Editora Manole (122)
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Medium 9788520432679

1. Modelos e mecanismos de regulação independente

GALVÃO JR., Alceu de Castro; MELO, Alisson José Maia; MONTEIRO, Mario Augusto P. Editora Manole PDF Criptografado

1

Modelos e mecanismos de regulação independente

Gislene Rocha de Lima

INTRODUÇÃO

Os serviços públicos de saneamento básico, mais do que prestações úteis

à comodidade dos usuários, constituem-se prestações que garantem o mínimo existencial das pessoas, salvaguarda da vida e da saúde dos indivíduos.

Com esse status diferenciado, os serviços públicos de saneamento básico atraem o aprofundamento das questões fundamentais ao seu avanço, a exemplo do que se teve com o advento do marco regulatório do setor, consubstanciado na Lei federal n. 11.445, de 5 de janeiro de 2007.

Na busca de um maior entendimento acerca dos conceitos, princípios e modelos associados à regulação, apresentados na nova disciplina legal, examina-se, no presente estudo, a delimitação das noções de saneamento básico e a regulação na Lei n. 11.445/2007, juntamente com alguns aspectos relacionados ao Decreto n. 7.217/2010, que regulamentou a referida lei.

Agrega-se a análise de modelos jurídicos de atribuição de competência aos entes reguladores pelos titulares dos serviços, com base em diversas disposições legais que tangenciam a matéria. Na sequência, destaca-se a relevância das agências reguladoras independentes, discorrendo-se acerca de mecanismos que favorecem a autonomia dessas entidades.

Por fim, reconhecendo-se que o múnus regulatório permanece com muitas indagações e indefinições, conclui-se que a Lei federal n. 11.445/2007

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Medium 9788520429754

Capítulo 29 - Tarifas e Subsídios dos Serviços de Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Tarifas e Subsídios dos Serviços de

Saneamento Básico

29

Alejandro Guerrero Bontes

Engenheiro civil industrial, Inecon

INTRODUÇÃO

A Lei Nacional de Saneamento Básico (Lei n. 11.445, de 5 de janeiro de

2007) estabeleceu as diretrizes gerais para o desenho da estrutura tarifária e da política de subsídios do setor, com vistas à implantação de esquemas tarifários eficientes que incentivem o uso racional da água, assegurem o equilíbrio econômico‑financeiro dos prestadores de serviços em longo pra‑ zo e contemplem a existência de subsídios destinados a viabilizar o alcance dos objetivos de universalização dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

Nesse contexto, o objetivo deste capítulo é apresentar e discutir as principais metodologias e critérios de aplicação para definição de políticas tarifárias e de subsídios, de acordo com as orientações da Lei n. 11.445/2007.

O tema é muito amplo e não se tem a pretensão de esgotar o debate. Por‑ tanto, as propostas apresentadas neste capítulo são contribuições para a discussão dessas políticas.

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Medium 9788520432679

12. Fiscalização direta da prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário

GALVÃO JR., Alceu de Castro; MELO, Alisson José Maia; MONTEIRO, Mario Augusto P. Editora Manole PDF Criptografado

12

Fiscalização direta da prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário

Kátia Muniz Côco

Marcelo Silva de Almeida

INTRODUÇÃO

Com a publicação da Lei federal n.11.445/2007 (LNSB) que, entre outros aspectos, estabeleceu a obrigatoriedade da regulação dos serviços de saneamento básico, compete às agências reguladoras, além da regulação econômica, a fiscalização da prestação dos serviços. De acordo com o art. 22 da referida lei, são objetivos da regulação definir padrões e normas para a adequada prestação dos serviços e para a satisfação dos usuários, além de garantir o cumprimento das condições e metas planejadas. Com efeito, tais objetivos regulatórios somente podem ser alcançados por meio da fiscalização da prestação dos serviços.

A fiscalização consiste na atividade de regulação técnica exercida com vistas à verificação contínua dos serviços regulados, a fim de apurar se eles estão sendo efetivamente prestados de acordo com as normas legais, regulamentares e pactuadas (Galvão Junior et al., 2006). Para o exercício da fiscalização, as agências devem estar preparadas com equipes técnicas e laboratórios, além de dispor de normas e procedimentos que embasem esses trabalhos. Ademais, faz-se necessária a existência no marco legal, sejam contratos ou leis, de previsão para aplicação de penalidades por parte das agências reguladoras, em caso de não atendimento às determinações ao prestador de serviços.

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Medium 9788520432006

38. Educação Ambiental para Promoção da Saúde com Trânsito Saudável

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Educação Ambiental para Promoção da

Saúde com Trânsito

Saudável

38

Sandra Costa de Oliveira

Administradora hospitalar, Faculdade de Saúde Pública – USP

Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente social e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Diferentes ações para a promoção da saúde e para a prevenção de doenças têm sido desenvolvidas em diversos países, desde a década de 1970, objetivando a obtenção de um nível melhor de saúde para todos.

Na primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em 1986, no Canadá, os profissionais reunidos aprovaram a Carta de

Ottawa, que foi considerada um importante documento por contribuir, fundamentalmente, para o marco conceitual da promoção da saúde, como paradigma válido e alternativo aos enormes problemas de saúde da população e ao seu sistema de atenção.

Nela, a promoção da saúde foi vista como o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle desse processo, considerando que, para atingir um estado de completo bem-estar físico, mental e social, os indivíduos e grupos deverão saber identificar aspirações, satisfazer necessidades e modificar favoravelmente o meio ambiente.

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Medium 9788520432006

32. Agenda como Instrumento para Gestão Ambiental

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Agenda 21 como

Instrumento para

Gestão Ambiental1

32

Maria Claudia Mibielli Kohler

Bióloga, Centro Universitário Senac

Arlindo Philippi Jr

Engenheiro civil e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Um Breve Histórico

Foi somente a partir da década de 1960 e do início dos anos 1970 que a questão ambiental tornou‑se marcante no mundo. Tal fato levou à per‑ cepção da necessidade de mudar o modelo de desenvolvimento que vinha sendo adotado até então. A contaminação por mercúrio, na baía de Mi‑ namata (Japão), a contaminação do ambiente, resultante da má utiliza‑

ção dos pesticidas e inseticidas sintéticos – cujo alerta fora acionado por

Rachel Carson no seu livro Primavera silenciosa (Silent spring), lançado em 1962 –, assim como os altos níveis de poluição e de degradação am‑ biental decorrentes de um processo predatório de industrialização, com‑ prometedor do ambiente e da saúde, foram alguns dos mais significativos problemas que, em 1968, levaram o governo da Suécia a propor à Orga‑ nização das Nações Unidas (ONU) a realização de uma conferência in‑ ternacional para discutir esses problemas e sugerir princípios de solução

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Grupo A (1398)
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Medium 9788580550498

Capítulo 5 - Diodos para aplicações especiais

Albert Paul Malvino; David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

DIODOS PARA

APLICAÇÕES ESPECIAIS

Diodos retificadores são os tipos mais comuns. Eles são usados nas fontes de alimentação para converter a tensão ca em cc. Mas retificação não é tudo o que um diodo pode fazer.

Estudaremos agora os diodos usados em outras aplicações. O capítulo começa com o diodo

Zener, que é otimizado para se fazer uso de suas propriedades de ruptura. Os diodos Zener são muito importantes porque são os principais componentes na regulação de tensão. Este

Vocabulário capítulo trata também dos diodos optoeletrônicos, Schottky, varactores e outros. acoplador ótico anodo comum catodo comum coeficiente de temperatura diodo de recuperação diodo de retaguarda diodo emissor de luz (LED) diodo laser diodo PIN diodo regulador de corrente diodo Schottky diodo túnel diodo Zener display de sete segmentos efeito Zener fator de degradação fotodiodo optoeletrônica pré-regulador região de fuga região de resistência negativa regulador Zener resistência Zener varactor varistor

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Medium 9788573071696

Capítulo 7 - A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do Processo, Balanceamento e Sistema Nagara

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

7

A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do

Processo, Balanceamento e Sistema Nagara

No passado, o controle de processo tinha duas importantes funções na produção:

1. Controle da programação — Quando será feito (ritmo da produção)

2. Equilíbrio da carga e controle da capacidade — O trabalho pode ser executado? (A capacidade e a carga estão equilibradas?)

É muito importante que a capacidade e a carga estejam equilibradas. Elas estão assim definidas: carga é o volume de trabalho que precisa ser executado, e capacidade é a habilidade da máquina e do operador em concluir o trabalho.

A Toyota usa o termo “balanceamento” para descrever esse equilíbrio.

O QUE É BALANCEAMENTO?

O balanceamento da produção é um dos pilares do Sistema Toyota de

Produção. Seu objetivo é fazer um processo produzir a mesma quantidade do processo precedente. Nesse sistema, os processos de produção estão dispostos de forma a facilitar a produção da quantidade necessária, no momento necessário. Também, os trabalhadores, equipamento e todos os outros fatores estão organizados para atingir esse fim.

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Medium 9788582602799

Capítulo 8 - Acidente de trabalho

Pablo Roberto Auricchio Rojas Grupo A PDF Criptografado

capítulo 8

Acidente de trabalho

Caracterizar o acidente de trabalho e compreender suas implicações.

Identificar os tipos de acidentes e as respectivas responsabilidades das empresas.

Conhecer os procedimentos legais que devem ser adotados pelas empresas em caso de ocorrência de acidentes do trabalho.

capítulo 8

Objetivos de aprendizagem

Acidente de trabalho

tra a a r ntrata r ma em re a ara re tar er i ntin amente r m er etermina e t eit a ri e em e a rer m a i ente e tra a a i ente e tra a tra i er a n e n ia negati a a tra a a r em re a e tam m a ta te a t a r a a a a a i ente e tra a e a rma e in e tig a e ana i a an a re en

Para começar

O acidente de trabalho é o que de pior pode ocorrer a um trabalhador durante o exercício de suas atividades laborais. O trabalhador sofre consequências físicas, psicológicas e emocionais e pode perder sua capacidade física ou mesmo sua vida. Além disso, em decorrência de um acidente de trabalho, a empresa sofre consequências econômicas, financeiras e legais, e o governo arca com as responsabilidades determinadas pela Lei da Previdência Social.

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Medium 9788582601570

Capítulo 10 - Como interpretar especificações

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

As especificações típicas para uma edificação são documentos escritos que acompanham os desenhos do projeto executivo e descrevem tanto os materiais como os métodos de instalação ou construção. Elas também prescrevem os padrões de qualidade esperados para a execução de um projeto.

Nos Estados Unidos, o Construction Specifications Institute (CSI) estabeleceu um formato amplamente aceito para a organização das especificações técnicas. O CSI é uma organização nacional composta de arquitetos, engenheiros, representantes da indústria da construção civil, construtores e outros interessados que vêm trabalhando juntos para desenvolver esse sistema de identificação.

Até o ano de 2004, o formato consistia em especificações para 16 divisões, quando então essas normas de especificação foram expandidas para 50 setores.

As especificações são documentos legais e, portanto, devem ser completas, precisas e não podem ter ambiguidades. A redação das especificações tem dois papéis principais: definir o escopo de uma obra e criar um conjunto de instruções. A definição do escopo é o cerne dessa tarefa. Embora isso nem sempre seja bem entendido, é fundamental garantir que o nível desejado de qualidade do produto e dos serviços seja claramente comunicado aos orçamentistas e licitantes e que o projeto executado respeite os padrões de qualidade descritos nas especificações. Atualmente, a maioria dos projetos inclui as especificações dentro de um manual de projeto (um conceito que foi desenvolvido pela primeira vez nos Estados Unidos em 1964 pelo American Institute of Architects) que

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Medium 9788540701960

Capítulo 16 - Gestão ambiental

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

16

Gestão ambiental

GERSON ARAUJO DE MEDEIROS, LUCILIA DO CARMO GIORDANO e FABIO AUGUSTO GOMES VIEIRA REIS

Objetivos do capítulo

A gestão ambiental vem assumindo uma importância e repercussão crescentes como uma resposta à demanda da sociedade contemporânea pela incorporação do paradigma da sustentabilidade em todas as etapas das atividades antrópicas. Nesse sentido, o presente capítulo se propõe a explorar as diferentes visões e conceituações relacionadas à gestão ambiental, desde um contexto territorial até uma abrangência voltada ao meio empresarial. Inicia-se com uma apresentação de conceitos relacionados à gestão ambiental e sua interface e complementaridade com o planejamento ambiental. Em seguida, discutem-se a gestão ambiental territorial brasileira, os aspectos legais envolvidos e as suas principais abrangências como a gestão dos recursos hídricos e bacias hidrográficas, a gestão da zona costeira, a gestão urbana e o zoneamento ecológico e econômico. Finalmente, aborda-se a gestão ambiental empresarial, na qual é abordado o sistema de gestão ambiental e a série de normas da

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 10 - Controle de velocidade e conjugado

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Controle de velocidade e conjugado

O

s motores elétricos são empregados em muitas aplicações que requerem controle de velocidade e conjugado. A maioria das máquinas CA do século passado tendia a ser empregada basicamente como dispositivos de velocidade única.

Normalmente, elas funcionavam com fontes de frequência fixa (na maioria dos casos era a rede elétrica de 50 ou 60 Hz), ao passo que o controle da velocidade requeria uma fonte de velocidade variável. Assim, as aplicações que exigiam velocidade variável e conjugado controlado eram atendidas por máquinas CC, que podem proporcionar controle de velocidade altamente flexível, embora a certo custo porque elas são mais complexas, mais caras e necessitam de mais manutenção do que as máquinas CA.

A disponibilidade de interruptores ou chaves de potência de estado sólido e microprocessadores para controle alterou muito essa situação. Hoje, é possível construir sistemas eletrônicos de potência capazes de fornecer as formas de onda de tensão/corrente e frequência variáveis necessárias para obter a operação com velocidade variável e controle de conjugado com máquinas CA. Como resultado, agora as máquinas CA substituíram as máquinas CC em muitas aplicações tradicionais e um amplo conjunto de novas aplicações se desenvolveu.

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Medium 9788580553734

Capítulo 9 - Motores mono e bifásicos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Motores mono e bifásicos

E

ste capítulo discute os motores monofásicos. Ao mesmo tempo que focaliza os motores de indução, também discute os motores de indução, os síncronos de relutância, os de histerese e os de polos sombreados. Observe que outro motor monofásico comum, o motor série universal, foi discutido na Seção 7.10. A maioria dos motores de indução com uma especificação de potência fracionária (fração de quilowatt) são motores monofásicos. Em aplicações residenciais e comerciais, são encontrados em uma ampla variedade de equipamentos incluindo refrigeradores, condicionadores de ar, trocadores de calor, ventiladores, bombas, máquinas de lavar e secadores.

Neste capítulo, descreveremos esses motores qualitativamente em termos da teoria do campo girante e começaremos com uma análise rigorosa de um motor monofásico que opera com um único enrolamento. Entretanto, na realidade, a maioria dos motores de indução monofásicos são motores bifásicos com enrolamentos assimétricos. Normalmente, os dois enrolamentos são bem diferentes, com números diferentes para as espiras e/ou a distribuição de enrolamentos. Assim, este capítulo discute também os motores bifásicos e inclui o desenvolvimento de uma teoria quantitativa para a análise de motores de indução monofásicos que estejam funcionando com ambos os enrolamentos: principal e auxiliar.

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Medium 9788580553734

Capítulo 3 - Princípios de conversão eletromecânica de energia

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Princípios de conversão eletromecânica de energia

N

este capítulo, trataremos do processo de conversão eletromecânica de energia que utiliza, como meio, o campo elétrico ou magnético do dispositivo de conversão. Ainda que os diversos dispositivos de conversão operem com princípios similares, as suas estruturas dependem de suas funções. Os dispositivos de medida e controle frequentemente são denominados transdutores. Em geral, operam com sinais relativamente pequenos e sob condições lineares de entrada e saída. Diversos exemplos podem ser dados, como microfones, cápsulas fonográficas, sensores e alto-falantes. Uma segunda categoria de dispositivos abrange os dispositivos produtores de força incluindo solenoides, relés e eletroímãs. Uma terceira categoria inclui os equipamentos de conversão contínua de energia como motores e geradores.

Esse capítulo está voltado aos princípios de conversão eletromecânica de energia e à análise dos dispositivos que realizam essa função. A ênfase será colocada na análise de sistemas que usam campos magnéticos como meio de conversão, tendo em vista que os capítulos restantes deste livro tratarão de tais dispositivos. No entanto, as técnicas de análise usadas em sistemas com campos elétricos são muito semelhantes.

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Medium 9788580553734

Capítulo 2 - Transformadores

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Transformadores

A

ntes de prosseguir com este estudo de máquinas elétricas, é desejável discutir certos aspectos da teoria dos circuitos magneticamente acoplados, com ênfase na assim denominada ação do transformador. Embora o transformador estático não seja um dispositivo de conversão de energia, é um componente indispensável de muitos sistemas de conversão de energia. Como componente significativo de um sistema CA de potência, o transformador torna possível a geração elétrica na tensão mais econômica, a transmissão da energia na tensão mais econômica e a utilização da energia na tensão mais adequada de operação de um determinado dispositivo. O transformador também é muito utilizado em circuitos de baixa potência, em circuitos eletrônicos de baixas correntes e em circuitos de controle. Eles executam funções como o isolamento de dois circuitos e o casamento de impedâncias entre uma fonte e sua carga, permitindo a máxima transferência de potência. Permitem ainda o isolamento da corrente contínua, mantendo a continuidade CA entre dois circuitos.

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Grupo Gen (2249)
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Medium 9788521622895

Capítulo 5 - Salas Limpas de Fluxo de Ar Não Unidirecional e Auxiliares

WHYTE, William Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Salas Limpas de Fluxo de Ar

Não Unidirecional e Auxiliares

Há dois tipos fundamentalmente diferentes de salas limpas: aquelas com fluxo de ar unidirecional e aquelas com fluxo de ar não unidirecional. Este capítulo examina, sobretudo, as salas limpas de fluxo de ar não unidirecional, apesar de algumas das características de projeto serem iguais às das salas limpas de fluxo de ar unidirecional e que, portanto, serão discutidas.

Também é discutido, neste capítulo, projeto de salas limpas auxiliares, que são as salas limpas que ficam do lado de fora da sala limpa principal e que são normalmente projetadas como salas limpas de fluxo de ar não unidirecional. As salas limpas auxiliares abordadas são as áreas de troca de vestimentas, onde as pessoas trocam suas roupas do dia a dia pelas vestimentas de salas limpas, e a área de transferência de materiais, onde os itens que são necessários na sala limpa são levados antes de entrarem e saírem da sala limpa.

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Medium 9788521619086

13 - Energias Renováveis

RICHTER, Burton Grupo Gen PDF Criptografado

13

Energias Renováveis

13.1 INTRODUÇÃO

A discussão sobre as fontes de energia renováveis é onde você encontrará a maior coleção de meias-verdades e exageros. As energias renováveis abordadas neste capítulo incluem eólica, solar, geotérmica, hidrelétrica, oceânica e sistemas de energia a partir da biomassa (os biocombustíveis são tratados no próximo capítulo).

Segundo o OECD Factbook (2008), as energias renováveis compreendem 13% do suprimento mundial total de energia primária (STEP), mas as duas únicas que fazem uma contribuição significativa para a energia livre de emissões atualmente são as barragens hidrelétricas de grande porte e a biomassa. Os grandes sistemas hidrelétricos fornecem 18% da eletricidade mundial e 4% do STEP, mas muitas vezes não são incluídos na definição de energia renovável por razões que envolvem juízos de valor que nada têm a ver com os gases do efeito estufa e o aquecimento global. A biomassa, que contribui com 7% do STEP, é o uso de resíduos industriais e materiais florestais para a obtenção de energia, sendo o combustível que as pessoas mais pobres têm à disposição para aquecimento e preparo de alimentos, bem como o combustível suplementar para a obtenção de energia nas nações mais desenvolvidas; voltaremos a isso brevemente no capítulo sobre biocombustíveis.

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Medium 9788521623762

CAPÍTULO 17 - “SUPORTES” DE TUBULAÇÃO – SUPORTES DE MOLA

FRANÇA FILHO, José Luiz de Grupo Gen PDF Criptografado

169

C A P Í T U L O 17 — “SU P O RTE S ” D E TUBUL AÇ ÃO — S UP O RTE S D E MO L A

17

“SUPORTES”

DE TUBULAÇÃO –

SUPORTES DE MOLA

PARTE

Tais elementos, empregados para equilibrar o peso próprio, controlar a deformação dos carregamentos impostos em geral e reduzir seus efeitos sobre os equipamentos e estruturas adjacentes, são denominados res-

trições, também chamadas vulgarmente pelo termo genérico “suportes”, que compreende o assunto que trataremos neste capítulo.

IV

A grande diferença entre uma estrutura convencional qualquer e um sistema de tubulação é que este não é autoportante. Se, além da necessidade de equilibrar o peso próprio de seus componentes, considerarmos os efeitos da temperatura e a necessidade de proteção dos equipamentos aos quais as tubulações estão conectadas, concluiremos que nossa estrutura particular precisa de elementos externos específicos para se manter em equilíbrio estável e se deformar de maneira adequada.

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Medium 9788521623496

Capítulo 9 - Controle de Conexões Cruzadas

SHAMMAS, Nazih K.; WANG, Lawrence K. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Controle de Conexões Cruzadas

9.1

INTRODUÇÃO

As conexões cruzadas das tubulações, que são definidas como conexões reais ou potenciais entre um abastecimento de água potável e um não potável, constituem um perigo grave para a saúde pública.

Existem inúmeros casos bem documentados onde as conexões cruzadas são responsáveis pela contaminação da água potável e que resultaram na disseminação de doenças. O problema é de natureza dinâmica, pois os sistemas de tubulações estão sendo continuamente instalados, alterados ou ampliados.

O controle das conexões cruzadas é possível, mas somente através do conhecimento e da vigilância totais. A educação é essencial, já que mesmo as pessoas experientes em instalações hidráulicas não conseguem reconhecer as possibilidades e perigos das conexões cruzadas. Todos os municípios com sistemas públicos de abastecimento de água deveriam ter programas de controle das conexões cruzadas.

Os responsáveis por abastecimentos de água institucionais ou privados também devem estar familiarizados com os perigos das conexões cruzadas e devem monitorar atentamente os seus sistemas. A

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Medium 9788521635703

7 - Vida, Morte e Evolução em Ilhas

COX, C. Barry; MOORE, Peter D.; LADLE, Richard J. Grupo Gen PDF Criptografado

A

área limitada e a biota das ilhas fornecem três campos

únicos de pesquisa biogeográfica. O primeiro campo focaliza como o isolamento e a biota insólita e desequilibrada provocam mudanças nos colonizadores do continente.

O segundo usa as características únicas das ilhas para fazer análises estatísticas dos processos de colonização, extinção, isolamento e área insular. E o terceiro é o estudo da colonização de ilhas que foram devastadas pela vida, gerando ideias inestimáveis ​​sobre os modos pelos quais os ecossistemas se desenvolvem e mudam.

A biogeografia continental é bastante diferente da biogeografia das ilhas. Essas grandes áreas de terra, ao longo de grandes períodos de tempo, mudaram em suas posições e interconexões, o que permite que novos tipos de organismos evoluam, compitam uns com os outros e alterem seus padrões de distribuição. Seus complexos ecossistemas coevoluídos, com uma grande variedade de espécies interagindo, tornam seu estudo e interpretação desafiadores. Muitas pesquisas biogeográficas sobre a biota continental têm, portanto, focado nesses padrões de longo prazo e nos fatores que os sustentam.

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Manole (26)
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Medium 9788520433270

4. Água e clima

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

4

Água e clima

4.1 Int ro dução

Como se afirma neste texto, o sol de nosso sistema foi determinante no clima do planeta Terra por bilhões de anos, por conta da enorme quantidade de energia que envia – e continua sendo determinante.

As flutuações no clima também são devidas principalmente ao sol e

à relação estabelecida pelo Planeta com ele.

O planeta Terra não é um espectador inerte, que apenas recebe esse dom. O Planeta reage com seus movimentos e por meio da água nas suas formas gasosa, líquida e sólida. Os dois papéis principais da

água são atuar no efeito estufa, ao reter parte do calor que o sol lhe envia, e empregar sua capacidade amortecedora das mudanças de temperatura em virtude de seu alto calor específico (1 cal/g.oC).

Há várias décadas, a humanidade é inundada por uma postura alarmista de que a temperatura da Terra estaria aumentando por causa das atividades industriais, de transporte e agropecuárias do ser humano. Mais ainda, os propagadores dessa tese afirmam que tal aquecimento teria efeitos catastróficos sobre os seres vivos e o habitat. Quase toda a mídia e muitos governos têm aderido a essa preocupação. O mecanismo do aquecimento seria pelo aumento do efeito

63

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Medium 9788520433287

14. O debate sobre as mudanças climáticas

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

14

O D E BATE S OBRE AS MUDA N ÇAS

C LIMÁTICAS

14 .1 FATORES QUE DETERM IN AM O

C LIMA DO P LANETA

Acredita-se que plantas e algas, ou seja, seres vivos multicelulares, existam no planeta há um bilhão de anos. Muitos eventos graves aconteceram com o clima, mas não o suficiente para acabar com os seres vivos.

O sol tem sido e continua sendo o grande controlador do nosso clima. A energia que emana dele não é uma constante, mas há mudanças periódicas. A mais bem conhecida refere-se às manchas solares, de uma periodicidade de aproximadamente 11 anos. Mas há outros fenômenos periódicos de duração de milhares ou mais anos, alguns até que não conhecemos.

Importante também é lembrar que as condições reinantes no sistema planetário são influenciadas pelas características da região da galáxia que ele atravessa.

O planeta, no entanto, não é espectador indiferente com relação ao seu clima. Em primeiro lugar, estão os vários movimentos

69

curso_de_quimica_engenharia.indb 69

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Medium 9788520433270

8. Salvemos nossas águas

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

8

Salve mos nos sas ág uas

Sendo estudante de engenharia, o leitor visado prioritariamente e por ele não estar necessariamente familiarizado com termos comuns em ciências do ambiente, foi incluído, a seguir, um glossário para facilitar a leitura e a compreensão do texto.

8 .1 Glossár io

1. Acetilcolinesterase (AChE) – enzima que catalisa a quebra por hidrólise do neutrotransmissor acetilcolina, formando colina e acetato. A acetilcolina é liberada pelo terminal nervoso quando o organismo necessita de estímulos específicos, como contração ou relaxamento muscular.

2. Antioxidantes – substâncias (p.ex., alguns nutrientes e vitaminas) com função de proteção celular contra os efeitos adversos dos radicais livres.

3. Anoxia – ausência de oxigênio, sendo considerada um agravante de hipoxia.

4. Bentos – organismos que vivem no substrato (marinho ou dulcícola), estando fixos ou móveis.

103

Curs o d e Qu í mi ca pa ra Engenha ria . volume III : água

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Medium 9788520433287

9. A energia hidroelétrica é limpa?

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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A E NERG IA HIDROEL ÉTRICA É LIM PA?

A obtenção de energia hidroelétrica está crescendo e vários países estão construindo barragens, a China está à frente nesse processo. Lá, a central de Três Gargantas, no Rio Yangtzé, quando concluída, será a maior do mundo, superando a de Itaipu, no Rio Paraná, entre Brasil e Paraguai.

A água, ao cair das barragens, ou quando simplesmente flui para níveis mais baixos, faz as turbinas rodarem, gerando eletricidade; ou seja, energia potencial é transformada em energia cinética e logo em energia elétrica. Como ainda não possuímos meios de reserva de energia elétrica de alta capacidade, as represas programam a abertura de comportas para os períodos de aumento de consumo.

Mais uma vez, fala-se do sol, o gerador inicial. O calor do sol provoca a evaporação das águas que precipitam de locais altos, permitindo o acúmulo de energia potencial para ativar as turbinas das represas.

A energia hidroelétrica certamente é renovável, mesmo perdendo ainda em aplicação para os combustíveis fósseis. Contudo, podemos considerá-la limpa? A construção das represas tem um custo humano

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15. Comentários iniciais sobre o desastre nuclear em Fukushima

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

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COMENTÁRIOS INICIAIS S O B R E O

D ESASTRE NUCLEAR EM FUK USH IMA

Levará ainda bastante tempo antes de se ter uma avaliação completa do desastre de Fukushima, onde o drama humano maior foi provocado pelo terremoto e pelo tsunami.

Passaram-se 25 anos desde o desastre nuclear de Chernobyl, ainda hoje cidade-fantasma e terra arrasada. Em Chernobyl, o césio contaminou em cadeia: o solo, a vegetação que extrai nutrientes do solo, o gado que se alimentava dessa vegetação, as pessoas que tomaram o leite de vacas contaminadas.

Por enquanto, a crise no Japão aparece como mais próxima do acidente de Three Mile Island em 1979, mesmo que ainda haja muita falta de informação. Na usina soviética, houve explosão do reator, enquanto, na americana, houve derretimento parcial das varetas de combustível. Esse parecia ser o caso no Japão, mas lá houve morte por radiação, o que não aconteceu em Three Mile Island.

Os autores agradecem aos alunos de pós-graduação do Instituto de Química de São

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