Editora Manole (122)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520432006

3. Ciências Sociais e Meio Ambiente

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Ciências Sociais e

Meio Ambiente

3

Fabiola Zioni

Socióloga, Faculdade de Saúde Pública – USP

A modernidade constitui o cenário no qual emergem as ciências so‑ ciais e, mais recentemente, a questão ambiental. Com o termo modernida‑ de pretende‑se definir um processo que se inicia por volta do século XV, na

Europa, marcado por profundas transformações em todas as dimensões da vida humana – da produção, da sociabilidade, da representação simbólica do mundo, das relações sociais e de poder – fenômeno que, ao longo de 500 anos, se estendeu por todo o planeta, transformando os diferentes contex‑ tos (físicos e sociais) em que, progressivamente, foi acontecendo.

Esse processo tem maior visibilidade na organização capitalista das rela‑

ções de produção e consumo, mas não pode ser confundido com ela. Ainda que contemporâneos e bastante relacionados, a modernidade não se reduz ao curso de expansão capitalista, mesmo que este venha moldando todos os campos da atividade humana.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432679

13. Fiscalização da prestação dos serviços de resíduos sólidos

GALVÃO JR., Alceu de Castro; MELO, Alisson José Maia; MONTEIRO, Mario Augusto P. Editora Manole PDF Criptografado

13

Fiscalização da prestação dos serviços de resíduos sólidos

Marcos Paulo Marques Araújo

Pedro Alexandre Moitrel Pequeno

INTRODUÇÃO

O poder de polícia administrativa, cuja origem remonta ao Estado Liberal de Direito e segue positivado no art. 72, da Lei federal n. 5.172/66, Código Tributário Nacional (CTN), busca promover, em estrita conformidade com o princípio da legalidade (art. 5º, II, da Constituição Federal de 1988

– CF/1988), segundo delineado pelo legislador, a proteção do interesse público primário para conformar, de forma proporcional, o interesse individual que venha a afetar a coletividade em seus mais diversos campos, inclusive o da gestão integrada e do gerenciamento de resíduos sólidos.

Decorre do poder de polícia administrativa a fiscalização estatal que, por constituir fase integrante do ciclo do exercício deste poder, enseja, no âmbito da gestão integrada e do gerenciamento de resíduos sólidos, a realização, de forma prévia, do acompanhamento, do monitoramento, do controle e da avaliação do cumprimento das regras legais pelos atores da componente de resíduos sólidos, que se insere, nessa quadra atual, no saneamento básico, sob pena de acarretar a instauração do processo repressivo da conduta desse administrado com vista à sua punição. Mais do que isso, a fiscalização estatal também norteia e orienta a regulação dos serviços de resíduos sólidos, uma vez que aquela, a fiscalização, está intimamente ligada a esta última, a regulação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432679

11. Regulação Sunshine: uma proposta de regulação técnica para o saneamento

GALVÃO JR., Alceu de Castro; MELO, Alisson José Maia; MONTEIRO, Mario Augusto P. Editora Manole PDF Criptografado

11

Regulação Sunshine: uma proposta de regulação técnica para o saneamento

Alexandre Caetano da Silva

A GESTÃO DOS SERVIÇOS DE

SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL

O atual escopo dos serviços de saneamento básico no Brasil foi definido com o marco regulatório do setor, a Lei n. 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico (LNSB), envolvendo os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, além de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. Entre as novidades desta Lei destaca-se o conceito ampliado de saneamento básico, que em projetos de lei anteriores estava restrito aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, e agora envolve a gestão da drenagem urbana e de resíduos sólidos. Nesse último aspecto, o posterior marco regulatório específico para a componente de resíduos sólidos, a Lei n. 12.305, de 2 de agosto de 2010, que instituiu a

Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), recepcionou a LNSB nas questões relacionadas aos resíduos urbanos e enfatizou a necessidade de gestão integrada de resíduos, tratando também do disciplinamento do manejo de diversos outros tipos de resíduos, como os da construção civil e dos serviços de saúde.

Apesar dos esforços empenhados para a estruturação do setor de saneamento básico desde a edição do marco regulatório, as iniciativas para a

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432075

6. Pedagogia e didática ambiental

LUZZI, Daniel Editora Manole PDF Criptografado

6

Pedagogia e didática ambiental

Forma e conteúdo são dois espelhos um na frente do outro, que para não provocar perplexidade no observador devem

­refletir as duas caras da mesma imagem. (Pozo, 1989, p. 31)

Pedagogia crítica e práxis ambiental

Como observamos, os aportes da epistemologia avançam para a inclusão da perspectiva qualitativa e complexa, e para as exposições dos componentes autorreflexivos e emancipatórios da ciência social crítica no estabelecimento de uma racionalidade alternativa.

Uma racionalidade que incorpora o sujeito e seus preconceitos, e rechaça a ideia de neutralidade do conhecimento; que resgata o outro e a co­ munidade na construção do consenso intersubjetivo; que concebe o conhecimento como uma construção interpretativa, contextual e histórica, como um processo inacabado, um permanente “sendo”; que aceita a complementaridade metodológica como abordagem para alcançar a compreensão do complexo mundo que habitamos.

Os avanços da psicologia educacional, desde o cognitivismo, o construtivismo, o enfoque histórico cultural, a cognição situada e a psicologia geral da atividade, transitam, igualmente, na busca de uma aprendizagem ativa,

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429754

Capítulo 8 - Consórcios Públicos na Gestão de Serviços de Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

8

Consórcios Públicos na

Gestão de Serviços de

Saneamento Básico

Petrônio Ferreira Soares

Engenheiro Civil, Funasa

INTRODUÇÃO

O marco inicial das discussões referentes à sustentabilidade dos servi‑

ços de saneamento básico, por meio da integração regional, foi delineado durante o processo de construção da Agenda 21, que definiu as estratégias e os instrumentos necessários à consolidação do processo de gestão com‑ partilhada entre entes públicos, agentes econômicos e atores sociais.

Para inserção nesse contexto, a reestruturação do setor de saneamento básico tornou‑se premente, em razão de variáveis institucionais que inter‑ feriam na gestão dos serviços, do investimento e da prática operacional.

Assim, apesar de a prestação de serviços de saneamento básico ser prerrogativa legal e exclusiva do Estado, inicia‑se na década de 1990 um período de revisão dessa concepção, fundamentada na lógica do Estado mínimo. A reestruturação das relações socioeconômicas entre as nações serviu de justificativa para a redefinição do papel do Estado, que, no caso brasileiro, resultou no processo de privatização das empresas estatais, atin‑ gindo, ainda que de forma diferenciada, os diversos setores da economia.

No tocante ao saneamento básico, a tese de sustentação da participação

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1291)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582604052

Capítulo 7 - Eletrônica digital

Thomas K. Eismin Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Eletrônica digital

Os sistemas digitais se tornaram práticos com a invenção do circuito integrado. Contudo, a evolução da eletrônica inclui diversos exemplos de circuitos digitais. O primeiro meio de transmitir um sinal de informação, o telégrafo, se embasava em princípios digitais básicos. O telégrafo usava um sistema de código com combinações tensão ativada e desativada para produzir letras, palavras e, logo, informações. O conceito de tensão ativada e desativada está no centro do circuito digital moderno.

Atualmente, os circuitos integrados são capazes de fornecer milhares de combinações de sinais de tensão.

Esse grande número de combinações de tensão por componente permite que os circuitos digitais modernos realizem um número aparentemente infinito de tarefas. Os circuitos digitais são bastante usados nos sistemas de computadores das aeronaves modernas. Os computadores operam praticamente todos os sistemas de um avião de alta tecnologia. O conceito de eletrônica digital alterou o modo como projetamos, voamos e mantemos aeronaves.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600023

Capítulo 4 - Ambiente e sociedade

Cibele Schwanke Grupo A PDF Criptografado

Maria Cristina Caminha de Castilhos França

Clarice Monteiro Escott

capítulo 4

Ambiente e sociedade

Pensar o ambiente pressupõe reconhecer a presença humana e a forma como se estruturam os processos de interação entre essas duas dimensões. Autores de diferentes

áreas convergem sobre a temática “meio ambiente” como um conjunto de elementos que vai além dos espaços físicos para, em síntese, fornecer as condições de existência de vida na Terra. Com base nesse pressuposto, a crença de que os homens teriam a natureza ao seu dispor para atender, sem nenhuma prudência, às suas necessidades contribuiu significativamente para a degradação ambiental, um problema que exige urgência na sua contenção. Neste capítulo, abordamos a intervenção dos homens no ambiente a partir da Revolução Industrial, as consequências da falta de controle e de prevenção sobre a disponibilidade de recursos ambientais e, por fim, algumas propostas desenvolvidas ou em desenvolvimento, voltadas à solução de alguns problemas ambientais existentes na atualidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555684

Capítulo 22 - Integração de Equações

Steven C. Chapra; Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

capítulo

22

Integração de Equações

Na introdução da Parte 6, observamos que as funções a serem integradas numericamente terão tipicamente duas formas: uma tabela de valores ou uma equação. A forma dos dados tem uma influência importante nas abordagens usadas para calcular a integral. Para informações tabuladas, fica-se limitado pelo número de pontos dados. Em contraste, se uma equação estiver disponível, é possível gerar tantos valores de f(x) quantos forem necessários para alcançar a precisão aceitável (lembre-se da Figura

PT6.7).

Este capítulo é dedicado a três técnicas desenvolvidas especialmente para analisar casos nos quais a função é dada. Cada uma tira proveito da possibilidade de gerar valores da função para desenvolver esquemas eficientes para integração numérica. A primeira é baseada na extrapolação de Richardson, que é um método para combinar duas estimativas numéricas para a integral para obter um terceiro valor, mais acurado.

O algoritmo computacional para implementar a extrapolação de Richardson de uma maneira altamente eficiente é chamado de integração de Romberg. Essa técnica é recursiva e pode ser usada para gerar uma estimativa da integral dentro de uma tolerância de erro pré-especificada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715253

Referências

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

502   PARTE III.A   Processamento térmico utilizando vapor ou água quente

QUADRO 12.1  Plasmina

Plasmina é uma proteinase alcalina e parte de um sistema complexo que consiste em plasminogênio, ativadores de plasminogênio (AP), inibidores de AP e inibidores de plasmina. Os níveis de plasmina e de plasminogênio podem variar consideravelmente com o estágio de lactação, reprodução, idade e presença de mastite. Os inibidores no leite fresco são instáveis ao calor, ao passo que os ativadores são conhecidos por serem estáveis ao calor. Consequentemente, o tratamento térmico do leite altera o equilíbrio entre os ativadores e os inibidores, a favor dos ativadores.

Isso pode levar ao aumento da proteólise no leite aquecido. A plasmina hidrolisa -caseína, s2-caseína e s1-caseína durante a maturação do queijo para algumas variedades de queijo (p. ex., Emental e Gouda), mas sua atividade durante a armazenagem de leite UHT pode acelerar a gelificação por envelhecimento. A plasmina é estável ao calor e sobrevive a muitos processos UHT (D140 °C = 32 s, D142 °C = 18 s).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604915

Capítulo 5. O metabolismo das cidades

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

O metabolismo das cidades

Em 1965, Baltimore, Maryland, era uma cidade em transição. Como Alexandria, no Egito, tratava-se de um porto importante, o segundo maior dos

Estados Unidos na costa atlântica, o porto mais conveniente do país para que fabricantes do Meio Oeste exportassem suas mercadorias. Baltimore também tinha sua produção própria. A usina siderúrgica de Sparrows Point, da Bethlehem Steel, era a maior do mundo, com mais de seis quilômetros de extensão. A usina fabricava aço para a infraestrutura dos Estados Unidos, incluindo as vigas da ponte Golden Gate, em San Francisco, e os cabos da ponte George Washington. O aço produzido pela usina também era empregado no adjacente estaleiro de Sparrows Point, um dos mais ativos produtores de navios do país, o qual, na década de 1970, estava construindo os maio1 res superpetroleiros do mundo. A produção de aço e a construção de navios era um trabalho extenuante e árduo, mas gerava empregos sindicalizados de boa remuneração, ainda que as hierarquias laborais fossem drasticamente divididas por raça, com os afro-americanos sendo excluídos de cargos de gerência. O compositor Philip Glass pagou sua mensalidade da renomada

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (2180)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521618768

4 - Energia Eólica

HODGE, B. K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

4

Energia Eólica

4.1

INTRODUÇÃO

A energia eólica, como a energia solar, tem chamado muito a atenção da mídia recentemente. Na verdade, a energia eólica apresentou crescimento mais rápido entre todas as fontes renováveis de energia nos últimos anos. Como mostra a Figura 1.9, a energia eólica contribuiu com 4% da energia renovável utilizada nos Estados Unidos em

2007. A energia eólica também é uma parte cada vez mais importante da matriz energética na Europa Ocidental. O objetivo deste capítulo é desenvolver os princípios fundamentais da energia eólica e transmitir uma compreensão quantitativa desta fonte de energia.

Os dispositivos para aproveitar a energia do vento estão disponíveis em muitas configurações diferentes. Uma série de configurações possíveis é listada nas Figuras 4.1 e 4.2. As designações fundamentais de um dispositivo de energia eólica incluem a turbina eólica com eixo horizontal (HAWT) mostrada na Figura 4.1 e a turbina eólica com eixo vertical (VAWT) na Figura 4.2. A designação depende simplesmente do eixo de rotação. Os dispositivos

Ver todos os capítulos
Medium 9788521619086

6 - Entrando em Guerra Contra Esse Mar de Problemas

RICHTER, Burton Grupo Gen PDF Criptografado

6

Entrando em Guerra Contra Esse

Mar de Problemas

6.1

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa a discussão sobre como podemos sair da armadilha da mudança climática na qual o mundo se encontra em decorrência do crescimento econômico, do crescimento populacional e da falta de compreensão sobre como as nossas ações afetam o nosso ambiente. Embora os mais pobres estejam melhores do que estavam um século atrás, o aquecimento global irá reverter a melhoria nas vidas de todos, a menos que façamos algo a respeito. A origem do problema está no uso da energia para alimentar a economia mundial e nas práticas agrícolas que empregamos para alimentar a população mundial. O problema é solucionável, mas a solução exige uma ação global.

Todos os grandes emissores de gases do efeito estufa agora concordam que o problema é real, mas não chegaram a um acordo sobre como dividir o ônus de limpar as coisas. Será difícil conceber um sistema de ação que permita às nações em desenvolvimento continuar a melhorar o bem-estar dos seus cidadãos enquanto também reduzem as emissões. As consequências estão no futuro, enquanto a ação tem de começar no presente, e isso cria problemas políticos difíceis para todas as nações porque os custos existem agora, enquanto os benefícios virão mais tarde

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636182

Capítulo 12: Montagens de Parafusos de Potência

COLLINS, Jack A. Grupo Gen ePub Criptografado

Parafusos de potência, algumas vezes chamados de macacos, fusos ou atuadores lineares, são elementos de máquinas que transformam movimento rotativo em movimento de translação, ou amplificam uma pequena força tangencial deslocando-se (em trajetória circular) ao longo de uma grande distância em uma grande força axial deslocando-se ao longo de uma pequena distância. Geometricamente, um parafuso de potência é um eixo roscado com um colar de apoio em uma das extremidades, encaixado em uma porca acoplada à rosca. Com as restrições adequadas, tanto a porca pode ser girada de modo a causar movimento de translação do eixo roscado (parafuso) quanto o parafuso pode ser girado de modo a causar translação axial da porca. Exemplos comuns incluem macacos de rosca para elevação de cargas, grampos em C, morsas e fusos para tornos de precisão ou outras máquinas ferramentas, posicionadores positivos para controlar os acionamentos das hastes em reatores de potência nuclear e acionamentos de compactação para os compactadores de lixo doméstico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624011

Tópico I 2 - Sistemas de Unidades

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF Criptografado

Pré-Requisitos e

Suporte

2

  Sistemas de Unidades

 1. Introdução

  2. Unidades Comuns de massa

  3. Massa e Peso

  4. Aceleração da Gravidade

  5. Sistemas de Unidades Consistentes

  6. O Sistema Inglês de Unidades

  7. Outras Fórmulas Afetadas pela Inconsistência

  8. Peso e Densidade de Peso

  9. O Sistema Gravitacional Inglês

10. O Sistema Inglês Absoluto

11. Sistemas Métricos de Unidades

12. O Sistema cgs

13. Unidades no SI (O Sistema mks)

14. Regras para o Uso das Unidades do SI

15. Dimensões Primárias

16. Medidas Lineal e Board Foot

17. Análise Dimensional

1. INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é eliminar algumas das confusões a respeito das várias unidades de medida em engenharia disponíveis para cada grandeza. Em particular, esforços têm sido feitos para esclarecer o uso do chamado Sistema Inglês, que por anos vem usando a unidade libra tanto para força quanto para massa, uma prática que tem resultado em confusão até para aqueles que são familiares com tal unidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521623496

Capítulo 17 - Tecnologia sem Escavação e Reabilitação de Sistemas de Esgoto

SHAMMAS, Nazih K.; WANG, Lawrence K. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

17

Tecnologia sem Escavação e

Reabilitação de Sistemas de Esgoto

R

eabilitação do sistema é a aplicação de tecnologias de reparo, reforma e substituição na infraestrutura a fim de restabelecer a funcionalidade de um sistema ou subsistema de águas servidas. À medida que a infraestrutura dos Estados Unidos envelhece, cada vez mais importância é dedicada à reabilitação dos sistemas de coleta e tratamento das águas servidas do país. Rachaduras, sedimentação, invasão de raízes de árvores e outras perturbações que se desenvolvem ao longo do tempo deterioram as tubulações e outras estruturas de transporte que compõem os sistemas de coleta das águas servidas. Essas condições de deterioração podem aumentar a quantidade de influxo e infiltração (I/I) que entram no sistema, especialmente durante os períodos chuvosos. O aumento dos níveis de I/I cria uma carga hidráulica adicional sobre o sistema e diminui a sua capacidade global. Além do escoamento de I/I, as

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Manole (26)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520433287

5. Gás natural

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

5

GÁS NATURAL

O gás natural é o mais limpo dos combustíveis fósseis; apresenta baixa emissão de dióxido de enxofre (SO2) e de resíduos presentes na fumaça do processo de sua combustão, o que reduz os impactos ambientais.

É possível encontrar gás natural embaixo de rochas isolantes, em profundidades variáveis. Os depósitos foram formados por degradação de matéria orgânica, principalmente micro-organismos, em tempos pré-históricos. A matéria foi submetida a altas pressões em ausência de oxigênio. O gás natural que pode ser encontrado juntamente com o petróleo, no mesmo reservatório, é chamado de associated-dissolved, o que significa que o gás natural está associado ou dissolvido em óleo bruto. Nesse caso, o gás costuma auxiliar na extração do petróleo, e tem pouco uso comercial. O gás natural que acompanha o petróleo pode, inclusive, ser queimado sem ser utilizado. Também pode ser encontrado em reservas apenas de gás, sendo chamado de non-associated.

O componente principal do gás natural é o metano (CH4), que representa 70% ou mais do volume. Possui quantidades menores de etano (H3C-CH3), propano (H3C-CH2-CH3) e pequenas quantida25

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433270

1. Água: estrutura química e molecular

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

1

Água: estrutura quím ica e molecu lar

A molécula de água é uma das mais interessantes do ponto de vista químico porque apresenta características e propriedades únicas e de extrema importância para a vida. Você já parou para pensar por que os oceanos não congelam? Ou por que o gelo flutua? Ou, ainda, por que a água é o solvente universal? Alguns desses tópicos serão abordados quando forem pertinentes ao longo deste livro, mas pode-se dizer que as propriedades atômicas e moleculares são as responsáveis por tanta versatilidade para uma só molécula. Este livro tenta mostrar a beleza da química por meio da molécula de água e da sua importância na vida humana.

Os átomos e, consequentemente, suas propriedades, são a parte central da química; por isso, é interessante entender como eles podem se agrupar e se arranjar no espaço. O ponto de partida é a estrutura eletrônica, isto é, como os elétrons estão arranjados em torno do núcleo. Para entender a estrutura eletrônica, é preciso conhecer três partículas subatômicas: o elétron, o próton e o nêutron.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433270

2. A água e a ligação de hidrogênio

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

2

A água e a l i g ação de h i dro g ê n i o

Uma das maravilhosas características da molécula de água é a criação de um ambiente favorável à evolução e à continuação das espécies, o qual está diretamente relacionado com as propriedades únicas dessa molécula tão peculiar e interessante. Você viu no capítulo anterior (e provavelmente já sabia) que a molécula de água é formada por um átomo de oxigênio e dois de hidrogênio. Viu também que os

átomos possuem características específicas que permitem sua combinação com outros elementos químicos para formar diferentes moléculas. No caso da água, a diferença de eletronegatividades entre oxigênio e hidrogênio dá a essa molécula um tipo especial de interação, chamado de ligação de hidrogênio. É dessa ligação química entre os átomos da água que surgem as incríveis propriedades que permitem a existência de vida na Terra. Daqui surge um ponto interessante, que é saber como analisar a eletronegatividade de um átomo e a polaridade de uma ligação química.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433287

11. Energias limpas

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

11

E NE RG IAS L IMPAS

Em comparação com as fontes de energia que foram descritas até aqui, as que serão abordadas a seguir podem ser consideradas limpas. Entre elas, está a energia cinética, a qual pode ser gerada por ventos, pelas águas dos oceanos ou ainda por fontes de água quente ou vapor originados abaixo da superfície terrestre.

11 .1. ENERG IA EÓL ICA

A energia eólica é conhecida pela humanidade desde, aproximadamente, os anos 200 a.C, quando os agricultores da antiga Pérsia perceberam que podiam utilizar, de alguma forma, a força dos ventos para auxiliá-los na moagem dos grãos e no bombeamento de água.

Com isso, eles criaram a primeira forma de moinho de vento. Esses moinhos, similares a um cata-vento, foram utilizados até o século

XII, época em que começaram a surgir os moinhos para farinha no formato que conhecemos e que é utilizado até hoje em países como

Inglaterra, França e Holanda, entre outros.

No entanto, essa tecnologia passou a ser usada para a geração de eletricidade apenas no final do século XIX, sendo que somente em

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433287

7. Hidrogênio

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

7

H idrog ênio

O gás hidrogênio (H2) é mais uma opção de combustível, o que não deve ser confundido com seu emprego em celas a combustível (ver

Capítulo 8). Como combustível para motores de combustão interna, tem aplicação semelhante à do gás natural.

O uso de hidrogênio como combustível é vantajoso. Pode ser gerado por hidrólise da água, em um processo aparentemente limpo, por meio de corrente elétrica. De fato, o grau de limpeza dependerá da forma de obtenção da energia elétrica.

O acoplamento de energia eólica (ver Item 11.1) com planta de geração de hidrogênio por hidrólise é uma opção possível e uma alternativa às fontes de energias mais poluentes.

No entanto, as expectativas, e até promessas, da indústria automobilística de dez anos atrás estão se apagando. O custo de produção do carro a hidrogênio é dez vezes maior que o de um carro elétrico, que ainda é muito caro, se comparado ao movido a gasolina ou álcool.

Ainda há problemas difíceis e dispendiosos de armazenamento, transporte e rendimento do gás hidrogênio. Em algumas cidades do

Ver todos os capítulos

Ver Todos