Manole (49)
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Medium 9788520433287

Sumário

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

SUMÁ RIO

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIX

Preâmbulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXI

1. O carvão estava no lugar certo, na hora certa . . . . . . 1

2. O petróleo não sairá tão logo . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

3. Etanol e gasolina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9

4. Fotossíntese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19

5. Gás natural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

6. Óleo diesel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29

7. Hidrogênio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31

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Medium 9788520427064

Prefácio da segunda edição

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

Prefácio da segunda edição

A fabricação de qualquer alimento processado evolui constantemente, e a panificação não é uma exceção. Ainda que o pão seja produzido há milhares de anos, e seus formatos tradicionais continuem sendo tão substanciosos atualmente como no passado, novas idéias e novas tecnologias vêm se desenvolvendo e se adaptando para dar apoio à produção moderna.

Embora as novas tecnologias continuem sendo a força motora dos desenvolvimentos da panificação, sua base tradicional não deve ser desconsiderada. A grande diversidade de produtos, impulsionada em parte pela demanda do consumidor, contribuirá muito para o futuro da panificação. Hoje em dia, por causa do grande número de pessoas que viajam com freqüência e da constante comunicação globalizada, a diversidade dos produtos da panificação é facilmente constatada. O que é um produto tradicional em uma região do mundo é um produto novo em outra.

Desde a elaboração da primeira edição de Tecnologia da panificação, a base de conhecimento sobre a qual a panificação se fundamenta passou por uma ampliação considerável e abasteceu diversos dos mais recentes desenvolvimentos de produtos e processos. Esta segunda edição pretende não apenas atualizar a primeira como também busca identificar e discutir novos conhecimentos, que se tornaram disponíveis desde meados da década de 1990.

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Medium 9788520433270

5. Água e fontes de energia

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

5

Água e fontes de energ ia

5 .1 Int ro dução

No início de 2012, publicamos pela Editora Manole o livro Curso de química para engenharia, Volume I: Energia1, no qual abordamos várias fontes de energia relacionadas com a água, além de outras como energia nuclear, eólica e, ainda, diversos tipos de materiais combustíveis. Das energias com origem em alguma forma de energia potencial ou cinética da água, as centrais hidrelétricas são de longe as mais importantes ainda nos dias de hoje. Marés, ondas, correntes marítimas e gêiseres, por exemplo, começam a ser utilizados. Para se estabelecer, essas fontes deverão se mostrar competitivas econômica e tecnologicamente, além de respeitosas em relação à preservação do ambiente, não só em comparação com as hidrelétricas, mas comparadas também às outras fontes de energia, tradicionais ou emergentes.

O mundo tecnológico, financeiro e econômico evoluiu no curto período entre a escrita do livro mencionado anteriormente e a escrita destas palavras. Aparentemente, as coisas acontecem de forma rápida.

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Medium 9788520433270

1. Água: estrutura química e molecular

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

1

Água: estrutura quím ica e molecu lar

A molécula de água é uma das mais interessantes do ponto de vista químico porque apresenta características e propriedades únicas e de extrema importância para a vida. Você já parou para pensar por que os oceanos não congelam? Ou por que o gelo flutua? Ou, ainda, por que a água é o solvente universal? Alguns desses tópicos serão abordados quando forem pertinentes ao longo deste livro, mas pode-se dizer que as propriedades atômicas e moleculares são as responsáveis por tanta versatilidade para uma só molécula. Este livro tenta mostrar a beleza da química por meio da molécula de água e da sua importância na vida humana.

Os átomos e, consequentemente, suas propriedades, são a parte central da química; por isso, é interessante entender como eles podem se agrupar e se arranjar no espaço. O ponto de partida é a estrutura eletrônica, isto é, como os elétrons estão arranjados em torno do núcleo. Para entender a estrutura eletrônica, é preciso conhecer três partículas subatômicas: o elétron, o próton e o nêutron.

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Medium 9788520433270

6. Água e transporte

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

6

Água e Trans porte

6.1 Tr ansporte de ág ua

Há muita água em movimento natural no Planeta: rios, chuvas, cataratas, ondas do mar, gêiseres. Mas, os movimentos são emprestados, seja pela gravidade, pelo vento ou pelo calor.

Uma forma antiga de transporte de água e que ainda persiste é pelo ser humano. Frequentemente, crianças ou mulheres carregam água em recipientes nos braços ou em cima da cabeça. Também diversos animais domesticados ainda são empregados para levar água de um lugar para outro. Outra forma de transporte do líquido é por meio de caminhões-pipa e navios-tanque. Até icebergs já foram puxados dos polos.

Sistemas de transporte de água podem ser realizados por aquedutos, por exemplo tubulações, túneis ou canais. O material desses sistemas deverá ser inerte, resistente, com pouca fricção e permeabilidade. As tubulações nas edificações evoluíram de ferro para cobre e logo para plástico.

Quando esse sistema de transporte não conta com o auxílio da gravidade,

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Grupo Gen (2112)
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Medium 9788521636083

Capítulo 1 EDOs de Primeira Ordem

Erwin Kreyszig Grupo Gen ePub Criptografado

O Capítulo 1 introduz o estudo de equações diferenciais ordinárias (EDOs), obtendo-as a partir de problemas físicos ou de outra natureza (modelagem), resolvendo-as por meio de métodos matemáticos convencionais e interpretando soluções e seus gráficos em termos de algum dado problema. As EDOs mais simples a serem discutidas são EDOs de primeira ordem, porque envolvem apenas a derivada de primeira ordem da função incógnita e nenhuma derivada de ordem mais alta. Essas funções incógnitas serão usualmente representadas por y(x) ou y(t) quando a variável independente representar o tempo t. Na Seção 1.7, o capítulo termina com um estudo da existência e unicidade de soluções de EDOs.

Para entender os conteúdos básicos das EDOs, é necessário resolver problemas a mão (lápis e papel, ou digitando em seu computador, inicialmente sem a ajuda de um SAC). Fazendo isso, você ganhará uma importante compreensão conceitual e entenderá os termos básicos, tais como EDOs, campo de direções e problema de valor inicial. Se desejar, poderá usar seu Sistema de Álgebra Computacional (SAC) para verificar soluções.

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Medium 9788521636083

Apêndice 4 Demonstrações Adicionais

Erwin Kreyszig Grupo Gen ePub Criptografado

DEMONSTRAÇÃO DO TEOREMA 1 Unicidade1

Supondo que o problema consistindo da EDO

tenha duas soluções, y1(x) e y2(x), no intervalo I do teorema, mostraremos que a diferença entre elas

é identicamente zero em I; então y1y2 em I, o que implica unicidade.

Visto que (1) é homogênea e linear, y é uma solução daquela EDO em I, e visto que y1 e y2 satisfazem as mesmas condições iniciais, y satisfaz as condições

A partir daí e da definição de z, obtemos as duas desigualdades

ou, representando a função entre parênteses por h,

As integrais nos expoentes existem porque h é contínua. Visto que F1 e F2 são positivas, temos então de (15)

DEMONSTRAÇÃO DO TEOREMA 2 Método de Frobenius. Base de Soluções. Três Casos

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Medium 9788521636281

5 Gestão e Controle de Estoques

Murís Lage Júnior Grupo Gen ePub Criptografado

A gestão e o controle de estoques são assuntos bastante tratados em PCP. São vários os conceitos e métodos que podem ser enquadrados nessas atividades do PCP, entre eles a classificação de itens em estoque; cálculos de cobertura, giro, tamanhos de lote de produção, tamanhos de lote de compra, estoque de segurança; e sistemas para coordenação das ordens de produção e compra como revisão contínua, revisão periódica, kanban, Drum-Buffer-Rope (DBR) e Constant Work-In-Process (CONWIP). Neste capítulo esses assuntos são tratados.

O estoque é um dos tipos mais básicos de investimento de capital de um negócio. Dessa forma, uma boa gestão e controle dos estoques é fundamental para contribuir para resultados positivos de qualquer empresa.

Nas seções a seguir serão apresentados diversos conceitos e métodos que auxiliam essa atividade.

No século XIX, Vilfredo Pareto, durante um estudo sobre a distribuição de riquezas em Milão, descobriu que cerca de 20% das pessoas controlavam aproximadamente 80% da riqueza. Essa lógica de poucos com maior importância e muitos com pouca importância foi ampliada para incluir diversas outras situações e foi denominada princípio de Pareto.

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Medium 9788521636281

1 Previsão da Demanda

Murís Lage Júnior Grupo Gen ePub Criptografado

Previsão da demanda é uma atividade fundamental que antecede boa parte das decisões no âmbito do Planejamento e Controle da Produção (PCP). O objetivo é antever as quantidades que serão vendidas em cada período de cada um dos produtos oferecidos pelo sistema produtivo. Boas previsões de venda contribuem para um melhor atendimento dos clientes, para maiores lucros e menores perdas.

A demanda de um produto ou serviço reúne todas as necessidades originadas de pessoas que desejam um bem ou serviço e que possuem a condição de arcar com os custos dele.

A demanda de um produto pode ser dependente ou independente. A demanda dependente corresponde à necessidade que está diretamente relacionada com a necessidade de outro produto. A demanda dependente, portanto, pode ser calculada com base nas necessidades dos produtos relacionados. Por exemplo, para cada motocicleta demandada há a demanda de dois pneus. A demanda dos pneus é dependente da demanda das motocicletas. Já a demanda independente é a demanda futura por um produto, cuja necessidade precisa ser obrigatoriamente prevista, devido à impossibilidade de se calcular com precisão. De acordo com o exemplo anterior, a demanda de motocicletas. Essa demanda é independente da produção de outros produtos e precisa ser prevista.

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Medium 9788521636083

Capítulo 6 Transformadas de Laplace

Erwin Kreyszig Grupo Gen ePub Criptografado

Transformadas de Laplace constituem ferramentas matemáticas de grande valor para qualquer engenheiro que queira tornar muito mais fácil a tarefa de resolver EDOs lineares e problemas de valor inicial relacionados com essas equações, bem como sistemas de EDOs lineares. São inúmeras as suas aplicações: circuitos elétricos, molas, problemas de mistura, processamento de sinais, e outras áreas de Engenharia e de Física.

O processo de resolver uma EDO usando o método da transformada de Laplace consiste em três etapas, apresentadas esquematicamente na Figura 113.

Etapa 1. A EDO dada é transformada em uma equação algébrica, denominada a equação subsidiária.

Etapa 2. A equação subsidiária é resolvida por meio de manipulações puramente algébricas.

Etapa 3. A solução da Etapa 2 é transformada de volta, resultando na solução do problema dado.

Figura 113 Resolução de um PVI por transformadas de Laplace.

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Medium 9788580553734

Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Medium 9788580553734

Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 6 - Máquinas polifásicas de indução

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Máquinas polifásicas de indução

O

objetivo deste capítulo é estudar o comportamento das máquinas de indução polifásicas. Nossa análise começará com o desenvolvimento de circuitos equivalentes monofásicos, cuja estrutura genérica é sugerida pela semelhança existente entre uma máquina de indução e um transformador. Esses circuitos equivalentes podem ser usados para estudar as características eletromecânicas da máquina de indução e o efeito da carga apresentado pela máquina sobre a sua fonte de energia, seja ela uma fonte de frequência fixa, como um sistema de potência, seja um acionamento de motor com frequência e tensão variáveis.

6.1

Introdução às máquinas de indução polifásica

Como foi mostrado na Seção 4.2.1, no motor de indução a corrente alternada é fornecida diretamente ao estator, ao passo que o rotor recebe a corrente por indução, como em um transformador, a partir do estator. O enrolamento de estator é do tipo discutido na Seção 4.5, como na máquina síncrona. Quando a excitação é feita por uma fonte polifásica equilibrada, um campo magnético é produzido no entreferro girando na velocidade síncrona. Essa velocidade é determinada pelo número de polos do estator e pela frequência fe aplicada ao estator (Equação 4.44).

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Grupo A (1298)
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Medium 9788584291885

Capítulo 3. Uma experiência de implementação de robótica e computação física no Brasil

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

João Vilhete Viegas d’Abreu, Josué J. G. Ramos, Anderson Pires Rocha, Guilherme Bezzon, Simone Xavier, José Luis de Souza

A robótica pedagógica (RP) é uma área de conhecimento que vem sendo desenvolvida em muitas instituições educacionais em diferentes países do mundo, sobretudo naqueles preo­cupados em inserir a tecnologia na educação (HIRSCH et al., 2009). No contexto brasileiro, com enfoque educacional, a RP é utilizada junto a escolas de ensino regular ou não, universidades, empresas, ambientes formais ou não de aprendizagem, entre outros espaços nos quais situações específicas de aprendizagem podem ser criadas a partir do uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Nesses locais, a­ RP tem sido empregada como ferramenta auxiliar para enriquecer e diversificar a forma como se ensinam conceitos científicos tanto no contexto de sala de aula como no aprendizado interdisciplinar de conteúdos curriculares (D’ABREU; GARCIA, 2010).

A área de RP faz parte do campo de pesquisa e desenvolvimento de recursos educacionais em universidades ou instituições específicas de pesquisa e pode ser dividida em duas categorias. A primeira, mais antiga, preocupa-se em desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem utilizando exclusivamente conjuntos de montar (kits) prontos, de padrão comercial. A segunda categoria tem como foco desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem mesclando a utilização de kits de padrão comercial com materiais alternativos de padrão não comercial do tipo “sucata”.

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Medium 9788584291885

Capitulo 15 - A experiência do grupo acadêmico de robótica ITAndroids

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Felipe Celso Reis Pinheiro, Júlio César Ferreira Filho, Luckeciano Carvalho Melo, Marcos R. O. A. Maximo

Proveniente do latim competitione, a palavra competição é em geral associada a uma disputa entre duas ou mais pessoas na execução de uma atividade predeterminada, na qual os critérios de vitória estão associados a quão próximo da perfeição foi o desempenho dos competidores. No âmbito da robótica autônoma, foco da ITAndroids, esse conceito é utilizado para a execução das tarefas sem interferência humana no momento de sua realização, isto é, por protótipos robóticos programados. A Figura 15.1 apresenta os robôs humanoides desenvolvidos pelo time, denominados “Chape”, utilizados na categoria Humanoid KidSize na RoboCup 2018.

Figura 15.1 Robôs “Chape” – Categoria Humanoid KidSize na RoboCup 2018.

Diante disso, nota-se que competições de robótica, assim como olimpíadas científicas, envolvem diversas áreas do conhecimento técnico, como, por exemplo, mecânica, engenharia de software, eletrônica aplicada, processamento de sinais, controle e inteligência artificial (IA). Contudo, há dois aspectos diferenciais nas competições de robótica que as colocam em um paradigma totalmente distinto das olimpíadas científicas, além de caracterizá-las como atividade mais própria de engenheiros: gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

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Capítulo 7. Relato de experiência sobre a implementação do projeto robótica educacional em uma escola rural

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Anderson Szeuczuk

Este capítulo aborda o processo de implementação do projeto Robótica Educacional em uma escola rural no município de Guarapuava (PR). Relatarei a seguir a prática que realizei como orientador do projeto. Serão descritas impressões acerca do projeto e as dificuldades e desafios encontrados pelos estudantes durante o trabalho.

No primeiro semestre de 2009, as atividades com o projeto Robótica Educacional foram iniciadas em uma escola localizada a mais de 30 quilômetros do centro de Guarapuava. Grande parte dos alunos não residia no entorno da escola e dependia exclusivamente do transporte escolar para chegar a seu destino.

A escola municipal dividia seu espaço físico, inclusive o laboratório de informática, com uma escola estadual. As aulas de robótica educacional eram ministradas uma vez por semana nas turmas da 3ª série (atual 4º ano) e da 4ª série (atual 5º ano) do ensino fundamental. Cada aula tinha aproximadamente duas horas, divididas entre o trabalho conceitual em sala de aula e a prática no laboratório de informática, com a programação em linguagem Logo.

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Medium 9788584291885

Capítulo 16. Sobre experiências, críticas e potenciais: computação física educacional e altas habilidades

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

computação física educacional e altas habilidades

Marília A. Amaral, Nicollas Mocelin Sdroievski, Leander Cordeiro de Oliveira, Pricila Castelini

As diferenças são construções sociais históricas situadas culturalmente, e cada indivíduo, com altas habilidades (AH) ou não, possui experiên­cias e formas distintas de aprender e compreender, bem como dificuldades e capacidades que precisam ser consideradas no processo de ensino e aprendizagem.

Este capítulo descreve uma parceria desenvolvida com o Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto (IEPPEP) que partiu de uma demanda docente do IEPPEP por maneiras diferenciadas de trabalhar temáticas que vão além das concepções curriculares tradicionais. Por meio desse engajamento, docentes da instituição estabeleceram um contato com o grupo Programa de Educação Tutorial – Computando Culturas em Equidade (PET-CoCE).

O grupo PET-CoCE, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), tem como proposta integrar a computação com outras áreas por meio do ensino, da pesquisa e da extensão. Esta última foi base para o desenvolvimento de atividades voltadas a estudantes com AH que participam da Sala de Recursos de Altas Habilidades (SRAH) do IEPPEP.

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Medium 9788584291885

Capítulo 11. A construção de experimentos remotos e a aprendizagem de jovens

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Eduardo Kojy Takahashi, Dayane Carvalho Cardoso

Como é possível utilizar a computação física para estimular a curiosidade dos estudantes da educação básica e levá-los a se envolverem no próprio processo de aprendizagem de forma prazerosa? Este artigo procura mostrar que processos de educação informal, como aqueles que envolvem estudantes em projetos de desenvolvimento de produtos tecnológicos digitais, contribuem para apontar novas experiências de aprendizagem que podem ser integradas ao processo formal de educação, em favor de uma aprendizagem de conhecimentos procedimentais, atitudinais e conceituais mais significativa para os estudantes.

Serão apresentados resultados da participação de estudantes da educação básica na construção de experimentos didáticos reais, que podem ser visualizados, por meio de webcam, e controlados a distância, por meio de atuadores, e permitem mensurações remotas com o uso de sensores e displays. Tais experimentos, que são alocados, em geral, em laboratórios de instituições de ensino superior e podem ser acessados e manipulados pela internet, são denominados experimentos remotos, e os laboratórios que os disponibilizam são conhecidos como laboratórios de experimentação remota ou webLabs.

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Editora Saraiva (228)
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Medium 9788576140603

Sistema Circulatório

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Sistema Circulatório

O sistema circulatório é formado por órgãos cardiovasculares como coração, sangue e vasos sanguíneos. O sistema linfático é formado por linfonodos, vasos linfáticos e glândulas linfáticas. Juntos desenvolvem funções importantes, como:

³³ Distribuição de oxigênio e nutrientes para as células e tecidos;

³³ Transporte de água, hormônios, enzimas e eletrólitos;

³³ Produção de células para o sistema imunológico;

³³ Retirada de excreções metabólicas e dióxido de carbono;

³³ Atuação no controle de temperatura corporal.

62

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Flebografia

Consiste em um exame radiológico com a finalidade de avaliar a morfologia das veias de uma determinada estrutura ou membro.

Indicações clínicas

É um exame muito simples, normalmente indicado em casos de politraumatismos em que eventualmente pode ocorrer lesão ou secção de alguma veia de um membro.

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Medium 9788571440081

SUMÁRIO

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

SUMÁRIO

PARTE I CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

1.

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios .......................................................................................3

Introdução............................................................................................................................................3

Nova realidade produtiva ....................................................................................................6

Giro dialógico ...........................................................................................................................7

1.1

1.2

Perspectivas do giro dialógico nos agronegócios ............................................12

A alteridade do giro dialógico nos territórios rurais ......................................16

Considerações finais .....................................................................................................................19

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Medium 9788536509006

1 - Impactos Ambientais Urbanos

PINHEIRO, Ana Lucia da Fonseca Bragança; PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Impactos

Ambientais Urbanos

Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar os atributos ambientais para a ocupação do espaço urbano, sua dinâmica e a legislação envolvida. São apresentadas as atividades antrópicas no espaço urbano e os impactos ambientais relacionados, como poluição atmosférica, poluição do solo urbano, enchentes, erosão e escorregamentos, contaminação de recursos hídricos, danos à cobertura vegetal, poluição sonora e poluição visual.

1.1 A ocupação do espaço urbano

As cidades devem possibilitar o desenvolvimento social e econômico da comunidade residente. Por que algumas cidades crescem mais que outras? Ou, por que algumas apresentam qualidade de vida melhor do que outras? Alguns aspectos, ou atributos, ambientais intervêm diretamente em suas potencialidades para seu pleno desenvolvimento, como por exemplo a sua localização geográfica, a configuração topográfica, o clima predominante na região e o domínio geológico e natural.

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Medium 9788536508207

4 - Gerenciamento de Energia

Benjamim Ferreira de Barros, Reinaldo Borelli, Ricardo Luis Gedra Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Gerenciamento de Energia

Para começar

O gerenciamento de energia é uma ferramenta eficaz para a redução de custos, haja vista que permite otimizar o uso da energia elétrica e também os aspectos relacionados ao seu faturamento. Considerando o mercado altamente competitivo e o aumento da produtividade, as empresas vêm investindo cada vez mais no controle das grandezas elétricas envolvidas no consumo. Este capítulo aborda os principais conceitos associados ao controle, à correção do fator de potência, à demanda e ao fator de carga.

Apresenta também as informações necessárias para a interpretação das faturas de energia elétrica.

4.1 Fator de potência

O fator de potência é definido como sendo a razão entre a potência ativa e a potência aparente consumida pela carga.

A seguir serão abordados os conceitos necessários ao perfeito entendimento do assunto.

4.2 Características das cargas

Nos circuitos elétricos são encontradas cargas resistivas, indutivas e capacitivas. A seguir serão apresentadas as características de cada tipo de carga.

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Medium 9788536508207

7 - Normas

Benjamim Ferreira de Barros, Reinaldo Borelli, Ricardo Luis Gedra Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Normas

Para começar

Neste capítulo, serão apresentadas algumas normas técnicas relacionadas ao setor de energia elétrica, normas regulamentadoras em relação aos aspectos de segurança do trabalho e, também, norma de gestão energética.

7.1 Introdução

A palavra norma vem do latim e significa “esquadro”. Podemos conceituar como sendo uma regra que deve ser seguida, permitindo acordar determinados parâmetros, regulamentos ou padrões de condutas.

Quando definimos conceitos, parâmetros, julgamentos ou precisamos estabelecer regras, é importante que estas considerações possam buscar padrões ou normas.

Uma norma é um documento produzido por um órgão oficial, organizações ou grupos representativos acreditados, podendo ter abrangência nacional, internacional, municipal, estadual ou organizacional.

Em relação ao seu cumprimento, as normas podem ser de cunho obrigatório ou orientativo.

Em relação a sua aplicação, as normas podem ter várias classificações, por exemplo normas técnicas, normas de segurança, entre outras.

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