Manole (3)
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1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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3. Elementos técnicos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF Criptografado

elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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Grupo Gen (2)
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Medium 9788527708869

6 Fundamentos Biomecânicos do Treinamento de Força e de Potência

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Fundamentos Biomecânicos do

Treinamento de Força e de Potência

M.C. SIFF

Introdução

As qualidades de força e de potência são popularmente mais associadas com esportes que requerem apresentação evidente de desempenho muscular impressionante, tais como o levantamento de peso, a luta livre e as modalidades de atletismo. Conseqüentemente, sempre que o treinamento de força foi utilizado como um método de preparação suplementar de esportes, foi aplicado na maioria das vezes nestes tipos de esporte de “força” e minimamente naqueles esportes nos quais o papel do sistema cardiovascular foi forçado à custa de quase todas as outras qualidades motoras.

Entretanto, todos os esportes, e na verdade todos os movimentos humanos, necessitam da geração de níveis apropriados de força e de potência, em uma variedade de aplicações e situações diferentes, como será discutido mais adiante. Vários fatores contribuíram para a relutância prolongada em aceitar o treinamento de força como parte relevante no preparo dos atletas internacionais para as rigorosas competições de ponta. Entre tais fatores, pode-se citar em particular a primazia conferida pelos médicos a respeito do papel do condicionamento cardiovascular em cardíacos e em pessoas sadias em geral, o forte enfoque científico nos processos metabólicos como determinantes do desempenho esportivo e a condenação exagerada do treinamento de força como causa de lesão musculoesquelética, de deficiência da flexibilidade e da diminuição da velocidade do movimento.

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7 Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em Atividades Cíclicas

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Fatores que Afetam as Freqüências de Movimento Preferidas em

Atividades Cíclicas

P.E. MARTIN, D.J. SANDERSON E B.R. UMBERGER

Introdução

Muitos movimentos humanos são caracterizados pela repetição contínua de um padrão fundamental de movimento (por exemplo, andar, correr, saltitar, pedalar, nadar, remar). Para atividades cíclicas, a velocidade média de progressão é definida pelo produto da distância média percorrida por ciclo de movimento

(por exemplo, comprimento do passo na corrida) e a freqüência média ou cadência em que o ciclo de movimento está sendo repetido (por exemplo, comprimento do passo na corrida ou cadência). Em movimentos humanos normais, estes fatores de velocidade, distância e cadência são usualmente determinados livremente ou auto-selecionados pelo indivíduo e são raramente fixos ou preestabelecidos. Além disso, os humanos têm uma habilidade incrível de alterar intencionalmente a velocidade, distância e cadência a fim de alcançar as demandas do ambiente.

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Grupo A (371)
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Medium 9788584291304

Capítulo 1 - Introdução

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução

Margaret Whitehead

Motivação para desenvolver o conceito de letramento corporal

Há quatro influências principais que motivaram o desenvolvimento do conceito de letramento corporal apresentado neste livro. Primeiramente, e mais importante, os escritos filosóficos de existencialistas e fenomenologistas, os quais corroboram a noção central da corporeidade na existência humana. Tendo como ponto de partida seus pontos de vista, esses filósofos veem na corporeidade algo fundamental para a vida humana como a conhecemos.1 A corporeidade, da maneira como pensaram, permite-nos interagir com o meio e propicia as bases para o desenvolvimento de uma vasta série de capacidades humanas.* Esses pontos de vista foram expressos inicialmente nos primórdios do século XX e, curiosamente, agora, cerca de

75 anos mais tarde, há indícios relevantes, em vários campos da ciência, que ratificam a noção da importância fundamental da corporeidade na existência humana, sobretudo no que concerne ao desenvolvimento nos primeiros anos de vida. Este livro propõe compartilhar algumas das descobertas mais recentes sobre o tema.

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Capítulo 12 - Letramento corporal e questões de diversidade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

12

Letramento corporal e questões de diversidade

Philip Vickerman e Karen DePauw

Introdução

Este capítulo discute questões que concernem à promoção do letramento corporal no contexto da diversidade, analisando como se relacionam com as oportunidades e as limitações para que as pessoas se tornem corporalmente letradas. O capítulo definirá a natureza da diversidade e abordará porque certos indivíduos e grupos podem experimentar contextos menos favoráveis que outros. O capítulo também examinará estratégias de promoção do letramento corporal entre grupos diversos

(PECEK; CUK; LESAR, 2008) e o papel que pessoas próximas no contexto da atividade física podem ter para facilitar a prática de uma atividade física inclusiva.

Serão examinadas também algumas declarações internacionais sobre direitos, assim como questões sobre igualdade de oportunidades. Três tópicos de discussões a respeito do letramento corporal em relação a gênero, orientação sexual e religião, raça e cultura serão abordados.

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Capítulo 10 - Letramento corporal e terceira idade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

10

Letramento corporal e terceira idade

Len Almond

Introdução

Este capítulo explora a importância do letramento corporal durante toda a vida, concentrando-se na terceira idade para ilustrar esse posicionamento. As questões abordadas aqui incluem uma série de problemas associados à falta de atividade física nessa etapa da vida, a recusa em usufruir da condição de ser ativo regularmente e algumas das razões para que isso ocorra. A discussão tratará do conceito de letramento corporal no contexto da população adulta e apresentará um caso que tem a promoção do letramento corporal como um objetivo essencial para a educação ao longo da vida. Na conclusão, o capítulo reúne todos os argumentos para demonstrar suas inter-relações e propor uma abordagem integrada na promoção do letramento corporal.

A promoção da atividade física costuma ser justificada argumentando-se que ela pode reduzir o risco de desenvolver certas doenças ou retardar o início do declínio funcional. Essa pauta preventiva também enxerga a atividade física como uma maneira de reduzir os custos de uma saúde precária. Esse argumento parece não ser forte o bastante para persuadir as pessoas a se tornarem mais ativas, sendo, portanto, necessário adotar uma visão diferente, mais positiva. Essa situação oferece o pano de fundo para explorar uma perspectiva pessoal do letramento corporal e identificar dois fatores adicionais importantes a considerar no desenvolvimento dessa capacidade e do seu papel influenciador na vida de jovens e adultos. Como resultante, cabe explorar o letramento corporal como um objetivo de vida associado a um conceito denominado pedagogia da participação.

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Capítulo 4 - Motivação e significado do letramento corporal para cada indivíduo

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

4

Motivação e significado do letramento corporal para cada indivíduo

Margaret Whitehead

Introdução

Este é o primeiro de três capítulos que irão explorar em detalhes os atributos do letramento corporal. Este capítulo discutirá a importância da motivação e a afirmação de que o letramento corporal melhora a qualidade de vida. Consideraremos então a proposição de que o letramento corporal é importante e tem valor para toda pessoa e está ao alcance de qualquer um, independentemente de idade, aptidão incorporada e cultura em que vive.

O atributo inicial (A e Aa) do letramento corporal, exposto no Capítulo 2, afirma que:

O letramento corporal pode ser descrito como uma disposição caracterizada pela motivação de tirar partido do potencial inato de se movimentar para contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida. Todos os seres humanos manifestam esse potencial. Porém, sua expressão dependerá da aptidão individual em relação a todas as capacidades que dizem respeito ao seu potencial motor e será específica à cultura em que vivem.

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Capítulo 11 - Letramento corporal e pessoas com deficiência

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

11

Letramento corporal e pessoas com deficiência

Philip Vickerman e Karen DePauw

Introdução

Este capítulo analisa a promoção do letramento corporal em pessoas com deficiência, durante todo o transcurso da vida, explorando a importância do letramento corporal para essa população e examinando como ele pode ser alcançado nas suas circunstâncias únicas. Incluem-se aqui convenções internacionais sobre os direitos das pessoas com deficiência, assim como as próprias definições de deficiência e as barreiras que esses indivíduos podem enfrentar. Uma preocupação central do capítulo será identificar as melhores práticas e estratégias para estimular a confiança, a autoestima e a motivação desses indivíduos no contexto da atividade física, incentivando assim o desenvolvimento do seu letramento corporal. Os benefícios de as pessoas com deficiências serem corporalmente letradas são abordados e exemplificados estudando-se dois casos específicos. O Capítulo 4 estabelece as fundamentações para esta discussão ao afirmar que letramento corporal é um conceito universal ao alcance de todos.

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Editora Manole (559)
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Medium 9788520450987

4. Força e potência na parte superior do corpo: exercícios de tração

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

FORÇA E POTÊNCIA NA PARTE SUPERIOR

DO CORPO: EXERCÍCIOS DE TRAÇÃO

4

E

xercícios de tração são um componente importante no treinamento de basquete. Esse tipo de exercício cria equilíbrio ao complementar outros do tipo empuxo, realizados durante o treinamento. Exercícios de tração também desenvolvem potência nos ombros, parte superior do dorso e membros superiores. Os músculos posteriores envolvidos com esse tipo de exercício são o latíssimo do dorso, trapézio, romboide maior, romboide menor, redondo maior, redondo menor, deltoide (parte espinal), tríceps braquial, supraespinal e infraespinal. Os músculos do grupo anterior envolvidos em alguns exercícios de tração são o braquial, braquiorradial, ancôneo, deltoide (parte clavicular), peitoral maior, peitoral menor e oblíquo externo do abdome. Esses grupos musculares são importantes no rebote, arremesso, controle de bola ofensivo, estabelecimento de posições estratégicas ofensivas e defensivas em quadra e defesa contra os adversários.

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6. Treinamento explosivo com pesos para jogar acima da cesta

COLE, Brian; PANARIELLO, Rob Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

TREINAMENTO EXPLOSIVO COM

PESOS PARA JOGAR ACIMA

DA CESTA

6

T

reinamento de força explosiva é sinônimo de capacidade de gerar potência. A qualidade do trabalho diz respeito à produção de uma força que provoca deslocamento, como se um músculo gerasse força para deslocar um peso por uma determinada distância. O trabalho não tem nada a ver com a duração das forças musculares que causam o deslocamento. O valor da força é expresso na seguinte fórmula: trabalho = força × distância

Ao levantar grandes pesos, como nos movimentos de força do agachamento, levantamento terra e supino, você não precisa considerar o elemento tempo para concluir a repetição. Por outro lado, a potência depende do fator tempo para que a repetição seja concluída. A fórmula da potência é: potência = (força × distância) / tempo

89

90

ANATOMIA DO BASQUETE

Portanto, ao treinar com pesos para desenvolver força explosiva, você tem que executar esses tipos de exercícios em um período de tempo muito curto. Apesar de dois exercícios diferentes poderem envolver a mesma quantidade de trabalho, aquele executado no período de tempo mais curto (na velocidade mais alta) gera a maior potência. A capacidade de produzir força muito rapidamente também ocorre no maior nível da taxa de desenvolvimento de força (TDF). A TDF de um músculo é o grau máximo de aumento da força gerada durante a fase inicial de uma contração muscular. A TDF é imprescindível para o sucesso no esporte. A maioria das habilidades esportivas é realizada em um período curto de tempo (200 a 300 ms); o tempo para produzir força muscular máxima pode demorar até 500 milissegundos. Dessa forma, o atleta mais forte de uma equipe nem sempre pode ser tão eficaz quanto o atleta mais potente (ver Fig. 6.1). Por exemplo, como há um tempo limitado para ultrapassar um adversário ou saltar mais alto que ele, um atleta que puder gerar força muscular de forma rápida terá vantagem sobre o adversário que talvez seja mais forte, porém mais lento na produção de força muscular.

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Alongamento da virilha

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

32 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

AQUECIMENTO

ALONGAMENTO DA VIRILHA

ALVO

• Músculos da virilha

NOTA

* indica músculos profundos

Pectíneo*

Adutor longo

FOCO MUSCULAR

• Adutor longo

• Adutor magno

• Pectíneo

• Grácil

Adutor magno

Grácil*

1. Sente-se confortavelmente no solo ou sobre um colchonete, com as costas retas.

2. Com os joelhos voltados para fora, segure de leve as pontas dos pés, o mais próximo possível dos dedos, sem ficar desconfortável, e aproxime as plantas dos pés.

3. Sem fazer movimento de vaivém, mantenha as costas retas e pressione devagar os joelhos em direção ao solo, sentindo alongar a parte interna das coxas.

4. Segure por 15 a 30 segundos e repita.

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Pullover com haltere

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

52 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

TÓRAX E ABDOME

PULLOVER COM HALTERE

1. Coloque um haltere sobre um banco reto e apoie a parte superior das costas sobre o banco.

2. Pegue o haltere, colocando as palmas das mãos sob a parte superior do peso.

DICAS DO TREINADOR

• Certifique-se sempre de que o haltere seja seguro.

• Este exercício deve ser realizado com extrema cau­ tela. Se você não tiver ex­ periência, peça ajuda a um instrutor.

3. Levante o haltere sobre o tórax e abaixe levemente o corpo sobre o banco para que a cabeça, o pescoço e a parte superior das costas fiquem apoiados.

ALVO

• Regiões superior, média e inferior do tórax

PROCURE

• Manter as costas, glúteos e posteriores da coxa alinhados durante toda a amplitude de movimento.

EVITE

• Travar os cotovelos duran­ te o movimento.

• Baixar demasiadamente o haltere atrás da cabeça, porque se ele for muito para baixo poderá causar tensão exagerada no pescoço, nas costas e nos braços.

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Elevação lateral com halteres

RAMSAY, Craig Editora Manole PDF Criptografado

98 • MUSCULAÇÃO – ANATOMIA ILUSTRADA

OMBROS

ELEVAÇÃO LATERAL COM HALTERES

1. Segure um haltere em cada mão, fique em pé, com os pés afastados e paralelos aos ombros e os joelhos ligeiramente flexionados.

Flexione um pouco os cotovelos e mantenha as palmas das mãos voltadas para dentro, em direção ao corpo.

FOCO MUSCULAR

• Deltoide (partes acromial e clavicular)

• Supraespinal

• Trapézio

• Serrátil anterior

• Peitoral menor

• Redondo menor

• Infraespinal

• Romboide

• Eretor da espinha

• Levantador da escápula

• Tríceps braquial

• Braquial

• Bíceps braquial

• Braquiorradial

• Flexor dos dedos

• Flexor radial do carpo

• Latíssimo do dorso

• Peitoral maior

2. Estenda os braços para fora, lateralmente, até a altura dos ombros.

3. Lentamente, abaixe os halteres de volta até a posição inicial. Repita.

ALVO

• Parte acromial do deltoide

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Artmed (11)
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Medium 9788582714485

Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Capítulo 4. Montagem de um programa

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Montagem de um programa

Com frequência, converso com treinadores sobre programas de desempenho no esporte. Em geral, a conversa inicia com algo do tipo “Eu uso um pouco do teu método, eu pouco do método de Mark Verstegen e uma combinação de...”. Isso quase sempre soa como um elogio, mas sai de um modo diferente.

Quando se trata de desenvolver novos programas de desempenho ou adotar a totalidade ou partes de programas coexistentes, uma analogia da área da culinária se aplica.

Algumas pessoas conseguem realmente cozinhar; outras precisam de livros e receitas.

Algumas pessoas escrevem livros de receita; outras os leem. Mesmo no mundo dos restaurantes, existem cozinheiros e existem chefes de cozinha. Cozinheiros seguem receitas, chefes as criam.

Então, você é um cozinheiro ou um chefe de cozinha? Se você está montando seu primeiro programa para si mesmo ou para uma equipe, você é um cozinheiro. Ache uma boa receita que satisfaça suas necessidades e siga-a com exatidão. Além disso, na culinária, todo ingrediente em uma receita tem um propósito. A maioria das comidas assadas requer farinha, por exemplo. Você não assaria um bolo e deixaria a farinha de fora, deixaria?

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Capítulo 7. Treinamento do core

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Treinamento do core

Um dos objetivos deste livro é fornecer ideias que você possa imediatamente colocar em prática. A informação neste capítulo pode ser usada para melhorar a saúde e a função do core de um atleta e será, de particular interesse, para treinadores e atletas de esportes que envolvam movimentos de rebatida, como beisebol, golfe, tênis, hóquei de campo e gelo e críquete.

Os exercícios do core aqui apresentados são projetados para desenvolver um tronco mais estável durante os gestos de rebater ou arremessar um objeto. Além disso, os programas do core ajudam qualquer atleta que sofre de dores lombares. Os exercícios com a medicine ball melhoram a força e a coordenação de todos os grupos musculares usados em habilidades de rebatida e arremesso. O treinamento do core é necessário para desenvolver a potência para rebater mais longe uma bola de beisebol ou golfe ou um disco de hóquei ou uma bola de tênis com mais força e rapidez. Além disso, trabalhar os músculos do core pode ser um elemento-chave para uma carreira esportiva mais longa e saudável.

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Capítulo 3. Avaliação da força funcional

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Avaliação da força funcional

Conforme afirmado no Capítulo 1, o treinamento funcional é o treinamento que faz sentido. Após analisar as demandas do esporte, a próxima etapa é avaliar seus atletas.

Os testes neste capítulo permitem que você realize uma boa avaliação.

É bastante raro encontrar um atleta que tenha força, potência ou velocidade excessivas para seu esporte. Raras vezes você ouve um comentarista de televisão dizer “Minha nossa, ele era tão rápido que correu direto para aquela bola”. Pense no treinamento de força como um pré-requisito para a velocidade e potência. É importante desenvolver força funcional, a força que um atleta pode usar.

A mensuração objetiva de força funcional pode ser humilhante até para os melhores atletas. Para avaliar a força funcional, os atletas devem se mover contra uma resistência de uma maneira que provavelmente ocorrerrá no esporte ou na vida. Portanto, faz sentido que o próprio peso corporal seja a forma mais comum de resistência a ser empregado

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Capítulo 9. Treinamento pliométrico

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CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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