Manole (27)
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Capítulo 4 - Portos e Destinos Comentados

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

PORTOS E DESTINOS COMENTADOS

Apresentamos, neste capítulo, comentários sobre alguns dos principais destinos mundiais visitados por navios de cruzeiro. Para uma análise mais profunda, recomenda-se um guia específico do destino escolhido (consulte também a Bibliografia deste livro).

CARIBE E BAHAMAS

São consagrados como os mais procurados entre os destinos turísticos, que respiram o fluxo internacional gerador de divisas e empregos, permitindo, assim, infra-estrutura adequada ao exigente público que desembarca de um navio de cruzeiro.

A transparência impressionante das águas envolve turistas maravilhados que ficam indecisos entre olhar os peixes com múltiplas tonalidades que nadam a sua volta ou as casas de cores vibrantes da arquitetura típica... Nesse cenário, o sonho do paraíso é antecipado àqueles que visitam o Caribe. A arquitetura e a paisagem formam um quadro perfeito, a natureza e o mar apresentam para o turista um verdadeiro cartão-postal, para registrar na lembrança uma experiência fascinante.

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Medium 9788520415061

2. Uma antropologia da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Uma antropologia da hospitalidade

Tom Selwyn

Escola de Negócios,

Universidade de North London

Assuntos-chave:

• As estruturas e funções da hospitalidade

• A hospitalidade e os deveres morais

• As virtudes e os prazeres

• A hospitalidade e seus materiais simbólicos

Em busca da hospitalidade

Este capítulo oferece uma visão socioantropológica da hospitalidade.

Uma seção inicial estuda, sumariamente, seu propósito e sua função social e, em seguida, apresenta um material histórico e etnográfico comparativo sobre o objeto de estudo. Algumas observações preliminares são feitas acerca das estruturas social, ritual e cognitiva, dentro das quais são realizados os atos relacionados a esta área. Uma segunda seção considera a importância da prática da hospitalidade relativa aos alimentos. Esta segunda seção é ilustrada e desenvolvida, sobretudo, por meio de um exemplo etnográfico, e o capítulo termina voltando para temas mais gerais da organização estrutural da hospitalidade.

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Medium 9788520424070

Capítulo 11 - Perfil das Companhias de Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

PERFIL

DAS

COMPANHIAS DE

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Como em toda metodologia, a avaliação dos guias de viagem tradicionais fundamenta-se em conceitos preestabelecidos e é empreendida em época determinada, servindo como bom instrumento de orientação ao turista.

Serão apresentadas as supostas diferenças entre as empresas que compõem o universo dos cruzeiros marítimos, tomando como base a breve descrição de cada empresa adotada pela CLIA. Como se optou pela utilização desses dados, neste capítulo não são emitidas opiniões do autor.

CARNIVAL CRUISE LINES

Operando quinze navios, a Carnival Cruise Lines é a maior e mais popular companhia mundial de cruzeiros marítimos, oferecendo excursões que duram de três a dezesseis dias, com destino a Bahamas, Caribe, México, Alasca, Havaí, Canal do Panamá, Canadá e Bermudas. Conhecidos por sua atmosfera festiva e descontraída, os “Fun Ships” da

Carnival proporcionam diversas opções de gastronomia, entretenimento e atividade, desde refeições ininterruptas até pizzarias 24 horas, shows ao estilo de Las Vegas, cassinos, lojas duty-free, spas, academias e o

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Capítulo 5 - Tipos de Navio e de Turista

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

TIPOS

DE

NAVIO

E DE

TURISTA

EMBARQUES EM PORTOS DISTANTES

Para o embarque em um ponto distante da residência do turista, operadores turísticos ou as próprias companhias de cruzeiro oferecem pacotes aeromarítimos (air/sea). As companhias de cruzeiro possuem um valor de tarifa aérea sempre menor e horários e transfers ideais em relação aos horários de saída e chegada do navio.

A MELHOR ÉPOCA PARA VIAJAR

As épocas de maior procura são próximas a feriados e férias escolares, em geral correspondentes a preços mais altos.

Contudo, a sazonalidade dos cruzeiros em relação aos preços não apresenta uma curva regular, pois depende de diversos fatores.

Um deles é a estação do ano. Quanto ao clima, sem dúvida o verão é a melhor época, pois o mar fica mais calmo e há sol na maioria dos dias. Sempre é importante lembrar que, durante o verão, as escalas dos navios vão apresentar destinos turísticos lotados e preços mais elevados.

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Capítulo 10 - Operações, Reservas e Estratégia de Preços

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

OPERAÇÕES, RESERVAS E

ESTRATÉGIA DE PREÇOS

RESERVAS

A opção pela compra com antecedência depende de cada um. No mercado brasileiro, nota-se que os descontos oferecidos para compra antecipada ainda não são suficientes para motivá-la por parte da maioria dos potenciais interessados. Possivelmente isso se deva à noção generalizada de que os consumidores típicos de cruzeiros marítimos provêm de uma parcela da população economicamente ativa e disposta a pagar mais para viajar na época e nas condições desejadas, porém este cenário está mudando com as promoções de early booking (reservas antecipadas).

Os cruzeiros de verão para a América do Sul, bem como os comprados por brasileiros para o Caribe, revelam um comportamento de compra tardio, com mais de 40% das vendas sendo efetuadas com apenas quinze dias de antecedência da data do cruzeiro.

Entendemos que o potencial comprador analisa alguns fatores até chegar à decisão de compra. O primordial é a disponibilidade de tempo para viabilizar a viagem, com uma alta pressão para compra em datas especiais definidas, como Réveillon e Carnaval. Outro fator é a facilitação da compra por parcelamento dos pagamentos. Também importante

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Grupo Gen (10)
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PRIMEIRA PARTE – Capítulo 2 – O Hotel como Empresa

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

2

O Hotel como

Empresa

Capítulo

2. CONCEITOS BÁSICOS

2.1 Contrato de Hospedagem

Os aspectos legais que regulamentam a hospedagem provêm de épocas imemoriais. Recentemente se descobriu que os egípcios, durante o governo do faraó Queóps, na IV Dinastia, ano 2600 a.C., já dispunham de regulamentos que definiam obrigações para aqueles que ofereciam alojamento de forma onerosa.

Primeiro os gregos, depois os romanos foram aperfeiçoando o ofício de “taberneiro” e “pousadeiro”, estabelecendo direitos e obrigações para eles e seus clientes e as penas por descumprimento correspondentes. Lamentavelmente com a queda do Império Romano as “pousadas” praticamente desapareceram e deixaram os mosteiros em seu lugar.

Depois do obscurantismo, estabelecido durante a Época Medieval e com a chegada do Renascimento na Itália e outros países da Europa (séculos XV e XVI), as pousadas floresceram novamente.

Assim, as regulamentações aplicadas a estes meios de hospedagem seguiram se aperfeiçoando no decorrer dos anos.

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SEGUNDA PARTE – Capítulo 5 – O Processo de Check-In

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

5

O Processo de

Check-In

Capítulo

i

5.1 Introdução

O processo de check-in começa com a chegada do hóspede ao hotel e as mais cordiais boas-vindas devem ser dadas pela pessoa que tenha o primeiro contato com ele: o porteiro, os mensageiros ou o recepcionista.

Durante o check-in o hóspede formará a primeira impressão do hotel. Qualquer erro ou atraso nesse processo, condicionará o hóspede a buscar detalhes negativos durante o resto da sua estadia.

Não importa se estamos ou não ocupados, se é um hóspede ou se são muitos, sempre devemos demonstrar nossa eficiência nesse processo, além da cordialidade, paciência e atenção. É importante sorrir e se esforçar para utilizar o nome (sobrenome) do hóspede ao dirigir-se a ele.

Como explicado no Capítulo 2, os hotéis estabelecem uma hora mínima para a realização do processo de check-in, variável segundo o tipo de estabelecimento. É comum que os hotéis metropolitanos fixem este horário às 12 horas e os hotéis de lazer às 16 horas, deixando uma margem de tempo para a limpeza dos quartos por parte da governança, depois de ocorrido o processo de check-out. Este horário generalizado internacionalmente, se fixa para assegurar ao hóspede com reserva prévia a disposição de seu quarto. Se a entrada é anterior à hora de check-in e posterior à hora de corte de faturamento (6 horas) e o hotel dispõe de quartos segundo o tipo e/ou categoria reservada, inicia-se o processo, sem custo extra. Se a chegada do hóspede é anterior às 6 horas e este decidir ocupar o quarto (prévia existência de disponibilidade), caberá a ele pagar a noite anterior.

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SEGUNDA PARTE – Capítulo 6 – Procedimentos Durante a Estadia do Hóspede

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

6

Procedimentos

Durante a Estadia do Hóspede

Capítulo

6.1 Introdução

O recepcionista é a pessoa que mantém mais contato com o hóspede, desde a entrada ou check-in até a saída ou check-out, passando por todas as funções que são desempenhadas durante a sua estadia que serão detalhadas neste capítulo.

Como em todos os processos do “Ciclo do Hóspede”, durante a estadia no hotel devemos mostrar nossa eficiência nos mínimos detalhes. A soma desses “detalhes” nos levará à excelência no serviço e fará com que os hóspedes não apenas voltem, mas que também recomendem nosso estabelecimento.

A fórmula do sucesso é fazer com que os hóspedes se sintam fazendo parte de uma grande família que é o hotel.

Nunca devemos esquecer que um hóspede satisfeito e contente com nossos serviços é o melhor promotor do hotel.

6.2 Conciergerie ou Portaria Social

A conciergerie é o lugar onde está concentrada toda a atenção ao hóspede durante a estadia no hotel.

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PRIMEIRA PARTE – Capítulo 1 – A Indústria da Hospitalidade

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

1

A Indústria da

Hospitalidade

Capítulo

1.1 História da Hotelaria

A história da hotelaria começa com os primeiros deslocamentos do homem, que, devido às longas distâncias e os meios de locomoção utilizados, obrigavam os viajantes a pernoitar em lugares seguros, onde também tivessem acesso à alimentação; as razões do deslocamento dos povos foram muitas: a conquista de novas terras, motivos religiosos ou comércio; estes lugares chamados de

“pousadas” eram similares às “tabernas”. O ofício de “taberneiro” já era mencionado no “Código de

Hammurabi”.

Na antiga Grécia, as “tabernas” se situavam próximas aos templos, onde muitas vezes depois do sacrifício de animais, serviam os mesmos nas refeições, formando os banquetes.

No Império Romano ocorreram fatos fundamentais, como a construção da Via Apia, a cargo de Appius Claudius Crassus no ano 312 a.C. (século IV a.C.), e a construção destinada a albergue público em Lenidaran, Olímpia, também no século IV a.C., edificada por causa dos Jogos Olímpicos.

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SEGUNDA PARTE – Capítulo 4 – Reservas

Muro, Luis di Grupo Gen PDF Criptografado

4

Reservas

Capítulo

4.1 Introdução

Para algumas pessoas a hospedagem não é mais do que um lugar onde dormir, para outros é muito mais. É parte integrante fundamental da indústria da hospitalidade, na qual não se oferece ao hóspede apenas um quarto, mas também estão incluídos alimentos, bebidas, salões de conferências, entretenimentos, espetáculos. A hospedagem é também aquela atenção particular, presente em todos os serviços que pretendem deslumbrar o cliente, a quem devemos e daremos o melhor para que sua estadia seja realmente prazerosa, para que volte novamente e recomende, se transformando em nosso melhor promotor.

A sociedade e a cultura têm transformado as técnicas operacionais, flexibilizando-as e ajustando-as para uma clientela que muda sempre e é cada vez mais exigente. Os hotéis de sucesso são os que compreenderam estas mudanças e têm adaptado seus serviços a um planeta “globalizado”, onde o cliente e suas expectativas, o negócio e sua imagem são fundamentais e devem ser contemplados.

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