Editora Manole (41)
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Medium 9788520432006

17. Promoção da Saúde e do Meio Ambiente: uma Trajetória Técnico-Política

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Promoção da Saúde e do Meio Ambiente: uma Trajetória

Técnico-Política

17

Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente social e sanitarista, Faculdade de Saúde Pública – USP

Diferentes ações para a promoção da saúde e para a prevenção de doenças têm sido desenvolvidas desde a década de 1970, em diferentes países, objetivando conseguir cada vez mais saúde para todos.

Tornou‑se muito claro que o modelo biomédico adotado durante os

últimos anos não trouxe para a saúde pública tantos avanços quanto se esperava. É evidente a incoerência entre os ganhos obtidos com o conheci‑ mento e a prática da medicina moderna, de um lado, e o aparecimento de doenças emergentes e o incremento de doenças não transmissíveis, como as cardiovasculares e as neoplasias, de outro. Junte‑se a isso o ressurgimen‑ to de outras doenças consideradas já debeladas, assim como a falta de acesso da maioria da população aos benefícios, às tecnologias e aos medicamentos de última geração que têm sido criados.

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Medium 9788520432006

23. Planejamento e Avaliação de Projetos em Educação Ambiental

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Planejamento e

Avaliação de Projetos em Educação Ambiental

23

Carlos Malzyner

Arquiteto, Universidade de Guarulhos

Cássio Silveira

Sociólogo, Unifesp

Victor Jun Arai

Engenheiro agrônomo, Shen Estudos de Medicina Chinesa

O presente capítulo tem como objetivo expor, na forma de um roteiro básico, as temáticas do planejamento e da avaliação de projetos em educa‑

ção ambiental. O roteiro está fundamentado nos princípios do Tratado de

Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Glo‑ bal, consignado no Fórum Internacional de Organizações não Governa‑ mentais (ONG) e Movimentos Sociais, por ocasião da Conferência das Na‑

ções Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro, em 1992. De acordo com as diretrizes desse documento, o planejamento de projetos em educação ambiental se apresenta com as seguintes característi‑ cas: deve ter um enfoque interdisciplinar e holístico, ser um ato político, facilitar a cooperação mútua e equitativa nos processos de decisão, poten‑ cializar o poder das diversas populações na condução de seus próprios des‑ tinos e na resolução de conflitos de maneira justa e humana. Deve, ainda, estimular a adoção de projetos que formem sociedades socialmente justas, sustentáveis e ecologicamente equilibradas.

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Medium 9788520432006

29. A Sustentabilidade é Sustentável? Educando com o Conceito de Risco

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

A Sustentabilidade é

Sustentável?

Educando com o

Conceito de Risco

29

Renato Rocha Lieber

Engenheiro químico e ambiental, Faculdade de Engenharia de

Guaratinguetá – Unesp

Nicolina Silvana Romano-Lieber

Farmacêutica, Faculdade de Saúde Pública – USP

O espaço e as condições próprias à vida na Terra vêm se degradando de forma universal e avassaladora. Ameaças à vida, de uma forma geral, geram crises e alargam o nosso entendimento da natureza. Mas, quando se percebe que as ameaças não vêm de forças tectônicas incontroláveis, nem mesmo de meteoros errantes, mas sim, pura e simplesmente, da prática de racionalidade humana, a crise torna-se uma crise de sentido. Crises de sentido impõem-se

às convicções, às crenças e aos valores. Por isso, uma crise de sentido não pode ser ultrapassada com transigências ou com apelos para palavras fáceis, que se usam com pouco esforço, mas que são incapazes, por si mesmas, de mostrar o caminho da ação. Crises de sentido exigem esforço crítico, exposição de contradições e exame de possibilidades nem sempre imediatas.

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Medium 9788520432006

7. Poluição das Águas

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Poluição das Águas

7

Lineu José Bassoi

Engenheiro civil, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Noções de Hidrologia

A gestão ambiental voltada para os recursos hídricos envolve duas di‑ mensões significativas: uma referente à quantidade de água e outra relacio‑ nada com a sua qualidade. Nesse sentido, convém observar que os elemen‑ tos químicos se deslocam na natureza pelo ar, pelo solo e pela água, e assim descrevem caminhos que são cíclicos. A manutenção desses caminhos é básica para o equilíbrio dos ecossistemas. Tais caminhos cíclicos são co‑ nhecidos como ciclos biogeoquímicos.

Entre os mais importantes estão os ciclos do nitrogênio, do fósforo, do carbono e da água. O caminho que a água descreve na natureza nada mais é do que o ciclo hidrológico, sendo este o grande veículo de transpor‑ te e de relações entre os demais ciclos descritos. A hidrologia é a ciência que estuda o comportamento, a ocorrência e a distribuição de água na natureza. Ocupa‑se a ciência da hidrologia da ocorrência e do movimento da água na Terra e acima de sua superfície. Trata das várias formas que ocorrem e da transformação entre os estados líquido, sólido e gasoso na atmosfera e nas camadas superficiais das massas terrestres. Dedica‑se tam‑ bém ao mar, que é a fonte e o reservatório de toda a água que ativa a vida do planeta.

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Medium 9788520432006

31. Intervenção em Saúde, Educação e Meio Ambiente

PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria Cecília Focesi Editora Manole PDF Criptografado

Intervenção em

Saúde, Educação e

Meio Ambiente 1

31

Claudia Arneiro Gulielmino

Licenciada e Bacharel em Ciências,

Colégio Jardim São Paulo

Daniel Manchado Cywinski

Consultor em gestão, educação e comunicação ambiental

Mariana Ferraz Duarte

Engenheira Agrônoma,

Centro de Pesquisa e Documentação em Cidades Saudáveis

Paula Schimidt Guolo

Licenciada e Bacharel em Ciências,

Colégio Regina Mundi

Ricardo Pasin Caparrós

Biólogo, Centro Universitário Senac

Sandra Rodrigues Gaspar

Bióloga, Prefeitura Municipal de Santo André

Saúde, meio ambiente e educação ambiental

Em meados da década de 1970, dois importantes fatores deram origem, após muitas reflexões e discussões, à introdução de um novo conceito no campo da saúde proposto pelos canadenses. De um lado a insatisfação

1

Baseado em Gulielmino et al. (2000).

802

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

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Editora Saraiva (102)
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Medium 9788536511597

3 - Noções de Tecnologia de Fabricação de Produtos de Origem Vegetal

Celia Andressa Leite Lopes Penteado Fernandes, Reginaldo Marcos Martins, Natalia Tsuzuki, Eliana Maria Teixeira Editora Saraiva PDF Criptografado

Noções de

Tecnologia de Fabricação de Produtos de

Origem Vegetal

3

Para começar

Este capítulo tem por objetivo dar noções de tecnologia de fabricação de produtos de origem vegetal. Transformar um produto in natura em produto industrializado, ou minimamente processado, agregando valor, possibilitando ao pequeno produtor a verticalização da produção, obtenção de maiores preços e aproveitamento de alimentos com qualidade, mas fora do padrão comercial, ou estocar em

épocas de preços baixos. Abordaremos princípios gerais de fabricação de produtos de origem vegetal, técnicas de processamento de alguns produtos e técnicas de processamento mínimo de olerícolas e frutas. Antes abordaremos aspectos importantes sobre a obtenção de matéria-prima de origem vegetal, pois para que o produto final seja de qualidade a matéria-prima tem que ser de qualidade, sendo necessário ao técnico ter conhecimentos básicos sobre fisiologia dos vegetais, bioquímica e microbiologia (colheita e pós-colheita).

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Medium 9788571440081

PARTE IV - SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ZUIN, Luís Fernando Soares; QUEIROZ, Timóteo Ramos Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE IV

SUSTENTABILIDADE E

RESPONSABILIDADE

SOCIAL

311

Cap16.indd 311

29/03/19 12:16

PA R T E I V • S U S T E N TA B I L I DA D E E R E S P O N S A B I L I DA D E S O C I A L

312

Cap16.indd 312

29/03/19 12:16

CAPÍTULO 16

Desafios ambientais para a produção animal brasileira

J u l i o C e s a r Pa s c a l e Pa l h a r e s

Embrapa Pecuária Sude st e

INTRODUÇÃO

A história da evolução humana está ligada ao consumo de proteína animal. O provável ponto de viragem para a evolução da humanidade ocorreu há cerca de quatro milhões de anos, na África. Naquele momento, a combinação de alguns elementos do desenvolvimento humano, como a linguagem, o andar ereto e o uso de armas, proporcionou um aumento de cerca de 30 vezes no consumo dessa proteína.1 Ao longo do relativo curto período da história humana, grandes inovações, como a domesticação de animais, a adoção de um estilo de vida agrícola e a Revolução Industrial, aumentaram a população humana dramaticamente e tiveram efeitos ecológicos radicais.2

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Medium 9788536511573

1 - Conceito e Importância da Silvicultura

ARAUJO, Iraciara Santos de; OLIVEIRA, Ivanoel Marques de; ALVES, Ketiane dos Santos Editora Saraiva PDF Criptografado

Conceito e

Importância da

Silvicultura

1

Para começar

Apresentam-se os conceitos básicos da silvicultura, sua origem e importância para o desenvolvimento sustentável. Utilizando uma linguagem simples, o tema é abordado à luz da legislação que regulamenta tal atividade. De modo geral, o capítulo apresenta como a silvicultura está inserida em todas as atividades desenvolvidas pelo ser humano, podendo melhorar continuamente sua qualidade de vida e a do meio ambiente.

As informações apresentadas são a base necessária para se entender de forma gradual os demais conceitos, bem como suas definições e metodologias.

1.1 Fundamentos de silvicultura

A silvicultura constitui-se em uma ciência alicerçada em métodos e técnicas aplicados na formação e na regeneração natural de florestas, como também no uso racional ou manejo sustentável de maciços florestais.

Também pode ser entendida como o cultivo de espécies florestais, a partir da domesticação dessas espécies.

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Medium 9788536508207

5 - Eficiência Energética

Benjamim Ferreira de Barros, Reinaldo Borelli, Ricardo Luis Gedra Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Eficiência

Energética

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de apresentar os principais aspectos relacionados à eficiência energética, partindo do diagnóstico energético e propondo ações de economia de energia em sistemas de iluminação, ar-condicionado, motores e aquecimento de água.

A eletricidade é utilizada pelo homem a pouco mais de um século. Nos primórdios não havia grande preocupação com a eficiência na utilização da eletricidade, sendo que a atenção principal desse setor estava concentrada em sua expansão.

Nas últimas décadas, o mundo de uma forma geral passou a despender mais atenção em relação ao uso eficiente da energia elétrica. Essa preocupação é motivada em parte pelo impacto ambiental provocado pela produção da eletricidade, mas também pela ameaça de sua falta, em razão de que em todo o Mundo são utilizadas fontes não renováveis, em larga escala, para produção da eletricidade.

A eficiência energética proporciona também um benefício muito importante que é a redução das despesas com eletricidade. Em instalações comerciais e industriais esse fator pode ser um item fundamental na composição de custo de seus produtos, tornando-os competitivos no mercado.

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Medium 9788536506432

4. Funcionamento de Motores, Lubrificação e Lubrificantes

Rui Correa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Funcionamento de Motores,

Lubrificação e

Lubrificantes

4

Para começar

Vamos fazer uma análise dos tipos de motores e em seguida nos deteremos aos motores atuais mais detalhadamente. Como o motor é o coração da máquina ou trator, precisamos detalhar suas principais partes para melhor entendimento.

Também atentaremos aos cuidados, aos tipos de lubrificação e aos vários lubrificantes utilizados de acordo com cada máquina.

4.1 Os motores e sua evolução

4.1.1 O motor a vapor

O motor a vapor foi o primeiro passo para alavancar um crescimento vertiginoso da tecnologia atual de motores.

Poucos anos depois de sua invenção, já compunha o trabalho em indústrias. Denis Papan

(1690) foi responsável por um dos primeiros motores de pistão e cilindro.

Esse conjunto era constituído de um cilindro e pistão, no qual o cilindro também fazia às vezes de caldeira.

71

No final do século XVII outros engenheiros como Thomas Savery se lançaram à construção de motores a vapor. O motor de Savery era utilizado para executar drenagem de água em minas.

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Grupo A (593)
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Medium 9788582604915

Capítulo 8. Edificações sustentáveis, urbanismo sustentável

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Edificações sustentáveis, urbanismo sustentável

Abatidas pelas megatendências de mudanças climáticas e exaurimento de recursos, nossas cidades precisarão de múltiplas estratégias para se adaptarem com resiliência. Nos capítulos anteriores, examinamos os investimentos que as cidades podem fazer em termos de transporte, alimentos, água, efluentes, resíduos sólidos e infraestrutura natural para tornarem seu metabolismo mais resiliente. Esses elementos fornecem boa parte da armação sobre o qual as cidades prosperam.

Outro elemento importante do metabolismo de qualquer cidade é a energia. Nos subúrbios, o automóvel costuma ser o maior consumidor de energia, sendo que seus gastos para ir e voltar de casa muitas vezes são tão altos quanto a energia consumida na própria residência. Mas nas cidades a história é outra.

Na cidade de Nova York, por exemplo, 80% de toda a energia é consumida por seus prédios. Se a intenção é aumentar a resiliência de uma cidade, um ponto de alta alavancagem é tornar seus prédios mais verdes ou sustentáveis. Uma cidade pode reduzir o consumo de energia e de água em seus prédios mediante um pacote integrado de regulamentos, incentivos, investimentos, mensurações e feedback para modificar os comportamentos de seus ocupantes. Tais programas também fazem sentido em termos econômicos. Em geral, não é muito caro alcançar reduções de até 30% no consumo de energia e água, o que gera um retorno sobre o investimento na ordem de 20% ao ano para seus proprietários. Com financiamento apropriado, reduções ainda maiores são possíveis.

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Medium 9788577260386

Capítulo 1 - Introdução

Michael J. Roberts Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1

Introdução

O engenheiro ideal é uma combinação... Ele não é um cientista, não é um matemático, não é um sociólogo e nem um escritor; mas ele pode utilizar o conhecimento e as técnicas de qualquer uma ou de todas essas áreas para resolver problemas de engenharia.

Nathan W. Dougherty, ex-decano de Engenharia da Universidade do Tennessee

1.1 SINAIS E SISTEMAS DEFINIDOS

Qualquer fenômeno físico variante no tempo que se aplica à transferência de informação é um sinal. Exemplos de sinais são a voz humana, a linguagem de sinais, o código

Morse, semáforos de trânsito, tensão em cabos telefônicos, campos elétricos gerados por transmissores de rádio ou televisores e variações na intensidade de luz no interior de uma fibra óptica em uma rede de telefonia ou de computadores. Ruído é um sinal na medida em que é um fenômeno físico variante no tempo, mas normalmente não contém informação útil e é considerado indesejável.

Sinais são modificados por sistemas. Quando um ou mais estímulos ou sinais de entrada são aplicados a uma ou mais entradas do sistema, este produz uma ou mais respostas ou sinais de saída em suas saídas. A Figura 1.1 é um diagrama de sistema de única entrada e única saída.

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Medium 9788582715338

1.1 Fundamentos celulares

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

2   C A P Í T ULO

1  •  F u ndam e nt o s da b i o q u ím i c a

(a)

(b)

(c)

FIGURA 1-1  Algumas características da matéria viva.  (a) A complexidade microscópica e a organização são visíveis nesse corte fino de tecido muscular de vertebrado, produzido por microscópio eletrônico e colorido artificialmente. (b) O falcão do campo capta nutrientes e energia comendo aves menores. (c) A reprodução biológica ocorre com uma fidelidade quase perfeita. [Fontes: (a) SPL/Science Source. (B) W. Perry

Conway/Corbis. (c) F1online digitale Bildagentur GmbH/Alamy.]

Capacidade de se alterar ao longo do tempo por meio de uma evolução gradativa. Para sobreviver em circunstâncias novas, os organismos, a passos muito pequenos, alteram as estratégias de vida que herdaram. O resultado de milhões e milhões de anos de evolução é a enorme diversidade de formas de vida, muito diferentes superficialmente (Figura 1-2), mas relacionadas por uma ancestralidade comum. Essa unidade fundamental dos organismos vivos se reflete na semelhança das sequências gênicas e nas estruturas das proteínas.

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Medium 9788580552041

Capítulo 6 - Construção de modelos e regressão

William J. Palm III Grupo A PDF Criptografado

6

Construção de modelos e regressão

Uma aplicação importante das técnicas de plotagem abordadas no Capítulo 5 é a estimação de função, que utiliza plotagens de dados para obter uma função matemática ou um “modelo matemático” que descreve o processo que gerou os dados. Esse é o tópico da Seção 6.1. Uma maneira sistemática de encontrar uma equação que melhor se ajusta aos dados é a regressão (também chamada de método de mínimos quadrados). A regressão é tratada na Seção 6.2. A Seção 6.3 introduz a Interface Básica de

Ajuste de Curvas do MATLAB, que suporta regressão.

6.1

Estimação de função

A estimação de função é o processo de encontrar, ou “descobrir”, uma função que seja capaz de descrever um conjunto de dados em particular. Os três tipos de funções a seguir frequentemente podem descrever fenômenos físicos:

1. A função linear: y(x) = mx + b. Note que y(0) = b.

2. A função potência: y(x) = bxm. Note que y(0) = 0 se m Ú 0, e y(0) = q se m 6 0.

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Medium 9788580551518

Capítulo 13 - Circuitos RLC

Richard Fowler Grupo A PDF Criptografado

capítulo 13

Circuitos RLC

Nos capítulos anteriores, abordamos o uso de resistências, indutâncias e capacitâncias individualmente em circuitos CA. Este capítulo trata dos resultados associados a uma combinação de duas ou mais dessas grandezas em um único circuito.

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você será capaz de:

Entender as relações entre resistência, reatância e impedância.

Desenvolver suas habilidades no uso de fasores para representar grandezas elétricas.

Adicionar tensões, correntes e grandezas defasadas de 90°.

Calcular a impedância (módulo e ângulo de fase) para circuitos RC, RL e RLC, quando os componentes estão conectados em série ou em paralelo.

Calcular a frequência de ressonância, o fator de qualidade e a largura de banda de circuitos LC.

Entender a finalidade e a operação de circuitos de seleção de frequências ou filtros.

Identificar e classificar filtros simples.

Impedância

A oposição combinada à circulação de corrente senoidal CA, devido à resistência e à reatância, é chamada IMPEDÂNCIA. O símbolo para impedância é Z. Assim como resistências e reatâncias, a impedância tem como unidade básica o ohm.

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Grupo A (10)
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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Medium 9788580553734

Capítulo 10 - Controle de velocidade e conjugado

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Controle de velocidade e conjugado

O

s motores elétricos são empregados em muitas aplicações que requerem controle de velocidade e conjugado. A maioria das máquinas CA do século passado tendia a ser empregada basicamente como dispositivos de velocidade única.

Normalmente, elas funcionavam com fontes de frequência fixa (na maioria dos casos era a rede elétrica de 50 ou 60 Hz), ao passo que o controle da velocidade requeria uma fonte de velocidade variável. Assim, as aplicações que exigiam velocidade variável e conjugado controlado eram atendidas por máquinas CC, que podem proporcionar controle de velocidade altamente flexível, embora a certo custo porque elas são mais complexas, mais caras e necessitam de mais manutenção do que as máquinas CA.

A disponibilidade de interruptores ou chaves de potência de estado sólido e microprocessadores para controle alterou muito essa situação. Hoje, é possível construir sistemas eletrônicos de potência capazes de fornecer as formas de onda de tensão/corrente e frequência variáveis necessárias para obter a operação com velocidade variável e controle de conjugado com máquinas CA. Como resultado, agora as máquinas CA substituíram as máquinas CC em muitas aplicações tradicionais e um amplo conjunto de novas aplicações se desenvolveu.

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Medium 9788580553734

Capítulo 5 - Máquinas síncronas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Máquinas síncronas

C

omo vimos na Seção 4.2.1, em uma máquina síncrona e em condições de regime permanente, o rotor, juntamente com o campo magnético criado por uma corrente CC ou por ímãs, gira na mesma velocidade ou em sincronismo com o campo magnético girante produzido pelas correntes de armadura e tem como resultado um conjugado constante. Uma imagem elementar de como uma máquina síncrona funciona foi dada na Seção 4.2.1, com ênfase na produção de conjugado em termos das interações entre os campos magnéticos da máquina.

Serão desenvolvidos neste capítulo métodos analíticos para examinar o desempenho, em regime permanente, das máquinas síncronas polifásicas. Uma consideração inicial será dada às máquinas de rotor cilíndrico; os efeitos dos polos salientes serão discutidos nas Seções 5.6 e 5.7.

5.1

Introdução às máquinas síncronas polifásicas

Como indicado na Seção 4.2.1, uma máquina síncrona é aquela na qual uma corrente alternada flui no enrolamento de armadura e um fluxo CC de rotor é produzido por uma excitação CC no enrolamento de campo ou por ímãs. O enrolamento de armadura está quase invariavelmente no estator e em geral é trifásico, como foi discutido no

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Medium 9788580553734

Capítulo 4 - Introdução às máquinas rotativas

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Introdução às máquinas rotativas

O

objetivo deste capítulo é introduzir e discutir alguns dos princípios que fundamentam o funcionamento das máquinas elétricas. Como será visto, esses princípios são comuns a ambas as máquinas (CA e CC). São desenvolvidas várias técnicas e aproximações utilizadas na redução de uma máquina real a modelos matemáticos simples, capazes de ilustrar os princípios básicos.

4.1

Conceitos elementares

A Equação 1.26, e = dλ/dt, pode ser usada para determinar as tensões induzidas por campos magnéticos variáveis no tempo. A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado λ decorrentes do movimento mecânico. Nas máquinas rotativas, as tensões são geradas nos enrolamentos ou grupos de bobinas quando estes giram mecanicamente dentro de um campo magnético, ou quando um campo magnético gira mecanicamente próximo aos enrolamentos, ou ainda quando o circuito magnético é projetado de modo que a relutância varie com a rotação do rotor. Por meio desses métodos, o fluxo concatenado em uma bobina específica é alterado ciclicamente e uma tensão variável no tempo é gerada.

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Medium 9788580553734

Capítulo 7 - Máquinas CC

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Máquinas CC

A

s máquinas CC caracterizam-se por sua versatilidade. Por meio das diversas combinações de enrolamentos de campo, excitados em derivação, série ou independentemente, elas podem ser projetadas de modo a apresentar uma ampla variedade de características de tensão versus corrente ou de velocidade versus conjugado, para operações dinâmicas e em regime permanente. Devido à facilidade com que podem ser controladas, sistemas de máquinas CC têm sido usados com frequência em aplicações que exigem uma ampla faixa de velocidades ou de controle preciso da saída do motor. Nos últimos anos, a tecnologia de estado sólido que é utilizada nos sistemas de acionamento CA desenvolveu-se o suficiente para que esses sistemas estejam substituindo as máquinas CC em aplicações antes associadas quase exclusivamente às máquinas CC. Entretanto, a versatilidade das máquinas CC, em combinação com a relativa simplicidade dos seus sistemas de acionamento, irá assegurar o seu uso continuado em uma ampla variedade de aplicações.

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Grupo Gen (2036)
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Medium 9788521613930

Capítulo 0. O Assunto Fenômenos de Transporte

Robert Byron Bird, Edwin N. Lightfoo, Warren E. Stewart Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 0

O ASSUNTO FENÔMENOS

DE TRANSPORTE

0.1 O QUE SÃO OS FENÔMENOS DE TRANSPORTE?

0.2 TRÊS NÍVEIS NOS QUAIS OS FENÔMENOS DE

0.3 AS LEIS DE CONSERVAÇÃO:

0.4 COMENTÁRIOS FINAIS

UM EXEMPLO

TRANSPORTE PODEM SER ESTUDADOS

A finalidade deste capítulo introdutório é descrever o escopo, objetivos e métodos do assunto fenômenos de transporte. É importante ter alguma idéia sobre a estrutura do tema antes de entrar em detalhes; sem essa perspectiva não é possível apreciar os princípios de unificação do assunto e a inter-relação dos vários tópicos individuais. O grande alcance dos fenômenos de transporte é essencial para o entendimento de muitos processos em engenharia, agricultura, meteorologia, fisiologia, biologia, química analítica, ciência de materiais, farmácia e outras áreas. Fenômenos de transporte é um ramo bem desenvolvido da física e eminentemente útil que permeia muitas áreas da ciência aplicada.

0.1 O QUE SÃO OS FENÔMENOS DE TRANSPORTE?

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Medium 9788521630999

10 | Métodos e Processos de Fabricação

Orlando Roque da Silva, Délvio Venanzi Grupo Gen PDF Criptografado

10

Métodos e Processos de

Fabricação

Cláudio Roberto Leandro

10.1 Introdução

O objetivo deste capítulo é discorrer sobre os principais processos de fabricação mecânica e os principais parâmetros que permitam à Engenharia de

Processos gerenciar a produtividade nas operações. Os principais processos apresentados são a conformação de chapas e metais (estamparia com corte, dobra, repuxo e forjamento), a solidificação e a usinagem (torneamento, furação e fresamento).

10.1.1 Corte e conformação de chapas

Em processos de fabricação mecânica, as operações com chapas ocupam uma posição de destaque em diversos setores industriais, como o setor automobilístico, moveleiro, de máquinas e equipamentos, de ferragens e até mesmo de componentes para o setor aeronáutico. As vantagens desses processos que merecem destaque são:

• precisão dimensional;

• manutenção da resistência mecânica oferecida pelos metais;

327

Venanzi_cap010.indd 327

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Medium 9788521633082

5 Infraestrutura Ambiental e Energética

PENN, Michael R.; PARKER, Philip J. Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo Cinco �

Infraestrutura Ambiental e

Energética

Descrição Geral do Capítulo

Objetivos de Aprendizagem

Introdução

Depois de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

Energia (Grau: D1, no ASCE 2009)

1. Listar os principais subsetores e componentes da infraestrutura ambiental e energética.

2. Explicar a função de cada setor da infraestrutura.

3. Identificar os componentes relacionados com a infraestrutura ambiental e energética.

4. Explicar a função dos componentes relacionados com a infraestrutura ambiental e energética.

5. Listar alguns dos parâmetros de projeto mais importantes para os componentes relacionados com a infraestrutura ambiental e energética.

6. Descrever algumas das relações fundamentais entre a infraestrutura ambiental e energética e outros setores, subsetores, e componentes da infraestrutura.

Água Potável (Grau: D2, no ASCE 2009)

Águas Residuais (Grau: D2, no ASCE 2009)

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Medium 9788521625698

Sumário

Francesco Prudente Grupo Gen PDF Criptografado

S

U

M

Á

R

I

O

Capítulo 1

1.0

1.1

1.2

1.3

1.4

1.5

1.6

Definição de Programmable Logic Controller ................................... 3

Evolução dos Modernos PLC ............................................................ 3

Vantagens e Precauções na Utilização do PLC .................................. 4

Confiabilidade e Segurança no Sistema PLC ..................................... 5

Significado de Hardware e Software .................................................. 5

Descrição do Sistema PLC ................................................................. 6

Considerações Finais .......................................................................... 6

Capítulo 2

2.0

2.1

Prudente_Zeromercado.indd vii

ARQUITETURA DO SISTEMA SIMATIC S7-1200 ............ 9

Generalidades ................................................................................... 11

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Medium 9788521630777

5. Planejamento da Circulação de Trens

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

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Planejamento da

Circulação de Trens

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Capítulo 5

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A ferramenta mais usada até o momento para o planejamento da circulação das composições é o gráfico de circulação de trens ou simplesmente gráfico de trens. Será detalhada a seguir sua aplicação, mas antes disso faz-se necessário entender como ocorre a circulação dos trens em linha dupla e em linha singela.

5.1  Circulação de Trens (Linha Dupla)

A circulação em linha dupla se dá com um trem circulando em cada linha em sentidos opostos, como pode ser observado nas operações do metrô. No caso da Estrada de Ferro

Vitória a Minas (EFVM), usam-se travessões universais que permitem ao trem, independentemente do sentido da circulação, trocar de linha sempre que alcançar um desses travessões universais ao longo da estrada, Figura 5.1.

Para o caso de vias com travessões universais, não é de conhecimento, até o momento, de metodologias que calculem a capacidade dessas vias. Para as que não usam travessões universais, adota-se o cálculo da linha singela vezes dois.

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