Artmed (39)
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Medium 9788582604151

Capítulo 15. Ceder

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 15

Ceder

Vendendo modernidade na Arábia Saudita

O ano era 1965 e o Rei Faisal da Arábia Saudita tinha um problema. Coroado não havia muito, ele já estava envolvido até o pescoço em esforços para promover as reformas financeiras e sociais extremamente necessárias para o país.

Um dos elementos dessas reformas envolvia disponibilizar “meios de recreação inocentes para todos os cidadãos”. Como parte desse plano, o Rei Faisal queria introduzir a televisão no reino. O único problema é que nem todo mundo na

Arábia Saudita acreditava que a televisão era a tecnologia inocente que parecia. Muitos religiosos conservadores consideravam que a TV era uma obra do diabo, o que, dependendo do tipo de fanático que estamos analisando, poderia se referir ao tipo com chifres e tridentes ou o tipo com listras e estrelas. Em ambos os casos, esperava-se uma oposição religiosa significativa contra a tecnologia. Como convencer o povo que a televisão não é instrumento de uma campanha demoníaca? Para a sorte de Faisal, ele não era o primeiro rei da Arábia Saudita a enfrentar essa situação, pois seu pai havia enfrentando problemas semelhantes.

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Medium 9788582604151

Capítulo 9. Preserve o impulso para a frente

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 9

Preserve o impulso para a frente

Greves e locautes na NHL

Qual é a diferença entre a negociação de um acordo coletivo de trabalho (CBA, collective bargaining agreement) na National Hockey League (NHL) e uma cirurgia cardíaca aberta? Uma delas é longa, dolorosa e cara, sem garantia alguma de que o problema será resolvido. A outra é um procedimento médico tradicional.

Quando escrevia este livro, fazia mais de 20 anos que os jogadores e donos de times da NHL não conseguiam negociar um CBA sem uma greve ou locaute que provocasse prejuízos econômicos graves (uma greve é uma suspensão das atividades iniciada pelos jogadores; um locaute é quando os proprietários dão início à suspensão). No início da temporada 2012-13, os donos promoveram um locaute, de modo que nenhum jogo aconteceria até um acordo ser assinado. Quando o acordo finalmente foi finalizado, cerca de quatro meses depois, quase metade dos jogos da temporada havia sido cancelada. Um locaute semelhante provocou o mesmo nível de prejuízos na temporada 1994-95. O prêmio de pior negociação da história dos esportes profissionais provavelmente vai para a temporada desastrosa de 2004-05 da

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Medium 9788582604151

Capítulo 18. Compare os mapas

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 18

Compare os mapas

Lições de cartografia e linguística

Há quem diga que os mapas mais antigos da história foram aqueles que os humanos usaram para representar os corpos celestiais, não as características da

Terra. O fato é que os mapas do mundo existem há milhares de anos. Eles têm inúmeros benefícios, mas um dos mais básicos é que eles nos orientam em terrenos com os quais não temos intimidade. Assim, os mapas funcionam como conduítes de conhecimento, permitindo que quem não tem experiência se beneficie dos esforços de quem veio antes. Hoje, essas representações da realidade estão por toda a parte: nos nossos carros, nos telefones e nas nossas cabeças.

E elas podem nos deixar em apuros.

Eu nasci nos Estados Unidos, mas, quando tinha cinco anos de idade, minha família se mudou para a Índia por algum tempo. Por consequência, estudei algumas das séries iniciais naquele país, voltando para os EUA quando tinha nove anos. Quando comecei a estudar nos Estados Unidos de novo, enfrentei uma série de problemas normais para quem chega de um país diferente: questões sociais, acadêmicas e culturais. Mas havia um problema que parecia impossível de categorizar. Passei algum tempo tentando entender algo que parecia não fazer o menor sentido. Resumidamente, por que é que ninguém dos

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Medium 9788582604151

Capítulo 10. Fique na mesa

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 10

Fique na mesa

Pacificação de Viena a Paris

A Primeira Guerra Mundial (1914–1919) foi chamada de “a guerra para acabar com todas as guerras”. Na verdade, uma descrição melhor seria “a guerra que esqueceu todas as guerras”. Quando analisamos as decisões catastróficas que levaram à eclosão da guerra ou à estrutura dos acordos de paz problemáticos que se seguiram, descobrimos as consequências trágicas das memórias curtas e das lições esquecidas. Muito já foi escrito sobre os equívocos cometidos nas negociações de Paris ao final da guerra, em especial como o tratamento dado

à Alemanha derrotada provavelmente teve um papel importante para como o país viria a instigar a Segunda Guerra Mundial. Obviamente, estamos na posição privilegiada do futuro, julgando o passado com a clareza da visão retrospectiva. Se os países vitoriosos tivessem a capacidade de entender a situação, com certeza teriam negociado um acordo diferente. Não teriam? Infelizmente, eles entendiam, mas isso não ajudou.

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Medium 9788582604243

Capítulo 18 - Percepções dos Atores Sociais Sobre a Política Industrial do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior, Carlos Henrique Horn, Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE IV BASES PARA UMA NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL

18

PERCEPÇÕES DOS ATORES

SOCIAIS SOBRE A POLÍTICA INDUSTRIAL

DO RIO GRANDE DO SUL

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO: OBJETIVOS E

ASPECTOS METODOLÓGICOS

Este capítulo aborda as percepções de atores sociais relevantes acerca da Política Industrial do

Rio Grande do Sul (PI/RS) e tem por referência um estudo de caso conduzido para a dissertação de mestrado do autor, submetida ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de

Produção e Sistemas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (PPGEPS/Unisinos), em setembro de 2014, sob o título Política Industrial do Rio Grande do Sul (2012-2014): uma análise crítica (VAZ, 2014). Para tanto, realizaram-se 51 entrevistas dirigidas a diferentes grupos de atores considerados como partes interessadas no processo da PI/RS. Secundariamente, mas não menos importante, a dissertação também sugeriu elementos conceituais e práticos como contribuição para tornar mais efetiva a política industrial. Neste estudo, o próprio autor do trabalho exerceu uma observação participante, pois foi um dos operadores da política industrial, avocando-se, também por conta disto, capacidade para expressar juízos e contribuir com o resultado da análise.

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Editora Empreende (80)
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Medium 9788566103113

Capítulo 14 - Inovações Disruptivas

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 14

Inovações

Disruptivas

ADM_.indb 161

03/08/2018 17:15:28

| 162 |  

ADMINISTRAÇÃO

14. �Inovações

Disruptivas

ADM_.indb 162

03/08/2018 17:15:28

• Conceituar Disrupção.

• Descrever o que é Inovação Disruptiva.

• Conhecer casos de empresas que utilizaram a inovação disruptiva.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Há muitos anos, um jovem chamado Clayton fundou uma startup atuando no mesmo mercado de empresas gigantes, como

DuPont e Alcoa. Ao contrário do que era esperado, a empresa de Clayton, chamada Ceramics Process Systems Corporation, foi a única que teve sucesso no nicho de mercado em que ele atuava. Ou seja, por incrível que pareça, as empresas gigantes do setor não conseguiam ter sucesso, mesmo com muito mais recursos humanos e financeiros. Por que isso aconteceu?

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Medium 9788566103052

2. O Processo Empreendedor

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

2O ProcessoEmpreendedor“O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século XXI mais do que aRevolução Industrial foi para o século XX.”Jeffry Timmons, 19902018_livro.indb 711/11/2017 8:31:35 AM2O processo empreendedor•A revolução do empreendedorismoO mundo tem passado por várias transformações em curtos períodos, principalmente no século XX, quando foi criada a maioria das invenções que revolucionaram o estilo de vida das pessoas. Geralmente, essas invenções são fruto de inovação, de algo inédito ou de uma nova visão de como utilizar elementos já existentes, mas para os quais ninguém antes ousou olhar de outra maneira. Por trás dessas invenções, existem pessoas ou equipes com características especiais, visionárias, que questionam, arriscam, querem algo diferente, fazem acontecer e empreendem. Os empreendedores são pessoas diferenciadas, que possuem motivação singular, são apaixonadas pelo que fazem, não se contentam em ser mais um na multidão, querem ser reconhecidas e admiradas, referenciadas e imitadas, querem deixar um legado. Uma vez que os empreendedores estão revolucionando o mundo, seu comportamento e o próprio processo empreendedor devem ser estudados e entendidos.

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Medium 9788566103212

7. Desenvolvendo seu potencial empreendedor

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

7

Desenvolvendo seu potencial empreendedor

Capítulo 7

7.1 Convencendo os outros

A persuasão é uma habilidade comum a muitos empreendedores, e um dos momentos nos quais o empreendedor mais precisa praticá-la é quando deseja convencer as pessoas de seu modelo de negócio e de que sua visão de crescimento

é factível.

Ao concluir o plano de negócios, o empreendedor tem em mãos um cenário ainda teórico para ser provado na prática. O próximo passo é buscar conquistar investidores que aloquem recursos na empresa. Ou ainda, convencer parceiros, amigos, familiares, entre outros a se tornarem investidores-anjo do negócio.

Apesar de parecer intuitivo, há como preparar um discurso de venda afinado com os objetivos do negócio e os do interlocutor. Muitos empreendedores partem para esta fase do negócio com afinco e entusiasmo, e são justamente essas características que acabam ajudando a convencer outras pessoas de que vale a pena dar um voto de confiança ao empreendedor. Porém, nem sempre isso acontece, e, se o empreendedor não estiver preparado, pode ficar sem respostas para perguntas simples, como:

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Medium 9788566103281

15. Consultoria Empresarial – PREMIADO COM DISTINÇÃO

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Consultoria Empresarial –

15 PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenadora Lara Azevedo Mattos

Resumo

Desafio: aprimorar o processo de aprendizagem por meio de trabalhos interdisciplinares do último ano do curso de Administração, que enfatizam questões fundamentalmente ligadas ao ambiente interno e externo das empresas, induzindo um contato mais direto do aluno com experiências práticas.

Objetivo Geral: promover uma Consultoria Empresarial em uma empresa real para desenvolvimento de uma visão sistêmica por meio da disciplina Consultoria Estratégica de Negócios (CEN).

Aplicação de metodologia inovadora de ensino – Aprender Fazendo (Learning by Doing).

Método: inicialmente, formar uma equipe de trabalho e definir a empresa em que será realizada a consultoria, a qual apresenta uma situação a ser trabalhada pelos alunos – fragilidades/ problemas/melhorias que impactam no resultado operacional. A equipe inicia um processo de entendimento da situação apresentada por meio de estudo, análise e diagnóstico das causas com foco na ótica dos conceitos acadêmicos já estudados nas disciplinas: Administração Estratégica, Administração de Operações, Administração de Serviços, Administração Financeira,

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Medium 9788566103212

5. Avaliando oportunidades

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

5

Avaliando oportunidades

Capítulo 5

Como foi discutido no Capítulo 4, a análise de oportunidades ocorre a partir das ideias que o empreendedor considera para a criação da empresa. Muitos empreendedores em potencial têm várias ideias de negócios para criar, outros se sentem frustrados por querer empreender, mas acham que não têm ideias interessantes para colocar em prática.

A ideia criativa, genial, singular, sem precedentes, é rara e privilégio de poucos.

Esses poucos empreendedores acabam por mudar o rumo da história com suas criações e invenções. Exemplos recentes e que impactam a vida da maioria das pessoas são os empreendedores da tecnologia da informação e suas ideias que mudaram a maneira como as pessoas se comportam, se relacionam e consomem mídia. Google, Facebook, Twitter, Instagram e similares encaixam-se muito bem nesses casos.

Mas há também empreendedores muito bem-sucedidos que não tiveram ideias

únicas, geniais, espetaculares e, mesmo assim, fizeram acontecer. Esses são a maioria e, caso você não se encaixe no grupo dos privilegiados com ideias geniais, pode ser seu caso daqui a algum tempo, quando estiver à frente da própria empresa (se essa for a sua escolha).

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Editora Manole (306)
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Medium 9788520427385

4 – Direção

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

4

Direção

Tópicos deste capítulo a Introdução a Conceito e características da direção a Princípios de direção a Meios de direção a Emissão de ordens ou instruções a Teoria X e teoria Y a Comunicação a Liderança a Motivação a Empowerment a Questões para revisão a Exercícios a Veja na internet

Introdução

Para que a empresa funcione adequadamente, ela precisa ser dirigida.

Em outros termos, ela precisa ser governada e orientada para os objetivos pretendidos como uma entidade integrada e coesa. Sem a direção, a empresa fica à deriva, sem rumo certo, ao sabor dos acontecimentos. A direção está relacionada com a maneira pela qual o objetivo deve ser alcançado, por meio das atividades que devem ser realizadas com a utilização

78

iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

adequada dos recursos disponíveis. Estabelecidos os objetivos, definido o planejamento, organizada a estrutura de atividade, cabe à direção fazer executar o plano. Assim, a direção constitui o elemento ativador de todo o sistema, aquele que impulsiona e direciona esforços. Todo trabalho deve ser dirigido para o alcance dos objetivos. Se as pessoas que trabalham em uma empresa não conhecem os objetivos que elas devem alcançar, os seus esforços serão feitos ao acaso. Se os recursos disponíveis não são plenamente utilizados, a empresa está perdendo. A administração baseia-se no trabalho de muitas pessoas em conjunto e torna-se necessário orientar o comportamento delas, integrá-las e dirigi-las rumo aos objetivos empresariais. Isso pressupõe a aplicação de modelos de gestão, liderança, comunicação, motivação e solução de conflitos que normalmente aparecem. Esses constituem os principais aspectos do comportamento do administrador.

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Medium 9788520431788

9. Algumas reflexões como conclusão

PASSARELLI, Silvio Editora Manole PDF Criptografado

9 . a l g u m a s r e f l ex õ e s com o c o n cl u s ã o

126

Quando determinado segmento econômico cresce expressivamente durante anos consecutivos, apresentando taxas de desempenho muito superiores às taxas gerais da economia como um todo, o fato merece reflexão apurada.

O crescimento do setor do luxo no Brasil engloba todos os subconjuntos do segmento. Estamos diante de uma tendência que precisa ser analisada criticamente e explorada a partir de uma metodologia consistente.

Cumpre-nos responder a questão: qual o futuro dos negócios de luxo em nosso país? Trata-se de uma resposta difícil de ser oferecida em poucas linhas e muito importante para lançar caminhos que orientem investidores e consumidores.

A primeira observação, de aspecto geral, entende o luxo como um fenômeno da globalização. Em função de seu caráter exclusivo, da produção em pequena quantidade e da atuação em nichos de mercado numericamente restritos, a produção do luxo só ganha escala quando o mercado derruba fronteiras e assume proporções

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Medium 9788578680992

I. Visibilidade e integração

MAGLIANO FILHO, Raymundo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO I

VISIBILIDADE E INTEGRAÇÃO

A BOVESPA AO ALCANCE DE TODOS OS BRASILEIROS

Apesar do vínculo estreito com a sociedade civil em seu todo, que remonta à organização do mercado de ações de maneira espontânea no Brasil do século XIX, sob a influência europeia e norte-americana, para os leigos, não era simples compreender os conceitos e o funcionamento de uma Bolsa de Valores ou da economia em geral. A crescente complexidade de seus mecanismos e o tecnicismo de sua linguagem apresentavam-se como elementos de exclusão.

Além disso, após a década de 1970, o mercado de ações no

Brasil passou a ser visto apenas como espaço de especulação financeira. Aos olhos da população, era um ambiente em que só seria possível ter êxito por meio do acesso privilegiado a informações, o que o tornava um espaço inacessível para a maioria.

39

Nesse contexto, em 2002, foi lançada a peça fundamental da campanha de popularização do mercado de ações, o programa

Bovespa Vai até Você,15 com o objetivo de ir ao encontro das pessoas, onde quer que elas estivessem, para levar esclarecimentos sobre a verdadeira função do mercado de ações. O primeiro evento ocorreu em uma quadra da Team Tennis, do professor Humberto Vitale, em Pinheiros (São Paulo), com a transformação do espaço em auditório para mais de 150 pessoas e a apresentação de uma palestra com o especialista em finanças pessoais, Mauro

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Medium 9788520438428

7. Comunicação em situações de risco: gestão e estratégias

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

7

Comunicação em situações de risco: gestão e estratégias

conceitos e classificações

A repetição dramática de situações críticas, com danos materiais e humanos significativos, como as enchentes e os consequentes deslizamentos de terra que abalaram Angra dos Reis em 2011, com um número considerável de vítimas; a emergência de epidemias planetárias ou continentais, como a gripe suína e a dengue; a vio­ lência incontrolável dos tufões, como o Katrina nos EUA, do tsu­ nami na Ásia e do terremoto no Haiti, entre muitas outras, têm evidenciado a necessidade de um competente processo de ges­ tão de crises.

Ele deve incorporar complexos e refinados processos de planejamento, que privilegiem a prevenção, o esclarecimento e a mobilização das comunidades atingidas, a resposta imediata do poder público para mitigar o seu impacto e, em particular, um sistema de comunicação ágil e transparente que promova a circu­ lação ampla das informações1.

1

Segundo o Centro de Pesquisa sobre Epidemiologia de Desastres – Cred

(www.emdat.be), instituição considerada referência nesse assunto, qua79

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Medium 9788520437483

5. O (des)controle dos impactos

VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara de Editora Manole PDF Criptografado

5

O (des)controle dos impactos

Expansão urbana e exclusão

Sistema de circulação e meio ambiente: a destruição da rua

Dada a abundância de território, as cidades foram se espalhando com densidades demográficas baixas. A consequência é que o sistema viário acompanhou esse crescimento, estendendo-se junto ao processo de urbanização. As configurações físicas desse sistema viário foram sendo definidas caso a caso, dividindo-se entre vias locais, para acesso às residências, e vias mais largas, para abrigar atividades de comércio e de passagem.

No período de intensa motorização privada – a partir da década de 1970 – o fluxo de veículos se estabeleceu de acordo com os interesses de seus proprietários e dos donos dos negócios que seriam beneficiados pelo tráfego. Dada a ausência de ordenação desse trânsito, bem como do baixo nível de organização política da sociedade, a rede de fluxos de veículos passou a operar sem consideração pelos papéis mais vulneráveis no processo – o pedestre, o ciclista e o morador. As ruas foram deixando de ser o palco de convívio e de trocas sociais e culturais para se transformarem em dutos de condução de veículos. Nas maiores cidades, essa ocupação do espaço foi apoiada e incentivada pelos órgãos de trânsito, que defi-

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Editora Saraiva (2336)
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Medium 9788553131273

GABARITO

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 10

Custo dos serviços prestados

189

No

DESCRIÇÃO

VALORES R$

04

Receita Bruta da Prestação de Serviços .............................................

4.000.000,00

05

Tributos Incidentes sobre Prestação de Serviços................................

346.000,00

06

Despesas Operacionais:

• Vendas.........................................................................................

• Administrativas ............................................................................

370.000,00

230.000,00

07

Tributos Incidentes sobre o Resultado:

• Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) ..................................

• Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) .......................

296.000,00

115.200,00

3. O valor do Custo dos Serviços Prestados (CSP) apurado no Exercício Social corresponde, em R$, a: a) 1.500.000,00; b) 1.846.000,00; c) 2.154.000,00; d) 2.200.000,00; e) 2.500.000,00.

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Medium 9788547210229

1.3 USUÁRIOS DA CONTABILIDADE

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Contabilidade Básica

1.3 ` USUÁRIOS DA CONTABILIDADE

Os usuários da Contabilidade são as pessoas físicas ou jurídicas que tenham interesse na avaliação da situação patrimonial da entidade. São, por exemplo, os acionistas de uma empresa que desejam saber se ela está dando lucro ou prejuízo; as instituições financeiras, que desejam avaliar o patrimônio da entidade para saber se lhe concedem ou não um empréstimo; os administradores da entidade, que desejam avaliar o desenvolvimento das atividades da empresa e seus resultados; e o Fisco, que deseja saber o resultado da sociedade para lançar os tributos que incidem sobre ela.

1.3.1 Usuários preferenciais externos

• Acionistas.

• Emprestadores de recursos e credores em geral.

• Integrantes do mercado de capitais – no sentido de que a quantidade, a natureza e a importância da informação fornecida abertamente pela entidade influenciam, mesmo que indiretamente, esse mercado.

• Entre outros.

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Medium 9788553131006

3.2 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUES E O SORTIMENTO NO VAREJO

Jeferson Mola, Marcos Rocha Editora Saraiva PDF Criptografado

Uma breve análise deste caso mostra que o olfato foi, sem dúvida, o principal sentido despertado na ação de marketing – por meio dele, a empresa conseguiu ocupar um espaço importante na mente do público-alvo. Mas a junção dos demais sentidos na experiência do consumidor desempenhou um papel relevante para o sucesso da promoção; sem o jingle e o diálogo casados, sem a imagem do copo de café nas paradas de ônibus, talvez a campanha não tivesse alcançado o mesmo impacto; sem a sensação positiva de contar com uma loja nas proximidades, tomar o café e tê-lo em mãos, sentindo seu aroma e seu calor (e gostar disso), é praticamente certo que a campanha teria fracassado.

Fonte: elaborado pelos autores.

3.2 �A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUES

E O SORTIMENTO NO VAREJO

Ações de marketing voltadas à satisfação do con-

sumidor ou cuidados na organização do espaço

de vendas são ações imprescindíveis ao bom de-

sempenho de um varejo, mas qualquer deslize operacional pode comprometer profundamente a

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Medium 9788553131907

CAPÍTULO 8 - Auditoria fiscal de retenção na fonte de ISS e Simples Nacional

CREPALDI, Sílvio Aparecido Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 8 �Auditoria fiscal de retenção na fonte de ISS e Simples Nacional

OBJETIVOS

• Compreender e identificar que a auditoria fiscal de impostos, como ISS e

Simples Nacional, é essencial para a gestão empresarial, haja vista que inúmeras normas impostas pelo fisco trazem tanto o ônus de calcular os tributos devidos e de recolhê-lo nos prazos especificados (obrigação principal) quanto de cumprir as obrigações acessórias.

• Apresentar ao leitor a necessidade de definir uma estratégia precisa, optando por alternativas mais conservadoras ou mais agressivas, e a importância de manter-se atualizado sobre as frequentes mudanças na legislação e seus reflexos na audi­toria fiscal e tributária.

8.1  RETENÇÃO DO ISS

A retenção do ISS está prevista no art. 6o da Lei Complementar (LC) n. 116/2003.

8.1.1 �Atividades em que o ISS deve ser retido no local da prestação do serviço

(LC n. 116/2003)

Conforme o art. 3o da referida Lei, incisos de I a XXII, o ISS deve ser recolhido no local da prestação do serviço, independentemente do local do estabelecimento do prestador de serviço (sede, filial, escritório). Nas demais prestações de serviços não relacionadas nos citados incisos do art. 3o da referida LC, o local de recolhimento do ISS deve ser aquele do estabelecimento do prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio deste (matriz, filial, escritório etc.).

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Medium 9788547214982

1 Mudanças no ambiente de negócios

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

compreender que o contexto social mais amplo em que as empresas operam pode influenciar de forma marcante a sua capacidade de sobrevivência, e que gerir essa interação é importante. Mas dada a complexidade dessa interação e o volume de informações necessárias para montar essa estratégia, a participação de um maior número de pessoas na sua construção e uma boa gestão dos sistemas de informação e comunicação ganham uma relevância até então nunca vista. Valores, regras implícitas e normas sociais dão forma a essas instituições que existem no entorno, e dirigem comportamentos e hábitos de consumo, construindo socialmente a percepção coletiva. A habilidade de interagir com esses fatores produz a imagem da organização.

Apesar dos esforços mundialmente investidos no estudo desse tema, a questão da gestão dos intangíveis ainda se encontra em desenvolvimento e o assunto abre caminho para diversas contribuições que possam vir das diversas ciências aplicadas e da experiência prática de profissionais competentes. Este livro congrega autores especialistas na área de intangíveis, que vêm se tornando referência no mundo corporativo, principalmente pela sua dedicação no contínuo exercício de unir a teoria e a prática dentro das empresas.

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Grupo A (2078)
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Medium 9788582600153

Capítulo 3. Orientar e desenvolver outros

Jeffrey K. Liker, Gary L. Convis Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Orientar e desenvolver outros

Começo com a premissa de que a função da liderança é desenvolver mais líderes, não mais seguidores.

– Ralph Nader, advogado de direito do consumidor

Quando começaram a lançar fábricas na América do Norte, os executivos da Toyota sabiam que não poderiam falhar. Sua apólice de seguro era mandar tantos japoneses quanto possível para ensinar os norte-americanos a liderarem pelo Modelo

Toyota, e, se necessário fosse, os japoneses poderiam se juntar a eles para evitar eventuais catástrofes. Obviamente, esse foi apenas o primeiro passo – semear o grupo inicial de líderes norte-americanos. A Toyota expandia-se rapidamente mundo afora e não teria condições de enviar indefinidamente aos Estados Unidos exércitos de senseis japoneses. A visão de longo prazo da empresa era a autossuficiência. Para concretizá-la, os principais líderes norte-americanos precisariam aprender a se tornar senseis, e cada nível de liderança abaixo deles teria de atingir determinado grau de maestria em cumprir os valores organizacionais, liderar melhorias e orientar outros a melhorar processos que tivessem em vista objetivos bem definidos.

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Medium 9788577807819

3. ALGUMAS COMPLEXIDADES DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Harold D. Kerzner, Frank P. Saladis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

᭿

ALGUMAS COMPLEXIDADES DO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DO...

85

D

issemos que um dos maiores desafios dos gerentes de projeto ocorre quando os recursos que se reportam diretamente ao gerente funcional são designados para diversos projetos. Entretanto, existem outras complexidades que também impactam os gerentes funcionais, a saber:

᭿

Os projetos são considerados atividades únicas. Por esta razão, as complexidades do projeto podem tornar muito difícil a integração do trabalho por meio das interfaces funcionais, exigindo apoio substancial dos gerentes funcionais.

᭿

Algumas vezes os projetos são aceitos com exigências especiais do cliente. Essas exigências podem ser totalmente novas para o gerente funcional, pondendo demandar um tempo adicional para a realização do trabalho. Talvez seja necessário prorrogar os programas, a fim de conciliar as demandas colocadas para os gerentes funcionais.

᭿

O cálculo de custo e tempo feito pelo gerente funcional geralmente se baseia em sua experiência e tolerância ao risco.

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Medium 9788577806164

Jaipur Rugs: Ligando a Índia Rural aos Mercados Globais

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

Estudos de Caso e Comentários de CEOs

Jaipur Rugs: Ligando a Índia Rural aos

Mercados Globais

Introdução

O caso Jaipur Rugs explora como uma empresa pode beneficiar os pobres ao ligá-los aos mercados globais. A Jaipur Rugs promove esta ligação criando e orquestrando uma cadeia de suprimentos global – cadeia esta focada em desenvolver a capacidade e as habilidades humanas no nível popular, em prover renda estável para homens e mulheres das zonas rurais mais pobres da Índia e ligá-los aos mercados dos ricos, como os Estados Unidos. Milhares de trabalhadores autônomos são recrutados para confeccionar de modo consistente produtos de altíssima qualidade, mediante um sistema de organização descentralizado único em sua complexidade. A empresa não só recorre a tecelões tradicionais, como ensina, em período notavelmente breve, técnicas do ofício a pessoas sem tradição na tecelagem. As matérias-primas são obtidas de todas as partes do mundo, processadas em tapetes com padrões novos e tradicionais na Índia rural e submetidas a um rigoroso controle de qualidade na fase de produto final. A Jaipur Rugs ilustra, de maneira singular e dinâmica, como é possível alcançar um vínculo comercial rentável entre pobres e ricos no mundo todo.

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Medium 9788582603925

Capítulo 32 - HJM, LMM e múltiplas curvas à vista

John C. Hull Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

32

HJM, LMM e múltiplas curvas à vista

O

s modelos de taxas de juros discutidos no Capítulo 31 são amplamente utilizados para instrumentos de apreçamento quando os modelos mais simples do Capítulo 29 são inadequados. Eles são fáceis de implementar e, se utilizados com cautela, podem garantir que o apreçamento consistente da maioria dos derivativos de taxas de juros usando instrumentos negociados ativamente, como caps de taxas de juros, opções sobre swaps europeias e opções europeias sobre títulos. Duas limitações dos modelos são:

1. A maioria envolve apenas um fator (ou seja, uma fonte de incerteza).

2. Eles não dão ao usuário total liberdade para escolher a estrutura da volatilidade.

Tornando os parâmetros a e ␴ funções do tempo, um analista pode usar os modelos de modo que eles se ajustem ás volatilidades observadas no mercado hoje, mas, como mencionado na Seção 31.8, nesse caso a estrutura a termo da volatilidade é não estacionária. A estrutura da volatilidade no futuro pode ser muito diferente daquela observada no mercado hoje.

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Medium 9788582605097

Capítulo 22 - Modelagem de Equações Estruturais e Análise de Caminho

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

22

Modelagem de Equações

Estruturais e Análise de Caminho

  A modelagem de equações estruturais fornece uma estrutura poderosa para testar a teoria estrutural e as relações multivariadas e é cada vez mais relevante à medida que procuramos fornecer uma compreensão mais holística dos dados com os quais of f

trabalhamos.  i

Cortes

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Alex Mangoff, gerente, consultor sênior, Decision Sciences, Burke, Inc.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Definir a natureza e as características únicas da modelagem de equações estruturais

(MEE).

2. Explicar os conceitos básicos na MEE, como teoria, modelo, diagrama de caminho, construtos exógenos versus construtos endógenos, relações de dependência e correlacionais, adequação do modelo e identificação do modelo.

3. Discutir as estatísticas básicas associadas à MEE.

4. Descrever o processo de realização da MEE e explicar os vários passos envolvidos.

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