Manole (49)
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14. O debate sobre as mudanças climáticas

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O D E BATE S OBRE AS MUDA N ÇAS

C LIMÁTICAS

14 .1 FATORES QUE DETERM IN AM O

C LIMA DO P LANETA

Acredita-se que plantas e algas, ou seja, seres vivos multicelulares, existam no planeta há um bilhão de anos. Muitos eventos graves aconteceram com o clima, mas não o suficiente para acabar com os seres vivos.

O sol tem sido e continua sendo o grande controlador do nosso clima. A energia que emana dele não é uma constante, mas há mudanças periódicas. A mais bem conhecida refere-se às manchas solares, de uma periodicidade de aproximadamente 11 anos. Mas há outros fenômenos periódicos de duração de milhares ou mais anos, alguns até que não conhecemos.

Importante também é lembrar que as condições reinantes no sistema planetário são influenciadas pelas características da região da galáxia que ele atravessa.

O planeta, no entanto, não é espectador indiferente com relação ao seu clima. Em primeiro lugar, estão os vários movimentos

69

curso_de_quimica_engenharia.indb 69

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12. O transporte de energia elétrica

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O T RANS PORTE DE ENERG I A E LÉT R ICA

Antes de abordar o tema do transporte de energia elétrica, há algo a se pensar: a criação de diversas centrais geradoras de energia menores próximas aos centros de consumo.

Com frequência, o centro produtor de eletricidade encontra-se afastado do centro consumidor. O Brasil é um exemplo disso, com usinas hidroelétricas localizadas longe das zonas urbanas ou industriais, por exemplo, a usina de Itaipu e a distância que ela está da

Região Sudeste. O transporte de eletricidade acaba sendo tão importante quanto a sua produção.

Os melhores condutores elétricos conhecidos são os metais prata

(Ag), com condutividade de 63  106 S.m-1 (S é o símbolo para Siemens), e cobre (Cu), com 60  106 S.m-1. Por causa da sua abundância e preço, esse último é usado mundialmente.

O cobre é um metal pesado, com densidade d = 8,94 g/cm3. Os cabos de Cu devem ter diâmetro suficiente para suportar o fluxo de corrente elétrica, além de estarem cobertos por isolantes eficientes.

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6. Óleo diesel

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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ÓLEO DIES EL

O óleo diesel é um combustível fóssil, derivado do petróleo, que se constitui basicamente de hidrocarbonetos (composto químico formado por átomos de hidrogênio e carbono). Possui aproximadamente

75% de hidrocarbonetos saturados (parafina) e 25% de hidrocarbonetos aromáticos (naftalenos e alquilbenzenos). O óleo diesel é o resultado dessa mistura, tendo entre 8 e 21 carbonos; em sua composição, tem baixas concentrações de oxigênio, nitrogênio e enxofre. 

A queima do óleo diesel libera na atmosfera uma grande quantidade­ de gases poluentes, conhecidos popularmente como gases responsáveis pelo efeito estufa. Mas esses gases são realmente responsáveis por esse processo? Entre os que também prejudicam a saúde humana, podem ser citados o monóxido de carbono (CO), o monóxido de nitrogênio (NO) e o dióxido de enxofre (SO2).

No passado, o óleo diesel continha grandes concentrações de enxofre, entretanto, algumas medidas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e no Brasil, vêm sendo tomadas de modo a limitar ou diminuir a concentração desse composto. Em particular, no Brasil,

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10. Energia nuclear

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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E NE RG IA NUCLEAR

A utilização da energia nuclear também está em crescimento. Há paí­ ses na Europa que dependem pesadamente dela. Outros, em estágio pouco avançado de tecnologia, por razões políticas, de prestígio ou futuras necessidades, tentam adquirir o conhecimento para o processo de produção de energia por meio de plantas nucleares.

Se há um tipo de energia que conseguiu quase unanimidade em rejeição por grupos ambientalistas atuantes, a energia nuclear é ou foi uma delas. O fato de ainda não existir um destino apropriado para os resíduos das plantas nucleares pesa. Por milhares de anos, esses resíduos continuam perigosos se entram em contato com seres vivos,

água, solo ou ar.

Controversa, a energia nuclear passou a ter destaque na mídia por estar, na maioria das vezes, envolvida em guerras, contaminações e grandes desastres. Contudo, a energia nuclear também traz benefícios, como a geração de energia, que pode substituir a gerada por hidroelétricas (também alvo de críticas em razão do grande impacto ambiental causado pela construção de suas plantas, conforme abordado no Capítulo 9).

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Medium 9788520433287

15. Comentários iniciais sobre o desastre nuclear em Fukushima

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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COMENTÁRIOS INICIAIS S O B R E O

D ESASTRE NUCLEAR EM FUK USH IMA

Levará ainda bastante tempo antes de se ter uma avaliação completa do desastre de Fukushima, onde o drama humano maior foi provocado pelo terremoto e pelo tsunami.

Passaram-se 25 anos desde o desastre nuclear de Chernobyl, ainda hoje cidade-fantasma e terra arrasada. Em Chernobyl, o césio contaminou em cadeia: o solo, a vegetação que extrai nutrientes do solo, o gado que se alimentava dessa vegetação, as pessoas que tomaram o leite de vacas contaminadas.

Por enquanto, a crise no Japão aparece como mais próxima do acidente de Three Mile Island em 1979, mesmo que ainda haja muita falta de informação. Na usina soviética, houve explosão do reator, enquanto, na americana, houve derretimento parcial das varetas de combustível. Esse parecia ser o caso no Japão, mas lá houve morte por radiação, o que não aconteceu em Three Mile Island.

Os autores agradecem aos alunos de pós-graduação do Instituto de Química de São

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Grupo Gen (2334)
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Medium 9788521630111

Parte IV - 26. Conversor Analógico-digital

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 26

CONVERSOR

ANALÓGICO-DIGITAL

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da conversão analógica-digital.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um conversor analógicodigital, realizando medições, como resolução do conversor, fundo de escala e não linearidade diferencial.

TEORIA

Noções sobre conversão A/D

A conversão analógica-digital é o processo em que um sinal analógico é convertido em um código digital proporcional, ou seja, um conversor analógico-digital

é um dispositivo que representa valores contínuos de tensão através de símbolos constituídos por um conjunto de dígitos binários (bits). Esta representação é feita de acordo com uma característica de transferência preestabelecida. A Figura 26.1

é um diagrama de bloco que representa um conversor A/D.

A conversão analógica-digital pode ser dividida em duas etapas: a amostragem e a quantização. Na amostragem o sinal analógico é periodicamente amostrado,

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Medium 9788521630111

Parte III - 21. Modulador por Largura de Pulso

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 21

MODULADOR POR

LARGURA DE PULSO

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da modulação por largura de pulso (Pulse

Width Modulation — PWM).

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um modulador PWM.

TEORIA

Noções sobre modulação PWM

A modulação PWM consiste em variar a largura do pulso da onda trem de pulsos a partir de um sinal modulante, mantendo constantes a amplitude e o período da onda portadora.

Basicamente, existem três tipos de modulação PWM: o PWM simétrico e o

PWM assimétrico de borda direita ou esquerda. No PWM simétrico, temos variações em ambos os lados do pulso. No PWM assimétrico, temos variações no lado direito ou no lado esquerdo do pulso. A Figura 21.1 ilustra os três tipos de modulação PWM.

Podemos observar que o esquema PWM de borda direita é o único que mantém sincronismo com os pulsos da portadora. Para viabilizar as outras duas modulações PWM, é preciso produzir um atraso de tempo em relação à portadora.

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Parte III - 19. Amostragem e Retenção

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 19

AMOSTRAGEM E RETENÇÃO

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da modulação por amplitude de pulso

(Pulse Amplitude Modulation — PAM).

◗ Comprovar e compreender os conhecimentos necessários sobre um circuito de amostragem e retenção.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um circuito prático de amostragem e retenção.

TEORIA

Noções sobre amostragem e retenção

Circuitos PAM ainda apresentam infinitas possibilidades de valores de tensão dentro de uma mesma amostra. Para reduzir essas possibilidades, utiliza-se um circuito chamado de amostragem e retenção. A Figura 19.1 é um bloco que representa um circuito de amostragem com retenção.

O gerador dos pulsos de amostragem manda um pulso de controle para a chave eletrônica fazendo-a fechar, e toma uma amostra da tensão analógica que chega na entrada do circuito, durante um intervalo de tempo do pulso de controle. Nesse intervalo, o capacitor se carrega com o valor da amostra. Passado

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Medium 9788521630111

Parte II - 14. Modulador FM Faixa Larga

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 14

MODULADOR FM

FAIXA LARGA

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da modulação FM faixa larga.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um modulador FM faixa larga.

TEORIA

Noções sobre modulação FM faixa larga

Relembrando a modulação FM de uma forma geral, temos que a expressão do sinal modulado pode ser dada por: e(t) = E0 cos(ω 0t) cos[β sen (ωmt)] − E0 sen (ω 0t) sen[β sen (ωmt)]

(14.1)

A análise do sistema FM faixa larga será feita a partir da Equação 14.1. As aproximações feitas para o sinal FM faixa estreita não são válidas para esse caso.

Assim, é necessário encontrar uma solução para as funções cos[β sen (ωmt)] e sen[β sen (ωmt)]. Essas equações transcendentais são desenvolvidas em séries compostas pelas funções de Bessel ponderadas dadas por: cos[β sen (ωmt)] = J0 (β ) + 2J2 (β ) cos(2 ωmt) + 2J4 (β ) cos(4 ωmt) + … (14.2) e sen[β sen (ωmt)] = 2J1 (β ) sen (ωmt) + 2J3 (β ) sen (3 ωmt) + 2J5 (β ) sen (5 ωmt)… (14.3)

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Medium 9788521630111

Parte I - 6. Análise de Ruído

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 6

ANÁLISE DE RUÍDO

OBJETIVO

◗ Analisar ruído branco e ruído rosa no domínio do tempo e da frequência.

TEORIA

Introdução

É inegável a importância dos modernos sistemas de comunicação para diversas atividades, como economia, ciência, entre outras. Isso decorre da enorme quantidade de informações geradas em locais diferentes daqueles nos quais elas são utilizadas.

Informações transitam pelo mundo inteiro, programas de rádio e TV são transmitidos para milhares de pessoas e tudo isso a uma velocidade muito grande.

Em termos gráficos, uma cadeia de comunicação pode ser representada por três elementos essenciais: a fonte de informação, o sistema de comunicação e o destino, conforme ilustrado na Figura 6.1.

A fonte de informações é a origem da mensagem ou informação transmitida, a qual pode apresentar-se na forma de voz, vídeo ou dados. O destino é onde a informação será utilizada. O sistema de informação transportará a informação da fonte até o destino, preservando ao máximo suas características originais.

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Grupo A (10)
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Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Medium 9788580553734

Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Capítulo 6 - Máquinas polifásicas de indução

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Máquinas polifásicas de indução

O

objetivo deste capítulo é estudar o comportamento das máquinas de indução polifásicas. Nossa análise começará com o desenvolvimento de circuitos equivalentes monofásicos, cuja estrutura genérica é sugerida pela semelhança existente entre uma máquina de indução e um transformador. Esses circuitos equivalentes podem ser usados para estudar as características eletromecânicas da máquina de indução e o efeito da carga apresentado pela máquina sobre a sua fonte de energia, seja ela uma fonte de frequência fixa, como um sistema de potência, seja um acionamento de motor com frequência e tensão variáveis.

6.1

Introdução às máquinas de indução polifásica

Como foi mostrado na Seção 4.2.1, no motor de indução a corrente alternada é fornecida diretamente ao estator, ao passo que o rotor recebe a corrente por indução, como em um transformador, a partir do estator. O enrolamento de estator é do tipo discutido na Seção 4.5, como na máquina síncrona. Quando a excitação é feita por uma fonte polifásica equilibrada, um campo magnético é produzido no entreferro girando na velocidade síncrona. Essa velocidade é determinada pelo número de polos do estator e pela frequência fe aplicada ao estator (Equação 4.44).

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Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Grupo A (1373)
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Medium 9788582715253

Leituras sugeridas

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24  Embalagem  849 com/brochures/PP_castandblown_film.pdf (acesso em: fevereiro de 2016).

Tzia, C., Tasios, L., Spiliotaki, T., Chranioti, C., Giannou,

V., 2015. Edible coatings and films to preserve quality of fresh fruits and vegetables. In: Varzakas, T., Tzia, C.

(Eds.), Handbook of Food Processing: Food Preservation. CRC Press, Boca Raton, FL, pp. 531-570.

UC Rusal, 2016. Aluminium: How Is It Produced? UC Rusal.

Disponível em: www.aluminiumleader.com/en/facts/extraction (acesso em: fevereiro de 2016).

UNEP, 2009. Converting Waste Plastics into a Resource:

Compendium of Technologies. United Nations Environmental Programme. Disponível em: www.unep.org/ietc/

InformationResources/Publications/tabid/56265/Default. aspx#wpr2 (www.unep.org > search ‘Converting Waste

Plastics into a Resource’) (acesso em: fevereiro de 2016).

Vakkalanka Sr., M., D’Souza, T., Ray, S., Yam, K.L., 2012.

Emerging packaging technologies for fresh produce. In:

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Medium 9788582715253

2.3 Seleção e classificação

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2   Preparação das matérias-primas   175

TABELA 2.4  Resumo das técnicas utilizadas para a detecção de corpos estranhos

Técnica

Comprimento de onda

Produto alimentício

Contaminante

Micro-ondas

1–100 mm

Frutas

Sementes e caroços de frutas

Ressonância magnética

1–100 mm 1 campo magnético

Frutas e hortaliças

Sementes e caroços de frutas

Infravermelho

700 nm–1 mm

Nozes, frutas, hortaliças

Cascas de nozes, caroços e sementes

Óptica

400–700 nm

Frutas e hortaliças

Pedras e galhos

Ultravioleta

1–400 nm

Carne, frutas e hortaliças

Gordura, nervos, caroços e sementes

Raios X

 1 nm

Todos os alimentos a granel ou embalados

Pedras, plástico, metal, vidro, borracha, ossos

Capacitância

N/D

Produtos com espessura

 5 mm

Magnética

N/D

Alimentos a granel ou embalados

Metais

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2.4 Descascamento

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2   Preparação das matérias-primas   183

descoloração verde em batatas. A clorofila aparece branca no visor, enquanto todo o resto, incluindo as manchas marrons nos vegetais e insetos da mesma cor, não transformam a energia a laser e aparecem em preto. Equipamentos que têm sistemas de visão de raio X podem detectar falhas internas ou condições fisiológicas que não são detectáveis pelo escaneamento da superfície do produto.

Cubeddu et al. (2002) descrevem técnicas

ópticas que fornecem informações tanto da superfície como das propriedades internas de frutas, incluindo sua textura e composição química. Isso pode ser utilizado para classificar frutas de acordo com sua maturidade, firmeza ou presença de defeitos, ou quantidades de clorofila, açúcar ou ácido. Um classificador descrito por Bühler (2016) pode categorizar cenouras como aceitáveis, descoloridas ou com pedaços com má formação, com capacidade para até 10 t h1. Aplicações na indústria de panificação incluem seleção de pães, biscoitos e cookies baseadas na avaliação tridimensional e na cor, para remover produtos com má formação e evitar o trancamento dos equipamentos automáticos de embalagem. Técnicas tridimensionais são também importantes quando os produtos são empilhados para caber em embalagens de tamanho específico. Pelo monitoramento da altura de cada produto individualmente, a altura da pilha pode ser calculada para garantir que irá caber na embalagem. Mais informações e exemplos de operações e aplicações de sistemas de máquinas de visão são apresentados por Graves e Batchelor (2013), e mais informações sobre os produtos estão disponíveis em AIA (2016) e pelos fabricantes de equipamentos (Bühler,

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Medium 9788582715253

3.5 Separação por membrana

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3   Extração e separação dos componentes dos alimentos   211

3.5  SEPARAÇÃO POR MEMBRANA

A separação ou concentração dos componentes alimentares utilizando membranas é amplamente utilizada, especialmente nas indústrias de processamento de frutas, de derivados do leite e de bebidas alcoólicas. Ela também é utilizada para purificar água de processamento e tratar águas residuais (veja Seção 1.7.2) em uma ampla variedade de indústrias de alimentos. A emulsificação por membrana é descrita na Seção 4.2.3. Existem sete tipos de sistemas de membrana em uso nas indústrias de alimento, agrupados da seguinte maneira, de acordo com a força reponsável pelo transporte através de membranas:

1. Sistemas de pressão hidrostática – Osmose reversa, nanofiltração, ultrafiltração, microfiltração e pervaporação (Figura 3.16).

2. Sistemas em que a diferença de concentração

é a força propulsora – Troca iônica e eletrodiálise (veja Seção 3.5.3.1).

Detalhes adicionais da separação por membrana e concentração são fornecidos por Cassano et al. (2014), Singh e Heldman (2014c), Berk

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Medium 9788582715253

4.1 Redução de tamanho de alimentos sólidos

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230   PARTE II   Processamento em temperatura ambiente

4.1  REDUÇÃO DE TAMANHO

DE ALIMENTOS SÓLIDOS

é, então, liberada como som e calor, com apenas

1% da energia aplicada utilizado para redução de tamanho. Acredita-se que o alimento se rompa em níveis de estresse mais baixos se a força for aplicada por períodos mais longos. A extensão da redução de tamanho, a energia dispendida e a quantidade de calor produzida no alimento dependem, portanto, tanto da intensidade das forças aplicadas quanto do tempo a que o alimento se encontra submetido a essas forças. Como o tamanho de cada peça é reduzido, existe um número menor de linhas de fragilidade disponíveis, e o estresse de rompimento que precisa ser superado aumenta.

Quando não persiste nenhuma linha de fragilidade, novas fissuras devem ser criadas para reduzir ainda mais o tamanho das partículas, o que exige um acréscimo de energia. Há, portanto, um aumento substancial na energia necessária para reduzir o tamanho das partículas à medida que elas diminuem de tamanho (veja Problema-exemplo

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Editora Saraiva (44)
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Sistema Circulatório

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Sistema Circulatório

O sistema circulatório é formado por órgãos cardiovasculares como coração, sangue e vasos sanguíneos. O sistema linfático é formado por linfonodos, vasos linfáticos e glândulas linfáticas. Juntos desenvolvem funções importantes, como:

³³ Distribuição de oxigênio e nutrientes para as células e tecidos;

³³ Transporte de água, hormônios, enzimas e eletrólitos;

³³ Produção de células para o sistema imunológico;

³³ Retirada de excreções metabólicas e dióxido de carbono;

³³ Atuação no controle de temperatura corporal.

62

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Flebografia

Consiste em um exame radiológico com a finalidade de avaliar a morfologia das veias de uma determinada estrutura ou membro.

Indicações clínicas

É um exame muito simples, normalmente indicado em casos de politraumatismos em que eventualmente pode ocorrer lesão ou secção de alguma veia de um membro.

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Sobre o Autor

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Sobre o Autor

Marcelo Felisberto nasceu na capital de São Paulo. Técnico em Radiologia, cursou

Radiologia Médica no Colégio Técnico João Paulo I com especialização em tomografia computadorizada, exames contrastados e possui cursos de proteção radiológica. Graduando do curso de Farmácia na Universidade Nove de Julho.

Com vasta experiência na área de radiologia, trabalhou em vários hospitais, como o Hospital

São Paulo (UNIFESP) e o Hospital Estadual de Serraria (UNIFESP).

Atualmente exerce suas atividades no Hospital Real Benemérita - Associação Portuguesa de Beneficência e também na rede pública.

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Medium 9788576140603

Sistema Nervoso

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

a língua no céu da boca e os lábios unidos. Para obtenção de imagem, o aparelho executa um giro de aproximadamente 180° ao redor da face do paciente. O feixe de raios X é emitido no mesmo plano horizontal até circular a extensão da face por completo. Chassi

23x30cm, semicircular.

Imagem radiográfica de panorâmica de mandíbula.

Sistema Nervoso

O sistema nervoso é formado por cérebro, medula espinhal, gânglios, nervos e órgãos sensoriais, como olhos e ouvidos. Desempenha a função de controlar as atividades elétricas

(impulsos elétricos) entre as diversas terminações nervosas distribuídas pelo corpo.

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Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Mielografia

É um exame que estuda radiologicamente a medula espinhal e suas raízes nervosas.

A prática desse exame está sendo substituída por técnicas e aparelhos mais sofisticados como a tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (RM). Atualmente a mielografia só é realizada quando a TC e a RM não fornecem informações suficientes ou nos casos em que o paciente tenha algum metal no corpo decorrente de trauma cirúrgico.

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Anexo A - Exercícios

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Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Anexo A - Exercícios

1. Assinale a alternativa correta em relação aos meios de contrastes radiológicos: a) O contraste iodado não iônico é radiotransparente e se dissolve em água. b) O ar é um meio de contraste radiológico radiopaco. c) O contraste iodado iônico é radiotransparente e não se dissolve em água. d) O sulfato de bário é um contraste radiopaco que se dissolve em água. e) O contraste iodado iônico é radiopaco e não se dissolve em água.

2. Os contrastes iodados hidrossolúveis estão indicados na rotina do estudo radiográfico de: a) Intestino grosso e fistulografias. b) Estômago e duodeno. c) Intestino delgado com duplo contraste e colangiografia pré-operatória. d) Sistema urinário e intestino delgado com duplo contraste. e) Sistema vascular e sistema urinário.

3. Qual a vantagem dos contrastes hidrossolúveis não iônicos em relação aos iônicos? a) São mais bem tolerados pelo organismo. b) Maior nefrotoxicidade. c) Maior atividade anticoagulante. d) Maior osmolaridade. e) Quando em solução, dissociam-se em duas fases.

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Sistema Digestório

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Sistema Digestório

O sistema digestório é formado por um longo tubo muscular composto da seguinte forma:

³³ Canal alimentar: constituído por boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado,

intestino grosso e ânus.

³³ Órgãos acessórios: são as glândulas salivares, fígado, vesícula biliar e pâncreas.

A parte superior do sistema digestório, quando em funcionamento, divide o alimento em pequenos pedaços pela mastigação (dentes e língua) e depois pela ação de enzimas. O alimento percorre o sistema digestório com movimentos musculares, em um processo denominado peristaltismo.

O interior do intestino delgado, que forma a parte média do sistema digestório, está dividido em três partes: duodeno, jejuno e íleo. O duodeno liga o estômago ao jejuno e possui passagem para o coledoco e o ducto pancreático, que libera a entrada da bile e os sucos pancreáticos que auxiliam no processo de digestão. No jejuno e no íleo o alimento é digerido, absorvido e ocorre a distribuição dos nutrientes para o resto do corpo, por meio de pequenas saliências chamadas de vilosidade.

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