Editora Manole (122)
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Medium 9788578681111

1. A força das águas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

1

A força das águas

Se as guerras do século XX foram motivadas pela exploração do petróleo, os conflitos do século XXI estarão centrados no controle dos recursos hídricos. Quem controla a água controla a vida.

BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS, SOCIÓLOGO PORTUGUÊS

DIA 22 D E MA R ÇO É O D I A M U N DIAL DA ÁGUA . O BRASIL

tem o privilégio de ser uma das poucas regiões do mundo com enorme superávit desse bem, essencial à vida, que constitui cerca de 70% do corpo humano. Mais do que enaltecimentos vazios que se evaporam ao vento, esperam-se de todos ações concretas em defesa do ouro azul, cujo real valor perpassa aparentemente despercebido por entre milhares de mãos humanas.

Força motriz de toda a natureza – ou a única bebida para um homem sábio –, a água é uma dádiva indispensável à vida, essencial à manutenção da saúde e à garantia do bem-estar do ser humano. Para Tales de Mileto, esse elemento é o princípio de todas as coisas, e Guimarães Rosa dizia que a água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba.

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3. Impactos provocados por usinas hidrelétricas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

3

Impactos provocados por usinas hidrelétricas

A água que não corre forma um pântano; a mente que não trabalha forma um tolo.

VICTOR HUGO

A S M Ú LT I P L A S F U N Ç Õ E S E C O L Ó G I C A S E O S S E RV I Ç O S

ambientais prestados, gratuitamente, por cursos d’água são inúmeros e valiosos. Um rio não é um simples canal de água, é um rico ecossistema moldado ao longo de milhões de anos, com ritmos próprios de composição e decomposição. Verdadeiros corredores de biodiversidade fornecem água, ar puro, alimentos, terras férteis, equilíbrio climático, fármacos animais e vegetais, recreação, turismo ecológico, entre outros tantos serviços.

Os sistemas hídricos propiciam também estocagem e limpeza de água, recarga do lençol freático, regulagem dos ciclos biogeoquímicos, estocagem de carbono e habitat para inúmeras espécies, endêmicas ou não. Fornecem ainda outros benefícios, como pesca, agricultura de subsistência, via de transporte e auxílio na pecuária extensiva. Mexer com essa diversidade ecossistêmica única, que propicia tantos serviços aos privilegiados que usufruem dessas benesses, provoca discórdias de difícil consenso.

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4. Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

CIDADEZINHA QUALQUER

Um cachorro vai devagar

Casas entre bananeiras

Um burro vai devagar

mulheres entre laranjeiras

Devagar... as janelas olham

pomar amor cantar

Êta vida besta, meu Deus

Um homem vai devagar

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

P I R A J U, N O M E O R I G I N Á R I O D E E X P R E S S Ã O G UA R A N I ,

significa peixe (pira) dourado (yu). Esse peixe, símbolo da cidade, tem seu habitat no límpido rio Paranapanema, maior patrimônio pirajuense. Os dados mais concretos do início do povoamento da região são registrados somente a partir de 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, as quais já habitavam a região. Essas famílias doaram um terreno para a criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto.

Distante 330 km da capital do Estado de São Paulo, a sudoeste do Estado, a Estância Turística de Piraju tem clima temperado, suaves colinas e temperatura média de 21°C. Com cerca de 29 mil habitantes distribuídos em uma área de 505 km2, a cidade foi transformada em estância turística em 2002, entrando para um seleto grupo de 29 municípios do Estado.

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Medium 9788578681111

2. A energia das águas represadas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

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A energia das águas represadas

Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.

LEONARDO DA VINCI

A IDEIA DE QUE A HUMANIDADE CAMINHA RUMO A

níveis crescentes de bem-estar parece ser senso comum. Em sã consciência, ninguém é contrário ao desenvolvimento da sociedade. Mas ainda é raro construir qualquer projeto de desenvolvimento com objetivos claros, que contemplem e atendam, simultaneamente, os interesses econômicos, sociais, ambientais e culturais de uma comunidade. A exclusão social e a crise ambiental parecem não fazer parte da agenda de políticos e empresários.

O termo desenvolvimento deve ser entendido como mudança em favor de toda a sociedade, ou de sua maioria, e que promova avanços estruturais e qualitativos. Quaisquer projetos de desenvolvimento de uma comunidade devem priorizar serviços de qualidade em alimentação, educação, saúde, água, saneamento básico, transporte público e energia.

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Medium 9788520432075

6. Pedagogia e didática ambiental

LUZZI, Daniel Editora Manole PDF Criptografado

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Pedagogia e didática ambiental

Forma e conteúdo são dois espelhos um na frente do outro, que para não provocar perplexidade no observador devem

­refletir as duas caras da mesma imagem. (Pozo, 1989, p. 31)

Pedagogia crítica e práxis ambiental

Como observamos, os aportes da epistemologia avançam para a inclusão da perspectiva qualitativa e complexa, e para as exposições dos componentes autorreflexivos e emancipatórios da ciência social crítica no estabelecimento de uma racionalidade alternativa.

Uma racionalidade que incorpora o sujeito e seus preconceitos, e rechaça a ideia de neutralidade do conhecimento; que resgata o outro e a co­ munidade na construção do consenso intersubjetivo; que concebe o conhecimento como uma construção interpretativa, contextual e histórica, como um processo inacabado, um permanente “sendo”; que aceita a complementaridade metodológica como abordagem para alcançar a compreensão do complexo mundo que habitamos.

Os avanços da psicologia educacional, desde o cognitivismo, o construtivismo, o enfoque histórico cultural, a cognição situada e a psicologia geral da atividade, transitam, igualmente, na busca de uma aprendizagem ativa,

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Editora Saraiva (44)
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Medium 9788536506272

3. Extensão Rural e Desenvolvimento Sustentável

Rui Corrêa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Extensão Rural e

Desenvolvimento

Sustentável

3

Para começar

O conteúdo deste capítulo trata da estrutura agrícola brasileira, o planejamento e a avaliação de programas de extensão rural.

Para tanto, apresentaremos as logísticas de transporte e armazenagem, o beneficiamento e a indústria agrícola de transformação e embalagem.

Faremos uma análise da política pública e de seu planejamento agrícola em nível de agricultura familiar.

3.1 A sustentabilidade

A busca pela sustentabilidade nos mostra que nossa agricultura, do jeito que está, não agrada.

Isso serve como um sinal de alerta de que precisamos fazer alguma coisa para mudar nosso modo de produção agrícola. Algo que, atuando sobre nossa forma de fazer agricultura, nos possibilite manter os recursos naturais que ainda possuímos e, ao mesmo tempo, gere para nós produtos agropecuários não somente em quantidade suficiente, mas, sobretudo, de boa qualidade, respeitando também a qualidade de vida de quem os produz.

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Medium 9788536508207

3 - Distúrbios de Energia Elétrica

Benjamim Ferreira de Barros, Reinaldo Borelli, Ricardo Luis Gedra Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Distúrbios de

Energia Elétrica

Para começar

O tema distúrbios na energia elétrica vem obtendo destaque e ocupando uma importante área da

Engenharia Elétrica e sistemas de potência. A razão para tal importância é o aumento da sensibilidade e as distorções geradas por equipamentos e componentes presentes no sistema elétrico.

A expansão do consumo e o desenvolvimento tecnológico despertam a necessidade de se estudar e compreender os fenômenos que geram os distúrbios na rede elétrica, bem como apresentar soluções para minimizá-los.

Este capítulo apresenta os principais conceitos relacionados com os distúrbios presentes nas instalações elétricas.

3.1 Distúrbios presentes nas instalações elétricas

É crescente a preocupação com a qualidade da energia elétrica por parte dos diversos agentes e segmentos envolvidos, desde a geração até o consumo final de energia elétrica, destacando-se:

»

A proliferação de cargas não lineares no que diz respeito a relação tensão-corrente, a exemplo dos computadores, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de iluminação com lâmpadas de descarga e fluorescentes compactas.

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Medium 9788536506272

4. Procedimentos na Assistência Técnica e Extensão Rural

Rui Corrêa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Procedimentos na

Assistência Técnica e Extensão Rural

4

Para começar

Neste capítulo, apresentaremos algumas metodologias para levar ao conhecimento do agropecuarista as novas tecnologias e descobertas científicas, não de maneira individual, mas para grupos de produtores.

As formas são diversas, entretanto daremos especial atenção ao Dia de Campo, que nada mais é que uma forma de transmitir algum tipo de procedimento ou descoberta científica a um determinado número de interessados.

Procuraremos apresentar o Dia de Campo de modo prático. Para isso, vamos nos utilizar de alguns exemplos na sua construção.

4.1 Metodologias de transmissão de conhecimentos

Seria muito difícil o cientista, após a descoberta de algo, ter de ir de porta em porta, ou no nosso caso (um pouco mais complexo) ir de porteira em porteira, visitando agricultor por agricultor para transmitir essa sua descoberta. Se isso acontecesse assim, o cientista não teria tempo para estudar e criar novas metodologias e instrumentos para melhorar o desempenho agrícola.

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Medium 9788536506272

2. Agricultura Familiar no Brasil

Rui Corrêa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Agricultura

Familiar no Brasil

Para começar

Agora que já apreciamos um pouco da história da extensão rural e suas atualidades e o papel do extensionista, precisamos aprender quem está na outra ponta das ações públicas e das pesquisas. Vamos conhecer o produtor rural. Começaremos tratando do agricultor rudimentar até chegarmos aos produtores dos dias atuais. Falaremos sobre o agricultor familiar, conheceremos um pouco o seu comportamento, como ele é visto e sua classificação segundo a política pública e sob a ótica da economia.

Buscaremos entender as necessidades, os anseios e os entraves que fazem parte da vida desse personagem que passa os dias clamando por chuvas no cultivo e sol na colheita, lastimando pragas e doenças e bendizendo as grandes safras obtidas. Ele é o grande responsável por toda a variedade de alimentos que ingerimos diariamente. Pode não parecer, mas uma simples fatia de pão com manteiga envolve um número surpreendente de pessoas: as que produzem as sementes, as que plantam para depois colher os grãos, as que moem os grãos para tornar farinha, as que da farinha fazem a massa e assim por diante - isso sem falar dos ovos e da produção da manteiga.

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Medium 9788536508207

1 - Organização do Setor Elétrico

Benjamim Ferreira de Barros, Reinaldo Borelli, Ricardo Luis Gedra Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Organização do

Setor Elétrico

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de apresentar uma visão ampla de como o sistema elétrico brasileiro está estruturado, com destaque para as fases de geração, transmissão e distribuição da energia elétrica.

O sistema elétrico brasileiro iniciou sua estruturação no final do século XIX. As primeiras usinas e linhas de transmissão construídas tinham o propósito de alimentar cargas pontuais, porém, com o tempo, houve a disseminação do uso da eletricidade, tornando-se necessário transportar a energia elétrica até as residências.

Ao longo de aproximados 100 anos de existência do setor elétrico, ocorreram muitas mudanças em suas regras operativas. Em várias oportunidades, a administração das empresas (distribuidoras e transmissoras) do setor mudou da iniciativa privada para o poder público. Atualmente a gestão desse setor é realizada em parte por empresas administradas pela iniciativa privada e em outra por empresas geridas pelo poder público, todas, porém, seguindo a mesma regulamentação.

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Grupo A (1356)
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Medium 9788582600221

Capítulo 7 - Falha superficial

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

7

FALHA SUPERFICIAL

Use-o até o fim, gaste-o completamente; faça-o fazer, ou faça sem ele.

MÁXIMA DA NOVA INGLATERRA

7.0

INTRODUÇÃO

Existem apenas três maneiras segundo as quais peças ou sistemas podem “falhar”: obsolescência, quebra ou desgaste acentuado. O meu velho computador ainda funciona bem, mas está obsoleto e não serve mais para mim. O vaso favorito da minha esposa está em pedaços, pois eu o deixei cair no chão, e é irrecuperável. No entanto, meu automóvel com 123.000 milhas rodadas ainda é aproveitável e útil, apesar de mostrar alguns sinais de desgaste. A maior parte dos sistemas está sujeita aos três tipos possíveis de falha. A falha por obsolescência é de alguma maneira arbitrária – minha meta está agora fazendo bom uso do velho computador. A falha por quebra é frequentemente repentina e pode ser permanente. A falha por desgaste geralmente é um processo gradual e, em alguns casos, reparável. Em último caso, qualquer sistema que não seja vítima de um dos dois outros modos de falha irá inevitavelmente falhar por desgaste se mantido em serviço por um tempo suficientemente longo. Desgaste é o modo final de falha ao qual nada escapa. Assim, deve-se perceber que não se pode projetar para evitar completamente todos os tipos de desgaste, somente adiá-los.

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Medium 9788582600221

Capítulo 8 - Análise por elementos finitos

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

8

ANÁLISE POR ELEMENTOS

FINITOS

Se você colocar lixo em um computador, nada sairá além de lixo. Mas esse lixo, tendo passado por uma máquina cara, é, de alguma forma, enobrecido, e ninguém se atreve a criticá-lo.

ANÔNIMO

8.0

INTRODUÇÃO

Todas as análises de tensões e deflexão apresentadas nos capítulos anteriores foram resolvidas utilizando técnicas clássicas de solução analítica, que são o foco principal deste livro. Essas técnicas são principalmente aplicáveis em componentes de geometria simples, como cilindros, prismas retangulares, etc. Contudo, muitos componentes de máquinas têm formas geométricas mais complexas, tornando o cálculo de tensões e deflexão difícil ou mesmo impossíveis de ser feito pelo método analítico. Considere, por exemplo, a complexa forma do virabrequim mostrado na Figura 2-14. Para analisar as tensões e a deflexão em uma peça com tal complexidade, pode-se dividir o seu volume em um conjunto finito de elementos contíguos e discretos e resolver um conjunto (grande) de equações, cada uma das quais aplicadas sobre um elemento e seus nós, que conectam os elementos entre si. A Figura 8-1 mostra os modelos para elementos finitos de um virabrequim, um pistão e uma biela de motor.

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Medium 9788582600221

Apêndice D - Respostas dos problemas selecionados

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

RESPOSTAS DOS

PROBLEMAS

SELECIONADOS

O manual de soluções em PDF e um conjunto completo dos arquivos do Mathcad para solução dos problemas estão disponíveis para professores que adotarem esta obra cadastrados no site da Bookman Editora (www.bookman.com.br).

CAPÍTULO 1

INTRODUÇÃO AO PROJETO

1-4 1 000 lbf, 31,081 slug, 2,59 blob, 453,592 kg, 4 448,2 N.

1-5 25,9 lbf.

1-6 220,5 lbf, 220.5 lbm, 6,85 slug, 0,571 blob, 980,7 N.

CAPÍTULO 2

MATERIAIS E PROCESSOS

2-6 E = 207 GPa, U = 2,7 N-m, aço.

2-8 E = 207 GPa, U = 1,3 N-m, magnésio.

2-9 E = 16,7 Mpsi, Uel = 300 psi, titânio.

2-12 UT = 82,7 MPa, UR = 0,41 MPa.

2-14 Sut = 170 kpsi, 359HV, 36,5HRC.

2-16 Ferro e carbono, 0,95% carbono, podem ser endurecidos completamente ou superficialmente sem carbonização.

2-27 Sy = 88,1 kpsi, Sy = 607 MPa.

2-34 O metal mais comumente usado é o zinco. O processo é chamado

“galvanização” e é feito por eletrorrecobrimento ou imersão a quente.

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Medium 9788582600221

Capítulo 2 - Materiais e processos

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

2

MATERIAIS E PROCESSOS

Não existe assunto tão antigo que não se possa dizer algo novo sobre ele.

DOSTOIÉVSKY

2.0

INTRODUÇÃO

O que quer que se projete, tem que ser feito de algum material e deve ser possível fabricá-lo. Uma sólida compreensão das propriedades, dos tratamentos e dos processos de fabricação dos materiais é essencial para se realizar bons projetos de máquinas. Presume-se que o leitor já tenha cursado uma disciplina em ciência dos materiais. Este capítulo apresenta uma rápida revisão de alguns conceitos metalúrgicos básicos e um breve resumo das propriedades dos materiais utilizados na engenharia para servir de suporte para o conteúdo que o seguirá. Este capítulo não tem a intenção de substituir um livro sobre ciência dos materiais, sendo o leitor incentivado a consultar referências, como as listadas na bibliografia deste capítulo, para informações mais detalhadas. Os capítulos posteriores deste livro explorarão mais detalhadamente algumas das formas comuns de falha dos materiais.

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Medium 9788582600221

Capítulo 4 - Tensão, deformação e deflexão

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

4

TENSÃO, DEFORMAÇÃO

E DEFLEXÃO

Não é conhecer muito, mas o que é útil, que torna um homem sábio.

THOMAS FULLER, M.D.

4.0

INTRODUÇÃO

Você provavelmente já cursou uma disciplina de análise de tensões (talvez chamada de Resistência dos Materiais ou Mecânica dos Materiais) e, portanto, deve entender os fundamentos desse assunto. Entretanto, este capítulo apresenta uma revisão dos princípios básicos, de modo a servir de preparação prévia para o tópico de análise de fadiga dos capítulos posteriores. Tensão e deformação foram discutidas no Capítulo 2 com relação às propriedades dos materiais, mas foram parcialmente definidas naquela conjuntura. Neste capítulo, apresentaremos uma definição mais precisa sobre o que significam os termos tensão, deformação e deflexão.

A Tabela 4-0 mostra as variáveis utilizadas neste capítulo e faz referência

às equações, tabelas ou seções nas quais elas são usadas. No final do capítulo, uma seção de resumo é incluída, a qual agrupa as equações significativas deste capítulo para fácil referência e identifica a seção na qual podem ser encontradas.

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Medium 9788580553734

Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Medium 9788580553734

Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 9 - Motores mono e bifásicos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Motores mono e bifásicos

E

ste capítulo discute os motores monofásicos. Ao mesmo tempo que focaliza os motores de indução, também discute os motores de indução, os síncronos de relutância, os de histerese e os de polos sombreados. Observe que outro motor monofásico comum, o motor série universal, foi discutido na Seção 7.10. A maioria dos motores de indução com uma especificação de potência fracionária (fração de quilowatt) são motores monofásicos. Em aplicações residenciais e comerciais, são encontrados em uma ampla variedade de equipamentos incluindo refrigeradores, condicionadores de ar, trocadores de calor, ventiladores, bombas, máquinas de lavar e secadores.

Neste capítulo, descreveremos esses motores qualitativamente em termos da teoria do campo girante e começaremos com uma análise rigorosa de um motor monofásico que opera com um único enrolamento. Entretanto, na realidade, a maioria dos motores de indução monofásicos são motores bifásicos com enrolamentos assimétricos. Normalmente, os dois enrolamentos são bem diferentes, com números diferentes para as espiras e/ou a distribuição de enrolamentos. Assim, este capítulo discute também os motores bifásicos e inclui o desenvolvimento de uma teoria quantitativa para a análise de motores de indução monofásicos que estejam funcionando com ambos os enrolamentos: principal e auxiliar.

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Medium 9788580553734

Capítulo 2 - Transformadores

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Grupo Gen (2168)
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Medium 9788521622413

Capítulo 3 - PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS

PHILPOT, Timothy A. Grupo Gen PDF Criptografado

3

PROPRIEDADES

MECÂNICAS

DOS MATERIAIS

3.1 O ENSAIO DE TRAÇÃO

Para projetar adequadamente um componente estrutural ou mecânico, o engenheiro deve entender e trabalhar respeitando as características e as limitações do material usado no componente. Materiais como aço, alumínio, plástico e madeira respondem de maneiras diferentes a cargas aplicadas e a tensões. Para determinar a resistência e as características dos materiais como esses são exigidos ensaios laboratoriais. Um dos ensaios de laboratório mais simples e mais eficientes para obter informações

úteis aos projetos de engenharia sobre um material é denominado ensaio de tração.

O ensaio de tração é muito simples. Um corpo de prova do material, normalmente uma haste cilíndrica ou uma barra plana, é submetida a uma força de tração controlada. Na medida em que a força é aumentada, o alongamento do corpo de prova é medido e registrado. A relação entre a carga aplicada e o alongamento resultante pode ser observada em um gráfico de dados. No entanto, esse diagrama carga-alongamento tem utilidade direta limitada porque só se aplica ao corpo de prova específico (ou seja, ao diâmetro específico ou às dimensões da seção transversal) usado no procedimento do ensaio.

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Medium 9788521631231

Capítulo 1 - Introdução ao Projeto de Sistemas Fotovoltaicos

BALFOUR, John; SHAW, Michael; NASH, Nicole Bremer Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução ao

Projeto de Sistemas

Fotovoltaicos

c a p í t u l o

1

ENERGIA FOTOVOLTAICA (FV) É A ciência que usa a energia do Sol para produzir eletricidade. O projeto de sistemas FV eficazes e confiáveis requer a compreensão da arte e da ciência fotovoltaica e a aplicação de habilidades, estratégias e técnicas necessárias para satisfazer metas e objetivos específicos de projeto.

Este capítulo discute o projeto de sistemas fotovoltaicos (FV), iniciando com uma visão global do desenvolvimento dos sistemas FV. Você também vai ler sobre o projeto de módulos e circuitos e aprender sobre a estrutura e a função dos condutores, isolantes e células solares. Este capítulo inclui ainda uma visão global dos tipos de células solares.

Tópicos e Conceitos

Este capítulo aborda os seguintes tópicos e conceitos:

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Começando

Visão geral do desenvolvimento dos sistemas fotovoltaicos

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Capítulo 2 - Considerações de Projeto do Sistema

BALFOUR, John; SHAW, Michael; NASH, Nicole Bremer Grupo Gen PDF Criptografado

Considerações de

Projeto do Sistema

c a p í t u l o

2

CADA SISTEMA FOTOVOLTAICO (FV) precisa ser customizado para o local de destino. As considerações a respeito do local incluem a quantidade de energia necessária, as obstruções e os momentos em que o sistema FV estará em uso. Este capítulo discute as considerações necessárias durante o projeto de um sistema FV de qualidade. Também abordamos o reconhecimento do sistema FV eficaz e ineficaz.

Tópicos e Conceitos

Este capítulo aborda os seguintes tópicos e conceitos:

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QQ

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QQ

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Projeto F V eficaz e ineficaz

A trajetória do Sol

Princípios básicos do projeto de sistemas F V de alta qualidade

Projetos e opções de sistemas F V comuns

Requisitos de projeto

Objetivos

Quando você terminar este capítulo, será capaz de:

QQ

QQ

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Apresentar os princípios básicos a serem considerados durante o projeto de um sistema FV

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Capítulo 7 - National Electric Code e Projeto FV Visando ao Desempenho

BALFOUR, John; SHAW, Michael; NASH, Nicole Bremer Grupo Gen PDF Criptografado

National Electric Code e Projeto FV Visando ao Desempenho

c a p í t u l o

7

O NATIONAL ELECTRIC CODE (NEC) define as regras em nível nacional.

Essas regras protegem a propriedade, os técnicos, inspetores e proprietários.

Embora as agências locais também estabeleçam regulamentações, o NEC é a base para a maioria dos padrões dessas agências.

O NEC teve 52 regiões estabelecidas em 1897. Os sistemas fotovoltaicos

(FV) são relativamente novos no NEC. As diretrizes do NEC para os sistemas

FV ainda estão sendo desenvolvidas. O NEC trata de muitos aspectos de projeto e instalação de sistemas FV no artigo 690 e em outras partes.

Você precisa ter uma boa compreensão de todos os requisitos do NEC que afetam os sistemas FV. É vital trabalhar em estreita colaboração com os inspetores locais durante todo o processo. Isso ajuda você a se certificar de que o sistema é seguro e durável, satisfazendo todos os requisitos necessários.

Tópicos e Conceitos

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Capítulo 4 - Orientação do Módulo, Ângulos de Inclinação e Sombreamento

BALFOUR, John; SHAW, Michael; NASH, Nicole Bremer Grupo Gen PDF Criptografado

Orientação do Módulo,

Ângulos de Inclinação e Sombreamento

c a p í t u l o

4

NÃO BASTA COLETAR DADOS. O projetista e o instalador precisam compreender como cada item de informação afeta outras decisões de projeto e instalação.

Uma visita completa ao local para coletar dados é vital para projetar um sistema fotovoltaico altamente eficaz. Dependendo do projeto, um engenheiro ou profissional de vendas pode fazer a visita ao local. Isso é fundamental para reunir informações e cortar custos. Você precisa considerar informações específicas do local sobre sombreamento, microclima e intenções do cliente durante a fase de projeto.

A orientação do módulo e os ângulos de inclinação dependem das informações coletadas no decorrer da visita ao local. O local também influencia o tipo de componentes FV e as estruturas de montagem utilizadas. Embora muitos sistemas FV sejam vendidos como kits, cada um tem aplicações diferentes. Os dados coletados na primeira visita ao local são fundamentais para assegurar o sucesso da instalação, independentemente do tipo de projeto de sistema FV utilizado.

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