Manole (26)
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5. Água e fontes de energia

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água e fontes de energ ia

5 .1 Int ro dução

No início de 2012, publicamos pela Editora Manole o livro Curso de química para engenharia, Volume I: Energia1, no qual abordamos várias fontes de energia relacionadas com a água, além de outras como energia nuclear, eólica e, ainda, diversos tipos de materiais combustíveis. Das energias com origem em alguma forma de energia potencial ou cinética da água, as centrais hidrelétricas são de longe as mais importantes ainda nos dias de hoje. Marés, ondas, correntes marítimas e gêiseres, por exemplo, começam a ser utilizados. Para se estabelecer, essas fontes deverão se mostrar competitivas econômica e tecnologicamente, além de respeitosas em relação à preservação do ambiente, não só em comparação com as hidrelétricas, mas comparadas também às outras fontes de energia, tradicionais ou emergentes.

O mundo tecnológico, financeiro e econômico evoluiu no curto período entre a escrita do livro mencionado anteriormente e a escrita destas palavras. Aparentemente, as coisas acontecem de forma rápida.

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7. Água na agropecuária

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água na ag ropecuár ia

7.1 O Brasil produz alimentos para o mundo

O leitor deve estar ciente de que o Brasil está perto de ser o principal provedor de alimentos do planeta e que sua economia depende pesadamente da agroindústria. O governo brasileiro costuma ter grande predileção pela indústria, que certamente também é da maior importância, mas é bom lembrar que países ricos e avançados são grandes produtores agrícolas. Sem ir mais longe, é o caso dos Estados Unidos (EUA), do Canadá, da Austrália e, principalmente, da própria União Europeia (UE). No caso da UE, essa produção é possível mediante enormes subsídios aos produtores agrícolas. O Brasil tem tentado reverter essa conduta dos europeus por décadas, mas com modesto sucesso.

O Brasil possui uma das maiores áreas de terra cultivável, mas não é só isso que conta. Há empreendedorismo na agroindústria e inclusive uma cultura familiar bem-sucedida. A tecnologia brasileira

é altamente avançada, em grande medida graças à Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). É preciso lembrar-se também da contribuição de institutos de pesquisa estaduais, como as feitas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC).

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8. Salvemos nossas águas

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Salve mos nos sas ág uas

Sendo estudante de engenharia, o leitor visado prioritariamente e por ele não estar necessariamente familiarizado com termos comuns em ciências do ambiente, foi incluído, a seguir, um glossário para facilitar a leitura e a compreensão do texto.

8 .1 Glossár io

1. Acetilcolinesterase (AChE) – enzima que catalisa a quebra por hidrólise do neutrotransmissor acetilcolina, formando colina e acetato. A acetilcolina é liberada pelo terminal nervoso quando o organismo necessita de estímulos específicos, como contração ou relaxamento muscular.

2. Antioxidantes – substâncias (p.ex., alguns nutrientes e vitaminas) com função de proteção celular contra os efeitos adversos dos radicais livres.

3. Anoxia – ausência de oxigênio, sendo considerada um agravante de hipoxia.

4. Bentos – organismos que vivem no substrato (marinho ou dulcícola), estando fixos ou móveis.

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Curs o d e Qu í mi ca pa ra Engenha ria . volume III : água

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10. Energia nuclear

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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E NE RG IA NUCLEAR

A utilização da energia nuclear também está em crescimento. Há paí­ ses na Europa que dependem pesadamente dela. Outros, em estágio pouco avançado de tecnologia, por razões políticas, de prestígio ou futuras necessidades, tentam adquirir o conhecimento para o processo de produção de energia por meio de plantas nucleares.

Se há um tipo de energia que conseguiu quase unanimidade em rejeição por grupos ambientalistas atuantes, a energia nuclear é ou foi uma delas. O fato de ainda não existir um destino apropriado para os resíduos das plantas nucleares pesa. Por milhares de anos, esses resíduos continuam perigosos se entram em contato com seres vivos,

água, solo ou ar.

Controversa, a energia nuclear passou a ter destaque na mídia por estar, na maioria das vezes, envolvida em guerras, contaminações e grandes desastres. Contudo, a energia nuclear também traz benefícios, como a geração de energia, que pode substituir a gerada por hidroelétricas (também alvo de críticas em razão do grande impacto ambiental causado pela construção de suas plantas, conforme abordado no Capítulo 9).

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Medium 9788520433287

Introdução

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

INT RODUÇÃO

No prefácio deste livro, mencionamos um artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, em 20 de julho de 2010, o qual foi escrito pelo professor José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica da USP8, e que é encerrado da seguinte maneira: “Quanto aos professores, devem entender que a Engenharia mudou. Está mais centrada na gestão do que no projeto, de modo que a estrutura curricular deve contemplar essa evolução sentida pela nossa profissão”.

Como químicos com experiências diversas no ensino dessa área para estudantes de engenharia, sentimos há anos que o sistema não está provendo a forma e o conteúdo ideais que o futuro profissional de engenharia requer9.

É praxe comum nas escolas ou faculdades de engenharia ministrar química básica durante um a quatro semestres, incluindo eventuais­ aulas práticas. Os temas costumam ser os mesmos abordados nos cursos de química, mas com menos detalhes: estrutura atômica, soluções, equilíbrio químico, cinética química, termodinâmica química, etc. Esse pacote de informações é de difícil digestão até mesmo para

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Grupo Gen (2201)
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Medium 9788521633686

CAPÍTULO 3 - Poluição das águas

SANTOS, Marco Aurélio dos Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Poluição das águas

MA R CO A U R ÉLI O DO S SA NTO S

MA R C ELLE DE FÁ TI MA DA SI LVA

3.1 Introdução

Não se pode confundir a estética da água com a poluição da água, pois nem sempre “água limpa” aos nossos olhos significa despoluída.

A qualidade da água tem maior relação com as características em que se en­ contra na natureza do que seu estado de pureza química. A água pura somente pode ser encontrada em laboratórios, pois na natureza existem gases dissolvi­ dos e substâncias minerais e orgânicas que propiciam a manutenção da vida.

Considera-se que a água está poluída quando não é adequada ao consu­ mo humano, quando os animais aquáticos não podem viver nela, quando as impurezas nela contidas tornam desagradável ou nocivo seu uso recreativo ou quando não pode ser usada em nenhuma aplicação industrial.

Segundo Braga et al. (2002), a qualidade da água depende diretamente da quantidade de água existente para dissolver, diluir e transportar as subs­ tâncias benéficas e maléficas para os seres que compõem a cadeia alimentar.

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8 Concreto no Estado Fresco

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Ernani Sávio Sobral • Prof. Dr. Antônio de Paulo Peruzzi • Prof. Dr. Fernando Menezes de Almeida Filho

8.1 Introdução

8.2 Generalidades

8.3 Misturas

8.3.1 Misturas de Agregado e Água

8.3.2 Misturas de Cimento, Agregado e Água

8.3.3 Transição do Estado Não Plástico para o Plástico

8.4 Preparo do Concreto

8.4.1 Normas para Avaliação da Eficiência

8.4.2 Mistura Manual

8.4.3 Mistura Mecânica

8.5 Trabalhabilidade dos Concretos

8.5.1 Conceituação e Importância

8.5.2 Fatores que Afetam a Trabalhabilidade

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Medium 9788521632344

12 Ensaios Acelerados para Previsão da Resistência do Concreto

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Eng.a Lucy I. Olivan Birindelli • Prof. Dr. Bruno Luís Damineli

12.1 Introdução

12.2 Evolução Histórica

12.3 Experiência Brasileira

12.4 Método Adotado

12.4.1 Escolha do Método

12.4.2 Descrição do Método Adotado

12.4.3 Considerações sobre o Procedimento Adotado

12.5 Aplicação Típica

12.6 Limitações

12.7 Considerações Finais

Anexo A Equipamentos de Laboratório

Anexo B Equipamentos para o Canteiro de Obra

A origem dos ensaios de resistência à compressão é remota. A medição da resistência à compressão em concretos sempre esteve relacionada com a idade de 28 dias. Isto porque, embora o crescimento da resistência seja observado claramente até os 360 dias, a resistência obtida aos 28 dias já é, para a maioria dos cimentos mais comuns, a maior parte da resistência final obtida (a partir desta idade, a taxa de crescimento é muito menor), sendo suficiente para a manutenção da estrutura. Portanto, a mensuração aos 28 dias permitiu a criação de um parâmetro de controle relativamente rápido e confiável para as idades de trabalho do concreto, usualmente períodos acima de um ano.

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14 O Concreto em Situação de Incêndio

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Dr. Armando Lopes Moreno Junior

14.1 Introdução

14.2 Resistência Mecânica do Concreto sob Temperaturas Elevadas

14.3 Lascamento do Concreto

14.4 Mudança de Cor no Concreto

14.5 Reforço/Recuperação de Estruturas de Concreto após Incêndio

14.6 Estruturas de Concreto Reforçadas com Fibra de Carbono em Situação de Incêndio

14.7 Considerações Finais

Um incêndio é uma força destrutiva que causa milhares de mortos todos os anos e com prejuízos financeiros que não passam despercebidos. As perdas por incêndios custaram aos países europeus centenas de milhões de dólares durante o ano de 1914. As perdas mais elevadas ocorreram na Alemanha (RFA), Reino Unido e França, alcançando um total de 370 milhares de dólares. Na Suécia e Holanda, o custo dos incêndios foi de 25 milhões de dólares em cada país. Na Noruega, Grécia e Dinamarca, 15 milhões de dólares em cada um. Na Itália e na Espanha, as perdas foram de 27 milhões e 14 milhões de dólares, respectivamente.

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1 Introdução ao Estudo dos Materiais de Construção

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

Prof. Arq. Enio José Verçosa • Prof. Dr. João Fernando Dias • Prof.a Dr.a Leila Aparecida de Castro Motta

1.1 Importância e História dos Materiais de Construção

1.1.1 Importância da Disciplina “Materiais de Construção”

1.1.2 Evolução Histórica dos Materiais de Construção

1.2 Sustentabilidade na Construção Civil

1.2.1 Materiais de Construção e Sustentabilidade

1.3 Noções Básicas para Estudo dos Materiais

1.3.1 Requisitos para Aplicação dos Materiais

1.3.2 Constituição da Matéria

1.3.3 Organização Atômica

1.3.4 Definição e Classificação dos Materiais

1.4 Especificações e Ensaios dos Materiais

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Grupo A (1327)
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Medium 9788582605172

Capítulo 17. Aprender a administrar a inovação e o empreendedorismo

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

17

Aprender a administrar a inovação e o empreendedorismo

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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revisar e consolidar os principais temas deste livro; explorar as influências-chave de como gerenciar o processo de inovação de maneira eficaz; identificar as principais habilidades associadas à inovação eficaz no nível do indivíduo, da equipe e da organização; desenvolver a capacidade de avaliar como indivíduos e organizações administram o processo; praticar uma abordagem de auditoria para a melhoria a inovação e o empreendedorismo.

Introdução

Vamos tentar resumir os principais temas abordados neste livro. Na Parte I, apresentamos a ideia da inovação não como um luxo a ser pensado ocasionalmente, mas como um imperativo de negócios e social. A menos que as empresas estabelecidas mudem aquilo que oferecem ao mundo e modifiquem a forma como criam e entregam suas ofertas, elas provavelmente ficarão para trás em relação a seus concorrentes e podem até mesmo desaparecer. Por um lado mais positivo, a criação de um novo negócio por meio do desenvolvimento e implementação de ideias é reconhecida como uma poderosa fonte de crescimento econômico, sem contar que é uma excelente maneira dos empreendedores por trás dessas ideias enriquecerem!

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Medium 9788582605172

Capítulo 7. Estratégias de busca para a inovação

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Estratégias de busca para a inovação

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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a necessidade de uma estratégia para guiar a busca de oportunidades; dimensões do espaço de busca: incremental/radical e enquadramento antigo/novo;

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estratégias para cobrir o espaço: extrair e explorar;

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ferramentas e estruturas para apoiar essas estratégias;

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o uso de redes para abrir e amplificar as capacidades de busca;

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o papel do empreendedorismo como uma mentalidade por trás da busca, tanto em novas empresas quanto em organizações estabelecidas; o conceito de capacidade de absorção e construção da capacidade de busca.

Interpretação das fontes

O último capítulo deixou claro que não faltam oportunidades para a inovação.

O principal desafio para a gestão da inovação é como identificar o potencial em um mar de possibilidades. É uma escolha difícil, pois envolve recursos limitados. Como não existe uma organização capaz de considerar todos os cenários, é preciso desenvolver uma estratégia fundamental de como executar o processo de busca. E para um empreendedor solitário em uma nova empresa, a “largura de banda” simplesmente não é ampla o suficiente para explorar em tantas direções ao mesmo tempo. Assim, como interpretar todas as fontes à sua disposição?

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Capítulo 15. Explorar o conhecimento e a propriedade intelectual

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

15

Explorar o conhecimento e a propriedade intelectual

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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identificar diferentes tipos de conhecimento e propriedade intelectual;

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escolher e aplicar métodos adequados de gestão do conhecimento;

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desenvolver uma estratégia de licenciamento de propriedade intelectual.

Inovação e conhecimento

Neste capítulo, discutimos como indivíduos e organizações identificam “o que sabem” e como melhor exploram esse conhecimento. Examinamos os campos relacionados à gestão do conhecimento, à aprendizagem organizacional e à propriedade intelectual. As questões mais importantes: incluem a natureza do conhecimento, como conhecimento explícito versus conhecimento tácito; a localização de conhecimento, como individual versus organizacional; e a distribuição de conhecimento na organização. Mais especificamente, a gestão do conhecimento preocupa-se com a identificação, a tradução, o compartilhamento e a exploração de conhecimento dentro de uma organização. Uma das questões-chave é o relacionamento entre aprendizagem individual e organizacional, como a primeira é transformada na última e então em novos processos, produtos e negócios. Por fim, analisamos diferentes tipos formais de propriedade intelectual e como eles podem ser usados no desenvolvimento e na comercialização de inovações.

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Capítulo 9. Liderança e equipes

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

Liderança e equipes

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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como a liderança e organização da inovação é muito mais do que um conjunto de processos, ferramentas e técnicas, e que a prática bem-sucedida da inovação e do empreendedorismo exige a interação e a integração de três diferentes níveis de gestão: individual, coletiva e ambiental; no nível pessoal ou individual, como diferentes estilos de liderança e empreendedores influenciam a capacidade de identificar, avaliar e desenvolver novas ideias e conceitos; no nível coletivo ou social, como equipes, grupos e processos contribuem para comportamentos e resultados de inovação bem-sucedidos; no nível contextual ou ambiental, como diferentes fatores podem apoiar ou prejudicar a inovação e o empreendedorismo.

Não existe um único tipo ideal e universal de pessoa ou organização que promova a inovação e o empreendedorismo. Contudo, a análise de estudos de caso de empreendedores e organizações inovadoras e sua comparação sistemática com empreendimentos menos bem-sucedidos é o primeiro passo para identificar padrões consistentes de boa liderança e organização. Pesquisas acadêmicas em maior escala confirmam que esses fatores tendem a contribuir para o desempenho superior (Tabela 9.1).

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Capítulo 11. Desenvolver novos produtos e serviços

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

11

Desenvolver novos produtos e serviços

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

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um processo formal para apoiar o desenvolvimento de novos produtos, como o stage-gate e o funil de desenvolvimento; fatores de produto e organizacionais que influenciam o sucesso e o fracasso; a escolha e a aplicação de ferramentas relevantes para apoiar cada fase do desenvolvimento de produtos; as diferenças entre serviços e produtos e como elas influenciam o desenvolvimento; como aplicar as lições das pesquisas de difusão para promover a adoção de inovações.

O processo de desenvolvimento de novos produtos/serviços

O processo de desenvolvimento de novos produtos e serviços – a evolução desde a ideia até se chegar aos produtos, serviços ou processos de sucesso – é um processo gradual de redução de incertezas por meio de uma série de estágios de resolução de problemas, desde as fases de busca e de seleção até a de implementação, conectando fluxos relacionados a tecnologias e mercados ao longo do caminho.

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Editora Manole (122)
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1. A força das águas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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A força das águas

Se as guerras do século XX foram motivadas pela exploração do petróleo, os conflitos do século XXI estarão centrados no controle dos recursos hídricos. Quem controla a água controla a vida.

BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS, SOCIÓLOGO PORTUGUÊS

DIA 22 D E MA R ÇO É O D I A M U N DIAL DA ÁGUA . O BRASIL

tem o privilégio de ser uma das poucas regiões do mundo com enorme superávit desse bem, essencial à vida, que constitui cerca de 70% do corpo humano. Mais do que enaltecimentos vazios que se evaporam ao vento, esperam-se de todos ações concretas em defesa do ouro azul, cujo real valor perpassa aparentemente despercebido por entre milhares de mãos humanas.

Força motriz de toda a natureza – ou a única bebida para um homem sábio –, a água é uma dádiva indispensável à vida, essencial à manutenção da saúde e à garantia do bem-estar do ser humano. Para Tales de Mileto, esse elemento é o princípio de todas as coisas, e Guimarães Rosa dizia que a água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba.

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3. Impactos provocados por usinas hidrelétricas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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Impactos provocados por usinas hidrelétricas

A água que não corre forma um pântano; a mente que não trabalha forma um tolo.

VICTOR HUGO

A S M Ú LT I P L A S F U N Ç Õ E S E C O L Ó G I C A S E O S S E RV I Ç O S

ambientais prestados, gratuitamente, por cursos d’água são inúmeros e valiosos. Um rio não é um simples canal de água, é um rico ecossistema moldado ao longo de milhões de anos, com ritmos próprios de composição e decomposição. Verdadeiros corredores de biodiversidade fornecem água, ar puro, alimentos, terras férteis, equilíbrio climático, fármacos animais e vegetais, recreação, turismo ecológico, entre outros tantos serviços.

Os sistemas hídricos propiciam também estocagem e limpeza de água, recarga do lençol freático, regulagem dos ciclos biogeoquímicos, estocagem de carbono e habitat para inúmeras espécies, endêmicas ou não. Fornecem ainda outros benefícios, como pesca, agricultura de subsistência, via de transporte e auxílio na pecuária extensiva. Mexer com essa diversidade ecossistêmica única, que propicia tantos serviços aos privilegiados que usufruem dessas benesses, provoca discórdias de difícil consenso.

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4. Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

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Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

CIDADEZINHA QUALQUER

Um cachorro vai devagar

Casas entre bananeiras

Um burro vai devagar

mulheres entre laranjeiras

Devagar... as janelas olham

pomar amor cantar

Êta vida besta, meu Deus

Um homem vai devagar

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

P I R A J U, N O M E O R I G I N Á R I O D E E X P R E S S Ã O G UA R A N I ,

significa peixe (pira) dourado (yu). Esse peixe, símbolo da cidade, tem seu habitat no límpido rio Paranapanema, maior patrimônio pirajuense. Os dados mais concretos do início do povoamento da região são registrados somente a partir de 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, as quais já habitavam a região. Essas famílias doaram um terreno para a criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto.

Distante 330 km da capital do Estado de São Paulo, a sudoeste do Estado, a Estância Turística de Piraju tem clima temperado, suaves colinas e temperatura média de 21°C. Com cerca de 29 mil habitantes distribuídos em uma área de 505 km2, a cidade foi transformada em estância turística em 2002, entrando para um seleto grupo de 29 municípios do Estado.

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2. A energia das águas represadas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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A energia das águas represadas

Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.

LEONARDO DA VINCI

A IDEIA DE QUE A HUMANIDADE CAMINHA RUMO A

níveis crescentes de bem-estar parece ser senso comum. Em sã consciência, ninguém é contrário ao desenvolvimento da sociedade. Mas ainda é raro construir qualquer projeto de desenvolvimento com objetivos claros, que contemplem e atendam, simultaneamente, os interesses econômicos, sociais, ambientais e culturais de uma comunidade. A exclusão social e a crise ambiental parecem não fazer parte da agenda de políticos e empresários.

O termo desenvolvimento deve ser entendido como mudança em favor de toda a sociedade, ou de sua maioria, e que promova avanços estruturais e qualitativos. Quaisquer projetos de desenvolvimento de uma comunidade devem priorizar serviços de qualidade em alimentação, educação, saúde, água, saneamento básico, transporte público e energia.

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6. Pedagogia e didática ambiental

LUZZI, Daniel Editora Manole PDF Criptografado

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Pedagogia e didática ambiental

Forma e conteúdo são dois espelhos um na frente do outro, que para não provocar perplexidade no observador devem

­refletir as duas caras da mesma imagem. (Pozo, 1989, p. 31)

Pedagogia crítica e práxis ambiental

Como observamos, os aportes da epistemologia avançam para a inclusão da perspectiva qualitativa e complexa, e para as exposições dos componentes autorreflexivos e emancipatórios da ciência social crítica no estabelecimento de uma racionalidade alternativa.

Uma racionalidade que incorpora o sujeito e seus preconceitos, e rechaça a ideia de neutralidade do conhecimento; que resgata o outro e a co­ munidade na construção do consenso intersubjetivo; que concebe o conhecimento como uma construção interpretativa, contextual e histórica, como um processo inacabado, um permanente “sendo”; que aceita a complementaridade metodológica como abordagem para alcançar a compreensão do complexo mundo que habitamos.

Os avanços da psicologia educacional, desde o cognitivismo, o construtivismo, o enfoque histórico cultural, a cognição situada e a psicologia geral da atividade, transitam, igualmente, na busca de uma aprendizagem ativa,

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