

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7 - Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

MADRUGA, Roberto Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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7

Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

Toda vez que uma empresa lança produtos e não leva em consideração alguns de seus serviços básicos, como atendimento a reclamações e manutenção, o consumidor reage muito mal. Por outro lado, os clientes que adquirem serviços precisam tangibilizar sua experiência. Assim, uma pessoa que se hospeda num hotel de veraneio ficará agradavelmente satisfeita se, além do serviço prestado com qualidade, ela receber algum brinde material do estabelecimento. O produto reforça o serviço e o serviço realça o produto.

Criar bens, a partir do conhecimento de preferências mais específicas do consumidor, leva a área de desenvolvimento de produtos a projetar serviços que sejam percebidos como agregadores de valor, resultando no aumento do tempo de relacionamento com esse cliente. Por isso, diversas organizações aprendem que um bom produto ajuda na venda de serviços e vice-versa.

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9 - Prepare-se para Ser o Novo Gestor e Conheça Algumas Tendências

MADRUGA, Roberto Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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9

Prepare-se para Ser o Novo

Gestor e Conheça Algumas

Tendências

Se você ocupa ou pretende estar num cargo de decisão, certamente precisará gerenciar pessoas. Esse é o papel mais importante da atualidade e confesso que apesar de ter gerenciado centenas de colaboradores nos últimos anos, aprendo a cada dia.

Gerenciar pessoas, ao contrário do que os céticos dizem, não é uma caixinha de surpresas na qual tudo pode acontecer. Isso se aplica à individualidade humana, que é imprevisível. Contudo, quando você está num ambiente de trabalho, lidando com seus colaboradores, pode desenvolver recursos, técnicas, uma boa visão e, acima de tudo, pode agir com um bom coração a fim de liderá-los rumo aos objetivos da organização, com alta dose de participação, engajamento e motivação.

A conjugação de tempo, experiência, prática, formação específica, conselhos dos amigos e boas leituras amplia a capacidade de gerir pessoas. Posso afirmar que para você obter sucesso nessa área é necessário que o seu estilo gerencial seja baseado em respeito mútuo, nos exemplos que você dá, no encorajamento das pessoas, nos resultados e no estabelecimento de confiança.

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8 - O Valor do Cliente: Como Atrair, Satisfazer e Reter Clientes

MADRUGA, Roberto Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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8

O Valor do Cliente: Como

Atrair, Satisfazer e Reter

Clientes

Você já foi atendido por um funcionário de loja de departamentos que mal olhou para você e pouco se importou com seu pedido? Vou mudar o exemplo para ver se também se encaixou com sua experiência. Em alguma ocasião, você ligou para um serviço de call center e o atendente pediu “um minutinho por favor” e literalmente sumiu, fazendo você esperar ou falar sozinho? Devo ter acertado em cheio com esses exemplos, pois essas práticas são comuns no Brasil. Nós, que trabalhamos na gestão do relacionamento com o cliente, quando recebemos um tratamento desses não podemos deixá-lo passar despercebido. É importante que o comuniquemos aos responsáveis pela operação como forma de colaborarmos para que a empresa perceba suas falhas.

Devido a situações como essas que acabei de descrever, percebemos que as empresas precisam realmente melhorar seu atendimento e buscar satisfazer às necessidades do cliente. Ainda bem que não podemos generalizar, pois muitas empresas brasileiras beiram a excelência no atendimento, mas não a maioria.

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103205

10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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Medium 9788566103281

26. Modelo Inovador Uniamérica

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Modelo Inovador

26 Uniamérica

Coordenador Fausto Fava de Almeida Camargo

Resumo

Ao conversar com alunos sobre os modos de ensinar e aprender, percebe-se que o ensino essencialmente transmissivo, centrado unicamente no conhecimento do professor, é motivo de muitas insatisfações. Reclamam de ficar horas ouvindo, da rigidez dos horários, do distanciamento do conteúdo proposto com a vida pessoal e profissional e dos recursos pedagógicos pouco atraentes. Ao conversar com professores, a recíproca também é verdadeira.

Mesmo diante de tantos avanços tecnológicos e científicos, o modelo de aula continua, predominantemente, oral e escrito, bem como os recursos utilizados. Têm se mantido intactos: muito giz, caderno e caneta. Quando mudam, ganham uma nova roupagem por meio da utilização dos instrumentos audiovisuais. Já os alunos aprendem a receber o conteúdo passivamente e cada vez mais esperam tudo produzido pelos professores.

Diante desse contexto, o problema/desafio percebido centrou-se nos questionamentos: como modificar os modos de aprender e ensinar para gerar resultados mais positivos? Como garantir que os alunos se apropriem do conhecimento e o relacionem com o cotidiano profissional?

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Medium 9788566103014

Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

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Medium 9788566103281

11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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Medium 9788566103281

21. Método Trezentos com Ênfase no Peer Instruction para o Curso de Administração

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Método Trezentos

21 com Ênfase no Peer

Instruction para o

Curso de Administração

Coordenadora Nancy Okada

Resumo

A experiência intitulada “Método Trezentos com ênfase no Peer Instruction para o curso de Administração” tem o intuito de compartilhar a metodologia vivenciada pelos alunos e a equipe docente do curso de Administração da Universidade do Oeste Paulista – Unoeste, situada na cidade de Presidente Prudente, em São Paulo, com o objetivo de reduzir o índice de reprovações nas disciplinas que exigem base lógica e matemática por meio da utilização de duas metodologias ativas de ensino: Método Trezentos e Peer Instruction. A monitoria, que antes era realizada em horários fora do período de aulas – o que dificultava a frequência dos estudantes –, passa a ser realizada durante o período de aulas dessas disciplinas. O método propõe, inicialmente, uma avaliação diagnóstica da turma como base para a escolha dos monitores que, a partir de então, passam a liderar um grupo de trabalho com a função de auxiliar os demais integrantes na resolução de exercícios. Ao final dos trabalhos, é realizada outra atividade avaliatória para verificar a melhora de desempenho dos alunos. Além disso, o grupo também avalia seu monitor.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520431146

Capítulo 8 - Sustentabilidade e epistemologia: visões sistêmica, crítica e complexa

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Sustentabilidade e epistemologia: visões sistêmica, crítica e complexa

8

Sérgio Luís Boeira

Comunicador Social, UFSC

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é abordar a problemática da sustentabilidade do mundo moderno a partir de três concepções epistemológicas: a sistêmi‑ ca, com a obra de Fritjof Capra; a crítica, com a obra de Boaventura Sousa

Santos; e a complexa, com a obra de Edgar Morin1. A noção de sustentabi‑ lidade tem certamente uma história e diversas versões em disputa, variando conforme as forças sociais e os interesses em jogo, em cada contexto insti‑ tucional, em cada âmbito geográfico2. Mas é plausível argumentar que fal‑

1

Este capítulo segue uma orientação de pesquisa que já resultou em outros artigos

(por exemplo, Boeira, 2002; Boeira e Vieira, 2006; Boeira e Koslowski, 2009). Quanto ao termo “epistemologia”, Japiassu (1992, p. 16) o define como “estudo metódico e reflexivo do saber, de sua organização, de sua formação, de seu desenvolvimento, de seu funcionamento e de seus produtos intelectuais”.

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Medium 9788520431993

26. Bases territoriais e redes do cluster de turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

26

Bases territoriais e redes do cluster de turismo

M A R I O C A R LO S B E N I

MAURO JOSÉ FERREIRA CURY

Introdução

Este capítulo se inicia com uma abordagem teórica e conceitual geográfica so‑ bre região, território e territorialidades. A segunda parte é dedicada às referências de redes, formas e conteúdos, associadas às empresas. A terceira expõe as redes territoriais e os aportes que fundamentam o território do cluster. Na quarta, refe‑ rencia‑se a formação de redes entre empresas de turismo e, para finalizar, abor‑ da‑se o envolvimento da gestão e marketing dos clusters de turismo.

A complexidade do tema inicia‑se pela inserção dos conceitos geográficos per‑ tinentes à região e território, que são os elementos de discussão primordiais na compreensão de um cluster.

Seria impossível imaginar o processo de implantação e consolidação dos clus‑ ters de turismo sem a compreensão clara, objetiva e fundamentada das redes de práticas sociais a várias escalas – seja na dimensão territorial, urbana, empresa‑ rial –, constituindo, assim, um dilatado campo de investigação para as formas de organização social.

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Medium 9788520431993

27. Clusters de turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

27

Clusters de turismo

M A R I O C A R LO S B E N I

Introdução

Há muito tempo, os clusters fazem parte da dimensão econômica, datando de séculos as concentrações de atividades empresariais em espaços geográficos, cons‑ tituídos pelas territorialidades estabelecidas pelas redes ambientais sociais e eco‑ nômicas de determinados setores específicos. Nos últimos vinte anos, temos obser‑ vado uma crescente inserção desse tema nas pesquisas acadêmicas, fato que co­incide com a evolução da competição e a maior complexidade das economias modernas. Porter (1989) já chamava a atenção sobre a globalização com a célere velocidade e intensidade do conhecimento, exercendo um destacado impacto so‑ bre o papel dos clusters na competição.

O conteúdo deste capítulo refere‑se, portanto, ao conceito e à contribuição teó­rica na construção dos clusters de turismo, tema de nossos estudos e pesquisas ao longo das duas últimas décadas em permanente e estreito contato com outros estudiosos do assunto, dentre os quais tomamos como referência o professor Gia‑ como Becattini, da Universidade de Estudos de Firenze, destacado pesquisador que produziu um verdadeiro tratado epistemológico sobre a análise histórica, filo‑ sófica, social e econômica dos distritos industriais italianos, sobre os quais decidi‑ mos alicerçar nossa fundamentação teórica para a elaboração do conceito, do obje‑ to e da metodologia para a construção dos clusters de turismo.

517

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Medium 9788520439234

6. Em busca de uma visão sistêmica na negociação

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

6.

EM BUSCA DE UMA

VISÃO SISTÊMICA

NA NEGOCIAÇÃO

6.1 Ligando negociação e sistemas

Quando se desenvolve uma negociação, é necessário, num primeiro momento, resolver algumas questões básicas iniciais para que a negociação possa prosseguir. Uma vez que os lados envolvidos no processo consigam resolver suas batalhas pessoais e tenham chegado à consciência dos seus sentimentos subjacentes, então irão gradualmente enfocar uma situação em que o “planejamento ideal” (de Churchman e Ackoff ) seja a preocupação principal de todos.

O processo de negociação bem-sucedido está todo nessas palavras adaptadas de Churchman (1979). A operacionalização pode ser esquematizada como o fazem Mintzberg (1973) ou Kinston e Algie (1989): são dois caminhos de tomada de decisão, inicialmente independentes, a serem percorridos revendo reiteradamente objetivos, restrições, alternativas e ofertas até que um entendimento seja atingido, ou, se o que ocorrer for um impasse, deve-se recorrer, finalmente, a um mediador ou árbitro externo, capaz de reorganizar os interesses das partes e de assisti-las na descoberta de uma solução.

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Medium 9788520439234

1. Negociação, administração e visão sistêmica

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

1.

NEGOCIAÇÃO,

ADMINISTRAÇÃO

E VISÃO SISTÊMICA

1.1 Negociação

A busca de relações duradouras nas negociações pode levar a novas negociações no futuro, além de manter e, inclusive, aperfeiçoar o contato já existente entre as partes do processo. Esse esforço para atender às várias partes envolvidas leva ao que, na literatura, é chamado de “ganha-ganha”

(Nierenberg, 1981; Jandt, 1985; Sparks, 1992; Weeks, 1992; Ury, 1993; Hodgson, 1996; Lewicki et al., 1996).

Haja visto que, em uma negociação, sempre deve-se buscar a satisfação de ambos os lados envolvidos, ou seja, o “ganha-ganha”, é importante que seja aplicada continuamente a visão sistêmica no processo, pois ela apresenta uma visão mais global da negociação, que possibilita enxergar, de maneira mais clara, os diferentes envolvidos, direta e indiretamente, no processo de negociação, bem como seus principais interesses e as diversas alternativas possíveis para a solução do conflito.

Além disso, a negociação deve buscar relações duradouras sempre, tentando identificar interesses comuns. Enquanto antes a ideia era a de levar vantagem em tudo, sem se preocupar em satisfazer ao outro lado envolvido na negociação, mais recentemente entendeu-se que atingir a satisfação de

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