Manole (26)
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9. A energia hidroelétrica é limpa?

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A E NERG IA HIDROEL ÉTRICA É LIM PA?

A obtenção de energia hidroelétrica está crescendo e vários países estão construindo barragens, a China está à frente nesse processo. Lá, a central de Três Gargantas, no Rio Yangtzé, quando concluída, será a maior do mundo, superando a de Itaipu, no Rio Paraná, entre Brasil e Paraguai.

A água, ao cair das barragens, ou quando simplesmente flui para níveis mais baixos, faz as turbinas rodarem, gerando eletricidade; ou seja, energia potencial é transformada em energia cinética e logo em energia elétrica. Como ainda não possuímos meios de reserva de energia elétrica de alta capacidade, as represas programam a abertura de comportas para os períodos de aumento de consumo.

Mais uma vez, fala-se do sol, o gerador inicial. O calor do sol provoca a evaporação das águas que precipitam de locais altos, permitindo o acúmulo de energia potencial para ativar as turbinas das represas.

A energia hidroelétrica certamente é renovável, mesmo perdendo ainda em aplicação para os combustíveis fósseis. Contudo, podemos considerá-la limpa? A construção das represas tem um custo humano

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1. Água: estrutura química e molecular

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Água: estrutura quím ica e molecu lar

A molécula de água é uma das mais interessantes do ponto de vista químico porque apresenta características e propriedades únicas e de extrema importância para a vida. Você já parou para pensar por que os oceanos não congelam? Ou por que o gelo flutua? Ou, ainda, por que a água é o solvente universal? Alguns desses tópicos serão abordados quando forem pertinentes ao longo deste livro, mas pode-se dizer que as propriedades atômicas e moleculares são as responsáveis por tanta versatilidade para uma só molécula. Este livro tenta mostrar a beleza da química por meio da molécula de água e da sua importância na vida humana.

Os átomos e, consequentemente, suas propriedades, são a parte central da química; por isso, é interessante entender como eles podem se agrupar e se arranjar no espaço. O ponto de partida é a estrutura eletrônica, isto é, como os elétrons estão arranjados em torno do núcleo. Para entender a estrutura eletrônica, é preciso conhecer três partículas subatômicas: o elétron, o próton e o nêutron.

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15. Comentários iniciais sobre o desastre nuclear em Fukushima

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COMENTÁRIOS INICIAIS S O B R E O

D ESASTRE NUCLEAR EM FUK USH IMA

Levará ainda bastante tempo antes de se ter uma avaliação completa do desastre de Fukushima, onde o drama humano maior foi provocado pelo terremoto e pelo tsunami.

Passaram-se 25 anos desde o desastre nuclear de Chernobyl, ainda hoje cidade-fantasma e terra arrasada. Em Chernobyl, o césio contaminou em cadeia: o solo, a vegetação que extrai nutrientes do solo, o gado que se alimentava dessa vegetação, as pessoas que tomaram o leite de vacas contaminadas.

Por enquanto, a crise no Japão aparece como mais próxima do acidente de Three Mile Island em 1979, mesmo que ainda haja muita falta de informação. Na usina soviética, houve explosão do reator, enquanto, na americana, houve derretimento parcial das varetas de combustível. Esse parecia ser o caso no Japão, mas lá houve morte por radiação, o que não aconteceu em Three Mile Island.

Os autores agradecem aos alunos de pós-graduação do Instituto de Química de São

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6. Óleo diesel

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ÓLEO DIES EL

O óleo diesel é um combustível fóssil, derivado do petróleo, que se constitui basicamente de hidrocarbonetos (composto químico formado por átomos de hidrogênio e carbono). Possui aproximadamente

75% de hidrocarbonetos saturados (parafina) e 25% de hidrocarbonetos aromáticos (naftalenos e alquilbenzenos). O óleo diesel é o resultado dessa mistura, tendo entre 8 e 21 carbonos; em sua composição, tem baixas concentrações de oxigênio, nitrogênio e enxofre. 

A queima do óleo diesel libera na atmosfera uma grande quantidade­ de gases poluentes, conhecidos popularmente como gases responsáveis pelo efeito estufa. Mas esses gases são realmente responsáveis por esse processo? Entre os que também prejudicam a saúde humana, podem ser citados o monóxido de carbono (CO), o monóxido de nitrogênio (NO) e o dióxido de enxofre (SO2).

No passado, o óleo diesel continha grandes concentrações de enxofre, entretanto, algumas medidas, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos e no Brasil, vêm sendo tomadas de modo a limitar ou diminuir a concentração desse composto. Em particular, no Brasil,

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3. Distribuição geográfica da água

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Di str i bu i ção g eog ráf i ca da ág ua

Sempre se ouve que a água é fundamental para a vida, mas você já parou para pensar em como ela atua nesse sentido? Que propriedades fazem com que ela seja uma das substâncias mais importantes para a manutenção e a existência da vida na Terra? Nos capítulos anteriores, foram apresentadas e discutidas as diversas propriedades químicas da água, como seu elevado calor específico (ver também

Seção 4.4) e pontos de fusão e congelamento, que tornam a água um excelente regulador térmico tanto corporal quanto minimizador das variações da temperatura na atmosfera, por exemplo.

A idade da Terra é estimada como algo em torno de 4,5 bilhões de anos. Entretanto, a vida na Terra, como é conhecida hoje, surgiu há cerca de 3,5 bilhões de anos, a partir da formação da crosta terrestre pelo esfriamento do planeta, sendo a água o grande propulsor disso. A

água ocupa 3/4 da superfície terrestre, sendo a substância mais abundante nos organismos vivos. Mas, ela se encontra distribuída de qual maneira no globo terrestre? Que processos e propriedades afetam a distribuição? A seguir, serão discutidas essas propriedades e características da água.

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Grupo Gen (2249)
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Tópico III 17 - Química Orgânica

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17

  Química Orgânica

1.  INTRODUÇÃO À QUÍMICA ORGÂNICA

A Química Orgânica aborda a formação e as reações dos compostos de carbono, muitos dos quais são produzidos por organismos vivos. Os compostos orgânicos têm tipicamente uma ou mais das seguintes características:

Eles são insolúveis em água.1

Eles são solúveis em ácidos concentrados.

Eles são relativamente não ionizáveis.

Eles são instáveis sob altas temperaturas.

O método de nomear compostos orgânicos foi padronizado em 1930 no encontro da União lnternacional de

Química na Bélgica. Nomes em conformidade com as orientações estabelecidas são conhecidos como nomes IUC ou nomes IUPAC.2

2.  GRUPOS FUNCIONAIS

Certas combinações (grupos) de átomos ocorrem repetidamente em compostos orgânicos e permanecem intactas durante as reações. Tais combinações são chamadas de grupos funcionais ou grupamentos.3 Por exemplo, o radical OH− é conhecido como grupo hidroxila. A

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Tópico VIII - 35 - Psicrometria

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35

 Psicrometria

Termodinâmica

  1. Introdução à Psicrometria

  2. Propriedades do Ar Atmosférico

  3. Pressão de Vapor

  4. Conteúdo de Energia do Ar

  5. A Carta Psicrométrica

  6. Correções de Entalpia

  7. Base das Propriedades

  8. Regra da Alavanca

  9. Mistura Adiabática de Duas Correntes de Ar

10. Processos de Condicionamento de Ar

11. Razão de Calor Sensível

12. Umidificação Direta

13. Fator de Desvio e Eficiência da Serpentina

14. Resfriamento e Aquecimento Sensíveis

15. Resfriamento com Desumidificação na Serpentina

16. Processos de Saturação Adiabática

17. Lavadores de Ar

18. Resfriamento com Umidificação

19. Resfriamento com Desumidificação por Borrifo

20. Aquecimento com Umidificação

21. Aquecimento e Desumidificação

22. Torres de Resfriamento Úmidas

23. Drenagem de Torre de Resfriamento

24. Torres de Resfriamento Secas

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Capítulo 1 – LÓGICA PROGRAMADA

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LÓGICA

PROGRAMADA

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12/13/2013 9:21:48 AM

LÓGICA

PROGRAMADA

1.0 Definição de Programmable Logic

Controller

1.1 Evolução dos Modernos PLC

1.2 Vantagens e Precauções na Utilização do PLC

1.3 Confiabilidade e Segurança no Sistema

PLC

1.4 Significado de Hardware e Software

1.5 Descrição do Sistema PLC

1.6 Considerações Finais

1.0 Definição de Programmable Logic Controller

O Programmable Logic Controller (PLC) é um equipamento composto de componentes eletrônicos, memória programável ou não programável que contém dados e programas com a finalidade de ler e executar instruções, interagindo com um sistema que deve ser controlado, através de dispositivos de input e output do tipo digital ou analógico (norma IEC 61131-1).

O PLC é um computador que realiza funções de controle em vários níveis de complexidade. O aspecto interessante do PLC é que ele pode ser programado e utilizado por pessoas sem um grande conhecimento no uso do computador.

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9 - FERRAMENTAS DE ENGENHARIA REVERSA

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CAPÍTULO

9

FERRAMENTAS DE ENGENHARIA

REVERSA

❚ INTRODUÇÃO

Engenharia reversa é o processo de analisar o projeto de um produto comercial de forma sistemática. As técnicas de engenharia reversa1 são muito usadas pelas empresas, seja para avaliar a qualidade de produtos de outras empresas, seja para aperfeiçoar produtos da própria empresa.

O termo engenharia reversa também é aplicado ao uso do escaneamento tridimensional para obter um modelo digital de um produto.

Uma vez criado o modelo digital, a prototipagem rápida pode ser usada para produzir um modelo físico do produto. O capítulo começa com uma discussão do escaneamento tridimensional e termina com uma discussão da prototipagem rápida.

❚ ESCANEAMENTO TRIDIMENSIONAL

Introdução

Nesta seção será discutida a forma como os modelos do CAD são gerados a partir dos dados de um escaneamento tridimensional.2

Do ponto de vista do escaneamento tridimensio1

No caso dos programas de computador, o termo engenharia reversa é usado para designar o processo de converter o programa de uma versão em linguagem de máquina (que, presumivelmente, é a única disponível) para uma versão na linguagem de alto nível, em que o programa foi escrito originalmente.

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CAPÍTULO 3 - BALANÇOS DE MASSA

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CAPÍTULO 3

Balanços de Massa

3.1

3.2

Introdução a Balanços de Massa

Uma Estratégia Geral para a Resolução de Problemas de Balanço de Massa

Ao estudar este capítulo, você deve ser capaz de

1. Desenvolver o entendimento conceitual de balanços de massa

2. Entender os conceitos de sistemas abertos, sistemas fechados, sistemas em estado estacionário e em estado não estacionário

3. Expressar em palavras como obter os balanços de massa de processos envolvendo simples ou múltiplos componentes

4. Familiarizar-se com a estratégia que o auxiliará na resolução de problemas de balanço de massa

Se as pessoas soubessem quão árduo eu trabalhei para chegar à minha mestria, não a consideraria tão maravilhosa assim.

Michelangelo

No Capítulo 3, introduziremos o conceito de balanço de massa. O balanço de massa nada mais é que a aplicação da lei de conservação de massa: “Matéria não é criada nem destruída.” O entendimento dessa declaração na prática e como você pode usar esse conceito para resolver problemas de diferentes graus de complexidade requerem um pouco de explicação.

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Grupo A (10)
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Capítulo 2 - Transformadores

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CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Capítulo 6 - Máquinas polifásicas de indução

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CAPÍTULO

6

Máquinas polifásicas de indução

O

objetivo deste capítulo é estudar o comportamento das máquinas de indução polifásicas. Nossa análise começará com o desenvolvimento de circuitos equivalentes monofásicos, cuja estrutura genérica é sugerida pela semelhança existente entre uma máquina de indução e um transformador. Esses circuitos equivalentes podem ser usados para estudar as características eletromecânicas da máquina de indução e o efeito da carga apresentado pela máquina sobre a sua fonte de energia, seja ela uma fonte de frequência fixa, como um sistema de potência, seja um acionamento de motor com frequência e tensão variáveis.

6.1

Introdução às máquinas de indução polifásica

Como foi mostrado na Seção 4.2.1, no motor de indução a corrente alternada é fornecida diretamente ao estator, ao passo que o rotor recebe a corrente por indução, como em um transformador, a partir do estator. O enrolamento de estator é do tipo discutido na Seção 4.5, como na máquina síncrona. Quando a excitação é feita por uma fonte polifásica equilibrada, um campo magnético é produzido no entreferro girando na velocidade síncrona. Essa velocidade é determinada pelo número de polos do estator e pela frequência fe aplicada ao estator (Equação 4.44).

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Capítulo 8 - Máquinas de relutância variável e motores de passo

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CAPÍTULO

8

Máquinas de relutância variável e motores de passo ossivelmente, a máquina de relutância variável1 (em geral abreviada como

MRV) é a mais simples das máquinas. Consistem em um estator com enrolamentos de excitação e um rotor magnético com saliências. Os condutores do rotor não são necessários porque o conjugado é produzido pela tendência do rotor a se alinhar com a onda de fluxo produzida pelo estator, de modo a maximizar os fluxos concatenados que resultam da aplicação de uma determinada corrente de estator.

Nessas máquinas, as indutâncias dos enrolamentos do estator são funções da posição angular do rotor. Assim, o conjugado produzido por essas máquinas pode ser analisado usando as técnicas do Capítulo 3.

Embora o conceito de MRV seja conhecido já há muito tempo, apenas nas décadas recentes essas máquinas alcançaram um amplo uso em aplicações de engenharia.

Isso é devido em grande parte ao fato de que, embora sejam de construção simples, o seu controle é um tanto complicado. Por exemplo, a posição do rotor deve ser conhecida para que os enrolamentos de fase sejam apropriadamente energizados. A grande disponibilidade e o baixo custo da computação digital em combinação com a eletrônica de potência tornaram as MRVs competitivas com outras tecnologias de motores em uma larga faixa de aplicações.

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Capítulo 10 - Controle de velocidade e conjugado

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CAPÍTULO

10

Controle de velocidade e conjugado

O

s motores elétricos são empregados em muitas aplicações que requerem controle de velocidade e conjugado. A maioria das máquinas CA do século passado tendia a ser empregada basicamente como dispositivos de velocidade única.

Normalmente, elas funcionavam com fontes de frequência fixa (na maioria dos casos era a rede elétrica de 50 ou 60 Hz), ao passo que o controle da velocidade requeria uma fonte de velocidade variável. Assim, as aplicações que exigiam velocidade variável e conjugado controlado eram atendidas por máquinas CC, que podem proporcionar controle de velocidade altamente flexível, embora a certo custo porque elas são mais complexas, mais caras e necessitam de mais manutenção do que as máquinas CA.

A disponibilidade de interruptores ou chaves de potência de estado sólido e microprocessadores para controle alterou muito essa situação. Hoje, é possível construir sistemas eletrônicos de potência capazes de fornecer as formas de onda de tensão/corrente e frequência variáveis necessárias para obter a operação com velocidade variável e controle de conjugado com máquinas CA. Como resultado, agora as máquinas CA substituíram as máquinas CC em muitas aplicações tradicionais e um amplo conjunto de novas aplicações se desenvolveu.

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Capítulo 4 - Introdução às máquinas rotativas

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CAPÍTULO

4

Introdução às máquinas rotativas

O

objetivo deste capítulo é introduzir e discutir alguns dos princípios que fundamentam o funcionamento das máquinas elétricas. Como será visto, esses princípios são comuns a ambas as máquinas (CA e CC). São desenvolvidas várias técnicas e aproximações utilizadas na redução de uma máquina real a modelos matemáticos simples, capazes de ilustrar os princípios básicos.

4.1

Conceitos elementares

A Equação 1.26, e = dλ/dt, pode ser usada para determinar as tensões induzidas por campos magnéticos variáveis no tempo. A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado λ decorrentes do movimento mecânico. Nas máquinas rotativas, as tensões são geradas nos enrolamentos ou grupos de bobinas quando estes giram mecanicamente dentro de um campo magnético, ou quando um campo magnético gira mecanicamente próximo aos enrolamentos, ou ainda quando o circuito magnético é projetado de modo que a relutância varie com a rotação do rotor. Por meio desses métodos, o fluxo concatenado em uma bobina específica é alterado ciclicamente e uma tensão variável no tempo é gerada.

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Grupo A (1419)
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Capítulo 14 - Características do leite

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14

Características do leite

David S. Horne

CONTEÚDO

14.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 905

14.1.1  Alguns fatos e percepções . . . . . . . . . . . 906

14.2  Lactação, evolução e síntese do leite . . . . . 907

14.2.1  Biossíntese do leite . . . . . . . . . . . . . . . . 909

14.3  Composição do leite de vaca . . . . . . . . . . . 911

14.3.1  Proteínas do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . 911

14.3.1.1  Caseínas e micelas de caseína . . . . . 912

14.3.1.2  Estrutura primária da caseína e interações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 913

14.3.1.3  Estrutura e organização da micela de caseína . . . . . . . . . . . . . . . . . . 916

14.3.1.4  Proteínas do soro . . . . . . . . . . . . . . . 918

14.3.2  Lipídeos e glóbulos de gordura do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 920

14.3.2.1  Lipídeos do leite . . . . . . . . . . . . . . . 920

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Apêndice D - Equações de movimento em coordenadas cilíndricas

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Apêndice D

Equações de movimento em coordenadas cilíndricas

As equações de movimento de um fluido newtoniano incompressível com m, k e cp constantes são dadas aqui em coordenadas cilíndricas (r, u, z), que estão relacionadas com as coordenadas cartesianas (x, y, z) como na Figura 4.2: x 5 r cos u  y 5 r sen u  z 5 z (D.1)

Os componentes da velocidade são yr, yu e yz. Aqui estão as equações:

Continuidade:

(D.2)

Operador de derivada convectiva:

(D.3)

Operador laplaciano:

(D.4)

Equação da quantidade de movimento r:

(D.5)

Equação da quantidade de movimento u:

(D.6)

Equação da quantidade de movimento z:

(D.7)

822   Apêndice D   Equações de movimento em coordenadas cilíndricas

Equação da energia:

(D.8)

em que

(D.9)

Componentes de tensão viscosa:

(D.10)

Componentes de velocidade angular:

(D.11)

Apêndice E

Incerteza nos dados experimentais

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Capítulo 6. Indutância e capacitância

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capítulo 6

Indutância e capacitância

Resistência, indutância e capacitância são as três propriedades básicas de circuitos empregadas para controlar as tensões e as correntes nos circuitos elétricos CA. Cada uma dessas propriedades comporta-se de uma maneira diferente. A resistência se opõe à circulação de corrente, a indutância se opõe a qualquer variação na corrente, enquanto a capacitância se opõe a qualquer variação na tensão. Além disso, as resistências dissipam energia na forma de calor (energia térmica), ao passo que as indutâncias e capacitâncias armazenam energia. Neste capítulo, estudaremos as propriedades elétricas particulares de indutores e capacitores.

Objetivos deste capítulo

Discutir os efeitos indutivo e capacitivo nos circuitos CC e CA

Explicar o conceito de reatância indutiva e os fatores que a afetam

Calcular a reatância indutiva de uma bobina

Explicar o conceito de reatância capacitiva e os fatores que a afetam

Calcular as reatâncias indutiva e capacitiva

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7. Guias de onda

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CAPÍTULO

7

GUIAS DE ONDA

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Desenvolver equações que governem a propagação de onda em guias de onda retangulares

■ Descrever os modos de propagação, a freqüência de corte, a impedância e a propagação de ondas em guias de onda retangulares

■ Discutir os modos de propagação e a distribuição de campos em guias de onda dielétricos

■ Descrever os componentes de um sistema de comunicações por fibra óptica

■ Determinar a potência e o tempo de subida do sistema para o projeto de sistemas de fibra óptica

No Capítulo 2, vimos como um par de condutores era utilizado para guiar a propagação da onda eletromagnética. Essa propagação se dava pelo modo TEM, no qual ambas as componentes do campo elétrico e do campo magnético eram transversais, ou perpendiculares, à direção de propagação. Neste capítulo, investigaremos estruturas para guiar as ondas capazes de suportar a propagação em modos não-TEM, designados modos TE e TM.

O termo genérico guia de onda se refere a qualquer estrutura que suporte a propagação de uma onda. Apesar das LTs serem tecnicamente um subconjunto dos guias de onda, em geral, o uso do termo guia de onda se refere às construções que suportam apenas modos de propagação não-TEM. Tais construções compartilham um importante tratado: elas são incapazes de suportar a propagação de onda abaixo de uma determinada freqüência, denominada freqüência de corte. Os tipos de guias de onda mais comuns são apresentados na Figura 7.1.

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Capítulo 2 - Arranjos numéricos, de células e de estruturas

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2

Arranjos numéricos, de células e de estruturas

Um dos pontos fortes do MATLAB é a sua capacidade de manipular coleções de itens, chamadas de arranjos, como se elas fossem uma entidade única. A funcionalidade de manipulação de arranjos significa que os programas em MATLAB podem ser muito pequenos.

O arranjo é o bloco de construção básico no MATLAB. As seguintes classes de arranjos estão disponíveis no MATLAB 7: numérico

caractere

lógico

Arranjo célula estrutura

function handle

Java

Até agora, utilizamos apenas arranjos numéricos, que são arranjos que contêm apenas valores numéricos. Dentro da classe numérica estão as subclasses single

(precisão simples), double (precisão dupla), int8, int16 e int32 (números inteiros com sinal constituídos de 8 bits, 16 bits e 32 bits), e uint8, uint16 e uint32 (números inteiros sem sinal constituídos de 8 bits, 16 bits e 32 bits). Um arranjo de caracteres

é um arranjo que contêm strings. Os elementos de arranjos lógicos são “verdadeiros” ou “falsos”, os quais, apesar de serem representados pelos símbolos 1 e 0, não são quantidades numéricas. Estudaremos os arranjos lógicos no Capítulo 4.

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Editora Manole (122)
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3. Ciências Sociais e Meio Ambiente

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Ciências Sociais e

Meio Ambiente

3

Fabiola Zioni

Socióloga, Faculdade de Saúde Pública – USP

A modernidade constitui o cenário no qual emergem as ciências so‑ ciais e, mais recentemente, a questão ambiental. Com o termo modernida‑ de pretende‑se definir um processo que se inicia por volta do século XV, na

Europa, marcado por profundas transformações em todas as dimensões da vida humana – da produção, da sociabilidade, da representação simbólica do mundo, das relações sociais e de poder – fenômeno que, ao longo de 500 anos, se estendeu por todo o planeta, transformando os diferentes contex‑ tos (físicos e sociais) em que, progressivamente, foi acontecendo.

Esse processo tem maior visibilidade na organização capitalista das rela‑

ções de produção e consumo, mas não pode ser confundido com ela. Ainda que contemporâneos e bastante relacionados, a modernidade não se reduz ao curso de expansão capitalista, mesmo que este venha moldando todos os campos da atividade humana.

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Capítulo 13 - Gestão Ambiental em Empresa de Saneamento Básico

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Gestão Ambiental em Empresa de

Saneamento Básico

13

Wanderley da Silva Paganini

Engenheiro Civil e Sanitarista, Sabesp

Paula Márcia Sapia Furukawa

Engenheira Civil, Sabesp

Miriam Moreira Bocchiglieri

Engenheira Civil, Sabesp

INTRODUÇÃO

Disponibilizar os serviços de saneamento básico para as populações é o principal foco dos prestadores de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. A carência destes serviços ainda é muito grande no país, conforme informações do Ministério das Cidades, através do Sistema

Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – (Brasil, 2007), refe‑ rentes ao atendimento em abastecimento de água e esgotamento sanitário apresentados na Figura 13.1, no qual o índice tratamento dos esgotos gera‑ dos não ultrapassa 32,5%.

Esses índices acompanham a priorização histórica mundialmente ado‑ tada para o saneamento, da seguinte forma: a primeira providência, o abas‑ tecimento de água, é a ação mais significativa do saneamento no que se refere à promoção da saúde pública; a segunda providência, coleta e afasta‑ mento de esgotos, são ações sanitárias de âmbito local, visto que se retiram os esgotos do entorno das populações; e, finalmente, o tratamento de esgo‑ tos, ação ambientalmente adequada, de âmbito regional, uma vez que seus

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4. Saúde Ambiental

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Saúde Ambiental

4

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Tadeu Fabrício Malheiros

Engenheiro civil e ambiental, Escola de Engenharia de São Carlos – USP

A crise socioambiental e a questão do desenvolvimento sustentável

Um mundo em rápido e permanente processo de mudança foi o cenário das últimas seis décadas. A reestruturação das economias globais, com um crescente enriquecimento de países e paradoxalmente a baixa capacidade de distribuição desse ganho para a população, deixou passivos sociais e ambientais significativos. Refletem, dessa forma, em desafios na gestão atual dos espaços antrópicos e naturais, pois induzem situações de conflito por prioridades políticas e acabam reforçando decisões fragmentadas e de baixa efetividade.

Uma das evoluções mais animadoras dos últimos anos tem sido o amplo progresso registrado no desenvolvimento humano de muitos países em desenvolvimento e a sua emergência no cenário mundial: a “ascensão do Sul”.

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16. Educação Ambiental como Instrumento de Participação

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Educação Ambiental como Instrumento de

Participação

16

Mary Lobas de Castro

Bióloga, Universidade Mogi das Cruzes

Sidnei Garcia Canhedo Jr.

Biólogo, Optalert, Austrália

Historicamente, o Brasil não registra processos significativos de participação da sociedade na discussão dos problemas comuns, na tomada de deliberações de alcance geral, nem em formas mais simples de atuação política e social.

Fora do Brasil, os conceitos de participação só se tornaram viáveis e efetivos a partir do final da primeira metade do século XIX, com a afirmação dos movimentos liberais. Na verdade, os princípios básicos tirados do

Liberalismo e do Iluminismo, por exemplo, a trilogia da Revolução Francesa (1789), liberdade, igualdade e fraternidade, e a Declaração dos Direitos do Homem da Revolução Americana, propiciaram uma renovação de ideias e a maturação de teses políticas inovadoras.

Sabe-se que o ideário liberal afirmava com ênfase os direitos individuais em oposição ao controle social coletivo. Não se tratava, evidentemente, de um processo destinado a enfatizar a participação de grupos ou facções no debate e nas deliberações sobre temas de interesse geral.

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12. Apêndice: conceitos e aplicações de matemática financeira

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12

Apêndice: conceitos e aplicações de matemática financeira

O caráter multidisciplinar do presente trabalho justifica a inclusão deste apêndice como um elemento auxiliar de consulta, útil na resolução dos exercícios propostos.

O desafio maior em relação à aplicação das ferramentas matemáticas aqui apresentadas não é, absolutamente, o de realizar os cálculos correspondentes, facilitados que são pelas calculadoras financeiras e/ou pelas planilhas eletrônicas. O desafio maior está na interpretação adequada dos resultados desses cálculos. Para facilitar tal interpretação é que se inclui este apêndice em um trabalho sobre gestão estratégica do saneamento.

O leitor encontrará, a seguir, explicações conceituais básicas, além de técnicas de cálculo e exemplos de aplicações dessas técnicas e dos conceitos básicos. Cabe lembrar que a matemática financeira oferece ferramentas simples, mas insubstituíveis em todos os processos de tomadas de decisão que envolvam valores de qualquer natureza e riscos de qualquer espécie.

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