Manole (26)
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1. Água: estrutura química e molecular

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água: estrutura quím ica e molecu lar

A molécula de água é uma das mais interessantes do ponto de vista químico porque apresenta características e propriedades únicas e de extrema importância para a vida. Você já parou para pensar por que os oceanos não congelam? Ou por que o gelo flutua? Ou, ainda, por que a água é o solvente universal? Alguns desses tópicos serão abordados quando forem pertinentes ao longo deste livro, mas pode-se dizer que as propriedades atômicas e moleculares são as responsáveis por tanta versatilidade para uma só molécula. Este livro tenta mostrar a beleza da química por meio da molécula de água e da sua importância na vida humana.

Os átomos e, consequentemente, suas propriedades, são a parte central da química; por isso, é interessante entender como eles podem se agrupar e se arranjar no espaço. O ponto de partida é a estrutura eletrônica, isto é, como os elétrons estão arranjados em torno do núcleo. Para entender a estrutura eletrônica, é preciso conhecer três partículas subatômicas: o elétron, o próton e o nêutron.

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6. Água e transporte

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água e Trans porte

6.1 Tr ansporte de ág ua

Há muita água em movimento natural no Planeta: rios, chuvas, cataratas, ondas do mar, gêiseres. Mas, os movimentos são emprestados, seja pela gravidade, pelo vento ou pelo calor.

Uma forma antiga de transporte de água e que ainda persiste é pelo ser humano. Frequentemente, crianças ou mulheres carregam água em recipientes nos braços ou em cima da cabeça. Também diversos animais domesticados ainda são empregados para levar água de um lugar para outro. Outra forma de transporte do líquido é por meio de caminhões-pipa e navios-tanque. Até icebergs já foram puxados dos polos.

Sistemas de transporte de água podem ser realizados por aquedutos, por exemplo tubulações, túneis ou canais. O material desses sistemas deverá ser inerte, resistente, com pouca fricção e permeabilidade. As tubulações nas edificações evoluíram de ferro para cobre e logo para plástico.

Quando esse sistema de transporte não conta com o auxílio da gravidade,

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Medium 9788520433287

14. O debate sobre as mudanças climáticas

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O D E BATE S OBRE AS MUDA N ÇAS

C LIMÁTICAS

14 .1 FATORES QUE DETERM IN AM O

C LIMA DO P LANETA

Acredita-se que plantas e algas, ou seja, seres vivos multicelulares, existam no planeta há um bilhão de anos. Muitos eventos graves aconteceram com o clima, mas não o suficiente para acabar com os seres vivos.

O sol tem sido e continua sendo o grande controlador do nosso clima. A energia que emana dele não é uma constante, mas há mudanças periódicas. A mais bem conhecida refere-se às manchas solares, de uma periodicidade de aproximadamente 11 anos. Mas há outros fenômenos periódicos de duração de milhares ou mais anos, alguns até que não conhecemos.

Importante também é lembrar que as condições reinantes no sistema planetário são influenciadas pelas características da região da galáxia que ele atravessa.

O planeta, no entanto, não é espectador indiferente com relação ao seu clima. Em primeiro lugar, estão os vários movimentos

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12. O transporte de energia elétrica

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O T RANS PORTE DE ENERG I A E LÉT R ICA

Antes de abordar o tema do transporte de energia elétrica, há algo a se pensar: a criação de diversas centrais geradoras de energia menores próximas aos centros de consumo.

Com frequência, o centro produtor de eletricidade encontra-se afastado do centro consumidor. O Brasil é um exemplo disso, com usinas hidroelétricas localizadas longe das zonas urbanas ou industriais, por exemplo, a usina de Itaipu e a distância que ela está da

Região Sudeste. O transporte de eletricidade acaba sendo tão importante quanto a sua produção.

Os melhores condutores elétricos conhecidos são os metais prata

(Ag), com condutividade de 63  106 S.m-1 (S é o símbolo para Siemens), e cobre (Cu), com 60  106 S.m-1. Por causa da sua abundância e preço, esse último é usado mundialmente.

O cobre é um metal pesado, com densidade d = 8,94 g/cm3. Os cabos de Cu devem ter diâmetro suficiente para suportar o fluxo de corrente elétrica, além de estarem cobertos por isolantes eficientes.

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6. Óleo diesel

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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ÓLEO DIES EL

O óleo diesel é um combustível fóssil, derivado do petróleo, que se constitui basicamente de hidrocarbonetos (composto químico formado por átomos de hidrogênio e carbono). Possui aproximadamente

75% de hidrocarbonetos saturados (parafina) e 25% de hidrocarbonetos aromáticos (naftalenos e alquilbenzenos). O óleo diesel é o resultado dessa mistura, tendo entre 8 e 21 carbonos; em sua composição, tem baixas concentrações de oxigênio, nitrogênio e enxofre. 

A queima do óleo diesel libera na atmosfera uma grande quantidade­ de gases poluentes, conhecidos popularmente como gases responsáveis pelo efeito estufa. Mas esses gases são realmente responsáveis por esse processo? Entre os que também prejudicam a saúde humana, podem ser citados o monóxido de carbono (CO), o monóxido de nitrogênio (NO) e o dióxido de enxofre (SO2).

No passado, o óleo diesel continha grandes concentrações de enxofre, entretanto, algumas medidas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e no Brasil, vêm sendo tomadas de modo a limitar ou diminuir a concentração desse composto. Em particular, no Brasil,

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Grupo Gen (2201)
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Medium 9788521636175

Capítulo 8 Cálculos de Termodinâmica Para Engenharia QuíMica

UTGIKAR, Vivek Grupo Gen ePub Criptografado

As leis da termodinâmica...

expressam o comportamento aproximado e

provável de sistemas de um grande número de partículas.

– J. Willard Gibbs1

O princípio de conservação de energia discutido em capítulos anteriores apenas afirma que a energia total do universo é constante, e que as interconversões entre diferentes formas de energia são exatamente equilibradas. O princípio não oferece nenhuma indicação da viabilidade de determinada transformação de energia. Nada se pode inferir quanto à espontaneidade da transformação que determinado sistema pode sofrer. A termodinâmica é aquele ramo da Física e da Ciência da Engenharia que nos permite determinar e quantificar o comportamento dos sistemas em tais interconversões [1]. O princípio da conservação de energia aparece em termodinâmica como sua primeira lei. A segunda lei da termodinâmica fornece a base para a determinação da direção das transformações de energia que ocorrem espontaneamente [2]. O tratamento matemático baseado em princípios teóricos de termodinâmica permite-nos determinar não apenas a direção da transformação, mas também a eficiência da transformação, bem como as condições ao final da transformação. A termodinâmica também permite-nos determinar a energia requerida para todas as transformações desejadas.

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Capítulo 2 Indústrias Químicas e Afins

UTGIKAR, Vivek Grupo Gen ePub Criptografado

A indústria química é de importância estratégica para

o desenvolvimento sustentável das economias nacionais.

– Organização Internacional do Trabalho1

Os engenheiros químicos têm tradicionalmente encontrado emprego nas indústrias químicas e afins, e estas indústrias continuam a ser seus maiores empregadores. As indústrias químicas e afins compreendem um dos mais importantes setores de transformação da economia de uma nação. Entretanto, apesar de sua significância, as indústrias não são bem entendidas pelo público em geral, parcialmente porque apenas uma pequena fração da produção dessas indústrias é um produto para o consumidor; o grosso dessa produção é matéria-prima para outras indústrias. Este capítulo apresenta uma visão geral das indústrias químicas e afins, com o objetivo de propiciar aos estudantes de Engenharia Química um entendimento de sua fonte mais provável de oportunidades de emprego.

A seção 2.1 descreve a classificação das indústrias com uma breve introdução para os sistemas usados pelos Estados Unidos e outros governos para monitorar e analisar a economia. As indústrias químicas e relacionadas são descritas nas seções 2.2 e 2.3, respectivamente, seguidas por uma discussão das maiores companhias químicas na seção 2.4. A seção 2.5 descreve alguns dos importantes produtos químicos e a seção 2.6 descreve as características gerais da indústria química. Os leitores se tornarão familiarizados com o significado das indústrias químicas e afins na economia de uma nação, assim como poderão valorizar o papel indispensável dos produtos químicos na sociedade moderna.

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Medium 9788521635963

Apêndice

ELGER, Donald F. et al. Grupo Gen ePub Criptografado

FIGURA A.1
Centroides e momentos de inércia de áreas planares.

Fórmulas de volumes e áreas:

TABELA A.1 Tabelas de Escoamento Compressível para um Gás Ideal com k = 1,4

M ou M1 = número local ou número de Mach a montante de uma onda de choque normal; p/pt = razão entre a pressão estática e a pressão total; ρ/ρt = razão entre a densidade estática e a densidade total; T/Tt = razão entre a temperatura estática e a temperatura total; A/A* = razão entre a área de seção transversal local de um tubo de corrente isentrópica e a área de seção transversal no ponto em que M = 1; M2 = número de Mach a jusante de uma onda de choque normal; p2/p1 = razão entre pressões estáticas através de uma onda de choque normal; T2/T1 = razão entre temperaturas através de uma onda de choque normal; = razão entre pressões totais através de uma onda de choque normal.

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Capítulo Onze Arrasto e Sustentação

ELGER, Donald F. et al. Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVO DO CAPÍTULO Os capítulos anteriores descreveram a força hidrostática sobre um painel, a força de empuxo sobre um objeto submerso, e a força de cisalhamento sobre uma placa plana. Este capítulo expande essa lista introduzindo as forças de sustentação e de arrasto.

COMPREENDENDO A FORÇA DE ARRASTO (§11.1, §11.2).

• Definir o arrasto.

• Explicar como o arrasto está relacionado com a tensão de cisalhamento e com as distribuições de pressão.

• Definir o arrasto de forma e o arrasto de fricção.

• Para o escoamento sobre um cilindro circular, descrever os três regimes de arrasto e a crise do arrasto.

CALCULANDO A FORÇA DE ARRASTO (§11.2 a §11.4).

• Definir o coeficiente de arrasto.

• Encontrar valores de CD.

• Calcular a força de arrasto.

• Calcular a potência exigida para superar o arrasto.

• Resolver problemas de velocidade terminal.

COMPREENDENDO E CALCULANDO A FORÇA DE SUSTENTAÇÃO (§11.1, §11.8).

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Capítulo Cinco A Abordagem do Volume de Controle e a Equação da Continuidade

ELGER, Donald F. et al. Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVO DO CAPÍTULO Este capítulo descreve como a conservação de massa pode ser aplicada a um fluido em escoamento. A equação resultante é denominada a equação da continuidade. É aplicada a uma região espacial chamada volume de controle, o qual também é introduzido.

VAZÃO (§5.1).

• Conhecer os principais conceitos sobre vazão mássica e vazão volumétrica.

• Definir velocidade média e conhecer seus valores típicos.

• Resolver problemas que envolvem as equações de vazão.

A ABORDAGEM DO VOLUME DE CONTROLE (§5.2).

• Descrever os seis tipos de sistemas.

• Distinguir entre propriedades intensivas e extensivas.

• Explicar como usar o produto escalar para caracterizar o escoamento resultante de saída.

• Conhecer os principais conceitos do Teorema do Transporte de Reynolds.

A EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE (§5.3, §5.4).

• Conhecer os principais conceitos sobre a equação da continuidade.

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Grupo A (1327)
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Medium 9788582604809

Capítulo 16 - Esforço cortante e momentos fletores

Philip Garrison Grupo A PDF Criptografado

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Esforço cortante e momentos fletores

Introdução

Já abordamos os conceitos de cisalhamento e de flexão no Capítulo 3. Neste capítulo, esses conceitos são explorados detalhadamente e as quantificações e cálculos que eles envolvem são explicados.

Deformação de estruturas

Imagine que as vigas indicadas pelas grossas linhas horizontais na Figura 16.1 são bastante flexíveis, mas não lá muito resistentes, sendo facilmente deformadas (defletidas) sob as cargas mostradas. As linhas na Figura 16.2 indicam os formatos de deformação das vigas correspondentes na Figura 16.1.

Alquebramento e tosamento

Discutiremos em breve as deformações mostradas na Figura 16.2, mas, antes disso, vamos definir dois termos importantes. Você provavelmente já se deparou com algum objeto em tosamento antes – por exemplo, sua cama talvez esteja afundada no meio (se isso for verdade, meu conselho: arranje uma cama melhor – vale todo o investimento). O tosamento, ou a deformação para baixo, é ilustrado na Figura 16.3a.

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Capítulo 1 - O que é engenharia de estruturas?

Philip Garrison Grupo A PDF Criptografado

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O que é engenharia de estruturas?

Introdução

Neste capítulo, discutiremos o que, de fato, é uma estrutura. O profissional que lida com estruturas é o Engenheiro de Estruturas. Analisaremos o papel do Engenheiro de Estruturas no contexto de outros profissionais no ramo da construção. Também examinaremos as exigências estruturais de uma edificação e revisaremos as várias partes de uma estrutura e o modo como se inter-relacionam. Por fim, você receberá algumas orientações de como usar este livro dependendo do curso que você está fazendo ou da natureza de seu interesse em estruturas.

Estruturas no contexto da vida cotidiana

Há um novo movimento evidente nas grandes cidades britânicas. Estruturas industriais da era vitoriana estão sendo transformadas em apartamentos de luxo. Shopping centers antigos e ultrapassados dos anos 60 estão sendo derrubados e estão surgindo substitutos atraentes e contemporâneos.

Conjuntos habitacionais construídos há mais de 40 anos estão sendo demolidos e substituídos por habitações sociais mais adequadas. Deslocamentos sociais estão ocorrendo: jovens profissionais estão começando a morar nos centros das cidades e novos serviços, como cafeterias, bares e restaurantes, estão surgindo para atendê-los. Todos esses novos aproveitamentos exigem novos edifícios ou a reforma de edifícios antigos. Todo edifício precisa ter uma estrutura. Em alguns desses novos edifícios, a estrutura será externa (ou estará exposta) – em outras palavras, o esqueleto estrutural do edifício estará visível para os passantes. Em muitos outros, a estrutura estará oculta. Mas, quer possa ser vista ou não, a estrutura é uma parte essencial de qualquer edifício. Sem ela, não haveria edifício.

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Capítulo 13 - Método de resolução nos nós

Philip Garrison Grupo A PDF Criptografado

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Método de resolução nos nós

Introdução

O método de resolução nos nós é o primeiro dos três métodos alternativos para analisar reticulados com nós articulados. Por “analisar” queremos dizer o processo de calcular a força (que começaremos a denominar esforço) em cada elemento do reticulado com nós articulados e determinar se cada uma dessas forças (desses esforços) encontra-se sob tração ou compressão.

Há outras duas técnicas para isso:

1. método das seções

2. método gráfico (ou do diagrama de esforços)

Essas duas técnicas são analisadas nos Capítulos 14 e 15, respectivamente. O método das seções

é apropriado apenas se os esforços em alguns dos elementos (mas não em todos) forem necessários. Já o método gráfico, como o nome sugere, envolve desenhos em escala, os quais, por sua própria natureza, introduzem erros.

Estudantes muitas vezes encontram dificuldade em entender as técnicas de análise de reticulados com nós articulados. Isso porque essas técnicas são em parte intuitivas por natureza. Devido a essas dificuldades, estudantes de arquitetura muitas vezes não são ensinados a analisar reticulados com nós articulados; e quando o são, as instruções que recebem muitas vezes são meramente conceituais. Alguns professores preferem ensinar o método gráfico para estudantes de engenharia civil porque (a) ele não é matemático e (b) obedece a um procedimento rígido, o que facilita o ensino e também a compreensão por parte dos alunos. No entanto, o método da resolução nos nós apresenta uma aplicação mais universal e por isso será ensinado neste capítulo.

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Capítulo 6 - Equilíbrio – uma abordagem balanceada

Philip Garrison Grupo A PDF Criptografado

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Equilíbrio – uma abordagem balanceada

Introdução

O eminente cientista Isaac Newton (1642-1727) provavelmente é mais conhecido por suas três leis do movimento. Se você estudou física, já se deparou com elas antes. Uma delas dá origem à fórmula força = massa × aceleração mencionada no Capítulo 4.

Neste capítulo, estamos interessados na Terceira Lei do Movimento de Newton, que em sua essência declara:

“Para cada ação existe uma reação igual e oposta.”

Isso significa que se um objeto encontra-se estacionário – como um edifício, ou qualquer parte sua, geralmente se encontra – então qualquer força exercida sobre ele deve ser oposta por outra força, igual em magnitude, mas oposta em sentido. Em outras palavras, uma condição de equilíbrio será estabelecida. Veja a Figura 6.1 para um exemplo.

Equilíbrio vertical

O equilíbrio vertical dita que:

Força total para cima = força total para baixo

Se, por exemplo, um homem pesando cerca de 7 arrobas parar de pé sobre o piso de um recinto, a força para baixo sobre o piso devido ao peso do seu corpo será de 1 kN. Supondo-se que o piso encontra-se estacionário, ele deve estar empurrando para cima com uma força de 1 kN.

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Capítulo 30 - Reticulados e arcos de três rótulas

Philip Garrison Grupo A PDF Criptografado

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Reticulados e arcos de três rótulas

Neste capítulo, analisaremos arcos e reticulados em que alguns dos nós são reticulados e alguns são rígidos. Iremos calcular as reações nas extremidades e desenhar diagramas de esforço cortante e de momento fletor, além de diagramas de esforço axial. As diferenças-chave entre reticulados rígidos e os reticulados com que trabalhamos anteriormente são as seguintes:

1. Os elementos de um reticulado rígido não costumam ser horizontais (mas alguns podem ser), como as vigas.

2. Em reticulados rígidos, os momentos nos nós não são zero.

Antes de embarcarmos na análise de reticulados rígidos, examinaremos um exemplo simples envolvendo uma escada escorada contra uma parede. O objetivo disso é (i) ganhar alguma prática na análise de um objeto que não é uma viga convencional, (ii) calcular as reações nos apoios e

(iii) desenhar diagramas de esforço axial, esforço cortante e momento fletor.

Exemplo 30.1

A Figura 30.1 mostra uma escada escorada contra uma parede. Supondo que a parede é perfeitamente lisa no ponto onde o alto da escada está encostado – ponto B – então esse ponto pode ser representado como um apoio deslizante. Sendo assim, não pode haver reação vertical alguma em

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Editora Manole (122)
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1. Bases Políticas, Conceituais, Filosóficas e Ideológicas da Educação Ambiental

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Bases Políticas,

Conceituais, Filosóficas e Ideológicas da

Educação Ambiental

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Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente social e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

A educação ambiental vai formar e preparar cidadãos para a reflexão crítica e para uma ação social corretiva, ou transformadora do sistema, de forma a tornar viável o desenvolvimento integral dos seres humanos.

Ela se coloca em uma posição contrária ao modelo de desenvolvimento econômico vigente no sistema capitalista selvagem, no qual os valores éticos, de justiça social e de solidariedade não são considerados, em que a cooperação não é estimulada, mas prevalece o lucro a qualquer preço, a competição, o egoísmo e os privilégios de poucos em detrimento da maioria da população.

A educação ambiental exige um conhecimento aprofundado de filoso‑ fia, da teoria e história da educação, de seus objetivos e princípios, já que nada mais é do que a educação aplicada às questões de meio ambiente. Sua base conceitual é fundamentalmente a educação e, complementarmente, as ciências ambientais, a História, as ciências sociais, a Economia, a Física, as ciências da saúde, entre outras.

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7. Poluição das Águas

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Poluição das Águas

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Lineu José Bassoi

Engenheiro civil, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Noções de Hidrologia

A gestão ambiental voltada para os recursos hídricos envolve duas di‑ mensões significativas: uma referente à quantidade de água e outra relacio‑ nada com a sua qualidade. Nesse sentido, convém observar que os elemen‑ tos químicos se deslocam na natureza pelo ar, pelo solo e pela água, e assim descrevem caminhos que são cíclicos. A manutenção desses caminhos é básica para o equilíbrio dos ecossistemas. Tais caminhos cíclicos são co‑ nhecidos como ciclos biogeoquímicos.

Entre os mais importantes estão os ciclos do nitrogênio, do fósforo, do carbono e da água. O caminho que a água descreve na natureza nada mais é do que o ciclo hidrológico, sendo este o grande veículo de transpor‑ te e de relações entre os demais ciclos descritos. A hidrologia é a ciência que estuda o comportamento, a ocorrência e a distribuição de água na natureza. Ocupa‑se a ciência da hidrologia da ocorrência e do movimento da água na Terra e acima de sua superfície. Trata das várias formas que ocorrem e da transformação entre os estados líquido, sólido e gasoso na atmosfera e nas camadas superficiais das massas terrestres. Dedica‑se tam‑ bém ao mar, que é a fonte e o reservatório de toda a água que ativa a vida do planeta.

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11. A Dimensão Humana do Desenvolvimento Sustentável

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

A Dimensão Humana do Desenvolvimento

Sustentável

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Attilio Brunacci

Filósofo, Consultor na área de educação ambiental

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

A concepção de desenvolvimento sustentável tem suas raízes fixadas na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano

(Cnumad), realizada em Estocolmo, Suécia, em junho de 1972.

Esses dois vocábulos ainda não tinham formado a parceria que hoje se tornou sobejamente conhecida de todos. Isso porque o principal objeto das discussões ocorridas nesse evento estava centrado na defesa do meio ambien‑ te humano, no bojo de um problema global mais amplo: os ditames do mo‑ delo de desenvolvimento econômico dos países do Primeiro Mundo. Estes, em determinado estágio da sua industrialização, viram‑se na perspectiva da escassez dos recursos naturais, surpreendendo‑se diante das limitações do meio ambiente no que dizia respeito à destinação final dos rejeitos – sólidos, líquidos e gasosos – tanto do processo industrial quanto dos hábitos de con‑ sumo da população.

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13. A Ocupação Existencial do Mundo: uma Proposta Ecossistêmica

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

A Ocupação Existencial do Mundo: uma

Proposta Ecossistêmica

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André Francisco Pilon

Pedagogo, Faculdade de Saúde Pública – USP

O SALÁRIO DE DEUS E O TRABALHO DO HOMEM

A partir de uma parábola – Deus teria feito, na expectativa de bons re‑ sultados, um elevado investimento na sua criação –, são discutidos os cres‑ centes e múltiplos agravos à qualidade de vida no atual sistema de coisas, abrangendo aspectos éticos, políticos, econômicos, culturais e ambientais.

Deus, ao criar o mundo, contemplou‑o com sua graça, mas não traba‑ lhou “de graça”. Seu salário adviria dos bons frutos da criação e, nesse sen‑ tido, confiando na grandeza da sua obra, na linguagem atual, teria emitido uma promissória contra si mesmo, oferecendo, como garantia, o próprio universo criado.

Galáxias deram origem a estrelas, planetas abrigaram a vida: plantas

(flores e frutos), pássaros (plumas e cantos), animais de diferentes espécies; na Terra, até seres humanos, ditos inteligentes, multiplicaram‑se por toda a parte, abrangendo quatro dimensões de estar no mundo: íntima, intera‑ tiva, social e biofísica.

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20. Ambientar Arte na Educação

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Ambientar Arte na Educação

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Eliane Aparecida Ta Gein

Filósofa, Faculdade de Saúde Pública – USP

Risos, brincadeiras, diversão em um evento de educação ambiental?

Será possível falar sobre problemas ambientais e ainda obter alegria?

Primeiramente, não é apenas de catástrofes que trata a educação am‑ biental; portanto, a resposta é: sim, é possível cumprir os objetivos da nova perspectiva educacional de forma alegre. E a alegria, já dizia o sábio Paulo

Freire, “é o espaço pedagógico para a esperança” (Freire, 1996).

Mas qual a conexão entre educação ambiental, alegria e esperança?

Para responder recorre‑se a uma velha discussão filosófica: o ser huma‑ no é fruto da sua realidade (mundo) ou é artífice (criador) dela? Atualmen‑ te, compreende‑se que a realidade é construída/criada pelas pessoas, e estas, por sua vez, tornam-se pessoas na realidade, em uma relação dialéti‑ ca: em que ambas as partes se confrontam, negam‑se e se transformam a partir dessa negação.

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