Artmed (39)
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Medium 9788582604151

Capítulo 2. Alavancando o poder do enquadramento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 2

Alavancando o poder do enquadramento

Um impasse por royalties

1

Estávamos negociando um grande acordo comercial. A empresa que eu assessorava era um empreendimento em fase inicial que desenvolvera um produto revolucionário para entrar em um setor multibilionário. O pessoal do outro lado da mesa de negociação queria licenciar nosso produto e ajudar a lançá-lo no mercado. Por consequência, era preciso negociar uma série de questões: taxa de licenciamento, taxa de royalties, disposições sobre exclusividade, marcos, comprometimentos com o desenvolvimento e assim por diante. Empacamos na taxa de royalties, ou seja, na porcentagem do preço de venda que eles nos pagariam por produto vendido.

Nas conversas iniciais, os dois lados haviam concordado informalmente que uma taxa de royalties de 5% seria razoável. Com o passar do tempo, parece que surgiram interpretações ligeiramente diferentes sobre como essa porcentagem seria aplicada. Nossa opinião era que 5% era baixo, mas seria uma taxa aceitável para o período inicial do relacionamento. À medida que o produto ganhasse força e fosse validado pelo mercado, nós acreditávamos que a taxa de royalties deveria aumentar para um nível apropriado, mais elevado. Entendíamos que nossa tecnologia ainda estava na fase de desenvolvimento, que as vendas iniciais seriam baixas e que seus investimentos pesados na fabricação do produto faziam por merecer uma concessão da nossa parte.

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Medium 9788582604151

Capítulo 10. Fique na mesa

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

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Medium 9788582604243

Capítulo 9 - A Política Industrial e os Programas Setoriais da Agroindústria

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

9

A POLÍTICA INDUSTRIAL E OS PROGRAMAS

SETORIAIS DA AGROINDÚSTRIA

José Hermeto Hoffmann

José Miguel Pretto

Claudio Fioreze

Sérgio Luís Feltraco

Angelo Menegat

INTRODUÇÃO

Em 2011, ao se iniciar a elaboração de programas setoriais destinados ao fortalecimento das principais cadeias produtivas do agronegócio do Rio Grande do Sul, nos marcos da Política

Industrial 2011-2014 (PI/RS), a principal constatação era que o Estado vinha perdendo participação na produção nacional das principais culturas exportadoras. As causas mais prováveis desta perda de participação eram, e continuam sendo, essencialmente as seguintes: a) a evolução da tecnologia, que permitiu o cultivo de soja e milho no ambiente do

Cerrado, com méritos fundamentais da

Embrapa; b) a submissão das culturas de inverno, em particular do trigo, dos produtos da vitivinicultura, do leite e do arroz – todos com forte tradição no Estado – aos acordos comerciais do Mercosul; e, por último, mas não menos importante, c) um fator imutável, embora não uma dificuldade insuperável, que é a distância do

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Medium 9788582604151

Capítulo 7. O poder do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 7

O poder do processo

Negociando a

Constituição dos EUA

A guerra da independência dos Estados Unidos, travada contra a Grã-Bretanha, durou oito anos, terminando formalmente com o Tratado de Paris, assinado em 1783. A essa altura, os Artigos de Confederação serviam como

1 documento governante dos Estados Unidos havia seis anos. Não por acidente, os Artigos davam pouco poder ao governo central, mantendo a soberania absoluta dos 13 estados. Os Artigos chegavam a esclarecer que a relação entre os estados era meramente a de uma “liga da amizade”. Não era nada mais que o esperado, dado que a confederação era formada por pessoas que haviam acabado de se libertar do poder centralizado nas mãos de um monarca distante.

Contudo, logo os problemas decorrentes do formato começaram a emergir.

George Washington, comandante-chefe do Exército Continental, percebeu as falhas já durante a guerra. O Congresso não tinha o poder de criar impostos e os estados muitas vezes não estavam dispostos a contribuir os fundos necessários para pagar os salários dos soldados ou a dívida de guerra com potências estrangeiras. Depois que a guerra terminou, a situação piorou ainda mais. O Congresso era considerado tão impotente que seus deputados quase não apareciam; quando havia quórum, nada acontecia. Mesmo projetos de lei que tentavam angariar fundos para pagar a dívida de guerra eram rejeitados, não porque a maioria dos estados discordava, mas porque os Artigos davam poder de veto a todos os estados. Em 1786, Rhode Island rejeitou um projeto dessa natureza apesar do apoio de 12 estados; em 1787, foi a vez de Nova York dar o voto decisivo no mesmo sentido.

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Medium 9788582604243

Capítulo 8 - É o Tempo do Vento: A Política Industrial e o Desenvolvimento da Energia Eólica no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

8

É TEMPO DO VENTO: A POLÍTICA INDUSTRIAL

E O DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA

NO RIO GRANDE DO SUL

Vivian Sebben Adami

José Antonio Valle Antunes Júnior

Eberson José Thimmig Silveira

Marco Aurélio Franceschi

INTRODUÇÃO

O principal romance do Rio Grande do Sul é, sem dúvida, O tempo e o vento, de Érico Veríssimo (VERÍSSIMO, 1948, 1951, 1961). O romance utiliza a metáfora do vento como pano de fundo para a compreensão da formação histórica do Estado. Muitos anos depois, o vento reaparece em novo papel de enorme importância. Agora, trata-se da potencialidade do recurso – “é o Tempo do Vento” – para colaborar decisivamente com o desenvolvimento energético e industrial do RS.

O Rio Grande do Sul tem uma história prévia na energia eólica baseada nos trabalhos do professor indiano Debi P. Sadhu, que integrou o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

(UFRGS) a partir de 1976. Sob a liderança do

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Editora Atlas S A (45)
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Medium 9788522475872

Parte I - 5 Processo decisório e

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

Processo decisório e resolução de problemas

Objetivos

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo de tomar decisões e seu papel na administração das organizações.

• Habilidades, conceitos e técnicas envolvidas no processo de tomar decisões.

• Dificuldades que se apresentam ao longo do processo de tomar decisões e que podem produzir decisões de má qualidade.

Introdução

O processo de tomar decisões, como parte do trabalho dos administradores, foi destacado por diversos praticantes e estudiosos da administração, como Fayol e Mintz­berg. Estudar o processo de tomar decisões ajuda a compreender o trabalho gerencial e a desenvolver as habilidades de administrador.

86 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

• Na seleção de futuros gerentes, muitas organizações procuram avaliar a aptidão dos candidatos para analisar e resolver problemas, individualmente e em grupo. Esse é um indício a mais da importância da capacidade de tomar decisões no elenco das competências dos gerentes.

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Medium 9788522480852

Parte II — 5 Ética do executivo de TIC

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Ética do executivo de TIC

5

Na posição de executivo de TI de uma organização, você estará sendo avaliado diariamente pelos seus superiores, pelos seus subordinados, pelos seus pares, pelos usuários e pelos fornecedores. Manter uma postura profissional correta é muito importante para progredir na carreira e ter uma gestão eficaz (KÜBLER-ROSS,

1997).

O executivo de TI deve ter em mente que ele lida com uma tecnologia complexa que é estranha para a maioria dos executivos das outras áreas da organização. Por isso, ele tem o dever de explicar de forma clara e didática todas as suas decisões tecnológicas, principalmente quando elas envolverem recursos financeiros (que

é sempre disputado pelas outras diretorias).

Cabe ainda ao executivo zelar pela integridade sistêmica da organização e combater todo tipo de fraude ou falhas tecnológicas que possam trazer prejuízo a ela. As fraudes realizadas com o auxílio da Tecnologia de Informação são muito difíceis de detectar, pois as pessoas tendem a acreditar cegamente em um relatório emitido por um sistema (mesmo que ele contenha dados absurdos). O executivo de TI deve então zelar para que as regras de negócio implantadas nos sistemas estejam corretas e que contribuam para o sucesso e para a saúde da empresa.

Os mantras de um bom administrador de Tecnologia de Informação devem ser:

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Medium 9788522478750

4 Demonstração dos Fluxos de Caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

Demonstração dos Fluxos de Caixa

1 Introdução

A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) se tornou obrigatória no Brasil em 2008, em substituição à demonstração de origens e aplicações de recursos com modificação do art. 176 da Lei nº 6.404/76 e redação dada pela Lei nº

11.638/07.

De acordo com o § 6º do art. 176 da Lei nº 6.404/76, a companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a $ 2 milhões não é obrigada a elaborar e publicar a DFC.

O art. 188 da Lei nº 6.404/76 determina que a DFC deverá relatar as alterações nos saldos de caixa e equivalentes de caixa, durante o exercício, abordando no mínimo os fluxos das operações, dos financiamentos e dos investimentos.

2 Objetivo

A DFC foi regulamentada contabilmente através do Pronunciamento Técnico

CPC 03.

Segundo o CPC 03, as informações dos fluxos são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações financeiras uma base para avaliar a capacidade da sociedade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez.

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Medium 9788522478750

5 Matriz e Filiais: Centralização Versus Descentralização

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

Matriz e Filiais: Centralização Versus

Descentralização

1 Introdução

A contabilidade de pessoa jurídica, abrangendo matriz e filiais, pode ser feita de forma centralizada ou de forma descentralizada.

A contabilidade centralizada resulta em apenas um conjunto de demonstrações financeiras para a matriz e filiais.

Por outro lado, a contabilidade descentralizada produz demonstrações financeiras individualizadas para matriz e para cada filial. Essas demonstrações financeiras individuais são posteriormente combinadas de forma a representar um

único conjunto de demonstrações financeiras da companhia.

2 Exemplo de transações que envolvem matriz e filiais

A Farmácia Moderna S.A. foi constituída em 10 de janeiro de 20X1, com sede na cidade de São Paulo. Os sócios integralizaram em espécie seu capital social em R$ 10.000, tendo sido o dinheiro depositado em conta-corrente no Banco do

Brasil. As seguintes transações ocorreram posteriormente:

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Medium 9788522475872

Parte I - 4 Desempenho das organizações

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

Desempenho das organizações

Objetivos

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Critérios de mensuração e avaliação do desempenho das organizações: eficiência, eficácia e competitividade.

• Ferramentas para o aprimoramento do desempenho da organização.

• Análise comparativa das ferramentas.

Introdução

Todas as organizações são sistemas de recursos que perseguem objetivos. Recapitulando, eficiência e eficácia são os dois conceitos usados para avaliar o desempenho de uma organização. Uma organização é eficaz quando realiza seus objetivos e eficiente quando utiliza corretamente seus recursos. Algumas organizações, além de eficientes e

68 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

eficazes, precisam também ser competitivas: elas precisam ser mais eficientes e eficazes que seus concorrentes.

1  Desempenho das organizações

As pessoas que administram organizações de qualquer tamanho, são responsáveis pela realização de objetivos e pela utilização dos recursos. Eficiência, a medida de utilização dos recursos, e eficácia, a medida de realização dos objetivos, são os dois critérios básicos para avaliar o desempenho das organizações. Algumas organizações, além de eficientes e eficazes, precisam também ser competitivas, porque enfrentam outras organizações que perseguem os mesmos objetivos.

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Editora Empreende (50)
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Medium 9788566103021

Capítulo 1 - INTRODUÇÃO

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

INTRODUÇÃO

1.1. Objetivo

O objetivo deste livro é fornecer uma síntese dos conhecimentos atuais sobre a pobreza, os modelos de negócios e a inovação como os elementos básicos de uma estratégia bem-sucedida na Base da

Pirâmide (BP), em um formato prático e acessível que pode ser usado pelos que tomarem a decisão de entrar na BP, seja um gerente corporativo, um pequeno empresário ou um empreendedor com uma ideia de negócio.

Portanto, a perspectiva do livro é a do tomador de decisões interessado em se aventurar na BP, seja através da criação de uma nova empresa ou de um novo empreendimento dentro de uma organização existente. Este não é um livro acadêmico que visa desenvolver novas teorias sobre os negócios da BP. Mas também não é exatamente um livro texto, uma vez que, embora possa ser usado em uma disciplina acadêmica, não é direcionado principalmente para esse fim, mas sim a fornecer conselhos práticos no lugar do domínio completo de certas técnicas. Isso significa que a ênfase do livro é sobre o desenvolvimento e aplicação de ferramentas que não são apenas baseadas em pesquisa acadêmica, mas também em experiências tiradas do mundo todo.

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Medium 9788566103014

Capítulo 3. Desenvolvendo umplano de negócios eficaz

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

3

Desenvolvendo um plano de negócios eficaz

Quando o desenvolvimento de um plano de negócios inicia-se com a análise da oportunidade, o processo fica mais claro para o empreendedor, já que em muitos casos o plano de negócios servirá para analisar a viabilidade de uma ideia. O entendimento da diferença entre ideia e oportunidade é crucial para que o plano de negócios se torne, de fato, um documento

útil ao empreendedor.

A ideia é algo livre, sem comprometimento com nada e geralmente surge de momentos de criatividade do empreendedor ou de pessoas com as quais convive. No entanto, nem sempre a ideia mais criativa torna-se uma oportunidade de negócio. Isso ocorre porque a oportunidade é uma ideia com potencial de retorno econômico, a partir da qual o empreendedor poderá criar produtos e serviços que serão de interesse dos consumidores. Ideias que não proporcionem o retorno econômico serão apenas ideias...

Note no diagrama a seguir que o fluxo de desenvolvimento de plano de negócios que será utilizado neste capítulo segue um processo lógico (seis grandes etapas), mas não definitivo, já que sempre existirão revisões, interações (representadas por elipses) e mudanças do conteúdo das seções do plano de negócios, mesmo que estas já tenham sido desenvolvidas.

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Medium 9788566103113

Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

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ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

03/08/2018 17:15:03

• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Medium 9788566103021

Capítulo 7 - EMPRESAS INCLUSIVAS. OS RECURSOS DA BP

RUFIN, Carlos Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

EMPRESAS INCLUSIVAS.

OS RECURSOS DA BP

A ideia da BP como fonte de valor para o negócio certamente não

é original em publicações, pesquisas e práticas relacionadas com o paradigma da BP. As iniciativas e pesquisas da BP já perceberam que este é um papel igualmente importante e valioso da BP, que não havia sido ressaltado na formulação original da BP como um mercado. A pesquisa sobre as comunidades da BP tem mostrado repetidamente que pelo menos a BP urbana está profundamente enraizada nas trocas econômicas com o resto da economia, embora sofra de discriminação e segregação em aspectos como moradia, infraestrutura, educação, serviços de saúde, policiamento e outros serviços públicos.

Os assentamentos urbanos informais fornecem trabalho abundante para as economias urbanas. Como em Dharavi, Mumbai, onde locais de oficinas e fábricas contribuem significativamente para as redes de produção locais e mesmo internacionais, na produção de vestuário ou na reciclagem de peças eletrônicas. As comunidades urbanas da

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Medium 9788566103014

Capítulo 2. O que é o plano denegócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo

2

O que é o plano de negócios

2.1 Entendendo o conceito

Para desenvolver um plano de negócios é importante entender o que essa ferramenta de gestão significa. O plano de negócios é um documento utilizado para planejar um empreendimento ou unidade de negócios, em estágio inicial ou não, com o propósito de definir e delinear sua estratégia de atuação para o futuro. Trata-se ainda de um guia para a gestão estratégica de um negócio ou unidade empresarial.

O seu desenvolvimento fica mais claro quando se analisa o processo empreendedor.

Como o plano de negócios é muito utilizado por empreendedores que estão estruturando a criação de novos negócios, pode ser entendido como um guia para o planejamento de novos negócios ou ainda para o planejamento de novas unidades empresariais, no caso de empresas já estabelecidas.

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6/26/2016 9:29:00 PM

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Plano de Negócios - seu guia definitivo | José Dornelas

O processo empreendedor

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520430804

9 – Manuais e normas de serviços

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

9

Manuais e normas de serviços

Tópicos deste capítulo a Conceito de manual e normas de serviços a Finalidade dos manuais a Funções dos manuais a Conteúdo dos manuais a Técnicas de elaboração de manuais a Distribuição dos manuais a Formulários a Questões para revisão a Exercícios

Ao longo de toda sua existência cada empresa adota e acumula uma variedade de regras e regulamentos, normas de serviços, instruções, ordens e atos oficiais que configuram exigências criadas para o bom andamento de suas atividades. Essas exigências são comunicadas a todas as pessoas por meio de vários tipos de correspondência interna que depois são arquivadas. E quase sempre caem no esquecimento por falta de consulta ou por não se saber onde ficaram arquivadas.

Por outro lado, na medida em que o tempo passa e as coisas mudam, esses textos são frequentemente modificados, acrescidos ou reduzidos, enquanto outros são substituídos e outros, ainda, implantados.

Com o tempo e com o crescimento da empresa, o volume de textos dispersos – alguns atuais, outros ultrapassados e obsoletos – se torna tão grande que as pessoas passam a encontrar enorme dificuldade em

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Medium 9788520431146

Capítulo 28 - Arranjos produtivos locais de base socioeconômica-ambiental em região litorânea

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos produtivos locais de base socioeconômicaambiental em região litorânea

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Valdir Frigo Denardin

Economista, UFPR

Mayra Taiza Sulzbach

Economista, UFPR

INTRODUÇÃO

Os vestígios de presença humana no litoral paranaense são encontrados bem antes dos guaranis, europeus, caboclos e quilombolas, nos chamados sambaquis, formados por concheiros que datam de aproximadamente

4000 a.C. Estes viviam em pequenos grupos e eram nômades, migrando constantemente em busca de alimento. Até hoje não há evidências concretas do desaparecimento dos sambaquieiros; eles podem ter migrado ou ainda ter se misturado ao tronco tupi-guarani. Os índios guaranis-myba, que habitaram o litoral, eram denominados pelos colonizadores de carijós.

O contato dos colonizadores com os índios não foi amigável, já que eles tinham a intenção de escravizar os nativos (Esteves, 2005).

O litoral do Paraná pertencia a duas capitanias hereditárias: São Vicente, ao norte de Paranaguá, e Santana, ao sul. Em 1531 houve uma bandeira para explorar a baía de Paranaguá, no entanto, a instalação definitiva

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Medium 9788520456088

2. Conceitos iniciais

Jodrian Freitas Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

CONCEITOS INICIAIS

TURISMO DE AVENTURA

Ainda que a abordagem deste livro seja aplicável a várias atividades econômicas, o contexto em foco é o segmento de turismo de aventura. Assim,

é necessário entender corretamente a abrangência dessa área para uma adequada gestão de riscos.

O parágrafo 1o do art. 34 do Decreto n. 7.381, de 02/12/2010, que dispõe sobre a Política Nacional de Turismo, estabelece:

Para os fins deste Decreto, entende-se por turismo de aventura a movimentação turística decorrente da prática de atividades de caráter recreativo e não competitivo, tais como arvorismo, bóia cross, balonismo, bungee jump, cachoeirismo, cicloturismo, caminhada de longo curso, canoagem, canionismo, cavalgada, escalada, espeleoturismo, flutuação, mergulho, turismo fora de estrada, rafting, rapel, tirolesa, vôo livre, windsurf e kitesurf. 

Tal definição tem o mérito didático de listar exemplos das atividades cobertas pelo segmento e restringir o caráter de competitividade, diferenciando-o das atividades esportivas.

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Medium 9788520433485

Parte 1 – Tópicos comuns nos manuais de gestão

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 1

Tópicos comuns nos manuais de gestão

Existem informações importantes sobre a sua empresa que devem ser compartilhadas com todos os colaboradores e descritas em tópicos comuns a todos os manuais.

O modelo sugerido neste livro utiliza o termo Academia como exemplo de nome de centro esportivo ou academia. Nos tópicos incluímos sugestões ou opções específicas para o seu manual, em forma de textos ou figuras (no final do livro).

APRESENTAÇÃO

Este tópico enfatiza as características gerais da Academia e explica sobre a importância dos manuais.

Descreva o que é a empresa, o que oferece aos clientes, o compromisso, a metodologia de trabalho, a equipe de colaboradores e, por fim, faça uma breve apresentação sobre os itens abordados nos manuais. Por exemplo:

A Academia é um centro de atividade física e bem-estar que tem o compromisso de proporcionar meios eficientes para a melhora da qualidade de vida e fazer que o cliente se sinta bem, por meio de estrutura física, atendimento, qualidade técnica e assistência, na busca por resultados.

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Medium 9788520429501

3. A sedução do turismo no espaço rural: das naturezas e políticas

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

3

A

sedução do turismo no espaço

rural: das naturezas e políticas

Maria Geralda de Almeida

Introdução

Desde 1980 os censos demográficos assinalam uma vertiginosa virada na população brasileira. Se até aquela data ela era essencialmente rural, na atualidade cerca de 88% da população é considerada urbana, apesar das controvérsias a respeito dos critérios adotados para definir o rural e o urbano no Brasil.

Simultaneamente ao crescimento da população urbana, a base econômica do meio rural foi alterada de forma progressiva, sofreu uma reestruturação e incorporou os setores secundários e terciários. No final dos anos de 1960 e início da década de 1970, o Brasil assistiu a uma modernização de sua agricultura acompanhada do desenvolvimento de uma agroindústria, em razão, sobretudo, do apoio do Estado, das inovações tecnológicas, da posição do país no contexto das trocas internacionais e da existência de um setor de bens – relativamente bem desenvolvido – de capital e insumos, conforme Costa (2000). Desde então, espaços para agronegócio, pecuária,

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547208240

4.4 GERENCIAMENTO DE COMPETÊNCIAS

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

■ Incorporar membros adicionais ao comitê de governança para representar todas as unidades do negócio que implantaram o GOP e que trabalham em conjunto para realizar a estratégia organizacional.

■ Determinar quando um orçamento é necessário para a função da governança.

Buscar a aprovação desse orçamento conforme seja apropriado.

■ Institucionalizar o processo de governança do GOP ao atualizar o termo de abertura para incluir mudanças aplicáveis no escopo e na filiação.

■ Transformar o desempenho da organização por meio de revisões e avaliações regulares dos KPIs.

■ Identificar, priorizar e executar iniciativas de melhoria contínua.

4.3.4 Indicadores-chave de desempenho para a governança do GOP

Vários indicadores-chave de desempenho são utilizados para avaliar a função de governança do GOP. Exemplos desses KPIs incluem o número de aprovações de programas e projetos, percentual de programas ou projetos que passam por pontos de verificação ou completam suas fases em tempo hábil, número de ações de melhoria contínua ou de correção identificadas e volume anual de projetos com atraso fora dos limites aceitáveis.

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Medium 9788547210250

1.15 Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC)

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

1.14.1.5 Da periodicidade

Os exercícios contábeis deverão ser de igual duração, permitindo correta avaliação da eficácia da gestão.

1.15 Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC)

Norma é uma indicação de conduta cuja obediência é obrigatória. O Conselho Federal de

Contabilidade (CFC), por meio da Resolução n. 711, de 25/07/1991, dispõe sobre as Normas Brasileiras de Contabilidade, estabelecendo:

• no artigo 1º, que as NBC constituem corpo de doutrina contábil que estabelece regras de conduta profissional e procedimentos técnicos a serem observados quando da realização dos trabalhos previstos na Resolução CFC n. 560/83, de

28/10/1983;

• no artigo 2º, a classificação das NBC em Profissionais e Técnicas, sendo numeradas sequencialmente:

‒ Norma Profissional é a que estabelece regras de exercício profissional, caracterizando-se pelo prefixo NBC-P;

‒ Norma Técnica é a que estabelece conceitos doutrinários ou procedimentos aplicados de Contabilidade, caracterizando-se pelo prefixo NBC-T.

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Medium 9788547213381

2.2 CRIAÇÃO DE VALOR: A CHAVE DA LUCRATIVIDADE

DRANOVE, David; MARCIANO, Sonia Editora Saraiva PDF Criptografado

consumo não controlam um recurso fundamental (os canais oferecidos pelo

Walmart). O resultado é o mesmo: é difícil obter lucros.

Esses exemplos mostram que para uma empresa ser lucrativa, não basta possuir uma competência (isto é, fazer alguma coisa bem). A empresa também deve:

##evitar os estragos da concorrência;

##sobreviver à ameaça de entrantes;

##controlar os recursos que determinam o valor de sua competência.

Essas não são as únicas limitações do conceito de competência. Há inúmeras questões associadas a colocar o conceito de competências em prática. Como uma empresa identifica uma competência? Como ela a adquire?

Como ela sabe que a competência é genuína?

Felizmente, podemos aprofundar nosso entendimento recorrendo a um conceito básico da microeconomia: o conceito de criação de valor. A nosso ver, essa simples ideia econômica pode servir como o fundamento para toda a estratégia. No restante deste capítulo, apresentaremos os princípios econômicos fundamentais da criação de valor. No Capítulo 3, apresentamos a visão baseada em recursos da empresa, uma teoria poderosa que esclarece como o valor é convertido em lucros.

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Medium 9788547217945

5.4 Concisão e agilidade

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE I • ELABORAÇÃO DO TEXTO EMPRESARIAL

Em 2015 observamos, ainda, o aumento intensivo da utilização do WhatsApp para otimizar a agilidade da informação.

Aqui cabe um alerta: como a mensagem transmitida é muito concisa nesse canal de comunicação, recomenda­‑se muito cuidado com as tomadas de decisão.

É necessário certificar­‑se de que não há nenhuma informação relevante omitida, para que não haja prejuízos posteriormente.

Como vemos consolidada a tendência ao uso de canais de comunicação que tendem a utilizar a mensagem de forma mais rápida e concisa, é importante ler as observações que se seguem. Elas poderão evitar muito retrabalho, equívocos e desperdício de tempo.

5.4 Concisão e agilidade

Apesar de o conceito de concisão se relacionar com uma ideia utilitarista da men‑ sagem, ele não deve significar um empobrecimento da linguagem, mas apenas uma forma mais enxuta e condensada de apresentação, em que cada informação

é valorizada.

5.5 Concisão não significa pobreza de linguagem

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Medium 9788547209797

7.6 Reforço ao sentido de ser ético

MATTOS, Francisco Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Modelo de gestão da ética

A desesperança é atitude típica de perdedor.

Para o vencedor, a crise é motivo de recarregar esperanças e agir.

Ética é a dinâmica da esperança! Implica continuar caminhando.

Somos caminhantes... mas há um momento que nos sugere parar, pensar, repensar e renovar!

É o instante que nos induz a repensar o sentido de vida, que ganha beleza e expressão na transcendência.

Somos caminhantes, não passageiros...

Temos uma missão: irmos além, superando­‑nos, procurando realizar e nos rea‑ lizar no que temos de melhor.

Ao colocarmos coração, inteligência e espírito no que fazemos, tudo ganha cor e vida.

O momento da renovação é um forte indicador de que se reabre nova página, induzindo­‑nos à transformação.

Hoje, não ontem, estamos nos reconstruindo.

Consta que Deus foi questionado sobre o valor do horizonte no plano da cria‑

ção, pois, embora belo e desejável, quanto mais caminhamos em sua direção mais ele se distancia.

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