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Medium 9788521625568

Capítulo 11 - Operações de Construção

HALPIN, Daniel W.; WOODHEAD, Ronald W. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO1

11.1 MODELAGEM DAS OPERAÇÕES DE CONSTRUÇÃO

As operações de construção podem ser consideradas e definidas em termos de conjuntos específicos de tarefas de trabalho, em que a tarefa de trabalho é um componente básico ou elementar do trabalho. A tarefa de trabalho (ver Fig. 11.1)

é um componente do processo ou operação de construção rapidamente identificável, cuja descrição para um membro da equipe define o que está envolvido e é necessário para a tarefa de trabalho. As várias tarefas de trabalho são logicamente relacionadas de acordo com a tecnologia do processo de construção e do plano de trabalho. O plano de trabalho prescreve a ordem na qual os meios serão disponíveis para que a operação da construção execute as diversas tarefas de trabalho. A natureza e as relações entre as tarefas de trabalho, incluindo o tipo de equipamento e o material utilizado

1

Este capítulo é baseado em material apresentado em Planning and Analysis of Construction Operation, por Halpin and Riggs, Wiley, New York, 1992.

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Medium 9788521633259

5 - Análise do Regime Permanente Senoidal

HAMBLEY, Allan R. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Análise do Regime Permanente

Senoidal

O estudo deste capítulo habilitará você a:

JJ Identificar a frequência, a frequência angular, o valor de pico,

o valor rms e a fase de um sinal senoidal.

JJ Determinar o valor rms de qualquer corrente ou tensão

periódica.

JJ Resolver circuito CA em regime permanente, usando faso-

res e impedâncias complexas.

JJ Calcular a potência para circuitos CA em regime perma-

nente.

JJ Encontrar os circuitos equivalentes de Thévenin e de Nor-

ton.

JJ Determinar as impedâncias de carga para transferência

máxima de potência.

JJ Discutir as vantagens da distribuição trifásica de potência.

JJ Resolver circuitos trifásicos balanceados.

JJ Usar MATLAB para facilitar os cálculos de circuitos CA.

Introdução deste capítulo:

C

ircuitos com fontes senoidais têm muitas aplicações importantes. Por exemplo, a potência elétrica é distribuída para residências e escritórios por correntes e tensões senoidais.

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Medium 9788521616870

Capítulo 9 CARREGAMENTOS COMBINADOS E CRITÉRIOS DE FALHA

UGURAL, Ansel C. Grupo Gen PDF Criptografado

C ARREGAMENTOS

COMBINADOS E CRITÉRIOS

DE FALHA

9

Tópicos do Capítulo

9.1

PARTE A

9.2

*9.3

Introdução

PARTE B

TENSÕES COMBINADAS

9.7

Cargas Axiais e Torcionais

9.8

Cargas de Cisalhamento Direto e Torcionais:

Molas Helicoidais

9.9

9.4 Cargas Axiais, Transversais e Torcionais

*9.10

Problemas

9.5 Cargas de Cisalhamento Transversal e

Momento Fletor: Tensões Principais em Vigas

9.6 Cargas Axiais Excêntricas

Problemas

TEORIAS DA FALHA APLICADAS AO PROJETO

A Falha de um Material

Critério de Escoamento para Materiais

Dúcteis

Critérios de Fratura para Materiais Frágeis

Projeto de Eixos de Transmissão

Problemas

Resumo do Capítulo

Referências

O navio S. S. Schenectady trincou, dividindo-se em duas partes durante seu carregamento no porto de Portland,

Oregon, em 16 de janeiro de 1943. As estruturas e os elementos de máquina geralmente são projetados para resistir simultaneamente à ação de forças axiais, torques e momentos f letores. As Seções

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Medium 9788521634331

7 - Levantamento das Cargas

PILOTTO NETO, Egydio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Levantamento das cargas

7.1

CARGAS ATUANTES

Para que se tenha uma visão global do que ocorre com o pilar dentro de determinadas circunstâncias, apresentaremos um esquema gráfico encaixando as ações e reações no pilar em função da aplicação de uma carga.

Cálculo de pilar

Elementos que definem o pilar

Elementos conhecidos

Carregamento

Forças atuantes no pilar

Material

Seção

Indica raio de giração

Comprimento Estabelece o grau de flambagem

Posição

Pontos de aplicação de carga

Excentricidade

Índice de esbeltez

Carga axial

λ > 40

Define a resistência

Carga excêntrica

40 > λ < 80

Figura 7.1  Esquema gráfico.

Logicamente, o primeiro elemento a ser levantado é o montante da carga atuante no pilar.

Existem, basicamente, dois modos de fazer esse levantamento: por

área de influência e por reações dos apoios.

Se o pilar tem como finalidade suportar uma carga, para que possa desempenhar bem essa função, inclusive com certa margem de segurança, se faz necessário ter precisão no levantamento das cargas atuantes nesse elemento estrutural.

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Medium 9788580552287

Capítulo 2 - Operações de furação e furadeiras

Michael Fitzpatrick Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Operações de furação e furadeiras

Objetivos deste capítulo

Selecionar as brocas certas para o trabalho

Medir, nomear e descrever uma broca industrial

Selecionar um mandril para um alargador

Selecionar o tipo correto de haste e adaptador

Identificar as várias características em furadeiras padrão

Conhecer os hábitos seguros de trabalho e métodos de fixação para morsas, placas, dispositivos e grampos

Calcular ou selecionar uma rotação inicial em qualquer operação de perfuração ou alargamento

Consultar quadros de velocidades tangenciais recomendadas nos livros de referência

Posicionar e realizar a localização do furo pelo método de puncionamento com repetibilidade de 0,030-pol

Posicionar e realizar a localização do furo pelo método de centragem com repetibilidade de 0,010-pol

Escolher a broca para macho correta para um macho específico

Cortar roscas usando macho em uma furadeira

Selecionar e usar um rebaixador e um escareador

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