Manole (26)
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1. Água: estrutura química e molecular

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água: estrutura quím ica e molecu lar

A molécula de água é uma das mais interessantes do ponto de vista químico porque apresenta características e propriedades únicas e de extrema importância para a vida. Você já parou para pensar por que os oceanos não congelam? Ou por que o gelo flutua? Ou, ainda, por que a água é o solvente universal? Alguns desses tópicos serão abordados quando forem pertinentes ao longo deste livro, mas pode-se dizer que as propriedades atômicas e moleculares são as responsáveis por tanta versatilidade para uma só molécula. Este livro tenta mostrar a beleza da química por meio da molécula de água e da sua importância na vida humana.

Os átomos e, consequentemente, suas propriedades, são a parte central da química; por isso, é interessante entender como eles podem se agrupar e se arranjar no espaço. O ponto de partida é a estrutura eletrônica, isto é, como os elétrons estão arranjados em torno do núcleo. Para entender a estrutura eletrônica, é preciso conhecer três partículas subatômicas: o elétron, o próton e o nêutron.

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6. Água e transporte

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água e Trans porte

6.1 Tr ansporte de ág ua

Há muita água em movimento natural no Planeta: rios, chuvas, cataratas, ondas do mar, gêiseres. Mas, os movimentos são emprestados, seja pela gravidade, pelo vento ou pelo calor.

Uma forma antiga de transporte de água e que ainda persiste é pelo ser humano. Frequentemente, crianças ou mulheres carregam água em recipientes nos braços ou em cima da cabeça. Também diversos animais domesticados ainda são empregados para levar água de um lugar para outro. Outra forma de transporte do líquido é por meio de caminhões-pipa e navios-tanque. Até icebergs já foram puxados dos polos.

Sistemas de transporte de água podem ser realizados por aquedutos, por exemplo tubulações, túneis ou canais. O material desses sistemas deverá ser inerte, resistente, com pouca fricção e permeabilidade. As tubulações nas edificações evoluíram de ferro para cobre e logo para plástico.

Quando esse sistema de transporte não conta com o auxílio da gravidade,

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14. O debate sobre as mudanças climáticas

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

14

O D E BATE S OBRE AS MUDA N ÇAS

C LIMÁTICAS

14 .1 FATORES QUE DETERM IN AM O

C LIMA DO P LANETA

Acredita-se que plantas e algas, ou seja, seres vivos multicelulares, existam no planeta há um bilhão de anos. Muitos eventos graves aconteceram com o clima, mas não o suficiente para acabar com os seres vivos.

O sol tem sido e continua sendo o grande controlador do nosso clima. A energia que emana dele não é uma constante, mas há mudanças periódicas. A mais bem conhecida refere-se às manchas solares, de uma periodicidade de aproximadamente 11 anos. Mas há outros fenômenos periódicos de duração de milhares ou mais anos, alguns até que não conhecemos.

Importante também é lembrar que as condições reinantes no sistema planetário são influenciadas pelas características da região da galáxia que ele atravessa.

O planeta, no entanto, não é espectador indiferente com relação ao seu clima. Em primeiro lugar, estão os vários movimentos

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curso_de_quimica_engenharia.indb 69

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12. O transporte de energia elétrica

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O T RANS PORTE DE ENERG I A E LÉT R ICA

Antes de abordar o tema do transporte de energia elétrica, há algo a se pensar: a criação de diversas centrais geradoras de energia menores próximas aos centros de consumo.

Com frequência, o centro produtor de eletricidade encontra-se afastado do centro consumidor. O Brasil é um exemplo disso, com usinas hidroelétricas localizadas longe das zonas urbanas ou industriais, por exemplo, a usina de Itaipu e a distância que ela está da

Região Sudeste. O transporte de eletricidade acaba sendo tão importante quanto a sua produção.

Os melhores condutores elétricos conhecidos são os metais prata

(Ag), com condutividade de 63  106 S.m-1 (S é o símbolo para Siemens), e cobre (Cu), com 60  106 S.m-1. Por causa da sua abundância e preço, esse último é usado mundialmente.

O cobre é um metal pesado, com densidade d = 8,94 g/cm3. Os cabos de Cu devem ter diâmetro suficiente para suportar o fluxo de corrente elétrica, além de estarem cobertos por isolantes eficientes.

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6. Óleo diesel

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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ÓLEO DIES EL

O óleo diesel é um combustível fóssil, derivado do petróleo, que se constitui basicamente de hidrocarbonetos (composto químico formado por átomos de hidrogênio e carbono). Possui aproximadamente

75% de hidrocarbonetos saturados (parafina) e 25% de hidrocarbonetos aromáticos (naftalenos e alquilbenzenos). O óleo diesel é o resultado dessa mistura, tendo entre 8 e 21 carbonos; em sua composição, tem baixas concentrações de oxigênio, nitrogênio e enxofre. 

A queima do óleo diesel libera na atmosfera uma grande quantidade­ de gases poluentes, conhecidos popularmente como gases responsáveis pelo efeito estufa. Mas esses gases são realmente responsáveis por esse processo? Entre os que também prejudicam a saúde humana, podem ser citados o monóxido de carbono (CO), o monóxido de nitrogênio (NO) e o dióxido de enxofre (SO2).

No passado, o óleo diesel continha grandes concentrações de enxofre, entretanto, algumas medidas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e no Brasil, vêm sendo tomadas de modo a limitar ou diminuir a concentração desse composto. Em particular, no Brasil,

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Grupo Gen (2249)
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Medium 9788521613626

Capítulo 7 - Carregamento de Flexão: Tensões em Vigas

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Carregamento de Flexão:

Tensões em Vigas

7.1 INTRODUÇÃO

Um elemento sujeito a cargas aplicadas no sentido transversal ao de sua maior dimensão e que fazem com que esse elemento venha a se curvar (fletir) é uma viga. A viga, ou elemento sob flexão, é encontrada com freqüência em estruturas e máquinas, e sua análise elementar de tensões constitui um dos aspectos mais importantes da mecânica (ou resistência) dos materiais. Por exemplo, a Fig. 7.1 é uma fotografia de uma viga em I, AB, biapoiada, colocada em um equipamento de ensaio e carregada nos terços do vão. A Fig. 7.2 ilustra a forma (exagerada) que a viga assume ao ser carregada.

Antes de prosseguir com as considerações sobre a análise de tensões de elementos sujeitos a flexão, pode ser oportuno classificar alguns dos vários tipos de vigas e de carregamentos encontrados na prática. Freqüentemente, as vigas são classificadas com base em seus apoios ou reações. Uma viga suportada por pinos, roletes ou superfícies lisas em suas extremidades e que tenha um

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Capítulo 4 - Propriedades dos Materiais e Relações Tensão-Deformação

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Propriedades dos Materiais e

Relações Tensão-Deformação

4.1 INTRODUÇÃO

Freqüentemente, o desempenho adequado de uma estrutura é determinado pela quantidade de deformação ou distorção que pode ser permitida. Uma deformação de até mesmo alguns milésimos de milímetro pode tornar inútil uma máquina retificadora, ao passo que a lança de uma draga pode apresentar deflexão de vários milímetros sem perder sua utilidade. Com freqüência torna-se

necessário relacionar as cargas e as variações de temperatura de uma estrutura com as deformações que elas produzem. A experiência tem mostrado que as deformações causadas pelas cargas e por efeitos térmicos são, essencialmente, independentes entre si.

As deformações devidas aos dois efeitos podem ser calculadas separadamente e somadas para que seja obtida a deformação total.

4.2 DIAGRAMAS TENSÃO-DEFORMAÇÃO

A relação entre a carga e a deformação de uma estrutura pode ser obtida por meio de diagramas que mostram cargas e deflexões para cada elemento e para cada tipo de carregamento na estrutura. Entretanto, a relação entre a carga e a deformação depende das dimensões dos elementos assim como do tipo de material do qual os elementos são feitos. Por exemplo, o gráfico da Fig. 4.1a (carregamento unidimensional) mostra a relação entre a força exigida para alongar três barras de mesmo material mas de diferentes comprimentos e áreas de seção transversal e as deformações resultantes nas barras. Não fica claro a partir desses gráficos que todas as três curvas descrevem o comportamento do mesmo material. Entretanto, se essas curvas forem redesenhadas de modo a mostrar a tensão em um eixo e o alongamento da barra no outro, como na Fig. 4.1b, os dados da primeira e da terceira barra produzirão uma única linha. Se as curvas forem redesenhadas novamente com tensão em um eixo e deformação específica em outro, os dados de todas três curvas produzirão uma única linha. Isto é, as curvas que mostram a relação entre a tensão e a deformação específica (como a da

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Capítulo 10 - Métodos de Energia e Critérios de Resistência

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

Métodos de Energia e

Critérios de Resistência

10.1 INTRODUÇÃO

Este capítulo consiste em duas partes. A Parte A analisa o conceito de energia de deformação (apresentado anteriormente no Cap. 8 sobre deslocamentos transversais em vigas) e sua aplicação para determinar a tensão e a deformação específica em elementos

estruturais sujeitos a um carregamento de impacto. A Parte B analisa os critérios de resistência (teorias de falhas) de materiais isotrópicos e a aplicação dessas teorias na previsão da falha estrutural de elementos sujeitos a carregamento estático combinado.

Parte A

Métodos de Energia

10.2 ENERGIA DE DEFORMAÇÃO

O conceito de energia de deformação foi apresentado na Seção

8.8 considerando o trabalho realizado por uma carga axial P aplicada lentamente para causar um alongamento δ em uma barra de seção transversal uniforme A, como mostra a Fig. 10.1a. Conforme o diagrama carga-alongamento (Fig. 10.1b), o trabalho

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Capítulo 6 - Torção

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Torção

6.1 INTRODUÇÃO

O problema da transmissão de um torque (conjugado) de um plano a um outro plano paralelo é encontrado com freqüência no projeto de máquinas. O dispositivo mais simples para desempenhar esta função é um eixo circular, como o que liga um motor elétrico a uma bomba, um compressor ou outro mecanismo. Um diagrama simplificado de corpo livre (o peso e as reações do mancal não são mostrados porque não fornecem informações

úteis para o problema de torção) de um eixo usado para transmitir um torque de um motor A a um acoplamento B está mostrado na Fig. 6.1. A resultante das forças eletromagnéticas aplicadas ao induzido A do motor é um binário (conjugado) equilibrado pela resultante das forças exercidas nos parafusos (outro conjugado), que atuam no acoplamento de flange B. O eixo circular transmite o torque do induzido para o acoplamento. Os problemas típicos de torção envolvem a determinação das tensões significativas e das deformações dos eixos.

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Capítulo 1 - Introdução e Revisão de Estática

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução e Revisão de

Estática

1.1 INTRODUÇÃO

O objetivo principal de um curso de mecânica dos materiais é o desenvolvimento das relações entre as cargas aplicadas a um corpo deformável (não-rígido) e as forças internas e deformações nele originadas. Desde a época de Galileu Galilei (15641642), cientistas e engenheiros vêm estudando o problema da capacidade de carga dos membros estruturais e dos componentes de máquinas, e desenvolveram métodos matemáticos e experimentais de análise para determinar as forças internas e as deformações originadas em conseqüência das cargas aplicadas.

As experiências e observações dos cientistas e dos engenheiros dos últimos três séculos são a herança dos engenheiros de hoje.

O conhecimento fundamental adquirido ao longo desses três

últimos séculos, aliado às teorias e técnicas de análise desenvolvidas, permite que os engenheiros modernos projetem, com total competência e segurança, estruturas e máquinas de tamanho e complexidade sem precedentes.

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Capítulo 6 - Máquinas polifásicas de indução

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Máquinas polifásicas de indução

O

objetivo deste capítulo é estudar o comportamento das máquinas de indução polifásicas. Nossa análise começará com o desenvolvimento de circuitos equivalentes monofásicos, cuja estrutura genérica é sugerida pela semelhança existente entre uma máquina de indução e um transformador. Esses circuitos equivalentes podem ser usados para estudar as características eletromecânicas da máquina de indução e o efeito da carga apresentado pela máquina sobre a sua fonte de energia, seja ela uma fonte de frequência fixa, como um sistema de potência, seja um acionamento de motor com frequência e tensão variáveis.

6.1

Introdução às máquinas de indução polifásica

Como foi mostrado na Seção 4.2.1, no motor de indução a corrente alternada é fornecida diretamente ao estator, ao passo que o rotor recebe a corrente por indução, como em um transformador, a partir do estator. O enrolamento de estator é do tipo discutido na Seção 4.5, como na máquina síncrona. Quando a excitação é feita por uma fonte polifásica equilibrada, um campo magnético é produzido no entreferro girando na velocidade síncrona. Essa velocidade é determinada pelo número de polos do estator e pela frequência fe aplicada ao estator (Equação 4.44).

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Medium 9788580553734

Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Grupo A (1432)
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Medium 9788573071696

Capítulo 6 - A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do Processo, Controle da Programação e Just-in-Time

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

6

A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do

Processo, Controle da

Programação e Just-in-Time

A função processo consiste em processamento, inspeção, transporte e estocagem. Porém, apenas o processamento agrega valor. Isso todos sabem na Toyota, onde a meta é a redução de custo a partir da eliminação da perda, especialmente a perda por superprodução. Lá, a inspeção, o transporte e especialmente a estocagem, ou a prática de manter estoque, são considerados perdas e eliminados sempre que isso for possível.

Muitas pessoas consideram o just-in-time a característica proeminente do Sistema Toyota de Produção. Porém, o just-in-time não é mais que uma estratégia para atingir a produção sem estoque (ou estoque zero). O mais importante é o conceito de produção com estoque zero.

Os controles da programação e da carga são dois importantes conceitos na ótica do Sistema Toyota de Produção. O controle da programação garante que o produto será concluído dentro do prazo. O controle da carga garante a viabilidade da fabricação do produto, ou seja, que há um equilíbrio adequado entre a capacidade e a carga. Por exemplo, se você não chegar na hora certa, irá perder o trem (controle da programação); mas, mesmo que você esteja dentro do horário, não poderá embarcar se não houver mais lugares no trem (controle da carga).

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Medium 9788573071696

Capítulo 12 - Implementação do Sistema Toyota de Produção

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

12

Implementação do Sistema

Toyota de Produção

Este capítulo discute a introdução e o desenvolvimento do Sistema

Toyota de Produção nos meios de produção americanos, especificamente, leitores deste livro. O capítulo responde a duas perguntas:

O que deve ser levado em conta ao considerar a introdução do Sistema

Toyota de Produção em uma empresa média?

Que considerações e procedimentos devem ser adotados ao trazer o

Sistema Toyota de Produção para sua empresa?

Ao responder a essas questões, o capítulo, inicialmente, reitera os princípios básicos do Sistema Toyota de Produção, para então fazer recomendações específicas e comentários sobre sua implementação.

Acredito que seria um erro simplesmente copiar as características externas do Sistema Toyota de Produção. O sistema não pode ser aplicado corretamente sem uma compreensão geral dos princípios sobre os quais está embasado. Além disso, é importante empreender a sua implementação somente após um claro entendimento de como as técnicas individuais se encaixam no quadro geral. Essas precauções aplicam-se igualmente ao sistema Kanban.

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Medium 9788573071696

Capítulo 10 - Algumas Questões Periféricas porém Importantes

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

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Algumas Questões Periféricas porém Importantes

O SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO: UMA EXPLANAÇÃO

Eliminação dos Sete Tipos de Perda

Este capítulo trata de três questões que, embora parecendo secundárias, são essenciais para o completo entendimento do Sistema Toyota de Produção: as perdas, a extensão do sistema aos fornecedores e o Planejamento das

Necessidades de Materiais (MRP).

O Sistema Toyota de Produção identifica sete tipos de perda:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Superprodução

Espera

Transporte

Processamento

Estoque

Desperdício nos movimentos

O desperdício na elaboração de produtos defeituosos

Essas diversas perdas não são iguais em status ou efeito. Iremos discuti-las com relação à estrutura da produção.

226

S HIGEO S HINGO

Processos

Processamento. Nesse caso, melhorias voltadas à Engenharia de Valor e à

Análise de Valor devem ser realizadas em primeiro lugar. Em vez de tentar fazer com que aumentos da velocidade de corte sejam mais eficientes, por exemplo, devemos perguntar por que fazemos determinado produto e usamos um determinado método de processamento (perda no processamento – perda 4).

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Capítulo 9 - A Evolução do Sistema Kanban

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

9

A Evolução do Sistema Kanban

Além de ser um método de controle, projetado para maximizar o potencial do “Sistema Toyota de Produção”, o sistema Kanban também é um sistema com suas próprias funções independentes.

No livro O Sistema Toyota de Produção, Taiichi Ohno afirma:

Os dois pilares do “Sistema Toyota de Produção” são o just-in-time e a automação com toque humano, ou autonomação. A ferramenta empregada para operar o sistema é o Kanban*.

Ohno segue argumentando contra a visão simplista de que o Sistema

Toyota seja meramente um sistema Kanban.

MEU PRIMEIRO ENCONTRO COM O SISTEMA KANBAN

Por volta de 1960, visitei a Toyota porque tinha trabalho a fazer no escritório da planta de máquinas. Lá, encontrei-me casualmente com o Sr.

Ohno, naquela época gerente de fabricação. Ele manifestou sua vontade de discutir comigo a respeito de um “sistema Kanban”, que ele pensava pôr em funcionamento. Eu jamais havia ouvido aquele termo antes, de forma que respondi apenas que a ideia parecia extremamente interessante. Contei a ele que tinha experiência no ramo das ferrovias e aquilo que ele estava descrevendo me parecia o chamado “sistema-tabuleta” que utilizávamos.

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Medium 9788573071696

Capítulo 7 - A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do Processo, Balanceamento e Sistema Nagara

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

7

A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do

Processo, Balanceamento e Sistema Nagara

No passado, o controle de processo tinha duas importantes funções na produção:

1. Controle da programação — Quando será feito (ritmo da produção)

2. Equilíbrio da carga e controle da capacidade — O trabalho pode ser executado? (A capacidade e a carga estão equilibradas?)

É muito importante que a capacidade e a carga estejam equilibradas. Elas estão assim definidas: carga é o volume de trabalho que precisa ser executado, e capacidade é a habilidade da máquina e do operador em concluir o trabalho.

A Toyota usa o termo “balanceamento” para descrever esse equilíbrio.

O QUE É BALANCEAMENTO?

O balanceamento da produção é um dos pilares do Sistema Toyota de

Produção. Seu objetivo é fazer um processo produzir a mesma quantidade do processo precedente. Nesse sistema, os processos de produção estão dispostos de forma a facilitar a produção da quantidade necessária, no momento necessário. Também, os trabalhadores, equipamento e todos os outros fatores estão organizados para atingir esse fim.

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Editora Manole (122)
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Medium 9788520430385

1. Recursos energéticos e utilização de energia

REIS, Lineu Belico dos Editora Manole PDF Criptografado

1

Recursos energéticos e utilização de energia

Introdução

Como o entendimento adequado da matriz energética e até mesmo de sua forte relação com a determinação de estratégias e políticas requer certo conhecimento dos diversos recursos energéticos disponíveis e passíveis de uso no cenário tecnológico atual da humanidade, assim como de sua utilização, este capítulo inicial pretende abordá-los detalhadamente.

Inicia-se por apresentar a conceituação de cadeias energéticas, básica para o tema enfocado neste livro. Nessa apresentação, são introduzidos os con­ceitos mais importantes para um bom entendimento, não só da própria cadeia energética, como também da matriz.

Em seguida, no cenário dos recursos naturais, são enfocados o setor do petróleo, o gás natural, o setor carbonífero, a energia nuclear e os recursos energéticos renováveis já tradicionais ou com maior possibilidade de aplicação a médio prazo – energias solar, hidráulica, eólica, da biomassa, oceânica, geotérmica e do hidrogênio. Para cada recurso natural, além de se abordar os principais aspectos da cadeia energética associada, desde a captura dos recursos naturais até o consumo (retratado pelos diversos usos finais), procura-se enfatizar os principais aspectos e características relacionados com a indústria da energia, por meio de uma abordagem aberta e

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Medium 9788520431320

9. Gestão ambiental dos serviços de saneamento

ANJOS JR., Ary Haro dos Editora Manole PDF Criptografado

9

Gestão ambiental dos serviços de saneamento

Introdução

Neste capítulo, a gestão ambiental dos serviços de saneamento será discutida nos termos dos seus objetivos gerais e específicos e das estratégias de gestão aplicáveis. Os requisitos das normas ISO 14.001 (ABNT, 2004) serão apresentados – particularmente aqueles mais aproveitáveis ao contexto das empresas de saneamento, considerando-se que tais normas são genéricas para a implantação e a operacionalização de sistemas de gestão ambiental e que constituem padrões mundiais de referência para qualquer tipo de organização.

Objetivos da gestão ambiental dos serviços de saneamento

O objetivo geral estratégico da gestão ambiental, em qualquer organização, é o de conciliar a obtenção de resultados econômicos e financeiros com a preservação dos recursos naturais sujeitos ao seu controle e à sua influência. Essa conciliação é facilitada, e até obrigatória, no caso dos serviços de saneamento, pelo fato de que estes lidam com os próprios recursos naturais

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Medium 9788520431320

6. Gestão da política tarifária

ANJOS JR., Ary Haro dos Editora Manole PDF Criptografado

6

Gestão da política tarifária

Introdução

O presente capítulo discute as políticas tarifárias aplicáveis ao setor do saneamento e destaca as estratégias de gestão associadas ao exercício dessas políticas.

Na primeira parte deste capítulo serão discutidos os objetivos que devem contemplar as políticas tarifárias no setor de saneamento, tanto em ter­mos gerais quanto em termos mais específicos, associados à conjuntura social e econômica do Brasil.

Na segunda, o setor de saneamento será caracterizado como um monopólio natural em relação à maior parte dos seus usuários, e serão apresentadas as propostas gerais de tarifação, normalmente aplicadas em casos de monopólios.

Na terceira, as principais estratégias de gestão tarifária serão discutidas: estratégias comerciais de segmentação de produtos e serviços; estratégias co­merciais de segmentação de clientes; e estratégias de relacionamento com os clientes.

Na quarta, serão analisadas técnicas de construção das estruturas tarifárias, definidas como expressões da política tarifária de um sistema de saneamento.

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Medium 9788520429754

Capítulo 9 - A Interdisciplinaridade como Estratégia para a Ecoinovação no Saneamento

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

A Interdisciplinaridade como Estratégia para a

Ecoinovação no

Saneamento

9

Cleverson Vitório Andreoli

Engenheiro Agrônomo, Sanepar

Sieglinde Kindl Cunha

Economista, UFPR

Marlete Beatriz Maçaneiro

Economista, Unioeste

Tamara Vigolo Trindade

Acadêmico de Engenharia Ambiental, FAE

Charles Carneiro

Engenheiro Agrônomo, Sanepar

INTRODUÇÃO

As elevadas taxas de urbanização, os problemas de distribuição de renda e a crise financeira do Estado brasileiro resultaram em graves carências de infraestrutura física e social-urbana. As consequências disso se manifestam principalmente na periferia das grandes metrópoles, uma vez que as populações menos favorecidas e excluídas por falta de opção se instalam em áreas públicas pouco valorizadas e de preservação ambiental.

Ao mesmo tempo, por falta de conservação, ocorre a degradação da infra-

198

gestão do saneamento básico

estrutura existente, aprofundando as mazelas sociais. Essa situação é provocada não só pela questão financeira, mas também pela fragmentação das políticas de prestação de serviços públicos, pela multiplicidade de agentes com baixo nível de integração, pela ausência de continuidade administrativa, pela falta de atualização tecnológica na área, pela carência de recursos humanos, entre outros.

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Medium 9788520429754

Capítulo 4 - Planos de Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Planos de

Saneamento Básico

4

Iran Eduardo Lima Neto

Engenheiro civil, UFC

André Bezerra dos Santos

Engenheiro civil, UFC

Introdução

O planejamento pode ser definido como a busca do melhor caminho para se atingir objetivos e metas preestabelecidos, seja no ramo de econo‑ mia, educação, recursos hídricos, meio ambiente ou saneamento básico.

No Brasil, têm sido formulados planos de saneamento básico em âmbitos nacional e municipal, visando nortear processos de gestão e gerenciamen‑ to dos serviços relacionados ao setor.

Criado na década de 1970, o Plano Nacional de Saneamento (Planasa) foi o primeiro plano brasileiro de saneamento. Este proporcionou uma ampliação da oferta de serviços de abastecimento de água e de esgotamen‑ to sanitário, mas não incluiu metas para os serviços de drenagem urbana e de manejo de resíduos sólidos, ainda desconsiderados como partes inte‑ grantes do setor de saneamento básico. Além disso, a participação da so‑ ciedade não foi considerada no contexto do Planasa. Em meados dos anos de 1980, houve a extinção das instituições que fomentavam o plano, resul‑ tando em seu declínio, sem que suas metas fossem atingidas.

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