Editora Manole (15)
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6. Custos da certificação florestal na indústria

ALVES, Ricardo Ribeiro; JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves Editora Manole PDF Criptografado

6

Custos da certificação florestal na indústria

Introdução

Para se obter um acompanhamento mais completo do investimento realizado, a empresa candidata à certificação florestal deve fazer um levantamento dos custos de implementação (preparação, auditoria e manutenção), bem como avaliar o impacto desse investimento no preço e nas quantidades vendidas dos produtos certificados.

Neste capítulo será abordada uma aplicação prática de levantamentos de custos de implementação da certificação florestal no ramo industrial. No capítulo seguinte serão abordados os diversos cenários econômicos envolvendo preço e quantidade de produtos certificados.

O levantamento dos custos apresentado neste capítulo foi feito com base em um trabalho realizado junto a uma empresa moveleira situada em um dos principais polos moveleiros do Brasil. Trata‑se da mesma empresa apresentada no capítulo anterior, a qual optou por certificar apenas duas de suas nove linhas de produtos: a linha de armários de cozinha Paris e a linha de dormitórios Barcelona. Para manter o anonimato da empresa, adotou-se o nome fictício de Móveis “A”, no entanto, todos os dados apresentados são reais.

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1. Responsabilidade social e ambiental das empresas

ALVES, Ricardo Ribeiro; JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves Editora Manole PDF Criptografado

1

Responsabilidade social e ambiental das empresas

INTRODUÇÃO

A Revolução Industrial provocou maior dinamismo na produção dos bens e as máquinas reduziram significativamente os esforços humanos para se produzir algo. Foi possível produzir muito mais em menor espaço de tempo. Além disso, a especialização do trabalho permitiu que os trabalhadores se tornassem experts em determinadas fases da produção, aumentando sua eficiência.

Além das consequências voltadas para danos à saúde dos trabalhadores, principalmente relacionados à ergonomia, a maior produção aumentou a demanda dos recursos naturais, iniciando uma fase de exploração predatória do meio ambiente. Com o aumento progressivo da população no século

XX, aliado ao surgimento de novas empresas, os mercados se expandiram, ocasionando maior utilização dos recursos naturais e a geração de mais resíduos. Tais recursos têm sido utilizados, muitas vezes, de forma ineficiente e em quantidade superior à capacidade de reposição pelo meio ambiente, gerando diminuição do estoque do capital natural.

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4. Guia para implementação da certificação florestal na indústria

ALVES, Ricardo Ribeiro; JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves Editora Manole PDF Criptografado

4

Guia para implementação da certificação florestal na indústria

Introdução

Para obtenção da certificação de cadeia de custódia, uma das modalidades da certificação florestal, a indústria deve seguir e atender aos requisitos das normas FSC Standard for Chain of Custody Certification. Esse documento contém os requisitos aplicáveis a uma organização que busca esse tipo de certificação e seu atendimento é condição indispensável, caso opte pelo sistema de certificação FSC.

O presente “guia” foi elaborado com base em experiência prática em certificação de cadeia de custódia e também em consulta aos seguintes documentos:

“Standard for Company Evaluation of FSC Controlled Wood – FSC‑STD‑40‑005”

(Version 2‑1) – versão em inglês (FSC Standard, 2006).

“Addendum to FSC Standard – FSC‑STD‑40‑004 – FSC Product Classification –

FSC‑STD‑40‑004a” (Version 1‑0) – versão em inglês (FSC Standard, 2007a).

“Addendum to FSC Standard – FSC‑STD‑40‑004 – FSC Species Terminology –

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5. Aplicação prática da implementação da certificação florestal na indústria

ALVES, Ricardo Ribeiro; JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves Editora Manole PDF Criptografado

5

Aplicação prática da implementação da certificação florestal na indústria

introdução

O presente capítulo descreve a aplicação prática da implementação da certificação florestal na indústria moveleira, com base na experiência adquirida no mercado. Como dito anteriormente, embora a indústria moveleira seja utilizada como exemplo de certificação florestal neste livro, os conceitos e sugestões apresentados podem ser extrapolados para outras indústrias de base florestal.

As informações dessa aplicação prática, em consonância com o guia para implementação da certificação florestal apresentado no capítulo anterior, pode, com algumas adaptações, servir de orientação e roteiro para as indústrias de base florestal desejarem ser certificadas pelo sistema FSC. Contudo, a empresa interessada deverá sempre consultar possíveis atualizações e alterações ocorridas nos manuais e normas do sistema de certificação.

A empresa Móveis “A” (nome fictício) está situada em um dos polos moveleiros do Brasil. Foi fundada em janeiro de 1980, com apenas cinco empregados, e produzia dois tipos de guarda‑roupas em um único padrão de acabamento. Em 2001, em conjunto com outras empresas moveleiras do polo, fundou um consórcio de exportação e, desde então, tem vendido também para o mercado externo.

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2. Certificação florestal

ALVES, Ricardo Ribeiro; JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves Editora Manole PDF Criptografado

2

Certificação florestal

INTRODUÇÃO

A madeira está presente na vida do ser humano desde épocas remotas.

Sua utilização pela sociedade é variada, sendo utilizada como fonte de energia, em habitações, construções, embalagens e móveis, entre outros usos.

Com a crescente devastação florestal, surgiram pressões de comunidades e organizações de países desenvolvidos, no sentido de se buscar uma exploração florestal racional e que minimizasse os danos causados à natureza. Uma dessas alternativas é a certificação florestal, cuja adoção é voluntária, sem envolvimento governamental, e que atesta, para a sociedade em geral, que determinada unidade de manejo florestal está em conformidade com padrões ambientais, sociais e econômicos preestabelecidos pelo sistema de certificação.

ORIGEM DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL

Ao final da década de 1980, surgiram em alguns países iniciativas de boicotar o consumo de produtos tropicais como uma maneira de desestimular o desmatamento. Verificou‑se, posteriormente, que essa decisão poderia agravar o desmatamento nos trópicos, uma vez que, com a queda do valor da madeira e das áreas florestais, abriria‑se espaço a outros usos mais predatórios da terra, como pastagens e atividades agrícolas. Contudo, o aspecto

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Editora Saraiva (228)
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Medium 9788536531571

12 - CAS e RAS

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

12

CAS e RAS

Para começar

A todo momento, no processo de funcionamento de memórias RAM, temos a execução de tarefas de gravação, acesso e eliminação de dados. Esse processo é possível graças ao controlador de memória.

No Capítulo 12, veremos como a eficiência desses processos é gerada pela disposição das células de memória, em linhas e colunas, ou seja, num formato que lembra matrizes. Quando isso ocorre, o endereço de memória se encontra na intersecção de uma linha (wordline), com uma coluna (bitline).

Dessa forma, para que o endereço de uma posição na memória possa ser acessado, o controlador deverá verificar o valor da linha, denominado valor RAS (Row Address Strobe) e o valor da coluna, chamado de valor CAS (Column Address Strobe).

12.1 Temporização e latência das memórias

Por meio de parâmetros de temporização e latência é possível estabelecer o tempo que o controlador de memória utiliza com as operações de leitura e escrita. Quanto menores forem esses valores, mais rápidas são as operações.

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3 - Tipos de Hardware

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Tipos de Hardware

Para começar

Quando falamos sobre arquitetura de computadores, principalmente equipamentos da linha PC, encontramos uma característica muito importante: ela é extensível, ou seja, permite a inclusão de novos componentes. No Capítulo 3, veremos todos os dispositivos de um computador e quais outros elementos podem ser acoplados ao computador que vem de fábrica. O objetivo de alterar configurações iniciais é sempre melhorar a performance.

3.1 Motherboard ou placa-mãe

A placa-mãe é o centro de comando do computador. Sendo a peça fundamental de um sistema computacional, pode ser considerada o coração e o cérebro. As capacidades dos sistemas são determinadas pelo tipo de placa utilizada. Os componentes de uma placa-mãe são: a)

Chipset: é o elemento responsável por determinar quais componentes, como memória e processadores, a placa-mãe pode utilizar. É a sua “inteligência”.

Modelos mais antigos do chipset podiam ser dividido em dois componentes, mas, atualmente, suas funções foram integradas em um mesmo chip. Dentro desse chip, encontram-se:

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15 - Personalização do BIOS

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Personalização do BIOS

Para começar

No Capítulo 15, vamos aprender o que é BIOS e qual sua importância na configuração de um computador, em especial no momento em que a máquina é inicializada. Conectado à placa-mãe, é responsável por parte de inicialização do sistema operacional e outros programas.

15.1 Como personalizar o BIOS

BIOS (Basic Input/Output System) ou Sistema Básico de Entrada e Saída trata-se de um mecanismo indispensável para o bom funcionamento do computador, seus programas e softwares, e é ativado no momento da inicialização. Sem o BIOS, o computador para. Ele é ativado quando o PC é ligado até o momento em que o sistema operacional é carregado na máquina. O BIOS fica gravado dentro de um chip na memória ROM (somente de leitura), o que significa que não é possível alterar suas características principais.

Na inicialização, a BIOS faz uma varredura por todo computador até o sistema operacional ser carregado, o que inclui avaliar todos os hardwares, ajustes de discos e componentes, clock dos processadores, chipsets integrados, memória, frequência de funcionamento etc.

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2 - Envelhecimento Biológico

GONÇALVES, Emanuela; BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Envelhecimento

Biológico

Para começar

Conheceremos de forma prática as principais alterações normais e anormais que norteiam o processo natural de envelhecimento do ser humano. Aprenderemos sobre as doenças mais comuns, bem como suas causas, tratamento e prevenção.

O ser humano é adaptável. Essa adaptação, no entanto, é diferente para cada indivíduo. O funcionamento físico em processo de envelhecimento tem relação direta com o estado emocional e social de cada pessoa. Essa adaptação também sofre influência do meio em que o indivíduo vive, da sociedade e da maneira como ele se vê nesses contextos.

O envelhecimento biológico é um processo gradual que causa alterações nas funções do organismo, fazendo com que o indivíduo se torne cada vez menos capaz de se adaptar ao ambiente em que vive, ficando mais vulnerável às doenças. Devemos lembrar, porém, que o indivíduo pode envelhecer de forma natural, e que envelhecer não é sinônimo de doença. O envelhecer de forma natural

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5 - O Idoso e a Sociedade

GONÇALVES, Emanuela; BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

O Idoso e a

Sociedade

5

Para começar

Aprenderemos os temas mais relevantes que dizem respeito ao idoso e à sociedade nos dias de hoje. Abordaremos, numa linguagem simples e objetiva: o envelhecimento da sociedade, o desrespeito com o idoso, a saúde pública e o envelhecimento, o idoso como provedor da família, bem como seus direitos, consolidados pelo Estatuto do Idoso, Lei no 10741, de 1o de outubro de 2003.

5.1 Envelhecimento da sociedade

A população idosa vem crescendo de forma considerável em nosso país.

Segundo pesquisas recentes, os números dessa projeção mostram um crescimento acelerado.

Esse aumento traz consigo necessidades de políticas que venham ao encontro de um atendimento adequado às expectativas desses idosos.

Um país que não esperava e, portanto, não se preparou para atender a essa necessidade encara o aumento da população idosa como um “problema” e não como uma conquista, alegando representar um ônus nos encargos para a família, o Estado e a sociedade, uma vez que o idoso carece de cuidados especiais, medicação e um acompanhamento diferenciado, dada a fragilidade da sua saúde, na maioria dos casos.

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Grupo A (1298)
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Medium 9788582605172

Capítulo 13. Desenvolver negócios e talentos com empreendimentos corporativos

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

13

Desenvolver negócios e talentos com empreendimentos corporativos

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

●●

●●

as motivações e a gestão dos empreendimentos corporativos; as vantagens e desvantagens de diferentes estruturas para empreendimentos corporativos; a probabilidade de sucesso final de empreendimentos corporativos.

Empreendimentos corporativos e empreendedorismo

A Samsung começou como uma fábrica processadora de macarrão, a Nokia originalmente fabricava galochas de borracha e o primeiro negócio da 3M foi com lixas. Por um processo de diversificação estratégica, experimentação, inovação e um pouco de sorte, todas evoluíram e criaram continuamente novos negócios.

Empreendimentos corporativos, usando uma definição mais ampla do termo, são diversas formas diferentes de desenvolver inovações, alternativas aos processos internos convencionais para desenvolvimento de novos produtos ou serviços, que muitas vezes vão além do desenvolvimento de produtos e incluem a criação de um novo negócio. No Capítulo 11, examinamos os muitos benefícios de se usar abordagens estruturadas ao desenvolvimento de novos produtos e serviços, como processos de stage-gate e funis de desenvolvimento, mas essas abordagens também têm uma grande desvantagem, pois as decisões nos diferentes estágios tendem a favorecer as inovações mais próximas das estratégias, mercados e produtos já existentes e tendem a filtrar ou rejeitar inovações em potencial que

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Capítulo 15. Explorar o conhecimento e a propriedade intelectual

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

15

Explorar o conhecimento e a propriedade intelectual

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

identificar diferentes tipos de conhecimento e propriedade intelectual;

●●

escolher e aplicar métodos adequados de gestão do conhecimento;

●●

desenvolver uma estratégia de licenciamento de propriedade intelectual.

Inovação e conhecimento

Neste capítulo, discutimos como indivíduos e organizações identificam “o que sabem” e como melhor exploram esse conhecimento. Examinamos os campos relacionados à gestão do conhecimento, à aprendizagem organizacional e à propriedade intelectual. As questões mais importantes: incluem a natureza do conhecimento, como conhecimento explícito versus conhecimento tácito; a localização de conhecimento, como individual versus organizacional; e a distribuição de conhecimento na organização. Mais especificamente, a gestão do conhecimento preocupa-se com a identificação, a tradução, o compartilhamento e a exploração de conhecimento dentro de uma organização. Uma das questões-chave é o relacionamento entre aprendizagem individual e organizacional, como a primeira é transformada na última e então em novos processos, produtos e negócios. Por fim, analisamos diferentes tipos formais de propriedade intelectual e como eles podem ser usados no desenvolvimento e na comercialização de inovações.

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Capítulo 8. Construir o caso

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

8

Construir o caso

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

desenvolver e usar um plano de negócio para atrair recursos;

●●

escolher e aplicar os métodos de previsão mais apropriados;

●●

identificar e gerenciar o risco e a incerteza.

O motivo tradicional para desenvolver um plano de negócio formal é obter apoio ou verbas para um projeto ou empreendimento. Contudo, não há unanimidade entre as pesquisas sobre a função e a eficácia dos planos de negócio. Alguns estudos indicam uma relação positiva entre o desenvolvimento de um plano de negócio formal e a capacidade de atrair financiamento externo,1 enquanto outros não identificam uma relação significativa. 2 Seja qual for a realidade, o desenvolvimento de um plano convincente se transformou em um rito de passagem para novos empreendimentos. Na prática, o planejamento de negócios tem uma função muito mais ampla que o financiamento e pode ajudar a traduzir metas abstratas ou ambiciosas em necessidades operacionais mais explícitas e apoiar os processos posteriores de tomada de decisão e identificação de vantagens comparativas. Um plano de negócio pode ajudar a explicitar os riscos e as oportunidades, revelar o otimismo sem embasamento e o autoengano e evitar discussões subsequentes sobre recompensas e responsabilidades.

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Capítulo 1. O imperativo da inovação

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

O imperativo da inovação

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

o que queremos dizer por “inovação” e “empreendedorismo” e como são essenciais para sobrevivência e crescimento;

●●

a inovação como um processo e não como um simples lampejo de inspiração;

●●

as dificuldades na gestão de um processo incerto e arriscado;

●●

os principais temas da reflexão sobre a administração eficaz desse processo.

A inovação importa

Não é preciso ir muito longe para perceber a necessidade de inovação. Ela fica evidente nas milhares de declarações de missão empresarial e documentos sobre estratégia, cada qual enfatizando o quão importante é a inovação para “nossos clientes/nossos acionistas/nosso negócio/nosso futuro” e, mais comumente, para

“nossa sobrevivência e nosso crescimento”. A inovação aparece em diferentes anúncios de produtos, desde spray de cabelo até serviços de saúde. É presença marcante nos nossos livros de história, mostrando até que ponto e há quanto tempo influencia nossas vidas. Também está nas declarações dos políticos, ao reconhecer que nosso estilo de vida é constantemente moldado e remoldado pelo processo de inovação.

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Capítulo 2. Inovação social

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Inovação social

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

●●

●●

●●

o empreendedorismo social e a inovação social; o empreendedorismo social como um processo organizado e disciplinado, em vez de uma intervenção bem-intencionada, porém desfocada; as dificuldades em administrar o que é tanto um processo incerto e de risco quanto uma inovação “convencional” e economicamente motivada; os principais temas necessários para administrar esse processo de forma eficaz.

INOVAÇÃO EM AÇÃO 2.1

Grameen Bank e o desenvolvimento das microfinanças

Um dos maiores problemas das pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza é a dificuldade de acesso a serviços bancários e financeiros. Em consequência, elas são sempre dependentes de agiotas e outras fontes não oficiais, e quase sempre pagam taxas exorbitantes ao tomarem empréstimos. Isso lhes impossibilita poupar e investir, e estabelece uma barreira que as impede de escapar dessa espiral mediante a criação de novos empreendimentos. Ciente desse problema, Muhammad Yunus,

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Medium 9788580553734

Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Medium 9788580553734

Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 9 - Motores mono e bifásicos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Motores mono e bifásicos

E

ste capítulo discute os motores monofásicos. Ao mesmo tempo que focaliza os motores de indução, também discute os motores de indução, os síncronos de relutância, os de histerese e os de polos sombreados. Observe que outro motor monofásico comum, o motor série universal, foi discutido na Seção 7.10. A maioria dos motores de indução com uma especificação de potência fracionária (fração de quilowatt) são motores monofásicos. Em aplicações residenciais e comerciais, são encontrados em uma ampla variedade de equipamentos incluindo refrigeradores, condicionadores de ar, trocadores de calor, ventiladores, bombas, máquinas de lavar e secadores.

Neste capítulo, descreveremos esses motores qualitativamente em termos da teoria do campo girante e começaremos com uma análise rigorosa de um motor monofásico que opera com um único enrolamento. Entretanto, na realidade, a maioria dos motores de indução monofásicos são motores bifásicos com enrolamentos assimétricos. Normalmente, os dois enrolamentos são bem diferentes, com números diferentes para as espiras e/ou a distribuição de enrolamentos. Assim, este capítulo discute também os motores bifásicos e inclui o desenvolvimento de uma teoria quantitativa para a análise de motores de indução monofásicos que estejam funcionando com ambos os enrolamentos: principal e auxiliar.

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Medium 9788580553734

Capítulo 2 - Transformadores

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Grupo Gen (2126)
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Capítulo 4 - Contratos de Construção

Daniel W. Halpin, Ronald W. Woodhead Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO

4.1 AMBIENTE CONTRATUAL

A construção é uma atividade de prestação de serviços que tem várias facetas. Uma dessas facetas é a de que a construção é um negócio. O mundo dos negócios é estruturado por relações contratuais, e os aspectos empresariais da construção requerem o estabelecimento de relações contratuais com uma vasta gama de parceiros. O papel central que cabe ao contrato é refletido pelo fato de que as empresas de construção são denominadas “empreiteiras”. Além da relação contratual entre o proprietário e o construtor, empresários da construção supervisionam contratos com subempreiteiros, especialmente empresas de prestação de serviços especializados, sindicatos, empresas de equipamentos e fornecedores de materiais. Seguro e caução, assim como os documentos que estabelecem a estrutura legal da empresa, contêm os elementos dos requisitos contratuais. Neste capítulo, serão abordadas as principais formas contratuais utilizadas para estabelecer contratos para projetos de construção.

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Medium 9788521625568

Apêndice G Edital de Licitação — Exemplo

Daniel W. Halpin, Ronald W. Woodhead Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE G

EDITAL DE LICITAÇÃO — EXEMPLO

APÊNDICE G

281

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

PREFEITURA DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO

COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

Edital n.º CC / /PRE

PROCESSO n.º

A Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura do Campus da Universidade vem convidar V. Sª. para participar de processo licitatório, na modalidade de Carta-Convite, do tipo menor preço, para contratação, pelo regime de empreitada por preços unitários, de serviços de engenharia para execução da obra de reforma no prédio anexo da

Engenharia, na forma do disposto na Lei n.º 8.666/93, com as alterações feitas pela Lei n.º 8.883/94, e pelas Instruções

Normativas n.ºs 05/95 e 09/96 do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, e alterações inseridas pela

Lei Federal n.º 9.648/98, devendo os documentos ser entregues no local e data-limite indicados a seguir, quando e onde, em sessão pública, serão iniciados os trabalhos de abertura dos envelopes:

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Medium 9788521617556

13 - TRANSFERÊNCIA DE CALOR EM FLUIDOS

Eduardo Luis Canedo Grupo Gen PDF Criptografado

392

C APÍTULO 13

13

TRANSFERÊNCIA DE

CALOR EM FLUIDOS

13.1 INTRODUÇÃO

13.4 CORRELAÇÕES EMPÍRICAS

13.2 TRANSFERÊNCIA DE CALOR EM DUTOS: PERFIL DE

13.5 TRANSFERÊNCIA DE CALOR COM DISSIPAÇÃO VISCOSA

TEMPERATURA DESENVOLVIDO

13.3 TRANSFERÊNCIA DE CALOR EM DUTOS: REGIÃO DE

13.6 EFEITO DA VARIAÇÃO DA VISCOSIDADE COM A

TEMPERATURA

ENTRADA

13.1

13.1.1

INTRODUÇÃO

Balanço de Calor em Fluidos

O balanço de energia térmica para um fluido newtoniano incompressível de propriedades físicas constantes leva

(na ausência de fontes internas de energia) à equação de variação da temperatura, Eq. (10.6):1

cˆ

T

+ cˆ ( v iT ) = k 2 T +  ( v :v )

t

(i )

(ii )

(iii )

(13.1)

(iv )

onde T é a temperatura, v é a velocidade, r a densidade, cˆ o calor específico, k condutividade térmica e h a viscosidade do fluido. Os termos correspondem a: (i) taxa de aumento de energia interna, (ii) transporte de energia interna por convecção, (iii) transporte de calor por condução (lei de Fourier) e (iv) dissipação viscosa de energia mecânica (lei de Newton).

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Medium 9788521617556

9 - BALANÇO MACROSCÓPICO DE ENERGIA MECÂNICA E APLICAÇÕES

Eduardo Luis Canedo Grupo Gen PDF Criptografado

252

C APÍTULO 9

9

BALANÇO MACROSCÓPICO DE

ENERGIA MECÂNICA E APLICAÇÕES

9.1 BALANÇO MACROSCÓPICO DE ENERGIA MECÂNICA

9.3 ESCOAMENTO AO REDOR DE PARTÍCULAS

9.2 ESCOAMENTO EM DUTOS

9.4 ESCOAMENTO EM LEITOS DE RECHEIO

9.1

BALANÇO MACROSCÓPICO DE ENERGIA MECÂNICA

O movimento de uma partícula rígida é regido pelo balanço de quantidade de movimento (segunda lei de Newton), expressa, em forma vetorial, como d

(mv) = dt

∑F

(9.1)

i

onde m é a massa da partícula e v sua velocidade, de forma que mv é a quantidade de movimento ou momento linear da partícula, e as Fi são todas as forças que atuam sobre a mesma. Fazendo o produto escalar da Eq. (9.1) pela velocidade da partícula, o termo da esquerda corresponde à taxa de variação da energia cinética da partícula: vi

d d

(mv) = ( 1 2 mv 2 ) dt dt

(9.2)

e os termos da direita correspondem à potência (trabalho por unidade de tempo) desenvolvida pelas forças atuantes sobre a partícula: vi

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Medium 9788521623762

CAPÍTULO 17 - “SUPORTES” DE TUBULAÇÃO – SUPORTES DE MOLA

França Filho Grupo Gen PDF Criptografado

169

C A P Í T U L O 17 — “SU P O RTE S ” D E TUBUL AÇ ÃO — S UP O RTE S D E MO L A

17

“SUPORTES”

DE TUBULAÇÃO –

SUPORTES DE MOLA

PARTE

Tais elementos, empregados para equilibrar o peso próprio, controlar a deformação dos carregamentos impostos em geral e reduzir seus efeitos sobre os equipamentos e estruturas adjacentes, são denominados res-

trições, também chamadas vulgarmente pelo termo genérico “suportes”, que compreende o assunto que trataremos neste capítulo.

IV

A grande diferença entre uma estrutura convencional qualquer e um sistema de tubulação é que este não é autoportante. Se, além da necessidade de equilibrar o peso próprio de seus componentes, considerarmos os efeitos da temperatura e a necessidade de proteção dos equipamentos aos quais as tubulações estão conectadas, concluiremos que nossa estrutura particular precisa de elementos externos específicos para se manter em equilíbrio estável e se deformar de maneira adequada.

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