Editora Empreende (37)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

9. Estágio Vivo – PREMIADO COM DISTINÇÃO

PDF Criptografado

Estágio Vivo –

9 PREMIADO COM

DISTINÇÃO

Coordenador Antonio Ferreira Lima

Resumo

Os alunos de Administração devem desenvolver um perfil generalista. Contudo, apesar de vários momentos de promoção da interdisciplinaridade, a IES vinha percebendo que os estágios colocados à disposição dos alunos de Administração não possibilitavam a vivência necessária de funções de chefia e de tomada de decisão. Em muitas situações, os estagiários eram reduzidos a mão de obra barata e exerciam apenas funções secundárias, como auxiliares de administração ou secretárias de executivos ou auxiliares de serviços bancários. Os principais objetivos do

Estágio Vivo são: superar a realidade perversa descrita acima e integrar os alunos de Administração com os de outros cursos, que atuarão em conjunto, na vida real, como os futuros advogados e contadores. A Mauá criou um centro de estágios, chamado Escola de Experiência, no qual os alunos são apresentados a exercícios guiados, a partir dos quais são desenvolvidas as competências da profissão. Trata-se de uma metodologia de ensino ativa, denominada Aprendizagem Baseada em Problemas – APB. Montou-se um ambiente virtual de produção em forma de arranjo produtivo local, no qual alunos de Direito, Contabilidade e Administração desempenham vários “papéis” simulados. Os exercícios são produzidos pelos professores, sob orientação do

Ver todos os capítulos

9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

PDF Criptografado

Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

Ver todos os capítulos

8. Integração do Ensino em Administração além dos Muros – PREMIADO COM LOUVOR

PDF Criptografado

Integração do Ensino

8 em Administração além dos Muros – PREMIADO

COM LOUVOR

Coordenadora Marinalva Pereira dos Santos

Resumo

O curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) teve o início de suas atividades pedagógicas no segundo semestre de 2012, atendendo à demanda social da região do Vale do Arinos. O curso foi criado segundo a política social de democratização do ensino da Unemat, em Juara, cidade do interior da Amazônia Legal, localizada no noroeste do estado de Mato Grosso, a 720 km da capital. A criação do curso de Administração na região trouxe a possibilidade de democratização do ensino. É importante evidenciar que Juara está localizada num contexto geográfico de áreas indígenas, de floresta amazônica e de grandes potenciais hidrográficos, o que levou a equipe pedagógica do curso a pensar em um curso estruturado para o desenvolvimento local sustentável e, além disso, que priorizasse o desenvolvimento de inovações empreendedoras, numa visão sistêmica com o objetivo de compreender e intervir na realidade social. Nessas perspectivas, surgiram muitos questionamentos sobre a oferta do curso para atender a região, todavia, uma delas prevaleceu sobre as demais: como construir o ensino-aprendizagem do curso de Administração em Juara considerando os aspectos sociais, econômicos e ambientais da região numa perspectiva empreendedora e inovadora? Com essas preocupações, os profissionais de ensino do curso de Administração planejam suas atividades evidenciando aspectos construtivos do conhecimento, reconhecendo aspectos didático-pedagógicos que valorizam a inovação e o processo formativo dos acadêmicos diante dos problemas sociais da comunidade.

Ver todos os capítulos

8. Economia Circular e as Práticas Verdes

PDF Criptografado

Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 108 |  

8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

Ver todos os capítulos

7. Administração da Qualidade

PDF Criptografado

Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 94 |  

7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Manole (383)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Sofrimento no ciúme

PDF Criptografado

Sofrimento no ciúme

O sofrimento produzido pelo ciúme não normal não se restringe apenas a danos psíquicos, angústia, depressão, ansiedade, obsessão etc. Há uma intensa participação de todo o organismo no ciúme em geral e, em particular, durante uma crise aguda de ciúme, tal como ocorre durante os episódios de estresse agudo. A onda de sentimento disparada pelo gatilho de ciúme terá efeito sobre o chamado sistema límbico do cérebro, liberando catecolaminas*, que geram uma rápida reação orgânica vigorosa.

Buss et al.8 mediram a atividade do sistema nervoso autônomo de universitários em situações imaginárias de infidelidade. A frequência cardíaca e a sudorese mostraram-se aumentadas quando imaginavam suas parceiras tendo relações sexuais com outras pessoas. Nessa mesma pesquisa, as mulheres ficaram mais perturbadas ao imaginar o parceiro apaixonado por outra mulher. Isso confirma a hipótese de que o ciúme masculino tem uma conotação predominantemente sexual e o ciúme feminino, sentimental.

Ver todos os capítulos

SEÇÃO 9 — ENDOCRINOLOGIA

PDF Criptografado

SEÇÃO 9

ENDOCRINOLOGIA

Angela Maria Spinola e Castro

783

Puberdade precoce

114

Angela Maria Spinola e Castro

Adriana Aparecida Siviero Miachon

DEFINIÇÃO

A puberdade precoce (PP) é definida como o aparecimento de caracteres sexuais secundários antes de 8 anos de idade nas meninas e 9 anos de idade nos meninos, associado ao aumento da velocidade de crescimento (VC), avanço gradual da idade óssea (IO) e progressão clínica anormalmente rápida. No entanto, essa definição tem sido motivo de discussão, já que há uma tendência geral à antecipação puberal.

O desenvolvimento puberal precoce acarreta diversos problemas que podem ser amenizados com o tratamento, como estatura final menor que a geneticamente esperada, em virtude da fusão prematura das epífises, e inadequação psicossocial.

QUADRO CLÍNICO

Classificação

Periférica ou GnRH-independente (hormônio liberador de gonadotrofinas)

Deve-se à produção autônoma de esteroides pelas suprarrenais ou gônadas, sem ativação do eixo hipotálamo-hipófise-gônada (HHG). As causas mais frequentes são de origem suprarrenal

Ver todos os capítulos

SEÇÃO 8 — CARDIOLOGIA

PDF Criptografado

SEÇÃO 8

CARDIOLOGIA

Antonio Carlos Carvalho

735

Abordagem da criança com cardiopatias congênitas

105

Maria Suely Bezerra Diógenes

APRESENTAÇÃO CLÍNICA

Deve-se suspeitar de cardiopatia congênita em toda criança que apresente um ou mais dos seguintes dados clínicos: taquidispneia ou cansaço às mamadas; sopro cardíaco holossistólico, sistólico ejetivo, diastólico ou contínuo;

�� alterações de bulhas cardíacas: desdobramento fixo de segunda bulha (comunicação interatrial), segunda bulha única (transposição completa das grandes artérias, atresia pulmonar), hiperfonese de segunda bulha (hipertensão pulmonar);

�� cianose;

�� alterações de pulsos e hipertensão arterial sistêmica (HAS) em membros superiores (coarctação da aorta);

�� tonturas e/ou síncope (lesões obstrutivas esquerdas, transposição corrigida das grandes artérias com bloqueio atrioventricular, anomalia de Ebstein com síndrome de Wolf-Parkinson--White);

�� arritmia;

Ver todos os capítulos

SEÇÃO 7 — GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA

PDF Criptografado

SEÇÃO 7

GASTROENTEROLOGIA

PEDIÁTRICA

Vera Lucia Sdepanian

609

Alergia à proteína do leite de vaca

89

Mauro Batista de Morais

INTRODUÇÃO

Alergia à proteína do leite de vaca é a alergia alimentar mais frequente nos primeiros 2 anos de vida. A alergia alimentar está incluída nas reações adversas aos alimentos, que podem ser classificadas em:1,2 tóxicas: manifestações clínicas secundárias à toxina (p.ex., toxina produzida pelo Staphyloccocus aureus ou Bacillus cereus) presente nos alimentos e que não dependem de sensibilidade individual, ou seja, todos os expostos desenvolvem a reação;

�� intolerância: ocorre em indivíduos suscetíveis (p.ex., sintomas decorrentes da ingestão de lactose quando existe deficiência de lactase);

�� alergia ou hipersensibilidade: reações adversas aos alimentos nas quais o sistema imunológico está envolvido na fisiopatologia (reação do tipo I, imediata IgE-mediada e reação tipo IV tardia, mediada por células).

Ver todos os capítulos

SEÇÃO 6 — PNEUMOLOGIA

PDF Criptografado

SEÇÃO 6

PNEUMOLOGIA

Clovis Eduardo Tadeu Gomes

499

Abscesso pulmonar

69

Gilberto Petty da Silva

Beatriz Neuhaus Barbisan

DEFINIÇÃO

O abscesso pulmonar é caracterizado por uma cavidade circunscrita no parênquima pulmonar, com parede grossa contendo material purulento. Pode ser classificado como primário ou secundário. Os abscessos pulmonares primários acometem crianças previamente sadias, enquanto os secundários ocorrem em crianças com doenças preexistentes, como fibrose cística, endocardite, síndrome nefrótica, imunodeprimidos ou após afecções cirúrgicas. A presença de um fator predisponente ao abscesso pulmonar influencia a probabilidade do isolamento de determinados agentes etiológicos.

FISIOPATOLOGIA

A contaminação pulmonar pode ocorrer por quatro vias: broncogênica, disseminação hematogênica, por contiguidade e lesões perfurantes do tórax.

Via broncogênica

A via broncogênica é a principal responsável pela formação dos abscessos pulmonares em crianças.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (18)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 9. A linguagem

PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

AS UNIDADES BÁSICAS DA LINGUAGEM 344

COMO A LINGUAGEM TRANSMITE O

SIGNIFICADO 349

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM COM CAPACIDADES

DIFERENTES 372

LINGUAGEM E PENSAMENTO

376

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA

CRIANÇA 359

COMENTÁRIOS FINAIS: LINGUAGEM E

COGNIÇÃO 381

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM EM AMBIENTES

DIFERENTES 368

RESUMO 382

A L INGUAGEM

Lila R. Gleitman e Daniel Reisberg

Q

uando consideramos as formas sociais e os artefatos físicos das sociedades humanas, surpreendemo-nos

com a diversidade de culturas em diferentes épocas e locais.

Algumas pessoas andam a pé, outras viajam em camelos e outras ainda pilotam foguetes até a lua. Porém, em todas as comunidades e em todas as épocas, os seres humanos são

semelhantes por terem linguagem. Essa conexão psicológica crucial, entre ter linguagem e ser humano, sempre intrigou aqueles que se interessam pela natureza da mente humana. De fato, para filósofos como Descartes, a linguagem é a função mental que mais distingue os humanos de outros animais e é “o único sinal e a única marca certa do pensamento oculto e envolto no corpo”. Neste capítulo, apresentamos um quadro geral da linguagem humana e sua aprendizagem.

Ver todos os capítulos

Capítulo 8. Pensamento

PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS

REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS

302

307

CONTROLE EXECUTIVO

332

CONSCIÊNCIA 333

O PROCESSO DE PENSAMENTO: RESOLVENDO

PROBLEMAS 310

COMENTÁRIOS FINAIS: OS DOMÍNIOS

DA COGNIÇÃO 338

O PROCESSO DE PENSAMENTO: RACIOCÍNIO E

TOMADA DE DECISÃO 320

RESUMO 340

P ENSAMENTO

E

m linguagem comum, a palavra pensar tem uma ampla variedade de significados. Ela pode ser sinônimo para

lembrar (como em “não consigo pensar o nome dela”) ou para crer (como em “eu pensava que as serpentes marinhas eram reais”). Também pode se referir a um estado vago de devaneio (como em “não estou pensando em nada em

particular”). Porém, pensar tem um significado mais restrito, que pode ser transmitido por palavras como raciocinar e refletir. Os psicólogos que estudam o pensamento se interessam principalmente por esse sentido da palavra, que chamam de pensamento direto – as atividades mentais que usamos sempre que tentamos resolver um problema, avaliamos a veracidade de uma afirmação, ou ponderamos os custos e benefícios de uma decisão importante.

Ver todos os capítulos

Capítulo 7. Memória

PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

AQUISIÇÃO, ARMAZENAMENTO E

RECUPERAÇÃO 264

AQUISIÇÃO 264

QUANDO A MEMÓRIA FALHA 278

VARIEDADES DA MEMÓRIA 288

ARMAZENAMENTO 275

COMENTÁRIOS FINAIS: TIPOS DIFERENTES,

MAS PRINCÍPIOS COMUNS 297

RECUPERAÇÃO 276

RESUMO 298

M EMÓRIA

A

memória é um tema de interesse central para os psicólogos, e não é difícil ver por quê. Sem a memó-

ria, não haveria recordação de acontecimentos passados e, assim, não seria possível refletir sobre nossas experiências ou contar as nossas vidas aos outros. Sem a memória, não teríamos conhecimento, pois, afinal, para sabermos

que alto é o oposto de baixo, que as pessoas são mais bondosas com seus amigos do que com seus inimigos e que Elvis Presley foi um cantor famoso, temos que tirar essas informações de algum lugar – e esse lugar, é claro, é a memória.

A memória também é crucial por outras razões. Você se orgulha de ser quem é? Se sim, em parte é porque você lembra suas conquistas. Você se envergonha de quem é? Se sim, é porque lembra de suas falhas. Da mesma forma, se você se sente feliz ou triste, com a sua vida, provavelmente está sendo influenciado pela sua recordação de coisas positivas que viveu, ou de coisas negativas. Assim, a percepção de si mesmo e da sua vida – e, com ela, seu humor e sua autoestima – depende da memória.

Ver todos os capítulos

Capítulo 6 - Aprendizagem

PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

A PERSPECTIVA DA TEORIA DA APRENDIZAGEM 226

A BASE NEUROLÓGICA DA APRENDIZAGEM 257

HABITUAÇÃO 227

COMENTÁRIOS FINAIS: ALÉM DA TEORIA

DA APRENDIZAGEM 259

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO 228

CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL 239

VARIEDADES DE APRENDIZAGEM

252

RESUMO 260

A PRENDIZAGEM

À

medida que avançamos em nossa vida, é claro que somos sensíveis aos estímulos que nos cercam, mas

a maneira como respondemos a esses estímulos é bastante influenciada pela aprendizagem. É a aprendizagem que diz que o objeto em suas mãos é uma barra de chocolate e terá gosto bom se você a comer. É a aprendizagem que

lhe diz que você não tem chance com o homem sentado ao seu lado, pois ontem mesmo ele rejeitou sua aproximação. E é a aprendizagem que lhe diz que passar horas jogando bilhar na véspera de um exame não é uma boa ideia e não vai melhorar o seu desempenho acadêmico.

Mas o que é exatamente a aprendizagem? De modo geral, podemos dizer que a aprendizagem é uma adaptação do nosso comportamento ou ideias, com base em experiências passadas, mas essa definição é um tanto bruta e não reconhece algumas distinções importantes entre tipos de aprendizagem.

Ver todos os capítulos

Capítulo 5. Percepção

PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

PERCEPÇÃO DA DISTÂNCIA: ONDE ESTÁ?

187

PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ

FAZENDO? 191

PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É ISSO?

194

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE A PERCEPÇÃO 199

A ABORDAGEM CLÁSSICA À PERCEPÇÃO

200

A ABORDAGEM DO MODELO DE PROCESSO À

PERCEPÇÃO 206

A ABORDAGEM DA NEUROCIÊNCIA À

PERCEPÇÃO 210

SELEÇÃO PERCEPTIVA: ATENÇÃO

OUTRAS MODALIDADES

214

217

COMENTÁRIOS FINAIS: VER, SABER E O PAPEL ATIVO

DO INDIVÍDUO NA PERCEPÇÃO 218

RESUMO 220

P ERCEPÇÃO

N

o capítulo anterior, discutimos como os sistemas sensoriais detectam alguns dos atributos mais sim-

ples da experiência sensorial, como bordas, a cor vermelha ou frequências sonoras altas. Os filósofos empiristas acreditavam que essas experiências eram registradas passivamente pelos sentidos e depois montadas, por meio de

associações, para formar percepções mais complexas. Todavia, começamos a ver que essa visão não está correta. Observamos que, desde o princípio, os sistemas sensoriais transformam o estímulo de maneira ativa, enfatizando

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (32)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Anexo Tópicos em Matemática e Soluções e Respostas dos Exercícios

PDF Criptografado

Anexo

Tópicos em Matemática

O

texto do Anexo oferece uma introdução básica a várias notações e conceitos de matemática que não são explicados em detalhe no livro. Assim como no restante do livro, o intuito

é menos a precisão conceitual e mais o melhor entendimento do leitor com menor nível de conhecimento de notação matemática.

CONJUNTO

Assim como na linguagem coloquial, um conjunto é um sinônimo de grupo, de classe etc. Cada objeto que compõem o conjunto é denominado elemento do conjunto. Quando um elemento e faz parte do conjunto alfabeto A, diz-se que o elemento e pertence ao conjunto A, e o símbolo que denomina “pertence” é escrito como . De forma mais matemática, pode-se dizer que e  A. Por experiência, sabe-se que o conjunto A contém todas as letras do alfabeto e o mesmo pode ser definido como

A  {a, b, c, ..., z}. Observe que não se considerou que o conjunto A tenha uma ordem específica de seus elementos e o mesmo conjunto poderia ser definido como A  {b, a, c, ..., z}, A  {a, c, b, ..., z} ou qualquer outra combinação que use os mesmos elementos. Para uma letra grega b, que não faz parte do alfabeto latino, pode-se dizer que ela não pertence ao conjunto A, ou b Ó A.

Ver todos os capítulos

9 - Modelos de Rede

PDF Criptografado

9

Modelos de Rede

M

odelos de rede são extremamente convenientes, tanto do ponto de vista teórico como computacional. Eles são estruturas simples de entender e possuem propriedades que são modeláveis de maneira relativamente fácil. Além disso, redes podem ser utilizadas para modelar uma infinidade de problemas reais de grande importância. A combinação entre simplicidade e poder de obtenção da solução ótima em problemas reais faz com que as redes sejam um estudo importante da programação matemática.

Tipicamente, redes são estudadas como um assunto à parte da programação linear devido à existência de algoritmos mais eficientes para resolver problemas dessa natureza. Como os algoritmos não são o nosso foco, o capítulo pode parecer estranho num primeiro momento. O intuito é mostrar que uma grande diversidade de casos reais pode ser enxergada como uma rede, e, na verdade, muitos deles são equivalentes do ponto de vista matemático.

Adicionalmente vamos apresentar um algoritmo simples e poderoso para a criação de árvores geradoras, estruturas essas que não podem ser formuladas como problemas de programação linear.

Ver todos os capítulos

8 - Programação de Metas

PDF Criptografado

8

Programação de Metas

A

programação de metas é mais uma parte do rico acervo de solução de problemas reais da programação linear. Ela é especialmente útil em ambientes em que o tomador de decisões se vê forçado a resolver um problema que possui múltiplos objetivos. Por esse motivo, algumas vezes, a programação de metas é classificada como pertencendo à otimização linear de múltiplos objetivos.

Esse mesmo tipo de problema pode ser resolvido por outras técnicas probabilísticas, mas no caso em que as decisões são determinísticas a programação de metas é uma das ferramentas mais poderosas.

Sistemas de gestão convencionais possuem diversos objetivos que de certa forma são conflitantes, como, por exemplo, maximizar o lucro e a satisfação de clientes o mesmo tempo. Mesmo tendências mais recentes em termos de gestão, como a utilização dos balanced scorecards1 (boletins balanceados) e a gestão baseada em valor, possuem diversos objetivos (ou metas) que convivem no mesmo ambiente, ainda que sejam conflitantes.

Ver todos os capítulos

7 - Análise de Sensibilidade

PDF Criptografado

7

Análise de Sensibilidade

O

termo análise de sensibilidade é relativamente comum em ambientes empresariais.1 Ele sempre está associado a análises relacionadas com variações em parâmetros de modelos quantitativos. Por exemplo, na avaliação da rentabilidade futura de um projeto, ou de uma empresa, são feitas análises de sensibilidade em parâmetros como taxa de juros e crescimento do PIB (Produto

Interno Bruto), ou seja, estuda-se como a rentabilidade do projeto muda de acordo com diferentes cenários de taxas de juros e crescimento do PIB.

Da mesma forma, no caso da programação linear, a análise de sensibilidade está relacionada com a análise de efeitos ocasionados no modelo caso seus parâmetros mudem. Depois do algoritmo simplex e da solução oferecida por ele, a análise de sensibilidade é provavelmente o que existe de mais importante na programação linear. Ela é fundamental quando o tomador de decisão está interessado em avaliar como mudanças no modelo (e no mundo real que ele representa) podem afetar a solução.

Ver todos os capítulos

6 - Dualidade na Programação Linear

PDF Criptografado

6

Dualidade na Programação Linear

T

odo problema de programação linear possui outro problema de programação linear associado a ele, denominado problema dual. O problema original é denominado primal. Surpreendentemente, um pode ser transformado no outro, e cada um deles possui características distintas, embora ambos possuam a mesma solução ótima. Se, por exemplo, o problema primal é de minimização, o dual é de maximização. Se o primal possui n variáveis e m restrições, o dual possui m variáveis e n restrições, e assim por diante.

Considerando a observação do Capítulo 4 de que é melhor resolver problemas com mais variáveis do que restrições, a propriedade da dualidade é muito conveniente.

Em essência, a dualidade leva a dois resultados importantes. O primeiro resultado é relacionado à facilidade de solução do problema. Como o dual pode se transformar no primal e vice-versa, pode-se escolher para resolver o mais fácil dos dois. Existem diversos métodos de solução de problemas de PL e softwares que se beneficiam dessas propriedades. Um segundo resultado é que a dualidade permite um entendimento mais profundo do problema em questão. O entendimento mais profundo será útil na análise de sensibilidade e em determinados tipos de problemas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos