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3. Ingredientes funcionais

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

3. Ingredientes funcionais

Tony Williams1 e Gordon Pullen2

3.1

Melhoradores da massa e sua composição

A massa de pão mais básica utilizada para a fabricação de um produto de panificação deve necessariamente conter os seguintes ingredientes: farinha, água, fermento e sal. No entanto, mesmo os mais capacitados na arte da panificação acabariam concordando que seria muito difícil produzir um pão de alta qualidade a partir apenas dessas matérias-primas. O padeiro sempre, quando conveniente, adicionou pequenas quantidades de ingredientes extras para intensificar o desempenho da massa durante o processamento, ou para melhorar a qualidade do pão acabado. No passado, esses materiais seriam geralmente gêneros alimentícios por si mesmos, como gordura, açúcares, mel e farinha de malte. Embora os principais benefícios fossem provavelmente considerados relacionados às propriedades sensoriais do produto final assado, deve ter ficado evidente a possibilidade de produzir modificações na própria massa durante o processamento, o que podia ter um efeito igualmente positivo no produto acabado.

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11. Princípios da formação da massa

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

11. Princípios da formação da massa

Clyde E. Stauffer

11.1 Introdução

A primeira etapa básica da panificação é combinar água com farinha de trigo e depois amassar (por meio de energia mecânica) a mistura, formando uma massa elástica (Bushuk, 1985; Hoseney, 1985). Utiliza-se farinha de trigo, e não outros grãos de cereal, pois a proteína armazenada pelo trigo apresenta propriedades únicas; nenhuma outra proteína armazenada por cereal é capaz de formar uma massa viscoelástica depois de molhada e amassada. Uma explicação completa em nível molecular para essa singularidade ainda desafia os pesquisadores.

Os eventos que ocorrem quando as proteínas do glúten são hidratadas e formadas também são de difícil compreensão. Parte do desconhecimento se deve

à complexidade do sistema. As propriedades básicas da massa são estabelecidas pelas características das proteínas armazenadas (glúten) na farinha. Essas características, porém, são modificadas pelos outros componentes da farinha, tanto solúveis quanto insolúveis, assim como pelos outros ingredientes adicionados à massa. Ao estudar sua formação, ficamos limitados a observar os eventos físicos em uma macroescala, em nível supramolecular. Diversas técnicas que estudam as propriedades moleculares foram aplicadas à massa: análise por raios X, ressonância magnética nuclear, calorimetria de varredura diferencial, espectrometria de ressonância magnética nuclear e microscopia de varredura eletrônica, para nomear apenas algumas. A interpretação dos resultados, no entanto, é sempre complicada devido à complexidade do sistema. A análise por raios X, por exemplo, leva a um modelo de matriz da massa (Grosskreutz,

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8. Panificação ao redor do mundo

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

8. Panificação ao redor do mundo

John T. Gould

8.1

Introdução

Por que a palavra “pão” significa coisas diferentes em diversas regiões do mundo? Coloque uma fatia de pão de forma branco norte-americano ao lado de uma fatia de pão de centeio da Europa Central, de um pão tipo pita do Oriente Médio ou de um pão chinês cozido no vapor, e será possível afirmar justificadamente que todos são produtos diferentes. No entanto, todos são pães. Por que os padeiros das diferentes regiões do mundo utilizam equipamentos diferentes para fabricar o mesmo, ou quase o mesmo, produto?

Para sermos capazes de responder a essas questões e, portanto, para compreender a panificação na Europa, na África, na América do Norte, na Australásia1 e na

Ásia, precisamos primeiro levar em consideração:

• o desenvolvimento histórico da panificação;

• os fatores que influenciam o processo de panificação;

• as expectativas dos consumidores.

Esses fatores serão considerados nas seções a seguir.

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12. Moagem da farinha

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

12. Moagem da farinha

Paul Catterall e Stanley P. Cauvain

12.1 Introdução

Questão: a moagem da farinha é uma arte ou uma ciência? Resposta: nenhuma das duas. É sim uma tecnologia, a união da ciência dos alimentos com a arte do moleiro experiente; tanto uma como a outra evoluíram ao longo de muitos anos.

Certas pessoas podem sustentar que, no fim, a ciência vai superar a arte da moagem e enviar o moleiro experiente para a lata de farinha da história; no entanto, com a variedade de produtos panificados ainda se expandindo diariamente, e com as novas variedades de trigo sendo desenvolvidas, esse evento deve ainda levar muito tempo para acontecer. Este capítulo tem o objetivo de ajudar a definir a ciência e a arte de um processo que produz uma das mais versáteis matérias-primas da panificação, e visa proporcionar um background relativo ao vínculo entre o trigo, o processo de moagem e as propriedades da farinha final.

O trigo tem sido uma fonte alimentar importante por milhares de anos. As propriedades singulares das suas proteínas depois de hidratadas deram ao trigo uma flexibilidade que o tornou ideal para diversos produtos de panificação, desde os pães achatados do Mediterrâneo e dos países equatoriais (p. ex., chapatti, pizza e ciabatta) até os pães para sanduíche da Europa, América e Austrália.

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5. Fermentação, assamento e resfriamento

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

5. Fermentação, assamento e resfriamento

Chris Wiggins e Stanley P. Cauvain

5.1

Introdução

A fermentação, o assamento e o resfriamento são as etapas da panificação que transformam uma massa em fermentação em um produto estável, pronto para o consumo. Há evidências de que produtos fermentados eram confeccionados no Egito por volta de 2000 a.C. e de que o pão não fermentado era feito desde os tempos pré-históricos. As três operações – fermentação, assamento e resfriamento – foram essencialmente as mesmas desde então, com base nas propriedades das matériasprimas e na maneira pela qual elas se comportam quando aquecidas para produzir um gênero de primeira necessidade, que é tanto nutritivo quanto adequado para o consumo. Nunca saberemos em detalhes como o processo foi descoberto, mas a imensa variedade de produtos panificados fermentados consumidos em todo o mundo, hoje em dia, baseia-se nos mesmos princípios. A fermentação (proving ou proofing, em inglês) concede o tempo, sob condições favoráveis, para o fermento e as enzimas da farinha manterem sua atividade. Depois, durante o assamento, a taxa de transmissão de calor aumenta, de modo que a parte externa do pão seca formando uma casca e, no interior, o amido se expande e a proteína coagula. O resfriamento inverte a direção da transmissão de calor, e tem o objetivo de produzir pães prontos para serem empacotados, muitas vezes tendo o fatiamento como operação intermediária. Uma escala de tempo típica, com as condições de processo e seu efeito sobre a temperatura no centro do pão, é apresentada na Figura 5.1.

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Grupo Gen (2174)
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Medium 9788527718158

Introdução

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução

Matérias-primas e Conservação de Alimentos

Maria Gabriela Bello Koblitz

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Alimentos e nutrientes, 2

Histórico, 2

Ciência e tecnologia de alimentos, 3

Matérias-primas alimentícias, 3

Bibliografia, 3

1

2

Matérias-primas Alimentícias

Alimentos e nutrientes

Os alimentos podem ser definidos como produtos de composição complexa que, em estado natural ou processados, são consumidos pelo homem para satisfazer suas necessidades nutritivas e sensoriais. Nutrientes são substâncias contidas nos alimentos que o organismo absorve, transforma e utiliza, com a finalidade de obter a energia e o material destinados à formação e à manutenção dos tecidos, e ao mesmo tempo regulam o funcionamento dos órgãos.

O corpo necessita dos alimentos para o “metabolismo de descanso”, para a síntese de tecidos, para manter o balanço térmico, para os processos de excreção e para a realização das diversas atividades físicas. A composição química de um alimento é descrita, em geral, em termos de seu conteúdo percentual de carboidratos, proteínas, lipídios e água, além de componentes minoritários, como vitaminas e minerais, por exemplo.

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2 - Tubérculos e Raízes Tuberosas

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen PDF Criptografado

2 Tubérculos e

Raízes Tuberosas

Renato Souza Cruz

Maria Gabriela Bello Koblitz

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Introdução, 26

Batata, 26

Mandioca, 36

Bibliografia, 41

25

26

Matérias-primas Alimentícias

Introdução

Por definição, rizomas, assim como tubérculos, e raízes tuberosas são órgãos vegetais predominantemente subterrâneos modificados para o armazenamento de reserva energética.

No entanto, enquanto os rizomas e os tubérculos correspondem a caules modificados, que possibilitam a propagação vegetativa por apresentarem tecido meristemático em gemas apicais e laterais (nos tubérculos chamados “olhos”), as raízes tuberosas são derivadas do sistema radicular e, de modo geral, incapazes de brotar. Na alimentação humana e animal são utilizados diferentes rizomas (gengibre [Zingiber officinale Roscoe]), tubérculos (batata-inglesa ou batatinha [Solanum tuberosum L.], inhame

[Dioscorea sp.], taro [Colocasia esculenta]) e raízes tuberosas (batata-doce [Ipomoea batatas L.], mandioca [Manihot esculenta Crantz], cenoura [Daucus carota L.], beterraba [Beta vulgaris L.], rabanete [Raphanus sativus L.] e nabo [Brassica napus L.]). De maneira geral, em virtude do seu caráter natural como órgãos de armazenamento, esses produtos são menos perecíveis do que a maior parte das hortaliças e conservam-se com qualidade, sob armazenamento refrigerado, por períodos superiores a

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5 - Leite

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen PDF Criptografado

5 Leite

Ana Carolina Sampaio Doria Chaves

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Introdução, 148

Principais características, 150

Conservação , 166

Legislação e controle de qualidade, 176

Bibliografia, 184

148

Matérias-primas Alimentícias

Introdução

O papel do leite na natureza é, basicamente, nutrir e prover proteção imunológica aos filhotes dos mamíferos, sendo indispensável a eles nos primeiros meses de vida. Do ponto de vista biológico, o leite é uma secreção das glândulas mamárias de fêmeas mamíferas cuja função natural é a alimentação dos recém-nascidos.

No I Congresso Internacional para Repressão a Fraudes, realizado em Genebra (1908), definiu-se o leite como o produto integral, não alterado nem adulterado e sem colostro, procedente de ordenha higiênica, regular, completa e ininterrupta das fêmeas domésticas saudáveis e bem alimentadas. Leite de mescla ou mistura pode ser definido como o leite cru obtido pela ordenha de duas ou mais vacas.

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1 - Frutas e Hortaliças

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen PDF Criptografado

1 Frutas e

Hortaliças

Flávio de Souza Neves Cardoso

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Introdução, 6

Frutas, 6

Hortaliças, 7

Principais características, 8

Conservação, 15

Legislação e controle de qualidade, 20

Bibliografia, 24

5

6

Matérias-primas Alimentícias

Introdução

As frutas e as hortaliças são matérias-primas de essencial importância na dieta humana.

Esses vegetais são fontes importantes de micronutrientes como vitaminas e minerais, e participam como fontes suplementares de carboidratos, fibras e proteínas. Em razão da sua alta perecibilidade, necessitam de cuidados especiais tanto no armazenamento pós-colheita quanto na utilização para obtenção de produtos industrializados. Estima-se que de 25 a 80% das frutas e hortaliças sejam perdidos depois da colheita, durante o transporte e o armazenamento. Por esse motivo, o conhecimento do mecanismo de maturação e das causas que levam a perdas no período pós-colheita são de vital importância para uma melhoria na qualidade e no rendimento da produção dos vegetais in natura.

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3 - Grãos | Cereais e Leguminosas

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen PDF Criptografado

3 Grãos

| Cereais e

Leguminosas

Renato Souza Cruz

Maria Gabriela Bello Koblitz

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Introdução, 44

Cereais, 45

Leguminosas, 72

Conservação dos grãos, 101

Legislação e controle de qualidade, 112

Bibliografia, 117

44

Matérias-primas Alimentícias

Introdução

A definição de grãos na literatura técnica de alimentos é muitas vezes vaga e geralmente confusa. A palavra pode ser usada de modo bem amplo para designar todos os alimentos comercializados como grãos secos, o que inclui tanto cereais, como o arroz, quanto outros produtos, como o café e o cacau, por exemplo; ou pode ser aplicada, de maneira bem restrita, como sinônimo de cereais. Em publicações do

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

(IBGE), grãos são divididos em cereais, leguminosas e oleaginosas, entretanto a maior parte das oleaginosas consideradas (principalmente soja, mas também amendoim e milho, por exemplo) está também incluída como leguminosa (soja, amendoim) ou cereal (milho).

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Medium 9788580553734

Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 9 - Motores mono e bifásicos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Motores mono e bifásicos

E

ste capítulo discute os motores monofásicos. Ao mesmo tempo que focaliza os motores de indução, também discute os motores de indução, os síncronos de relutância, os de histerese e os de polos sombreados. Observe que outro motor monofásico comum, o motor série universal, foi discutido na Seção 7.10. A maioria dos motores de indução com uma especificação de potência fracionária (fração de quilowatt) são motores monofásicos. Em aplicações residenciais e comerciais, são encontrados em uma ampla variedade de equipamentos incluindo refrigeradores, condicionadores de ar, trocadores de calor, ventiladores, bombas, máquinas de lavar e secadores.

Neste capítulo, descreveremos esses motores qualitativamente em termos da teoria do campo girante e começaremos com uma análise rigorosa de um motor monofásico que opera com um único enrolamento. Entretanto, na realidade, a maioria dos motores de indução monofásicos são motores bifásicos com enrolamentos assimétricos. Normalmente, os dois enrolamentos são bem diferentes, com números diferentes para as espiras e/ou a distribuição de enrolamentos. Assim, este capítulo discute também os motores bifásicos e inclui o desenvolvimento de uma teoria quantitativa para a análise de motores de indução monofásicos que estejam funcionando com ambos os enrolamentos: principal e auxiliar.

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Medium 9788580553734

Capítulo 2 - Transformadores

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Grupo A (1357)
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Medium 9788580552577

Capítulo 8 - Circuitos de acionamento de motores

Frank D. Petruzella Grupo A PDF Criptografado

capítulo 8

Circuitos de acionamento de motores

Este capítulo apresenta uma visão adequada do projeto, da coordenação e da instalação de circuitos de acionamento de motores. Os tópicos abordados incluem requisitos de instalação do NEC, além de partida, parada, reversão e controle de velocidade de motores.

Objetivos do capítulo

Explicitar o procedimento recomendado para a instalação básica de um motor segundo o Artigo 430 do NEC.

Listar e descrever os métodos de partida de um motor.

Apresentar o funcionamento dos circuitos de acionamento do motor para acionamento pulsado e reversão.

Listar e descrever os métodos para parar um motor.

Demonstrar a operação dos circuitos básicos de controle de velocidade.

Parte 1

Requisitos do NEC para instalação de motores

A compreensão das regras do National Electric

Code (NEC) é fundamental para a instalação correta de circuitos de acionamento de motores. O

Artigo 430 do NEC abrange aplicação e instalação de circuitos de motores, incluindo condutores, proteção contra curto-circuito e falha à terra, dispositivos de partida, desconexão e proteção contra sobrecarga. A Figura 8-1 mostra os elementos básicos de um circuito elétrico de motor abordados no NEC. O ramo do circuito do motor inclui o dispositivo de sobrecorrente final (chave de desligamento e fusíveis ou disjuntor), os condutores e o motor.

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Capítulo 3 - Transformadores e sistemas de distribuição deenergia para motores

Frank D. Petruzella Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Transformadores e sistemas de distribuição de energia para motores

Os transformadores transferem energia elétrica de um circuito elétrico para outro por meio de indução mútua eletromagnética. Em seu sentido mais amplo, um sistema de distribuição refere-se à forma como a energia elétrica é transmitida a partir dos geradores para os seus vários pontos de utilização. Neste capítulo, vamos estudar o papel dos transformadores nos sistemas de acionamento e distribuição de energia para motores.

Objetivos do capítulo

Descrever os princípios usados para transmitir energia com eficiência a partir do gerador da usina para os consumidores.

Mostrar as diferentes partes e funções de uma subestação.

Diferenciar a entrada de fornecimento de energia, os alimentadores e os circuitos secundários do sistema de distribuição de energia elétrica dentro de um edifício.

Apresentar a função e os tipos de eletrodutos utilizados em sistemas de distribuição de energia elétrica.

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Capítulo 9 - A eletrônica no acionamento de motores

Frank D. Petruzella Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

A eletrônica no acionamento de motores

Os sistemas e controle eletrônicos têm conquistado uma grande aceitação na indústria de acionamento de motores; consequentemente, tornou-se essencial se familiarizar com os dispositivos eletrônicos de potência. Este capítulo apresenta uma visão geral de diodos, transistores, tiristores e circuitos integrados (CIs), bem como suas aplicações no acionamento de motores.

Objetivos do capítulo

Apresentar o funcionamento e a aplicação de diferentes tipos de diodos.

Demonstrar o funcionamento e a aplicação de diferentes tipos de transistores.

Apresentar o funcionamento e a aplicação de diferentes tipos de tiristores.

Demonstrar o funcionamento e a função de diferentes tipos de circuitos integrados.

Parte 1

A depleção aumenta

A depleção diminui

Tensão de polarização reversa

(fluxo de corrente bloqueado)

Tensão de polarização direta

(fluxo de corrente estabelecido)

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Capítulo 1 - Segurança no local de trabalho

Frank D. Petruzella Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Segurança no local de trabalho

A segurança é a prioridade número um em qualquer local de trabalho. Todos os anos, acidentes elétricos causam graves ferimentos e mortes, e muitas das vítimas são jovens que acabaram de iniciar suas carreiras profissionais. Eles estão envolvidos em acidentes que resultam da falta de cuidado, das pressões e distrações do novo emprego, ou da falta de compreensão sobre eletricidade. Este capítulo vai conscientizá-lo dos perigos associados à energia elétrica e dos riscos que podem existir no trabalho ou em centros de treinamento.

Objetivos do capítulo

Apresentar os fatores elétricos que determinam a gravidade de um choque elétrico.

Destacar os princípios gerais da segurança em eletricidade, incluindo o uso de vestuário e de equipamento de proteção.

Explicar o aspecto de segurança do aterramento na instalação de um motor elétrico.

Descrever as etapas básicas de um procedimento de bloqueio.

Mostrar as funções das diferentes organizações responsáveis pelas normas e pelos padrões do setor de energia elétrica.

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Capítulo 4 - Dispositivos de acionamento de motores

Frank D. Petruzella Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

Dispositivos de acionamento de motores

Os dispositivos de acionamento são componentes que controlam a potência fornecida a uma carga elétrica. Os sistemas de acionamento de motor utilizam uma grande variedade de dispositivos de acionamento. Os dispositivos de acionamento de motores introduzidos neste capítulo abrangem desde uma simples botoeira até os sensores de estado sólido mais complexos. Os termos e as aplicações práticas apresentados aqui ilustram como a seleção de um dispositivo de acionamento depende da aplicação específica.

Objetivos do capítulo

Reconhecer chaves acionadas manualmente em geral encontradas em circuitos de acionamento de motores e explicar o funcionamento delas.

Identificar chaves acionadas mecanicamente em geral encontradas em circuitos de acionamento de motores e explicar o funcionamento delas.

Identificar diferentes tipos de sensores e explicar como eles detectam e medem a presença de alguma coisa.

Descrever as características de funcionamento de um relé, um solenoide, uma válvula solenoide, um motor de passo e um motor CC sem escovas.

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Editora Saraiva (228)
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12 - CAS e RAS

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

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CAS e RAS

Para começar

A todo momento, no processo de funcionamento de memórias RAM, temos a execução de tarefas de gravação, acesso e eliminação de dados. Esse processo é possível graças ao controlador de memória.

No Capítulo 12, veremos como a eficiência desses processos é gerada pela disposição das células de memória, em linhas e colunas, ou seja, num formato que lembra matrizes. Quando isso ocorre, o endereço de memória se encontra na intersecção de uma linha (wordline), com uma coluna (bitline).

Dessa forma, para que o endereço de uma posição na memória possa ser acessado, o controlador deverá verificar o valor da linha, denominado valor RAS (Row Address Strobe) e o valor da coluna, chamado de valor CAS (Column Address Strobe).

12.1 Temporização e latência das memórias

Por meio de parâmetros de temporização e latência é possível estabelecer o tempo que o controlador de memória utiliza com as operações de leitura e escrita. Quanto menores forem esses valores, mais rápidas são as operações.

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3 - Tipos de Hardware

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Tipos de Hardware

Para começar

Quando falamos sobre arquitetura de computadores, principalmente equipamentos da linha PC, encontramos uma característica muito importante: ela é extensível, ou seja, permite a inclusão de novos componentes. No Capítulo 3, veremos todos os dispositivos de um computador e quais outros elementos podem ser acoplados ao computador que vem de fábrica. O objetivo de alterar configurações iniciais é sempre melhorar a performance.

3.1 Motherboard ou placa-mãe

A placa-mãe é o centro de comando do computador. Sendo a peça fundamental de um sistema computacional, pode ser considerada o coração e o cérebro. As capacidades dos sistemas são determinadas pelo tipo de placa utilizada. Os componentes de uma placa-mãe são: a)

Chipset: é o elemento responsável por determinar quais componentes, como memória e processadores, a placa-mãe pode utilizar. É a sua “inteligência”.

Modelos mais antigos do chipset podiam ser dividido em dois componentes, mas, atualmente, suas funções foram integradas em um mesmo chip. Dentro desse chip, encontram-se:

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Medium 9788536531571

15 - Personalização do BIOS

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

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Personalização do BIOS

Para começar

No Capítulo 15, vamos aprender o que é BIOS e qual sua importância na configuração de um computador, em especial no momento em que a máquina é inicializada. Conectado à placa-mãe, é responsável por parte de inicialização do sistema operacional e outros programas.

15.1 Como personalizar o BIOS

BIOS (Basic Input/Output System) ou Sistema Básico de Entrada e Saída trata-se de um mecanismo indispensável para o bom funcionamento do computador, seus programas e softwares, e é ativado no momento da inicialização. Sem o BIOS, o computador para. Ele é ativado quando o PC é ligado até o momento em que o sistema operacional é carregado na máquina. O BIOS fica gravado dentro de um chip na memória ROM (somente de leitura), o que significa que não é possível alterar suas características principais.

Na inicialização, a BIOS faz uma varredura por todo computador até o sistema operacional ser carregado, o que inclui avaliar todos os hardwares, ajustes de discos e componentes, clock dos processadores, chipsets integrados, memória, frequência de funcionamento etc.

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2 - Envelhecimento Biológico

GONÇALVES, Emanuela; BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Envelhecimento

Biológico

Para começar

Conheceremos de forma prática as principais alterações normais e anormais que norteiam o processo natural de envelhecimento do ser humano. Aprenderemos sobre as doenças mais comuns, bem como suas causas, tratamento e prevenção.

O ser humano é adaptável. Essa adaptação, no entanto, é diferente para cada indivíduo. O funcionamento físico em processo de envelhecimento tem relação direta com o estado emocional e social de cada pessoa. Essa adaptação também sofre influência do meio em que o indivíduo vive, da sociedade e da maneira como ele se vê nesses contextos.

O envelhecimento biológico é um processo gradual que causa alterações nas funções do organismo, fazendo com que o indivíduo se torne cada vez menos capaz de se adaptar ao ambiente em que vive, ficando mais vulnerável às doenças. Devemos lembrar, porém, que o indivíduo pode envelhecer de forma natural, e que envelhecer não é sinônimo de doença. O envelhecer de forma natural

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5 - O Idoso e a Sociedade

GONÇALVES, Emanuela; BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

O Idoso e a

Sociedade

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Para começar

Aprenderemos os temas mais relevantes que dizem respeito ao idoso e à sociedade nos dias de hoje. Abordaremos, numa linguagem simples e objetiva: o envelhecimento da sociedade, o desrespeito com o idoso, a saúde pública e o envelhecimento, o idoso como provedor da família, bem como seus direitos, consolidados pelo Estatuto do Idoso, Lei no 10741, de 1o de outubro de 2003.

5.1 Envelhecimento da sociedade

A população idosa vem crescendo de forma considerável em nosso país.

Segundo pesquisas recentes, os números dessa projeção mostram um crescimento acelerado.

Esse aumento traz consigo necessidades de políticas que venham ao encontro de um atendimento adequado às expectativas desses idosos.

Um país que não esperava e, portanto, não se preparou para atender a essa necessidade encara o aumento da população idosa como um “problema” e não como uma conquista, alegando representar um ônus nos encargos para a família, o Estado e a sociedade, uma vez que o idoso carece de cuidados especiais, medicação e um acompanhamento diferenciado, dada a fragilidade da sua saúde, na maioria dos casos.

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