Manole (26)
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14. O debate sobre as mudanças climáticas

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O D E BATE S OBRE AS MUDA N ÇAS

C LIMÁTICAS

14 .1 FATORES QUE DETERM IN AM O

C LIMA DO P LANETA

Acredita-se que plantas e algas, ou seja, seres vivos multicelulares, existam no planeta há um bilhão de anos. Muitos eventos graves aconteceram com o clima, mas não o suficiente para acabar com os seres vivos.

O sol tem sido e continua sendo o grande controlador do nosso clima. A energia que emana dele não é uma constante, mas há mudanças periódicas. A mais bem conhecida refere-se às manchas solares, de uma periodicidade de aproximadamente 11 anos. Mas há outros fenômenos periódicos de duração de milhares ou mais anos, alguns até que não conhecemos.

Importante também é lembrar que as condições reinantes no sistema planetário são influenciadas pelas características da região da galáxia que ele atravessa.

O planeta, no entanto, não é espectador indiferente com relação ao seu clima. Em primeiro lugar, estão os vários movimentos

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curso_de_quimica_engenharia.indb 69

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12. O transporte de energia elétrica

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O T RANS PORTE DE ENERG I A E LÉT R ICA

Antes de abordar o tema do transporte de energia elétrica, há algo a se pensar: a criação de diversas centrais geradoras de energia menores próximas aos centros de consumo.

Com frequência, o centro produtor de eletricidade encontra-se afastado do centro consumidor. O Brasil é um exemplo disso, com usinas hidroelétricas localizadas longe das zonas urbanas ou industriais, por exemplo, a usina de Itaipu e a distância que ela está da

Região Sudeste. O transporte de eletricidade acaba sendo tão importante quanto a sua produção.

Os melhores condutores elétricos conhecidos são os metais prata

(Ag), com condutividade de 63  106 S.m-1 (S é o símbolo para Siemens), e cobre (Cu), com 60  106 S.m-1. Por causa da sua abundância e preço, esse último é usado mundialmente.

O cobre é um metal pesado, com densidade d = 8,94 g/cm3. Os cabos de Cu devem ter diâmetro suficiente para suportar o fluxo de corrente elétrica, além de estarem cobertos por isolantes eficientes.

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6. Óleo diesel

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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ÓLEO DIES EL

O óleo diesel é um combustível fóssil, derivado do petróleo, que se constitui basicamente de hidrocarbonetos (composto químico formado por átomos de hidrogênio e carbono). Possui aproximadamente

75% de hidrocarbonetos saturados (parafina) e 25% de hidrocarbonetos aromáticos (naftalenos e alquilbenzenos). O óleo diesel é o resultado dessa mistura, tendo entre 8 e 21 carbonos; em sua composição, tem baixas concentrações de oxigênio, nitrogênio e enxofre. 

A queima do óleo diesel libera na atmosfera uma grande quantidade­ de gases poluentes, conhecidos popularmente como gases responsáveis pelo efeito estufa. Mas esses gases são realmente responsáveis por esse processo? Entre os que também prejudicam a saúde humana, podem ser citados o monóxido de carbono (CO), o monóxido de nitrogênio (NO) e o dióxido de enxofre (SO2).

No passado, o óleo diesel continha grandes concentrações de enxofre, entretanto, algumas medidas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e no Brasil, vêm sendo tomadas de modo a limitar ou diminuir a concentração desse composto. Em particular, no Brasil,

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10. Energia nuclear

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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E NE RG IA NUCLEAR

A utilização da energia nuclear também está em crescimento. Há paí­ ses na Europa que dependem pesadamente dela. Outros, em estágio pouco avançado de tecnologia, por razões políticas, de prestígio ou futuras necessidades, tentam adquirir o conhecimento para o processo de produção de energia por meio de plantas nucleares.

Se há um tipo de energia que conseguiu quase unanimidade em rejeição por grupos ambientalistas atuantes, a energia nuclear é ou foi uma delas. O fato de ainda não existir um destino apropriado para os resíduos das plantas nucleares pesa. Por milhares de anos, esses resíduos continuam perigosos se entram em contato com seres vivos,

água, solo ou ar.

Controversa, a energia nuclear passou a ter destaque na mídia por estar, na maioria das vezes, envolvida em guerras, contaminações e grandes desastres. Contudo, a energia nuclear também traz benefícios, como a geração de energia, que pode substituir a gerada por hidroelétricas (também alvo de críticas em razão do grande impacto ambiental causado pela construção de suas plantas, conforme abordado no Capítulo 9).

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Medium 9788520433287

15. Comentários iniciais sobre o desastre nuclear em Fukushima

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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COMENTÁRIOS INICIAIS S O B R E O

D ESASTRE NUCLEAR EM FUK USH IMA

Levará ainda bastante tempo antes de se ter uma avaliação completa do desastre de Fukushima, onde o drama humano maior foi provocado pelo terremoto e pelo tsunami.

Passaram-se 25 anos desde o desastre nuclear de Chernobyl, ainda hoje cidade-fantasma e terra arrasada. Em Chernobyl, o césio contaminou em cadeia: o solo, a vegetação que extrai nutrientes do solo, o gado que se alimentava dessa vegetação, as pessoas que tomaram o leite de vacas contaminadas.

Por enquanto, a crise no Japão aparece como mais próxima do acidente de Three Mile Island em 1979, mesmo que ainda haja muita falta de informação. Na usina soviética, houve explosão do reator, enquanto, na americana, houve derretimento parcial das varetas de combustível. Esse parecia ser o caso no Japão, mas lá houve morte por radiação, o que não aconteceu em Three Mile Island.

Os autores agradecem aos alunos de pós-graduação do Instituto de Química de São

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Grupo Gen (2201)
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Medium 9788521630111

Parte IV - 26. Conversor Analógico-digital

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 26

CONVERSOR

ANALÓGICO-DIGITAL

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da conversão analógica-digital.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um conversor analógicodigital, realizando medições, como resolução do conversor, fundo de escala e não linearidade diferencial.

TEORIA

Noções sobre conversão A/D

A conversão analógica-digital é o processo em que um sinal analógico é convertido em um código digital proporcional, ou seja, um conversor analógico-digital

é um dispositivo que representa valores contínuos de tensão através de símbolos constituídos por um conjunto de dígitos binários (bits). Esta representação é feita de acordo com uma característica de transferência preestabelecida. A Figura 26.1

é um diagrama de bloco que representa um conversor A/D.

A conversão analógica-digital pode ser dividida em duas etapas: a amostragem e a quantização. Na amostragem o sinal analógico é periodicamente amostrado,

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Medium 9788521630111

Parte III - 21. Modulador por Largura de Pulso

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 21

MODULADOR POR

LARGURA DE PULSO

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da modulação por largura de pulso (Pulse

Width Modulation — PWM).

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um modulador PWM.

TEORIA

Noções sobre modulação PWM

A modulação PWM consiste em variar a largura do pulso da onda trem de pulsos a partir de um sinal modulante, mantendo constantes a amplitude e o período da onda portadora.

Basicamente, existem três tipos de modulação PWM: o PWM simétrico e o

PWM assimétrico de borda direita ou esquerda. No PWM simétrico, temos variações em ambos os lados do pulso. No PWM assimétrico, temos variações no lado direito ou no lado esquerdo do pulso. A Figura 21.1 ilustra os três tipos de modulação PWM.

Podemos observar que o esquema PWM de borda direita é o único que mantém sincronismo com os pulsos da portadora. Para viabilizar as outras duas modulações PWM, é preciso produzir um atraso de tempo em relação à portadora.

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Parte III - 19. Amostragem e Retenção

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 19

AMOSTRAGEM E RETENÇÃO

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da modulação por amplitude de pulso

(Pulse Amplitude Modulation — PAM).

◗ Comprovar e compreender os conhecimentos necessários sobre um circuito de amostragem e retenção.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um circuito prático de amostragem e retenção.

TEORIA

Noções sobre amostragem e retenção

Circuitos PAM ainda apresentam infinitas possibilidades de valores de tensão dentro de uma mesma amostra. Para reduzir essas possibilidades, utiliza-se um circuito chamado de amostragem e retenção. A Figura 19.1 é um bloco que representa um circuito de amostragem com retenção.

O gerador dos pulsos de amostragem manda um pulso de controle para a chave eletrônica fazendo-a fechar, e toma uma amostra da tensão analógica que chega na entrada do circuito, durante um intervalo de tempo do pulso de controle. Nesse intervalo, o capacitor se carrega com o valor da amostra. Passado

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Parte II - 14. Modulador FM Faixa Larga

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 14

MODULADOR FM

FAIXA LARGA

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da modulação FM faixa larga.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um modulador FM faixa larga.

TEORIA

Noções sobre modulação FM faixa larga

Relembrando a modulação FM de uma forma geral, temos que a expressão do sinal modulado pode ser dada por: e(t) = E0 cos(ω 0t) cos[β sen (ωmt)] − E0 sen (ω 0t) sen[β sen (ωmt)]

(14.1)

A análise do sistema FM faixa larga será feita a partir da Equação 14.1. As aproximações feitas para o sinal FM faixa estreita não são válidas para esse caso.

Assim, é necessário encontrar uma solução para as funções cos[β sen (ωmt)] e sen[β sen (ωmt)]. Essas equações transcendentais são desenvolvidas em séries compostas pelas funções de Bessel ponderadas dadas por: cos[β sen (ωmt)] = J0 (β ) + 2J2 (β ) cos(2 ωmt) + 2J4 (β ) cos(4 ωmt) + … (14.2) e sen[β sen (ωmt)] = 2J1 (β ) sen (ωmt) + 2J3 (β ) sen (3 ωmt) + 2J5 (β ) sen (5 ωmt)… (14.3)

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Parte I - 6. Análise de Ruído

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 6

ANÁLISE DE RUÍDO

OBJETIVO

◗ Analisar ruído branco e ruído rosa no domínio do tempo e da frequência.

TEORIA

Introdução

É inegável a importância dos modernos sistemas de comunicação para diversas atividades, como economia, ciência, entre outras. Isso decorre da enorme quantidade de informações geradas em locais diferentes daqueles nos quais elas são utilizadas.

Informações transitam pelo mundo inteiro, programas de rádio e TV são transmitidos para milhares de pessoas e tudo isso a uma velocidade muito grande.

Em termos gráficos, uma cadeia de comunicação pode ser representada por três elementos essenciais: a fonte de informação, o sistema de comunicação e o destino, conforme ilustrado na Figura 6.1.

A fonte de informações é a origem da mensagem ou informação transmitida, a qual pode apresentar-se na forma de voz, vídeo ou dados. O destino é onde a informação será utilizada. O sistema de informação transportará a informação da fonte até o destino, preservando ao máximo suas características originais.

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Grupo A (1310)
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Medium 9788582715253

Leituras sugeridas

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24  Embalagem  849 com/brochures/PP_castandblown_film.pdf (acesso em: fevereiro de 2016).

Tzia, C., Tasios, L., Spiliotaki, T., Chranioti, C., Giannou,

V., 2015. Edible coatings and films to preserve quality of fresh fruits and vegetables. In: Varzakas, T., Tzia, C.

(Eds.), Handbook of Food Processing: Food Preservation. CRC Press, Boca Raton, FL, pp. 531-570.

UC Rusal, 2016. Aluminium: How Is It Produced? UC Rusal.

Disponível em: www.aluminiumleader.com/en/facts/extraction (acesso em: fevereiro de 2016).

UNEP, 2009. Converting Waste Plastics into a Resource:

Compendium of Technologies. United Nations Environmental Programme. Disponível em: www.unep.org/ietc/

InformationResources/Publications/tabid/56265/Default. aspx#wpr2 (www.unep.org > search ‘Converting Waste

Plastics into a Resource’) (acesso em: fevereiro de 2016).

Vakkalanka Sr., M., D’Souza, T., Ray, S., Yam, K.L., 2012.

Emerging packaging technologies for fresh produce. In:

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Medium 9788582715253

2.3 Seleção e classificação

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2   Preparação das matérias-primas   175

TABELA 2.4  Resumo das técnicas utilizadas para a detecção de corpos estranhos

Técnica

Comprimento de onda

Produto alimentício

Contaminante

Micro-ondas

1–100 mm

Frutas

Sementes e caroços de frutas

Ressonância magnética

1–100 mm 1 campo magnético

Frutas e hortaliças

Sementes e caroços de frutas

Infravermelho

700 nm–1 mm

Nozes, frutas, hortaliças

Cascas de nozes, caroços e sementes

Óptica

400–700 nm

Frutas e hortaliças

Pedras e galhos

Ultravioleta

1–400 nm

Carne, frutas e hortaliças

Gordura, nervos, caroços e sementes

Raios X

 1 nm

Todos os alimentos a granel ou embalados

Pedras, plástico, metal, vidro, borracha, ossos

Capacitância

N/D

Produtos com espessura

 5 mm

Magnética

N/D

Alimentos a granel ou embalados

Metais

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2.4 Descascamento

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2   Preparação das matérias-primas   183

descoloração verde em batatas. A clorofila aparece branca no visor, enquanto todo o resto, incluindo as manchas marrons nos vegetais e insetos da mesma cor, não transformam a energia a laser e aparecem em preto. Equipamentos que têm sistemas de visão de raio X podem detectar falhas internas ou condições fisiológicas que não são detectáveis pelo escaneamento da superfície do produto.

Cubeddu et al. (2002) descrevem técnicas

ópticas que fornecem informações tanto da superfície como das propriedades internas de frutas, incluindo sua textura e composição química. Isso pode ser utilizado para classificar frutas de acordo com sua maturidade, firmeza ou presença de defeitos, ou quantidades de clorofila, açúcar ou ácido. Um classificador descrito por Bühler (2016) pode categorizar cenouras como aceitáveis, descoloridas ou com pedaços com má formação, com capacidade para até 10 t h1. Aplicações na indústria de panificação incluem seleção de pães, biscoitos e cookies baseadas na avaliação tridimensional e na cor, para remover produtos com má formação e evitar o trancamento dos equipamentos automáticos de embalagem. Técnicas tridimensionais são também importantes quando os produtos são empilhados para caber em embalagens de tamanho específico. Pelo monitoramento da altura de cada produto individualmente, a altura da pilha pode ser calculada para garantir que irá caber na embalagem. Mais informações e exemplos de operações e aplicações de sistemas de máquinas de visão são apresentados por Graves e Batchelor (2013), e mais informações sobre os produtos estão disponíveis em AIA (2016) e pelos fabricantes de equipamentos (Bühler,

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3.5 Separação por membrana

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Capítulo 3   Extração e separação dos componentes dos alimentos   211

3.5  SEPARAÇÃO POR MEMBRANA

A separação ou concentração dos componentes alimentares utilizando membranas é amplamente utilizada, especialmente nas indústrias de processamento de frutas, de derivados do leite e de bebidas alcoólicas. Ela também é utilizada para purificar água de processamento e tratar águas residuais (veja Seção 1.7.2) em uma ampla variedade de indústrias de alimentos. A emulsificação por membrana é descrita na Seção 4.2.3. Existem sete tipos de sistemas de membrana em uso nas indústrias de alimento, agrupados da seguinte maneira, de acordo com a força reponsável pelo transporte através de membranas:

1. Sistemas de pressão hidrostática – Osmose reversa, nanofiltração, ultrafiltração, microfiltração e pervaporação (Figura 3.16).

2. Sistemas em que a diferença de concentração

é a força propulsora – Troca iônica e eletrodiálise (veja Seção 3.5.3.1).

Detalhes adicionais da separação por membrana e concentração são fornecidos por Cassano et al. (2014), Singh e Heldman (2014c), Berk

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4.1 Redução de tamanho de alimentos sólidos

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230   PARTE II   Processamento em temperatura ambiente

4.1  REDUÇÃO DE TAMANHO

DE ALIMENTOS SÓLIDOS

é, então, liberada como som e calor, com apenas

1% da energia aplicada utilizado para redução de tamanho. Acredita-se que o alimento se rompa em níveis de estresse mais baixos se a força for aplicada por períodos mais longos. A extensão da redução de tamanho, a energia dispendida e a quantidade de calor produzida no alimento dependem, portanto, tanto da intensidade das forças aplicadas quanto do tempo a que o alimento se encontra submetido a essas forças. Como o tamanho de cada peça é reduzido, existe um número menor de linhas de fragilidade disponíveis, e o estresse de rompimento que precisa ser superado aumenta.

Quando não persiste nenhuma linha de fragilidade, novas fissuras devem ser criadas para reduzir ainda mais o tamanho das partículas, o que exige um acréscimo de energia. Há, portanto, um aumento substancial na energia necessária para reduzir o tamanho das partículas à medida que elas diminuem de tamanho (veja Problema-exemplo

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Editora Manole (122)
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Medium 9788520432006

1. Bases Políticas, Conceituais, Filosóficas e Ideológicas da Educação Ambiental

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Bases Políticas,

Conceituais, Filosóficas e Ideológicas da

Educação Ambiental

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Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente social e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

A educação ambiental vai formar e preparar cidadãos para a reflexão crítica e para uma ação social corretiva, ou transformadora do sistema, de forma a tornar viável o desenvolvimento integral dos seres humanos.

Ela se coloca em uma posição contrária ao modelo de desenvolvimento econômico vigente no sistema capitalista selvagem, no qual os valores éticos, de justiça social e de solidariedade não são considerados, em que a cooperação não é estimulada, mas prevalece o lucro a qualquer preço, a competição, o egoísmo e os privilégios de poucos em detrimento da maioria da população.

A educação ambiental exige um conhecimento aprofundado de filoso‑ fia, da teoria e história da educação, de seus objetivos e princípios, já que nada mais é do que a educação aplicada às questões de meio ambiente. Sua base conceitual é fundamentalmente a educação e, complementarmente, as ciências ambientais, a História, as ciências sociais, a Economia, a Física, as ciências da saúde, entre outras.

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Medium 9788520432006

7. Poluição das Águas

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Poluição das Águas

7

Lineu José Bassoi

Engenheiro civil, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Noções de Hidrologia

A gestão ambiental voltada para os recursos hídricos envolve duas di‑ mensões significativas: uma referente à quantidade de água e outra relacio‑ nada com a sua qualidade. Nesse sentido, convém observar que os elemen‑ tos químicos se deslocam na natureza pelo ar, pelo solo e pela água, e assim descrevem caminhos que são cíclicos. A manutenção desses caminhos é básica para o equilíbrio dos ecossistemas. Tais caminhos cíclicos são co‑ nhecidos como ciclos biogeoquímicos.

Entre os mais importantes estão os ciclos do nitrogênio, do fósforo, do carbono e da água. O caminho que a água descreve na natureza nada mais é do que o ciclo hidrológico, sendo este o grande veículo de transpor‑ te e de relações entre os demais ciclos descritos. A hidrologia é a ciência que estuda o comportamento, a ocorrência e a distribuição de água na natureza. Ocupa‑se a ciência da hidrologia da ocorrência e do movimento da água na Terra e acima de sua superfície. Trata das várias formas que ocorrem e da transformação entre os estados líquido, sólido e gasoso na atmosfera e nas camadas superficiais das massas terrestres. Dedica‑se tam‑ bém ao mar, que é a fonte e o reservatório de toda a água que ativa a vida do planeta.

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Medium 9788520432006

11. A Dimensão Humana do Desenvolvimento Sustentável

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

A Dimensão Humana do Desenvolvimento

Sustentável

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Attilio Brunacci

Filósofo, Consultor na área de educação ambiental

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

A concepção de desenvolvimento sustentável tem suas raízes fixadas na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano

(Cnumad), realizada em Estocolmo, Suécia, em junho de 1972.

Esses dois vocábulos ainda não tinham formado a parceria que hoje se tornou sobejamente conhecida de todos. Isso porque o principal objeto das discussões ocorridas nesse evento estava centrado na defesa do meio ambien‑ te humano, no bojo de um problema global mais amplo: os ditames do mo‑ delo de desenvolvimento econômico dos países do Primeiro Mundo. Estes, em determinado estágio da sua industrialização, viram‑se na perspectiva da escassez dos recursos naturais, surpreendendo‑se diante das limitações do meio ambiente no que dizia respeito à destinação final dos rejeitos – sólidos, líquidos e gasosos – tanto do processo industrial quanto dos hábitos de con‑ sumo da população.

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13. A Ocupação Existencial do Mundo: uma Proposta Ecossistêmica

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

A Ocupação Existencial do Mundo: uma

Proposta Ecossistêmica

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André Francisco Pilon

Pedagogo, Faculdade de Saúde Pública – USP

O SALÁRIO DE DEUS E O TRABALHO DO HOMEM

A partir de uma parábola – Deus teria feito, na expectativa de bons re‑ sultados, um elevado investimento na sua criação –, são discutidos os cres‑ centes e múltiplos agravos à qualidade de vida no atual sistema de coisas, abrangendo aspectos éticos, políticos, econômicos, culturais e ambientais.

Deus, ao criar o mundo, contemplou‑o com sua graça, mas não traba‑ lhou “de graça”. Seu salário adviria dos bons frutos da criação e, nesse sen‑ tido, confiando na grandeza da sua obra, na linguagem atual, teria emitido uma promissória contra si mesmo, oferecendo, como garantia, o próprio universo criado.

Galáxias deram origem a estrelas, planetas abrigaram a vida: plantas

(flores e frutos), pássaros (plumas e cantos), animais de diferentes espécies; na Terra, até seres humanos, ditos inteligentes, multiplicaram‑se por toda a parte, abrangendo quatro dimensões de estar no mundo: íntima, intera‑ tiva, social e biofísica.

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20. Ambientar Arte na Educação

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Ambientar Arte na Educação

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Eliane Aparecida Ta Gein

Filósofa, Faculdade de Saúde Pública – USP

Risos, brincadeiras, diversão em um evento de educação ambiental?

Será possível falar sobre problemas ambientais e ainda obter alegria?

Primeiramente, não é apenas de catástrofes que trata a educação am‑ biental; portanto, a resposta é: sim, é possível cumprir os objetivos da nova perspectiva educacional de forma alegre. E a alegria, já dizia o sábio Paulo

Freire, “é o espaço pedagógico para a esperança” (Freire, 1996).

Mas qual a conexão entre educação ambiental, alegria e esperança?

Para responder recorre‑se a uma velha discussão filosófica: o ser huma‑ no é fruto da sua realidade (mundo) ou é artífice (criador) dela? Atualmen‑ te, compreende‑se que a realidade é construída/criada pelas pessoas, e estas, por sua vez, tornam-se pessoas na realidade, em uma relação dialéti‑ ca: em que ambas as partes se confrontam, negam‑se e se transformam a partir dessa negação.

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