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Medium 9788582604243

Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Medium 9788582604151

Capítulo 1. O poder do enquadramento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 1

O poder do enquadramento

Negociações na NFL

“Vocês precisam arranjar uma ideia nova. Vocês estão numa conversa de surdos, não estão dialogando de verdade”.1 Essas foram as palavras do juiz Arthur

Boylan, que havia recebido a missão de dar fim ao conflito crescente entre os jogadores e donos de times da National Football League (NFL), a liga de futebol americano dos EUA. Era maio de 2011 e os donos dos times já haviam promovido um locaute. Boa parte da ação ocorria nos tribunais, com ambos os lados usando manobras judiciais para conquistar vantagem sobre o outro. Se um acordo não fosse fechado, a temporada seguinte estaria em risco. Não era apenas uma possibilidade teórica: em 2005, uma disputa prolongada entre os donos de times e os jogadores havia destruído uma temporada inteira da National Hockey

League, eliminando mais de 2 bilhões de dólares em receitas projetadas. A NFL tinha ainda mais a perder, com cerca de 10 bilhões de dólares em perigo.

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Medium 9788582604243

Capítulo 14 - Ações Internacionais e Atração de Investimentos: Estratégia e Instrumentos

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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AÇÕES INTERNACIONAIS

E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS:

ESTRATÉGIA E INSTRUMENTOS

Luis Felipe Maldaner

Daniela Carolina Eckert

Christiano Ambros

INTRODUÇÃO

Tratar do tema relacionado à atuação internacional de um Estado da Federação, a princípio, não parece tarefa fácil. Há que se ter em conta que esse tipo de atuação e a estratégia que lhe suporta é normalmente da responsabilidade do

Governo central. As ações autônomas dos Estados podem parecer uma superposição de atividade vis-à-vis o Governo Federal, mas, ao mesmo tempo, podem suprir uma lacuna não preenchida por ações centralizadas. No que se refere ao objeto mais geral de nossa abordagem, a discussão abrange as ações autônomas que os

Estados realizam no sentido de atrair investimentos que gerem emprego e renda e oportunizem a ampliação da riqueza local.

Neste aspecto, cabe ressaltar que o Brasil, como país continental, tem características culturais e sociais próprias de cada região.

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Medium 9788582604243

Capítulo 7 - A Política Industrial e o Desenvolvimento da Indútria Oceânica e o Polo Naval no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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A POLÍTICA INDUSTRIAL E O DESENVOLVIMENTO

DA INDÚSTRIA OCEÂNICA E POLO NAVAL NO

RIO GRANDE DO SUL

Ivan De Pellegrin

José Antonio Valle Antunes Júnior

Marcus Coester

INTRODUÇÃO

O setor de petróleo e gás natural tem importância estratégica em âmbito mundial. Essa importância se traduz, em termos econômicos, em uma participação relevante na produção econômica haja vista ser ele o responsável pelo principal insumo energético para praticamente todos os demais setores e, também, a fonte de matéria-prima básica para a indústria petroquímica, com derivações diversas na química fina e farmacêutica e em novos materiais, entre outras áreas.

Trata-se de uma indústria dinâmica, especialmente em países como o Brasil, onde as reservas se concentram em águas ultraprofundas, o que demanda constante investimento em novas tecnologias de produtos (bens e serviços), bem como em equipamentos de grande porte, como plataformas de produção, de perfuração e navios plataforma, dentre outros.

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Medium 9788582604151

Capítulo 3. A lógica da adequalidade

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 3

A lógica da adequabilidade

Negociação à sombra do câncer

Sua proposta pode ser a melhor e a mais inovadora, mas como apresentá-la para alguém que insiste em fazer tudo como sempre fez? Você pode estar preocupado com os interesses do seu interlocutor, mas como negociar perante à resistência ferrenha à mudança? Você pode estar certo, mas como defender sua proposta quando o outro lado tem laços emocionais com um plano alternativo?

Considere o caso dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata de

1 baixo risco. A maioria dos casos de câncer de próstata nos EUA é detectada

2 usando o teste de antígeno prostático específico (PSA). Abundam evidências de que muitos cânceres detectados por PSA são sobrediagnosticados, ou seja, que os pacientes teriam levado uma vida normal sem jamais saber da existên3 cia do câncer de próstata se não tivessem realizado o teste de PSA. No Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC), em Nova York, instituição líder em pesquisa e tratamento de câncer, geralmente se recomenda “vigilância ativa” para homens com câncer de próstata de baixo risco, um método que recebe preferência em relação a tratamentos como cirurgia e radioterapia, que podem causar efeitos colaterais como incontinência e disfunção erétil. Essa recomendação é consistente com as diretrizes da National Comprehensive Cancer Network e da Associação Americana de Urologia.

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Editora Atlas S A (46)
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Medium 9788522475872

Parte I - 3 Teorias da administração – Tendências contemporâneas

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

3

Teorias da administração –

Tendências contemporâneas

Objetivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Desenvolvimento das teorias da administração no século XX, com base nas contribuições de Taylor, Fayol e outros.

• Tendências mais importantes da teoria e da prática da administração na atualidade.

Introdução

Ao mesmo tempo em que prosperavam e eram aplicadas as ideias de Taylor, Ford, Fayol e Weber, outras contribuições eram feitas para o estudo e a prática da administração, ainda no início do século XX. Essas contribuições foram feitas por empresas que desenvolveram suas próprias soluções para problemas de administração.

Como numa reação em cadeia, todas essas ideias, juntando-se, deram origem a novas ideias.

Figura 3.1

Principais ideias da administração do século XX.

Desenvolvimento do processo da administração de Fayol

Desenvolvimento das técnicas e práticas da qualidade total

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Medium 9788522475872

Parte I - 1 Organizações e administração

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

1

Organizações e administração

Objetivos

Ao terminar o estudo deste primeiro capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Organizações e seus elementos.

• Processo de administrar organizações e suas funções.

• Papel dos administradores ou gerentes e competências importantes para seu desempenho.

Introdução

A sociedade humana é feita de organizações que fornecem os meios para o atendimento de necessidades das pessoas. Serviços de saúde,

água e energia, segurança pública, controle de poluição, alimentação, diversão, educação em todos os níveis – praticamente tudo depende de organizações. Tente pensar em algo que você use e que não dependa de alguma organização. É difícil, pode apostar.

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Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

• As organizações fornecem os meios de subsistência para muitas pessoas.

Salários, abonos, lucros distribuídos e outras formas de remuneração são fornecidos às pessoas, em retribuição por seu trabalho ou seu investimento.

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Medium 9788522480852

Parte III — 10 Gestão de aquisições

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Gestão de aquisições

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Os investimentos em Tecnologia da Informação e Comunicação realizados pelas empresa são sempre vultosos e chamam a atenção de todos os executivos. A nossa tradicional dificuldade em justificar esses investimentos, em termos de benefícios ou negócios, deixa uma suspeita de que os recursos da empresa não estão sendo bem geridos pela área de TIC. Toda aquisição de tecnologia, não importando o seu valor, precisa ser feita de forma responsável e sempre alinhada com os objetivos estratégicos da organização.

O processo de aquisição de tecnologia, em si, não difere muito da aquisição dos demais equipamentos para a empresa. Tudo começa com a identificação da necessidade de determinado recurso (de hardware, de software ou de serviços), passa pela sua especificação, pela busca da melhor oferta e termina na negociação comercial e formalização da aquisição. Vamos analisar cada uma dessas etapas aplicadas à aquisição de tecnologia.

Para as empresas que são usuárias de Tecnologia de Informação (ou seja, aquelas onde a informática não é parte dos objetivos finais da empresa), a opção pelo desenvolvimento interno é, normalmente, a pior delas. A manutenção de equipes especializadas com porte, competência e eficiência para desenvolver e manter sistemas complexos é muito cara e de gerenciamento complexo. Os analistas de sistemas e programadores são profissionais que gostam de desafios e de utilizar o estado da arte em termos tecnológicos.

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Medium 9788522480852

Parte II — 9 Controle de atividades e custos

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Controle de atividades e custos

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Tudo o que foi planejado deve ser controlado. O controle de atividades (e em decorrência também o controle de custos) garante que os desvios (de prazo, recursos, orçamentos etc.) em face do planejado sejam detectados e corrigidos imediatamente.

Cabe ao executivo exercer o controle sobre as ações que estão sob sua responsabilidade. A execução das tarefas deve ser atribuída a profissionais especializados, mas o controle delas é de responsabilidade do executivo e não pode ser negligenciado nem transferido a outra pessoa.

Exercer o controle sobre uma atividade não é (e nem deve ser) uma tarefa árdua e desgastante. Basta dispor das ferramentas adequadas para cada tipo de atividade. Podemos simplificar dizendo que o controle de atividades consiste em receber informações perió­ dicas (e confiáveis) sobre o quanto foi executado de cada tarefa, quanto foi gasto até o momento e quais recursos e insumos foram consumidos. Podemos incrementar as informações agregando dados acerca da qualidade da execução e do produto/serviço gerado naquela tarefa. Essas informações são então comparadas com as constantes no planejamento para detectar eventuais desvios.

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Medium 9788522480852

Parte I — 4 Planejamento estratégico de Tecnologia de Informação

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Planejamento estratégico de Tecnologia de

Informação

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A Tecnologia de Informação, como as demais áreas da empresa, demanda recursos e esforços que exigem um planejamento de todas as suas ações. A principal peça desse planejamento é o documento

Planejamento Estratégico de Tecnologia de informação (PETI).

Esse planejamento deve ser um desdobramento do Planejamento

Estratégico da Empresa, que é feito periodicamente e envolve todas as áreas operacionais e negociais da organização.

4.1  Necessidade do planejamento estratégico

Periodicamente, a empresa executa um exercício de planejamento global de suas atividades. Nesse planejamento, chamado de

Planejamento Estratégico, são repensados os objetivos e as metas

(e até os produtos da empresa), envolvendo todos os seus setores

(PORTER, 1985). Cada setor define seu próprio planejamento estratégico, sempre dentro dos macro-objetivos traçados pela alta direção da empresa para o próximo período (normalmente, o planejamento estratégico é feito a cada três anos e revisado anual­ mente – algumas empresas fazem seu planejamento estratégico para horizontes de dez a 15 anos).

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Editora Empreende (50)
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Medium 9788566103021

Capítulo 9 - A PROCURA DA ESCALA

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

A PROCURA DA ESCALA

Atingir escala, ou seja, crescimento para além de um projeto-piloto ou de pequena empresa, é talvez o verdadeiro teste de sucesso de um empreendimento. Sem escala, a viabilidade financeira pode ser impossível, porque importantes economias de escala não podem ser obtidas, ou, pelo menos, a organização pode permanecer muito vulnerável às mudanças no seu ambiente, problemas internos, ou outros eventos. Sem escala, o impacto social permanecerá necessariamente minúsculo. A promessa do paradigma da BP não será cumprida. É por isso que o crescimento é um componente essencial da avaliação de planos de negócios e outras iniciativas; e porque o crescimento se tornou quase uma obsessão do desenvolvimento internacional e não só entre os investidores de capital de risco.

Como a avaliação do impacto, a escala é importante demais para ser deixada como uma reflexão tardia, ou adiada para ser enfrentada quando a viabilidade financeira for atingida. Por um lado, como mencionado, a viabilidade pode exigir escala, e por isso deixar a escala para mais tarde pode ser uma ordem de prioridades errada e, portanto, condenar o empreendimento; por outro lado, sem se pensar algumas questões difíceis sobre a expansão na fase de planejamento, você pode muito bem acabar com um modelo de negócio que é incompatível com a expansão, por exemplo porque se apoia demais em caraterísticas específicas do fundador que não podem ser transmitidas a outras pessoas ou a organização crescer e a capacidade do fundador de estar no comando de tudo diminuir.

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Medium 9788566103069

Capítulo 2 - Conhecendo as habilidades empreendedoras

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Cap. 1 • Diferentes maneiras de empreender

Capítulo 2

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INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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2. C� onhecendo as habilidades empreendedoras

2/2/2018 11:03:45 PM

A tentativa de rotular o perfil do empreendedor e definir os traços comuns àqueles que empreendem não é recente. Há décadas os pesquisadores se debruçam sobre dados das mais variadas fontes com o objetivo de identificar o que pensa e como age o empreendedor. Alguns dos estudos mais conhecidos e disseminados no Brasil pelo SEBRAE é o conjunto de características comportamentais empreendedoras, definidas por David McClelland nas décadas de 1960 e 1970. Nos livros

Empreendedorismo, transformando ideias em negócios e Empreendedorismo na prática (informações em www.josedornelas.com.br) também são apresentados estudos e uma relação de características empreendedoras, de maneira a ratificar que o rótulo de empreendedor é um dos mais difíceis de definir, já que a própria definição de empreender, como apresentada no

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Medium 9788566103021

Capítulo 5 - AS PARCERIAS NA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

AS PARCERIAS NA BP

Este capítulo explica o processo de parceria com uma variedade de atores presentes na BP. Um resultado claro da investigação sobre a BP até agora é que na maioria dos ambientes da BP é muito difícil construir um empreendimento sustentável sem a participação ativa das partes interessadas locais, porque essas partes interessadas possuem recursos que você pode não ser capaz de obter de outras fontes, e sem os quais alguns empreendimentos podem sobreviver, tais como segurança física para você e seus colaboradores. Mas em contraste com outros mercados, na BP você pode não ser capaz de simplesmente comprar esses recursos das partes interessadas; em vez disso, você terá de buscar relacionamentos mais complexos de parceria, envolvendo confiança, algum grau de tomada de decisão conjunta e outros desafios.

Os recursos que estão potencialmente disponíveis através de parcerias na BP são muitos, e cobrem os tipos usuais de recursos que as empresas buscam na parceria com outras empresas, tais como fatores de produção ou serviços de conhecimento sobre o mercado ou de distribuição, bem como recursos que abordam as condições institucionais que prevalecem na BP. Alguns desses recursos são:

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Medium 9788566103113

Capítulo 13 - Startups e Organizações Digitais

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 13

Startups e

Organizações

Digitais

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ADMINISTRAÇÃO

13. S� tartups e

Organizações

Digitais

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03/08/2018 17:15:18

• Conhecer o que é uma startup.

• Conhecer o que é uma Organização Digital.

• Conhecer como as startups buscam investimentos para crescer.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Startups e Organizações Digitais

De acordo com o dicionário Oxford, o termo startup significa “1. A ação ou processo de colocar algo em movimento, 2.

Estabelecimento de um novo negócio”. No contexto deste capítulo, o foco está no estabelecimento de um novo negócio, apesar de ser possível uma analogia com o primeiro significado ao se imaginar que se trata de colocar um novo negócio para “funcionar”. Assim, o termo passou a ser utilizado como sinônimo de empresas recém-criadas e, portanto, no primeiro estágio de suas operações. A expressão ficou amplamente difundida em escala mundial com a expansão da internet na década de 90 e com o surgimento em massa

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Medium 9788566103021

Capítulo 7 - EMPRESAS INCLUSIVAS. OS RECURSOS DA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

EMPRESAS INCLUSIVAS.

OS RECURSOS DA BP

A ideia da BP como fonte de valor para o negócio certamente não

é original em publicações, pesquisas e práticas relacionadas com o paradigma da BP. As iniciativas e pesquisas da BP já perceberam que este é um papel igualmente importante e valioso da BP, que não havia sido ressaltado na formulação original da BP como um mercado. A pesquisa sobre as comunidades da BP tem mostrado repetidamente que pelo menos a BP urbana está profundamente enraizada nas trocas econômicas com o resto da economia, embora sofra de discriminação e segregação em aspectos como moradia, infraestrutura, educação, serviços de saúde, policiamento e outros serviços públicos.

Os assentamentos urbanos informais fornecem trabalho abundante para as economias urbanas. Como em Dharavi, Mumbai, onde locais de oficinas e fábricas contribuem significativamente para as redes de produção locais e mesmo internacionais, na produção de vestuário ou na reciclagem de peças eletrônicas. As comunidades urbanas da

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520438442

6. As mídias sociais no ambiente de trabalho: desafio para a comunicação e para a gestão de pessoas

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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As mídias sociais no ambiente de trabalho

Mônica Aparecida de Castro

Introdução

As mídias sociais no ambiente de trabalho são tema com im‑ portância progressiva nos estudos organizacionais (Bueno, 2012;

Correa, 2009; Pessoni, 2011; Santaella, 2010; Terra, 2010; entre outros). Sua utilização demanda novos conhecimentos e habili‑ dades essenciais para o alcance de resultados positivos nesse relacionamento digital entre as organizações1 e os seus diversos públicos. Na comunicação interna, essas mídias representam grandes oportunidades e também grandes desafios para as equi‑ pes de comunicação e de gestão de pessoas2.

As mídias sociais foram criadas com características de rede, de compartilhamento e de descentralização (Cândido, 2001;

Dias, 2008; Tomaél et. al., 2005; Santaella, 2010). Compreende‑

1

Os termos organizações, instituições e empresas foram utilizados, neste capítulo, como sinônimos.

2 Neste capítulo, foram utilizados os termos gestão de pessoas e recursos humanos como sinônimos.

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Medium 9788520438404

6. A incorporação da espiritualidade no jornalismo ambiental

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

6

A  incorporação  da   espiritualidade  no  jornalismo   ambiental

Ilza  Maria  Tourinho  Girardi

Eloisa  Beling  Loose

Ângela  Camana

O NOSSO LUGAR DE FALA

Escrever  este  texto  é  para  nós  um  desafio  e  uma  oportunidade   de  compartilhar  as  reflexões  desenvolvidas  no  Grupo  de  Pesquisa  em  Jornalismo  Ambiental  (CNPq/UFRGS)  ao  longo  dos  últimos  seis  anos  –  e  mesmo  antes  da  oficialização  do  grupo,  a  partir   do  ano  de  2005,  quando  surgem  as  primeiras  pesquisas  em  nível   de  mestrado.  Pesquisamos  o  jornalismo  ambiental  e  suas  relações  com  diferentes  áreas  porque  acreditamos  no  seu  potencial   transformador   tanto   para   a   sociedade,   que   pode   compartilhar   outras  visões  de  mundo,  quanto  para  o  sujeito  que  o  pratica  –  e,   para  isso,  precisa  estar  atento  às  conexões  que  geralmente  estão   ocultas.  Em  nossos  estudos,  chegamos  à  conclusão  de  que  o  jornalismo  ambiental  é  aquele  que  apresenta  a  contextualização  do   tema  abordado,  além  de  incorporar  a  visão  sistêmica,  contemplar  a  complexidade  dos  eventos  ambientais  e  dar  voz  às  diferentes  vozes  que  têm  algo  a  dizer  sobre  o  assunto  que  é  objeto  de   dada  matéria  jornalística.  O  emprego  cuidadoso  dos  conceitos,   com  suas  explicações  claras,  faz  parte  dessa  construção  jornalís87

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Medium 9788520427095

Capítulo 15 - Ética e ecoturismo

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

15 Ética e ecoturismo

Débora de Moura Mello Antunes

Andréa Rabinovici

Introdução

O turismo é uma atividade que vem crescendo de forma sig­ nificativa e que, na maioria dos casos, gera expectativas de so­ luções rápidas aos problemas econômicos e sociais que afligem especialmente as comunidades receptivas, mas, além delas, os demais agentes envolvidos com a atividade. Tais promessas reais ou ilusórias de resolução de problemas, a partir da implementa­

ção de atividades turísticas, muitas vezes incorre na realização de um turismo descuidado de suas premissas mais básicas, como as questões éticas, raramente lembradas.

Assim, quando a atividade turística é realizada de maneira desordenada, sem averiguação constante de impactos, sem res­ peito às normas de regulamentação e de segurança e sem a preo­ cupação com a dimensão socioambiental, cultural e ética, pode

Ética e ecoturismo

causar danos irreversíveis, potencializando obstáculos que culminarão em uma situação de conflitos e problemas, cada vez mais complexa e de dis­ tante solução.

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Medium 9788520431993

13. Dimensão político-institucional do turismo no Brasil

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

13

Dimensão político-institucional do turismo no Brasil

CÍNTIA MÖLLER ARAUJO

P E D R O D E A L C Â N TA R A B I T T E N C O U R T C É S A R

Introdução

Desejamos, com este capítulo, refletir em que medida a evolução do quadro político institucional do turismo no Brasil tem conseguido tanto atender às cres‑ centes complexidades do cenário turístico, como conciliar estas com as especifici‑ dades regionais/locais. De fato, ainda que essa preocupação não seja evidente nos primórdios da gestão pública da atividade no Brasil, como veremos no decorrer deste texto, há indícios, sobretudo a partir de meados da década de 1980, de empe‑ nho crescente dos variados organismos públicos brasileiros, constituídos nos di‑ versos níveis (municipal, estadual e federal), de instituir estruturas que atentem para essas questões. Não queremos dizer com isso que tais iniciativas, no campo da gestão pública do turismo, tenham sido sempre bem‑sucedidas, e tampouco que elas vêm atendendo plenamente e a contento às múltiplas demandas (internacio‑ nais, nacionais, regionais e locais). Todavia, entendemos que existe, sim, um esfor‑

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Medium 9788520431146

Capítulo 16 - O lugar da percepção social nas políticas de gestão socioambiental

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

O lugar da percepção social nas políticas de gestão socioambiental

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José Edmilson de Souza‑Lima

Sociólogo, FAE

Sandra Mara Maciel‑Lima

Economista, UFPR

Cláudia Cristina Machado

Comunicadora, UFPR

Priscila Cazarin Braga

Turismóloga, UFPR

Lafaiete Santos Neves

Historiador, FAE

INTRODUÇÃO

Um dos principais desafios para a gestão socioambiental contemporâ­ nea que se pretende democrática é inserir, para além dos discursos, os an­ seios e temores das populações diretamente envolvidas na gestão. Em geral, a gestão socioambiental recorre a instrumentos e políticas públicas que, a despeito do refinamento no que se refere à elaboração, tem dificuldade de levar em consideração as súplicas mais profundas da população. Ao que parece, isso não ocorre necessariamente em função de uma maldade intrín­ seca dos gestores, mas, invariavelmente, a própria população não consegue construir caminhos que lhe possibilitem expressar seus interesses.

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547208240

5 . 2 I D E N T I F I C A R O S TIPOS DOS PROJETOS

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

Existem várias abordagens que podem ser adotadas para desenvolver um processo de adaptação. As organizações podem considerar a abordagem descrita nos itens 5.2 a 5.10 para criar sua própria adaptação.

5 . 2 I D E NT I FI CAR O S TI PO S D O S PR O JETO S

Toda organização é única e precisa determinar como distinguir os tipos de projetos.

Para isso, devem ser levantadas as seguintes questões:

■ Existem linhas de negócios em comum (por exemplo, construção, aeroespacial, farmacêutico) que entregam projetos similares?

■ Existem níveis comuns de riscos associados ao projeto?

■ Existem diferentes níveis de complexidade (por exemplo, pequenos equipamentos desenvolvidos em uma única localidade com uma base industrial estável versus esforços internacionais com múltiplos componentes que devem ser integrados para entregar o projeto)?

■ Existem clientes internos e/ou externos?

■ Qual é a variação em tamanho dos tipos dos projetos executados?

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Medium 9788547208240

5 . 3 I D E N T I F I C A R A S ENTRADAS

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

Existem várias abordagens que podem ser adotadas para desenvolver um processo de adaptação. As organizações podem considerar a abordagem descrita nos itens 5.2 a 5.10 para criar sua própria adaptação.

5 . 2 I D E NT I FI CAR O S TI PO S D O S PR O JETO S

Toda organização é única e precisa determinar como distinguir os tipos de projetos.

Para isso, devem ser levantadas as seguintes questões:

■ Existem linhas de negócios em comum (por exemplo, construção, aeroespacial, farmacêutico) que entregam projetos similares?

■ Existem níveis comuns de riscos associados ao projeto?

■ Existem diferentes níveis de complexidade (por exemplo, pequenos equipamentos desenvolvidos em uma única localidade com uma base industrial estável versus esforços internacionais com múltiplos componentes que devem ser integrados para entregar o projeto)?

■ Existem clientes internos e/ou externos?

■ Qual é a variação em tamanho dos tipos dos projetos executados?

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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 7 - Os novos movimentos sociais

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Os novos movimentos sociais

Introdução

O CAPÍTULO 3 FEZ

uma tentativa de estabelecer um modelo normativo para

uma política de mídia digital infundida em sociedades democráticas liberais.

Embora esse modelo teórico possa ser usado para a maioria dos tipos de ativi‑ dade política − nesse sentido, ele pode ser usado para os tipos de atividade que serão discutidos neste capítulo −, ele é mais crível aplicado à política eleitoral em sociedades democráticas liberais. Para expandir algumas das ideias no

Capítulo 3 a um estudo de atividades políticas extraparlamentares, a obra de teóricos como Michael Hardt e Antonio Negri será usada para ampliar o meu modelo normativo. Ao fazer isso, o capítulo foca principalmente as atividades políticas e as campanhas sociais que ocorrem em grande parte fora da arena política dominante. Essas serão principalmente associadas aos novos movi‑ mentos sociais, e também à campanha presidencial de Barack Obama em 2008, que foi escolhida como estudo de caso aqui, exatamente em razão de sua dife‑ rença em relação à maioria das campanhas de eleições formais.

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Medium 9788547217945

8.3 Primeiro momento: por onde começar

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Como escrever relatórios e monografias

8.1 �Relatórios e monografias: conjugando ideias

à elaboração textual

Este capítulo traz um passo a passo para auxiliá­‑lo na composição de textos de relatórios. Estes, se bem escritos e estruturados podem representar, sem dúvida, uma melhora na imagem do profissional na empresa. Se mal escritos, porém, po‑ dem prejudicar a reputação dele, mesmo que tenha boa atuação.

Abordaremos, também, a redação de monografias, uma vez que atualmente as empresas incentivam cada vez mais seus funcionários a se aperfeiçoarem cons‑ tantemente, frequentando pós­‑graduações e MBAs.

8.2 Semelhanças entre relatórios e monografias

Embora se dirijam a públicos diferentes, relatórios e monografias podem se agru‑ par em uma mesma abordagem, já que apresentam estrutura e encaminhamentos lógicos semelhantes.

Na Figura 8.1, relacionamos as etapas em comum para a elaboração tanto de relatórios como de monografias.

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Medium 9788547210250

18.3 Reservas – Constituição e utilização

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

ESCRITURAÇÃO

a) da transferência do lucro líquido do exercício:

D

Resultado do Exercício

C

Lucros Acumulados

$

$

Transferência do resultado do exercício.

Se autorizado no contrato social ou no estatuto social, as empresas limitadas e as sociedades anônimas poderão aumentar o capital social com aproveitamento do saldo da conta Lucros Acumulados.

b) da capitalização de lucros:

D

Lucros Acumulados

C

Capital Social

$

$

Aumento do capital social com aproveitamento de lucros acumulados.

Existindo saldo na conta Prejuízos Acumulados oriundo de exercícios anteriores, a empresa fará a absorção desses prejuízos com aproveitamento dos lucros acumulados.

c) da compensação de prejuízos acumulados com lucros acumulados:

D

Lucros Acumulados

C

Prejuízos Acumulados

$

$

Transferido para compensar prejuízos.

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