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Medium 9788582604151

Capítulo 18. Compare os mapas

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 18

Compare os mapas

Lições de cartografia e linguística

Há quem diga que os mapas mais antigos da história foram aqueles que os humanos usaram para representar os corpos celestiais, não as características da

Terra. O fato é que os mapas do mundo existem há milhares de anos. Eles têm inúmeros benefícios, mas um dos mais básicos é que eles nos orientam em terrenos com os quais não temos intimidade. Assim, os mapas funcionam como conduítes de conhecimento, permitindo que quem não tem experiência se beneficie dos esforços de quem veio antes. Hoje, essas representações da realidade estão por toda a parte: nos nossos carros, nos telefones e nas nossas cabeças.

E elas podem nos deixar em apuros.

Eu nasci nos Estados Unidos, mas, quando tinha cinco anos de idade, minha família se mudou para a Índia por algum tempo. Por consequência, estudei algumas das séries iniciais naquele país, voltando para os EUA quando tinha nove anos. Quando comecei a estudar nos Estados Unidos de novo, enfrentei uma série de problemas normais para quem chega de um país diferente: questões sociais, acadêmicas e culturais. Mas havia um problema que parecia impossível de categorizar. Passei algum tempo tentando entender algo que parecia não fazer o menor sentido. Resumidamente, por que é que ninguém dos

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Medium 9788582604243

Capítulo 18 - Percepções dos Atores Sociais Sobre a Política Industrial do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE IV BASES PARA UMA NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL

18

PERCEPÇÕES DOS ATORES

SOCIAIS SOBRE A POLÍTICA INDUSTRIAL

DO RIO GRANDE DO SUL

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO: OBJETIVOS E

ASPECTOS METODOLÓGICOS

Este capítulo aborda as percepções de atores sociais relevantes acerca da Política Industrial do

Rio Grande do Sul (PI/RS) e tem por referência um estudo de caso conduzido para a dissertação de mestrado do autor, submetida ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de

Produção e Sistemas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (PPGEPS/Unisinos), em setembro de 2014, sob o título Política Industrial do Rio Grande do Sul (2012-2014): uma análise crítica (VAZ, 2014). Para tanto, realizaram-se 51 entrevistas dirigidas a diferentes grupos de atores considerados como partes interessadas no processo da PI/RS. Secundariamente, mas não menos importante, a dissertação também sugeriu elementos conceituais e práticos como contribuição para tornar mais efetiva a política industrial. Neste estudo, o próprio autor do trabalho exerceu uma observação participante, pois foi um dos operadores da política industrial, avocando-se, também por conta disto, capacidade para expressar juízos e contribuir com o resultado da análise.

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Medium 9788582604243

Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Medium 9788582604151

Introdução - A primeira lição da pacificação

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Introdução

A primeira lição da pacificação

O Tratado de Kadesh foi um dos primeiros tratados de paz da história, negociado entre os impérios egípcio e hitita há mais de 3 mil anos, durante o século

XIII a.C. Nenhuma das partes estava disposta a continuar a incorrer nos custos da guerra e ambos temiam conflitos futuros com seus outros vizinhos, então o faraó Ramsés II e o rei Hatusil III buscaram negociar um fim para o conflito.

Essas tentativas não são difíceis apenas porque as questões em jogo são polêmicas ou complexas, mas porque muitas vezes nenhum dos lados quer dar o primeiro passo. O primeiro lado a pedir paz pode parecer fraco em vez de sábio ou magnânimo, um sinal que líder algum pode se dar ao luxo a comunicar.

Ainda assim, os dois chegaram a um acordo. Apesar de escrito milhares de anos atrás, o tratado tem muitas das marcas dos acordos mais recentes, incluindo disposições proclamando o fim do conflito, a repatriação de refugiados, uma troca de prisioneiros e um pacto de auxílio mútuo caso um dos lados seja atacado por terceiros.1

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Medium 9788582604151

Capítulo 4. Ambiguidade estratégica

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 4

Ambiguidade estratégica

O pacto nuclear entre os

Estados Unidos e a Índia

Em 1968, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, mais conhecido como Tratado de Não Proliferação (TNP), foi negociado e criado. O TNP foi elaborado de modo a restringir o número de países com acesso a armas nucleares ao cinco que os possuíam na época: Estados Unidos, Grã-Bretanha, União

Soviética, França e China. Não por coincidência, esses também eram os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A visão de longo prazo do TNP era que os signatários se comprometeriam em (a) não se envolver com atividades de proliferação, (b) promover o desarmamento entre aqueles que já possuíam armas nucleares, (c) apoiar o uso pacífico da tecnologia nuclear para todos os signatários e (d) se submeter a inspeções e proteções da Agência Mundial de Energia Atômica (AIEA) para garantir a segurança e a conformidade.

Até a virada do século, 190 países haviam assinado o TNP, sendo que os

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Editora Atlas S A (45)
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Medium 9788522480852

Parte II — 8 Organização da Tecnologia da Informação da empresa

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Organização da Tecnologia de Informação da empresa

8

A organização da área de Tecnologia de informação de uma empresa deve considerar a melhor forma de estruturar seu organograma (pessoas × funções), de dispor seus recursos físicos

(layout de mobiliários e equipamentos), garantir a segurança física das instalações e prover a infraestrutura elétrica de todas as dependências. Grandes CPDs e datacenters devem ser projetados e construídos por empresas especializadas, dada a quantidade de fatores, normas e regras específicas que devem ser considerados durante o projeto e montagem . Os pequenos e médios CPDs são, normalmente, projetados pelo engenheiro de manutenção e obras da empresa assessorado pela própria equipe de TI.

A montagem do organograma de uma área de TI deve considerar fatores diversos, tais como a tecnologia adotada, o estilo de gestão da empresa e a quantidade de tarefas a serem executadas pela equipe interna da organização.

8.1  Conceitos e premissas básicas

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Medium 9788522478750

4 Demonstração dos Fluxos de Caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

Demonstração dos Fluxos de Caixa

1 Introdução

A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) se tornou obrigatória no Brasil em 2008, em substituição à demonstração de origens e aplicações de recursos com modificação do art. 176 da Lei nº 6.404/76 e redação dada pela Lei nº

11.638/07.

De acordo com o § 6º do art. 176 da Lei nº 6.404/76, a companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a $ 2 milhões não é obrigada a elaborar e publicar a DFC.

O art. 188 da Lei nº 6.404/76 determina que a DFC deverá relatar as alterações nos saldos de caixa e equivalentes de caixa, durante o exercício, abordando no mínimo os fluxos das operações, dos financiamentos e dos investimentos.

2 Objetivo

A DFC foi regulamentada contabilmente através do Pronunciamento Técnico

CPC 03.

Segundo o CPC 03, as informações dos fluxos são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações financeiras uma base para avaliar a capacidade da sociedade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez.

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Medium 9788522480852

Parte IV — 13 Criação de empresas de Tecnologia de Informação

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Criação de empresas de

Tecnologia de Informação

13

A constituição de uma empresa começa com a definição dos seus objetivos sociais, sua missão e suas estratégias de negócio.

Podemos constituir uma empresa simplesmente apostando numa boa ideia ou numa habilidade em desenvolver sistemas ou dar treinamento, mas a durabilidade dessa empresa estará comprometida se ela não se basear em conceitos sólidos e duradouros.

A empresa deve ter uma missão, que é a descrição sucinta da forma como a empresa pretende agir no mercado definido. Dessa missão são desdobradas as estratégias de negócio, que são as formas como os produtos serão oferecidos e como será o relacionamento da empresa com os demais parceiros (clientes, fornecedores, sociedade etc.). Uma empresa fabricante de persianas poderia definir sua missão como “oferecer dispositivos para controle de luminosidade” e não simplesmente como “fabricar persianas”; dessa forma estaria cumprindo sua missão, mesmo se houver uma mudança tecnológica que obsoletasse as persianas em favor de outro dispositivo (vidros fotossensíveis, por exemplo).

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Medium 9788522465835

16 - Facilitando os cálculos com o Atingir Meta e o Solver

BRUNI, Adriano Leal; PAIXÃO, Roberto Brazileiro Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

16 Facilitando os cálculos com o

Atingir Meta e o Solver

“... esse episódio de imaginação a que chamamos realidade.”

Fernando Pessoa

16.1  Objetivos do capítulo

As operações quantitativas feitas no Excel são muito facilitadas pelo uso de duas ferramentas importantes: o Atingir Meta e o Solver. Ambos permitem obter de forma rápida e eficiente respostas para diversas situações apresentadas em planilhas.

Este capítulo possui o objetivo de apresentar os dois importantes recursos do Excel.

excel.indb 260

Figura 16.1  Recurso Atingir Meta.

16.2  Atingindo as metas de forma fácil

o valor desejado do lucro, basta parametrizar a função Atingir Meta conforme exibido na Figura 16.2.

O recurso Atingir Meta consiste em uma ferramenta bastante útil na solução de equações algébricas. Pode ser acessado através de opção sempre disponível no Excel, através do menu Dados, categoria Ferramentas de dados > Teste de

Hipóteses > Atingir Meta. Veja a Figura 16.1.

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Medium 9788522475872

Parte IV - 15 Comunicação Gerencial

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

15

Comunicação Gerencial

Objetivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo e meios de comunicação entre pessoas e unidades das organizações.

• Dificuldades no processo de comunicação.

• Desenvolvimento das competências do processo de comunicação.

Introdução

Dois aspectos do processo de comunicação serão abordados neste capítulo: a comunicação entre pessoas e a comunicação como mecanismo de integração nas organizações.

Da qualidade do processo de comunicação depende a eficácia das relações interpes­soais nas organizações (e em todas as outras instâncias da vida social). Negociação, venda de ideias e de produtos, apresentação de projetos, liderança,

304 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

motivação, organização, delegação, orientação de funcionários e avaliação de desempenho, entre muitas outras funções gerenciais, exigem um alto nível de capacidade de comunicação. Relações entre o gerente e sua equipe e dentro das equipes, também.

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Editora Empreende (50)
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Medium 9788566103014

Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

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Medium 9788566103113

Capítulo 5 - Áreas Funcionais da Administração

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

Áreas

Funcionais da

Administração

ADM_.indb 53

03/08/2018 17:14:57

| 54 |  

ADMINISTRAÇÃO

5. Á

� reas Funcionais da Administração

ADM_.indb 54

03/08/2018 17:14:57

• Apresentar os conceitos de Gestão de Pessoas,

Administração Financeira, Administração da

Produção e Gestão de Marketing.

• Compreender a importância de cada uma dessas

áreas para o desenvolvimento das organizações.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Gestão de Pessoas?

É o conjunto de tomada de decisões dos gestores, visando inserção, organização e desenvolvimento das pessoas.

Tradicionalmente, é organizada por Descrição de cargos e funções, Recrutamento e Seleção, Integração, Treinamento e Desenvolvimento. Para se tornarem mais competitivas, as empresas buscam oferecer programas de participação em equipes, treinamento, coaching, gamificação e dinâmicas de grupo ou individuais. Para isso, processos, rotinas e regulamentos precisam estar bem alinhados. Os modelos de gestão desenham perfeitamente perfis, competências e habilidades desejadas. Veja a seguir uma relação de qualidades de um

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Medium 9788566103069

Capítulo 3 - Praticando habilidades empreendedoras

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 3miolo_.indd 412/2/2018 11:03:57 PMINTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas| 42 |  miolo_.indd 423. P� raticando habilidades empreendedoras2/2/2018 11:03:57 PMCap. 3 • PrAtICAnDO hAbIlIDADES EMPrEEnDEDOrAS3.1�Oficinas�lúdicas�e�gamificadas�de�empreendedorismoPara conhecer e praticar seus poderes empreendedores são apresentadas a seguir algumas oficinas lúdicas, chamadas de desafios: Minha Própria Casa, Show de Talentos, Torre de Papel, Transporte do Futuro e A Sua Oficina. Todas as oficinas seguem uma mesma lógica de aplicação, tempo de duração e utilização de materiais e recursos similares.Componentes ou recursos utilizados em cada oficinaFicha de acompanhamento de poderes dos participantes(Disponível para download em www.josedornelas.com.br)Notas de dinheiro(Disponíveis para download em www.josedornelas.com.br ou podem ser adquiridas com custo acessível em papelarias)

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Medium 9788566103069

Capítulo 4 - Missões para quem faz acontecer

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4miolo_.indd 612/2/2018 11:04:17 PMINTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas| 62 |  miolo_.indd 624. M� issões para quem faz acontecer2/2/2018 11:04:17 PMAo concluir todas as missões após todas as oficinas serem realizadas sugere-se ao professor/instrutor aulas para discutir com os participantes como foi o desafio de atribuição e cumprimento das missões e o que aprenderam com isso.A expectativa é que todos consigam assimilar os poderes empreendedores de maneira prática, identificando-se com aqueles que consideram os mais presentes em si mesmos e, ainda, traçando um plano de ação para o desenvolvimento de outros poderes ainda não claramente identificados. O PlanoEmpreendedor Pessoal (PEP), apresentado no Capítulo 7, será muito útil nesse sentido.Cap. 44 • MISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECErMISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECErAo final de todas as oficinas há a atribuição de poderes pelos participantes. Assim, caso o participante tenha se autoatribuído um poder repetido em oficinas diferentes, ele terá o desafio de realizar missões diferentes para o mesmo poder.

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Medium 9788566103113

Capítulo 11 - Governança Corporativa

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 11

Governança

Corporativa

ADM_.indb 123

03/08/2018 17:15:13

| 124 |  

ADMINISTRAÇÃO

11. �Governança

Corporativa

ADM_.indb 124

03/08/2018 17:15:13

• Conceituar a Governança Corporativa das Organizações.

• Conhecer os benefícios da aplicação de boas práticas de governança corporativa na administração.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Governança corporativa

A separação entre a propriedade e a gestão das organizações empresariais deu origem a conflitos de interesse entre os donos das empresas e os executivos contratados para sua administração. Como vimos no capítulo sobre Ética e Responsabilidade Social, as pessoas, pela própria natureza humana, podem priorizar seus próprios interesses em detrimento do interesse coletivo, seja este da organização ou da sociedade.

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520453032

4. O investidor e a bolsa de valores

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

O investidor e a bolsa de valores

Walter Cestari

Este capítulo aborda o mercado de capitais, concentrando os conceitos básicos do funcionamento da bolsa de valores, a fim de oferecer os conhecimentos essenciais para a compreensão dos investimentos em títulos e valores mobiliários, especificamente no mercado de ações. Apresenta elementos utilizados para reflexão no processo de decisão, assim como melhor interpretação de oportunidades e riscos.

INTRODUÇÃO

O sistema financeiro pode ser definido como o conjunto de instituições e instrumentos que possibilitam a transferência entre poupadores e tomadores de recursos disponíveis na economia. Esse fluxo não ocorre sempre com as mesmas características operacionais, em razão do tipo de investimento, dos prazos e dos riscos envolvidos.

A forma eficiente para estabelecer as condições de liquidez para o funcionamento do sistema é denominada mercado financeiro.

O mercado financeiro, de acordo com suas características, pode ser segmentado em mercados específicos. O mercado monetário é aquele no qual se concentram as operações de controle da oferta de moeda em circulação e das taxas de juros. O mercado de câmbio é aquele em que ocorrem as operações de troca de moedas por reais. O mercado de crédito é aquele em que atuam as

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Medium 9788520438404

2. Planejamento, comunicação e sustentabilidade: relato de uma experiência a partir do surgimento de uma nova praga na agricultura brasileira

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

2

Planejamento,  comunicação   e  sustentabilidade:  relato  de   uma  experiência  a  partir  do   surgimento  de  uma  nova  praga   na  agricultura  brasileira

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INTRODUÇÃO

Em  uma  organização  como  a  Empresa  Brasileira  de  Pesquisa  

Agropecuária  (Embrapa),  em  que  o  principal  produto  é  o  desenvolvimento   de   conhecimentos,   que   se   transformam   em   tecnologias,  serviços,  produtos  e  recomendações  técnicas  para  os  sistemas  produtivos,  a  palavra  sustentabilidade  não  tem   apenas  efeito  de  discurso.  Ela  é  a  alma  da  empresa.  É  um  valor   que   inspira   e   orienta   o   desenvolvimento   de   cada   tecnologia   que  é  levada  ao  campo.  Há  quarenta  anos,  o  país  era  importador   de   alimentos   e   o   que   se   viu   desde   então   foi   uma   intensa   transformação,   que   gerou   benefícios   econômicos   e   sociais.  

Hoje,  o  Brasil  detém  uma  das  agriculturas  mais  sustentáveis  e   competitivas  do  planeta.

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Medium 9788520431146

Capítulo 10 - Articulação e integração institucional para ecologizar governos

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Articulação e integração institucional para ecologizar governos

10

Maurício Andrés Ribeiro

Arquiteto, ANA

INTRODUÇÃO: DEFINIÇÕES

Sistemas

No mundo natural, os corpos dos organismos funcionam em sistemas, tais como os do metabolismo humano: o sistema circulatório, o respirató‑ rio, o sistema nervoso central e outros, trabalhando de forma integrada no todo do organismo.

Ao olhar para o céu vemos o Sol, a Lua, as estrelas, algumas mais brilhantes, que, na realidade, são planetas. Na astronomia, aprendemos a organizá‑las e a agrupar os corpos celestes em sistemas e conjuntos, como as galáxias, as cons‑ telações ou o sistema solar, integrado por um conjunto de corpos celestes.

O mundo social e cultural também é um organismo vivo, com seus períodos de desenvolvimento, apogeu, estabilização e declínio. Civilizações, sociedades, cidades, instituições e organizações passam por esse ciclo vital.

Algumas perduram e sabem se sustentar, outras têm existência efêmera.

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Medium 9788520431146

Capítulo 5 - Planeação estratégica e comunicativa para organizações de natureza pública

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Planeação estratégica e comunicativa para organizações de natureza pública1

5

Joel Souto-Maior Filho

Planejador, UFPB

INTRODUÇÃO

Nas ciências da administração é voz corrente a ideia de que as organi‑ zações de natureza pública (doravante abreviadas por ONPs), que incluem, entre elas, tanto organizações do primeiro setor (estatais) como do terceiro setor (organizações não governamentais), não são consideradas nem efi‑ cientes nem eficazes quando comparadas com organizações do segundo setor (privado). Elas teriam a tendência de desperdiçar recursos humanos, materiais e financeiros, e não alcançar os objetivos e as metas a que se pro‑ põem. Diante disso, muitos autores, como Peter Drucker (1985), recomen‑ dam a adoção de técnicas de gestão do setor privado e, em particular, o uso do planejamento estratégico para melhorar o desempenho das ONPs. Surge, então, a pergunta: o planejamento estratégico é de fato um instrumento adequado para tornar as organizações de natureza pública mais eficientes, eficazes e efetivas e, assim, garantir a sustentabilidade delas?

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Medium 9788520456088

5. Atualização da avaliação de riscos

Jodrian Freitas Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

ATUALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO

DE RISCOS

Nada é permanente, exceto a mudança.

Heráclito

Depois de todo o trabalho realizado para identificar perigos, avaliar riscos

e controles existentes e planejar a implementação de medidas de controle adicionais, a operadora deve atualizar essas informações sempre que possível.

A necessidade de atualizar o inventário de perigos e riscos pode ser proveniente de duas situações principais: monitoramento das operações e introdução de mudanças.

MONITORAMENTO

O monitoramento das operações consiste nas atividades desenvolvidas para verificar se os resultados estão sendo obtidos conforme previsto. Para a gestão de riscos, refere-se ao acompanhamento (qualitativo e/ou quantitativo) para determinar se a classificação dos riscos ou a eficácia de controles permanece inalterada ou precisa ser revista.

A classificação dos riscos pode ser alterada se a probabilidade inicial se revelar diferente na prática. Por exemplo, um risco de queda pode ter sido considerado raro (ou seja, ocorrer somente em circunstâncias excepcionais, conforme explicitado na Tabela 6), mas incidentes, ainda que não

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547210250

1.5 O administrador diante da informação contábil

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

Gráfico 1.1 – Exemplificativo de sociedades controladoras e controladas

B

102

A

114

52

62

C

122

51

D

100

51

E

100

61

F

120

61

G

120

A é sociedade diretamente controladora de B e C e indiretamente de D, E, F e G.

As sociedades B e C são controladas de A e controladoras de D e E, F e G, respectivamente.

Legenda: as letras representam a denominação das sociedades; os números, dentro do quadrado, o seu capital

social; e, entremeando a seta, o montante do capital social (com direito a voto) que a empresa detém da sociedade controlada.

Fonte: elaborado pelos autores.

1.5

O administrador diante da informação contábil

1.5.1

Aproveitamento administrativo básico

1.5.1.1 Controle

É o processo em que a administração se certifica de que a organização está agindo de acordo com os planos e a política administrativa previamente traçados. Essa definição contrasta com a antiga, que atribuía ao controle uma função quase exclusivamente policial.

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Medium 9788547212551

7.7 A volta do Mandrake: Domingo Cavallo

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

238 

Crises econômicas internacionais

Mas mais uma vez a deterioração do clima político e até mesmo a falta de apoio do próprio presidente impediu que López Murphy concluísse seu plano de austeridade e competitividade, e apenas duas semanas após ter assumido o cargo de ministro, López Murphy renunciava. Existia já entre os agentes financeiros o reconhecimento de que as dificuldades tornavam a sustentabilidade da dívida pública cada vez mais distante, particularmente em virtude dos entraves políticos em pôr em prática um plano de austeridade, dado o desempenho da economia argentina.

Se havia o receio de que a nação não tinha mais opções quanto às reformas fiscais nem quanto ao aumento da competitividade dos setores econômicos, então, o risco de ocorrer uma profecia com uma exuberante saída de capital e um enxugamento da liquidez doméstica draconiana colocaria fim ao Plano de Conversibilidade, o que certamente desencadearia uma maxidepreciação da moeda argentina, com pesados impactos nos setores público e privado.

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Medium 9788547215125

2.9 Outras barreiras ao comércio internacional

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

26   economia internacional

2.9 Outras barreiras ao comércio internacional

A homepage do MDIC15 lista uma longa série de práticas que dificultam o comércio livre e se constituem em formas burocráticas de restrição comercial, conforme ilustra o Quadro 2.3.

Quadro 2.3 Outras modalidades de restrições ao comércio entre as nações

Proibição total ou temporária — proibição de importação de um produto que seja permitido comercializar no mercado interno do país que efetuou a proibição

Impostos e gravames adicionais — cobranças adicionais de tarifas portuárias ou de marinha mercante, taxa de estatística etc.

Impostos e gravames internos que discriminem o produto nacional e o importado — imposto do tipo do ICMS que onere o produto importado em nível superior ao produto nacional

Preços mínimos de importação/preços de referência — estabelecimento prévio de preços mínimos como referência para a cobrança das tarifas de importação, sem considerar a valoração aduaneira do produto

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Medium 9788547208301

4.5 Ética da globalização

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 4  Teorias éticas

Pela primeira vez na história do mundo todos os seres humanos estão sujeitos ao contato com substâncias químicas perigosas, do nascimento até a morte. Em menos de duas décadas de uso, os praguicidas sintéticos se espalharam tão amplamente pelo mundo animado e inanimado que se encontram virtualmente em toda parte52.

Há muitas outras ameaças ao planeta e aos seres vivos devido aos impactos negativos de incontáveis inovações implantadas ao longo do tempo, como os poluentes resultantes dos processos de produção e consumo. O princípio da responsabilidade conforme enunciado há pouco tem os olhos voltados preferencialmente para evitar danos ambientais futuros de grande proporção decorrentes das decisões e ações presentes.

4.5 Ética da globalização

Globalização é um termo que define bem a era atual. Há diversos entendimentos a respeito dessa palavra, sendo que no ambiente de negócios em geral ela corresponde à globalização econômica, representada pela intensificação dos fluxos de produtos, serviços, divisas, conhecimentos aplicados à esfera produtiva e pela capacidade ampliada dos mercados de promover mudanças políticas e sociais.

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Medium 9788547210250

17.6 Contribuição social sobre o lucro

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

17.6 Contribuição social sobre o lucro

17.6.1 Definição e base de cálculo

Contribuição social sobre o lucro é tributo de competência federal que incide sobre o lucro considerado tributável pela legislação do imposto de renda, como a seguir demonstrado:

LUCRO TRIBUTÁVEL

Lucro ou Prejuízo Contábil

(+) Adições

Despesas Não Dedutíveis

$

Outras

$

(–) Exclusões

Receitas Não Tributadas

($)

Outras

($)

(–) Compensações

Base de Cálculo Negativa

($)

$ ($)

Base de cálculo para a contribuição social sobre o lucro

$ ($)

$

($)

ESCRITURAÇÃO

a) nos casos em que o período de apuração do tributo é mensal ou trimestral:

1. da obrigação de futuro recolhimento:

D

Contribuição Social sobre o Lucro a Compensar

C

Contribuição Social sobre o Lucro a Recolher

$

$

Contribuição social sobre o lucro do mês ... .

2. do recolhimento:

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