Manole (26)
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Medium 9788520433287

9. A energia hidroelétrica é limpa?

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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A E NERG IA HIDROEL ÉTRICA É LIM PA?

A obtenção de energia hidroelétrica está crescendo e vários países estão construindo barragens, a China está à frente nesse processo. Lá, a central de Três Gargantas, no Rio Yangtzé, quando concluída, será a maior do mundo, superando a de Itaipu, no Rio Paraná, entre Brasil e Paraguai.

A água, ao cair das barragens, ou quando simplesmente flui para níveis mais baixos, faz as turbinas rodarem, gerando eletricidade; ou seja, energia potencial é transformada em energia cinética e logo em energia elétrica. Como ainda não possuímos meios de reserva de energia elétrica de alta capacidade, as represas programam a abertura de comportas para os períodos de aumento de consumo.

Mais uma vez, fala-se do sol, o gerador inicial. O calor do sol provoca a evaporação das águas que precipitam de locais altos, permitindo o acúmulo de energia potencial para ativar as turbinas das represas.

A energia hidroelétrica certamente é renovável, mesmo perdendo ainda em aplicação para os combustíveis fósseis. Contudo, podemos considerá-la limpa? A construção das represas tem um custo humano

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Medium 9788520433287

15. Comentários iniciais sobre o desastre nuclear em Fukushima

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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COMENTÁRIOS INICIAIS S O B R E O

D ESASTRE NUCLEAR EM FUK USH IMA

Levará ainda bastante tempo antes de se ter uma avaliação completa do desastre de Fukushima, onde o drama humano maior foi provocado pelo terremoto e pelo tsunami.

Passaram-se 25 anos desde o desastre nuclear de Chernobyl, ainda hoje cidade-fantasma e terra arrasada. Em Chernobyl, o césio contaminou em cadeia: o solo, a vegetação que extrai nutrientes do solo, o gado que se alimentava dessa vegetação, as pessoas que tomaram o leite de vacas contaminadas.

Por enquanto, a crise no Japão aparece como mais próxima do acidente de Three Mile Island em 1979, mesmo que ainda haja muita falta de informação. Na usina soviética, houve explosão do reator, enquanto, na americana, houve derretimento parcial das varetas de combustível. Esse parecia ser o caso no Japão, mas lá houve morte por radiação, o que não aconteceu em Three Mile Island.

Os autores agradecem aos alunos de pós-graduação do Instituto de Química de São

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Medium 9788520433270

4. Água e clima

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

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Água e clima

4.1 Int ro dução

Como se afirma neste texto, o sol de nosso sistema foi determinante no clima do planeta Terra por bilhões de anos, por conta da enorme quantidade de energia que envia – e continua sendo determinante.

As flutuações no clima também são devidas principalmente ao sol e

à relação estabelecida pelo Planeta com ele.

O planeta Terra não é um espectador inerte, que apenas recebe esse dom. O Planeta reage com seus movimentos e por meio da água nas suas formas gasosa, líquida e sólida. Os dois papéis principais da

água são atuar no efeito estufa, ao reter parte do calor que o sol lhe envia, e empregar sua capacidade amortecedora das mudanças de temperatura em virtude de seu alto calor específico (1 cal/g.oC).

Há várias décadas, a humanidade é inundada por uma postura alarmista de que a temperatura da Terra estaria aumentando por causa das atividades industriais, de transporte e agropecuárias do ser humano. Mais ainda, os propagadores dessa tese afirmam que tal aquecimento teria efeitos catastróficos sobre os seres vivos e o habitat. Quase toda a mídia e muitos governos têm aderido a essa preocupação. O mecanismo do aquecimento seria pelo aumento do efeito

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Medium 9788520433287

2. O petróleo não sairá tão logo

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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O PETRÓL EO NÃO SAIRÁ TÃO LOG O

Há uma importante pressão mundial para diminuir nossa dependência de combustíveis fósseis, como petróleo, gás natural e carvão. Muitos malefícios são atribuídos à produção do gás dióxido de carbono (CO2), pela combustão dos hidrocarbonetos das substâncias mencionadas.

Um hidrocarboneto saturado ou alcano tem a fórmula química geral dada pela equação (2.1)

CnH2n + 2 (2.1) em que n é o número de átomos de carbono.

A denominação saturado origina-se do fato de que as quatro valências químicas do carbono estão ocupadas, seja por outros átomos de carbono, seja por átomos de hidrogênio, isto é, existem apenas ligações químicas simples unindo o átomo de carbono a outros átomos.

Na maioria das vezes, esses átomos de carbono estão ligados a átomos de hidrogênio ou a outro átomo de carbono, originando a família dos alcanos, a classe mais simples dos hidrocarbonetos saturados.

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Medium 9788520433287

8. Celas a combustível

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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C E LAS A COMBUSTÍVEL

A julgar pelas apresentações de automóveis mais recentes, tanto o carro a hidrogênio como o veículo movido por cela a combustível não parecem fazer muito sucesso com os fabricantes. Pode-se acrescentar que essas duas últimas fontes de energia estão um tanto ausentes do noticiário no que tange a outras de suas aplicações, como a alimentação energética de residências, por exemplo.

A situação é extremamente dinâmica, com competições no campo econômico, tecnológico e até mesmo político, e os competidores são justamente países, empresas, prestígios e tradições.

A volatilidade das propostas tecnológicas inovadoras sofre pressão de fatores como efeito estufa, mudanças climáticas e aquecimento global. Parece ter sido criado um desespero no sentido de acabar com o uso de combustíveis fósseis. Como já foi antecipado no Capítulo 2, embora as inovações estejam sendo bem recebidas, os combustíveis fósseis permanecerão em uso ainda por muitas décadas. No Capítulo 14, o tema em debate mundial das eventuais

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Grupo Gen (2249)
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Medium 9788521635703

13 - A Intrusão Humana

COX, C. Barry; MOORE, Peter D.; LADLE, Richard J. Grupo Gen PDF Criptografado

A Intrusão Humana

O

Pleistoceno foi um período de instabilidade climática com um impacto considerável nos padrões de distribuição dos organismos sobre a face da Terra. Foi um período de extinções, mas também um período de evolução para alguns organismos. Houve muito debate se a especiação se tornou mais rápida ou mais lenta durante a Era do Gelo no Quaternário, e a conclusão geral é de que as taxas de extinção no Pleistoceno excederam as taxas de especiação

[1]. Para os mamíferos, foi um tempo de grande evolução, e a maioria das espécies vivas de mamíferos evoluiu durante o período do Quaternário, impulsionada por ambientes climaticamente instáveis [2]. Entre as espécies que evoluíram neste momento estava a nossa própria espécie, o “Homo sapiens”, que teve um impacto ainda maior na biogeografia da Terra do que a Era do Gelo. Por essa razão, sugeriram que esse período de tempo deveria ser conhecido como

“Antropoceno” [3,4].

O Surgimento dos Humanos

A

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Medium 9788521622284

Capítulo 8 - Sinais Aleatórios

NALON, José Alexandre Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

8

Sinais

Aleatórios

Em aplicações reais, o sinal processado não é conhecido a priori. Esse é o caso, por exemplo, do processamento de um sinal de voz ou das amostras de um sensor de controle.

O sinal só se torna conhecido a partir do momento em que suas amostras, uma a uma, são obtidas através do processo de amostragem. Isso é especialmente verdadeiro para sinais que são processados em tempo real por filtros causais, mas não é um problema menos real para sinais cujas amostras sejam todas conhecidas — um sinal cujas amostras estejam armazenadas em um arquivo, por exemplo. Isso é porque mesmo um sinal que tem todas as suas amostras conhecidas não apresenta necessariamente algum tipo de relação explícita e útil entre os domínios representados. Em aplicações reais, há um enorme grau de incerteza sobre as amostras que compõem o sinal.

A Figura 8.1 mostra um sinal de voz representando a sílaba “ni”. É possível notar que, ainda que todas as amostras desse sinal sejam conhecidas, é difícil extrair uma definição ou um conjunto de relações precisas com base nos conceitos vistos até o capítulo anterior.

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Medium 9788521634812

Capítulo 5 - Introdução à Análise Diferencial dos Movimentos dos Fluidos

FOX, Robert W.; MCDONALD, Alan T.; PRITCHARD, Philip J.; MICHTELL, John W. Grupo Gen PDF Criptografado

ca p í t u l o 

5

Introdução à Análise Diferencial dos

Movimentos dos Fluidos

5.1 Conservação da Massa

5.2 Função de Corrente para Escoamento

5.4 Equação da Quantidade de Movimento

5.5 Introdução à Dinâmica de Fluidos Computacional

5.3 Movimento de uma Partícula Fluida (Cinemática)

5.6 Resumo e Equações Úteis

Incompressível Bidimensional

(DFC)*

Estudo de Caso

Energia das Ondas: Conversor de Energia das Ondas Aquamarine Oyster

Aquamarine Power, uma empresa de energia das ondas localizada na Escócia, desenvolveu um inovador conversor de energia das ondas hidroelétrico, conhecido como Oyster (Ostra); um modelo de demonstração em escala foi instalado em 2009 e começou a produzir energia para residências em algumas regiões da Escócia.

Eles planejam possuir fazendas de ondas Ostra comercialmente viáveis em todo o mundo. Uma fazenda com 20 dispositivos

Oyster forneceria energia suficiente para 9000 residências, evitando as emissões de cerca de 2 3 106 kg de carbono.

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Medium 9788521628347

CAPÍTULO 13 - ACIONAMENTOS DE RELUTÂNCIA: ACIONAMENTOS DE MOTORES DE PASSO E RELUTÂNCIA CHAVEADA

MOHAN, Ned Grupo Gen PDF Criptografado

13

ACIONAMENTOS

DE RELUTÂNCIA:

ACIONAMENTOS DE

MOTORES DE PASSO E

RELUTÂNCIA CHAVEADA

13.1 INTRODUÇÃO

As máquinas de relutância operam em princípios que são diferentes daqueles associados com todas as máquinas discutidas até agora. Os acionamentos de relutância são geralmente classificados em três categorias: acionamentos de motores de passo, acionamentos de relutância chaveada e acionamentos de motor síncrono de relutância. São discutidos neste capítulo apenas os acionamentos do motor de passo e do motor de relutância chaveada.

Os acionamentos de motores de passo são amplamente utilizados para o controle de posição em muitas aplicações, por exemplo, nos periféricos de computadores, fábricas têxteis, processos de fabricação de circuitos integrados e robótica. Um acionamento de motor de passo pode ser considerado como um dispositivo eletromecânico digital, em que cada pulso elétrico de entrada resulta em um movimento do rotor, de um ângulo discreto denominado ângulo de passo do motor, como mostrado na Figura 13.1. Portanto, para uma variação desejada na posição, o número correspondente de pulsos elétricos é aplicado ao motor, sem a necessidade de nenhuma realimentação de posição.

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Medium 9788521615538

Capítulo 12 - Termodinâmica de Soluções: Aplicações

SMITH, Joe Mauk; VAN NESS, Hendrick C.; ABBOTT, Michael M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 12

Termodinâmica de Soluções:

Aplicações

Todas as equações fundamentais e definições necessárias da termodinâmica de soluções foram fornecidas no capítulo anterior. No presente capítulo examinamos o que pode ser aprendido a partir de experimentos. Em primeiro lugar, consideramos as medições de dados do equilíbrio líquido/vapor (ELV), dos quais as correlações para coeficientes de atividade são derivadas. Em segundo lugar, tratamos experimentos de mistura, que fornecem dados para variações das propriedades de mistura. Em particular, aplicações práticas da variação da entalpia de mistura, chamada de calor de mistura, são apresentadas em detalhes na Seção 12.4.

12.1

PROPRIEDADES DA FASE LÍQUIDA A PARTIR DE DADOS DO ELV

A Figura 12.1 mostra um vaso, no interior do qual uma mistura vapor e uma solução líquida coexistem em equilíbrio líquido/vapor. A temperatura T e a pressão P são uniformes em todo o vaso, e podem ser medidas com instrumentos apropriados. Amostras das fases vapor e líquida podem ser retiradas para análise, o que permite a obtenção de valores experimentais para as frações molares no vapor {yi} e as frações molares no líquido {xi}.

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Grupo A (1383)
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Medium 9788582715253

Referências

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7   Métodos de processamento mínimo   401

pos magnéticos oscilantes são apresentados por

Grigelmo-Miguel et al. (2011).

7.7.4  Raios X pulsados

A inativação microbiana por radiação ionizante está descrita na Seção 7.2 e, embora a cinética da inativação microbiana utilizando raios X pulsados não seja completamente compreendida, é provável que os mecanismos sejam semelhantes. Os raios X com amplo espectro de energia são produzidos focando um feixe de elétrons, em uma placa de conversão de metal pesado e, então, os raios X são filtrados para produzir radiação de alta energia e alta penetração. Comparados aos elétrons, que possuem uma profundidade de penetração de  5 cm nos alimentos, os raios X apresentam profundidades de penetração muito maiores (60–400 cm dependendo de sua força). O uso de raios X pulsados de alta intensidade é uma nova tecnologia que seguiu o desenvolvimento de um interruptor que poderia abrir por poucos nanossegundos e repetidamente liberar pulsos ultracurtos de energia (i.e., de até

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Medium 9788582715253

6.4 Alimentos funcionais

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

328   PARTE II   Processamento em temperatura ambiente tenha sido utilizada isoladamente no passado, a produção por Lactococcus lactis é o método mais barato e mais efetivo para remover este patógeno do queijo. L. lactis também foi utilizado para inibir o crescimento de Cl. botulinum em queijo processado e outros produtos lácteos, em carnes processadas, pescados (Suganthi et al., 2012), vegetais, sopas, molhos e cerveja. Verificou-se que os lipossomas (veja Seção 5.3.3) que contêm nisina aprisionada resistiram às temperaturas utilizadas na fabricação de queijo e permaneceram ativos contra L. monocytogenes durante o armazenamento (Were et al., 2003, 2004). A vantagem de utilizar bacteriocinas, como a nisina, é a redução ou a eliminação do uso de conservantes químicos, como nitrato, ácido sórbico e ácido benzoico.

Outras aplicações para a nisina foram revisadas por Jones et al. (2005) e Roller (2003). A ação antimicrobiana da pediocina PA-1 e suas aplicações em sistemas alimentícios são revisadas por

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Medium 9788582604175

Capítulo 8. A análise de engenharia

Luis Fernando Espinosa Cocian Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

A análise de engenharia

A

análise é uma das fases do método de procura por soluções na engenharia. A própria palavra análise, que deriva do grego análysis (ἀνάλυσις), está associada à ideia de exame de parte ou do todo para conhecer sua natureza, seus princípios ou elementos.

Neste capítulo você estudará:

O

conceito de análise.

O uso das ferramentas científicas e analíticas.

As matérias focadas em análise.

O método de análise da engenharia.

No escopo da engenharia pode-se definir análise como:

O conjunto de atividades que permitem conhecer as variáveis dos sistemas e as suas inter-relações, de forma detalhada e quantitativa, usando a matemática e os princípios da ciência e da engenharia apropriados para estabelecer previsões do desempenho das soluções aos problemas de engenharia. (COCIAN,

2009a, p. 108).

A análise de engenharia está fundamentada na matemática básica, incluindo: aritmética, álgebra, geometria, trigonometria, estatística e cálculo diferencial e integral. Em geral, envolve também a matemática avançada:

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Medium 9788582715451

Capítulo 3 - Carboidratos

Srinivasan Damodaran; Kirk L. Parkin Grupo A PDF Criptografado

Carboidratos

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Kerry C. Huber e James N. BeMiller

CONTEÚDO

3.1 Monossacarídeos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92

3.1.1  Isomerização dos monossacarídeos . . . . . 95

3.1.2  Formas cíclicas dos monossacarídeos . . . 95

3.1.3 Glicosídeos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

3.1.4  Reações dos monossacarídeos . . . . . . . . . 99

3.1.4.1  Oxidação a ácidos aldônicos e a aldonolactonas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100

3.1.4.2  Redução dos grupos carbonila . . . . . 101

3.1.4.3  Ácidos urônicos . . . . . . . . . . . . . . . . . 103

3.1.4.4  Ésteres do grupo hidroxila . . . . . . . . 103

3.1.4.5  Éteres do grupo hidroxila . . . . . . . . . 104

3.1.4.6  Escurecimento não enzimático . . . . . 105

3.1.4.7 Caramelização . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110

3.1.4.8  Formação de acrilamida em alimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111

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Medium 9788582711958

Capítulo 6 | Tecnologia de alimentos de origem vegetal

Cássia Regina Nespolo; Fernanda Arboite de Oliveira; Flávia Santos Twardowski Pinto; Florencia Cladera Olivera Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Tecnologia de alimentos de origem vegetal

As matérias-primas de origem vegetal (como frutas, hortaliças e grãos alimentícios) podem ser submetidas a diversos processos com o objetivo de aumentar seu tempo de vida útil e obter produtos alimentícios diversificados.

Neste capítulo, serão abordadas as principais etapas do processamento de frutas, hortaliças e grãos alimentícios e as operações preliminares comuns ao processamento desses vegetais.

Objetivos de aprendizagem

Apresentar os fundamentos do processamento de alimentos de origem vegetal.

Identificar as operações preliminares comuns ao processamento de frutas, hortaliças e grãos alimentícios.

Avaliar as diferentes características do processamento de frutas, hortaliças e grãos alimentícios.

Introdução

Os alimentos de origem vegetal (como as frutas e as hortaliças, por sua perecibilidade e sazonalidade) requerem um processamento que amplie sua distribuição e vida de prateleira. No caso específico dos cereais, principalmente do trigo, a produção de farinhas assume um papel importante, uma vez que elas servirão de insumo para inúmeros alimentos e para o aumento do aporte nutricional da alimentação humana.

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Editora Manole (122)
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Medium 9788520429754

Capítulo 24 - Agências Estaduais na Regulação do Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Agências Estaduais na

Regulação do

Saneamento Básico

24

Karla Bertocco Trindade

Advogada, Arsesp

INTRODUÇÃO

Essencial para a promoção e manutenção da saúde e da qualidade de vida das pessoas, o setor de saneamento básico, e em especial os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, permaneceu por duas décadas sem um modelo institucional definido e políticas públicas claras.

De certa forma pode‑se afirmar que, embora os serviços no país fossem prestados majoritariamente por entidades públicas (sociedades de econo‑ mia mista estaduais e autarquias municipais), o poder concedente, de fato, esteve distante da gestão ao longo desse período.

Esse período se estendeu do fim do Plano Nacional de Saneamento

(Planasa), e da extinção do antigo Banco Nacional da Habitação (BNH), em 1986, até a edição da Lei Federal n. 11.445, em janeiro de 2007, que dis‑ pôs sobre as diretrizes gerais para o setor. Essa época foi marcada por mui‑ tos debates entre os agentes setoriais, com destaque para as discussões sobre a titularidade para a organização e prestação dos serviços de saneamento básico em Regiões Metropolitanas e sistemas integrados, além das conse­ quências da eventual prestação dos serviços por entidades privadas.

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Medium 9788520432679

4. A interação entre o poder concedente e a agência reguladora

GALVÃO JR., Alceu de Castro; MELO, Alisson José Maia; MONTEIRO, Mario Augusto P. Editora Manole PDF Criptografado

4

A interação entre o poder concedente e a agência reguladora

Marcos Fey Probst

INTRODUÇÃO

A Lei federal n. 11.445/2007, que definiu as diretrizes nacionais para o setor do saneamento básico, equacionou de forma clara os diferentes papéis exercidos pelos diversos atores do saneamento. O planejamento, a regulação e a prestação dos serviços foram devidamente separados no novo marco regulatório do setor, de forma a possibilitar a nítida distinção entre as competências e funções executadas pelos titulares dos serviços, pelos prestadores e pela entidade de regulação.

Essa ruptura com o modelo então trazido pelo Planasa, criado ainda na década de 1970, que concentrava funções e competências no âmbito dos prestadores de serviços (especialmente nas concessionárias estaduais), acaba por ruir diante da Lei federal n. 11.445/2007, que, de forma precisa e elogiável, recuperou o prisma constitucional da titularidade dos serviços. Assim, o planejamento, a regulação e a prestação dos serviços possuem normas específicas, de modo que, em regra, são executadas por diferentes pessoas jurídicas.

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Medium 9788520429754

Capítulo 29 - Tarifas e Subsídios dos Serviços de Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Tarifas e Subsídios dos Serviços de

Saneamento Básico

29

Alejandro Guerrero Bontes

Engenheiro civil industrial, Inecon

INTRODUÇÃO

A Lei Nacional de Saneamento Básico (Lei n. 11.445, de 5 de janeiro de

2007) estabeleceu as diretrizes gerais para o desenho da estrutura tarifária e da política de subsídios do setor, com vistas à implantação de esquemas tarifários eficientes que incentivem o uso racional da água, assegurem o equilíbrio econômico‑financeiro dos prestadores de serviços em longo pra‑ zo e contemplem a existência de subsídios destinados a viabilizar o alcance dos objetivos de universalização dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

Nesse contexto, o objetivo deste capítulo é apresentar e discutir as principais metodologias e critérios de aplicação para definição de políticas tarifárias e de subsídios, de acordo com as orientações da Lei n. 11.445/2007.

O tema é muito amplo e não se tem a pretensão de esgotar o debate. Por‑ tanto, as propostas apresentadas neste capítulo são contribuições para a discussão dessas políticas.

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Medium 9788520429754

Capítulo 14 - Gestão de Perdas no Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Gestão de Perdas no Saneamento Básico

14

Luiz Celso Braga Pinto

Engenheiro Civil, Cagece

INTRODUÇÃO

Estimativas conservadoras apontam que o mundo perde, atualmente, em seus sistemas de água, 1/3 de toda a água tratada, equivalente a 32 bi‑ lhões de metros cúbicos, a um custo anual de US$ 18 bilhões. Com a cres‑ cente demanda mundial e o aumento da escassez, o controle de perdas tem a cada dia mais importância. A maioria dos especialistas acredita que, se ações de alto impacto não forem executadas em curto prazo, acontecerá uma crise mundial sem precedentes dentro de quinze anos. Por outro lado, considerando as tendências demográficas e econômicas, estima‑se que o mundo demandará 40% mais de água até 2025.

Nesse contexto, a redução de perdas de água é a melhor solução para que se possibilite o atendimento dessa demanda. Os países mais desenvol‑ vidos já vêm obtendo bons resultados, entretanto, o Brasil ainda se encon‑ tra acima da média mundial em relação a países desenvolvidos e em desen‑ volvimento, com aproximadamente 40% de perdas. As Figuras 14.1 e 14.2 apresentam os níveis de perdas de água potável em algumas cidades e países do mundo.

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Medium 9788520429754

Capítulo 40 - Normas ISO 24500 e Avaliação de Desempenho no Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

40

Normas ISO 24500 e

Avaliação de

Desempenho no

Saneamento Básico

Marcos Helano Fernandes Montenegro

Engenheiro Civil, Adasa

Guilherme Akio Sato

Administrador, Adasa

Thiago Faquinelli Timóteo

Estagiário de Gestão Ambiental, Adasa

INTRODUÇÃO

A International Organization for Standardization (ISO) é uma organi‑ zação não governamental que se constitui como federação de organizações nacionais de normalização de todas as regiões do mundo, uma por país, entre as quais está a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Cada membro da ISO é o principal organismo de normalização no seu país. Os membros propõem as novas normas, participam do desen‑ volvimento delas e prestam apoio aos grupos técnicos que, efetivamente, as desenvolvem.

Normas ISO 24500 e Avaliação de Desempenho no Saneamento Básico

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A ISO identifica quais normas internacionais são exigidas por empre‑ sas, governos e sociedades, e as desenvolve com a participação das várias partes interessadas desses setores. Essas normas são elaboradas por meio de processos transparentes e participativos, que se baseiam em informações técnicas, visando à sua implementação em todo o mundo. Apesar de vo‑ luntárias, as normas ISO são amplamente respeitadas e aceitas pelos setores públicos e privados, em nível internacional (Unido, 2008). As normas ISO, devidamente traduzidas, podem ser adotadas como normas pelas organi‑ zações nacionais de normalização.

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