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Medium 9788582604151

Capítulo 5. Os limites do enquadramento

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 5

Os limites do enquadramento

O caminho até a Guerra no Iraque

Em 2002, o governo americano, sob a liderança do presidente George W. Bush, defendia a aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU de uma resolução condenando o governo de Saddam Hussein por violação de resoluções anteriores relativas ao programa de armas de destruição em massa (ADM) do Iraque.

Todas as partes concordavam que inspetores iriam ao país para avaliar se o

Iraque estava em conformidade com as exigências da ONU. Mas não havia acordo sobre quais seriam os próximos passos. Os Estados Unidos, junto com a Grã-Bretanha e outros países, exigia que uma imediata “autorização de uso da força” das Nações Unidas contra o Iraque caso este país não satisfizesse os inspetores com rapidez. A França, junto com a Alemanha, a Rússia e outros

(incluindo os próprios inspetores) queria dar aos inspetores mais tempo e, o

1 que é crucial, não queria um gatilho automático para o uso da força. Em vez disso, eles exigiam que as partes concordassem em se reunir novamente caso a autorização de uso da força parecesse necessária. Do ponto de vista da coalizão francesa, um gatilho automático praticamente garantiria uma guerra, mesmo que não houvesse um programa de ADM. A ideia era: como o Iraque seria capaz de provar “imediata, incondicional e ativamente” a não existência de algo que os outros acreditavam que os iraquianos sabiam muito bem como esconder e sobre o qual provavelmente iriam mentir?

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Medium 9788582604243

Capítulo 12 - Territorialização e Cooperação na Política Industrial: O Programa de Fortalecimento de Cadeias e Arranjos Produtivos Locais

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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TERRITORIALIZAÇÃO E COOPERAÇÃO NA

POLÍTICA INDUSTRIAL: O PROGRAMA DE

FORTALECIMENTO DE CADEIAS E ARRANJOS

PRODUTIVOS LOCAIS1

Sérgio Kapron

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é apresentar o Programa de Fortalecimento das Cadeias e Arranjos Produtivos Locais (Programa CAPLs), destacando sua concepção, seus objetivos, sua estrutura e os resultados alcançados até o final de 2014. Procura-se aqui consolidar uma apresentação desta política pública do governo do

Estado do Rio Grande do Sul, gestada e executada entre os anos de 2011 e 2104.

A partir da prioridade conferida pelo governo ao tema do desenvolvimento econômico, coube à equipe que implantaria a Agência

Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do

Investimento (AGDI), formular e implementar um programa para responder às demandas das diversas regiões do Estado por alternativas de desenvolvimento. Experiências anteriores e outras iniciativas de âmbito estadual foram tomadas como referência, alinhadas com políticas federais e atualizadas a partir das demandas locais. Este programa compôs a Política

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Medium 9788582604243

Capítulo 16 - Infraestrutura para o Desenvolvimento Industrial no RS: Reflexões Críticas

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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INFRAESTRUTURA PARA O

DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL NO RS:

REFLEXÕES CRÍTICAS

José Antonio Valle Antunes Júnior

Marco Aurélio Franceschi

Nery Santos Filho

[...] a infraestrutura hoje é marcada pelas comunicações, pelos transportes e pelas tecnologias de computação que podem garantir a coordenação de amplas atividades em uma escala global. Isto por sua vez aumenta a interdependência de mercados geográficos e aumentou os custos do fracasso infraestrutural.

(BESANKO et al., 2006, p. 82).

CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

INFRAESTRUTURA E

DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL

Há um consenso em torno da proposição de que os investimentos em infraestrutura social

(saneamento básico, habitação etc.), logística, transportes, telecomunicações e energia são essenciais para o desenvolvimento socioeconômico de qualquer região ou país. Sob a ótica do setor industrial, em particular, a concepção e implantação de uma eficaz e coordenada rede de transportes, considerando a intermodalidade (rodovias, hidrovias, ferrovias e transporte aéreo), é um elemento crucial para a competitividade das diferentes indústrias. A eficácia

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Medium 9788582604243

Capítulo 13 - Os Instrumentos Fiscais da Política Industrial: Mecanismo Tributários, O Fundopem e o GEx

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE III INSTRUMENTOS DA POLÍTICA INDUSTRIAL E POLÍTICAS CONEXAS

13

OS INSTRUMENTOS FISCAIS DA POLÍTICA

INDUSTRIAL: MECANISMOS TRIBUTÁRIOS,

O FUNDOPEM E O GEx

Leonardo Gaffrée Dias

Nery Santos Filho

CONTEXTO HISTÓRICO

Ao abordar a experiência do Estado do Rio

Grande do Sul no quadriênio 2011-2014, especificamente no respeitante aos mecanismos tributários, é necessário descrever o contexto histórico em que a administração estatal se encontrava inserida no início de tal período. Vivia-se um momento imediatamente posterior ao de um governo absolutamente direcionado a uma tentativa de ajuste estrutural das contas públicas, onde, na maior parte do tempo, salvo por alguma imperiosidade plenamente demonstrada, não se encontrava espaço para renúncias de receitas presentes.

Sem adentrar na análise de mérito daquela política, ou mesmo na avaliação de fatores que possam ter contribuído positiva ou negativamente para a situação do erário gaúcho de então, é fácil constatar que as finanças públicas rio-grandenses, naquele ano de 2011, eram capazes de suportar alguma renúncia de ingressos tributários presentes e ainda abdicar de receitas futuras não dimensionadas em novos investimentos na economia regional. Tal espaço fiscal já era percebido em meados de 2010 quando o corpo técnico da administração tributária gaúcha iniciou uma avaliação dos rumos a serem seguidos, convidando para tal

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Medium 9788582604151

Capítulo 8. Alavancando o poder do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 8

Alavancando o poder do processo

Dando para trás em um acordo de cavalheiros de US$ 10 milhões

A Sun Microsystems ainda era uma empresa recém-nascida quando, em 1983,

1 dois de seus cofundadores tentaram levantar US$ 10 milhões em capital. Após considerar diversas opções, Vinod Khosla e Scott McNealy decidiram buscar financiamento junto a um investidor estratégico, uma empresa da lista Fortune

100 que enxergava o benefício de ter acesso à tecnologia que a Sun estava de2 senvolvendo e para a qual o tamanho do investimento seria simbólico. Quando se reuniram com o CEO da empresa, Khosla e McNealy chegaram a um acordo: um investimento de 10 milhões em uma avaliação pós-investimento

3 de 100 milhões de dólares. As partes trocaram um aperto de mãos e concordaram em se reunir em Chicago, na semana seguinte, para finalizar o instrumento de condições.

Khosla e McNealy voaram de San Francisco a Chicago esperando uma reunião curta para finalizar as condições remanescentes, a maioria das quais envolveria disposições padrão. Os dois ficaram surpresos quando o CEO apareceu na reunião cercado de uma dúzia de pessoas, incluindo vários banqueiros e advogados. Logo ficou óbvio que seriam eles a falar naquele dia, os banqueiros e advogados, e que as negociações precisariam recomeçar do zero, como se a semana anterior jamais tivesse acontecido. Os investidores entendiam que até ali o tamanho do investimento e a avaliação aplicada estavam totalmente no ar.

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Editora Atlas S A (46)
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Medium 9788522480852

Parte II — 5 Ética do executivo de TIC

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Ética do executivo de TIC

5

Na posição de executivo de TI de uma organização, você estará sendo avaliado diariamente pelos seus superiores, pelos seus subordinados, pelos seus pares, pelos usuários e pelos fornecedores. Manter uma postura profissional correta é muito importante para progredir na carreira e ter uma gestão eficaz (KÜBLER-ROSS,

1997).

O executivo de TI deve ter em mente que ele lida com uma tecnologia complexa que é estranha para a maioria dos executivos das outras áreas da organização. Por isso, ele tem o dever de explicar de forma clara e didática todas as suas decisões tecnológicas, principalmente quando elas envolverem recursos financeiros (que

é sempre disputado pelas outras diretorias).

Cabe ainda ao executivo zelar pela integridade sistêmica da organização e combater todo tipo de fraude ou falhas tecnológicas que possam trazer prejuízo a ela. As fraudes realizadas com o auxílio da Tecnologia de Informação são muito difíceis de detectar, pois as pessoas tendem a acreditar cegamente em um relatório emitido por um sistema (mesmo que ele contenha dados absurdos). O executivo de TI deve então zelar para que as regras de negócio implantadas nos sistemas estejam corretas e que contribuam para o sucesso e para a saúde da empresa.

Os mantras de um bom administrador de Tecnologia de Informação devem ser:

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Medium 9788522475872

Parte III - 11 Sobre máquinas e organismos

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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Sobre máquinas e organismos

Objetivos

Terminando de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Modelo mecanicista e modelo orgânico de organização.

• Fatores que condicionam a orientação para o modelo mecanicista ou o orgânico.

Introdução

Na história moderna dos estudos organizacionais, a ideia de que as organizações podem parecer-se com máquinas, em que as pessoas são peças, nasceu com a sociologia do tipo ideal de

Max Weber. Volte rapidamente ao Capítulo 2 e releia Weber. Na história das organizações reais, a analogia com as máquinas está presente em muitos episódios: os exércitos, os navios a remo

(particularmente os operados por escravos) e, desde a Revolução Industrial, as linhas de mon-

220 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

tagem, sempre foram similares a máquinas. Essa orientação das organizações para o modelo da máquina é chamada de mecanicismo. Charlie Chaplin retratou esse mundo no filme Tempos Modernos, de 1933.

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Medium 9788522475872

Parte IV - 13 Liderança

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

13

Liderança

Objetivos

Quando terminar de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo da liderança e seus componentes.

• Estilos básicos de liderança e suas variantes.

• Relação entre o estilo de liderança e as motivações dos liderados.

Introdução

A pessoa que desempenha o papel de líder influencia o comportamento de um ou mais liderados. A capacidade de liderar está intimamente ligada com o processo da motivação, em uma situação de mútua dependência entre líder e liderados. O líder precisa dos liderados para realizar metas e vice-versa. Só há liderança quando há liderados, que seguem o líder, ou aceitam sua influência, por algum motivo. O motivo dos

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Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

liderados é a identidade de interesses entre suas necessidades, valores e aspirações e as proposições do líder. Se quiser desenvolver suas competências como líder, você deve entender as motivações das pessoas que pretende liderar.

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Medium 9788522466641

2 Controladoria na Gestão Pública

SLOMSKI, Valmor Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

2

Controladoria na

Gestão Pública

Neste capítulo, discorre-se sobre a controladoria e, ainda, se faz uma rápida incursão nos temas dos capítulos seguintes para que o leitor perceba a importância e a necessidade de terem sido objeto de estudo neste livro.

2.1

Definindo controladoria

Controladoria, termo de difícil definição, no entanto, é feita desde os primórdios. Controladoria é, portanto, a busca pelo atingimento do ótimo em qualquer ente, seja ele público ou privado, é o algo mais, procurado pelo conjunto de elementos que compõem a máquina de qualquer entidade.

Assim, penso que controladoria poderia ser sinônimo de concerto musical, ou seja, é aquele órgão, departamento, secretaria que fará com que haja uma sinfonia (reunião de vozes, de sons, consonância perfeita de instrumentos). Num mundo conturbado, onde cada um é avaliado pelo que produz, é premente a existência de um órgão que faça essa concertação (ato de produzir sinfonia) – onde todos os instrumentos toquem de maneira isolada, porém sob a mesma batuta, ou seja, que todos trabalhem buscando um só objetivo, a maximização do resultado global da entidade.

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Medium 9788522480852

Parte III — 10 Gestão de aquisições

FOINA, Paulo Rogerio Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

Gestão de aquisições

10

Os investimentos em Tecnologia da Informação e Comunicação realizados pelas empresa são sempre vultosos e chamam a atenção de todos os executivos. A nossa tradicional dificuldade em justificar esses investimentos, em termos de benefícios ou negócios, deixa uma suspeita de que os recursos da empresa não estão sendo bem geridos pela área de TIC. Toda aquisição de tecnologia, não importando o seu valor, precisa ser feita de forma responsável e sempre alinhada com os objetivos estratégicos da organização.

O processo de aquisição de tecnologia, em si, não difere muito da aquisição dos demais equipamentos para a empresa. Tudo começa com a identificação da necessidade de determinado recurso (de hardware, de software ou de serviços), passa pela sua especificação, pela busca da melhor oferta e termina na negociação comercial e formalização da aquisição. Vamos analisar cada uma dessas etapas aplicadas à aquisição de tecnologia.

Para as empresas que são usuárias de Tecnologia de Informação (ou seja, aquelas onde a informática não é parte dos objetivos finais da empresa), a opção pelo desenvolvimento interno é, normalmente, a pior delas. A manutenção de equipes especializadas com porte, competência e eficiência para desenvolver e manter sistemas complexos é muito cara e de gerenciamento complexo. Os analistas de sistemas e programadores são profissionais que gostam de desafios e de utilizar o estado da arte em termos tecnológicos.

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Editora Empreende (50)
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Medium 9788566103113

Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

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ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

03/08/2018 17:15:03

• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Medium 9788566103069

Capítulo 6 - Vivenciando o empreendedorismo

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 6

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2/2/2018 11:04:56 PM

INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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6. V

� ivenciando o empreendedorismo

2/2/2018 11:04:56 PM

duto final, talvez algo mais inovador, não há problemas, mas deve lembrar que qualquer desafio proposto deve ter uma solução factível. Exemplos de produtos: chocolate, doces, salgados, sucos (limonada), enfeites, presentes, artesanato etc.

Essa atividade pode ser desenvolvida em vários momentos em um curso de empreendedorismo ou mesmo de maneira independente, para aqueles que não estejam participando de um curso formal. Porém, caso você já tenha tido contato com os assuntos tratados nos capítulos anteriores, estará mais bem preparado para os desafios.

Cada grupo deverá também produzir um curta-metragem (de até cinco minutos), usando uma câmera (pode ser inclusive a do celular) e mostrando a experiência empreendedora e os principais momentos da atividade, desde a análise e seleção das ideias, passando pelo planejamento das ações, a captação de recursos, a fase de execução e implantação do negócio e a compilação dos resultados. O vídeo, depois de editado e finalizado, deverá fazer parte da apresentação que o grupo elaborará para mostrar os resultados da experiência e serve ainda como uma auditoria de toda a experiência, comprovando que os integrantes do grupo realmente participaram e se dedicaram para a obtenção de resultados. Essa abordagem facilita inclusive a avaliação dos resultados pelo organizador da atividade (o professor responsável), uma vez que não será possível ao professor/organizador estar presente durante a execução das atividades de todos os grupos ao mesmo tempo. Por outro lado, sugere-se fortemente ao professor/organizador que faça visitas surpresas aos grupos durante a execução das atividades fora da sala de aula!

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Medium 9788566103069

Capítulo 7 - Plano Empreendedor Pessoal (PEP)

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

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2/2/2018 11:05:09 PM

INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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7. P

� lano

Empreendedor

Pessoal (PEP)

2/2/2018 11:05:09 PM

Muitas pessoas não dão a devida atenção ao PEP e nunca realizaram um, mas quem passa pela experiência de colocar no papel seus anseios e sonhos e tenta traduzi-los em objetivos acaba por criar um guia íntimo e individual com o qual passa a se comprometer. Isso ajuda não só a pensar o futuro de maneira estruturada, mas a entender com mais clareza quais são as possibilidades ou caminhos a seguir.

O fato de desenvolver um PEP não lhe garantirá a sua concretização conforme o previsto. O fato de planejar não garante o sucesso, mas auxilia você (empreendedor) a ter um norte a seguir. Por isso, o PEP é extremamente útil àqueles em busca de respostas sobre seu futuro profissional como empreendedor. Por meio do PEP, você pode identificar caminhos que o levarão ao empreendedorismo do negócio próprio, empreendedorismo social, corporativo, enfim, a várias possibilidades para seu desenvolvimento profissional.

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Medium 9788566103113

Capítulo 5 - Áreas Funcionais da Administração

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

Áreas

Funcionais da

Administração

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ADMINISTRAÇÃO

5. Á

� reas Funcionais da Administração

ADM_.indb 54

03/08/2018 17:14:57

• Apresentar os conceitos de Gestão de Pessoas,

Administração Financeira, Administração da

Produção e Gestão de Marketing.

• Compreender a importância de cada uma dessas

áreas para o desenvolvimento das organizações.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Gestão de Pessoas?

É o conjunto de tomada de decisões dos gestores, visando inserção, organização e desenvolvimento das pessoas.

Tradicionalmente, é organizada por Descrição de cargos e funções, Recrutamento e Seleção, Integração, Treinamento e Desenvolvimento. Para se tornarem mais competitivas, as empresas buscam oferecer programas de participação em equipes, treinamento, coaching, gamificação e dinâmicas de grupo ou individuais. Para isso, processos, rotinas e regulamentos precisam estar bem alinhados. Os modelos de gestão desenham perfeitamente perfis, competências e habilidades desejadas. Veja a seguir uma relação de qualidades de um

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Medium 9788566103069

Capítulo 3 - Praticando habilidades empreendedoras

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 3miolo_.indd 412/2/2018 11:03:57 PMINTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas| 42 |  miolo_.indd 423. P� raticando habilidades empreendedoras2/2/2018 11:03:57 PMCap. 3 • PrAtICAnDO hAbIlIDADES EMPrEEnDEDOrAS3.1�Oficinas�lúdicas�e�gamificadas�de�empreendedorismoPara conhecer e praticar seus poderes empreendedores são apresentadas a seguir algumas oficinas lúdicas, chamadas de desafios: Minha Própria Casa, Show de Talentos, Torre de Papel, Transporte do Futuro e A Sua Oficina. Todas as oficinas seguem uma mesma lógica de aplicação, tempo de duração e utilização de materiais e recursos similares.Componentes ou recursos utilizados em cada oficinaFicha de acompanhamento de poderes dos participantes(Disponível para download em www.josedornelas.com.br)Notas de dinheiro(Disponíveis para download em www.josedornelas.com.br ou podem ser adquiridas com custo acessível em papelarias)

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Editora Manole (231)
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Medium 9788520431993

23. Associativismo e cooperativismo como arranjos socioprodutivos de base comunitária – incubadora social

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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Associativismo e cooperativismo como arranjos socioprodutivos de base comunitária – incubadora social

C A R L O S A L B E R T O C I O C E S A M PA I O

D A R I O L U I Z D I A S PA I X Ã O

Introdução

O associativismo, bem como sua derivação, o cooperativismo, mais do que ti‑ pologias organizacionais, podem ser compreendidos como modos coletivos de to‑ mada de decisão. Mesmo porque, caso não contenham componente ideológico, ou então uma racionalidade comunitária inspiradora, os grupos produtivos ficam fra‑ gilizados diante da lógica do mercado, isto é, a perspectiva instrumental acaba so‑ brepondo a substantiva, em vez de complementá‑la.

Não se quer dicotomizar entre economia de mercado e solidária, contudo, co‑ nhece‑se suas distinções, sem, no entanto, uma negar a outra. Tem‑se como pressu‑ posto que lógicas diferentes são possíveis de convivência, no entanto se opõem às hegemonias. Adota‑se, então, a ecossocioeconomia1 por entender que se deve atua­ lizar o debate quanto aos riscos do aquecimento global, avançando para as assime‑ trias que se apontam na economia solidária entre classes sociais (detentora ou não dos meios produtivos, como sugere o cooperativismo ideológico), mas também pa‑ ra as assimetrias entre modos de vidas tradicionais (bem como seus saberes) e ur‑ banos e, ainda, entre homem e natureza.

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Medium 9788520431993

29. Internet e redes: articulações do turismo comunitário

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

29

Internet e redes: articulações do turismo comunitário

LUZIA NEIDE CORIOLANO

LU C I A N A M AC I E L B A R B O SA

Introdução

Na moderna sociedade fluida, a essência do trabalho não é mais a produção de objetos materiais, mas a articulação de informações, imagens e símbolos. A dinâmi‑ ca do mercado exige que atividades econômicas, como turismo, se modernizem e adotem diferentes estratégias de garantia de rapidez na circulação de ideias, pessoas, produtos e capital. A produção capitalista flexível tem cada vez mais capacidade de ceder, modificar e adaptar‑se às circunstâncias postas sem romper com o pro‑ cesso de acumulação, criando instituições maleáveis, com mudanças, mas com ma‑ nutenção de continuidade. Assim, hierarquias piramidais se substituem por redes abertas, formando tecido produtivo fragmentado, com junção de nódulos frou‑ xos. O atendimento à s exigências passa pela eficiência e eficácia econômica competitiva que faz a comunicação reticular, tática e inovadora alcançar o de‑ senvolvimento empresarial, fortalecer o sistema econômico, modernizando e conservando a um só tempo.

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Medium 9788520433485

Parte 1 – Tópicos comuns nos manuais de gestão

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 1

Tópicos comuns nos manuais de gestão

Existem informações importantes sobre a sua empresa que devem ser compartilhadas com todos os colaboradores e descritas em tópicos comuns a todos os manuais.

O modelo sugerido neste livro utiliza o termo Academia como exemplo de nome de centro esportivo ou academia. Nos tópicos incluímos sugestões ou opções específicas para o seu manual, em forma de textos ou figuras (no final do livro).

APRESENTAÇÃO

Este tópico enfatiza as características gerais da Academia e explica sobre a importância dos manuais.

Descreva o que é a empresa, o que oferece aos clientes, o compromisso, a metodologia de trabalho, a equipe de colaboradores e, por fim, faça uma breve apresentação sobre os itens abordados nos manuais. Por exemplo:

A Academia é um centro de atividade física e bem-estar que tem o compromisso de proporcionar meios eficientes para a melhora da qualidade de vida e fazer que o cliente se sinta bem, por meio de estrutura física, atendimento, qualidade técnica e assistência, na busca por resultados.

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Medium 9788520431146

Capítulo 2 - Ação administrativa, racionalidade e gerência na nova esfera pública

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Ação administrativa, racionalidade e gerência na nova esfera pública

2

Carolina Andion

Administradora, Udesc

INTRODUÇÃO

Este capítulo busca aprofundar o debate sobre as particularidades e os desafios atuais da função gerencial na esfera pública. No campo da admi‑ nistração de empresas, observa‑se uma ampliação na compreensão sobre os dilemas do trabalho gerencial nas últimas décadas, especialmente com o desenvolvimento dos estudos descritivos sobre a gerência (Mintzberg,

1973; McCall et al., 1988; Dejours, 1990; Zaleznik, 1993; Clark e Clark, 1996).

Porém, no campo da administração pública, o alcance desses estudos pa‑ rece ainda tímido. O objetivo deste capítulo é aprofundar esse diálogo, de‑ monstrando que a atuação do gestor público na atualidade não pode mais ser entendida somente a partir dos modelos tradicionais da administração pública (Denhardt e Denhardt, 2003). Esse gestor não é mais o tecnocrata típico do modelo da “velha administração pública” que tinha sua fonte de legitimidade no poder racional legal e na competência técnica, como des‑ velado por Weber (1964; 1971). Por outro lado, seria também redutor ca‑ racterizar os gestores públicos como meros executivos que têm como fo­ co principal ampliar o desempenho das organizações públicas, por meio da utilização de técnicas da administração empresarial, como propõem os de‑ fensores da “Nova Administração Pública” (Osborn e Gaebler, 1992; Pollitt,

1993; Ferlie et al., 1999; Kettl, 2003).

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Medium 9788520431146

Capítulo 24 - Gestão de riscos no contexto do desenvolvimento sustentável

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Gestão de riscos no contexto do desenvolvimento sustentável

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Airton Bodstein

Químico Ambiental, UFF

Angela Maria Abreu de Barros

Química Ambiental, UFF

INTRODUÇÃO

A proposta deste capítulo é demonstrar as diversas variáveis que po­ dem retardar ou mesmo comprometer um processo de desenvolvimento sustentável por problemas ligados à má gestão pública. E, dentre essas va­ riá­veis, os desastres a que as populações do mundo inteiro estão cada vez mais sujeitas representam a mais importante delas. Desse modo, a gestão pú­blica deve contemplar a prevenção e o enfrentamento de riscos. Enten­ de‑se por risco, como objeto social, a percepção do perigo da catástrofe pos­ sível. Ele existe apenas em relação a um indivíduo e a um grupo social ou profissional, uma comunidade, uma sociedade, que o apreende por meio de representações mentais e com ele convive por meio de práticas específi­ cas. O risco é a tradução de uma ameaça de um perigo para aquele que está sujeito a ele e o percebe como tal (Veyret, 2007).

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Editora Saraiva (885)
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Medium 9788547212551

8.1 Introdução

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Crise dos Estados Unidos (2008)

8.1 Introdução

Seria um excelente e plausível clichê afirmar novamente que as sementes de uma nova crise geralmente são plantadas para mitigar os efeitos perversos do estouro da crise anterior. Mais uma vez, a crise dos Estados Unidos, com o estouro da onda do subprime em 2008, parece se enquadrar fielmente a esta tese. Após o debacle da bolha das empresas dot com, o então chairman do FED, Alan Greenspan, protagonizou uma política monetária largamente expansionista baixando as taxas de juros a menos de

1% ao ano. Aliado a esse afrouxamento monetário, vários países asiáticos que tiveram suas moedas “atacadas” nos anos de 1997 e 1998 passaram a manipular suas paridades cambiais acumulando enorme quantidade de reservas internacionais. Essa montanha de recursos tinha de ser investida em algum centro financeiro robusto, amparado por instituições fortes e consolidadas e em um mercado de títulos de grande liquidez.

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Medium 9788547217464

9 - Apuração simpli cadado resultado

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Apuração simplificada do resultado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Saber o que é, para que serve e como se apura o Resultado do Exercício de forma simplificada.

2. Conhecer um roteiro que pode ser utilizado para apuração do Resultado do Exercício de uma empresa de prestação de serviços.

3. Aprender os procedimentos necessários para apurar o

Resultado do Exercício de forma simplificada.

4. Saber o que é e para que serve o Balanço Patrimonial.

5. Elaborar de maneira simplificada o Balanço Patrimonial.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 155

24/02/2017 11:16:56

9.1 Introdução

Nos capítulos anteriores, você aprendeu a registrar os fatos administrativos (ou fatos contábeis). Neste capítulo, você aprenderá os procedimentos necessários para apurar o Resultado do Exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, para que possa dominar bem esta parte da matéria.

Por que a apuração simplificada?

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Medium 9788547217976

18.2 Regime Especial de Aquisição de Bens deCapital para Empresas Exportadoras (Recap)

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

A participação da pessoa jurídica contratante na titularidade dos direitos sobre a criação e a propriedade industrial e intelectual gerada pelo projeto corresponderá à razão entre a diferença do valor gasto e o valor do efetivo benefício fiscal utilizado, de um lado, e o valor total do projeto, de outro. A ICT (Poder Público) ficará com a parte remanescente, o que lhe assegurará sempre participação na propriedade intelectual.

O criador do projeto poderá ter participação mínima de 5% e máxima de um terço nos ganhos econômicos auferidos pela ICT pela exploração dos direitos sobre a criação e a propriedade industrial e intelectual gerada por um projeto.

18.2 Regime Especial de Aquisição de Bens de

Capital para Empresas Exportadoras (Recap)

A competitividade das empresas exportadoras depende diretamente do custo dos investimentos em bens de capital. Para atender a essa necessidade foi instituído, pela Lei n. 11.196/2005, o Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras (RECAP), destinado a empresas cujas vendas externas representam mais de

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Medium 9788547208301

4.1 Ética da virtude

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

4.1 Ética da virtude

Esta é uma das doutrinas mais antigas. Sócrates, Platão e Aristóteles estão entre seus principais formuladores. Este último deu o tom que marcou a ética da virtude e que, como se verá, chegou aos nossos dias. Na principal obra em que trata esse tema, Ética a Nicômaco, Aristóteles começa dizendo que toda arte, indagação, ação e propósito visam a algum bem, sendo este o fim a que todas as coisas objetivam. A felicidade é o bem supremo que se alcança por meio de alguma forma de excelência ou virtude moral, uma disposição da alma relacionada com as ações e emoções na qual tanto o excesso quanto a falta constituem erros que não levam ao bem supremo. Assim, a ação correta se situa no meio termo determinado pela razão e que não é único e nem igual para todas as pessoas. Em relação ao dinheiro, conforme exemplo de Aristóteles, o excesso é a prodigalidade, a falta é a avareza e o meio termo, a liberalidade que representa a reta razão. Outras virtudes ou excelências morais estão apresentadas no Quadro 4.1. Essas disposições morais decorrem tanto da instrução quanto do hábito de praticá-las, e não de predisposições inatas; por exemplo, é o hábito de sentir confiança que torna a pessoa corajosa. Desse modo, as virtudes se adquirem pela instrução e prática coerentes com a razão, que é o modo de alcançar a felicidade, segundo o filósofo macedônico que viveu entre 384 a 322 antes de Cristo2.

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Medium 9788547204952

10 - Competitividade cambial

MOYSÉS, Carlos Alberto Editora Saraiva PDF Criptografado

competitividade cambial

10

Introdução

A flutuação das taxas de câmbio pode ser considerada o evento econômico e financeiro mais importante na gestão financeira de empresas multinacionais. Decisões de investimento, financiamento, estrutura de custos e preços etc., tomadas adequadamente em determinados moPodemos definir taxa de câmbio mentos, podem sofrer impactos significativos apenas como a taxa que estabelece a pela alteração das taxas de câmbio das moedas dos relação de equivalência entre países onde a corporação atua. duas moedas. Em termos práticos, define que quantidade

As taxas de câmbio tendem a refletir as condições de determinada moeda se pode econômicas de um país, bem como traduzem a relaticomprar com determinada vidade dos preços entre um país e outro. quantidade de outra moeda.

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Em um regime de câmbio flutuante, que é de livre mercado, as taxas oscilam em função de inúmeras variáveis econômicas e políticas. Contudo, muitos países, em diversos momentos ao longo do tempo, têm utilizado o regime de câmbio fixo, agindo arbitrariamente e fixando taxas de câmbio em relação às moedas de outros países sem considerar os puros aspectos econômicos e de mercado.

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