Manole (26)
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Medium 9788520433270

1. Água: estrutura química e molecular

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

1

Água: estrutura quím ica e molecu lar

A molécula de água é uma das mais interessantes do ponto de vista químico porque apresenta características e propriedades únicas e de extrema importância para a vida. Você já parou para pensar por que os oceanos não congelam? Ou por que o gelo flutua? Ou, ainda, por que a água é o solvente universal? Alguns desses tópicos serão abordados quando forem pertinentes ao longo deste livro, mas pode-se dizer que as propriedades atômicas e moleculares são as responsáveis por tanta versatilidade para uma só molécula. Este livro tenta mostrar a beleza da química por meio da molécula de água e da sua importância na vida humana.

Os átomos e, consequentemente, suas propriedades, são a parte central da química; por isso, é interessante entender como eles podem se agrupar e se arranjar no espaço. O ponto de partida é a estrutura eletrônica, isto é, como os elétrons estão arranjados em torno do núcleo. Para entender a estrutura eletrônica, é preciso conhecer três partículas subatômicas: o elétron, o próton e o nêutron.

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Medium 9788520433287

7. Hidrogênio

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

7

H idrog ênio

O gás hidrogênio (H2) é mais uma opção de combustível, o que não deve ser confundido com seu emprego em celas a combustível (ver

Capítulo 8). Como combustível para motores de combustão interna, tem aplicação semelhante à do gás natural.

O uso de hidrogênio como combustível é vantajoso. Pode ser gerado por hidrólise da água, em um processo aparentemente limpo, por meio de corrente elétrica. De fato, o grau de limpeza dependerá da forma de obtenção da energia elétrica.

O acoplamento de energia eólica (ver Item 11.1) com planta de geração de hidrogênio por hidrólise é uma opção possível e uma alternativa às fontes de energias mais poluentes.

No entanto, as expectativas, e até promessas, da indústria automobilística de dez anos atrás estão se apagando. O custo de produção do carro a hidrogênio é dez vezes maior que o de um carro elétrico, que ainda é muito caro, se comparado ao movido a gasolina ou álcool.

Ainda há problemas difíceis e dispendiosos de armazenamento, transporte e rendimento do gás hidrogênio. Em algumas cidades do

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Medium 9788520433287

Introdução

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

INT RODUÇÃO

No prefácio deste livro, mencionamos um artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, em 20 de julho de 2010, o qual foi escrito pelo professor José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica da USP8, e que é encerrado da seguinte maneira: “Quanto aos professores, devem entender que a Engenharia mudou. Está mais centrada na gestão do que no projeto, de modo que a estrutura curricular deve contemplar essa evolução sentida pela nossa profissão”.

Como químicos com experiências diversas no ensino dessa área para estudantes de engenharia, sentimos há anos que o sistema não está provendo a forma e o conteúdo ideais que o futuro profissional de engenharia requer9.

É praxe comum nas escolas ou faculdades de engenharia ministrar química básica durante um a quatro semestres, incluindo eventuais­ aulas práticas. Os temas costumam ser os mesmos abordados nos cursos de química, mas com menos detalhes: estrutura atômica, soluções, equilíbrio químico, cinética química, termodinâmica química, etc. Esse pacote de informações é de difícil digestão até mesmo para

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Medium 9788520433270

6. Água e transporte

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

6

Água e Trans porte

6.1 Tr ansporte de ág ua

Há muita água em movimento natural no Planeta: rios, chuvas, cataratas, ondas do mar, gêiseres. Mas, os movimentos são emprestados, seja pela gravidade, pelo vento ou pelo calor.

Uma forma antiga de transporte de água e que ainda persiste é pelo ser humano. Frequentemente, crianças ou mulheres carregam água em recipientes nos braços ou em cima da cabeça. Também diversos animais domesticados ainda são empregados para levar água de um lugar para outro. Outra forma de transporte do líquido é por meio de caminhões-pipa e navios-tanque. Até icebergs já foram puxados dos polos.

Sistemas de transporte de água podem ser realizados por aquedutos, por exemplo tubulações, túneis ou canais. O material desses sistemas deverá ser inerte, resistente, com pouca fricção e permeabilidade. As tubulações nas edificações evoluíram de ferro para cobre e logo para plástico.

Quando esse sistema de transporte não conta com o auxílio da gravidade,

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Medium 9788520433270

Prefácio

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

pr e fác i o

Com este volume, terminamos a Série de textos relativos à química, destinados a alunos de engenharia. Desta vez, nosso foco é a água em seus variados aspectos, indo além das considerações estritamente químicas, como foi também o caso nos volumes anteriores.

Nos dois primeiros capítulos, abordamos aspectos estruturais, sendo que, no segundo, damos ênfase às ligações de hidrogênio, responsáveis pelas propriedades únicas desse líquido.

No Capítulo 3, descrevemos a distribuição assaz desigual das

águas no planeta e, no Capítulo 4, destacamos a grande importância das águas na regulação do clima na superfície terrestre.

O Capítulo 5 discute água como fonte de energia em várias formas, com destaque para a energia hidrelétrica.

O Capítulo 6 comenta tanto o transporte da água como o seu uso como meio de transporte.

No Capítulo 7, abordamos alguns aspectos do uso da água na agropecuária, sem aprofundar muito o tema.

X III

Curs o d e Qu í mi ca pa ra Engenha ria . volume III : água

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Grupo Gen (2190)
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Medium 9788521613626

Capítulo 4 - Propriedades dos Materiais e Relações Tensão-Deformação

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Propriedades dos Materiais e

Relações Tensão-Deformação

4.1 INTRODUÇÃO

Freqüentemente, o desempenho adequado de uma estrutura é determinado pela quantidade de deformação ou distorção que pode ser permitida. Uma deformação de até mesmo alguns milésimos de milímetro pode tornar inútil uma máquina retificadora, ao passo que a lança de uma draga pode apresentar deflexão de vários milímetros sem perder sua utilidade. Com freqüência torna-se

necessário relacionar as cargas e as variações de temperatura de uma estrutura com as deformações que elas produzem. A experiência tem mostrado que as deformações causadas pelas cargas e por efeitos térmicos são, essencialmente, independentes entre si.

As deformações devidas aos dois efeitos podem ser calculadas separadamente e somadas para que seja obtida a deformação total.

4.2 DIAGRAMAS TENSÃO-DEFORMAÇÃO

A relação entre a carga e a deformação de uma estrutura pode ser obtida por meio de diagramas que mostram cargas e deflexões para cada elemento e para cada tipo de carregamento na estrutura. Entretanto, a relação entre a carga e a deformação depende das dimensões dos elementos assim como do tipo de material do qual os elementos são feitos. Por exemplo, o gráfico da Fig. 4.1a (carregamento unidimensional) mostra a relação entre a força exigida para alongar três barras de mesmo material mas de diferentes comprimentos e áreas de seção transversal e as deformações resultantes nas barras. Não fica claro a partir desses gráficos que todas as três curvas descrevem o comportamento do mesmo material. Entretanto, se essas curvas forem redesenhadas de modo a mostrar a tensão em um eixo e o alongamento da barra no outro, como na Fig. 4.1b, os dados da primeira e da terceira barra produzirão uma única linha. Se as curvas forem redesenhadas novamente com tensão em um eixo e deformação específica em outro, os dados de todas três curvas produzirão uma única linha. Isto é, as curvas que mostram a relação entre a tensão e a deformação específica (como a da

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Medium 9788521613930

Capítulo 6. Transporte entre Fases em Sistemas Isotérmicos

LIGHTFOOT, Neil R.; BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

TRANSPORTE ENTRE FASES EM

SISTEMAS ISOTÉRMICOS

6.1 DEFINIÇÃO DE FATORES DE ATRITO

6.2 FATORES DE ATRITO PARA O ESCOAMENTO

6.3 FATORES

EM

6.4᭺ FATORES

TUBOS

DE ATRITO PARA O ESCOAMENTO EM

TORNO DE ESFERAS

DE ATRITO PARA COLUNAS RECHEADAS

Nos Caps. 2 a 4 mostramos como problemas de escoamento laminar podem ser equacionados e resolvidos. No Cap. 5 apresentamos alguns métodos para resolver problemas de escoamentos turbulentos através de argumentos dimensionais ou de relações semi-empíricas entre o fluxo de momento e o gradiente de velocidade média temporal. Neste capítulo, mostramos como problemas de escoamento podem ser resolvidos por uma combinação de análise dimensional e dados experimentais. A técnica apresentada aqui tem sido largamente usada em engenharia química, mecânica, aeronáutica e civil, e é útil para resolver muitos problemas práticos. É um tópico que vale a pena ser bem aprendido.

Muitos problemas de engenharia de escoamento recaem em uma de duas grandes categorias: escoamento em canais e escoamento em torno de objetos submersos. Exemplos de escoamentos em canais são o bombeamento de óleo através de tubulações, o escoamento de água em canais abertos e a extrusão de plásticos através de moldes. Exemplos de escoamento em torno de objetos submersos são o movimento do ar em torno da asa de um avião, o movimento de um fluido em torno de partículas sob sedimentação e o escoamento sobre feixes tubulares em trocadores de calor.

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Medium 9788521634188

03 - Descrição de um Fluido em Movimento

WELTY, James R.; RORRER, Gregory L.; FOSTER, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Descrição de um Fluido em

Movimento

O desenvolvimento de uma descrição analítica de escoamento de fluido baseia-se na expressão das

leis físicas relacionadas ao escoamento de fluido em uma forma matemática adequada. Por conseguinte, devemos apresentar as leis físicas pertinentes e discutir os métodos usados para descrever um fluido em movimento.

XX3.1

LEIS FUNDAMENTAIS DA FÍSICA

Existem três leis físicas fundamentais que, com exceção dos fenômenos relativísticos e nucleares, aplicam-se a cada escoamento, independentemente da natureza do fluido considerado. Essas leis são listadas a seguir com as designações de suas formulações matemáticas.

Lei

1. A lei de conservação da massa

2. A segunda lei de Newton do movimento

3. A primeira lei da termodinâmica

Equação

Equação da continuidade

Teorema do momento

Equação da energia

Os próximos três capítulos serão devotados exclusivamente ao desenvolvimento de uma forma adequada de trabalhar essas leis.1

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Medium 9788521634188

APÊNDICES

WELTY, James R.; RORRER, Gregory L.; FOSTER, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

A

Transformações dos

Operadores Ñ e Ñ2 para

Coordenadas Cilíndricas

OPERADOR Ñ EM COORDENADAS CILÍNDRICAS

Em coordenadas cartesianas, Ñ é escrito como

(A-1)

Ao transformar esse operador em coordenadas cilíndricas, tanto os vetores unitários como as derivadas parciais têm de ser transformados.

Um sistema de coordenadas cilíndricas e um sistema de coordenadas cartesianas são mostrados na Figura A.1. As seguintes relações existem entre as coordenadas cartesianas e cilíndricas:

(A-2)

Assim,

(A-3)

e da regra da cadeia

Como

Figura A.1  Coordenadas cilíndricas e cartesianas.

646

WELTY - Apêndices.indd 646

09/06/2017 14:58:06

Apêndice A

647

assim

(A-4)

De uma maneira similar,

em que

Logo, (∂/∂y) se torna

(A-5)

Os vetores unitários também têm de ser transformados. Resolvendo os vetores unitários para suas componentes nas direções x, y e z, obtemos

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Medium 9788521623076

Parte Três - CAPÍTULO 7 - OPERAÇÕES DE ARMAZÉM

TOMPKINS, James A.; WHITE, John A.; BOZER, Yavuz A.; TANCHOCO, J.M.A. Grupo Gen PDF Criptografado

7

operações de armazém

7.1  INTRODUÇÃO

Graças a uma infinidade de negócios, logística e iniciativas governamentais – incluindo produção enxuta, cadeia de suprimentos enxuta, suprimento global, resposta rápida, fluxos contínuos de distribuição, maior satisfação do cliente, segurança dos operadores e sustentabilidade –, as operações de armazém continuamente passam por modificações radicais.

Com o passar do tempo, surgem problemas mais complexos e complicados. As cadeias de abastecimento em alguns aspectos estão mais curtas e integradas, e, quando se trata de informação, o mundo está menor, mas o suprimento global e o comércio internacional tornaram as cadeias de abastecimento fisicamente mais longas e também vulneráveis a rupturas. Ao mesmo tempo, os clientes ao longo da cadeia de suprimentos estão mais exigentes, enquanto as mudanças no mercado e na tecnologia ocorrem rapidamente.

Além da complexidade trazida pelas mudanças apontadas anteriormente, considere a amplitude dos seguintes problemas, que impactam ainda mais o desafio de ultrapassar as expectativas do cliente:

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Grupo A (1291)
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Medium 9788540701960

Capítulo 8 - Modelagem ambiental

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

8

Modelagem ambiental

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

LEONARDO FERNANDES FRACETO e JOSÉ ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA

Objetivos do capítulo

A Modelagem Ambiental é uma área do conhecimento científico quem tem se destacado muito nos últimos anos em função dos avanços de outras tecnologias.

Neste capítulo será realizada uma apresentação de conceitos e definições importantes sobre a temática Modelagem Ambiental, algumas etapas e procedimentos necessários para a realização e construção de um modelo com propósitos ambientais, bem como a utilização e aplicação de alguns exemplos utilizando modelos de crescimento populacional e utilização de lógica fuzzy em processo de modelagem.

INTRODUÇÃO

A Modelagem Ambiental é uma área em franco desenvolvimento nos dias atuais, sendo que esse avanço se deve principalmente à preocupação dos impactos causados por fatores antrópicos ao ambiente.

Embora a utilização de modelos para representar comportamentos e prever condições diferentemente das observadas seja uma prática científica de longa data, é a partir de meados do século XX que a modelagem tem se consolidado como atividade de pesquisa científica. Isso se deve, em grande parte, à necessidade de estudar sistemas cada vez mais de forma integrada e ao avanço tecnológico que tem proporcionado cenários mais favoráveis ao tratamento de dados, cálculos e simulações.

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Medium 9788580555233

Capítulo 3 – Vazões de esgoto e cargas de constituintes

Metcalf and Eddy Inc Grupo A PDF Criptografado

Vazões de esgoto e cargas de constituintes

3

3–1 FONTES E VAZÕES DE ESGOTO 179

Usos municipais de água 179

Fontes e vazões de esgotos domésticos 180

Estratégias para reduzir o consumo interno de água e as vazões de esgotos 183

Uso de água em outras partes do mundo 188

Fontes e vazões de esgoto industrial (não domésticos) 188

Variações nas vazões de esgotos 189

Variações multianuais de longo prazo associadas à conservação 192

Impacto da conservação de água em planejamento futuro 193

3–2 IMPACTO DE SISTEMAS DE COLETA NAS VAZÕES DE ESGOTO 194

Infiltração/influentes 194

Influentes em sistemas de coleta 196

Vazamento em sistemas coletores 197

Vazões de sistemas coletores unitários 199

Medidas diretas de vazões e de características do esgoto em sistemas unitários 199

Cálculo de vazões de sistemas unitários 201

3–3 ANÁLISE DE DADOS DE VAZÃO DE ESGOTO 202

Análise estatística de dados de vazão 202

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Medium 9788573071696

Capítulo 1 - Introdução

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução

O MECANISMO DA PRODUÇÃO

Antes de se estudar o Sistema Toyota de Produção, é necessário entender a função da produção como um todo.

Produção é uma rede de processos e operações. A Figura 1 ilustra como um processo – transformação de matéria-prima em produto acabado

– é efetivado a partir de uma série de operações.

Um processo é visualizado como o fluxo de materiais no tempo e no espaço; é a transformação da matéria-prima em componente semiacabado e daí a produto acabado. Por sua vez, as operações podem ser visualizadas como o trabalho realizado para efetivar essa transformação – a interação do fluxo de equipamento e operadores no tempo e no espaço.

A análise do processo examina o fluxo de material ou produto; a análise das operações examina o trabalho realizado sobre os produtos pelo trabalhador e pela máquina. Um exemplo típico é o corte de eixo em um torno: o eixo é furado, desbastado e recebe o acabamento final. Essa série de transformações é processo. O torno fura, desbasta e dá acabamento à superfície externa. Essa série de ações é a operação.

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Medium 9788582715253

10.3 Cozimento utilizando calor seco

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10  Cozinha industrial  451

10.2.3.3  Frutas e hortaliças

Quando hortaliças não amiláceas são cozidas e fervidas, as paredes celulares são danificadas pelo calor e nutrientes hidrossolúveis são perdidos por lixiviação. As paredes das células nos vegetais cozidos a vácuo permanecem mais intactas em virtude das temperaturas mais baixas de processamento, e a embalagem evita as perdas de modo que os vegetais retêm a maior parte do seu valor nutritivo (Stea et al., 2006). Eles são cozidos a  82 a 85 °C por um tempo três vezes maior do que quando são fervidos ou cozidos a vapor, o que os amacia consequente à solubilização de alguns dos materiais pécticos que mantêm as células unidas. Contudo, estas temperaturas de cozimento podem levar à expansão do ar residual nos vegetais e a umidade é convertida em vapor d’água, o que pode inflar as embalagens. Portanto, estas precisam ser mantidas sob a superfície da

água durante o processamento.

Vegetais amiláceos são cozidos para mudar a textura pela gelatinização dos grânulos de amido a  80 °C por cerca do dobro do tempo se fossem fervidos. Os legumes também são cozidos para gelatinizar amido e tornar as proteínas mais digeríveis. Quando cozidos a vácuo, as leguminosas não necessitam ficar previamente de molho porque absorvem uma quantidade de água equivalente em 1 a 6 h a 90 °C à que absorveriam em 16 h à temperatura ambiente (Baldwin, 2012). Uma vez que os legumes são cozidos em sua água, as vitaminas e os minerais hidrossolúveis são mantidos

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Medium 9788577260591

Capítulo 16 Introdução ao método da rigidez geral

Leet, Kenneth M. Grupo A PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

Introdução ao método da rigidez geral

16.1 Introdução

Este capítulo fornece uma transição dos métodos clássicos de análise manual, como o método da flexibilidade (Capítulo 11) ou o método da inclinação-deflexão (Capítulo 12), para a análise por computador, que segue um conjunto de instruções programadas.

Antes que os computadores se tornassem disponíveis, nos anos

1950, as equipes de engenheiros podiam demorar vários meses para produzir uma análise aproximada de um pórtico espacial tridimensional altamente indeterminado. Atualmente, entretanto, uma vez que o engenheiro especifique as coordenadas dos nós, o tipo de nó

(articulado ou fixo), as propriedades das barras e a distribuição das cargas aplicadas, o programa de computador pode produzir uma análise exata em poucos minutos. A saída do computador especifica as forças em todas as barras, as reações e os componentes de deslocamento de nós e apoios.

Embora agora estejam disponíveis sofisticados programas de computador para analisar as estruturas mais complexas, compostas de cascas, placas e pórticos espaciais, neste capítulo introdutório limitaremos a discussão às estruturas planares (treliças, vigas e pórticos), compostas de membros elásticos lineares. Para minimizar os cálculos e esclarecer os conceitos, consideraremos apenas as estruturas cinematicamente indeterminadas no primeiro grau. Posteriormente, nos capítulos 17 e 18, usando notação matricial, estenderemos o método da rigidez para estruturas mais complexas, com vários graus de indeterminação cinemática.

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Editora Manole (122)
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Medium 9788520429754

Capítulo 3 - Políticas Estaduais de Saneamento Básico na Ótica da Lei n. 11.445/2007

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

3

Políticas Estaduais de Saneamento

Básico na Ótica da

Lei n. 11.445/2007

Alessandra Ourique de Carvalho

Advogada, Rubens Naves, Santos Jr, Hesketh – Escritórios

Associados de Advocacia

Carolina Chobanian Adas

Advogada, Rubens Naves, Santos Jr, Hesketh – Escritórios

Associados de Advocacia

INTRODUÇÃO

O saneamento básico, não obstante sua incontestável essencialidade, até bem pouco tempo carecia de normatização adequada, o que era recla‑ mado, e embrionariamente idealizado, desde a época do Plano Nacional de Saneamento Básico (Planasa), mais precisamente na década de 1970.

Somente no ano de 2007, após quase duas décadas de discussões para implantação de um marco regulatório para o setor, no âmbito da compe‑ tência estabelecida no art. 21, XX, da Constituição Federal1, foi editada a

Lei federal n. 11.445/2007, que estabeleceu diretrizes nacionais para o sa‑ neamento básico.

A Lei n. 11.445/2007 representou, sem dúvida, um importante norte para a concepção de um sistema normativo estruturado, revolucionando

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Medium 9788520429754

Capítulo 34 - Conceitos e Medições de Satisfação no Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

34

Conceitos e Medições de Satisfação no Saneamento

Básico

Monique Menezes

Cientista social, FGV Opinião

Marcelo Caetano Correa Simas

Cientista social, Iuperj

INTRODUÇÃO

O aperfeiçoamento do atendimento ao usuário com o uso de indica‑ dores pode ser realizado a partir de duas abordagens. Primeiro, através de indicadores objetivos de desempenho, que refletem, principalmente, a vi‑ são da própria organização sobre o que é a qualidade da prestação de servi‑

ço. Segundo, por meio de indicadores da percepção dos usuários sobre a prestação de serviço que ele recebeu; nesse caso, é o usuário que define o que é um serviço de qualidade, tendo em vista as suas expectativas quanto ao serviço. Essa distinção é importante, do ponto de vista gerencial, porque

é comum que determinado aspecto de serviço alcance plenamente a sua meta de desempenho objetivo e, mesmo assim, seja considerado insatisfa‑ tório pelos usuários que recebem de fato o serviço.

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Medium 9788520432006

8. Poluição do Solo

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Poluição do Solo

8

Wanda Maria Risso Günther

Engenheira civil e socióloga, Faculdade de Saúde Pública – USP

O solo é um recurso natural e como tal deverá ser utilizado. Porém, é um recurso limitado e cada vez mais considerado como parte importante do ambiente. A alteração de sua qualidade natural pode comprometer seu uso atual e futuro e provocar impactos econômicos, sociais, ambientais e à saúde humana.

A definição de solo contempla diversas abordagens, dependendo da especialidade de quem o define. Assim, o seu conceito é diferente para o pedólogo, o geólogo, o agrônomo, o engenheiro, o ecólogo, o botânico e outros, sempre dentro da visão específica de cada campo de atuação, basea­ do nas diferentes utilidades desse recurso.

Segundo o dicionário Aurélio, “solo é a porção da superfície da terra, terreno, chão, parte inconsolidada do manto de intemperismo e que con­ tém matéria orgânica e vida bacteriana, que possibilitam o desenvolvimen­ to das plantas” (Ferreira, 1999, p.1880).

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Medium 9788520431320

5. Gestão de investimento sem capacidade instalada

ANJOS JR., Ary Haro dos Editora Manole PDF Criptografado

5

Gestão de investimentos em capacidade instalada

Introdução

Neste capítulo, examina-se o comportamento dos custos de investimentos em capacidade instalada nos sistemas de saneamento. Além disso, critérios são propostos para orientar as decisões de engenharia referentes às aplicações de recursos nesses sistemas, visando maximizar os resultados mediante a redução dos custos imobilizados em ativos fixos.

Na primeira parte, serão apresentados os conceitos de economias de escalas e de funções de custos. Na segunda, será apresentado um modelo de otimização de investimentos em capacidade instalada.

Objetivos e estratégias

A gestão dos investimentos em capacidade instalada nos sistemas contempla o objetivo geral de maximizar os benefícios líquidos (econômicos e financeiros) gerados pelas instalações existentes e projetadas.

Em termos mais específicos, contempla-se o objetivo de se identificar e adotar um tamanho ótimo para as instalações – para que elas possam atender às solicitações da demanda do sistema a um custo mínimo, imobilizado em ativos fixos.

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Medium 9788520430385

3. Matrizes energéticas em âmbito global e nacional: fontes de dados e tendências

REIS, Lineu Belico dos Editora Manole PDF Criptografado

3

Matrizes energéticas em

âmbito global e nacional: fontes de dados e tendências

Introdução

Neste capítulo, são enfocadas, de forma prática e objetiva, as principais fontes de informação associadas à matriz energética, tanto em âmbito internacional quanto nacional.

O objetivo é proporcionar ao leitor a possibilidade de acessar e buscar dados energéticos de interesse, assim como informações atualizadas e confiáveis sobre as principais questões relacionadas ao tema. Nesse sentido, busca-se descrever, de forma sucinta, as principais características e conteúdos das fontes tratadas. Para tanto, foram escolhidas as seguintes instituições: a

International Energy Agency (IEA); o Energy Information Administration/

Department of Energy (EIA-DOE) do governo dos Estados Unidos; e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do governo brasileiro. As duas primeiras instituições são reconhecidas internacionalmente como as principais fontes de informações energéticas mundiais; e a instituição brasileira é a responsável pelo BEN e por estudos de planejamento energético no Brasil. Vale a pena ressaltar que há um intercâmbio entre a EPE (assim como diversas outras organizações da maioria dos países) e as instituições internacionais citadas, visando principalmente garantir a consistência dos dados nacionais utilizados nas fontes de informações internacionais.

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