Artmed (63)
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Medium 9788582604151

Capítulo 12. Mudando as regras de engajamento

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Capítulo 12

Mudando as regras de engajamento

Negociando com seus amigos

Em fevereiro de 2002, a NBC e a Warner Brothers foram notícia de primeira página quando assinaram o contrato mais caro da história da televisão pelos direitos de uma sitcom de 30 minutos. O programa era Friends, uma comédia sobre seis amigos morando na cidade de Nova York. O contrato garantiria a décima e última temporada, encerrando uma década em que o programa foi indicado para mais de 60 Primetime Emmy Awards (e venceu seis) e foi um dos cinco programas mais assistidos da TV em todas as temporadas, com exceção da primeira. Sem dúvida, foi um grande seriado, mas isso não basta para explicar quanto dinheiro os atores que interpretavam os seis protagonistas receberiam pela última temporada.

Muitas comédias têm um astro óbvio cercado por um elenco de outros personagens. Considere, por exemplo, alguns dos programas mais populares da NBC nas duas décadas anteriores a essa negociação: The Cosby Show, Caras

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Capítulo 15. Ceder

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 15

Ceder

Vendendo modernidade na Arábia Saudita

O ano era 1965 e o Rei Faisal da Arábia Saudita tinha um problema. Coroado não havia muito, ele já estava envolvido até o pescoço em esforços para promover as reformas financeiras e sociais extremamente necessárias para o país.

Um dos elementos dessas reformas envolvia disponibilizar “meios de recreação inocentes para todos os cidadãos”. Como parte desse plano, o Rei Faisal queria introduzir a televisão no reino. O único problema é que nem todo mundo na

Arábia Saudita acreditava que a televisão era a tecnologia inocente que parecia. Muitos religiosos conservadores consideravam que a TV era uma obra do diabo, o que, dependendo do tipo de fanático que estamos analisando, poderia se referir ao tipo com chifres e tridentes ou o tipo com listras e estrelas. Em ambos os casos, esperava-se uma oposição religiosa significativa contra a tecnologia. Como convencer o povo que a televisão não é instrumento de uma campanha demoníaca? Para a sorte de Faisal, ele não era o primeiro rei da Arábia Saudita a enfrentar essa situação, pois seu pai havia enfrentando problemas semelhantes.

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Medium 9788582604151

Capítulo 14. Alavancando o poder da empatia

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Capítulo 14

Alavancando o poder da empatia

Fechando acordos com uma arma apontada para a sua cabeça

Eu estava ajudando um cliente, uma empresa de tecnologia americana, a negociar um acordo comercial (AC) com uma empresa na China.1 As duas já tinham assinado um acordo diferente; um ano antes do meu envolvimento, elas haviam firmado um “Acordo de Desenvolvimento Conjunto” (JDA). Pelas disposições do JDA, a empresa chinesa forneceria caixa em troca de mais desenvolvimento e testes da nossa tecnologia e também começaria a trabalhar no planejamento de instalações de fabricação para o produto. Em troca, nossa empresa daria acesso ao produto e trabalharia com os seus engenheiros para ajudá-los a se preparar para um acordo comercial futuro conosco. Nenhuma das partes seria obrigada a assinar o acordo comercial, mas ambas enxergavam o enorme benefício de trabalharem juntas.

O JDA era um mapa com diversos marcos no caminho, cada um dos quais delineava as responsabilidades específicas de uma ou ambas as partes (ex.: fornecer dados, compartilhar projeções, realizar pagamentos, etc.). Quando um marco era atingido, os dois lados “aprovavam” sua finalização e passavam para o próximo. Tudo ia bem... até que, de repente, não ia mais. O problema era o

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Medium 9788582604243

Capítulo 7 - A Política Industrial e o Desenvolvimento da Indútria Oceânica e o Polo Naval no Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior, Carlos Henrique Horn, Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

7

A POLÍTICA INDUSTRIAL E O DESENVOLVIMENTO

DA INDÚSTRIA OCEÂNICA E POLO NAVAL NO

RIO GRANDE DO SUL

Ivan De Pellegrin

José Antonio Valle Antunes Júnior

Marcus Coester

INTRODUÇÃO

O setor de petróleo e gás natural tem importância estratégica em âmbito mundial. Essa importância se traduz, em termos econômicos, em uma participação relevante na produção econômica haja vista ser ele o responsável pelo principal insumo energético para praticamente todos os demais setores e, também, a fonte de matéria-prima básica para a indústria petroquímica, com derivações diversas na química fina e farmacêutica e em novos materiais, entre outras áreas.

Trata-se de uma indústria dinâmica, especialmente em países como o Brasil, onde as reservas se concentram em águas ultraprofundas, o que demanda constante investimento em novas tecnologias de produtos (bens e serviços), bem como em equipamentos de grande porte, como plataformas de produção, de perfuração e navios plataforma, dentre outros.

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Capítulo 3. A lógica da adequalidade

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Capítulo 3

A lógica da adequabilidade

Negociação à sombra do câncer

Sua proposta pode ser a melhor e a mais inovadora, mas como apresentá-la para alguém que insiste em fazer tudo como sempre fez? Você pode estar preocupado com os interesses do seu interlocutor, mas como negociar perante à resistência ferrenha à mudança? Você pode estar certo, mas como defender sua proposta quando o outro lado tem laços emocionais com um plano alternativo?

Considere o caso dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata de

1 baixo risco. A maioria dos casos de câncer de próstata nos EUA é detectada

2 usando o teste de antígeno prostático específico (PSA). Abundam evidências de que muitos cânceres detectados por PSA são sobrediagnosticados, ou seja, que os pacientes teriam levado uma vida normal sem jamais saber da existên3 cia do câncer de próstata se não tivessem realizado o teste de PSA. No Memorial Sloan Kettering Cancer Center (MSKCC), em Nova York, instituição líder em pesquisa e tratamento de câncer, geralmente se recomenda “vigilância ativa” para homens com câncer de próstata de baixo risco, um método que recebe preferência em relação a tratamentos como cirurgia e radioterapia, que podem causar efeitos colaterais como incontinência e disfunção erétil. Essa recomendação é consistente com as diretrizes da National Comprehensive Cancer Network e da Associação Americana de Urologia.

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Atlas (13)
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Medium 9788597010763

1 - Procedimentos didáticos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

1

Procedimentos didáticos

1 LEITURA

1.1 Elementos

Antes de abordarmos a leitura de modo prático, alguns esclarecimentos conceituais são necessários, como o de texto e o de leitura.

Guimarães (2013, p. 11) alerta para o fato de que são muitas as possibilidades de resposta para a questão “o que é texto?”. Qualquer que seja ela, depende da vertente teórica a que nos apoiamos: se o consideramos do ponto de vista microestrutural, “é o conjunto articulado de frases, resultante da conexão dos mecanismos léxico-gramaticais que integram a superfície textual”. O texto assim visto manifesta-se como um produto que apresenta unidade temática, cujo significado é resultado da relação entre seus constituintes. Todavia, nas abordagens mais modernas ele é visto como um processo em que se focaliza a textualidade e não um conjunto de propriedades do texto. Interessamos, então, pela coesão, coerência, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade e intertextualidade do texto.

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Medium 9788597010763

9 - Técnicas de pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

9

Técnicas de pesquisa

Técnica é um conjunto de procedimentos de que se serve uma ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos.

Michel (2015, p. 81) afirma a necessidade, por parte do pesquisador, de procedimentos para sistematizar, categorizar e tornar possível a análise de dados brutos coletados na pesquisa, que lhe permita chegar a resultados de pesquisa significativos. Define então técnicas de pesquisa, como “instrumentos utilizados para se coletar dados e informações em pesquisa de campo, que devem ser escolhidos e elaborados criteriosamente, visando à análise e explicação de aspectos teóricos estudados”. Segundo ainda Michel, é por meio das técnicas de pesquisa que as fontes de informação “falam”: “são, portanto, ferramentas essenciais para a pesquisa e merecem todo o cuidado na sua elaboração, para garantir fidelidade, qualidade e completude dos resultados”.

O levantamento de dados classificam-se em: primários (depoimentos, entrevistas, questionários); secundários (coletados por meio de análise documental (documentos escritos, relatórios, livros, revistas, jornais, sites); terciários

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Medium 9788597010763

8 - Pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

8

Pesquisa

1 CONCEITO

Pesquisa, para Bagno (2010, p. 17), é uma palavra que chegou até nós pelo espanhol, que a herdou do latim:

Havia em latim o verbo perquiro, que significava “procurar; buscar com cuidado; procurar por toda parte; informar-se; inquirir; perguntar; indagar bem, aprofundar na busca”. [...] Perceba que os significados desse verbo em latim insistem na ideia de uma busca feita com cuidado e profundidade.

Para Ander-Egg (1978, p. 28), a pesquisa é um “procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do conhecimento”. A pesquisa, portanto,

é um procedimento formal, com método de pensamento reflexivo, que requer tratamento científico e se constitui no caminho para conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais.

O desenvolvimento de um projeto de pesquisa compreende seis passos:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

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Medium 9788597010763

5 - Fatos, teoria e leis

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

5

Fatos, teoria e leis

1

TEORIA E FATOS

O senso comum tende a considerar o fato como realidade, isto é, verdadeiro, definitivo, inquestionável e autoevidente. Da mesma forma, imagina teoria como especulação, ou seja, ideias não comprovadas. Sob o aspecto científico, entretanto, se fato é considerado uma observação empiricamente verificada, a teoria se refere a relações entre fatos ou, em outras palavras, à ordenação significativa desses fatos, consistindo em conceitos, classificações, correlações, generalizações, princípios, leis, regras, teoremas, axiomas etc.

Dessa forma, conclui-se: a) Teoria e fato não são diametralmente opostos, mas inextrincavelmente inter-relacionados, consistindo em elementos de um mesmo objetivo: a procura da verdade; eles são indispensáveis à abordagem científica. b) Teoria não é especulação, mas um conjunto de princípios fundamentais, que se constituem em instrumento científico apropriado na procura e principalmente na explicação dos fatos. c) Ambos, teoria e fato, são objetos de interesse dos cientistas: não existe teoria sem ser baseada em fatos. A compilação de fatos ao acaso, sem um princípio de classificação (teoria), não produziria a ciência; haveria apenas um acúmulo de fatos não sistematizados, não relacionados, amorfos e dispersos, impossíveis de ser interligados e explicados.

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3 - Conhecimento científico e ciência

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Atlas PDF Criptografado

3

Conhecimento científico e ciência

1

CONHECIMENTO CIENTÍFICO E OUTROS TIPOS

DE CONHECIMENTO

Ao se falar em conhecimento científico, o primeiro passo consiste em diferenciá-lo de outros tipos de conhecimento existentes. Para tal, analisemos uma situação histórica, que pode servir de exemplo.

Desde a Antiguidade, até os nossos dias, um camponês, mesmo iletrado e/ ou desprovido de grandes conhecimentos, sabia o momento certo da semeadura, a época da colheita, a necessidade da utilização de adubos, as providências a serem tomadas para a defesa das plantações de ervas daninhas e pragas e o tipo de solo adequado para as diferentes culturas. Tinha também conhecimento de que o cultivo do mesmo tipo, todos os anos, no mesmo local, exaure o solo. Já no período feudal, o sistema de cultivo era em faixas: duas cultivadas e uma terceira “em repouso”, alternando-as de ano para ano e nunca cultivando a mesma planta, dois anos seguidos, numa única faixa.

O início da Revolução Agrícola não se prende ao aparecimento, no século XVIII, de melhores arados, enxadas e outros tipos de maquinaria, mas à introdução, na segunda metade do século XVII, da cultura do nabo e do trevo, pois seu plantio evitava o desperdício de deixar a terra em pousio: seu cultivo revitalizava o solo, permitindo seu uso constante. Hoje, a agricultura utiliza-se

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Editora Atlas S A (73)
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Medium 9788522478606

Parte IV - 15 Auditoria das Contas a Receber

ATTIE, William Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

15

Auditoria das Contas a

Receber

15.1 Objetivo da auditoria

A auditoria das contas a receber tem a finalidade de: a) determinar sua existência e representatividade contra os devedores envolvidos; b) determinar se é de propriedade da empresa; c) determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade; d) determinar a existência de restrições de uso, de vinculações em garantia ou de contingências; e e) determinar que está corretamente classificada no balanço patrimonial e que as divulgações aplicáveis foram expostas por notas explicativas.

15.2 Normas e Procedimentos de Contabilidade

I – Contas a Receber

1. As entidades realizam operações de venda de suas mercadorias, produtos ou serviços. Quando essas vendas são efetuadas para posterior recebimento, ou seja, a prazo, geram para a entidade um direito. Esse é registrado no ativo como contas a receber. Portanto, as contas a receber referem-se aos direitos de que a entidade é titular, decorrente dos eventos econômicos de venda a prazo de mercadorias, produtos e serviços relativos ao seu objeto social.

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Medium 9788522482054

Parte III - 16 Margem de Contribuição e Limitações na Capacidade de Produção

MARTINS, Eliseu Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

16

Margem de Contribuição e

Limitações na Capacidade de

Produção

Ao comentarmos a grande importância do conceito de Margem de Contribuição no capítulo anterior, verificamos algumas de suas aplicações, mas não atentamos ao problema decorrente da existência de diversos fatores que naturalmente limitam a capacidade de produção da empresa. Vamos agora entrar nesse tipo de problema.

16.1

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO ANTES DA EXISTÊNCIA DE

LIMITAÇÕES

Suponhamos que uma determinada empresa fabricante de barracas para camping produza quatro modelos diferentes (A, B, C e D).

Os dados de Custos que a empresa possui são bastante minuciosos:

Quadro 16.1

Modelo A

Modelo B

Modelo C

Modelo D

Matériaprima

$/un.

Mão de Obra

Direta

$/un.

28

24

80

16

24

20

28

20

Custo Direto Custo Indireto Custo Variável

Total

Variável

Total

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Medium 9788522482054

Parte II - 5 Esquema Básico da Contabilidade de Custos (I)

MARTINS, Eliseu Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

Esquema Básico da

Contabilidade de Custos (I)

Vamos exemplificar o esquema básico da Contabilidade de Custos, lembrando ser esta Parte (os primeiros 14 capítulos) relativa à utilização de Custos para Avaliação de Estoques para fins legais (fiscais e societários); por essa razão estamos trabalhando com o Custeio por Absorção.

5.1

1o PASSO: A SEPARAÇÃO ENTRE CUSTOS E DESPESAS

Suponhamos que estes sejam os gastos de determinado período da Empresa X:

Comissões de Vendedores

Salários de Fábrica

Matéria-prima Consumida

Salários da Administração

Depreciação na Fábrica

Seguros da Fábrica

Despesas Financeiras

Honorários da Diretoria

Materiais Diversos – Fábrica

Energia Elétrica – Fábrica

Manutenção – Fábrica

Despesas de Entrega

Correios, Telefone e Telex

Material de Consumo – Escritório

Total gastos/abril

$80.000

$120.000

$350.000

$90.000

$60.000

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Medium 9788522468195

7 - Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

MADRUGA, Roberto Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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7

Aumentando a Longevidade do Relacionamento com Clientes e Parceiros Comerciais

Toda vez que uma empresa lança produtos e não leva em consideração alguns de seus serviços básicos, como atendimento a reclamações e manutenção, o consumidor reage muito mal. Por outro lado, os clientes que adquirem serviços precisam tangibilizar sua experiência. Assim, uma pessoa que se hospeda num hotel de veraneio ficará agradavelmente satisfeita se, além do serviço prestado com qualidade, ela receber algum brinde material do estabelecimento. O produto reforça o serviço e o serviço realça o produto.

Criar bens, a partir do conhecimento de preferências mais específicas do consumidor, leva a área de desenvolvimento de produtos a projetar serviços que sejam percebidos como agregadores de valor, resultando no aumento do tempo de relacionamento com esse cliente. Por isso, diversas organizações aprendem que um bom produto ajuda na venda de serviços e vice-versa.

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Medium 9788522478606

Parte I - 4 Normas de Auditoria

ATTIE, William Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

4

Normas de Auditoria

4.1 Introdução

Como acontece em todas as profissões, na auditoria também foram estabelecidos determinados padrões técnicos que objetivam qualificação na condução dos trabalhos de auditoria e garantir atuação consistente tecnicamente suficiente do auditor e de seu parecer, assegurando, a todos aqueles que dependem de sua opinião, a observação de uma série de requisitos considerados indispensáveis para o trabalho concretizado.

As normas de auditoria diferem dos procedimentos de auditoria, uma vez que eles se relacionam com as ações a serem praticadas, conquanto as normas tratam das medidas de qualidade da execução destas ações e dos objetivos a serem alcançados através dos procedimentos. As normas dizem respeito não apenas às qualidades profissionais do auditor, mas também a sua avaliação pessoal pelo exame efetuado e do relatório emitido.

4.1.1 Normas de auditoria antes do advento da Lei nº 11.638/07

As normas de auditoria até então reconhecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade estavam contidas na Resolução CFC nº 751, de 29-12-93, e atualizadas pela Resolução CFC nº 980, de 24-10-03 em seus artigos 6º e 7º e diziam respeito a:

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Editora Empreende (96)
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Medium 9788566103052

5. O Plano de Negócios

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

5

O Plano de Negócios

Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso do que aquele sem planejamento, na mesma igualdade de condições.

2018_livro.indb 89

11/11/2017 8:31:51 AM

5

O plano de negócios

Quando se fala em empreendedorismo, remete-se naturalmente ao termo

“plano de negócios” (business plan). Como foi visto em capítulos anteriores, o plano de negócios é parte fundamental do processo empreendedor.

Empreendedores precisam saber planejar suas ações e delinear as estratégias da empresa a ser criada ou em crescimento. A principal utilização do plano de negócios é prover uma ferramenta de gestão para o planejamento e desenvolvimento inicial de uma empresa. No entanto, nos últimos anos, o plano de negócios atingiu notoriedade como instrumento de captação de recursos financeiros junto a capitalistas de risco e investidores-anjo, principalmente no tocante às empresas com propostas inovadoras.

No Brasil, foi justamente o setor de software que começou a popularizar o uso do plano de negócios com os empreendedores brasileiros, por meio do

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Medium 9788566103281

28. Projeto Unibem: o Uso de Metodologias Ativas na Integração Ensino e Extensão

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Projeto Unibem: o Uso

28 de Metodologias Ativas na Integração Ensino e

Extensão

Coordenador Ayrton Santos de Queiroz

Resumo

Com vistas a melhor articular os processos de ensino-pesquisa-extensão e adotar metodologias ativas de ensino-aprendizagem, a direção da Escola de Negócios da Universidade do

Vale do Itajaí – Univali desenvolveu, no ano de 2015, o Projeto de Extensão Unibem. O projeto é voltado à inserção em sala de aula de situações-problema de organizações privadas, públicas ou sem fins lucrativos a fim de que os alunos estudem tais problemáticas e contribuam com a melhoria dos processos de gestão dessas organizações. A metodologia do projeto propicia aos acadêmicos um ensino prático e voltado para a realidade das organizações locais, além de contribuir com a melhoria da gestão desses parceiros. Apenas no ano de 2017 foram realizados

43 atendimentos a organizações que envolveram 997 alunos e 30 professores de sete cursos de graduação diferentes, dentre esses três Bacharelados em Administração, em atividades de extensão universitária. O objetivo deste artigo, descritivo, elaborado a partir de um relato de experiências, é apresentar a dinâmica de funcionamento do Projeto Unibem, bem como discutir os resultados quantitativos e qualitativos obtidos à luz da teoria sobre metodologias ativas e extensão universitária.

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Medium 9788566103281

25. A Formação do“Administrador do Futuro” por meio do Ensino Híbrido, Metodologias Ativas e Leituras Contemporâneas

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

A Formação do

25 “Administrador do

Futuro” por meio do Ensino Híbrido,

Metodologias

Ativas e Leituras

Contemporâneas

Coordenadora Gabriella Depiné Poffo

Resumo

Diante dos impactos disruptivos causados pela Quarta Revolução Industrial em todos os setores, o curso de Administração da Faculdade Avantis, localizada no município de Balneário

Camboriú (SC), com 15 anos dedicados à formação de administradores, há algum tempo sentiu a necessidade de rever as metodologias de ensino-aprendizagem de modo que pudesse não apenas deslizar os seus estudantes, mas, sobretudo, “encantar” os seus alunos por meio de um sistema inovador e criativo, buscando, dessa forma, que sejam críticos e desenvolvam as competências e habilidades exigidas não apenas pelo mercado de trabalho, mas pela sociedade como um todo. A necessidade de mudanças no processo de ensino-aprendizagem era tida como premente, porém sempre pairava a dúvida de como poderíamos superar o modelo tradicional – em que o professor era o centro das atenções e o detentor de todos os saberes

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Medium 9788566103212

8. Fazendo acontecer

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

9

Fazendo acontecer

Capítulo 9

Ao analisar o processo empreendedor, nota-se a ênfase dada às fases iniciais: da concepção da ideia ao desenvolvimento do plano de negócios. É importante ter essas etapas bem desenvolvidas para garantir mais chances de sucesso na tão esperada etapa pelos empreendedores: colocar a empresa em funcionamento, ou seja, fazer acontecer!

Porém, antes de fazer acontecer, o empreendedor precisa ficar atento a diversos aspectos relevantes de seu ambiente de negócio e internos à sua empresa.

Questões relacionadas com legislação, obtenção e gestão de recursos financeiros, contratos, relacionamento com fornecedores, contratação e retenção de funcionários, participação em entidades representativas do setor, entre outros, fazem parte do dia a dia do empreendedor.

Muitas dessas atividades devem ser feitas diretamente pelo empreendedor, outras podem ser delegadas. O importante é conhecer quais são as principais

áreas e atividades que devem ser consideradas desde a criação da empresa e definir a melhor estratégia para considerá-las no negócio. O erro que muitos empreendedores cometem é imaginar que atividades periféricas não são importantes e que, por isso, não precisam de atenção. Muitas vezes, um negócio vai

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Medium 9788566103113

Capítulo 1 - Administração Científica

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração

Científica

ADM_.indb 11

03/08/2018 17:14:48

| 12 |  

ADMINISTRAÇÃO

1. �Administração

Científica

ADM_.indb 12

03/08/2018 17:14:48

• Conceituar a Administração Científica.

• Sintetizar as contribuições de Taylor para a

Administração.

• Conhecer a aplicação das ferramentas da

Administração Científica na atualidade.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O início da Administração como corpo próprio de conhecimentos se dá com o movimento da Administração Científica.

E não se pode falar da Administração sem um de seus maiores ícones: Frederick Winslow Taylor. Americano, filho de uma família de classe média, formou-se em Engenharia Mecânica e era obstinado pela eficiência dentro da firma em que trabalhava. Do ponto de vista psicanalítico, toda a sua teoria da Administração Científica foi produto de lutas interiores de uma personalidade obsessiva (advinda da disciplina e das relações de autoridade que Taylor viveu quando criança). Houve uma grande expansão da Revolução Industrial nos Estados Unidos concomitantemente ao florescimento da Administração

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520431146

Capítulo 30 - Arranjos socioprodutivos e políticos de base comunitária, solidária e sustentável

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos socioprodutivos e políticos de base comunitária, solidária e sustentável

30

Carlos Alberto Cioce Sampaio

Administrador, UFPR

Manoel Flores Lesama

Engenheiro Agrônomo, UFPR

Jussara Rezende Araujo

Jornalista, UFPR

INTRODUÇÃO

Diante dos desafios de conciliar desenvolvimento e conservação am­ biental, o litoral paranaense apresenta uma diversidade de experiências que permite refletir sobre várias teorias e abordagens, entre elas, as interações entre sistemas sociais e ecológicos, em que a população interage com a na­ tureza e na própria relação entre homem e homem. Nesse sentido, exa­ mina‑se as interações entre pessoas na obtenção e uso de recursos, a orga­ nização delas para usar esses recursos, bem como as tecnologias sociais que efetivem tal organização.

Esse trabalho está relacionado fundamentalmente às dimensões huma­ nas. Sendo assim, o desenvolvimento que abrange a escala humana, segundo

Max‑Neef et al. (2001), é aquele que releva necessidades axiológicas – subsis­

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Medium 9788520433485

Parte 7 – Manual de limpeza

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 7

Manual de limpeza

LIMPEZA

Limpeza, segundo o dicionário, tem como definição: qualidade do que é limpo, pureza, asseio, perfeição e bom acabamento.

A limpeza e a organização são aspectos que influenciam diretamente na sensação de bem-estar e conforto dos clientes internos e externos.

Nas academias elas têm uma grande importância, visto que estamos trabalhando com pessoas que praticam atividades físicas e que se expõem a todo o momento ao contato com aparelhos e materiais usados por outras mais. A proliferação de germes e bactérias pode e deve ser evitada com uma limpeza constante e de boa qualidade. Uma academia limpa e organizada causa uma excelente impressão aos seus alunos e futuros clientes. As pessoas se sentem bem em locais que “brilham”! Isto se torna essencial para o bom funcionamento de toda a Academia.

Os responsáveis devem acompanhar como a limpeza está sendo efetuada e analisar cuidadosamente cada parte da Academia. É importante elaborar um horário de limpeza para cada dia da semana, o que irá depender das aulas em cada sala. Esse cronograma deve ser minucioso, contendo o dia da semana, o horário, a sala, o que deve ser limpo e como. O

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Medium 9788520427385

5 – Controle

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

5

Controle

Tópicos deste capítulo a Introdução a Conceito de controle a Objetivos do controle a Importância do controle a Processo de controle a Técnicas de controle a Princípios de controle a Áreas de controle a Questões para revisão a Exercícios a Veja na internet

Introdução

Nada é totalmente livre e ninguém é totalmente autônomo. Tudo precisa ser devidamente regulado para não ultrapassar certos limites. Em todas as circunstâncias de nossas vidas estamos sujeitos a alguma forma de controle. A palavra controle é utilizada com vários e diferentes significados, a saber (Hellriegel e Slocum Jr., 1974):

104

iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

aa Como imposição restritiva para coibir certos comportamentos indesejáveis.

É o chamado controle social, que impõe regras de comportamento sobre como se vestir, como cumprimentar as pessoas, como dirigir automóveis etc.; aa Como

um sistema automático de regulação para manter um nível constante de funcionamento. É o caso dos sistemas de ar-condicionado, o sistema de arrefecimento da temperatura do motor dos carros, os reguladores de voltagem etc.; aa Como

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Medium 9788520453032

14. Seguros

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Seguros

Olívio Luccas Filho

Neste capítulo, o autor apresenta uma visão geral sobre seguros.

INTRODUÇÃO

Normalmente estamos acostumados a pensar em seguro só em situações nas quais há perdas financeiras e nos momentos de infortúnio. Quando os riscos estão mais presentes é que a gente se lembra dele. É meio automático fazer o seguro do carro e também se preocupar com algum tipo de seguro-saúde, já que a exposição ao risco é muito grande. Enfim, seguro não é comprado por impulso. Não se acorda pensando que “hoje vou comprar um seguro disso ou daquilo”.

Pensar em seguros traz à mente a ideia de prevenção, proteção e tranquilidade.

A necessidade de segurança é inerente ao ser humano. Na Babilônia, 23 séculos antes de Cristo, os cameleiros que atravessavam o deserto em caravanas para comercializar animais nas cidades vizinhas, temendo o risco de morte ou desaparecimento deles durante a travessia, acordavam que, em caso de concretização do evento, se cotizariam para entregar outro animal ao membro do grupo prejudicado. Povos da Antiguidade, como hebreus e fenícios, também faziam acordos semelhantes para garantir a reposição das embarcações se acontecessem infortúnios na travessia entre os mares Egeu e Mediterrâneo.

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Medium 9788520432228

Capítulo 6 - Lazer: o campo acadêmico

MELO, Victor Andrade de; ALVES JR., Edmundo de Drummond Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 6

lazer: o campo acadêmico

Para concluir o livro, apresentamos um panorama da organização do campo acadêmico do lazer. Por se tratar de um tema multidisciplinar, perceberá o leitor que tentamos apresentar, dentro do possível, iniciativas de diferentes áreas de conhecimento, embora a maioria, em razão da trajetória histórica, ainda seja ligada à Educação Física e, mais recentemente, ao Turismo.

Como não seria possível apresentar a totalidade das iniciativas, assim optamos por apresentar aquelas mais reconhecidas, acessíveis e consolidadas. O fato de um grupo de pesquisa, periódico ou qualquer outra coisa não ter sido citado não significa que o julgamos de menor importância. Simplesmente, por questão de espaço, optamos por estabelecer uma seleção segundo os critérios mencionados anteriormente.

Grupos de pesquisa

No que se refere aos grupos de pesquisa, na primeira edição deste livro, usamos os dados do censo realizado pelo Conselho Nacional de

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