Manole (3)
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1. Introdução ao handebol

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I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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3. Elementos técnicos

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elemen t o s t é cnico s

motora de uma necessidade encontrada durante uma determinada situação na partida. Existe uma técnica correta e uma técnica eficaz. Com os treinamentos, buscamos desenvolver nos jogadores, dentro do modo individual de execução, a técnica mais próxima do modo biomecanicamente correto mantendo, porém, a eficácia do objetivo do gesto motor executado.

A técnica é a execução

Conceito de técnica

De acordo com Greco e Benda (1998), a técnica é a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.

Consiste, portanto, na melhor execução de um determinado gesto motor, com a máxima economia de energia possível.

Segundo Bayer (1986), a técnica representa todo um repertório de gestos, desenvolvidos individualmente, de acordo com a especificidade da ação no jogo, sendo este fruto da história e da evolução de cada jogo esportivo coletivo e baseado na experiência acumulada e continuamente enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas.

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2. Elementos táticos

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elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

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Grupo A (344)
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Capítulo 4 - Fatores que afetam o desenvolvimento motor

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CAPÍTULO 4

Fatores que Afetam o

Desenvolvimento Motor

PALAVRAS-CHAVE

Direção do desenvolvimento

Taxa de crescimento

Entrelaçamento recíproco

Prontidão

Períodos sensíveis

Habilidades filogenéticas

Habilidades ontogenéticas

Laços

Prematuro

Peso de nascimento muito baixo (PNMB)

Peso de nascimento baixo

(PNB)

Young-for-date

Obesidade

Transtorno da compulsão alimentar

Anorexia nervosa

Bulimia nervosa

Aptidão física

Força

Lei da inércia

Lei da aceleração

Lei da ação e reação

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Identificar fatores genéticos e ambientais que influenciam o crescimento e a maturação biológica

• Derivar os princípios do desenvolvimento motor e aplicá-los a situações de ensino/ aprendizado em vários pontos do curso da vida

• Descrever o crescimento compensatório e os fatores que afetam esse fenômeno

• Analisar as relações entre o crescimento, a maturação biológica e as mudanças fisiológicas no desenvolvimento das habilidades motoras

• Discutir os efeitos da privação ambiental sobre o desenvolvimento motor ao longo da vida

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Referências e sugestões de leitura

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Referências e sugestões de leitura*

Abbott, A.V., and Wilson, D.G. (Eds.). (1996). Human-powered vehicles. Champaign, IL: Human Kinetics.

Adrian, M.J. (1980). The true meaning of biomechanics. In J.M. Cooper and B. Haven (Eds.), Proceedings of the Biomechanics Symposium

(pp. 14-21). Indianapolis: Indiana State Board of Health.

Chow, J.W., and Knudson, D.V. (2011). Use of deterministic models in sports and exercise biomechanics research. Sports Biomechanics, 10,

219-233.

Cureton, T.K. Jr. (1930). Mechanics and kinesiology of the crawl flutter kick. Research Quarterly, 1(4):93-96.

Alexander, R.M. (1992). The human machine. New York: Columbia University Press.

Cureton, T.K. Jr. (1939). Elementary principles and techniques of cinematographic analysis. Research Quarterly, 10(2):3-24.

Arend, S., and Higgins, J.R. (1976). A strategy for the classification, subjective analysis and observation of human movement. Journal of

Human Movement Studies, 2:36-52.

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3. Conhecendo os músculos

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MA S S AG E M PA R A O D E S E M P E N H O E S P O R T I V O

45

TABELA 3.1 Posição anatômica e terminologia direcional (continuação)

Termo

Definição

Terminologia de direção

Lateral

Distante do plano mediano ou em direção ao lado

Proximal

Próximo ao ponto de origem do membro, tronco ou centro do corpo

Distal

Distante do ponto de origem do membro, tronco ou centro do corpo

Superficial

Na superfície ou próximo da superfície do corpo

Profunda

Distante da superfície do corpo

Palmar

Região anterior da mão na posição anatômica

Dorsal (para mãos ou pés)

Região posterior da mão na posição anatômica; região superior do pé quando se está em pé na posição anatômica

Plantar

Região inferior do pé quando se está em pé na posição anatômica

Adaptada, com permissão, de K. Clippinger, 2007, Dance anatomy and kinesiology (Champaign, IL: Human

Kinetics), 18.

Anatomia estrutural das articulações

O local de união entre dois ossos é chamado de articulação. As articulações permitem que o corpo se mova em várias direções. Os componentes básicos das articulações incluem ossos, músculos, unidades musculostendíneas, cartilagem, cápsulas articulares, ligamentos e bolsas.

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3. Variante Scheveningen

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62

John Emms

Variante Najdorf, as pretas estão sempre em estado de alerta em relação à jogada favorável ...d6-d5, liberando sua posição. As brancas têm várias alternativas agressivas para tentar quebrar a estrutura supersólida das pretas. Neste capítulo, vamos analisar as mais importantes estruturas.

Uma das principais atrações da Variante Scheveningen é que as pretas não criam debilidades desnecessárias de peões e, em conseqüência, sua estrutura é basicamente sólida. Garry Kasparov utilizou a Scheveningen com bastante eficácia quando derrotou Karpov na Partida pelo Campeonato Mundial de 1985. Por mais que tenha tentado, Karpov não conseguiu atravessar a defesa das pretas e, no final, acabou desistindo de jogar 1 e4 contra Kasparov.

ATAQUE KERES

1 e4 c5 2 Cf3 d6 3 d4 cxd4 4 Cxd4 Cf6 5 Cc3 e6 6 g4 (Diagrama 2)

O Ataque Keres é, sem dúvida alguma, a maneira mais agressiva de enfrentar a Variante Scheveningen, além de também ser um teste crucial para a viabilidade de defesa. Já verificamos o valor da investida g2-g4 na Siciliana, sendo que a única diferença é que as brancas antecipam a jogada já no sexto lance. A idéia

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Apêndice A

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Apêndice A

Aplicação do Microsoft Excel

C

omo indicado anteriormente, diversos procedimentos usados para conduzir as análises associadas às decisões em medidas e avaliação do desempenho humano podem demandar muito tempo. No entanto, o uso de computadores facilita a condução dessas análises. O software Predictive Analytics Software (PASW) foi usado em todo o livro para ilustrar passo a passo os procedimentos de análise de dados. O PASW é um programa complexo e sofisticado (leia “caro”) usado por pesquisadores, empresários, educadores e para uso pessoal.

As versões disponíveis para estudantes são mais baratas, mas existem muitas limitações nos procedimentos que podem ser realizados, número de participantes ou nas variáveis (ou ambos) que podem ser incluídas. O PASW é amplamente disponível em universidades, empresas, agências governamentais ou educacionais e centros de pesquisas nos Estados Unidos. No entanto, os autores deste livro estão cientes de que alguns estudantes podem ter dificuldade em adquirir o PASW. Existe um programa de código aberto chamado PSPP, disponível on-line, que

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Editora Manole (559)
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Principais músculos envolvidos no movimento

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Principais músculos envolvidos no movimento

Articulações atlantoccipital e atlantoaxial

Flexão

Longo da cabeça; reto anterior da cabeça; esternocleidomastóideo (fibras anteriores).

Extensão

Semiespinal da cabeça; esplênio da cabeça; reto posterior maior da cabeça; reto posterior menor da cabeça; oblíquo superior da cabeça; longuíssimo da cabeça; trapézio; esternocleidomastóideo (fibras posteriores).

Rotação e flexão lateral

Esternocleidomastóideo; oblíquo inferior da cabeça; oblíquo superior da cabeça; reto lateral da cabeça; longuíssimo da cabeça; esplênio da cabeça.

Articulações intervertebrais

Região cervical

Flexão

Longo do pescoço; longo da cabeça; esternocleidomastóideo.

Extensão

Longuíssimo do pescoço; longuíssimo da cabeça; esplênio da cabeça; esplênio do pescoço; semiespinal do pescoço; semiespinal da cabeça; trapézio; interespinais; iliocostal do pescoço.

Rotação e flexão lateral

Longuíssimo do pescoço; longuíssimo da cabeça; esplênio da cabeça; esplênio do pescoço; multífido; longo do pescoço; escaleno anterior; escaleno médio; escaleno posterior; esternocleidomastóideo; levantador da escápula; iliocostal do pescoço; intertransversários.

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FLEXÃO NO SOLO SOBRE APOIOS

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TÓRAX

121

FLEXÃO NO SOLO SOBRE APOIOS

MÚSCULOSALVO

▪ Peitorais

Parte acromial do deltoide

▪ Parte clavicular do deltoide

Trapézio

Parte espinal do deltoide

▪ Tríceps braquial

Parte clavicular do deltoide

Tríceps braquial

Braquial

Bíceps braquial

Flexor radial do carpo

Braquiorradial

Oblíquo externo do abdome

Oblíquo interno do abdome

Peitorais

• Peitoral maior

• Peitoral menor

Reto do abdome

Quadríceps femoral

• Reto femoral

• Vasto lateral

• Vasto intermédio

• Vasto medial

O uso de um par de apoios garante a você uma amplitude de movimento maior em comparação com o exercício clássico de flexão no solo.

Mantenha os quadris alinhados com a parte superior do tronco

Posicione os apoios um pouco mais afastados que a largura dos ombros.

Mantenha seu corpo em posição de “prancha”, apoiando-se nos dedos dos pés e nos membros superiores estendidos. Inspire e abaixe o corpo lentamente até que ele fique abaixo do nível dos cotovelos.

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Flexão do tronco

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AQUECIMENTO • 25

FLEXÃO DO TRONCO

Reto femoral

Vasto lateral

Glúteo máximo

Trato iliotibial

Gastrocnêmio

Sóleo

1. Em pé, com os pés afastados e paralelos aos ombros, mantenha os braços ao lado do corpo.

Bíceps femoral

2. Flexione o corpo na altura do quadril, mantendo os joelhos retos, e tente alcançar o solo com as mãos.

3. Segure por 15 segundos e repita.

FOCO MUSCULAR

• Trato iliotibial

• Bíceps femoral

• Glúteo máximo

• Vasto lateral

• Reto femoral

• Gastrocnêmio

• Sóleo

ALVO

• Trato iliotibial

• Músculos poste­ riores da coxa

DICA DO TREINADOR

• O trato iliotibial (TIT) é uma faixa grossa de tecido conjun­ tivo que cruza a articulação do quadril e se estende para baixo até se inserir na patela, na tíbia e no tendão do bíceps femoral.

O TIT estabiliza o joelho e abduz o quadril.

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Exercícios para o core

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64 • Coluna saudável – Anatomia ilustrada

EXERCÍCIOS PARA O CORE

Coluna_03-diagramado.indd 64

24/10/14 9:07 AM

EXERCÍCIOS PARA O CORE • 65

Q

uais são os músculos do core – e por que são tão importantes para uma coluna saudável? Os músculos primários do core constituem as camadas musculares profundas, adjacentes à coluna vertebral, que incluem os músculos da parede abdominal (reto abdominal, transverso do abdome, oblíquo externo do abdome e oblíquo interno do abdome), os músculos do assoalho pélvico

(levantador do ânus, pubococcígeo, iliococcígeo, puborretal e isquiococcígeo), os extensores da coluna vertebral (multífidos, eretor da espinha, esplênio, longuíssimo do tórax e semiespinal) e o diafragma. Esses músculos proporcionam suporte estrutural para todo o corpo. Os músculos secundários do core incluem o latíssimo do dorso, o glúteo máximo e o trapézio. Os músculos do core são responsáveis por quase todos os seus movimentos diários, além de estabilizarem o tronco e a pelve para que os membros superiores e inferiores movimentem-se de maneira apropriada. Exercitar esses importantes músculos para estabilizar, fortalecer e alinhar o corpo é essencial para uma coluna saudável. Um core forte torna mais fácil o movimento para a realização de qualquer atividade. Músculos do core bem condicionados também lhe permitem manter-se em boa postura. Músculos do core mal condicionados ou fracos o tornam propenso a lesões.

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Capítulo 12. Equilíbrio e agilidade

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Capítulo 12 Equilíbrio e agilidade

David Lloyd, Ph.D.; Timothy R. Ackland, Ph.D.; e Jodie Cochrane, Ph.D.

Aliada às capacidades como velocidade, potência, força e flexibilidade, a coordenação das ações musculares pelo sistema nervoso central tem papel vital no desempenho bem‑sucedido de um atleta. Essa capacidade de coordenar com precisão o timing e a força de contração dos músculos esqueléticos é essencial nas capacidades afins de equilíbrio e agilidade. Embora essas duas capacidades sejam modifi­ cadas pela estrutura física do atleta e possam ser afetadas pela técnica, o equilíbrio e a agilidade dependem intensa­ mente do desenvolvimento do controle neuromuscular. De acordo com Tittel (1988), isso é de particular importância para esportes acrobáticos e técnicos, como ginástica, gi­ nástica rítmica, saltos ornamentais e patinação artística, além de outras atividades como, por exemplo, natação, luta greco‑romana, esgrima, boxe e jogos com bola. Além do controle neuromuscular, a agilidade também depende da capacidade cognitiva do jogador em “ler” a situação do jogo em esportes de equipe, por exemplo, futebol, hóquei, basquetebol e netbol.

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Artmed (11)
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Capítulo 1. Tornando o treinamento mais funcional

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CAPÍTULO

1

Tornando o treinamento mais funcional

Treinamento funcional é, essencialmente, treinar com um propósito. Quando usamos a palavra função, estamos dizendo que algo tem um propósito. Assim, quando aplicamos o termo ao treinamento para esportes, estamos falando sobre treinamento intencional para os esportes. A ideia de treinamento funcional ou exercício funcional, na verdade, originou-se no mundo da medicina esportiva. Como é sempre o caso, as ideias e exercícios usados na reabilitação encontraram seu caminho a partir da clínica de fisioterapia e sala de treinamento atlético para a sala de pesos. A ideia mais básica era que os exercícios usados para fazer um atleta retornar sem lesão também poderiam ser os melhores exercícios para manter e melhorar a saúde.

Desde que o conceito de treinamento funcional foi primeiro aplicado aos esportes, tem sido mal interpretado e erroneamente interpretado por muitos atletas e treinadores. Expressões como específico do esporte (que implica que determinados movimentos e padrões de movimentos são específicos para esportes individuais) foram usadas para descrever alguns conceitos de treinamento funcional. Mas o treinamento específico do esporte ocorre com o atleta no tatame, campo ou quadra, ao passo que, na força e no condicionamento, trabalhamos para tornar o atleta mais forte e para melhorar o condicionamento específico. Na verdade, o treinamento funcional pode ser mais bem representado pelo termo treinamento geral esportivo do que pelo termo treinamento específico do esporte.

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Capítulo 5. Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

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CAPÍTULO

5

Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

Sobre a prescrição de atividades e aparatos pré e pós-treinamento, você pode ter certeza de uma coisa: continuará mudando e melhorando à medida que mais pontos de vista funcionais permeiam o treinamento esportivo. Os velhos dias de trabalhar uma série dos mesmos alongamentos estáticos para todo o esporte, só porque deve ser assim, não se aplicam mais.

FOAM ROLLING

Um grau de ceticismo é justificado quando se trata de novos equipamentos e dispositivos. Para cada inovação útil, três ou quatro outras são lixo e não merecem sequer um minuto de exposição nos infomerciais (comerciais informativos) televisivos. No entanto, também precisamos ser receptivos a invenções e soluções criativas, mesmo que inicialmente pareçam estranhas.

Quando a primeira edição de Treinamento Funcional para os Esportes foi publicada em 2004, não tínhamos ainda sequer começado a usar um rolo de espuma (foam roller) em nossa sequência pré-séries. Na verdade, há 10 anos os treinadores de força e condicionamento, os preparadores físicos e fisioterapeutas teriam olhado de modo zombeteiro para um pedaço cilíndrico de espuma de 90 cm de comprimento e perguntado: O que eu devo fazer com isso?

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Capítulo 10. Levantamento de peso olímpico

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CAPÍTULO

10

Levantamento de peso olímpico

Os atletas e treinadores estão sempre procurando os melhores e mais seguros métodos para desenvolver potência. Um maior nível de potência traduz-se em um atleta mais rápido, mais explosivo. A evidência continua sustentando que levantamentos de potência, como os levantamentos olímpicos e suas variações, podem ser os melhores métodos para melhorar rapidamente a potência.

O aspecto negativo é que o levantamento olímpico requer muito tempo de aprendizagem e constante supervisão. Diversos treinadores adicionaram o levantamento olímpico aos seus programas por causa da evidência significativa de seus benefícios; infelizmente, alguns desses mesmos treinadores não conseguem ou não querem ensinar aos seus atletas a técnica apropriada. Mais recentemente, alguns treinadores começaram a usar levantamentos olímpicos como se fosse trabalho de hipertrofia ou aeróbico utilizando-se de altos volumes de repetições e não para melhora de potência. Estamos em um período de grande popularidade e exposição do levantamento olímpico, mas muitas vezes o que vemos é semelhante a observar alguém tentando martelar um prego com uma chave de fenda.

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Capítulo 8. Treinamento para região superior do corpo

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CAPÍTULO

8

Treinamento para a região superior do corpo

Muitos livros e artigos detalham como realizar exercícios de força para os membros superiores. Infelizmente, apesar de todos os avisos, os atletas ainda colocam excessiva ênfase no desenvolvimento dos “músculos superficiais” que aparecem no espelho, como o tórax e braços que contribuem para a criação de uma aparência muscular. Este capítulo reforça a necessidade de um equilíbrio entre empurrar e puxar e enfatiza o uso de barras, remadas e variações para prevenir as lesões no ombro.

O exercício funcional para membros superiores pode ser primariamente dividido entre empurrar e puxar. Outros movimentos que envolvem apenas uma articulação podem não ser verdadeiramente funcionais por trabalharem os músculos apenas de forma isolada. Embora os movimentos de uma articulação possam ser necessários em exercícios corretivos ou de estabilização, a chave para o treinamento funcional da região superior do corpo é o equilíbrio entre empurrar e puxar.

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Capítulo 11. Programas para melhorar o desempenho

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CAPÍTULO

11

Programas para melhorar o desempenho

A programação específica para o esporte é um dos maiores equívocos no atletismo atualmente. A noção de que cada esporte precisa de seu próprio programa individual

é basicamente falha. A maioria dos esportes coletivos, e mesmo muitos esportes individuais, tem necessidades gerais similares. Todos se baseiam na velocidade e potência, com a força agindo como base subjacente. O desenvolvimento de velocidade, força e potência não varia e não deve mesmo variar muito de esporte para esporte.

A maioria dos melhores técnicos de força e condicionamento no país usa programas bastante similares para treinar atletas em uma ampla variedade de esportes. Raras vezes, os técnicos encontram atletas muito fortes, muito rápidos ou muito eficientes em movimentos laterais. Pense sobre isso deste modo: um jogador de beisebol rápido é, em qualquer aspecto, diferente de um jogador rápido de futebol ou futebol americano? Enquanto técnico, você desenvolveria velocidade para o beisebol de uma forma diferente da qual desenvolveria para um jogador de futebol ou de futebol americano?

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