Manole (49)
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Medium 9788520433270

Prefácio

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

pr e fác i o

Com este volume, terminamos a Série de textos relativos à química, destinados a alunos de engenharia. Desta vez, nosso foco é a água em seus variados aspectos, indo além das considerações estritamente químicas, como foi também o caso nos volumes anteriores.

Nos dois primeiros capítulos, abordamos aspectos estruturais, sendo que, no segundo, damos ênfase às ligações de hidrogênio, responsáveis pelas propriedades únicas desse líquido.

No Capítulo 3, descrevemos a distribuição assaz desigual das

águas no planeta e, no Capítulo 4, destacamos a grande importância das águas na regulação do clima na superfície terrestre.

O Capítulo 5 discute água como fonte de energia em várias formas, com destaque para a energia hidrelétrica.

O Capítulo 6 comenta tanto o transporte da água como o seu uso como meio de transporte.

No Capítulo 7, abordamos alguns aspectos do uso da água na agropecuária, sem aprofundar muito o tema.

X III

Curs o d e Qu í mi ca pa ra Engenha ria . volume III : água

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Medium 9788520433270

7. Água na agropecuária

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

7

Água na ag ropecuár ia

7.1 O Brasil produz alimentos para o mundo

O leitor deve estar ciente de que o Brasil está perto de ser o principal provedor de alimentos do planeta e que sua economia depende pesadamente da agroindústria. O governo brasileiro costuma ter grande predileção pela indústria, que certamente também é da maior importância, mas é bom lembrar que países ricos e avançados são grandes produtores agrícolas. Sem ir mais longe, é o caso dos Estados Unidos (EUA), do Canadá, da Austrália e, principalmente, da própria União Europeia (UE). No caso da UE, essa produção é possível mediante enormes subsídios aos produtores agrícolas. O Brasil tem tentado reverter essa conduta dos europeus por décadas, mas com modesto sucesso.

O Brasil possui uma das maiores áreas de terra cultivável, mas não é só isso que conta. Há empreendedorismo na agroindústria e inclusive uma cultura familiar bem-sucedida. A tecnologia brasileira

é altamente avançada, em grande medida graças à Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). É preciso lembrar-se também da contribuição de institutos de pesquisa estaduais, como as feitas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC).

99

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Medium 9788520433270

Sumário

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

sumár i o

Prólogo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

1. Água: estrutura química e molecular . . . . . . . . . . . . 1

2. A água e a ligação de hidrogênio . . . . . . . . . . . . . 27

3. Distribuição geográfica da água . . . . . . . . . . . . . . 43

4. Água e clima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

5. Água e fontes de energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79

6. Água e transporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91

7. Água na agropecuária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

8. Salvemos nossas águas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103

Índice remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145

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Medium 9788520427064

10. Deterioração e envelhecimento do pão

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

10. Deterioração e envelhecimento do pão

Irene M. C. Pateras

10.1 Introdução

O pão é o alimento básico mais importante do mundo ocidental, sendo reconhecido como uma mercadoria perecível, que está na sua melhor condição quando consumido “fresco”. Infelizmente, ele permanece “fresco” de verdade só durante algumas poucas horas depois que deixa o forno. No armazenamento, fica sujeito a diversas mudanças, que levam à perda do seu frescor organoléptico. Os fatores que determinam a taxa de perda de frescor do pão durante o armazenamento são divididos em dois grupos principais: os atribuídos ao ataque microbiano e os que resultam de uma série de lentas mudanças químicas ou físicas, que conduzem à progressiva firmeza do miolo, referido em geral como “envelhecimento”.

10.2 Deterioração microbiana do pão

A fonte mais comum de deterioração microbiana do pão é o desenvolvimento de bolores. Menos comum, mas que ainda causa problemas em clima quente, é a condição de deterioração bacteriana, conhecida como rope, provocada pelo desenvolvimento da espécie Bacillus. A menos comum de todas as deteriorações microbianas no pão é aquela causada por certos tipos de leveduras.

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Medium 9788520433270

6. Água e transporte

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

6

Água e Trans porte

6.1 Tr ansporte de ág ua

Há muita água em movimento natural no Planeta: rios, chuvas, cataratas, ondas do mar, gêiseres. Mas, os movimentos são emprestados, seja pela gravidade, pelo vento ou pelo calor.

Uma forma antiga de transporte de água e que ainda persiste é pelo ser humano. Frequentemente, crianças ou mulheres carregam água em recipientes nos braços ou em cima da cabeça. Também diversos animais domesticados ainda são empregados para levar água de um lugar para outro. Outra forma de transporte do líquido é por meio de caminhões-pipa e navios-tanque. Até icebergs já foram puxados dos polos.

Sistemas de transporte de água podem ser realizados por aquedutos, por exemplo tubulações, túneis ou canais. O material desses sistemas deverá ser inerte, resistente, com pouca fricção e permeabilidade. As tubulações nas edificações evoluíram de ferro para cobre e logo para plástico.

Quando esse sistema de transporte não conta com o auxílio da gravidade,

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Grupo Gen (2349)
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Medium 9788521635116

Respostas das Questões

SANTOS, Thauan; SANTOS, Luan Grupo Gen PDF Criptografado

Respostas das Questões

R

Capítulo 1

1.1 Formação de capital é o aumento no estoque de capital produtivo de uma economia, constituído por tudo aquilo que não é diretamente trabalho humano aplicado

à produção (máquinas, equipamentos, instalações etc.). Os economistas desenvolvimentistas identificavam como o principal obstáculo para o desenvolvimento a reduzida formação de capital nos países pobres, porque o uso intensivo de capital tem como efeito elevar a produtividade da economia ao embutir tecnologias modernas e eficientes.

1.2 O meio ambiente era encarado apenas como uma fonte de recursos naturais a ser utilizado para o processo de desenvolvimento.

1.3 A abordagem do decrescimento propõe uma radical mudança na civilização ocidental, com o abandono da produção industrial em larga escala e do consumismo, valorizando-se mais o convívio social e práticas tradicionais e integradas com a natureza. O desenvolvimentismo levaria ao esgotamento de recursos naturais, devastação de ecossistemas, agravamento da pobreza e de condições de vida degradantes, vulnerabilidade social, perda de referências sociais e de identidade. As tentativas de integrar desenvolvimento e preservação ambiental nas diferentes fórmulas de desenvolvimento sustentável apenas agravam os problemas.

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Medium 9788521636595

Capítulo 10 Ebulição e Condensação

BERGMAN, Theodore L.; LAVINE, Adrienne S. Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo focamos em processos convectivos associados à mudança de fase de um fluido. Em particular, analisamos processos que podem ocorrer em uma interface sólido-líquido ou sólido-vapor, como a ebulição e a condensação. Nesses casos, os efeitos do calor latente associado à mudança de fase são significativos. A mudança do estado líquido para o estado vapor, em razão da ebulição, é mantida pela transferência de calor oriunda de uma superfície sólida; por outro lado, a condensação de um vapor para o estado líquido resulta em transferência de calor para a superfície sólida.

Como envolvem movimentação do fluido, a ebulição e a condensação são classificadas como tipos do modo de transferência de calor por convecção. Entretanto, elas são caracterizadas por fatores específicos. Em função de haver uma mudança de fase, a transferência de calor para ou a partir do fluido pode ocorrer sem influenciar na sua temperatura. Na realidade, na ebulição ou na condensação, altas taxas de transferência de calor podem ser atingidas com pequenas diferenças de temperaturas. Além do calor latente hfg, dois outros parâmetros são importantes na caracterização desses processos. São eles: a tensão superficial σ na interface líquido-vapor e a diferença de massas específicas entre as duas fases. Essa diferença induz uma força de empuxo, que é proporcional a g(ρlρv). Em função dos efeitos combinados do calor latente e do escoamento induzido pelo empuxo, as taxas e os coeficientes de transferência de calor na ebulição e na condensação são, em geral, muito maiores do que aqueles característicos da transferência de calor por convecção sem mudança de fase.

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Medium 9788521629429

CAPÍTULO 7: SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO

ANDRADE, Eduardo Leopoldino de Grupo Gen PDF Criptografado

7

Simulação de

Monte Carlo

Objetivos do Capítulo

Ao terminar o estudo deste capítulo, você estará apto a:

• Modelar processos empresariais que apresentam várias alternativas de solução, de modo a aplicar técnicas de simulação de resultados.

• Realizar simulações para a criação de cenários alternativos para decisões.

• Aplicar técnicas de MS-Excel para a realização de experimentos de simulação pelo método de Monte Carlo.

INTRODUÇÃO

RAZÕES PARA o uso da SIMULAÇÃO

A simulação de um sistema é a operação de um modelo que representa esse sistema, geralmente em computadores, respeitando-se todas as regras e condições reais a que o sistema está submetido. O modelo permite manipulações que seriam inviáveis no sistema real que ele representa, por causa do custo ou da impossibilidade de realizá-las.

Podem-se enumerar muitas razões para justificar o uso da simulação em administração. Entre elas destacam-se:

A simulação sempre foi usada pela humanidade como meio de representar os processos relativos aos sistemas em que as pessoas viviam. Nesse caso incluem-se a escultura, a pintura e todas as formas de representação de ideias. Em ciência, a utilização de modelos é uma atividade corriqueira, desde os modelos em escala reduzida (barragens, topografia, edificações etc.) até modelos de aviões para estudo de aerodinâmica e modelos analíticos de processos físicos e mentais.

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Medium 9788521624776

Tópico VIII - 41 - Sistemas de Geração de Energia Avançados e Alternativos

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

41

 1. Introdução

  2. Energia Solar Térmica

  3. Ciclos de Potência Solares

  4. Conversão de Energia Fotovoltaica

  5. Energia Eólica

  6. Conversão da Energia Térmica do Oceano

  7. Usinas das Ondas e das Marés

  8. Energia Geotérmica

  9. Células a Combustível

10. Magneto-Hidrodinâmica

11. Geradores Termoelétricos e Termoiônicos

12. Métodos de Armazenagem de Energia

13. Baterias

Nomenclatura a fator de interferência

A área

B densidade de fluxo magnético cp calor específico

Cp fator de potência

E campo elétrico

FL fator de perda

FR fator de remoção

Fs fator de sombreamento g aceleração da gravidade

I energia incidente k razão entre calores específicos k condutividade térmica

K fator de carga

KE energia cinética m

˙ vazão mássica p pressão

P potência q taxa de transferência de calor

˙

Q vazão volumétrica r raio

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Medium 9788521632948

2 - Conversor AC/AC

DUARTE, Marcelo de Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

2

Conversor AC/AC

Neste capítulo será estudada a primeira etapa (ou o primeiro bloco) de uma fonte de alimentação: o bloco conversor AC/AC. As formas de onda de entrada e saída do bloco serão apresentadas. Além disso, o componente que realiza essa função, o transformador, também será analisado aqui.

2.1  Bloco Conversor AC/AC

O nome conversor sugere que este bloco provoca modificações no sinal aplicado em sua entrada. Essa modificação, ou conversão, pode estar relacionada a mudanças no formato do sinal, ou em sua amplitude.

Um conversor AC/AC não tem a função de modificar a forma de onda do sinal, visto que, em sua entrada, será aplicado um sinal alternado (AC) e, em sua saída, também se apresentará um sinal alternado (AC).

CAP-02.indd 12

07/03/2017 11:43:26

Conversor AC/AC

A modificação se faz na amplitude dos parâmetros, ou seja, a tensão e a corrente que entram no conversor terão suas amplitudes diferentes na saída, em relação às suas amplitudes de entrada.

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 8 - Máquinas de relutância variável e motores de passo

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Máquinas de relutância variável e motores de passo ossivelmente, a máquina de relutância variável1 (em geral abreviada como

MRV) é a mais simples das máquinas. Consistem em um estator com enrolamentos de excitação e um rotor magnético com saliências. Os condutores do rotor não são necessários porque o conjugado é produzido pela tendência do rotor a se alinhar com a onda de fluxo produzida pelo estator, de modo a maximizar os fluxos concatenados que resultam da aplicação de uma determinada corrente de estator.

Nessas máquinas, as indutâncias dos enrolamentos do estator são funções da posição angular do rotor. Assim, o conjugado produzido por essas máquinas pode ser analisado usando as técnicas do Capítulo 3.

Embora o conceito de MRV seja conhecido já há muito tempo, apenas nas décadas recentes essas máquinas alcançaram um amplo uso em aplicações de engenharia.

Isso é devido em grande parte ao fato de que, embora sejam de construção simples, o seu controle é um tanto complicado. Por exemplo, a posição do rotor deve ser conhecida para que os enrolamentos de fase sejam apropriadamente energizados. A grande disponibilidade e o baixo custo da computação digital em combinação com a eletrônica de potência tornaram as MRVs competitivas com outras tecnologias de motores em uma larga faixa de aplicações.

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Medium 9788580553734

Capítulo 2 - Transformadores

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Medium 9788580553734

Capítulo 4 - Introdução às máquinas rotativas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Introdução às máquinas rotativas

O

objetivo deste capítulo é introduzir e discutir alguns dos princípios que fundamentam o funcionamento das máquinas elétricas. Como será visto, esses princípios são comuns a ambas as máquinas (CA e CC). São desenvolvidas várias técnicas e aproximações utilizadas na redução de uma máquina real a modelos matemáticos simples, capazes de ilustrar os princípios básicos.

4.1

Conceitos elementares

A Equação 1.26, e = dλ/dt, pode ser usada para determinar as tensões induzidas por campos magnéticos variáveis no tempo. A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado λ decorrentes do movimento mecânico. Nas máquinas rotativas, as tensões são geradas nos enrolamentos ou grupos de bobinas quando estes giram mecanicamente dentro de um campo magnético, ou quando um campo magnético gira mecanicamente próximo aos enrolamentos, ou ainda quando o circuito magnético é projetado de modo que a relutância varie com a rotação do rotor. Por meio desses métodos, o fluxo concatenado em uma bobina específica é alterado ciclicamente e uma tensão variável no tempo é gerada.

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Grupo A (1455)
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Medium 9788582715253

Referências

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

902  PARTE V  Operações de pós-processamento

Uma etiqueta de código de barras é criada para a caixa ou pallet, e é usada para todas as transações posteriores relacionadas ao item. Um computador controla a colocação de produtos desde a paletização até o armazenamento e seleção de pedidos para reduzir os custos de manipulação. Os pallets ou as caixas individuais são despachados usando leitores de código de barras portáteis ou scanner de identificação por radiofrequência. O operador pode selecionar produtos para pedidos, escanear caixas ou montar cargas de pallets de um pedido e também receber devolução de produtos. O sistema armazena a composição e o peso de cada pedido despachado, a data e a origem do produto.

A automação de todo o processo de compra inclui o recebimento de cargas, empilhamento em armazéns, atribuição, seleção e envio de alimentos para e de cada armazém. Os grandes armazéns usam sistemas computadorizados de roteamento de caminhões, que armazenam informações sobre níveis de estoque, sua localização em um armazém e o layout do armazém. Os veículos guiados automaticamente (VGA) seguem rotas fixas guiadas por fios enterrados no chão do armazém ou linhas coloridas pintadas no chão. Estes estão sendo substituídos por VGA de “rota livre” e veículos guiados por visão (VGV), nos quais um computador atribui uma rota ideal para cada veículo. Os alimentos embalados são paletizados e cada pacote e pallet é codificado com um código de barras ou uma etiqueta de identificação por radiofrequência que é lida por um microprocessador. O estoque codificado é atribuído a um local de estoque pelo computador, que compila em sua memória um mapa do armazém e os níveis de estoque atuais. O progresso de cada

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Medium 9788563308191

Balanceamento

Norton, Robert Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

12

BALANCEAMENTo

A moderação é o melhor, como também evitar todos os extremos.

PlutaRCO

12.0

INTRoDUÇÃo

Qualquer elo ou membro que está em rotação pura pode, em teoria, ser perfeitamente balanceado para eliminar todas as forças vibratórias e momentos vibratórios. É uma prática de projeto aceitável balancear todos os membros em rotação em uma máquina, a menos que forças vibratórias sejam desejadas (como em um mecanismo vibratório, por exemplo). Um membro rotativo pode ser balanceado estática ou dinamicamente. O balanço estático é um subsistema do balanço dinâmico. Realizar um balanceamento completo requer que seja feito um balanceamento dinâmico. Em alguns casos, o balanceamento estático pode ser um substituto aceitável para o balanceamento dinâmico e é geralmente mais fácil de fazer.

Partes rotativas podem, e em geral devem, ser projetadas para serem inerentemente balanceadas por suas geometrias. Entretanto, as variabilidades das tolerâncias de produção garantem que ainda haverá algum desbalanceamento em cada parte. Assim, um procedimento de balanceamento deverá ser aplicado a cada parte depois de manufaturada. A intensidade e posição de qualquer desbalanceamento podem ser medidas com bastante precisão e compensadas pela adição ou remoção de material nos lugares certos.

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Medium 9788580550023

3. A ARQUITETURA DA ÍNDIA ANTIGA E DO SUDESTE DA ÁSIA

Fazio, Michael Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

A ARQUITETURA DA ÍNDIA ANTIGA

E DO SUDESTE DA ÁSIA

A

pré-história da Índia é, em grande parte, um relato dos assentamentos ao longo do vale do Indo e suas planícies fluviais – atualmente parte do Paquistão e Afeganistão –, onde diversas culturas regionais prosperaram a partir de cerca de 3000 a.C. Essa fase madura durou cerca de mil anos, iniciando em meados de 2700 a.C., quando Harappa (na porção nordeste do vale) e Mohenjo-Daro (no Indo, quase 640 quilômetros a sudoeste) aparentemente eram as principais cidades de uma extensa

área. Muitos detalhes sobre a cultura dessa região ainda são bastante obscuros, pois não há unanimidade entre os estudiosos quanto ao alfabeto de Harappa, que possui mais de 400 caracteres. Em todo caso, muitos dos escritos que restaram são encontrados em timbres pessoais, os quais dificilmente revelarão muito sobre essa civilização. A base da economia era a agricultura, facilitada pela irrigação e a inundação periódica provocada pelos rios. Havia também o comércio, não somente interno, mas também com assentamentos do sul da Arábia e da Mesopotâmia. Como resultado, houve algumas influências culturais externas. A civilização com escrita no vale do Indo foi de desenvolvimento posterior e de curta duração, se comparada a da Mesopotâmia ou do Egito, porém, a região sobre a qual o vale do Indo exercia controle era maior. Mais de 1.000 sítios arqueológicos de Harappa foram identificados ao longo de uma área de quase 1,3 milhão de km².

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Medium 9788580552102

Capítulo 7 - Mais informações sobre amplificadores de pequenos sinais

Charles Schuler Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

Mais informações sobre amplificadores de pequenos sinais

Normalmente, um único estágio de amplificação não é suficiente. Este capítulo aborda amplificadores com múltiplos estágios, bem como os métodos utilizados para transferir sinais de um estágio para a etapa seguinte. Os amplificadores com transistores de efeito de campo também são abordados. Este capítulo também discute a realimentação negativa e a resposta em frequência.

Objetivos deste capítulo

Identificar os métodos padrão de acoplamento de sinal e citar suas características.

Calcular a impedância de entrada de amplificadores do tipo emissor comum.

Determinar o ganho de tensão em amplificadores em cascata.

Desenhar a reta de carga de sinal de um amplificador emissor comum.

Resolver circuitos amplificadores com FETs.

Identificar a realimentação negativa e citar seus efeitos.

Determinar a resposta em frequência de um amplificador emissor comum.

Assim, há uma tensão de 4 V no capacitor C2.

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Medium 9788582715253

25.5 Fechamentos com indicador de adulteração e fechamentos antiviolação

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 25   Envase e fechamento de recipientes   871

to é geralmente necessário para firmar um pacote embalado de forma mais frouxa, ao passo que embalagens que contornam o produto requerem uma razão maior de encolhimento. Existem dois tipos de embalagem por encolhimento: encolhimento do tubo e sobre-embalagem. O tamanho do filme necessário para embalar por encolhimento um pacote por encolhimento do tubo é calculado usando

Largura 5 A 1 ¾C (25.4)

10% de tolerância

Comprimento 5 2(B 1 C) 1 de encolhimento  

(25.5) onde A (m) 5 largura do pacote, B (m) 5 comprimento do pacote e C (m) 5 altura do pacote.

A massa total de filme utilizada é igual à largura multiplicada pelo comprimento, dividida pelo rendimento (o inverso da densidade do filme)

2

21

(m kg ). O tamanho do filme necessário para embalar por encolhimento uma sobre-embalagem utilizando um filme centrado é encontrado usando

10% de tolerância de encolhimento

�(25.6)

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Editora Saraiva (51)
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Medium 9788576140603

Anexo A - Exercícios

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Anexo A - Exercícios

1. Assinale a alternativa correta em relação aos meios de contrastes radiológicos: a) O contraste iodado não iônico é radiotransparente e se dissolve em água. b) O ar é um meio de contraste radiológico radiopaco. c) O contraste iodado iônico é radiotransparente e não se dissolve em água. d) O sulfato de bário é um contraste radiopaco que se dissolve em água. e) O contraste iodado iônico é radiopaco e não se dissolve em água.

2. Os contrastes iodados hidrossolúveis estão indicados na rotina do estudo radiográfico de: a) Intestino grosso e fistulografias. b) Estômago e duodeno. c) Intestino delgado com duplo contraste e colangiografia pré-operatória. d) Sistema urinário e intestino delgado com duplo contraste. e) Sistema vascular e sistema urinário.

3. Qual a vantagem dos contrastes hidrossolúveis não iônicos em relação aos iônicos? a) São mais bem tolerados pelo organismo. b) Maior nefrotoxicidade. c) Maior atividade anticoagulante. d) Maior osmolaridade. e) Quando em solução, dissociam-se em duas fases.

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Medium 9788536508207

2 - Subestação

BARROS, Benjamim Ferreira de; BORELLI, Reinaldo; GEDRA, Ricardo Luis Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Subestação

Para começar

Os principais aspectos relacionados às subestações de energia das concessionárias e dos consumidores, mostrando as características construtivas dos principais equipamentos empregados no seu funcionamento serão apresentados a seguir.

2.1 Introdução

Desde a Pré-história, o homem vem utilizando mecanismos que possam reduzir o esforço físico em suas atividades e aumentar o conforto no seu dia a dia. Criando e dominando técnicas o homem descobriu o fogo, a força das águas, dos ventos, inventou a roda e domou animais, entre outros. Contudo, um acontecimento no final do século XIX revolucionou a vida do homem, a energia elétrica começou a ser introduzida no cotidiano das pessoas, crescendo sua utilização ano após ano.

No início, a produção de energia elétrica ocorria próximo dos locais de consumo, diminuindo o impacto da transmissão. Com o aumento da dependência da energia elétrica tornou-se necessário a construção de novas usinas de elevada capacidade e que, muitas vezes, estavam longe dos centros de consumo, sendo preciso elevar a classe de tensão para compensar a perda da transmissão.

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Medium 9788576140603

Sistema Esquelético

FELISBERTO, Marcelo Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Sistema Esquelético

No humano adulto o sistema esquelético é formado por aproximadamente 206 ossos e suas cartilagens e articulações. Esses ossos e cartilagens são unidos por ligamentos e, juntamente com os músculos, proporcionam o movimento corporal. As funções do sistema esquelético são:

³³ Reserva de sais minerais, principalmente cálcio e fósforo;

³³ Proteção e sustentação do corpo;

³³ Promoção de movimento juntamente com os músculos;

³³ Produção de células sanguíneas pela medula óssea vermelha localizada dentro de

alguns ossos.

Artrografia

É um exame radiológico que avalia as estruturas internas de articulações sinoviais e tecidos moles associados. Entre as articulações que podem ser avaliadas por esse método incluem-se joelho, ombro, quadril, tornozelo, cotovelo, articulação temporomandibular e punho.

77

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

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Medium 9788536506272

2. Agricultura Familiar no Brasil

SILVA, Rui Correia da Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Agricultura

Familiar no Brasil

Para começar

Agora que já apreciamos um pouco da história da extensão rural e suas atualidades e o papel do extensionista, precisamos aprender quem está na outra ponta das ações públicas e das pesquisas. Vamos conhecer o produtor rural. Começaremos tratando do agricultor rudimentar até chegarmos aos produtores dos dias atuais. Falaremos sobre o agricultor familiar, conheceremos um pouco o seu comportamento, como ele é visto e sua classificação segundo a política pública e sob a ótica da economia.

Buscaremos entender as necessidades, os anseios e os entraves que fazem parte da vida desse personagem que passa os dias clamando por chuvas no cultivo e sol na colheita, lastimando pragas e doenças e bendizendo as grandes safras obtidas. Ele é o grande responsável por toda a variedade de alimentos que ingerimos diariamente. Pode não parecer, mas uma simples fatia de pão com manteiga envolve um número surpreendente de pessoas: as que produzem as sementes, as que plantam para depois colher os grãos, as que moem os grãos para tornar farinha, as que da farinha fazem a massa e assim por diante - isso sem falar dos ovos e da produção da manteiga.

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Medium 9788536506272

4. Procedimentos na Assistência Técnica e Extensão Rural

SILVA, Rui Correia da Editora Saraiva PDF Criptografado

Procedimentos na

Assistência Técnica e Extensão Rural

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Para começar

Neste capítulo, apresentaremos algumas metodologias para levar ao conhecimento do agropecuarista as novas tecnologias e descobertas científicas, não de maneira individual, mas para grupos de produtores.

As formas são diversas, entretanto daremos especial atenção ao Dia de Campo, que nada mais é que uma forma de transmitir algum tipo de procedimento ou descoberta científica a um determinado número de interessados.

Procuraremos apresentar o Dia de Campo de modo prático. Para isso, vamos nos utilizar de alguns exemplos na sua construção.

4.1 Metodologias de transmissão de conhecimentos

Seria muito difícil o cientista, após a descoberta de algo, ter de ir de porta em porta, ou no nosso caso (um pouco mais complexo) ir de porteira em porteira, visitando agricultor por agricultor para transmitir essa sua descoberta. Se isso acontecesse assim, o cientista não teria tempo para estudar e criar novas metodologias e instrumentos para melhorar o desempenho agrícola.

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