Editora Manole (122)
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1. A força das águas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

1

A força das águas

Se as guerras do século XX foram motivadas pela exploração do petróleo, os conflitos do século XXI estarão centrados no controle dos recursos hídricos. Quem controla a água controla a vida.

BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS, SOCIÓLOGO PORTUGUÊS

DIA 22 D E MA R ÇO É O D I A M U N DIAL DA ÁGUA . O BRASIL

tem o privilégio de ser uma das poucas regiões do mundo com enorme superávit desse bem, essencial à vida, que constitui cerca de 70% do corpo humano. Mais do que enaltecimentos vazios que se evaporam ao vento, esperam-se de todos ações concretas em defesa do ouro azul, cujo real valor perpassa aparentemente despercebido por entre milhares de mãos humanas.

Força motriz de toda a natureza – ou a única bebida para um homem sábio –, a água é uma dádiva indispensável à vida, essencial à manutenção da saúde e à garantia do bem-estar do ser humano. Para Tales de Mileto, esse elemento é o princípio de todas as coisas, e Guimarães Rosa dizia que a água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba.

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3. Impactos provocados por usinas hidrelétricas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

3

Impactos provocados por usinas hidrelétricas

A água que não corre forma um pântano; a mente que não trabalha forma um tolo.

VICTOR HUGO

A S M Ú LT I P L A S F U N Ç Õ E S E C O L Ó G I C A S E O S S E RV I Ç O S

ambientais prestados, gratuitamente, por cursos d’água são inúmeros e valiosos. Um rio não é um simples canal de água, é um rico ecossistema moldado ao longo de milhões de anos, com ritmos próprios de composição e decomposição. Verdadeiros corredores de biodiversidade fornecem água, ar puro, alimentos, terras férteis, equilíbrio climático, fármacos animais e vegetais, recreação, turismo ecológico, entre outros tantos serviços.

Os sistemas hídricos propiciam também estocagem e limpeza de água, recarga do lençol freático, regulagem dos ciclos biogeoquímicos, estocagem de carbono e habitat para inúmeras espécies, endêmicas ou não. Fornecem ainda outros benefícios, como pesca, agricultura de subsistência, via de transporte e auxílio na pecuária extensiva. Mexer com essa diversidade ecossistêmica única, que propicia tantos serviços aos privilegiados que usufruem dessas benesses, provoca discórdias de difícil consenso.

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4. Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

CIDADEZINHA QUALQUER

Um cachorro vai devagar

Casas entre bananeiras

Um burro vai devagar

mulheres entre laranjeiras

Devagar... as janelas olham

pomar amor cantar

Êta vida besta, meu Deus

Um homem vai devagar

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

P I R A J U, N O M E O R I G I N Á R I O D E E X P R E S S Ã O G UA R A N I ,

significa peixe (pira) dourado (yu). Esse peixe, símbolo da cidade, tem seu habitat no límpido rio Paranapanema, maior patrimônio pirajuense. Os dados mais concretos do início do povoamento da região são registrados somente a partir de 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, as quais já habitavam a região. Essas famílias doaram um terreno para a criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto.

Distante 330 km da capital do Estado de São Paulo, a sudoeste do Estado, a Estância Turística de Piraju tem clima temperado, suaves colinas e temperatura média de 21°C. Com cerca de 29 mil habitantes distribuídos em uma área de 505 km2, a cidade foi transformada em estância turística em 2002, entrando para um seleto grupo de 29 municípios do Estado.

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2. A energia das águas represadas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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A energia das águas represadas

Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.

LEONARDO DA VINCI

A IDEIA DE QUE A HUMANIDADE CAMINHA RUMO A

níveis crescentes de bem-estar parece ser senso comum. Em sã consciência, ninguém é contrário ao desenvolvimento da sociedade. Mas ainda é raro construir qualquer projeto de desenvolvimento com objetivos claros, que contemplem e atendam, simultaneamente, os interesses econômicos, sociais, ambientais e culturais de uma comunidade. A exclusão social e a crise ambiental parecem não fazer parte da agenda de políticos e empresários.

O termo desenvolvimento deve ser entendido como mudança em favor de toda a sociedade, ou de sua maioria, e que promova avanços estruturais e qualitativos. Quaisquer projetos de desenvolvimento de uma comunidade devem priorizar serviços de qualidade em alimentação, educação, saúde, água, saneamento básico, transporte público e energia.

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Medium 9788520432075

6. Pedagogia e didática ambiental

LUZZI, Daniel Editora Manole PDF Criptografado

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Pedagogia e didática ambiental

Forma e conteúdo são dois espelhos um na frente do outro, que para não provocar perplexidade no observador devem

­refletir as duas caras da mesma imagem. (Pozo, 1989, p. 31)

Pedagogia crítica e práxis ambiental

Como observamos, os aportes da epistemologia avançam para a inclusão da perspectiva qualitativa e complexa, e para as exposições dos componentes autorreflexivos e emancipatórios da ciência social crítica no estabelecimento de uma racionalidade alternativa.

Uma racionalidade que incorpora o sujeito e seus preconceitos, e rechaça a ideia de neutralidade do conhecimento; que resgata o outro e a co­ munidade na construção do consenso intersubjetivo; que concebe o conhecimento como uma construção interpretativa, contextual e histórica, como um processo inacabado, um permanente “sendo”; que aceita a complementaridade metodológica como abordagem para alcançar a compreensão do complexo mundo que habitamos.

Os avanços da psicologia educacional, desde o cognitivismo, o construtivismo, o enfoque histórico cultural, a cognição situada e a psicologia geral da atividade, transitam, igualmente, na busca de uma aprendizagem ativa,

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Grupo A (1432)
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Medium 9788582715338

Capítulo 2 - Água

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

2

Água

2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

Interações fracas em sistemas aquosos  47

Ionização da água e de ácidos e bases fracos  58

Tamponamento contra mudanças no pH em sistemas biológicos 63

A água como reagente  69

O ajuste do meio aquoso em organismos vivos  69

A

água é a substância mais abundante nos sistemas vivos, constituindo mais de 70% do peso da maioria dos seres vivos. O primeiro organismo vivo na Terra, sem dúvida, apareceu em um ambiente aquoso, e o curso da evolução foi moldado pelas propriedades do meio aquoso no qual a vida começou.

Este capítulo inicia com descrições das propriedades físicas e químicas da água, à qual, em todos os aspectos, a estrutura e a função da célula estão adaptadas. As forças de atração entre as moléculas da água e a pequena tendência da água em ionizar são de crucial importância para a estrutura e a função das biomoléculas. Será revisado o tópico da ionização em termos das constantes de equilíbrio, pH e curvas de titulação e discutido como as soluções aquosas de

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Medium 9788580555769

Capítulo 7 - Circuito de polarização do transistor

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

7

Circuito de polarização do transistor

Um protótipo é um circuito básico projetado que pode ser modificado para a obtenção de circuitos mais avançados. A polarização da base é um protótipo usado no projeto de circuitos de chaveamento. A polarização do emissor é um protótipo usado no projeto de circuitos amplificadores. Neste capítulo vamos enfatizar a polarização do emissor e os circuitos práticos que podem ser derivados dele.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

7-1

7-2

7-3

7-4

7-5

7-6

7-7

7-8

7-9

7-10

7-11

Polarização do emissor

Circuitos de alimentação para o LED

Analisando falhas em circuitos de polarização do emissor

Mais sobre dispositivos optoeletrônicos

Polarização por divisor de tensão

Análise precisa para o PDT

A reta de carga e o ponto Q para o PDT

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Medium 9788580555769

Capítulo 2 - Semicondutores

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

2

Semicondutores

Para entender como os diodos, transistores e circuitos integrados funcionam, você precisa primeiro estudar os semicondutores: materiais que não são nem condutores nem isolantes. Semicondutores contêm alguns elétrons livres, mas o que os torna diferentes é principalmente a presença de lacunas. Neste capítulo, você vai aprender sobre semicondutores, lacunas e outros assuntos relacionados.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

2-1

2-2

2-3

2-4

2-5

2-6

2-7

2-8

2-9

2-10

2-11

2-12

2-13

2-14

Condutores

Semicondutores

Cristais de silício

Semicondutores intrínsecos

Dois tipos de fluxos

Dopagem de um semicondutor

Dois tipos de semicondutores extrínsecos

Diodo não polarizado

Polarização direta

Polarização reversa

Ruptura

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Medium 9788580555769

Capítulo 13 - Tiristores

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

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Tiristores

A palavra tiristor vem do grego e significa “porta”, usada no mesmo sentido de abrir-se uma porta e deixar alguém passar por ela. Um tiristor é um dispositivo semicondutor que usa uma realimentação interna para produzir uma ação de chaveamento. Os tiristores mais importantes são os retificadores controlados de silício (SCR) e o triac. Assim como os FETs de potência, o SCR e o triac podem chavear correntes de altos valores. Por isso, podem ser usados para proteção de sobretensão, controles de motor, aquecedores, sistemas de iluminação e outras cargas de correntes altas. Os transistores bipolares de porta isolada (IGBTs) não estão incluídos na família dos tiristores, mas são estudados neste capítulo como dispositivos de chaveamento de potência.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

13-1

13-2

13-3

13-4

13-5

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Medium 9788580555769

Capítulo 6 - Transistores de junção bipolar

Albert P. Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

6

Transistores de junção bipolar

Em 1951, William Schockley inventou o primeiro transistor de junção, um dispositivo semicondutor que pode amplificar (aumentar) um sinal eletrônico como um sinal de rádio ou de televisão. O transistor deu origem a muitas outras invenções incluindo os circuitos integrados (CIs), pequenos dispositivos que contêm milhares de transistores. Graças ao CI, os modernos computadores e outros milagres eletrônicos tornaram-se possíveis.

Este capítulo é uma introdução ao transistor de junção bipolar (TJB), um tipo que usa elétrons livres e lacunas. A palavra bipolar é uma abreviação para

“duas polaridades”. Este capítulo também irá explorar como o TJB pode ser adequadamente aplicado para funcionar como chave.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

Sumário

6-1

6-2

6-3

6-4

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6-6

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6-8

6-9

6-10

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Medium 9788580553734

Capítulo 4 - Introdução às máquinas rotativas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Introdução às máquinas rotativas

O

objetivo deste capítulo é introduzir e discutir alguns dos princípios que fundamentam o funcionamento das máquinas elétricas. Como será visto, esses princípios são comuns a ambas as máquinas (CA e CC). São desenvolvidas várias técnicas e aproximações utilizadas na redução de uma máquina real a modelos matemáticos simples, capazes de ilustrar os princípios básicos.

4.1

Conceitos elementares

A Equação 1.26, e = dλ/dt, pode ser usada para determinar as tensões induzidas por campos magnéticos variáveis no tempo. A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado λ decorrentes do movimento mecânico. Nas máquinas rotativas, as tensões são geradas nos enrolamentos ou grupos de bobinas quando estes giram mecanicamente dentro de um campo magnético, ou quando um campo magnético gira mecanicamente próximo aos enrolamentos, ou ainda quando o circuito magnético é projetado de modo que a relutância varie com a rotação do rotor. Por meio desses métodos, o fluxo concatenado em uma bobina específica é alterado ciclicamente e uma tensão variável no tempo é gerada.

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Medium 9788580553734

Capítulo 2 - Transformadores

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Medium 9788580553734

Capítulo 6 - Máquinas polifásicas de indução

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Máquinas polifásicas de indução

O

objetivo deste capítulo é estudar o comportamento das máquinas de indução polifásicas. Nossa análise começará com o desenvolvimento de circuitos equivalentes monofásicos, cuja estrutura genérica é sugerida pela semelhança existente entre uma máquina de indução e um transformador. Esses circuitos equivalentes podem ser usados para estudar as características eletromecânicas da máquina de indução e o efeito da carga apresentado pela máquina sobre a sua fonte de energia, seja ela uma fonte de frequência fixa, como um sistema de potência, seja um acionamento de motor com frequência e tensão variáveis.

6.1

Introdução às máquinas de indução polifásica

Como foi mostrado na Seção 4.2.1, no motor de indução a corrente alternada é fornecida diretamente ao estator, ao passo que o rotor recebe a corrente por indução, como em um transformador, a partir do estator. O enrolamento de estator é do tipo discutido na Seção 4.5, como na máquina síncrona. Quando a excitação é feita por uma fonte polifásica equilibrada, um campo magnético é produzido no entreferro girando na velocidade síncrona. Essa velocidade é determinada pelo número de polos do estator e pela frequência fe aplicada ao estator (Equação 4.44).

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Grupo Gen (2232)
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Medium 9788521620273

8 - FUNDAMENTOS DA TEORIA DA PROBABILIDADE

LATHI, B. P.; DING, Zhi Grupo Gen PDF Criptografado

8

FUNDAMENTOS DA TEORIA

DA PROBABILIDADE

A

té aqui, estudamos sinais cujos valores em qualquer instante t eram determinados por suas descrições analíticas ou gráficas. Sinais desse tipo são determinísticos, implicando certeza absoluta sobre seus valores em qualquer instante de tempo t. Esses sinais, que podem ser especificados com certeza, são incapazes de transportar informação. Veremos no Capítulo 13 que a informação é inerentemente relacionada à incerteza. Quanto maior a incerteza em relação a um sinal

(ou mensagem) a ser recebido(a), maior o conteúdo de informação. Se uma mensagem a ser recebida for especificada (ou seja, previamente conhecida), não conterá incerteza e, portanto, não transportará qualquer informação ao receptor. Portanto, sinais que transportam informação devem ser imprevisíveis. Além dos sinais que transportam informação, sinais de ruído que perturbam sinais de informação em um sistema também são imprevisíveis (caso contrário, poderiam ser subtraídos). As formas de onda de sinais de mensagem e de ruído imprevisíveis são exemplos de processos aleatórios, que têm papel fundamental em sistemas de comunicação e na análise dos mesmos.

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Medium 9788521634584

4 - Modelagem de Sistemas Fluidos e Térmicos

KLUEVER, Craig A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Modelagem de Sistemas

Fluidos e Térmicos

4.1

Fluidos pressurizados (líquidos e gases) são usados por engenheiros mecânicos para projetar dispositivos que fornecem forças e torques de modo a mover cargas mecânicas. Sistemas hidráulicos usam um líquido como fluido de trabalho enquanto sistemas pneumáticos empregam ar ou outros gases. Atuadores hidráulicos são adotados em máquinas de construção e de agricultura para elevar cargas, mover o solo e comandar brocas rotacionais. São também empregados em veículos aeroespaciais para posicionar superfícies aerodinâmicas (lemes, elevadores, ailerons e flaps), deslocar o trem de pouso e os suportes giratórios dos motores a jato. Além disso, atuadores hidráulicos e pneumáticos são usados para manobrar manipuladores robóticos e ativar sistemas de frenagem automotivos. Assim como os sistemas eletromecânicos analisados no Capítulo 3, os sistemas fluidos convertem energia de uma fonte de potência para energia mecânica (posição e velocidade). No caso dos sistemas fluidos, a fonte de potência é um fluido pressurizado, um líquido (sistema hidráulico) ou um gás (sistema pneumático). Sistemas térmicos envolvem a transferência de energia do calor, e a temperatura é normalmente a variável dinâmica de interesse.

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Medium 9788521633419

1 - Elementos de projeto

MAMEDE FILHO, João Grupo Gen PDF Criptografado

1

Elementos de projeto

1.1 Introdução

A elaboração do projeto elétrico de uma instalação industrial deve ser precedida do conhecimento dos dados relativos às condições de suprimento e das características funcionais da indústria em geral. Normalmente, o projetista recebe do interessado um conjunto de plantas da indústria, contendo, no mínimo, os seguintes detalhes:

É importante, durante a fase de projeto, conhecer os planos expansionistas dos dirigentes da empresa e, se possível, obter detalhes de aumento efetivo da carga a ser adicionada, bem como o local de sua instalação.

Qualquer projeto elétrico de instalação industrial deve considerar os seguintes aspectos: a) Flexibilidade

Tem a finalidade de situar a obra no contexto urbano.

É a capacidade de admitir mudanças na localização das máquinas e equipamentos sem comprometer seriamente as instalações existentes.

Planta baixa de arquitetura do prédio

b) Acessibilidade

Contém toda a área de construção, indicando com detalhes divisionais os ambientes de produção industrial, escritórios, dependências em geral e outros que compõem o conjunto arquitetônico.

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Medium 9788521632795

CAPÍTULO 4 LINHAS DE TRANSMISSÃO CA E CABOS SUBTERRÂNEOS

MOHAN, Ned Grupo Gen PDF Criptografado

4

LINHAS DE TRANSMISSÃO CA

E CABOS SUBTERRÂNEOS

4.1

INTRODUÇÃO

A eletricidade é normalmente gerada em áreas afastadas dos centros de carga, como áreas metropolitanas. As linhas de transmissão formam um importante enlace na estrutura dos sistemas de potência ao transportar grandes quantidades de energia elétrica com a menor perda de energia possível, mantendo o sistema estável operacionalmente e tudo isso a um custo mínimo. O acesso às linhas de transmissão tornou-se um gargalo importante na operação dos sistemas de potência atualmente, fazendo com que a construção de linhas de transmissão adicionais seja um sério obstáculo a ser superado. Este é, por exemplo, um dos desafios a serem encarados no aproveitamento em grande escala da energia eólica.

Muitos sistemas de transmissão consistem em linhas de transmissão aéreas. Embora se discutam mais as linhas de transmissão CA, a análise apresentada neste capítulo também se aplica a cabos CA subterrâneos, como descrito brevemente adiante, os quais são utilizados em áreas metropolitanas.

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Medium 9788521632832

Capítulo 7 • Antenas de Banda Larga

STUTZMAN, Warren L.; THIELE, Gary A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

Antenas de Banda Larga

7.1 INTRODUÇÃO

Muitas aplicações sistêmicas exigem antenas que operem em uma larga faixa de frequências. Uma antena que opere em uma larga faixa de frequências é denominada antena de banda larga ou, sim‑ plesmente, antena banda larga. A largura da banda pode ser definida como uma porcentagem da frequência central ou como uma razão. Primeiro, sejam fU e fL as frequências superior e inferior, res‑ pectivamente, para as quais é obtido desempenho satisfatório. A banda de operação da antena varre todas as frequências de fL e fU; a frequência central é fC = (fU + fL)/2, a média aritmética das frequências limites. A largura de banda da antena é definida como LB = fU − fL, e tem unidade de frequência. A largura de banda é, usualmente, expressa em termos de frequência relativa, e não absoluta, na forma de porcentagem ou de uma razão. A largura de banda relativa, B, é definida como LB/fC e, muitas vezes, expressa como largura de banda percentual, definida como:

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Manole (26)
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Medium 9788520433270

5. Água e fontes de energia

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

5

Água e fontes de energ ia

5 .1 Int ro dução

No início de 2012, publicamos pela Editora Manole o livro Curso de química para engenharia, Volume I: Energia1, no qual abordamos várias fontes de energia relacionadas com a água, além de outras como energia nuclear, eólica e, ainda, diversos tipos de materiais combustíveis. Das energias com origem em alguma forma de energia potencial ou cinética da água, as centrais hidrelétricas são de longe as mais importantes ainda nos dias de hoje. Marés, ondas, correntes marítimas e gêiseres, por exemplo, começam a ser utilizados. Para se estabelecer, essas fontes deverão se mostrar competitivas econômica e tecnologicamente, além de respeitosas em relação à preservação do ambiente, não só em comparação com as hidrelétricas, mas comparadas também às outras fontes de energia, tradicionais ou emergentes.

O mundo tecnológico, financeiro e econômico evoluiu no curto período entre a escrita do livro mencionado anteriormente e a escrita destas palavras. Aparentemente, as coisas acontecem de forma rápida.

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Medium 9788520433270

7. Água na agropecuária

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

7

Água na ag ropecuár ia

7.1 O Brasil produz alimentos para o mundo

O leitor deve estar ciente de que o Brasil está perto de ser o principal provedor de alimentos do planeta e que sua economia depende pesadamente da agroindústria. O governo brasileiro costuma ter grande predileção pela indústria, que certamente também é da maior importância, mas é bom lembrar que países ricos e avançados são grandes produtores agrícolas. Sem ir mais longe, é o caso dos Estados Unidos (EUA), do Canadá, da Austrália e, principalmente, da própria União Europeia (UE). No caso da UE, essa produção é possível mediante enormes subsídios aos produtores agrícolas. O Brasil tem tentado reverter essa conduta dos europeus por décadas, mas com modesto sucesso.

O Brasil possui uma das maiores áreas de terra cultivável, mas não é só isso que conta. Há empreendedorismo na agroindústria e inclusive uma cultura familiar bem-sucedida. A tecnologia brasileira

é altamente avançada, em grande medida graças à Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). É preciso lembrar-se também da contribuição de institutos de pesquisa estaduais, como as feitas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC).

99

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Medium 9788520433270

8. Salvemos nossas águas

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

8

Salve mos nos sas ág uas

Sendo estudante de engenharia, o leitor visado prioritariamente e por ele não estar necessariamente familiarizado com termos comuns em ciências do ambiente, foi incluído, a seguir, um glossário para facilitar a leitura e a compreensão do texto.

8 .1 Glossár io

1. Acetilcolinesterase (AChE) – enzima que catalisa a quebra por hidrólise do neutrotransmissor acetilcolina, formando colina e acetato. A acetilcolina é liberada pelo terminal nervoso quando o organismo necessita de estímulos específicos, como contração ou relaxamento muscular.

2. Antioxidantes – substâncias (p.ex., alguns nutrientes e vitaminas) com função de proteção celular contra os efeitos adversos dos radicais livres.

3. Anoxia – ausência de oxigênio, sendo considerada um agravante de hipoxia.

4. Bentos – organismos que vivem no substrato (marinho ou dulcícola), estando fixos ou móveis.

103

Curs o d e Qu í mi ca pa ra Engenha ria . volume III : água

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Medium 9788520433287

10. Energia nuclear

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

10

E NE RG IA NUCLEAR

A utilização da energia nuclear também está em crescimento. Há paí­ ses na Europa que dependem pesadamente dela. Outros, em estágio pouco avançado de tecnologia, por razões políticas, de prestígio ou futuras necessidades, tentam adquirir o conhecimento para o processo de produção de energia por meio de plantas nucleares.

Se há um tipo de energia que conseguiu quase unanimidade em rejeição por grupos ambientalistas atuantes, a energia nuclear é ou foi uma delas. O fato de ainda não existir um destino apropriado para os resíduos das plantas nucleares pesa. Por milhares de anos, esses resíduos continuam perigosos se entram em contato com seres vivos,

água, solo ou ar.

Controversa, a energia nuclear passou a ter destaque na mídia por estar, na maioria das vezes, envolvida em guerras, contaminações e grandes desastres. Contudo, a energia nuclear também traz benefícios, como a geração de energia, que pode substituir a gerada por hidroelétricas (também alvo de críticas em razão do grande impacto ambiental causado pela construção de suas plantas, conforme abordado no Capítulo 9).

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Introdução

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

INT RODUÇÃO

No prefácio deste livro, mencionamos um artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, em 20 de julho de 2010, o qual foi escrito pelo professor José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica da USP8, e que é encerrado da seguinte maneira: “Quanto aos professores, devem entender que a Engenharia mudou. Está mais centrada na gestão do que no projeto, de modo que a estrutura curricular deve contemplar essa evolução sentida pela nossa profissão”.

Como químicos com experiências diversas no ensino dessa área para estudantes de engenharia, sentimos há anos que o sistema não está provendo a forma e o conteúdo ideais que o futuro profissional de engenharia requer9.

É praxe comum nas escolas ou faculdades de engenharia ministrar química básica durante um a quatro semestres, incluindo eventuais­ aulas práticas. Os temas costumam ser os mesmos abordados nos cursos de química, mas com menos detalhes: estrutura atômica, soluções, equilíbrio químico, cinética química, termodinâmica química, etc. Esse pacote de informações é de difícil digestão até mesmo para

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