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11 - Outros Tópicos em Programação Linear

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

11

Outros Tópicos em Programação Linear

A

programação linear foi um dos temas mais estudados de toda a matemática aplicada no século

XX. Um livro dedicado ao assunto possivelmente deixaria de conter vários tópicos importantes. Não haveria condições de se fazer uma revisão completa do assunto nos 10 capítulos precedentes, e dessa forma tentamos nos concentrar nos tópicos que aparentemente são mais poderosos em termos de aplicabilidade em organizações.

Esta seção faz uma breve revisão de tópicos adicionais não tratados anteriormente, mas que podem ser importantes nalgumas situações. A bibliografia oferece fontes adicionais para interessados em aprofundamentos.

11.1 NOTAÇÃO MATRICIAL NA PROGRAMAÇÃO LINEAR

A representação matricial de problemas de programação linear é bastante difundida e comum em textos sobre o assunto. Ela possui benefícios inegáveis, como elegância, concisão e maior adequação a cálculos computacionais, mas é mais difícil de entender e requer maior nível de abstração. Por consequência, sempre que possível, tentamos evitá-la, tendo em vista objetivos e público-alvo do livro.

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19 - Criação e Evolução Histórica da Programação Não linear

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

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Criação e Evolução Histórica da Programação

Não Linear

V

ários dos elementos associados ao Cálculo, como o uso de tangentes para avaliar a inclinação de uma curva, ou a discretização de regiões para o cálculo de áreas, são anteriores ao que é normalmente definido como a origem do Cálculo. O Cálculo teve sua origem quando Isaac

Newton (1642-1727) e Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) perceberam que a derivação e a integração eram operações inversas: uma integração é o inverso de uma derivação, e, analogamente, uma derivação é o inverso de uma integração.

19.1 CÁLCULO, NEWTON, LEIBNIZ, LAGRANGE E EULER

Wilhelm Leibniz e Isaac Newton estão entre os homens mais inteligentes que já existiram em todos os tempos. Na verdade, em termos de Ciências Exatas, Newton é provavelmente a maior inteligência de todos os tempos, tendo publicado o tratado científico mais admirado de todos: Philosophiae

Naturalis Principia Mathematica. Sua obra, praticamente completa quando ele tinha menos de 40 anos, foi mais significativa do que tudo que tinha sido feito anteriormente e demorou mais de 100 anos para ser completamente absorvida e entendida. Algumas das principais contribuições de Newton além do

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31 - Caso em Heurísticas

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

31

Caso em Heurísticas

T

odos os casos apresentados no livro são relatos de situações reais, quer tenham sido vividas pelo autor, quer tenham sido relatados por outros autores. Como alguns deles foram objetos de consultoria sujeita à cláusula de confidencialidade, eventualmente dados foram transformados e referências às verdadeiras empresas, omitidas.

31.1 DECISÕES DE COLHEITA DE CANA NA AUSTRÁLIA PARA MAXIMIZAR

MARGEM

31.1.1 Regime de Colheita de Cana na Austrália

A época de colheita da cana-de-açúcar é um determinante chave do rendimento de açúcar (taxa de sacarose da cana) e, por consequência, das margens financeiras da usina. As capacidades de moagem e transporte da cana ditam a rapidez, ou capacidade, com que a cana deve ser colhida. Na Austrália, a colheita acontece entre o início do inverno e o fim da primavera, ou seja, quando a quantidade de açúcar extraível (ATR) está em seu máximo. O rendimento de açúcar é definido como ATR vezes rendimento da cana. Uma região de usina típica na Austrália produz aproximadamente 1,5 milhão de toneladas de cana e contém aproximadamente entre 200 e 300 fazendas com diferentes donos. Cada 3 a 12 fazendas formam os chamados grupos de colheita. Dentro de cada grupo a cana é colhida em um regime de rotação, em que cada fazendeiro decide sobre os talhões1 a serem colhidos em cada rodada.

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1 - Criação e Evolução Histórica

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

1

Criação e Evolução Histórica

S

em dúvida alguma a Programação Linear é uma das principais descobertas da matemática aplicada. Levando em consideração os benefícios econômicos gerados ao ser humano, é provável que a PL seja a maior descoberta da matemática aplicada de todos os tempos. Em termos econômicos, ela é comparável às maiores descobertas, como a divisão do trabalho, o motor a vapor, a produção em massa e a tecnologia da informação.

1.1 GEORGE DANTZIG E O ALGORITMO SIMPLEX

É intrigante notar que, embora a matemática seja uma ciência relativamente madura desde pelo menos o século XVIII, a PL da forma como a conhecemos foi iniciada apenas após a Segunda Guerra

Mundial, especialmente por George B. Dantzig (1914-2005).1

Entre 1941 e 1945 Dantzig trabalhou no Pentágono, órgão de defesa americano, como especialista em planejamento e programação de atividades militares, época em que trabalhava intensivamente com calculadoras de mesa (Dantzig, 1991, pp. 19-31). Posteriormente, continuou trabalhando na mesma organização em outras funções como conselheiro em matemática da Força Aérea.

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22 - Alguns Aspectos Teóricos sobre Programação Não linear

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

22

Alguns Aspectos Teóricos sobre Programação

Não Linear

S

em dúvida que o intuito primordial no livro é despertar o interesse por aplicações da análise quantitativa e instruir o leitor sobre como elas podem ser feitas. Apesar disso, o leitor deve ter observado que muitas vezes entramos em aspectos teóricos que à primeira vista têm pouco relacionamento com as aplicações.

Este capítulo é mais um dos casos em que se oferece uma visão mais teórica e profunda sobre o assunto. Ele é importante por três motivos: (a) o leitor terá uma visão mais clara das limitações e dificuldades associadas ao uso da programação não linear; (b) o leitor entenderá como o Solver resolve o problema e como a parametrização do problema deve ser feita; (c) o leitor estará mais capacitado para fazer análises de sensibilidade e interpretar soluções de problemas de PNL.

22.1 CONDIÇÕES NECESSÁRIAS E SUFICIENTES DA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE PNL

22.1.1 Condições de Karush-Kuhn-Tucker

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Grupo A (18)
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Medium 9788536320342

Apêndice. Estatística: Descrição, organização e interpretação de dados

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE

E STATÍSTICA :

D ESCRIÇÃO , O RGANIZAÇÃO

E I NTERPRETAÇÃO DE D ADOS

DESCREVENDO OS DADOS

700

ORGANIZANDO OS DADOS 702

DESCREVENDO A RELAÇÃO ENTRE DUAS

VARIÁVEIS: CORRELAÇÃO 710

INTERPRETANDO OS DADOS 713

RESUMO 724

No Capítulo 1, consideramos como os psicólogos coletam dados – como eles projetam um estudo ou um experimento, como garantem a validade externa e interna, e assim por diante. Porém, o que eles fazem depois de coletarem os dados? Neste apêndice, enfocaremos os métodos estatísticos que os pesquisadores usam para organizar e interpretar dados numéricos.

Vamos começar com um exemplo. Suponhamos que alguns pesquisadores desejem descobrir se os garotos de 3 anos são mais agressivos fisicamente do que as garotas da mesma idade. Para descobrir, os pesquisadores deverão primeiramente identificar uma medida adequada da agressividade física. Depois, deverão escolher os sujeitos para o estudo. Como os pesquisadores supostamente querem falar sobre crianças de 3 anos em geral, e não apenas sobre as de 3 anos que participaram do estudo, eles devem selecionar seus sujeitos de um modo adequado. Ainda mais importante, devem selecionar garotos e garotas que correspondam em todos os sentidos, com exceção do gênero, para que possam ter um grau razoável de certeza de que quaisquer diferenças que surjam entre os grupos possam ser atribuídas à diferença no sexo, em vez de outros fatores (como desenvolvimento intelectual, classe social, e assim por diante).

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Capítulo 10. O desenvolvimento cognitivo

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO 388

INTERAÇÕES ENTRE OS GENES E O AMBIENTE 390

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO 394

AS CAUSAS DO DESENVOLVIMENTO

COGNITIVO 410

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NA VELHICE 420

QUAL É O PONTO DE PARTIDA COGNITIVO? 397

COMENTÁRIOS FINAIS: MATURAÇÃO E

AMBIENTE 422

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO EM PRÉ-ESCOLARES 405

RESUMO 424

O D ESENVOLVIMENTO

C OGNITIVO

U

m recém-nascido humano é minúsculo e impotente, quase incapaz de controlar seus próprios mo-

vimentos, e capaz apenas de interações muito limitadas com outras pessoas. Alguns anos depois, a criança é praticamente outra pessoa: seu corpo está claramente maior e mais maduro, e ela consegue fazer uma grande variedade

de movimentos hábeis, incluindo movimentos (como falar ou caminhar) que exigem a coordenação intricada de muitos músculos diferentes. A criança certamente também terá adquirido uma ampla variedade de conhecimentos e habilidades intelectuais e aprendido muito sobre como se relacionar com os outros.

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Capítulo 6 - Aprendizagem

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

A PERSPECTIVA DA TEORIA DA APRENDIZAGEM 226

A BASE NEUROLÓGICA DA APRENDIZAGEM 257

HABITUAÇÃO 227

COMENTÁRIOS FINAIS: ALÉM DA TEORIA

DA APRENDIZAGEM 259

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO 228

CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL 239

VARIEDADES DE APRENDIZAGEM

252

RESUMO 260

A PRENDIZAGEM

À

medida que avançamos em nossa vida, é claro que somos sensíveis aos estímulos que nos cercam, mas

a maneira como respondemos a esses estímulos é bastante influenciada pela aprendizagem. É a aprendizagem que diz que o objeto em suas mãos é uma barra de chocolate e terá gosto bom se você a comer. É a aprendizagem que

lhe diz que você não tem chance com o homem sentado ao seu lado, pois ontem mesmo ele rejeitou sua aproximação. E é a aprendizagem que lhe diz que passar horas jogando bilhar na véspera de um exame não é uma boa ideia e não vai melhorar o seu desempenho acadêmico.

Mas o que é exatamente a aprendizagem? De modo geral, podemos dizer que a aprendizagem é uma adaptação do nosso comportamento ou ideias, com base em experiências passadas, mas essa definição é um tanto bruta e não reconhece algumas distinções importantes entre tipos de aprendizagem.

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Capítulo 9. A linguagem

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

AS UNIDADES BÁSICAS DA LINGUAGEM 344

COMO A LINGUAGEM TRANSMITE O

SIGNIFICADO 349

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM COM CAPACIDADES

DIFERENTES 372

LINGUAGEM E PENSAMENTO

376

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA

CRIANÇA 359

COMENTÁRIOS FINAIS: LINGUAGEM E

COGNIÇÃO 381

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM EM AMBIENTES

DIFERENTES 368

RESUMO 382

A L INGUAGEM

Lila R. Gleitman e Daniel Reisberg

Q

uando consideramos as formas sociais e os artefatos físicos das sociedades humanas, surpreendemo-nos

com a diversidade de culturas em diferentes épocas e locais.

Algumas pessoas andam a pé, outras viajam em camelos e outras ainda pilotam foguetes até a lua. Porém, em todas as comunidades e em todas as épocas, os seres humanos são

semelhantes por terem linguagem. Essa conexão psicológica crucial, entre ter linguagem e ser humano, sempre intrigou aqueles que se interessam pela natureza da mente humana. De fato, para filósofos como Descartes, a linguagem é a função mental que mais distingue os humanos de outros animais e é “o único sinal e a única marca certa do pensamento oculto e envolto no corpo”. Neste capítulo, apresentamos um quadro geral da linguagem humana e sua aprendizagem.

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Capítulo 4. Sensação

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

AS ORIGENS DO CONHECIMENTO 150

VISÃO 166

PSICOFÍSICA 152

COMENTÁRIOS FINAIS: PERCEPÇÃO ATIVA

O FUNCIONAMENTO DOS SENTIDOS 157

RESUMO 182

AUDIÇÃO 159

182

S ENSAÇÃO

P

ara sobreviver, devemos conhecer o mundo que nos rodeia, pois os objetos que existem no mundo es-

tão repletos de significados. Alguns são alimentos, outros são companheiros e outros ainda são inimigos mortais. A capacidade de distinguir entre eles – digamos, entre um tronco e um crocodilo – pode ser questão de vida ou

morte. Para fazer essas distinções, devemos usar os nossos sentidos. Temos que fazer o possível para ver e ouvir o crocodilo, para que possamos reconhecê-lo pelo que ele é antes que nos veja, escute, cheire e (especialmente) nos prove. Mas exatamente como os nossos sentidos funcionam? Qual é o nível de precisão e quanto são completas as informações que recebemos dos nossos olhos, ouvidos e outros órgãos sensoriais? E até que ponto a nossa percepção do mundo é objetiva – fiel às informações sensoriais que recebemos, com um mínimo de interpretação? Da mesma forma, até que ponto a nossa percepção é influenciada por nossas predisposições, nossas expectativas e quem sabe até por nossas esperanças? São essas questões que abordaremos a partir de agora.

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Editora Manole (383)
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Medium 9788520422564

14. Odontogenética

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Odontogenética

DEBORA PALLOS

JANE SANCHEZ

INTRODUÇÃO

As anomalias dentais e periodontais de interesse na genética médica são principalmente as congênitas. Podem ser isoladas ou fazer parte de quadros sindrômicos, muitas vezes complexos e de difícil diagnóstico. Investigações recentes permitiram esclarecer a etiologia de diversas síndromes gênicas, a partir de uma integração cada vez maior dos profissionais da odontologia com a pesquisa básica. Essas anomalias dentais e periodontais podem causar alterações na função mastigatória e na fala, além de problemas estéticos, que podem afetar a vida social dos indivíduos.

Neste capítulo, serão mostradas as principais alterações odontológicas que podem gerar uma consulta em genética médica, os métodos propedêuticos para investigá-las e as condutas a serem tomadas para a orientação dos pacientes e familiares.

DESENVOLVIMENTO E ANATOMIA DENTAL

A dentição humana é constituída pela decídua e pela permanente. Os dentes decíduos começam a aparecer na cavidade bucal por volta dos 6 meses de vida e completam-se aos 36 meses. A dentição decídua é composta por 20 dentes, sendo 10 na maxila e 10 na mandíbula, e não possui pré-molares nem terceiros molares (Figura 14.1A).

339

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Medium 9788520457368

3. Doppler

Wilson Mathias Jr Editora Manole PDF Criptografado

3

Doppler

Ecocardiografia com Doppler

Equação Doppler

A ecocardiografia com Doppler é uma modalidade de ultrassom que permite a detecção da velocidade, da direção e do padrão do fluxo sanguíneo em todo o sistema cardiovascular e baseia-se na medida da diferença entre a frequência da onda emitida pelo cristal piezoelétrico e a refletida pelas hemácias ou tecido em movimento. A variação entre a frequência emitida e a refletida é denominada mudança Doppler (Doppler shift). Quando se avalia um alvo em movimento, ocorre a dispersão retrógrada do ultrassom para o transdutor. Desse modo, a frequência observada, quando o alvo estiver se movendo em direção ao transdutor, será maior do que a frequência emitida, enquanto a frequência observada, quando o alvo estiver se afastando do transdutor, será menor que a emitida (Figura 3.1).

A relação entre a mudança da frequência do sinal Doppler e a velocidade do fluxo sanguíneo é expressa pela equação

­Doppler. Esta demonstra que a mudança do sinal Doppler (Fr

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Medium 9788520427910

2. Técnicas gerais

RIGGS, Art Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2   Técnicas gerais

2

39

Técnicas Gerais

O foco deste capítulo é o uso adequado das ferramentas que estão à sua disposição – os dedos, as articulações dos dedos, a mão fechada, o antebraço e o cotovelo. Assim que se sentir confortável ao utilizar essas ferramentas, os próximos capítulos apresentarão estratégias de tratamento específico para diferentes partes do corpo; também será possível encontrar explicações mais detalhadas sobre como realizar os movimentos apresentados nesta seção como exemplo.

A hierarquia do poder

É irônico pensar que, quanto mais tenso o corpo do cliente, maior a tendência natural do terapeuta em exagerar na força para remover a tensão. É difícil remover a tensão ao aplicar mais tensão e, além disso, o esforço excessivo é inevitável quando se tenta utilizar os polegares e os dedos para a realização da massagem profunda. A maioria dos massoterapeutas tem mais prática e, portanto, mais confiança em trabalhar com os dedos e polegares. Por se sentirem tão confortáveis e confiantes em usar as mãos para efetuar toda a técnica, muitos relutam em utilizar outras ferramentas mais poderosas que os possibilitaria trabalhar com maior facilidade e eficácia e com menos esforço. A realidade é que para a massagem profunda, poucas pessoas têm a força para realizar todo o procedimento com os dedos. Aprender a usar as articulações dos dedos, a mão fechada, o antebraço e o cotovelo permite que você realize seu trabalho com menos esforço, protegendo, desse modo, o seu corpo e possibilitando que você elimine mais tensão do corpo do cliente.

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Medium 9788520437858

10. Ecoendoscopia diagnóstica

MOURA, Eduardo Guimarães Hourneaux de; ARTIFON, Everson Luiz de Almeida; SAKAI, Paulo Editora Manole PDF Criptografado

10

ECOENDOSCOPIA

DIAGNÓSTICA

Bruno Frederico O. Azevedo Medrado

Marcelo Magno de Freitas Sousa

Fauze Maluf Filho

INTRODUÇÃO

A ecoendoscopia (EE), também conhecida como ultrassonografia endoscópica, teve seus primórdios na década de 1980, com objetivo de permitir um acesso ecográfico ao pâncreas para melhorar a avaliação desse órgão com a menor interposição de estruturas e gases possível1,2.

A presença de um transdutor ultrassonográfico na ponta do aparelho permite que a EE avalie detalhadamente toda a superfície alcançada pelos endoscópios convencionais, permitindo, portanto, a avaliação de lesões epiteliais, subepiteliais e de estruturas adjacentes.

De um método estritamente diagnóstico no seu princípio, a EE evoluiu progressivamente na última década e se tornou um exame completo, com instrumentos próprios que abordam lesões também do ponto de vista terapêutico.

BASES DA ECOENDOSCOPIA

A ultrassonografia é caracterizada pela emissão de ondas sonoras de alta frequência por um transdutor. Essas ondas, ao incidirem em um órgão, são parcialmente refletidas ou absorvidas conforme as características do tecido examinado. As ondas refletidas são captadas pelo transdutor, gerando as imagens desejadas. Quanto menor for a frequência das ondas emitidas, maior penetração delas no tecido e menor a resolução de imagens3,4. As frequências habitualmente utilizadas variam entre 5 e 30

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Medium 9788520422564

16. Deficiência intelectual

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Deficiência intelectual

MARCO ANTÔNIO DE PAULA RAMOS

DENISE M. CHRISTOFOLINI

GRAZIELA PARONETTO MACHADO ANTONIALLI

BRUNO COPRERSKI

DECIO BRUNONI

INTRODUÇÃO

O histórico a respeito do entendimento e do manejo dos indivíduos com deficiência intelectual (antes chamada de deficiência ou retardo mental) é extremamente heterogêneo. Essa condição pode ser entendida sob diversos pontos de vista, por exemplo, médico, social, pedagógico e filosófico; por outra vertente, ela pode ser abordada politicamente por organizações de pais e outras associações com os mais diversos interesses.

O objetivo deste capítulo não é revisar essas tendências, mas, sim, apresentar e discutir um roteiro diagnóstico principalmente das causas genéticas da deficiência intelectual, além de incluir métodos, técnicas e procedimentos factíveis na realidade brasileira. Diversos profissionais da saúde estão envolvidos na avaliação e na intervenção de pacientes com deficiência intelectual e no apoio a suas famílias, contudo, o diagnóstico

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Editora Empreende (37)
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Medium 9788566103199

7. Administração da Qualidade

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 94 |  

7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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Medium 9788566103281

19. Experiências com Metodologias Ativas de Aprendizagem

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Experiências com

19 Metodologias Ativas de

Aprendizagem

Coordenador William Sampaio Francini

Questão relevante para o ensino superior, no mundo e no Brasil, é a que trata das metodologias ativas de aprendizagem e seus desejáveis impactos nos processos de ensino-aprendizagem. Em particular para os cursos de graduação em Administração, bacharelado, a formação por competências ganha maior importância a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) de julho de

2005. Assim, a organização dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC) passa a abranger o perfil do formando, suas competências e habilidades, os componentes curriculares, o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares, os projetos de iniciação científica ou projetos de atividade, como Trabalho de Curso, além do sistema de avaliação. A formação por competências se torna um dos pontos centrais dos PPC, enquanto o tradicional ensino por meio da reprodução do conhecimento e conteúdos perde espaço, mas coexiste com outras dinâmicas. Como ilustração, estão aqui destacados parcialmente o art. 3º dessa

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Medium 9788566103281

15. Consultoria Empresarial – PREMIADO COM DISTINÇÃO

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Consultoria Empresarial –

15 PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenadora Lara Azevedo Mattos

Resumo

Desafio: aprimorar o processo de aprendizagem por meio de trabalhos interdisciplinares do último ano do curso de Administração, que enfatizam questões fundamentalmente ligadas ao ambiente interno e externo das empresas, induzindo um contato mais direto do aluno com experiências práticas.

Objetivo Geral: promover uma Consultoria Empresarial em uma empresa real para desenvolvimento de uma visão sistêmica por meio da disciplina Consultoria Estratégica de Negócios (CEN).

Aplicação de metodologia inovadora de ensino – Aprender Fazendo (Learning by Doing).

Método: inicialmente, formar uma equipe de trabalho e definir a empresa em que será realizada a consultoria, a qual apresenta uma situação a ser trabalhada pelos alunos – fragilidades/ problemas/melhorias que impactam no resultado operacional. A equipe inicia um processo de entendimento da situação apresentada por meio de estudo, análise e diagnóstico das causas com foco na ótica dos conceitos acadêmicos já estudados nas disciplinas: Administração Estratégica, Administração de Operações, Administração de Serviços, Administração Financeira,

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Medium 9788566103281

3. O Prêmio Angrad e os Projetos da Região Nordeste do Brasil

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

O Prêmio Angrad

3 e os Projetos da Região

Nordeste do Brasil

Profa. Doutoranda Ana Carolina Peixoto Medeiros

Instituto Federal de Pernambuco – IFPE

Profa. Dra. Fernanda Roda Cassundé

Universidade Federal do Vale do São Francisco – Univasp

A região Nordeste do Brasil é composta por nove estados da federação, sendo eles Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio

Grande do Norte e Sergipe. A população corresponde a cerca de 56,72 milhões de habitantes, sendo a segunda mais populosa do território brasileiro (IBGE,

2018). Existe uma irregularidade considerável em relação à distribuição demográfica dentro desse território em face da concentração da população nos grandes centros urbanos desses estados, sobretudo nas áreas do Agreste e da

Zona da Mata. Muitos apontam que a seca e a ausência de infraestrutura em regiões sertanejas e no meio-norte promovem a migração da população para as grandes cidades em busca de oportunidades de trabalho e sobrevivência.

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11. Inovação no Ensino e Aprendizagem em Administração: Iniciativas Exitosas na Região Sudeste

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Inovação no Ensino e Aprendizagem

11 em Administração:

Iniciativas Exitosas na

Região Sudeste

Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros

Universidade Federal de Uberlândia

Diogenes de Sousa Bido

Universidade Mackenzie

Desde 1990, a Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração vem marcando a história do ensino de graduação em Administração, constituindo-se como um espaço propício para o compartilhamento de experiências relacionadas aos desafios e oportunidades do curso de Administração, entre coordenadores(as), professores(as) e estudantes. A comunidade acadêmica e empresarial tem acompanhado os eventos promovidos, as parcerias realizadas e a consolidação de uma proposta que emergiu das preocupações genuínas sobre os rumos da educação e formação de administradores(as).

As reflexões sobre o curso de Administração e a proposta de contribuir continuamente com a comunidade acadêmica e empresarial levaram a mais esta iniciativa: premiar as IES e os cursos pelas atividades inovadoras no ensino de administração, de modo a compartilhar suas experiências exitosas, por região, considerando as particularidades de cada uma delas. No âmbito da região Sudeste, nove propostas foram submetidas para concorrer à premiação, um número expressivo de respostas ao contexto desafiador do ensino de graduação em Administração.

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